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      <title>Os Assírios by Yanka de Araujo</title>
      <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios</link>
      <description>Interpretação Bíblica da História</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-08-30 18:53:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-15 00:46:12 UTC</lastBuildDate>
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         <title>O que encontrei na Bíblia sobre a assíria</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/183786605</link>
         <description><![CDATA[<div>Há 131 citações à Assíria/ os assírios em toda a Bíblia. Os livros que citam são: Gênesis (3), 2Reis (40), 1Crônicas (1), 2 Crônicas (13), Esdras (2), Neemias (1), Salmos (1), Isaías (42), Jeremias (4), Lamentações (1), Ezequiel (7), Oséias (9), Miquéias (3), Naum (1), Sofonias (1) e Zacarias (2).<br>A maioria dos versos sobre os assírios cita as palavras "rei dos assirios", porém os seguintes versos não citam assim: Gênesis 25:18; 2 reis 19:35, salmos 83:8, isaías 7:18; 10:5; 10:24, 28; 11:1, 6; 19:23 - 25; 23:13; 27:13; 30: 31; 31:8; 37: 36, 37; 52:4, Jeremias 2:18, 36, Lamentações 5:6, Ezequiel 16:28; 23:5, 7, 9; 23:12, 23; 31:3, Oséias 5:13; 7:11; 9:3; 10:6; 11:5, 11; 12:1; 14:3; Miquéias 5:5, 6; 7:12, Sofonias 2:13; Zacarias 10:10, 11. Total: 88 versos citam "o(s) rei(s) da Assíria" e 43 citam em outros contextos.<br>Onde era localizada? genêsis 2:14</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-30 18:56:18 UTC</pubDate>
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         <title>Informações interessantes</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/183796222</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.infoescola.com/civilizacoes-antigas/assirios/">http://www.infoescola.com/civilizacoes-antigas/assirios/</a> :<br>Povos de guerreiros rudes e camponeses, código de justiça: rei Hamurabi da Babilônia. Eram escravos das terras vizinhas e quando sua propriedade era vendida, eles eram juntos. O rei tinha poder absoluto e vivia isolado dos demais,.<br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/assirios/">https://www.todamateria.com.br/assirios/</a> :<br>"Os <strong>assírios</strong> eram povos semitas que viviam ao norte da Mesopotâmia na região dos rios Tigre e Eufrates". A Bíblia indica isso.<br><br><a href="http://historiadomundo.uol.com.br/assiria/civilizacao-assiria.htm">http://historiadomundo.uol.com.br/assiria/civilizacao-assiria.htm</a> :<br>"onde hoje se encontram Iraque e Síria".<br>"Por essa relação íntima entre atividades administrativas e atividades bélicas, os assírios são apontados pelos historiadores como os criadores do primeiro exército organizado do mundo."<br>Extremamente cruéis. <br><br><a href="https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/g201012/assiria-na-historia-biblica/">https://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/g201012/assiria-na-historia-biblica/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-30 19:26:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que falar da Assíria</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/183798097</link>
         <description><![CDATA[<div>História de como surgiram e o que ocorreu com eles ao longo de sua história;<br>Território;<br>Crença;<br>O que a Bíblia fala da Assíria;<br>Curiosidades;<br>Reis Assírios citados na Bíblia;<br>Obras que falam dos Assírios;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-08-30 19:33:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para ler depois</title>
         <author>yankaap</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-08-30 19:48:21 UTC</pubDate>
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         <title>Para ler depois</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/183804567</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-08-30 20:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>Para ler depois</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/183804627</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-08-30 20:01:20 UTC</pubDate>
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         <title>Links</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/190932885</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://ceticismo.net/2009/07/18/a-tortura-na-antiguidade/">https://ceticismo.net/2009/07/18/a-tortura-na-antiguidade/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-25 17:03:36 UTC</pubDate>
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         <title>Destaques no texto</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/191456266</link>
         <description><![CDATA[<div>O exército neoassírio ficou conhecido no I milênio a.C. como um referencial de poder e força militar.<br><br></div><div>fato que os destacou por constituir um exército de exímios guerreiros no Antigo Oriente Próximo<br><br></div><div>A arte assíria de esculpir relevos parietais, que eram dispostos nas salas dos palácios, servia muito mais do que a mera atividade artística de decoração. Eles funcionavam como um instrumento propagandístico da ideologia assíria de terror. As cenas de guerra, de soldados empunhando armas, cercando uma cidade inimiga, mutilando, prendendo, deportando, empalando ou cortando as cabeças dos inimigos, serviam como uma recomendação àqueles que circulavam pelo palácio, fossem nativos ou estrangeiros, do poder de guerra e punição que poderia ocorrer a todo aquele que desafiasse a ordem estabelecida<br>A cidade foi nomeada como Aššur³ por motivos de homenagem ao deus nacional, nome da qual a cognominação Assíria também é derivada.<br><br></div><div>Países e povos que se opunham as regras assírias eram punidos com violência, tendo como conseqüência a destruição de suas cidades e a devastação de seus campos e pomares.<br><br></div><div>O período entre o século IX até o final do século VII a.C. é conhecido como período neoassírio, durante o qual o império atingiu o seu ápice. A destruição da Babilônia e a formação de sua capital em Nínive em 612 a.C. marcam o fim do império neoassírio.<br><br></div><div>Na Mesopotâmia a mutilação dos corpos dos inimigos é uma prática bem conhecida. Podemos perceber a preocupação dos escribas e artesãos em, incisivamente, registrar grande número de inimigos mortos e mutilados, como também suas identidades e grupos étnicos ao qual pertencem. Entre os diferentes tipos de mutilação praticados, a decapitação de cabeças é bastante comum, já que a cabeça é a expressão da personalidade única e individual e, uma vez exposta, não se teria dúvida da morte dos mutilados.<br><br></div><div>soldados assírios celebrando a vitória com as cabeças decapitadas de seus inimigos,&nbsp;<br><br></div><div>A mutilação de partes do corpo é um símbolo de força muito utilizado como instrumento de propaganda e terror político, demonstrando aos inimigos o que poderia suceder aos opositores do poder real. Além da decapitação encontramos a amputação de mãos e pés, empalamento8 e esfolamento9, práticas conhecidas no Oriente Próximo, que também facilitavam questões administrativas, como a contagem de partes para contabilizar o numero de inimigos mortos (VILLARD, 1991, p.247-251).<br><br></div><div>do tratamento dos conflitos e rebeliões contra o império:<br><br></div><div>Eu esfolei muitos dos nobres que haviam se rebelado contra mim [e] dependurei suas peles, e fiz uma pilha [de corpos], e alguns corpos espalhados da pilha, eu ergui em estacas sobre a pilha ... Eu esfolei muitos da minha terra [e] dependurei suas peles sobre as paredes (GRAYSON, 2002, p. 199).<br><br></div><div>Neste relato percebemos a punição severa aos rebeldes com o esfolamento, acompanhado de uma propaganda do terror, expressa no ato de expor as peles dos esfolados nas paredes da cidade. Esta propaganda tinha o intuito de servir de exemplo para os possíveis rebeldes, uma demonstração da severidade da punição para com os rebelados contra o império.<br><br></div><div>Em outro relato de Aššurnazirpal II há outra descrição onde encontramos a amputação de mãos e pés dos soldados inimigos. Este tipo de flagelo demonstra uma punição severa que transcendia o simples assassinato, mas sim, uma ênfase no flagelo e humilhação do inimigo:<br><br>A cidade foi nomeada como Aššur³ por motivos de homenagem ao deus nacional, nome da qual a cognominação Assíria também é derivada.<br><br></div><div>Países e povos que se opunham as regras assírias eram punidos com violência, tendo como conseqüência a destruição de suas cidades e a devastação de seus campos e pomares.<br><br></div><div>O período entre o século IX até o final do século VII a.C. é conhecido como período neoassírio, durante o qual o império atingiu o seu ápice. A destruição da Babilônia e a formação de sua capital em Nínive em 612 a.C. marcam o fim do império neoassírio.<br><br></div><div>Na Mesopotâmia a mutilação dos corpos dos inimigos é uma prática bem conhecida. Podemos perceber a preocupação dos escribas e artesãos em, incisivamente, registrar grande número de inimigos mortos e mutilados, como também suas identidades e grupos étnicos ao qual pertencem. Entre os diferentes tipos de mutilação praticados, a decapitação de cabeças é bastante comum, já que a cabeça é a expressão da personalidade única e individual e, uma vez exposta, não se teria dúvida da morte dos mutilados.<br><br></div><div>soldados assírios celebrando a vitória com as cabeças decapitadas de seus inimigos,&nbsp;<br><br></div><div>A mutilação de partes do corpo é um símbolo de força muito utilizado como instrumento de propaganda e terror político, demonstrando aos inimigos o que poderia suceder aos opositores do poder real. Além da decapitação encontramos a amputação de mãos e pés, empalamento8 e esfolamento9, práticas conhecidas no Oriente Próximo, que também facilitavam questões administrativas, como a contagem de partes para contabilizar o numero de inimigos mortos (VILLARD, 1991, p.247-251).<br><br></div><div>do tratamento dos conflitos e rebeliões contra o império:<br><br></div><div>Eu esfolei muitos dos nobres que haviam se rebelado contra mim [e] dependurei suas peles, e fiz uma pilha [de corpos], e alguns corpos espalhados da pilha, eu ergui em estacas sobre a pilha ... Eu esfolei muitos da minha terra [e] dependurei suas peles sobre as paredes (GRAYSON, 2002, p. 199).<br><br></div><div>Neste relato percebemos a punição severa aos rebeldes com o esfolamento, acompanhado de uma propaganda do terror, expressa no ato de expor as peles dos esfolados nas paredes da cidade. Esta propaganda tinha o intuito de servir de exemplo para os possíveis rebeldes, uma demonstração da severidade da punição para com os rebelados contra o império.<br><br></div><div>Em outro relato de Aššurnazirpal II há outra descrição onde encontramos a amputação de mãos e pés dos soldados inimigos. Este tipo de flagelo demonstra uma punição severa que transcendia o simples assassinato, mas sim, uma ênfase no flagelo e humilhação do inimigo:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-26 20:27:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/191456266</guid>
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         <title>Ideias</title>
         <author>yankaap</author>
         <link>https://padlet.com/yankaap/osassirios/wish/191459041</link>
         <description><![CDATA[<div>Ler comentário e dicionário bíblico</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-26 20:36:45 UTC</pubDate>
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