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      <title>Biologia  by Maria Inês</title>
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      <description>Amazing!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-23 14:46:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307281844</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como constado na atividade prática n</strong><strong><sup>o</sup></strong><strong> 1 o planeta terra está constantemente a ser alvo de grandes acumulações de gases com efeito de estufa, o que leva ao aumento de temperatura (aquecimento global). Este aumento médio da temperatura do planeta é maioritariamente causado pelo homem. Alguns exemplos de causas do aquecimento global são:</strong></div><div><strong> . Destruição da camada de ozono </strong></div><div><strong> . Queima de combustíveis fósseis e consumo excessivo destes </strong></div><div><strong> . Desflorestacao</strong></div><div><strong> . Incêndios </strong></div><div><strong> . Etc.. </strong></div><div><br></div><div><strong>Estas causas levam a consequências:</strong></div><div><strong> . Aumento do nível média das águas do mar (aumento da temperatura)</strong></div><div><strong> . Crescimento e surgimento de desertos-desertificação (aumento da temperatura )</strong></div><div><strong> . Alterações climáticas </strong></div><div><strong> . Alterações a nível do ecossistemas-fauna e Flora </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:47:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307282020</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como sistemas abertos que interagem entre si, os subsistemas terrestres também podem ser relacionados com o aquecimento global. </strong></div><div><br></div><div><strong>A exploração acentuada de combustíveis fósseis conduz ao aumento de gases com efeito de estufa (atmosfera) que provocam um aumento da temperatura superficial da Terra. Este aumento pode ter consequências diversas e graves:</strong></div><div><br></div><div><strong>–  Degelo das calotes polares e dos glaciares, provocando, entre outras, a inundação de</strong></div><div><strong>costeiras (hidrosfera).</strong></div><div><strong>–  Extinção de espécies (biosfera).</strong></div><div><strong>–  Aumento da desertificação (geosfera).</strong></div><div><strong>–  As alterações climáticas provocadas pela intensa atividade vulcânica (geosfera)</strong></div><div><strong>ou pela desflorestação (biosfera).</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:48:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307282097</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como em quase todos os casos, o aquecimento global também pode ser travado pondo em ação algumas medidas:</strong></div><div><strong> . Diminuição do uso de combustíveis fósseis e aumentar o uso de biocombustíveis. </strong></div><div><strong> . Utilização de fontes de energias renováveis. </strong></div><div><strong> . Implantação de programas de reflorestação. </strong></div><div><strong> . Instalação de sistemas de control de emissão de gases poluentes nas indústrias.</strong></div><div><strong> . Utilização de transportes públicos.</strong></div><div><strong> . Ect... <br></strong><strong><em>fontes: atividade prática 01, caderno diário e manual </em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:48:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307283397</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Como falado na aula prática n</strong><strong><sup>o </sup></strong><strong>2, cada Rocha conta uma história. As rochas magmáticas têm duas versões da história: as rochas magmáticas intrusivas contam como é ser aquecidas a altas temperaturas durante um longo período de tempo permitindo-lhes uma aparência mais vistosa  e aflorir à superfície já prontas para formar outra Rocha; as rochas magmáticas extrusivas não conhecem a história das “irmãs” pois arrefecem em superfície muito rapidamente tendo assim um aspeto menos reluzente. Tanto as extrusivas como as intrusivas podem originar dois tipos de rochas, dependendo dos processos a qual serão sujeitas. Se sofrerem sedimentação e diagénese originarão Rochas sedimentares. Mas se sofrerem altas pressões e temperaturas poderão originar rochas metamorficas ou voltarem a ser material rochoso (magma). As rochas sedimentares também podem originar rochas metamórficas, assim como estas podem repetir o processo de metamorfismo e originar outra Rocha metamórfica. <br>Em suma, as rochas são um processo muito demorado, mas que com o seu tempo dão vida à geosfera. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:56:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307283467</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>O calcário é uma rocha sedimentar quimiogénica que ao reagir com carbonato de cálcio faz efervescência, libertando bolhas de CO</em></strong><strong><em><sub>2</sub></em></strong><strong><em>. O mesmo acontece com o Mármore (Rocha metamórfica), pois este é originado do calcário, mantendo assim as mesmas propriedades químicas.</em></strong><em><br></em><strong><em> </em></strong><a href="https://goo.gl/images/p7QMx8"><strong>https://goo.gl/images/p7QMx8</strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:56:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307283635</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O ciclo das rochas: <br></strong><a href="https://goo.gl/images/DwfFik">https://goo.gl/images/DwfFik</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 14:57:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307284345</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Paisagem terrestre em que é visível a ação das placas tectónicas: </mark></em></strong><br><strong>Falha e um limite transformante fig. 1 entre duas placas ( Placa Norte-Americana e Placa do Pacifico) localizada no Estado da Califórnia (EUA) na cidade de Sº Francisco. No futuro, há uma grande probabilidade de esta falha separar o Estado da Califórnia. </strong><a href="https://gizmodo.com/double-fault-earthquake-could-devastate-southern-califo-1765085483?utm_medium=sharefromsite&amp;utm_source=gizmodo_copy&amp;utm_campaign=top"><strong>https://gizmodo.com/double-fault-earthquake-could-devastate-southern-califo-1765085483?utm_medium=sharefromsite&amp;utm_source=gizmodo_copy&amp;utm_campaign=top</strong></a><strong><br><br>fig.1</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:01:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307285328</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Captura de ecrã de: </em></strong><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwid3czy5OreAhUSxIsKHRoJCY0QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fpauloluis.blogspot.com%2F2014%2F07%2Futilizando-informacoes-do-gps-garmin-no.html&amp;psig=AOvVaw3qUagY03vLZQRMQuq6vRaW&amp;ust=1543071810582940"><strong>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwid3czy5OreAhUSxIsKHRoJCY0QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fpauloluis.blogspot.com%2F2014%2F07%2Futilizando-informacoes-do-gps-garmin-no.html&amp;psig=AOvVaw3qUagY03vLZQRMQuq6vRaW&amp;ust=1543071810582940</strong></a><strong> <br>Nesta imagem fig.2 podemos observar a América do Sul em que na parte ocidental há dois limites convergentes de duas placas, uma continental (Placa Sul-Americana) e uma oceânica (Placa de Nazca), em que a placa mais densa subducta, havendo a sua destruição no manto, explicando assim a formação de um relevo mais acentuado. <br><br>fig.2</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:05:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noticias/Reportagens sobre o movimento das placas:</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307289601</link>
         <description><![CDATA[<div>  <mark> </mark><strong><em><mark>NAVIO DE PESQUISA PARTE PARA OBSERVAÇÕES NO JAPÃO</mark></em></strong><strong><em><br><br></em></strong><strong>O navio fig.3 possui um equipamento no fundo dele que emite sinal de GPS para captar as ondas sonoras dos pontos de observação instalados no fundo do mar. Com essas ondas é possível observar e medir qualquer pequeno movimento na calha de Nankai, interface das placas do Mar das Filipinas e da Amurian, parte da Eurásia.</strong> <br><strong>Este navio partiu de Tóquio do dia 18 deste mês com o objetivo de prevenir o terramoto Nankai Trough.<br></strong><a href="http://www.portalmie.com/atualidade/noticias-do-japao/tecnologia/2018/11/navio-de-pesquisa-de-medicao-do-nankai-trough-parte-para-observacoes/"><strong>http://www.portalmie.com/atualidade/noticias-do-japao/tecnologia/2018/11/navio-de-pesquisa-de-medicao-do-nankai-trough-parte-para-observacoes/</strong></a><strong><em><br><br>fig.3 </em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:25:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão </title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/307290658</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Em suma, com o estudo das placas tectónicas consegui compreender: </strong></div><ul><li><strong>as diferentes paisagens e o porquê desta se encontrarem assim dispostas;</strong></li><li><strong>o vulcanismo e a sismologia;</strong></li><li><strong>a formação das ilhas, principalmente das ilhas portuguesas;</strong></li><li><strong>o fundo oceânico e as suas variações de profundidade.</strong></li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:30:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/311716590</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Objetivo da atividade:</mark></em></strong></div><ul><li>compreender como a temperatura influencia a velocidade da escorrência do magma ( ácido e básico );</li></ul><div><br>Para testar o que nos foi proposto utilizámos<mark> 3 tipos de misturas de mel e água: </mark></div><ul><li>M1: 30% de água + 70% de mel</li><li>M2: 50% de água + 50% de mel </li><li>M3: 100% de mel</li></ul><div><br>Estas misturas simbolizam <mark>3 tipos de magmas a temperaturas diferentes</mark>, consequentemente 3 tipos de erupções:</div><ul><li>Na M1 o magma em estudo teria características semelhantes ao magma intermédio;</li><li>Na M2 o magma pretendido teria uma elevada fluidez e uma rápida velocidade de escorrência, ou seja, magma básico;</li><li>Na M3 o magma devia ser associado a magma ácido devido a este ter uma grande viscosidade e uma reduzida velocidade de escorrência.</li></ul><div><br>Também foi testado a facilidade com que estas misturas libertam gases. <br><br><br>fig.1 <br><em>Formação de gases na M3 à temperatura ambiente.  Teve uma "rápida" libertção de gases comparativamente à M3 a 50ºC.<br>O que nos leva a concluir que a M3 a temp. ambiente seria um magma mais ácido que o da M3 a 50ºC.  </em><br><br></div><div><br><br></div><div><br></div><div><em> </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:13:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/312617003</link>
         <description><![CDATA[<div>fig. 2<br><em>Velocidade de escorrência da M3 a 50ºC. Tem uma pequena velocidade de escorrência comparativamente à M2 a 50ºC.<br>Isto pode ser explicado devido à M3 a 50ºC ser mais viscosa que a M2 a 50ºC.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:26:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/312617635</link>
         <description><![CDATA[<div>Passando do <mark>experimental</mark> para a realidade na <mark>Natureza.</mark><br><br>fig. 3 <br><em>Lavas básicas ( lavas encordoadas ou pahoehoe ) no Hawai.<br>Estas lavas são fluídas por isso conseguem atingir uma grande área. Em comparação às lavas ácidas estas não causam tanta destruição.<br>São também conhecidas pela formação das ilhas do Hawai através de um ponto quente.</em><br><br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjr5IHd1ZLfAhVGz4UKHc2eDXQQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FLava&amp;psig=AOvVaw1vWOPH2-d-YgHRj06R1HCi&amp;ust=1544441757145264">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjr5IHd1ZLfAhVGz4UKHc2eDXQQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fpt.wikipedia.org%2Fwiki%2FLava&amp;psig=AOvVaw1vWOPH2-d-YgHRj06R1HCi&amp;ust=1544441757145264</a><br>( professora não consegui colocar nenhuma fotografia )<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:33:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/312619658</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong><em><mark>"Teria sido assustador estar vivo em 536"</mark></em></strong>- diz Michael McCormick, professor de história medieval da Universidade de Harvard.<br><br>Um grupo de historiadores e arqueólogos determinou aquele que foi o pior ano da História. A descoberta foi feita a partir da análise de um glaciar suíço.<br><br> McCormick e o seu grupo examinaram o núcleo do glaciar Colle Gnifetti, dos Alpes suíços, e identificaram poluentes em pequenas partes de vidro vulcânico – este cenário seria expectável num vulcão na Islândia.<br><br>McCormick explica que, nesse ano, uma erupção vulcânica de grandes dimensões na zona da Islândia espalhou uma nuvem de cinzas enorme por todo o hemisfério norte.<br><br>Christopher Loveluck, professor de arqueologia na Universidade de Nottingham e membro da equipa que investigou este caso, diz que esta nuvem de cinzas e a escuridão em que se vivia na altura teve consequências “horrendas” para a Humanidade – as temperaturas eram muito baixas, muitos passaram fome e ocorreram surtos semelhantes à peste negra.<br><br><a href="https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2018/11/22/a-nevoa-misteriosa-que-tornou-536-o-pior-ano-da-historia-para-se-estar-na-terra.htm">https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2018/11/22/a-nevoa-misteriosa-que-tornou-536-o-pior-ano-da-historia-para-se-estar-na-terra.htm</a><br><br>( continuo sem conseguir publicar fotografias )<br><br><strong><em><mark><br></mark></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:52:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/312620794</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluindo, com esta atividade prática consegui compreender como a escorrência do magma afeta a destruição causada pela erupção e o tipo de erupção que cada tipo de magma formará. <br>Esta atividade também me ajudou a estudar para o teste sumativo de biologia devido a exemplificar muito realisticamente o magma (mel) com muita ou pouca sílica (água). </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 12:00:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/312638683</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fontes: </strong></div><ul><li>Ficha da atividade prática nº4</li><li>Caderno diário </li><li>Manual</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 14:38:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lince Ibérico</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/332098922</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Hierarquia biológica do Lince Ibérico:<br><br>    </em>O lince- Ibérico é um <mark>felídeo selvagem</mark> pertencente à família <em><mark>Felidae</mark></em>, cuja linhagem se separou dos pumas, dos leopardos e dos ancestrais do género<em> </em><em><mark>Felis</mark></em>, incluindo o gato doméstico, há cerca de 7 M.a. <br>    Este pertence ao <mark>Reino Animalia</mark>, a sua família é a <em>Felida</em>e e a <mark>subfamília </mark><em><mark>Felinae</mark></em>, sendo também o<mark> género </mark><em><mark>Lynox</mark></em><em> </em>e da espécie <em><mark>Lynox pardinus</mark></em>.<br><br><strong><em>Caraterísticas:</em></strong></div><div><br></div><ul><li>carnívoro de médio porte;</li><li> pelagem castanho-amarelada com manchas negras que lhe permite uma excelente camuflagem;</li><li> cada indivíduo tem um padrão de pelagem único, que o permite distinguir de todos os outros da sua espécie; </li><li> membros muito robustos facilitando a perseguição e captura das suas ágeis presas – os membros posteriores, mais longos, permitem-lhe impulsionar o corpo e com os membros anteriores, mais curtos e fortes, agarra a sua presa. </li><li><strong> </strong>pêlos rígidos e negros em forma de pincel na extremidade das orelhas;</li><li>cauda curta, com cerca de 14 cm de comprimento e extremidade negra;</li><li> longos pêlos brancos e pretos no focinho  que crescem com o avançar da idade; </li><li>não possui o 1º pré molar superior.</li></ul><div><br>fig. 1 <br><em>Legenda das caraterísticas do Lince Ibérico:<br></em><br></div>]]></description>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>fig.2<br><em>Posição do lince ibérico na Hierarquia biológica:<br></em><a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZFbJUsBvSGM/VjiVYwrYr9I/AAAAAAAAABE/jirqdJojI8w/s1600/n%25C3%25ADveis%2Bde%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bbiol%25C3%25B3gica.jpg"><em>http://4.bp.blogspot.com/-ZFbJUsBvSGM/VjiVYwrYr9I/AAAAAAAAABE/jirqdJojI8w/s1600/n%25C3%25ADveis%2Bde%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bbiol%25C3%25B3gica.jpg</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 12:37:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Ecossistema ocupado pelo Lince Ibérico:</em></strong><br> <br>   Outrora o Lince- Ibérico teria uma distribuição mais ampla ocupando toda a Península Ibérica. Há ainda registos da sua ocorrência no século passado, em zonas serranas do Gerês, das Astúrias, de Montesinho e nos limites da Galiza e Leon. <br><br>fig.3 <br><em>Localização na Península Ibérica.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjt6ICX18PgAhUp-YUKHRAdB4QQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fhabitatlinceabutre.lpn.pt%2Fhomepage%2Flince-iberico%2Fcontent.aspx%3Ftabid%3D2326%26code%3Dpt&amp;psig=AOvVaw3MhXiNwAGzqbW5NEXWZ4Wn&amp;ust=1550524255871472"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjt6ICX18PgAhUp-YUKHRAdB4QQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fhabitatlinceabutre.lpn.pt%2Fhomepage%2Flince-iberico%2Fcontent.aspx%3Ftabid%3D2326%26code%3Dpt&amp;psig=AOvVaw3MhXiNwAGzqbW5NEXWZ4Wn&amp;ust=1550524255871472</em></a><br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Em termos de habitat, este necessita de paisagens mistas, com áreas de bosques e matagais densos, onde se pode obrigar a reproduzir, e áreas mais abertas, que lhe permitam perseguir e capturar as suas presas. <br>   Esta espécie coexiste com outros carnívoros selvagens, porém faz um controlo contínuo destas populações nas suas áreas, como por exemplo, a raposa, não permitindo a sua evolução excessiva. <br><br>fig.4<br><em>Lince Ibérico à caça.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiL-cS88cLgAhVrA2MBHW8IDy0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Frr.sapo.pt%2Fnoticia%2F136280%2Flince-iberico-mistral-morre-atropelado-perto-de-mertola&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiL-cS88cLgAhVrA2MBHW8IDy0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Frr.sapo.pt%2Fnoticia%2F136280%2Flince-iberico-mistral-morre-atropelado-perto-de-mertola&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 13:15:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/332104066</link>
         <description><![CDATA[<div>   Tal como outros felinos, o lince-Ibérico é uma espécie solitária. Os machos só procuram as fémeas na época da reprodução, esta ocorre, normalmente, entre janeiro e fevereiro. Após o acasalamento, o macho regressa ao território, não tendo mais contacto com a fémea, nem quaisquer cuidados parentais. Há porém registos de animais que permanecem durante a época de reprodução e exibem comportamentos de coesão familiar.<br><br>fig.5 <br><em>Fêmea com as crias.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjuxPrS8cLgAhXh8eAKHQ6WA6YQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.efefuturo.com%2Fciencia%2Flince-iberico-una-las-especies-menor-diversidad-genetica-del-mundo%2F&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjuxPrS8cLgAhXh8eAKHQ6WA6YQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.efefuturo.com%2Fciencia%2Flince-iberico-una-las-especies-menor-diversidad-genetica-del-mundo%2F&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 13:19:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/332104363</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Posição do Lince Ibérico na estrutura do ecossistema:<br><br>   </em></strong>Quanto à sua alimentação, o Lince-Ibérico é um carnívoro especialista na caça do coelho bravo, sendo esta a principal presa de que se alimenta.</div><div>Contudo, o lince é bastante benéfico às populações de coelhos bravos, devido à sua preferência pelas populações mais velhas, doentes e debilitadas, mantendo as populações de coelhos saudáveis vivos.<br><br>fig. 6 <br><em>Caça ao coelho bravo.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjCv5Ll1sPgAhWixoUKHR7BC48QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Flinceemportugal.blogspot.com%2Fp%2Fcomportamento.html&amp;psig=AOvVaw3kdv8a6Qz6ex_GriQ9G-N6&amp;ust=1550524166839036"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjCv5Ll1sPgAhWixoUKHR7BC48QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Flinceemportugal.blogspot.com%2Fp%2Fcomportamento.html&amp;psig=AOvVaw3kdv8a6Qz6ex_GriQ9G-N6&amp;ust=1550524166839036</em></a><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/332104887</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Síntese:</em></strong><br>   Em comunidade, este felino assume o papel de <mark>monitorizador das espécies</mark> em sua volta, exercendo uma <mark>relação biótica interespecífica</mark> de <mark>competição</mark> com a <mark>raposa</mark>, quando estas interferem coma sua fonte de alimento.</div><div>Em relação aos <mark>coelhos</mark>, este exerce uma <mark>relação biótica interespecífica</mark> de <mark>predação</mark>, visto que, estes são a sua principal fonte de alimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 13:27:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/332105041</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Concluindo:<br><br>   </em></strong>O lince-ibérico é o <mark>mamífero carnívoro mais ameaçado da Europa</mark> e o <mark>felino mais ameaçado do mundo</mark>, devido ao reduzido número de animais e populações que existem na natureza e à sua limitada área de distribuição, como tal trata-se de uma <mark>espécie protegida.<br><br></mark>Fig.7 <br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjG_Pyk8cLgAhUM4OAKHQe-CIoQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.selwo.es%2Fes%2Fincorporacion-de-una-pareja-de-linces-ibericos-0&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjG_Pyk8cLgAhUM4OAKHQe-CIoQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.selwo.es%2Fes%2Fincorporacion-de-una-pareja-de-linces-ibericos-0&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</a></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Cadeia alimentar do Lince Ibérico:<br></em></strong><br></div>]]></description>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335122293</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Objetivo da atividade:</mark></em></strong></div><ul><li>compreender a estrutura das células eucarióticas animais e vegetais, segundo as suas semelhanças e diferenças;</li></ul><div><br>Para a execução desta atividade laboratorial foi necessário:</div><ul><li><mark>células vegetais</mark> ( células do epiderme da cebola e células do caule de tradescância );</li><li><mark>células animais</mark> ( células do epitélio boca/língua );</li><li><mark>corantes</mark>, com a função de evidenciar uma estrutura específica de cada célula. </li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 22:01:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335126554</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig. 1<br><em>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante de água iodada. <br>Amp. total 400 x .<br><br></em><br><em>A utilização da </em><em><mark>água iodada</mark></em><em> permite-nos observar com mais pormenor a </em><em><mark>parede celular </mark></em><em>desta célula vegetal. <br></em><br></div>]]></description>
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         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig.2 <br><em>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante azul metileno.<br>Amp. total 400 x.<br><br>O </em><em><mark>azul metileno</mark></em><em> evidência o </em><em><mark>núcleo</mark></em><em> desta célula. <br></em><br></div>]]></description>
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         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>fig. 1.1 e 2.1 <br><br><em>Tanto o corante azul metileno como a água iodada permitem observar o </em><em><mark>núcleo, a parede celular</mark></em><em> e podemos afirmar que nestas células também se encontram a </em><em><mark>membrana celular e o citoplasma</mark></em><em>, mesmo não sendo evindênciada a sua presença.<br><br></em><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335132543</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.3<br><br><em>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante vermelho neutro.<br>Amp. total 400 x.<br><br>O corante </em><em><mark>vermelho neutro</mark></em><em>, ao contrário dos outros corantes, não permite a visualização do núcleo, estando em evidência os </em><em><mark>vacúolos</mark></em><em>. <br></em><br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
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         <description><![CDATA[<div>fig.3.1 <br><br><em>Esboço da célula vegetal observada na presença de corante vermelho neutro.</em><br><br></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335373321</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.4 <br><br><em>Observação do caule de tradescância ao MOC.<br>Amp. total 400 x.<br><br>Nesta preparação </em><em><mark>não foi necessário o uso de corantes</mark></em><em>.</em><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 14:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335374996</link>
         <description><![CDATA[<div>fig. 4.1 <br><br><em>Esboço das células do caule de tradescância.<br><br>Estas células têm estruturas particulares que não são observadas nas células da epiderme da cebola. Essas estruturas são os </em><em><mark>estomas</mark></em><em>, que permitem as trocas gasosas nas plantas.<br></em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 14:34:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335376062</link>
         <description><![CDATA[<div>fig. 5<br><br>Observação das células do epitélio bucal ao MOC com corante azul metileno.<br>Amp. total 400 x.<br><br>Tal como nas células vegetais o corante azul metileno colora o <mark>núcleo</mark>.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 14:36:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335383886</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.6 <br><em>Esboço das células animais do epitélio bucal.<br><br>Nesta célula é apenas visível o </em><em><mark>núcleo e a membrana celular</mark></em><em>, o que admite a falta de parede celular nas células animais comparativamente às células vegetais.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 14:46:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/335390081</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluindo, com estas atividade prática consegui compreender as diferenças e as semelhanças das células eucarióticas animais e vegetais.<br><br>As <mark>semelhanças</mark> observáveis a microscópico ótico são a presença:</div><ul><li>de <mark>núcleo</mark>;</li><li>de <mark>membrana celular</mark>; </li><li>de <mark>citoplasma</mark>.</li></ul><div><br>Outras semelhanças nâo observadas nesta atividade são os ribossomas, o retículo endoplasmático, as mitocôndrias, o complexo de Golgi e o citoesqueleto.</div><div><br>As <mark>diferenças</mark> observáveis ao MOC são a existência nas células vegetais de:</div><ul><li><mark>parede celular</mark>;</li><li> <mark>cloroplastos</mark>;</li><li> <mark>vacúolos</mark>;</li></ul><div><br>Há também diferenças que nâo foram observadas ao MOC:</div><ul><li>os centríolos, os lisossomas, organelos apenas constituídos nas células animais e os reduzidos vacúolos;</li></ul><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 14:55:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes:</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/336666993</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Caderno diário;</li><li>Manual de biologia.</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-02-28 22:10:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/338359620</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Objetivo da atividade:</mark></em></strong></div><ul><li>compreender a mudança de meios consoante a concentração de soluto no meio extracelular e intracelular;</li></ul><div><br>Para a realização desta atividade foi necessário:</div><ul><li>células vegetais (camélias);</li><li>água destilada (<mark>preparação 1</mark>);</li><li>solução de NaCl a 12% (<mark>preparação 2</mark>).</li></ul><div><br>Em ambas as preparações ocorre um transporte passivo na membrana plasmática denominado de <mark>osmose</mark>. <br>A osmose ocorre sempre a favor do gradiente, no sentido de igualar as concentrações nas duas faces da membrana. Não envolvendo gasto de energia.</div><div><br></div><div>A água movimenta-se livremente através da membrana, sempre do local de menor concentração de soluto para o de maior concentração. A pressão com a qual a água é forçada a atravessar a membrana é conhecida por <mark>pressão osmótica</mark>.<br><br>fig.1 <br><br><em>Processo de osmose na membrana plasmática.</em><br><br>http://ferran.com.br/wp-content/uploads/2017/10/osmose.jpg<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 13:34:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/338444974</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem 3 tipos de meios:</div><ol><li>Meio Isotónico; </li><li>Meio Hipertónico; </li><li>Meio Hipotónico;</li></ol><div><br>1. Meio Isotónico<br><br>Meio onde a concentração de soluto é igual nos dois meios <br><br><br>2. Meio Hipertónico<br><br>Meio onde a concentração de soluto é superior em relação a outro meio <br><br>3. Meio Hipotónico;<br><br>Meio onde a concentração de soluto é menor em relação a outro meio<br><br>fig.3<br><br><em>Mudanças na estrutura celular aquando a mudança de meios.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:55:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/338449200</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade utilizou-se as camélias pois as suas pétalas são ricas em pigmentos visíveis ao MOC sem a necessidade de utilizar corantes</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:02:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/338455686</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Preparação 1:</em></strong> <em>CÉLULAS DA EPIDERME DAS CAMÉLIAS EM ÁGUA DESTILADA<br><br></em>Nesta preparação as células da epiderme das camélias foram colocadas numa solução de água destilada, em que o meio extracelular em contacto é hipotónico. <br><br>O contacto com este meio provoca mudanças na estrutura celular das células:</div><ul><li>com a entrada de água na célula os <mark>vacúolos</mark> enchem e <mark>aumentam</mark>;</li><li>a <mark>cor dos pigmentos</mark> torna-se <mark>mais clara</mark>;</li><li>a <mark>concentração dos pigmentos diminui</mark>;</li><li>com o aumento dos vacúolos o núcleo e o citoplama são comprimidos contra a parede celular- <mark>pressão de turgecência</mark>;</li><li>a célula fica <mark>túrgida</mark>.</li></ul><div><br>fig. 4 e 4.1<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:11:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/338480571</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Preparação 2:</em></strong><em> CÉLULAS DA EPIDERME DAS CAMÉLIAS EM SOLUÇÃO DE NaCl 12%<br><br></em>Ao contrário da preparação anterior, estas células foram colocadas em solução de NaCl a 12%, ou seja, um <mark>meio extracelular hipertónico</mark>.<br><br>O meio intracelular da célula em contacto com o meio extracelular hiportónico provoca:</div><ul><li><mark>diminuição dos vacúolos</mark> com a saída de água, enrugando-se;</li><li>a<mark> cor dos pigmentos </mark>nos vacúolos torna-se mais nítida e <mark>escura</mark>;</li><li>a <mark>concentração de pigmentos aumenta</mark>;</li><li>a <mark>plasmolisação da célula</mark>;</li></ul><div><br>fig. 5 e 5.1 <br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:51:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/338488926</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Com esta atividade prática compreendemos as diferenças causadas pelos diferentes meios. </li></ul><div>Sendo assim, essas diferenças encontram-se na concentração dos pigmentos nos vacúolos: </div><ul><li>A preparação 1 encontra se numa solução hipotónica, onde os vacúolos enchem-se com água, desenvolvendo uma pressão de turgescência, comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede celular. Dizemos por isso que ficou uma célula túrgida;</li><li>A preparação 2 encontra-se numa solução hipertónica, onde os vacúolos perdem a água para o exterior da célula diminuindo o seu volume, ficando assim uma célula plasmolisada. As alterações causadas nesta célula podem ser justificadas pela membrana celular. Esta tem uma permeabilidade seletiva que provavelmente, será permeável à água e impermeável ao NaCl;</li><li>Então, a concentração de pigmentos da preparação 2 é maior do que na preparcao 1.</li></ul><div><br><strong><em>Nota: </em></strong><em>não se deve generalizar os resultados destas observações, sendo necessário realizar mais vezes esta experiência para um resulto concreto. </em></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 17:04:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/346946032</link>
         <description><![CDATA[<div><em><mark>Locais visitados durante a visita: </mark></em></div><ol><li>Praia da Consolação;</li><li>Cabo Carvoeiro; </li><li>Remédios; </li><li>Ponta do Trovão e Praia do Abalo; </li><li>Papôa:</li><li>Baleal.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:39:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/346946406</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PAPÔA:<br><br></strong><strong><em>Descrição geológica:</em></strong></div><ul><li>Na Papôa foi possível observar uma <mark>chaminé vulcânica abatida</mark> e deveras erodida;</li><li>Ao observarmos esta caldeira podemos supor que, anteriormente, existiu vulcanismo nesta zona de Portugal Continental;</li><li>No local encontra-se  <mark>calcário</mark>, <mark>basalto acastanhado</mark> ( este deve-se ao facto de o basalto ser constituído por ferro, este que por sua vez oxidou, deixando a sua cor castanha),<mark> gnaisse</mark> e  <mark>brecha vulcânia</mark>;</li><li>A presença da brecha vulcânica nesta paisagem leva-nos a pensar que na Era Mesozoica houve uma erupção vulcânica;</li><li>Esta erupção, devido à entrada de água salgada na câmara magmática, foi uma erupção explosiva que fez com que a chaminé vulcânica abate-se.</li></ul><div><br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:41:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/346950171</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PAPÔA:<br><br></strong><strong><em>Condições atmosféricas:</em></strong></div><div><br></div><ul><li>pluvisidade:  <em> ausente </em></li><li>nebulosidade:  <em> pouca </em></li><li>vento:    <em>forte</em></li><li>maré:   <em>a descer </em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:02:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/346950816</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Algumas Fotos De Locais Que Visitámos:<br></em></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-31 21:07:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reflexão</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/346950882</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta visita de estudo aprendi bastante sobre a história geológica do nosso país. Nomeadamente o facto da existência de vulcanismo no Continente, o que explica as fontes termais que se encontram distribuídas ao longo de Portugal.<br>Do meu ponto de vista, esta aula de campo ajudou-me a evoluir culturalmente e a aprofundar os conhecimentos já anteriormente retidos</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 21:08:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366676508</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>Objetivo da atividade:</mark></em></strong></div><ul><li>observar a estrutura dos estomas;</li><li>Comparar a quantidade de estomas nas faces superior e inferior das folhas;</li><li>Observar a influência da luz e da salinidade na abertura e fecho dos estomas.</li></ul><div><br>Para a execução desta atividade prática foi necessário:</div><ul><li>Folhas verdes frescas de Tradescantia;</li><li>Água destilada;</li><li>Solução de cloreto de sódio a 12%;</li><li>Soro fisiológico;</li><li>Candeeiro.</li></ul><div><br><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:08:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366677121</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1<br><em>Observação dos estomas da página inferior da folha de Tradescantia à luz.<br>Amp. total 400x.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:14:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366677367</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2 <br><em>Observação dos estomas da página superior da folha de Tradescantia à luz.<br>Amo. total 400x.<br></em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:16:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366677575</link>
         <description><![CDATA[<div>Depois da observação de ambas as páginas ao MOC foi possivel concluir que nas página inferior existe um maior número de estomas que na página superior (inexistentes).<br><br>Isto deve-se a uma menor<br>exposição pela página inferior aos fatores climatéricos, como o calor, o vento ou a chuva, facilitando<br>o controlo da transpiração e das trocas gasosas pelos estomas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:18:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366678093</link>
         <description><![CDATA[<div>Tabela 1<br><em>Número de estomas na página superior e inferior da Tradescantia.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:22:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366678247</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3<br><em>Observação dos estomas no caule da Tradescantia na obscuridade.<br>Amp. total 400x.<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:23:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366678371</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4 <br><em>Observação dos estomas no caule da Tradescantia na água destilada.<br>Amp. total 400x. </em></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323717967/50d48adfb31cddc887b19c1065056151/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-06-10 11:24:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366678700</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5<br><em>Observação dos estomas no caule da Tradescantia na solução de NaCl.<br>Amp. total 400x.<br></em><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/323717967/5fd90208c755cdfe1caf840ca71a21f7/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-06-10 11:27:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>mines2003</author>
         <link>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366678899</link>
         <description><![CDATA[<div>Para concluir, nesta atividade prática foi nos possível compreender melhor o mecanismo dos estomas.<br><br>Sendo assim:<br><br></div><ul><li>a <mark>luz</mark> influência a abertura dos estomas, provocando a sua <mark>abertura</mark> enquanto que na <mark>obscuridade</mark> estes <mark>fecham</mark>;</li><li>Num <em>meio salino</em>, hipertónico, as células-guarda perdem água por osmose, ficam<br>plasmolisadas e o <mark>estoma fecha;</mark></li><li>Num meio hipotónico (<mark>água destilada</mark>), as células-guarda, hipertónicas, ganham água, ficam túrgidas e o <mark>estoma abre;</mark></li><li>Uma <mark>maior taxa de fotossíntese</mark> implica consumo de <mark>CO2</mark>, <mark>menos acidez</mark> e,<br>assim,<mark> maior concentração de glicose</mark> nas células-guarda, que ficam hipertónicas e túrgidas. Os <mark>estomas abrem</mark>;</li><li>Quanto<mark> menor for a humidade do ar</mark>, maior será a transpiração, pois mantém-<br>se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. A água<br>passa continuamente para as células-guarda, que ficam túrgidas, provocando a <mark>abertura do estoma</mark>;</li><li>O <mark>vento</mark>, <mark>fraco e moderado</mark>, arrasta as partículas de água resultantes da transpiração, baixando a humidade junto das células-guarda, mantendo deste modo um gradiente de concentração entre as folhas e a atmosfera, mantém os <mark>estomas abertos</mark>;</li><li>Com <mark>vento </mark> <mark>muito forte</mark>, a transpiração diminui, pois ocorre o<mark> fecho dos estomas</mark> devido a uma excessiva perda de água.</li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 11:29:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mines2003/4sp1q9tm1ku3/wish/366678899</guid>
      </item>
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