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      <title>Questão indígena no Brasil by Júlia Caldas</title>
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      <description>Júlia Caldas e Nathália Ribeiro</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-08-29 00:59:01 UTC</pubDate>
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         <title>Problematização</title>
         <author>juliacaldas70</author>
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         <description><![CDATA[<div>No século XIX, durante a 1º Geração do Romantismo, criou-se uma imagem do índio de forma heróica na poesia na tentativa de construir um sentimento nacionalista no Brasil, mesmo dispondo de uma imagem superficial que não se evidenciou no âmbito social já que o índio, na atualidade muitas das vezes, ainda é marginalizado e excluído.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 01:45:18 UTC</pubDate>
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         <title>Romantismo </title>
         <author>juliacaldas70</author>
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         <description><![CDATA[<div>No romance “O Guarani”, de José de Alencar, o índio Peri é descrito como um bom selvagem, corajoso, um forte guerreiro e um líder. Em outro romance, do mesmo autor, a índia Iracema é descrita nas seguintes palavras: “Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.”</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 01:50:38 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Iracema&quot; e a atualidade</title>
         <author>juliacaldas70</author>
         <link>https://padlet.com/juliacaldas70/4qge6zzqv4he/wish/276101699</link>
         <description><![CDATA[<div>O índio na obra está constantemente ligado à natureza e suas crenças. Chega então o colonizador, Martim, que conquista a amizade de um índio da tribo dos pitiguaras, Poti. No fim do livro, após a volta de Martim, que tinha partido para sua terra, Poti considerando-o como um irmão, aceita a nova religião, a cristã, pois queria que “tivessem ambos um só deus, como tinham um só coração”. Com isso, a religião cristã ganha força na terra selvagem, começando a colonização e os índios esquecendo-se de suas crenças.<br><br></div><div>Com o colonizador conquistando espaço no território brasileiro, os índios começaram a conseguir meios de sobreviver na floresta de pedra que vai surgindo ao longo dos séculos. Começam então a deixar seus costumes, suas crenças e suas identidades como índios para viver em casas, usar computadores, falar uma nova língua, usar roupas de marcas e deixar a pintura, fazendo com que sua cultura seja perdida a cada geração. Poucas são as tribos que ainda são ligadas a seus costumes e crenças.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 02:37:18 UTC</pubDate>
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         <title>&quot; O Guarani&quot; no contexto atual</title>
         <author>juliacaldas70</author>
         <link>https://padlet.com/juliacaldas70/4qge6zzqv4he/wish/276103647</link>
         <description><![CDATA[<div>O amor de Peri e Ceci é representado bem ao gosto do romantismo: Peri é o herói que se dedica inteiramente a sua amada, idolatrando-a como sua senhora. Ao final do romance, Peri realiza um ato heroico ao se converter ao cristianismo e fugir com Ceci.<br><br></div><div>Dessa forma, o índio abandona sua tribo, língua e religião em nome de sua amada. Esta gradual transformação de Peri mostra a imposição da cultura branca e do cristianismo, e uma posterior assimilação do “selvagem” idealizado. Por fim, cabe ressaltar que a cena final de Peri e Ceci sumindo no horizonte seria uma representação das origens do povo brasileiro. Assim, sendo um casal formado por uma portuguesa e por um índio, eles seriam os fundadores da nação brasileira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 02:47:53 UTC</pubDate>
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         <title>Por que a Literatura auxilia na compreensão da realidade?</title>
         <author>juliacaldas70</author>
         <link>https://padlet.com/juliacaldas70/4qge6zzqv4he/wish/276105784</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerando a análise de gêneros literários, segundo Mikhail Bakhtin (1998), o gênero romance não deve ser visto somente como um encontro de linguagens, de tempos históricos distantes e de civilizações, pois, desta maneira, não teriam oportunidade de se relacionarem. A partir deste ponto de vista, a literatura representa uma tentativa de representar a vida, embora a liberdade do romancista, na representação da vida, seja diferente daquela que o historiador exerce, portanto, literatura e história se complementam.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 03:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Macunaíma&quot; - Mario de Andrade</title>
         <author>juliacaldas70</author>
         <link>https://padlet.com/juliacaldas70/4qge6zzqv4he/wish/276107084</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir da obra, torna-se perceptível o quanto o movimento representou na busca pela identidade cultural, e a quebra de paradigmas na luta contra o racismo nas gerações atuais. Macunaíma representa a evolução na forma como os índios eram apresentados, antes de forma utópica e romântica com sua cultura preservada, agora de maneira debochada, e costumes afetados pela ideologia dominante na época. Mário de Andrade compôs sua rapsódia utilizando-se do hibridismo cultural entre os povos indígenas, africanos e europeus. Para isso, adaptou folclore, lendas, costumes, culinária, plantas e bichos de todas as regiões do Brasil, misturando todas as manifestações culturais e religiosas, objetivando criar um aspecto de unidade nacional, que diverge ainda hoje de nossa realidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 03:11:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliacaldas70</author>
         <link>https://padlet.com/juliacaldas70/4qge6zzqv4he/wish/276107522</link>
         <description><![CDATA[<div>"[...] Quando o herói saiu do banho estava branco louro e dos olhos azuizinhos, água lavara o pretume dele. E ninguém não seria capaz mais de indicar nele um filho da tribo retinta dos Tapanhumas. Nem bem Jiguê percebeu o milagre, se atirou na marca do pezão de Sumé. Porém a água já estava muito suja da negrura do herói e por mais que Jiguê esfregasse feito maluco esfregando água pra todos os lados só conseguiu ficar da cor do bronze novo. Macunaíma teve dó e consolou: _ Olhe, mano Jiguê, branco você ficou não, porém pretume foi-se e antes fanhoso que sem nariz. Maanape então é que foi se lavar, mas Jiguê esborrifara toda a água encantada para fora da cova. Tinha só um bocado lá no fundo e Maanape conseguiu molhar só as palmas dos pés e das mãos. Por isso ficou negro bem filho da tribo dos Tapanhumas. Só que as palmas das mãos e dos pés dele são vermelhas por terem se limpado na água santa (ANDRADE, p. 40)"</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 03:13:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliacaldas70</author>
         <link>https://padlet.com/juliacaldas70/4qge6zzqv4he/wish/276107811</link>
         <description><![CDATA[<div>A citação é exemplo da ideologia predominante na época: o racismo, não só dos brancos em relação aos negros e indígenas, mas também dos próprios que consideravam-se inferiores, inclusive definindo sua cor como “sujeira”. Além dessa passagem, a obra apresenta várias frases de Macunaíma, que evidenciam a perda da identidade cultural indígena e a valorização da cultura europeia, até mesmo na religião, como por exemplo: “Valei-me Nossa Senhora, Santo Antonio de Nazaré!” (p. 54).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 03:15:49 UTC</pubDate>
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         <title>Territorialidade</title>
         <author>juliacaldas70</author>
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         <description><![CDATA[<div>A bancada ruralista, composta por parlamentares que representam o agronegócio, é a maior defensora da PEC 215. O principal argumento é que muitas demarcações indígenas acontecem em áreas oficialmente pertencentes a agricultores, registradas pelo INCRA. O abandono das terras prejudicaria a renda e a economia do estado. A demarcação de terras indígenas já gerou diversos conflitos. Para haver a demarcação de uma terra indígena, a Funai deve antes de tudo elaborar estudos de identificação e delimitação, que precisam obedecer a critérios técnicos que levam em conta toda a história de ocupação daquela terra. Depois o processo deve ser aprovado pela Justiça</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 03:36:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliacaldas70</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-08-29 03:47:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliacaldas70</author>
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         <pubDate>2018-08-29 03:48:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juliacaldas70</author>
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