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      <title>50 anos do 25 de Abril by </title>
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      <description>Trabalho realizado por Guilherme Bonifácio e Tiago Ramos 8º F</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-10 09:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>Porque se comemora o 25 de abril em Portugal?</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia 25 de Abril comemora-se o dia da <strong>Liberdade</strong>. Também conhecido por<strong><em> Revolução dos Cravos</em></strong>, é um momento marcante do nascimento da democracia portuguesa. Neste dia, um grupo de militares portugueses levaram a cabo um golpe de Estado militar, pondo fim ao regime ditatorial do Estado Novo que durava à 48 anos. As reivindicações destes militares eram o fim da guerra colonial, a luta contra o poder absoluto e monopolista e a conquista de liberdade de expressão para todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 10:03:26 UTC</pubDate>
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         <title>A Cor da Liberdade</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Não hei-de morrer sem saber<br>qual a cor da liberdade.</em></p><p><em>Eu não posso senão ser<br>desta terra em que nasci.<br>Embora ao mundo pertença<br>e sempre a verdade vença,<br>qual será ser livre aqui,<br>não hei-de morrer sem saber.</em></p><p><em>Trocaram tudo em maldade,<br>é quase um crime viver.<br>Mas, embora escondam tudo<br>e me queiram cego e mudo,<br>não hei-de morrer sem saber<br>qual a cor da liberdade.</em></p><p><br></p><p><strong>Jorge de Sena</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 15:41:05 UTC</pubDate>
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         <title>Vejam Bem</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Vejam bem</em></p><p><em>Que não há só gaivotas em terra</em></p><p><em>Quando um homem se põe a pensar</em></p><p><em>Quando um homem se põe a pensar</em></p><p><em>Quem lá vem</em></p><p><em>Dorme à noite ao relento na areia</em></p><p><em>Dorme à noite ao relento no mar</em></p><p><em>Dorme à noite ao relento no mar</em></p><p><em>E se houver</em></p><p><em>Uma praça de gente madura</em></p><p><em>E uma estátua</em></p><p><em>E uma estátua de febre a arder</em></p><p><em>Anda alguém</em></p><p><em>Pela noite de breu à procura</em></p><p><em>E não há quem lhe queira valer</em></p><p><em>E não há quem lhe queira valer</em></p><p><em>Vejam bem</em></p><p><em>Aquele homem a fraca figura</em></p><p><em>Desbravando os caminhos do pão</em></p><p><em>Desbravando os caminhos do pão</em></p><p><em>E se houver</em></p><p><em>Uma praça de gente madura</em></p><p><em>Ninguém vem levantá-lo do chão</em></p><p><em>Ninguém vem levantá-lo do chão</em></p><p><br/></p><p><strong>José Afonso</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 16:01:32 UTC</pubDate>
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         <title>Foram dias foram anos</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Foram dias foram anos</em></p><p><em>a esperar por um só dia.</em></p><p><em>Alegrias. Desenganos.</em></p><p><em>Foi o tempo que doía</em></p><p><em>com seus riscos e seus danos.</em></p><p><em>Foi a noite e foi o dia</em></p><p><em>na esperança de um só dia.</em></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Manuel Alegre</strong></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 16:04:42 UTC</pubDate>
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         <title>Jorge de Sena</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Jorge de Sena (Lisboa, 1919 – Santa Bárbara, 1978) iniciou intensa atividade literária no final dos anos 30 do século XX. Durante a ditadura, envolveu-se na luta antifascista, acabando por se auto-exilar no Brasil, onde lecionou nas universidades de Assis e de Araraquara.<br>Na sequência do golpe de 1964 que instaurou a ditadura militar no Brasil, abandonou o país e fixou residência nos Estados Unidos, primeiro em Wisconsin e depois em Santa Bárbara, na Califórnia. É um dos grandes intelectuais do século XX e revolucionou os estudos sobre Fernando Pessoa e Luís de Camões.<br>Professor, crítico, tradutor, ensaísta, ficcionista, dramaturgo e poeta, a sua produção literária é vasta e muitíssimo meritória.<br>Portugal não soube conceder-lhe em vida a consagração que a sua obra merecia.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 16:20:13 UTC</pubDate>
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         <title>Zeca Afonso</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>José Afonso foi um cantor e compositor português que nasceu em Aveiro em 1929 e faleceu em Setúbal em 1987.</p><p>José (ou Zeca) Afonso é uma referência nacional entre as vozes de contestação ao regime do Estado Novo. Era precisamente a partir da arte, da composição lírica, da música que expressou a sua indignação em relação ao estado do país, fazendo-o de forma tão sagaz e subtil que foi fintando a austeridade da censura. Após a queda do regime, manteve-se firme e vincou as promessas de Abril, que asseverou até à sua morte. No entanto, o seu legado perdura e é, cada vez mais, um alimento para a alma de quem não é só português, mas de quem respira e usufrui da liberdade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 16:50:27 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel Alegre</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuel Alegre é um escritor e poético português nascido a 12 de maio de 1936.</p><p>É um autor de várias obras e poemas premiados. Esteve na Guerra Colonial em 1961, onde foi preso pela PIDE por tentar desencadear um golpe de estado.</p><p>Mais tarde parte para o Exílio em Paris.</p><p>Os seus livros foram apreendidos pela censura mas circulavam clandestinamente. Após o 25 de Abril regressa a Portugal e adere ao Partido Socialista onde foi dirigente.</p><p>Participou na criação da Constituição Portuguesa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 17:08:22 UTC</pubDate>
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         <title>Livros proibidos no Estado Novo</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Durante o Estado Novo (1926-1974), censuravam-se os jornais, as revistas, as peças de teatro, os filmes e a televisão ainda antes de chegarem ao público; era a chamada Censura Prévia. A Literatura também podia ser censurada, mas geralmente só depois de estar publicada. A exata extensão das atividades da Direção dos Serviços de Censura ainda se ignora porque as suas instalações em Lisboa foram invadidas por populares em 26 de abril de 1974 e parte da documentação perdeu-se. Estima-se que os censores tenham examinado entre 7 a 10 mil livros, muitos deles proibidos por «inconvenientes» e os seus autores vigiados ou perseguidos pela Polícia Política do regime.</p><p><br>Nalguns casos, as razões da proibição eram ridículas., por exemplo, escrever a palavra «vermelho» podia levar a um corte porque os leitores empregues pelos Serviços da Censura podiam ficar na dúvida se o «vermelho» se referia ou não a comunista.</p><p>Uma das obras proibidas mais conhecidas foi a <strong><em>Antologia de Poesia Portuguesa Erótica e Satírica</em> (1965), de Natália Correia.</strong> O livro foi considerado pela PIDE um escândalo literário e foi levado a julgamento em Tribunal Plenário.</p><p><strong>Miguel Torga </strong>foi outro autor bastante censurado porque era considerado «comunista». A sua obra <strong><em>Bichos</em></strong> não podia ser mencionado nos jornais nem existir em bibliotecas.</p><p><strong>Manuel Alegre</strong>, já refugiado no exílio, também foi uma vítima: os seus livros de poesia<strong> <em>Praça da Canção (1965) e O Canto e as Armas (1967)</em></strong> foram proibidos e apreendidos.</p><p>Alguns autores estrangeiros também foram censurados como: <strong>Karl Marx</strong> e o seu livro <strong><em>Manifesto Comunista</em></strong> e <strong>Friedrich Nietzsche</strong> e o seu livro <strong><em>Anticristo.</em></strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="aspect-9/16 relative items-center justify-center w-full overflow-hidden font-bold text-black transition rounded-lg opacity-80 hover:opacity-100" href="https://www.uc.pt/bguc/atividades/livros-proibidos-durante-o-estado-novo/o-testamento/"><strong><br></strong></a></p><p><br>Praça da Canção</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 17:21:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Para mim Liberdade é...</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
         <link>https://padlet.com/19304tiagoramos/4phnjnesm78jnjk3/wish/2951402088</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>L</mark></em>egitimidade</strong></p><p><strong><em><mark>I</mark></em>gualdade</strong></p><p><strong><em><mark>B</mark></em>enefício</strong></p><p><strong><em><mark>E</mark></em>mpatia</strong></p><p><strong><em><mark>R</mark></em>espeito</strong></p><p><strong><em><mark>D</mark></em>iversidade</strong></p><p><strong><em><mark>A</mark></em>utonomia</strong></p><p><strong><em><mark>D</mark></em>emocracia</strong></p><p><strong><em><mark>E</mark></em>volução</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 17:14:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capitães de abril</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
         <link>https://padlet.com/19304tiagoramos/4phnjnesm78jnjk3/wish/2952369472</link>
         <description><![CDATA[<p>Os capitães de abril foram: <strong>Salgueiro Maia (o capitão); Vasco Gonçalves (o general); Vasco Lourenço (o coronel); Otelo Saraiva de Carvalho (o estratega)</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 08:39:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Letra da música &quot;Grândola, Vila Morena&quot;</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
         <link>https://padlet.com/19304tiagoramos/4phnjnesm78jnjk3/wish/2952413499</link>
         <description><![CDATA[<p>Grândola, vila morena<br>Terra da fraternidade<br>O povo é quem mais ordena<br>Dentro de ti, ó cidade!</p><p><br>Dentro de ti, ó cidade<br>O povo é quem mais ordena<br>Terra da fraternidade<br>Grândola, vila morena!</p><p><br></p><p>Em cada esquina um amigo<br>Em cada rosto igualdade<br>Grândola, vila morena<br>Terra da fraternidade!</p><p><br>Terra da fraternidade</p><p>Grândola, vila morena<br>Em cada rosto igualdade<br>O povo é quem mais ordena!</p><p><br></p><p>À sombra duma azinheira<br>Que já não sabia a idade<br>Jurei ter por companheira<br>Grândola a tua vontade!<br></p><p>Grândola a tua vontade<br>Jurei ter por companheira<br>À sombra duma azinheira<br>Que já não sabia a idade!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 09:22:36 UTC</pubDate>
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         <title>Otelo Saraiva de Carvalho (1936-2021)</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Otelo Saraiva de Carvalho foi responsável pelo setor operacional da Comissão Coordenadora e Executiva do Movimento dos Capitães, ajudou a elaborar o plano de operações militares do 25 de Abril de 1974. Dirigiu, além disso, as operações com outros militares, a partir do posto da Pontinha, no Regimento de Engenharia n.º 1, onde esteve em permanência desde o fim da tarde de 24 de abril até ao dia 26 de abril de 1974.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 14:34:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salgueiro Maia (1944-1992)</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
         <link>https://padlet.com/19304tiagoramos/4phnjnesm78jnjk3/wish/2952748533</link>
         <description><![CDATA[<p>Quando se iniciam as reuniões clandestinas do Movimento das Forças Armadas, Salgueiro Maia, como Delegado de Cavalaria, integra a Comissão Coordenadora do Movimento. A 25 de Abril de 1974, Salgueiro Maia comandou a coluna de blindados que, vinda de Santarém, montou cerco aos ministérios do Terreiro do Paço forçando, já no final da tarde, seguindo as ordens de Otelo Saraiva de Carvalho no Posto de Comando na Pontinha, a rendição de Marcello Caetano, no Quartel do Carmo, que entregou a pasta do governo a António de Spínola. Salgueiro Maia escoltou Marcello Caetano ao avião que o transportaria para o exílio no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 15:03:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vasco Gonçalves (1921-2005)</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
         <link>https://padlet.com/19304tiagoramos/4phnjnesm78jnjk3/wish/2952796955</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Vasco dos Santos Gonçalves</strong> foi um militar (General) e um político português, durante o PREC.</p><p>Entrou para a carreira militar como engenheiro, tendo desempenhado igualmente a posição de professor na Escola do Exército.<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_Gon%C3%A7alves#cite_note-Marreiros2015-1"><sup> </sup></a>Combateu durante a Guerra Colonial, onde ganhou consciência do sacrifício de homens contra um conflito que era inútil. Por este motivo aderiu, com o posto de coronel, ao Movimento dos Capitães, em Dezembro de 1973,<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vasco_Gon%C3%A7alves#cite_note-Marreiros2015-1"><sup> </sup></a>numa reunião alargada da sua  comissão coordenadora efetuada na Costa da Caparica. Na sequência da Revolução de 25 de Abril de 1974, que restaurou a democracia em Portugal, foi um dos coordenadores do Movimento das Forças Armadas, tendo integrado a Comissão de Redação do Programa do Movimento das Forças Armadas. Passou a ser o elemento de ligação com Francisco da Costa Gomes. Integrou o Conselho da Revolução, órgão criado pelo Movimento das Forças Armadas em Março de 1975. Foi primeiro-ministro de Portugal dos II, III, IV e V Governos Provisórios. Durante este período, denominado "gonçalvismo" ou Processo Revolucionário em Curso (PREC), bastante conturbado, foi acusado de proximidade ao Partido Comunista.  Os seus governos, no entanto sofreram enorme contestação, quer à esquerda, quer à direita, o que veio resultar na sua demissão, em setembro de 1975.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 15:48:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vasco Lourenço (1942)</title>
         <author>19304tiagoramos</author>
         <link>https://padlet.com/19304tiagoramos/4phnjnesm78jnjk3/wish/2952807393</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Vasco Correia Lourenço</strong> é um militar português na reserva que pertenceu à comissão política do Movimento das Forças Armadas (MFA) à época da Revolução dos Cravos.</p><p>Vasco Lourenço ingressou na Academia Militar em 1960. Pertenceu à Infantaria, tendo combatido na Guerra Colonial, cumprindo uma comissão militar na Guiné de 1969 a 1971.</p><p>No dia 25 de Abril de 1974 era capitão nos Açores. Enquanto membro ativo do Movimento dos Capitães, pertenceu à comissão política do MFA. Nesta condição foi nomeado para o Conselho de Estado em 24 de Julho de 1974, passando mais tarde a integrar a estrutura informal do <em>Conselho dos Vinte</em> e a partir de 14 de Março de 1975 tornou-se membro do Conselho da Revolução, funções que manteve até à sua extinção em 1982.</p><p>Passou à reserva militar no posto de tenente-coronel a 20 de Abril de 1988. Pertence desde a sua fundação aos corpos gerentes da Associação 25 de Abril.</p><p>É maçon do Grande Oriente Lusitano.</p><p>A 24 de Setembro de 1983 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, e a 19 de Abril de 1986 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 15:58:35 UTC</pubDate>
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