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      <title>Oficina de Formação by Paula Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/paula_oliveira1/4p27a21x2397</link>
      <description>Didática do Português - Estratégias promotoras de sucesso -

Formadora: Dr.ª Fátima Santos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-26 22:04:38 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 1  2018-01-13</title>
         <author>paula_oliveira1</author>
         <link>https://padlet.com/paula_oliveira1/4p27a21x2397/wish/231520803</link>
         <description><![CDATA[<div>Em primeira instância, gostaria de reforçar a importância desta formação&nbsp; relembrando as sábias palavras de Edgar Morin: “Reforma de pensamento significa reforma de educação". De facto, a escola é uma instituição social muito complexa. Educar é formar seres críticos, imaginativos, autónomos e implicados socialmente. Sendo o objetivo geral desta oficina de formação "<strong>possibilitar uma consciencialização mais aprofundada do Programa de Português para o Ensino Básico, nos domínios da oralidade, leitura e escrita, educação literária e gramática</strong>", o meu maior propósito, ao inscrever-me na mesma, foi a aquisição de algumas “ferramentas” que me ajudassem a refletir sobre a minha prática letiva e a perspetivar a aquisição de novas práticas, partilha de saberes e conhecimentos.&nbsp; Foi, portanto, com entusiasmo e algumas expetativas que me inscrevi nesta formação. Se considerarmos que alguns estudos realizados concluem que os alunos portugueses demonstram um fraco desenvolvimento da oralidade, fraca capacidade de argumentação, de opiniões fundamentadas, fraca capacidade para fazer inferências e deduções e que também os professores afirmam ter algumas dificuldades no ensino do Português, então, penso que emerge a necessidade de se alterar algo. No ensino, como em muitas outras áreas deve haver uma constante evolução, que acompanhe as mudanças da própria sociedade.</div><div>Na primeira sessão de trabalho, a formadora começou por nos solicitar que apresentassemos os colegas que tínhamos ao nosso lado, após um breve diálogo. Concluiu-se que a maior parte dos colegas se encontra a frequentar esta formação como forma de enriquecimento pessoal, através da troca de informações e partilha de experiências/conhecimentos.<br>De seguida, e a propósito do <strong><em>Perfil do aluno do século XXI</em></strong>, debateu-se o tema da gestão da mudança, com visionamento de alguns vídeos e reflexão sobre os mesmos. Foi unânime a conclusão de que há intrinsecamente em todos nós uma certa resistência à mudança, uma falta de reflexão sobre a possibilidade de fazer diferente e que esta começa por cada um de nós.&nbsp;</div><div>Na parte da tarde, analisou-se então um pouco mais detalhadamente o <strong><em>Perfil do Aluno do Século XXI</em></strong> à saída da escolaridade obrigatória.&nbsp;</div><div>O perfil implicará mudanças e será necessária uma reforma curricular para que o documento seja colocado em prática.</div><div>Há aptidões e competências que são consideradas essenciais para os jovens deste milénio. Criatividade, pensamento crítico, resolução de problemas, tomada de decisão, comunicação, colaboração, literacia no uso e acesso à informação, investigação e pesquisa, literacia mediática, cidadania digital, operações e conceitos em TIC, flexibilidade e adaptabilidade, iniciativa e auto-orientação, produtividade, liderança e responsabilidade.</div><div>Há que refletir bastante acerca, por exemplo, da gestão autónoma de tempos, das metodologias, dos espaços, das formas de organização dos alunos, uma vez que, em muitas escolas, ainda se privilegia a quantidade e não a qualidade do trabalho dos alunos.&nbsp;</div><div>Os referenciais recomendam ainda a integração das competências acima referidas ao longo do currículo e indicam o papel central que os professores têm na implementação dessas competências.</div><div>Por fim, a formadora deu-nos algumas indicações de como construir um portefólio digital, onde iremos colocando, ao longo do decorrer da formação, algumas reflexões, estratégias promotoras do sucesso e os trabalhos desenvolvidos.<br>Termino esta minha reflexão com uma animação que costumo mostrar aos meus alunos acerca da convivência e aceitação dos outros. No fundo, ao aceitarmos a diferença, estamos também a aceitar a mudança...</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 15:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Formanda: Paula Cristina Guerreiro Lopes de Oliveira</title>
         <author>paula_oliveira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Professora de Português - 2.º Ciclo no Agrupamento nº.1 de Escolas de Beja<br>Grupo 210</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 16:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 2 2018-01-27</title>
         <author>paula_oliveira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta segunda sessão iniciou com a leitura de alguns poemas de alunos da formadora, do 12.º ano,&nbsp; elaborados a partir da escolha de dois versos do poema "A mensagem" de Fernando Pessoa. Esta atividade de escrita&nbsp; leva-nos a concluir que a motivação é muito importante para que os alunos “quebrem o gelo” e desbloqueiem alguns receios e inseguranças inerentes à escrita.&nbsp;</div><div>Passou-se, de seguida, ao visionamento de um vídeo – “Mudando Paradigmas Educacionais”, por Sir Ken Robinson, especialista em criatividade educacional, sobre o que este acredita que devem ser os novos conceitos da educação.<br>A este propósito, voltou a analisar-se o <strong><em>Perfil do Aluno do Século XXI </em></strong>e respetivas implicações.</div><div>Como referido anteriormente, trata-se um documento que apresenta uma visão e um referencial das aprendizagens e competências que se pretende que os jovens alcancem no futuro, através da escola e da educação escolar. Identifica, clarifica e organiza princípios, valores e competências-chave que devem ser perseguidas pelos alunos, pelas escolas e pela sociedade para se alcançar uma educação de qualidade e inclusiva. Assim, há que envolver as famílias, formar professores, dar espaço à criatividade dos alunos, alterar critérios de avaliação, práticas e procedimentos e diversificar instrumentos/estratégias a utilizar, entre outros.&nbsp;</div><div>Neste contexto, e com estas perspetivas, a formadora sugeriu que trabalhássemos o <strong><em>Domínio da Escrita</em></strong>.<br>Em pequenos grupos, e a partir de algumas sugestões apresentadas, trabalhamos pretextos, como forma de perceber que os alunos necessitam de alguma fantasia e motivação para desbloquear e começar a escrever.&nbsp; &nbsp;</div><div>Há que arranjar estratégias que motivem os alunos a escrever. A alegria, a originalidade, a fantasia são pré-requisitos essências à prática da escrita. Criar, por exemplo, o <em>caderno da escrita</em> com os textos criados pelos alunos onde previamente, em oficinas de escrita, se fossem tomando notas dos avanços progressivos dos alunos, se trabalhasse por objetivos e se começasse por partes do texto e não pelo todo.&nbsp;</div><div>A formadora fez algumas propostas criativas de pequenos textos a trabalhar com os alunos, como por exemplo: bilhetes de mães e filhos; inícios de textos; e mails a professores e/ou amigos.<br>Passou-se ao <strong><em>Domínio da Gramática</em></strong>. Neste domínio, foi-nos solicitado mais um pequeno trabalho em grupo, a partir do visionamento do vídeo "Às Vezes" dos <a href="https://www.facebook.com/DAMAMusicOficial/?fref=mentions">D.A.M.A</a> em versão "Escuto e Observo Erros de Português".&nbsp;</div><div>Como explorar o vídeo numa aula? Como introdução/motivação ao conteúdo gramatical “o verbo”.</div><div>Objetivos: Identificar o erro; Conhecer o português padrão;</div><div>Domínios: Gramática e Oralidade;</div><div>Estratégias: Visualização do vídeo; registo dos erros detetados e propostas de correção (trabalho de pares); apresentação de outros casos; elaboração de uma letra com novos casos.&nbsp; <br>Seguidamente, assistimos ao vídeo “Descobrimentos do Brasil”, de Ary Toledo, para introduzir o domínio da <strong><em>Educação Literária.</em></strong></div><div>Foi-nos, por fim, proposto um exercício prático que consistia em selecionar, do Programa de Português, dois domínios à escolha, as metas, os conteúdos, os objetivos e o tempo para aplicação de uma estratégia a desenvolver com os alunos em sala de aula.</div><div>Formei grupo com as colegas Ana Martins e Fátima Pereira e planificamos uma proposta de trabalho a aplicar em turmas do 5.º ano de escolaridade. Posteriormente, apresentarei os resultados da aplicação da atividade respetiva.&nbsp;</div><div>Apresento então a nossa proposta.</div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-16 19:59:04 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-02-16 22:52:28 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-02-16 22:53:00 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-02-16 22:53:19 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-02-20 17:46:08 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-02-20 17:47:25 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-02-20 17:56:38 UTC</pubDate>
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         <title>Resultados da aplicação da atividade no âmbito dos domínios da Leitura e da Educação Literária</title>
         <author>paula_oliveira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Interessa referir que o conto “A viúva e o papagaio” faz parte das Metas Curriculares de Português para o ensino básico e é recomendado pelo Plano Nacional de Leitura. Sendo esta uma das obras escolhidas pelo grupo de português para trabalhar no 5.º ano de escolaridade, quando esta atividade foi realizada os alunos já se encontravam a trabalhar a mesma. <br>Como forma de motivação e num trabalho de pré-leitura, os alunos realizaram pequenas atividades em grupo que incluíam: o preenchimento de uma ficha biográfica da autora a partir de informações disponibilizadas; identificação, num mapa, do Reino Unido e de algumas localidades referidas na obra, bem como visionamento de algumas imagens; pesquisa sobre o papagaio cinzento em enciclopédias; pesquisa sobre o sistema monetário do reino Unido antes e depois de 1971 e aspetos paratextuais do livro e previsão da história. Após pesquisas na Internet e na Biblioteca Escolar, apresentaram os trabalhos à turma e fizeram a respetiva autoavaliação (Anexo 1).</div><div>Nesta atividade específica, foi pedido aos alunos que colocassem hipóteses sobre o conteúdo do texto e sobre o desfecho da obra (chuva de ideias). Surgiram várias ideias que iam sendo registadas no quadro e nos cadernos diários. Alguns exemplos:</div><div>- “A Sr.ª Gage volta para a sua terra e continua pobre.”</div><div>- “Afinal, o papagaio está vivo e a Sr.ª Gage volta com ele para casa.”</div><div>- “A viúva fica a viver em Rodmell, reconstrói a casa e faz um abrigo para animais.”</div><div>- “A viúva morre de desgosto.”</div><div>De seguida, os textos foram lidos em silêncio (os alunos sublinhavam os vocábulos desconhecidos) e em voz alta (explicitação e/ou consulta do dicionário). Avaliei a leitura dos alunos utilizando a grelha que uso habitualmente (Anexo 2).</div><div>Após a leitura, foram confrontadas as opiniões que os alunos tinham dado sobre o desfecho da história e o verdadeiro final. </div><div>Passou-se à interpretação escrita dos textos lidos, através da resposta a um questionário. No final, os alunos preencheram uma ficha de verificação (avaliação formativa da atividade – Anexo 3) e alguns alteraram algumas respostas. A ficha de interpretação foi corrigida em conjunto.  <br>    O Quiz Literário sobre a obra foi respondido individualmente e corrigido pelos próprios alunos (troca dos questionários com o colega de carteira), com a minha orientação e após indicar-lhes qual a resposta correta. Esta modalidade de correção é habitualmente muito bem acolhida pelos alunos. </div><div>Seguidamente, visionaram um PowerPoint sobre recursos expressivos, registaram os mesmos no caderno diário e realizaram alguns exercícios de aplicação.</div><div>Por fim, fizeram a autoavaliação de toda a atividade, preenchendo uma ficha (Anexo 4). </div><div>De um modo geral, os alunos demonstraram bastante interesse e empenho.       </div><div> </div><div> </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 18:26:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-03-01 19:28:28 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-03-01 19:28:59 UTC</pubDate>
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         <author>paula_oliveira1</author>
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         <pubDate>2018-03-01 19:29:24 UTC</pubDate>
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         <title>Sessão 3  2018-02-1</title>
         <author>paula_oliveira1</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>“A escola deixará de ser, talvez como nós a compreendemos, com estrados, bancos, carteiras: será talvez um teatro, uma biblioteca, um museu, uma conversa”. </em></div><div><em>Leon Tolstoi</em></div><div> </div><div>Na terceira sessão, na parte da manhã, o domínio trabalhado foi a <strong>Oralidade</strong>. A compreensão oral (escutar) e a expressão oral (falar) são inerentes ao ser humano e são inseparáveis pois não existe linguagem expressiva sem compreensão. É a primeira forma de comunicação que o ser humano aprende, seja para exprimir emoções e sentimentos, seja como expressão de conhecimento.</div><div>No domínio da compreensão do oral as crianças deverão desenvolver habilidades de escuta para serem capazes de extrair informação dos textos ouvidos. É fundamental a realização de atividades que, partindo de discursos com diferentes graus de formalidade e complexidade, ensinem os alunos a escutar, reter e registar a informação pertinente.</div><div>A aprendizagem sistemática de vocabulário é indispensável para compreender os discursos ouvidos. É preciso promover o alargamento do vocabulário da criança. </div><div>As instruções das tarefas devem ser bem explícitas (seja na oralidade, seja na escrita). Para o provar, a formadora criou pequenos grupos e deu-lhes instruções que estes tentavam verbalizar aos restantes. As intencionalidades comunicativas eram diversas.</div><div>Foram analisadas algumas atividades para desenvolver a oralidade nos vários ciclos de ensino, bem como algumas estratégias promotoras de sucesso por forma a treinar a maneira como os alunos devem expressar uma opinião ou um sentimento. </div><div> Nas minhas aulas, e para desenvolver a escuta ativa/interpretativa e para desenvolver a dimensão cognitiva da linguagem, costumo desenvolver com os alunos as seguintes atividades, entre outras:</div><div>�  Compreender narrativas e descrições orais. </div><div>�  Adivinhar, a partir de  pistas e perguntas, objetos, personagens, lugares, etc. </div><div>�  Seguir instruções orais progressivamente mais complexas para fazer um desenho, localizar algo, elaborar uma receita, etc. </div><div>�  Detetar erros nos textos (descobrir intrusos, descrições incorretas…)</div><div>�  Resolver quebra-cabeças e enigmas ouvidos. </div><div>�  Transferir informação (preenchimento ou elaboração de esquemas, vinhetas…).</div><div>�  Descobrir informações específicas ou ideias principais e secundárias (questionário prévio). </div><div>�  Memorizar, a partir de repetições, poemas, lengalengas, etc.</div><div>�  Ordenar vinhetas que ilustram uma história ouvida. </div><div>�  Intervir ativamente em conversas para defender a sua posição.</div><div>�  Comparar diferentes versões de um mesmo evento, ou opiniões diferentes sobre um mesmo assunto. </div><div>�  Sintetizar, perguntar, responder, planificar, etc. </div><div>�  Resolver enigmas segundo processos dedutivos. </div><div>�  Formular hipóteses e averiguá-las. </div><div>�  Autocorrigir-se. </div><div>�  Corrigir erros (individual ou coletivamente).</div><div>�  Observar e analisar textos orais de proveniência diversa (programas de televisão e de rádio, debates, <em>talk shows</em>, entrevistas, etc.).</div><div>Prévia preparação oral de mensagens escritas (o que dizemos e como vamos dizer de acordo com o interlocutor e a situação). <br>Tendo em conta este domínio, a formadora solicitou que, em trabalho de pares, preparássemos uma atividade para ensino explícito, criando uma tarefa e um guião a que os alunos sigam na apresentação da mesma.</div><div>  Segue, anexada, a descrição da atividade que planificamos (eu e a colega Deonilde Cruz).  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 19:30:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>paula_oliveira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na parte da tarde, falou-se de <strong>avaliação para as aprendizagens</strong>.</div><div>A avaliação dos alunos deve ser, sobretudo, formativa. Avaliar é uma tomada de decisão, um julgamento que tem evoluído muito e tem sofrido transformações ao longo dos tempos. A avaliação deve ser dirigida para as aprendizagens e devem diversificar-se os instrumentos de avaliação, dando relevância à avaliação formativa.</div><div>De acordo com o professor Domingos Fernandes, a questão central deve ser “avaliar para melhorar e para aprender” pois trata-se de um processo complexo que nunca está acabado.</div><div>Avaliar não é medir, não é comparar, não é punir, não é excluir; avaliar é promover a aprendizagem, dar pistas, promover saberes, resolver problemas, encontrar formas de ensinar e aprender.</div><div>Deve olhar-se para o processo ensino/avaliação/aprendizagem de uma forma interligada, encadeada. Os métodos e as estratégias de avaliação devem ser cada vez mais diversificados e devem ter o envolvimento ativo dos alunos. A ideia a desenvolver é a de que a avaliação serve para melhorar o ensino e as aprendizagens.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 22:29:47 UTC</pubDate>
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