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      <title>Meu padlet fenomenal by Sabina Nunes</title>
      <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-18 11:21:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-16 11:04:56 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2960192356</link>
         <description><![CDATA[<p>Os indivíduos com depressão podem recorrer a processos de evitamento como forma de lidar com a sua condição. Este comportamento de evitamento pode manifestar-se de várias formas, tais como evitar interações sociais, retirar-se de atividades que anteriormente apreciavam, ou evitar procurar ajuda ou tratamento para a sua depressão. A literatura reforça o impacto dos sintomas depressivos na capacidade de uma pessoa lidar eficazmente com eventos stressantes, potencialmente levando a um ciclo de eventos negativos e sintomas depressivos. Além disso, o artigo sugere que os indivíduos com depressão podem ter um risco elevado de experienciar mais eventos de vida negativos ou desagradáveis, o que pode agravar ainda mais a sua condição.</p><p><br/></p><p>A depressão pode variar de acordo com diferentes grupos etários. Na juventude, a depressão pode representar um risco elevado de recaída, recorrência, comorbidade e suicídio. Nas mulheres, o período pós-parto é considerado o momento de maior risco para o desenvolvimento da depressão major, afetando cerca de 15% das mulheres. Na terceira idade, a depressão afeta principalmente aqueles com doenças crônicas, deficiência grave ou declínio mental, podendo agravar os desfechos de muitas doenças médicas e aumentar a mortalidade. Fatores ambientais, como isolamento, cuidados e luto, contribuem para aumentar a suscetibilidade à depressão ou desencadear a depressão em pessoas idosas já vulneráveis.</p><p><br/></p><p>Gourion, D. (2009). Événements de vie et sévérité de la dépression aux différents âges de la vie. <em>L’Encéphale</em>, <em>35</em>, S250–S256. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/s0013-7006(09)73480-3">https://doi.org/10.1016/s0013-7006(09)73480-3</a></p><p>‌</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20141781/" />
         <pubDate>2024-04-18 11:23:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2960194472</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Estudo sobre a relação entre depressão, solidão, confiança interpessoal, autoestima e evitamento social em estudantes universitários.</p></li><li><p>Confirmação da correlação positiva entre depressão e evitamento social, com ênfase nas pressões sociais e diminuição da motivação para interações interpessoais durante a vida universitária.</p></li><li><p>Papéis mediadores da solidão e da confiança interpessoal na relação entre depressão e evitamento social.</p></li><li><p>Importância de abordar sentimentos de isolamento e promover confiança nas relações sociais para mitigar o evitamento social entre indivíduos com depressão.</p></li><li><p>Autoestima como moderador, destacando a sensibilidade dos indivíduos com baixa autoestima aos efeitos da confiança interpessoal na evitação social.</p></li></ul><p><br/></p><p>Yuan, Y., Jiang, S., Yan, S., Chen, L., Zhang, M., Zhang, J., Luo, L., Jeong, J., Lv, Y., &amp; Jiang, K. (2022). The relationship between depression and social avoidance of college students: A moderated mediation model. <em>Journal of Affective Disorders</em>, <em>300</em>, 249–254. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.jad.2021.12.119">https://doi.org/10.1016/j.jad.2021.12.119</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>(Yuan et al., 2022)</p><p>‌</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34979184/" />
         <pubDate>2024-04-18 11:25:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O ser humano e o comportamento de evitamento (mostra que esta relacionado com a depressão)</title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2960196130</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>   Segundo as teorias comportamentalistas, quando os indivíduos tem um comportamento negativo acabam por receber uma punição. No entanto, quando estamos presentes a um comportamento de evitamento os sujeitos optam um uma diminuir uma recompensa positiva. </p><p>    Conclui-se que para as pessoas  desenvolverem um comportamento de evitamento é necessário existir várias vezes a mesma situação ou saber previamente que irá acontecer algo desagradável. Quando o sujeito tem informações sobre um acontecimento que pode evitar, ocorre uma estratégia/mudança de comportamento para evitar que aquele acontecimento se realiza-se. </p><p>   Tendo em conta estas duas opções sobre o comportamento dos sujeitos acaba por ser difícil de perceber e de explicar o que realmente pode acontecer na aprendizagem do comportamento evitamento. </p><p>   Falar sobre o comportamento de evitamento, acaba por ser um assunto polémico, uma vez que fazemos a junção de dois tipos de comportamento: 1) fuga e 2) evitamento, porque o indivíduo quando esta numa situação que não lhe é favorável acaba por utilizar estratégias  comportamentais e cognitivas para fugir ao acontecimento e por fim acabar por evitar a situação. </p><p>   De acordo com as pesquisas, o comportamento de fuga esta mais dirigido quando se realiza uma ação e a pessoa retira-se desse contexto para conseguir assim reduzir o efeito que tenha causado no indivíduo. Manifestam de forma comportamental - e.g. sair do local - e/ou em formato cognitivo - e.g. pensar noutra coisa. </p><p>   Já o evitamento, o sujeito necessidade de prever um acontecimento ou experiência negativa/stressante para assim conseguir reduzir a probabilidade de ter de vivenciar esse acontecimento desagradáveis. É realizado de duas maneiras: 1- socialmente -e.g. a pessoa é convidada para uma festa, mas acaba por recusar porque sabe que não vai gostar das atividades que serão planeadas. 2- não socialmente - negar uma ofertar de trabalho boa. </p><p><br></p><p>Dentro destas estratégias de coping é realizada a distinção entre dois conteúdos: </p><ol><li><p> Coping de Aproximação - estratégia utilizadas pelos indivíduos lidarem de forma ativa com qualquer acontecimento ou estimulo stressante, temos como exemplo, dar sobre uma situação de confusão e stress então iremos falar com o psicólogo para nós ajudar. </p></li><li><p>Coping Evitante - os indivíduos acabam por desenvolver um comportamento oposto, em relação ao Coping de Aproximação, uma vez que o objetivo é evitar ou afastar a situação ou estimulo stressor - e.g. deixar o assunto de lado e esperar que alguém resolva por mim.</p><p><br></p></li></ol><p>   As pesquisas indicam que indivíduos que apresentam uma boa saúde mental recorrem pelas estrategias de aproximação, ou seja, enfrentar os problemas e desenvolver métodos para a resolução do mesmo acabam por apresentam níveis de saúde mental altos. No entanto, sujeitos com níveis de saúde mental baixos, desenvolvem estratégias de coping evitante e por vezes acabam por apresentam algum tipo de perturbação relacionada com a ansiedade e depressão major. </p><p><br></p><p><strong><em>Escalas de Auto-Relato de enfrentamento - avalia o comporyamento de evitamento - desmascarar estratégias de coping. </em></strong></p><p><br></p><p><strong><em>Análise Funcional da Depressão de Ferster - confusão entre a fuga e o evitamento</em></strong></p><p><br></p><p>Indivíduos com perturbação apresentam um esgotamento de recursos físicos e mentais, quais como: falta de motivação e de recompensa, falta de energia e sentimentos de inutilidade. Posto isto, ira existir um aumento no comportamento de evitamento</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>Haskell, A. M., Britton, P. C., &amp; Servatius, R. J. (2020). Toward an assessment of escape/avoidance coping in depression. <em>Behavioural Brain Research</em>, <em>381</em>, 112363. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.bbr.2019.112363">https://doi.org/10.1016/j.bbr.2019.112363</a></p><p>‌</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31739002/" />
         <pubDate>2024-04-18 11:26:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Depressão e comportamento evitamento</title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2960198013</link>
         <description><![CDATA[<p>Segundo a teoria de vinculação de Bowlby e a teoria cognitiva de Beck, os comportamento de evitamento acabam por desempenhar um papel importante no desenvolvimento de transtornos mentais. </p><p><br></p><p>No fundo, o comportamento de evitamento esta ligado à depressão como podemos ver no exemplo: O João teve uma desilusão amorosa por isso agora evita momento de socialização para não sentir novamente o sentimento de tristeza e da dor de rejeição. O João ao desenvolver este comportamento de evitamento acaba por limitar a sua comunicação e interação social levando ao ciclo de isolamento e sentimentos de tristeza repetitivos, estes comportamento acabam por contribuir para uma depressão. </p><p><br></p><p>Inicialmente, o sujeito evita os acontecimentos e assim reduz os níveis de ansiedade, mas a longo prazo os sujeitos não conseguem encontrar um ajustamento resiliência. Basicamente, o enfrentamento de situações de deixam o indivíduo desconfortável é fundamental para prevenir o desenvolvimento de perturbações ansiosas e depressivas. </p><p><br></p><p>Leventhal, A. M. (2008). Sadness, Depression, and Avoidance Behavior. <em>Behavior Modification</em>, <em>32</em>(6), 759–779. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1177/0145445508317167">https://doi.org/10.1177/0145445508317167</a></p><p>‌</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18403316/" />
         <pubDate>2024-04-18 11:28:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2960198500</link>
         <description><![CDATA[<p>A literatura mostra evidências de que homens e mulheres podem diferir no valor de evitamento. Estudos sugerem que as mulheres podem apresentar maior sensibilidade e tendência ao evitamento, o que pode estar relacionado a uma maior prevalência de transtornos de ansiedade e depressão entre as mulheres. Além disso, diferenças de gênero nas estratégias de percecionar e enfrentar o risco de doenças podem influenciar a forma como homens e mulheres abordam e evitam interações com pessoas com doença oncológica.</p><p><br></p><p>A literatura sobre os processos de evitamento na depressão aponta para várias maneiras pelas quais o evitamento pode contribuir para a depressão. O evitamento pode limitar o acesso a fontes de reforço positivo, o que pode levar a uma diminuição da motivação para abordar situações ou metas positivas. Além disso, o evitamento pode promover alguns viés de processamento de informações negativas, o que contribui para a manutenção da depressão. Por último, a alteração nos sistemas de abordagem e evitamento, provocada pela depressão, pode permitir a perseveração na busca de metas inatingíveis, o que também pode ser relevante para o desenvolvimento e manutenção da depressão.</p><p>Esses processos de evitamento, juntamente com a diminuição da motivação para abordar situações positivas, acabam a limitar o acesso a experiências positivas, aumentando as experiências negativas e contribuindo para a manutenção da depressão.</p><p>Portanto, a literatura sugere que considerar os processos de evitamento é crucial para uma compreensão abrangente e tratamento eficaz da depressão.</p><p><br></p><p><br></p><p>Trew, J. L. (2011). Exploring the roles of approach and avoidance in depression: An integrative model. <em>Clinical Psychology Review</em>, <em>31</em>(7), 1156–1168. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.cpr.2011.07.007">https://doi.org/10.1016/j.cpr.2011.07.007</a></p><p>‌</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21855826/" />
         <pubDate>2024-04-18 11:29:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2960866489</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0005791614000305?via%3Dihub">https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0005791614000305?via%3Dihub</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0005791614000305?via%3Dihub" />
         <pubDate>2024-04-18 20:49:30 UTC</pubDate>
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         <title>ARTIGO MOODLE CASS</title>
         <author>tomaspereirasantos26</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2962245574</link>
         <description><![CDATA[<p>Estigma é visto como um conceito multidimensional. Na área da saúde existem 6 diferentes componentes associados ao estigma relacionado com a saúde do indivíduo (Jones et al., 1984):</p><ul><li><p>(1) o primeiro componente é o “risco”, que se associa ao perigo que um indivíduo perceciona que uma pessoa estigmatizada possa ter, como uma doença contagiosa. Interação com indivíduos que apresentam doenças aumenta a preocupação que o próprio indivíduo tem da sua própria mortalidade, ocorrendo maioritariamente com pacientes de cancro.</p></li><li><p>(2) o segundo componente é o “curso”, associada ao desenvolvimento da doença ao longo do tempo, sendo que condições mais crónicas e sem cura, como o cancro, são as mãos estigmatizadas.</p></li><li><p>(3) o terceiro fator é a “origem”, associada à forma como a doença se formou no indivíduo. Quando alguém é percecionado como sendo a causa do aparecimento da doença, como, por exemplo, fumadores que acabam por desenvolver cancro nos pulmões, o estigma aumenta.</p></li><li><p>(4) o quarto componente é a “ocultabilidade”, ou seja, a capacidade de esconder sintomas de outros, leva a uma menor estigmatização. Tratamentos, como a quimioterapia, que leva ao aparecimento de determinados sintomas que poderiam não ser explícitos anteriormente.</p></li><li><p>(5) o quinto elemento é a “disrupção” ou seja, se interfere com interações no dia a dia</p></li><li><p>(6) por fim, o último elemento é a “estética”, ou seja a incapacidade de esconder sintomas acaba por tornar com que o indivíduo aparente ser menos atrativo.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>CASS</strong></p><p>A Escala de Estigma do Cancro foi elaborada com o intuito de avaliar o estigma associado ao cancro. Possui vinte e cinco itens diferentes, que avaliam seis dimensões diferentes: a estranheza, a severidade, o evitamento, a oposição política, a responsabilidade pessoal e a discriminação financeira.</p><p><br></p><p>Indivíduos que procuram obter aprovação social e têm uma maior preocupação com a forma como são vistos pelos outros, estão mais motivados a negar atitudes negativas, levando a uma suposta perceção de um menor estigma para com pacientes com cancro. Estes indivíduos obtêm resultados que demonstram um menor embaraço, evitamento, oposição política e discriminação financeira. Estes resultados sugerem uma possível inibição e falsificação das respostas por parte destes participantes.</p><p><br></p><p>Indivíduos do sexo masculino, assim como aqueles pertencentes a uma faixa etária mais jovem encontravam-se relacionados com valores mais elevados de estigma.</p><p><br></p><p>Participantes que selecionam o estilo de vida do paciente como o principal fator de risco de cancro, apresentam uma maior pontuação na subescala de “responsabilidade pessoal”.</p><p><br></p><p>Estudantes do sexo feminino aparentam ter menores níveis de evitamento de pacientes com cancro do que estudantes do sexo masculino.</p><p><br></p><p>Evitamento apresenta uma correlação com a variável estranheza.</p><p><br></p><p>Certos estudos apontam para o cancro do pulmão como sendo aquele que possui um maior estigma de todos os tipos de cancro, devido à sua associação a comportamentos de risco propositados, como fumar (Chambers et al., 2012).</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-19 18:07:50 UTC</pubDate>
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         <title>Google Doc</title>
         <author>tomaspereirasantos26</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2962894034</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-20 18:20:06 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2970077670</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://hdl.handle.net/10400.1/17531" />
         <pubDate>2024-04-25 17:58:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sabinanunes82</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2971618202</link>
         <description><![CDATA[<p>Tese do modelo de Ferster - Análise funcional da depressão e o papel de evitamento: Este modelo destacada os comportamentos de evitamento e de fuga em sujeitos com depressão. </p><p><br/></p><p>A conclusão que Ferster chegou é que com a redução de acontecimentos e estímulos positivos em pessoas deprimidas faz aumentar o seu quadro depressivo. </p><p><br/></p><p>Moulds, M. L., Kandris, E., Starr, S., &amp; Wong, A. C. M. (2007). The relationship between rumination, avoidance and depression in a non-clinical sample. <em>Behaviour Research and Therapy</em>, <em>45</em>(2), 251–261. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1016/j.brat.2006.03.003">https://doi.org/10.1016/j.brat.2006.03.003</a></p><p>‌</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-26 20:02:32 UTC</pubDate>
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         <title>Questões de investigação</title>
         <author>jpedroferreira1998</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2976474843</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 10:54:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>hugorodrigues2003</author>
         <link>https://padlet.com/sabinanunes82/4r9edq2hmp0ohxau/wish/2985506061</link>
         <description><![CDATA[<p>Depressão e idade:</p><p><br></p><p>A taxa mais elevada de depressão ao longo da vida: 14,3% no grupo etário dos 20-24 anos</p><p><br></p><p>Taxa mais baixa de depressão ao longo da vida: 4,3% na faixa etária de 75 anos ou mais</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-08 18:44:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>hugorodrigues2003</author>
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         <pubDate>2024-05-08 20:18:53 UTC</pubDate>
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         <title>Análise dados demográficos da amostra</title>
         <author>sabinanunes82</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 11:01:47 UTC</pubDate>
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