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      <title>Decolonialidade  by Thalita Arré</title>
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      <description>Pensamentos Decoloniais</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-04 14:19:11 UTC</pubDate>
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         <title>Katherine Walsh</title>
         <author>thalitaccarre</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- <strong>A decolonialidade é um modo de pensar, agir, ser e existir</strong>, que procura romper com a racionalidade ocidental como a única possibilidade de existência possível. A prática decolonial busca desfazer estruturas de poder, de raça e de gênero, intrínsecas à modernidade ocidental.&nbsp;<br><br></div><div>-A academia precisa estar atenta: para que se constitua uma atitude decolonial, é preciso abrir frestas, perturbar conceitos e estruturas. No entanto é preciso reconhecer que existe um dilema, que sempre vai nos acompanhar em nossas produções: como não reproduzir em nossas teorias/pesquisa estruturas dominantes de poder. “Como escrever, pensar e agir de forma a desmontar as estruturas de privilégio e as matrizes de poder modernas /coloniais”. As pessoas subalternizada, excluídas e racializadas não como objeto de estudo, mas como produtores de narrativas, de conhecimento.<br><br></div><div>- <strong>Fraturas decoloniais</strong>: é abrir espaço. Não é uma virada, uma mudança completa, mas algo que vai sendo construído em nossas práticas e nas alianças intelectuais que fazemos.<br><br></div><div><strong>- A teoria não precede a práxis. A prática é uma ação reflexiva que gera conhecimento.&nbsp;<br></strong><br></div><div>- Exemplo de prática decolonial: renomear a América Latina como Abya Yala (terra madura, para o povo Kuna)<br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-10 19:28:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>thalitaccarre</author>
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         <pubDate>2021-10-10 19:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>Para pensar no idioma da produção do conhecimento de tipo acadêmico:</title>
         <author>thalitaccarre</author>
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         <pubDate>2021-10-10 19:38:44 UTC</pubDate>
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         <title>Para conhecermos a história dos povos que desde sempre formam Abya Yala: </title>
         <author>thalitaccarre</author>
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         <pubDate>2021-10-10 19:40:56 UTC</pubDate>
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         <title>Imposição da língua portuguesa no Brasil</title>
         <author>beatriz142</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Outro exemplo, já do fim do século XVIII, é o <em>Diccionario Anonymo da Lingua Geral do Brasil, </em>também publicado em Lisboa, em<em> </em>1795. O subtítulo desse dicionário dá ao leitor a dimensão de sua principal utilidade: “<em>Obra necessária aos ministros do altar que empreenderem a conversão de tantos milhares de almas que ainda se acham dispersas pelos vastos sertões do Brasil, sem o lume da Fé e Batismo</em>.” (</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 01:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>Escrever de maneira correta, então, é seguir um padrão de língua nacional imposta violentamente como única de um país para todos os sujeitos, o que se aproxima da norma de prestígio, como visto e, como meta, a norma culta dessa língua. Nessa perspectiva, é importante compreender que a escrita proposta pelo Enem está imbricada às propostas das “cartilhas da educação básica”, isto é, os Livros Didáticos(LD), no entanto, há uma destoante entre o que os LD pedem e o que a matriz do Enem ensina enquanto gênero textual dissertativo, e este fez aquele mudar. Assim, tem-se que a “cartilha” do Enem está vinculada aos LDs para o ensino de produção textual, uma vez que ditam um novo gênero textual: a “redação do Enem”. Em outras palavras, o Enem direciona os LDs como forma de manter uma proposta de escrita que não possa fugir ao projeto de colonialidade/modernidade. (RENATO DE OLIVEIRA DERING, 2021, p. 50).</title>
         <author>evevinho</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 01:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Francineide F. de Araújo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Temática bastante relevante, que merece um destaque, principalmente, no contexto educacional, pois nos permite ressignificar a nossa concepção sobre as nossas práticas de ensino,&nbsp; nossa fala e sobretudo a nossa percepção sobre o mundo.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 11:16:46 UTC</pubDate>
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         <title>Invisibles o Eliminados </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>En Colombia, muchos campesinos han sido desplazados, invisibilizados, y en el peor de los casos, asesinados. Ellos a pesar de ser quienes hacen que nuestra comida esté en la mesa cada día, no son valorados y respetados en muchas situaciones. Hemos tenido casos de xenofobia, rechazo, y maltrato físico porque según su apariencia y forma de actuar no "encajan" en los estándares de hegemonía contemporáneos. Sin duda, debemos ampliar nuestros horizontes para leer y vivir más allá de lo que los estándares europeos y norteamericanos nos han impuesto. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 11:17:53 UTC</pubDate>
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         <title>Ananda Oliveira </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Pensar a decolonialidade na prática é&nbsp; esvaziar nossas práticas de discriminação&nbsp; de formas diversas, é ser culturalmente sensível.&nbsp; É&nbsp; propor e investir na interculturalidade. É ser contra-hegemônico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:06:34 UTC</pubDate>
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         <title>Fernanda</title>
         <author>nandamartins_23</author>
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         <description><![CDATA[<div>O decolonialismo é resultante da negação de um povo e da sua cultura, na medida em que é preciso afirmar a sua identidade para só a partir disso se constituir enquanto sujeito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-14 12:52:25 UTC</pubDate>
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