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      <title>mural de Pedro Alves by Pedro Alves</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-26 13:33:23 UTC</pubDate>
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         <title>Historia geológica das amostras</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>As rochas têm um ciclo, o ciclo litológico, no qual as rochas dos 3 tipos (magmáticas, metamórficas e sedimentares) se transformam noutras rochas.<br>"Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"-Lavoisier.<br>  <br><br>  As rochas magmáticas, ou             ígneas formam-se através da solidificação do magma. Esta solidificação pode ocorrer em profundidade, sendo estas designadas de rochas magmáticas intrusivas ou plutónicas, este é o caso do granito. Mas o magma também pode solidificar à superfície. Às rochas formadas desta forma dá-se o nome de rochas magmáticas extrusivas ou vulcânicas, isto é o que acontece durante a formação do basalto.<br><br>Amostras: granito e basalto<br><br>  As rochas sedimentares são formadas depois de dois processos:<br>    -sedimentogénese, no qual as rochas pré-existentes são alteradas tanto fisicamente como quimicamente (meteorização), perdem detritos ou clastos pela ação dos agentes de erosão (erosão). Estes sedimentos são transportados pela ação da água, do vento ou, até mesmo dos seres vivos (transporte) e depositados, quando a força da gravidade é superior à força do agente de transporte (deposição).<br>    -diagénese, no qual os sedimentos formados depois da sedimentogénese sofrem compactação, desidratação e cimentação.<br>  As rochas sedimentares podem ser de 3 tipos:<br>    -Detríticas (conglomerados, arenitos e areias)<br>    -quimiogenicas (calcário de precipitação)<br>    -biogénicas (calcário conquífero)<br><br>Amostras: calcário e xisto<br><br>   As rochas metamórficas são formadas depois de rochas pré-existentes sofrerem metamorfismo, por ação dos fatores de metamorfismo (temperaturas elevadas,  pressões elevadas, fluidos de circulação e tempo).<br><br>Amostras: mármore e gnaisse<br><br>  Estas rochas podem sofrer afundamento e fusão, transformando-se em magma, iniciando, assim, um novo ciclo. <br><br>Imagens:(<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjRuYyT1qTeAhVPOhoKHa6NDo0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.todoestudo.com.br%2Fgeografia%2Fciclo-das-rochas&amp;psig=AOvVaw0IWdJCX4ZvkXH9KgTm-j92&amp;ust=1540662752166196">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjRuYyT1qTeAhVPOhoKHa6NDo0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.todoestudo.com.br%2Fgeografia%2Fciclo-das-rochas&amp;psig=AOvVaw0IWdJCX4ZvkXH9KgTm-j92&amp;ust=1540662752166196</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 13:41:22 UTC</pubDate>
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         <title>Registo da atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/297493691</link>
         <description><![CDATA[<div>Para indentificar-mos as rochas presentes no tabuleiro fomos auxiliados por uma chave dicotómica. Durante a atividade procedemos à identificação e classificação das rochas, concluindo que as rochas podem ser identificadas através da observação das carateristicas das mesmas. Também concluímos que algumas rochas, por serem originadas pela mesma rocha têm carateristicas idênticas, como o mármore e o calcário que fazem efervescência com o ácido, pois o mármore é formado a partir do calcário. <br><br>Vídeo do teste do ácido:<br>(<a href="https://www.youtube.com/watch?v=z0MZSCfDw3g">https://www.youtube.com/watch?v=z0MZSCfDw3g</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 17:05:50 UTC</pubDate>
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         <title>Causas e consequências do aquecimento global em Portugal e no mundo</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299158103</link>
         <description><![CDATA[<div>  As principais causas do aquecimento global são:</div><ul><li> Emissões de dioxido de carbono</li><li>Queima de combustíveis fósseis</li><li>Desflorestação</li><li>Uso de fontes de energia poluidoras</li></ul><div><br>  As principais consequências do aquecimento global são:<br><br></div><ul><li>Alterações nos ecossistemas</li><li>Degelo dos glaciares, que leva à transgressão marinha</li><li>Desertificação</li><li>Maior frequência e intensidade de catástrofes naturais, como inundações, furacões,tempestades, etc.</li><li>Incêndios </li><li>Alterações climática </li><li>Secas</li></ul><div><br></div><div>  O aquecimento global afeta todo o mundo. Algumas cidades localizadas no litoral correm o risco de serem inundadas devido à transgressão marinha e algumas zonas de alguns países como Portugal correm risco de desertificação. Este fenómeno leva também à extinção de espécies, diminuindo a biodiversidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:28:24 UTC</pubDate>
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         <title>O que é o aquecimento global?</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299158600</link>
         <description><![CDATA[<div>  O aquecimento global é o aumento da temperatura média terrestre, este fenómeno acontece devido à acumulação de gases com efeito de estufa, como o dioxido de carbono e o vapor de água , na atmosfera. Esta acumulação de gases aumenta a quantidade de radiação solar que é retida na atmosfera, aumentando, assim, a temperatura terrestre, ou seja, ao aquecimento global.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Evidências da interação dos subsistemas relacionadas com o aquecimento global</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299174779</link>
         <description><![CDATA[<div>  Algumas interações dos subsistemas terrestres:<br>  <br>  O degelo dos glaciares leva ao aumento do nível médio das águas do mar (hidrosfera), este fenómenos diminuirá as zonas costeiras (geosfera), por sua vez a biodiversidade pode diminuir nas zonas costeiras (biosfera).<br>  A desertificação afeta a biosfera e a geosfera.<br>  Os incêndios e alterações climáticas afetam todos os ecossistemas quer de forma direta como indireta.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 20:27:18 UTC</pubDate>
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         <title>Possíveis soluções para a diminuição do aquecimento global</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299178221</link>
         <description><![CDATA[<div>  A diminuição do aquecimento global pode passar pela diminuição do uso de combustíveis fósseis, aumentando o uso de biocombustíveis e de energias renováveis, principalmente nos transportes como nas indústrias. A utilização de transportes públicos, a instalação de sistemas de controle sobre a emissão de gases com efeito de estufa e o aproveitamento de luz natural em ambientes domésticos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 20:42:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299181209</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 20:55:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299181622</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 20:57:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/299182183</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 20:59:59 UTC</pubDate>
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         <title>A Teoria da Tectónica de Placas</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307320786</link>
         <description><![CDATA[<div>  A Teoria da Tectónica de Placas é uma teoria que vem na sequência da teoria da deriva continental, na qual Alfred Wegener diz que os continentes estão em movimento constante. Os argumentos que Alfred Wegener utilizou para sustentar esta teoria foram:</div><ul><li>argumentos morfológicos - os continentes, que agora estão separados por oceanos, parecem encaixar uns nos outros como um puzzle</li><li> argumentos paleontológicos - foram encontrados fósseis de algumas espécies em continentes diferentes, agora separados por milhares de quilómetros de oceano. Mesmo sendo impossível que estas espécies tenham atravessado tantos quilómetros de oceano</li><li>argumentos paleoclimáticos -foram encontrados vestígios da existência de algumas estruturas como glaciares em locais do planeta onde, neste momento, não existem condições para a sua formação.</li><li>argumentos geológicos -existem rochas no continente africano com as mesmas características de outras localizadas no continente sul-americano. Para tal acontecer, estas teriam de ter sido expostas às mesmas condições. Para além disso existe continuidade de algumas formações rochosas entre os dois continentes                                                  </li></ul><div>  No entanto esta teoria não foi aceite pela comunidade científica,  pois Alfred Wegener não conseguiu explicar o porquê dos continentes se moverem. Anos depois surgiu a Teoria da Tectónica de Placas, que justificava tais acontecimentos pelo facto da litosfera estar dividida em placas e, a camada abaixo desta, a astenosfera, ter propriedades plásticas e ,graças às correntes de convecção, que se originam nesta camada, esta faz as placas litosféricas se moverem.<br><br>Fig.1- mapa mundi com os limites entre as placas tectónicas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 19:01:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307324658</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1-<br>(<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiB9M6xoeveAhVGqxoKHbJxCt0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.coladaweb.com%2Fgeografia%2Fplacas-tectonicas&amp;psig=AOvVaw08ssa-lgKNRYoRS0Z0Azvy&amp;ust=1543087872066594">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwiB9M6xoeveAhVGqxoKHbJxCt0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.coladaweb.com%2Fgeografia%2Fplacas-tectonicas&amp;psig=AOvVaw08ssa-lgKNRYoRS0Z0Azvy&amp;ust=1543087872066594</a>)<br>Fig.2-<br>(<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjPspvuvOveAhVOJBoKHdyVB5kQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fcienciasdavidaedaterra25.blogspot.com%2F2011%2F10%2Fzonas-de-subduccao.html&amp;psig=AOvVaw2b12BFHAfO3MZxSFxTnEjY&amp;ust=1543095488687379">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjPspvuvOveAhVOJBoKHdyVB5kQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fcienciasdavidaedaterra25.blogspot.com%2F2011%2F10%2Fzonas-de-subduccao.html&amp;psig=AOvVaw2b12BFHAfO3MZxSFxTnEjY&amp;ust=1543095488687379</a>)<br>Fig.3-<br>(<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjwoOC0yeveAhXqx4UKHSGgDWIQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fcn7esc.wordpress.com%2F2014%2F03%2F09%2Fgoogle-earth-uma-ferramenta-muito-util%2F&amp;psig=AOvVaw0J12KLA8z05f1ZCabl3Jdz&amp;ust=1543098868261022">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjwoOC0yeveAhXqx4UKHSGgDWIQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fcn7esc.wordpress.com%2F2014%2F03%2F09%2Fgoogle-earth-uma-ferramenta-muito-util%2F&amp;psig=AOvVaw0J12KLA8z05f1ZCabl3Jdz&amp;ust=1543098868261022</a>)<br>Fig.4-<br>(<a href="https://conteudo.imguol.com.br/c/bol/fotos/22/2015/09/08/brasil-visto-por-satelite-1441741127874_956x500.jpg">https://conteudo.imguol.com.br/c/bol/fotos/22/2015/09/08/brasil-visto-por-satelite-1441741127874_956x500.jpg</a>)<br>Fig.5-<br>( <a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjMgqqNyeveAhUHJhoKHRkuDxYQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fuanews.arizona.edu%2Fstory%2Fa-shudder-through-the-earth-learning-from-nepal&amp;psig=AOvVaw3xTnvbQop8ZSQCBdZro7BI&amp;ust=1543098784762353">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjMgqqNyeveAhUHJhoKHRkuDxYQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fuanews.arizona.edu%2Fstory%2Fa-shudder-through-the-earth-learning-from-nepal&amp;psig=AOvVaw3xTnvbQop8ZSQCBdZro7BI&amp;ust=1543098784762353</a>)<br>Fig.6-<br>(<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjZxdXKzuveAhVLvxoKHStcBkIQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.forbes.com%2Fsites%2Ftrevornace%2F2018%2F04%2F02%2Fan-enormous-crack-just-opened-up-in-africa-evidence-africa-is-literally-splitting-in-two%2F&amp;psig=AOvVaw3HhqqWJAylNa__lnFgLvN7&amp;ust=1543100258995836">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjZxdXKzuveAhVLvxoKHStcBkIQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.forbes.com%2Fsites%2Ftrevornace%2F2018%2F04%2F02%2Fan-enormous-crack-just-opened-up-in-africa-evidence-africa-is-literally-splitting-in-two%2F&amp;psig=AOvVaw3HhqqWJAylNa__lnFgLvN7&amp;ust=1543100258995836</a>)<br><br>Fig.7-<br>(<a href="https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwivtNnUyeveAhVKLBoKHdIYBw4QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fbrasil.elpais.com%2Fbrasil%2F2016%2F10%2F04%2Fciencia%2F1475574853_514851.html&amp;psig=AOvVaw0HC7skqNl0jRkylAMuP1Gw&amp;ust=1543098940643322">https://www.google.pt/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwivtNnUyeveAhVKLBoKHdIYBw4QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fbrasil.elpais.com%2Fbrasil%2F2016%2F10%2F04%2Fciencia%2F1475574853_514851.html&amp;psig=AOvVaw0HC7skqNl0jRkylAMuP1Gw&amp;ust=1543098940643322</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 19:37:41 UTC</pubDate>
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         <title>Limites transformantes ou conservativos</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307324730</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nos limites transformantes ou conservativos não há formação nem destruição de crusta, as placas apenas se deslocam lateralmente. Nestes limites há grande ocorrência de sismos.<br><br>Fig.7-falha de Santo André</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 19:38:26 UTC</pubDate>
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         <title>Limites divergentes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307324738</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nos limites divergentes há formação de crusta devido à libertação de magma nas zonas de rifte. Nestes limites as placas afastam-se uma da outra. Um exemplo deste limite é a Dorsal Médio-Atlântica que divide o oceano Atlântico ao meio. Neste tipo de limites ocorre vulcanismo do tipo fissural.<br><br>Fig.6-</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 19:38:33 UTC</pubDate>
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         <title>Limites convergentes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307324747</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestes limites as placas litosféricas envolvidas convergem, havendo destruição de uma delas. Estes limites podem ocorrer entre:</div><ul><li>duas placas oceânicas - neste caso ocorre a subducção da placa mais antiga que é a mais densa. Estas colisões dão origem a ilhas vulcânicas (arco insular). As ilhas do arquipélago dos Açores e as ilhas do Japão são exemplos de ilhas formadas deste modo</li><li>uma placa oceânica e uma continental - quando ocorrem estas colisões a placa oceânica subducta, por ser mais densa, é destruída dando origem a sismos e a uma intensa atividade vulcânica, que dá origem a cadeias montanhosas. É exemplo disto a cordilheira dos Andes na América do Sul.</li><li>duas placas continentais -quando estas placas colidem ocorre o enrugamento das duas placas, originando cadeias montanhosas. É exemplo deste tipo de limite a cordilheira montanhosa dos Andes.  </li></ul><div><br>Fig.2- Os três tipos de limites convergentes</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 19:38:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de limites entre placas litosféricas</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307324757</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem 3 tipos diferentes de limites entre placas litosféricas:</div><ul><li>limites convergentes</li><li>limites divergentes </li><li>limites transformantes ou conservativos</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 19:38:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307333672</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nesta atividade prática utilizamos o 'Google Earth' para observarmos estruturas geológicas, nomeadamente os limites entre as placas litosféricas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-11-23 21:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307337101</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5-Cadeia montanhosa dos Himalaias</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:41:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307337109</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.4-Cordilheira dos Andes</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:42:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/307345215</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.3-Fossa das marianas</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/09514082639f5bc56ea9cf0391ce5ed3/fossa_das_marianas.jpg" />
         <pubDate>2018-11-23 23:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/311710216</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nesta atividade prática procedemos à observação de diferentes misturas feitas com água e mel a diferentes temperaturas e registámos o tempos que estas demoravam a descer uma rampa e sopramos para as mesmas mistura e registámos o tempo que demorava a fazer uma bolha. Esta atividade serviu para simular a velocidade de deslocação e capacidade de retenção dos gases do magma.<br><br>Nesta atividade usamos 3 misturas:</div><div><br></div><ul><li>100% mel que simulou os magmas ácidos</li><li>70%  mel 30% água que simulou os magmas intermédios</li><li>50% mel 50% água que simulou os magmas básicos</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 08:43:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Registos da atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/311716501</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nesta atividade observamos que quanto menos viscosa a mistura era (tinha menos mel que simulava a sílica do magma) e a maior temperatura estava mais rápido fluía e mais facilmente libertava os gases. Também observamos o inverso, isto é, quanto mais viscosa e a menos temperatura estava menos fluída era e mais dificilmente libertava os gases.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-06 09:12:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupções efusivas </title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/311716532</link>
         <description><![CDATA[<div>  As erupções efusivas caracterizam-se pela formação de longas escoadas de lava e pela ausência de explosões, pelo que as lavas características deste tipo de erupções serem originadas por magmas ácidos tendo grande fluidez e uma grande facilidade em libertar gases. Nesta atividade prática a mistura que simulou este tipo de erupções foi aquela com 50% de mel e 50% e água. Na natureza este tipo de erupções ocorre principalmente em limites divergentes e no interior das placas tectónicas, nos pontos quentes. São exemplos deste tipo de erupções os vulcões kilauea no Hawai e o vulcão dos capelinhos nos Açores.<br><br>Vídeo 1- mistura representativa  de erupções efusivas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:13:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Erupções mistas</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/311716597</link>
         <description><![CDATA[<div> As erupções mistas caracterizam-se pela alternância entre momentos de erupções explosivas e efusivas, pelo que as lavas características deste tipo de erupções são intermédias tendo uma fluidez e capacidade de retenção de gases intermédias. Nesta atividade prática a mistura que simulou este tipo de lavas foi aquela com 70% de mel e 30% de água. Na natureza este tipo de erupções ocorre principalmente em limites divergentes. São exemplos deste tipo de erupções o vulcão dos capelinhos nos Açores.<br><br>Vídeo 5- mistura representativa das erupções mistas</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/df6b0b4877492e5dcb5270d1a26bc390/video_1543871746.mp4" />
         <pubDate>2018-12-06 09:13:29 UTC</pubDate>
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         <title>Erupções explosivas</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/311716603</link>
         <description><![CDATA[<div>  As erupções explosivas caracterizam-se pelas grandes explosões que ocorrem durante a erupção e pela quase inexistência de escoadas de lava pelo que o magma que dá origem a estas  erupções é ácido sendo pouco fluído e dificuldade em libertar gases. Nesta atividade a mistura que simulou este tipo de magma foi a que era constituída totalmente por mel. Na natureza estas erupções ocorrem em limites convergentes. É exemplo deste tipo de erupção o vulcão Krakatoa, na Indonésia.<br><br>Vídeo 3- mistura representativa das erupções explosivas</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:13:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/311716626</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 1-<br>(<a href="https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=tbYKXI_EGuWRgAbalYvIBw&amp;q=erup%C3%A7%C3%A3o+mista+esquema&amp;oq=erup%C3%A7%C3%A3o+mista+esquema&amp;gs_l=img.3...11725.15559..16468...0.0..0.98.701.8......1....1..gws-wiz-img.......0i30j0i24.hRaRh-9slAI#imgrc=CBtuBxAwiEz_YM:">https://www.google.pt/search?biw=1366&amp;bih=626&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=tbYKXI_EGuWRgAbalYvIBw&amp;q=erup%C3%A7%C3%A3o+mista+esquema&amp;oq=erup%C3%A7%C3%A3o+mista+esquema&amp;gs_l=img.3...11725.15559..16468...0.0..0.98.701.8......1....1..gws-wiz-img.......0i30j0i24.hRaRh-9slAI#imgrc=CBtuBxAwiEz_YM:</a>)<br><br>Vídeos 1,2,3,5 e 6-vídeos gravados na aula<br><br>vídeo 7-(<a href="https://www.youtube.com/watch?v=R9MvuxORm7U">https://www.youtube.com/watch?v=R9MvuxORm7U</a>)<br><br>Vídeo 8-<br>(<a href="https://pt.euronews.com/2018/07/28/video-espectacular-mostra-vulcao-anak-krakatau-em-erupcao">https://pt.euronews.com/2018/07/28/video-espectacular-mostra-vulcao-anak-krakatau-em-erupcao</a>)<br><br>Notícia da Euronews sobre a erupção do vulcão kilauea-<br>(<a href="https://pt.euronews.com/2018/05/04/vulcao-kilauea-entra-em-erupcao-na-ilha-do-havai">https://pt.euronews.com/2018/05/04/vulcao-kilauea-entra-em-erupcao-na-ilha-do-havai</a>)<br><br>Notícia da Globo sobre a erupção do vulcão Sinabung-<br>(<a href="http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/02/numero-de-mortos-apos-erupcao-de-vulcao-na-indonesia-chega-16.html">http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/02/numero-de-mortos-apos-erupcao-de-vulcao-na-indonesia-chega-16.html</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:13:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Notícias</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/312308559</link>
         <description><![CDATA[<div>Vulcão Kilauea-<br>  Pelo menos 10 mil pessoas foram aconselhadas a deixar a suas casas por causa da erupção do vulcão Kilauea, na Ilha do Havai.<br>  De acordo com as autoridades havaianas, foram registadas emissões de vapor e lava na cratera da subdivisão Leilani".<br>  As autoridades procederam à evacuacão de aglomerações próximas. A lava expelida plo Kilauea podia ser vista a grande distância esta quinta-feira.<br>  Esta é a mais intensa das erupções sentidas no arquipélago ultimamente. As autoridades alertam que os risco da erupção incluem concentrações de gás de dióxido de enxofre<br>  As explosões de metano podem lançar rochas e fragmentos em áreas arborizadas, e provocar incêndios.<br><br>Sinabung-<br>O número de mortos pela erupção do vulcão Sinabung, no oeste da <a href="http://g1.globo.com/tudo-sobre/indonesia/"><strong>Indonésia</strong></a>, aumentou nesta quarta-feira (5) para 16 após a morte de uma pessoa que estava no hospital. O vulcão entrou em erupção no último sábado (1°).</div><div>"O número de vítimas mortais é agora 16 e uma pessoa segue ferida", informou o porta-voz da Agência Nacional de Mitigação de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho, segundo o jornal "Jakarta Globe".</div><div>A vítima mais recente é um indonésio de 70 anos que tinha sofrido queimaduras em 45% do corpo e graves danos nos pulmões e nos rins.</div><div>Nugroho acrescentou que a atividade vulcânica do Sinabung "ainda é alta" e que a área de evacuação afeta um raio de cinco quilômetros da cratera.</div><div>O vulcão, situado na ilha de Sumatra, entrou em erupção em agosto de 2010 pela primeira vez em 400 anos. Ele está particularmente ativo desde setembro de 2013.</div><div>Mais de 25 mil pessoas tiveram que deixar suas casas desde então pelas repetidas eruções de lava, rochas e cinza, embora nenhuma tivesse morrido até o último sábado.</div><div>A Agência Nacional de Mitigação de Desastres elevou o alerta em 19 vulcões nesta segunda-feira (3): os de Bromo, Dieng, Ijen, Kelud, Papandayan, Raung e Semeru, em Java; Lewotobi Perempuan e Sangeang Api, em Nusa Tenggara; Dukono, Gamalama, Gamkonora e Ibu, em Molucas do Norte; Soputan, em Celebes do Norte; Kerinci, Merapi, Seulewah Agam e Talang, em Sumatra; e Anak Krakatau, entre Java e Sumatra.</div><div>A Indonésia está sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma área de grande atividade sísmica e vulcânica, e abriga mais de 400 vulcões. Pelo menos 129 continuam ativos e 65 estão qualificados como perigosos.</div><div><br><br><br>Video 7- notícia da erupção do vulcão Kilauea do jornal "Euronews"</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=R9MvuxORm7U" />
         <pubDate>2018-12-07 16:45:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vulcanismo</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/312327475</link>
         <description><![CDATA[<div> O vulcanismo é a atividade do meio pela qual ascende material rochoso do interior da Terra até à superfície terrestre, por meio de um vulcão.<br>  Um vulcão pode expelir materiais:<br><br></div><ul><li>sólidos- piroclastos</li><li>líquidos-lavas</li><li>gasosos-gases</li></ul><div><br> O vulcanismo pode ser de 2 tipos:<br><br></div><ul><li>primário- existe ascensão de magma até à superfície</li><li>secundário- não existe um vulcão nem ascensão de magma</li></ul><div><br></div><div>  Dentro do vulcanismo primário existem outro dois tipos: <br><br></div><ul><li>central- existe um cone vulcânico principal</li><li>fissural- existem aberturas pelas quais o magma ascende, sem existir um cone principal</li></ul><div><br></div><div>Existem três tipos de erupções:<br><br></div><ul><li>Efusivas</li><li>Explosivas</li><li>Mistas</li></ul><div><br>  Os magmas podem ser classificados quanto ao seu teor em sílica:<br><br></div><ul><li>Magmas básicos-têm baixo teor em sílica, elevada fluidez e correspondem a erupções efusivas</li><li>Magmas ácidos- têm elevado teor em sílica, pouca fluidez  e correspondem a erupções explosivas</li><li>Magmas intermédios- têm teor em sílica intermédio, fluidez intermédia e correspondem a erupções mistas</li></ul><div><br>  Durante este período também estudamos outro tipo de erupções, as erupções submarinas, porém esta não é um tipo de erupção que inclui a classificação principal. <br>  Este tipo de vulcanismo é caracterizado pelo facto de ocorrer nos fundos oceânicos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 17:23:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/312349152</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 1- esquema dos diferentes tipos de erupções</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 18:07:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/312689518</link>
         <description><![CDATA[<div>Video 8- erupção do vulcão krakatoa</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:00:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/312694629</link>
         <description><![CDATA[<div>Video 4- teste da bolha da mistura com 100% mel que simula os magmas ácidos</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 19:22:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/312730123</link>
         <description><![CDATA[<div>vídeo 2-teste da bolha da mistura 50% mel 50% água que simula os magma básicos</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:52:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>video 6-teste da bolha da mistura 70% mel e 30% água que simula magmas intermédios</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 22:54:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Concluindo:<br><br>   </em></strong>O lince-ibérico é o mamífero carnívoro mais ameaçado da Europa e o felino mais ameaçado do mundo, devido ao reduzido número de animais e populações que existem na natureza e à sua limitada área de distribuição, como tal trata-se de uma espécie protegida.<mark><br><br></mark>Fig.7 <br><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjG_Pyk8cLgAhUM4OAKHQe-CIoQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.selwo.es%2Fes%2Fincorporacion-de-una-pareja-de-linces-ibericos-0&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169">https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjG_Pyk8cLgAhUM4OAKHQe-CIoQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.selwo.es%2Fes%2Fincorporacion-de-una-pareja-de-linces-ibericos-0&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</a></div>]]></description>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Cadeia alimentar do Lince Ibérico:<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167353</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Posição do Lince Ibérico na estrutura do ecossistema:<br><br>   </em></strong>Quanto à sua alimentação, o Lince-Ibérico é um carnívoro especialista na caça do coelho bravo, sendo esta a principal presa de que se alimenta.</div><div>Contudo, o lince é bastante benéfico às populações de coelhos bravos, devido à sua preferência pelas populações mais velhas, doentes e debilitadas, mantendo as populações de coelhos saudáveis vivos.<br><br>fig. 6 <br><em>Caça ao coelho bravo.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjCv5Ll1sPgAhWixoUKHR7BC48QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Flinceemportugal.blogspot.com%2Fp%2Fcomportamento.html&amp;psig=AOvVaw3kdv8a6Qz6ex_GriQ9G-N6&amp;ust=1550524166839036"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjCv5Ll1sPgAhWixoUKHR7BC48QjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Flinceemportugal.blogspot.com%2Fp%2Fcomportamento.html&amp;psig=AOvVaw3kdv8a6Qz6ex_GriQ9G-N6&amp;ust=1550524166839036</em></a><em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167366</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Síntese:</em></strong><br>   Em comunidade, este felino assume o papel de monitorizador das espécies em sua volta, exercendo uma relação biótica interespecífica de competição com a raposa, quando estas interferem coma sua fonte de alimento.</div><div>Em relação aos coelhos, este exerce uma relação biótica interespecífica de predação, visto que, estes são a sua principal fonte de alimento. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167379</link>
         <description><![CDATA[<div>   Tal como outros felinos, o lince-Ibérico é uma espécie solitária. Os machos só procuram as fémeas na época da reprodução, esta ocorre, normalmente, entre janeiro e fevereiro. Após o acasalamento, o macho regressa ao território, não tendo mais contacto com a fémea, nem quaisquer cuidados parentais. Há porém registos de animais que permanecem durante a época de reprodução e exibem comportamentos de coesão familiar.<br><br>fig.5 <br><em>Fêmea com as crias.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjuxPrS8cLgAhXh8eAKHQ6WA6YQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.efefuturo.com%2Fciencia%2Flince-iberico-una-las-especies-menor-diversidad-genetica-del-mundo%2F&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjuxPrS8cLgAhXh8eAKHQ6WA6YQjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.efefuturo.com%2Fciencia%2Flince-iberico-una-las-especies-menor-diversidad-genetica-del-mundo%2F&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167396</link>
         <description><![CDATA[<div>   Em termos de habitat, este necessita de paisagens mistas, com áreas de bosques e matagais densos, onde se pode obrigar a reproduzir, e áreas mais abertas, que lhe permitam perseguir e capturar as suas presas. <br>   Esta espécie coexiste com outros carnívoros selvagens, porém faz um controlo contínuo destas populações nas suas áreas, como por exemplo, a raposa, não permitindo a sua evolução excessiva. <br><br>fig.4<br><em>Lince Ibérico à caça.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiL-cS88cLgAhVrA2MBHW8IDy0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Frr.sapo.pt%2Fnoticia%2F136280%2Flince-iberico-mistral-morre-atropelado-perto-de-mertola&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiL-cS88cLgAhVrA2MBHW8IDy0QjRx6BAgBEAU&amp;url=https%3A%2F%2Frr.sapo.pt%2Fnoticia%2F136280%2Flince-iberico-mistral-morre-atropelado-perto-de-mertola&amp;psig=AOvVaw3CB5GT4Zh6TL0CVhQsSkV8&amp;ust=1550496914047169</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167410</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Ecossistema ocupado pelo Lince Ibérico:</em></strong><br> <br>   Outrora o Lince- Ibérico teria uma distribuição mais ampla ocupando toda a Península Ibérica. Há ainda registos da sua ocorrência no século passado, em zonas serranas do Gerês, das Astúrias, de Montesinho e nos limites da Galiza e Leon. <br><br>fig.3 <br><em>Localização na Península Ibérica.<br></em><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjt6ICX18PgAhUp-YUKHRAdB4QQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fhabitatlinceabutre.lpn.pt%2Fhomepage%2Flince-iberico%2Fcontent.aspx%3Ftabid%3D2326%26code%3Dpt&amp;psig=AOvVaw3MhXiNwAGzqbW5NEXWZ4Wn&amp;ust=1550524255871472"><em>https://www.google.com/url?sa=i&amp;source=images&amp;cd=&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=2ahUKEwjt6ICX18PgAhUp-YUKHRAdB4QQjRx6BAgBEAU&amp;url=http%3A%2F%2Fhabitatlinceabutre.lpn.pt%2Fhomepage%2Flince-iberico%2Fcontent.aspx%3Ftabid%3D2326%26code%3Dpt&amp;psig=AOvVaw3MhXiNwAGzqbW5NEXWZ4Wn&amp;ust=1550524255871472</em></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167419</link>
         <description><![CDATA[<div>fig.2<br><em>Posição do lince ibérico na Hierarquia biológica:<br></em><a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZFbJUsBvSGM/VjiVYwrYr9I/AAAAAAAAABE/jirqdJojI8w/s1600/n%25C3%25ADveis%2Bde%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bbiol%25C3%25B3gica.jpg"><em>http://4.bp.blogspot.com/-ZFbJUsBvSGM/VjiVYwrYr9I/AAAAAAAAABE/jirqdJojI8w/s1600/n%25C3%25ADveis%2Bde%2Borganiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bbiol%25C3%25B3gica.jpg</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:39 UTC</pubDate>
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         <title>Lince Ibérico</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/332167438</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Hierarquia biológica do Lince Ibérico:<br><br>    </em>O lince- Ibérico é um felídeo selvagem pertencente à família Felidae cuja linhagem se separou dos pumas, dos leopardos e dos ancestrais do género<em> Felis</em>, incluindo o gato doméstico, há cerca de 7 M.a. <br>    Este pertence ao Reino Animalia, a sua família é a <em>Felida</em>e e a subfamília Felidae, sendo também do Género Lynox e da espécie Lynox Pardinus.<br><br><strong><em>Caraterísticas:</em></strong></div><div><br></div><ul><li>carnívoro de médio porte;</li><li> pelagem castanho-amarelada com manchas negras que lhe permite uma excelente camuflagem;</li><li> cada indivíduo tem um padrão de pelagem único, que o permite distinguir de todos os outros da sua espécie; </li><li> membros muito robustos facilitando a perseguição e captura das suas ágeis presas – os membros posteriores, mais longos, permitem-lhe impulsionar o corpo e com os membros anteriores, mais curtos e fortes, agarra a sua presa. </li><li><strong> </strong>pêlos rígidos e negros em forma de pincel na extremidade das orelhas;</li><li>cauda curta, com cerca de 14 cm de comprimento e extremidade negra;</li><li> longos pêlos brancos e pretos no focinho  que crescem com o avançar da idade; </li><li>não possui o 1º pré molar superior.</li></ul><div><br>fig. 1 <br><em>Legenda das caraterísticas do Lince Ibérico:<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 21:13:47 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334447679</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nesta atividade procedemos à observação das células da epiderme da cebola, de uma trandescância e do epitélio bocal coradas com três corantes diferentes: </div><ul><li>água iodada: parede celular</li><li> azul-metileno: núcleo</li><li>vermelho neutro: vacúolos</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:18:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fontes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334447967</link>
         <description><![CDATA[<div>  Todas as imagens utilizadas foram tiradas durante a aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:21:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334447982</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5- Observação das células do epitélio bocal ao MOC com corante azul metileno(ampliação total 400X)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>Células animais </title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>  As células animais que observámos foram as células do epitélio bocal, coradas com o corante azul-metileno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:21:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Células vegetais</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334447997</link>
         <description><![CDATA[<div>  As células vegetais que observamos foram as células da epiderme da cebola e as células da tradescância, onde observámos uma estrutura partícular, os estomas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:22:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferenças entre células animais e vegetais não observadas</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As células vegetais possuem cloroplastos</li><li>As células animai possuem centríolos e lisossomas</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:22:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características observadas que diferem nas células animais e vegetais</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334448006</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>As células vegetais possuem parede celular que lhes confere uma forma mais geométrica</li><li>As células vegetais possuem vacúolos de maiores dimensões</li><li>As células vegetais possuem o núcleo numa posição mais periférica por possuir vacúolos de grandes dimensões</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:22:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Distinção células eucariótica-procarióticas</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334448008</link>
         <description><![CDATA[<div>  As células eucarióticas distinguem-se das células procarióticas  pelo facto de terem maiores dimensões e serem mais complexas, possuíndo diversos constituintes como o núcleo que as células procarióticas não possuiem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:22:08 UTC</pubDate>
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         <title>Células</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>  Existem dois tipos de células:</div><ul><li>procarióticas</li><li>eucarióticas</li></ul><div><br>  As células eucarióticas dividem-se em outros dois grupos:</div><ul><li>Vegetais</li><li>Animais</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 15:22:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/334629619</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3- Observação das células da epiderme da cebola ao MOC com água iodada(ampliação total 400)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/7bb48a81f876f9bbdf1c1e45f5580d6e/cebola__gua_iodada.jpg" />
         <pubDate>2019-02-24 21:34:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig.2- Observação das células da epiderme da cebola ao MOC com corante vermelho neutro(ampliação total 400X)</div>]]></description>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig.1- Observação das células da epiderme da cebola ao MOC com corante azul-metileno(ampliação total 400X)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/7785028153cbdb2a05fddb79334d1176/cebola_azul_metileno.jpg" />
         <pubDate>2019-02-24 21:34:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/335003495</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5.1- Esquema das células do epitélio bocal com corante azul metileno</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/c649bdbca7bafdfca3284ab5e9a4a207/20190225_174534__1_.jpg" />
         <pubDate>2019-02-25 18:04:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/335003524</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4.1- Esquema das células da trandescância ao MOC</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 18:04:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/335003539</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4- Observação das células da epiderme da tradescância ao MOC(ampliação total 400)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 18:04:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/335003540</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3.1- Esquema das células da epiderme da cebola com água iodada</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/bea4883902a5a8d7e6e816a80db21cce/20190225_174606__2_.jpg" />
         <pubDate>2019-02-25 18:04:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/335003546</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2.1- Esquema das células da epiderme da cebola com corante vermelho neutro</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 18:04:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/335014178</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig 1.2- Esquema das células da epiderme da cebola com corante azul metileno</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 18:22:45 UTC</pubDate>
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         <title>Fontes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445593</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1-(https://www.google.com/search?q=osmose&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwj1n_ms9O3gAhUM1-AKHZMgBHAQ_AUIDigB&amp;biw=1366&amp;bih=625#imgrc=Gw28GYJ1EnI2EM:)<br><br>Fig.2-(https://www.google.com/search?biw=1366&amp;bih=625&amp;tbm=isch&amp;sa=1&amp;ei=t_F_XNzqBvKFjLsP_5OnuAk&amp;q=osmose+nas+celulas+vegetais+e+animais&amp;oq=osmose+nas+celulas+vegetais+e+animais&amp;gs_l=img.3...1053443.1059193..1059507...0.0..0.134.1344.14j1......1....1..gws-wiz-img.......0j0i30j0i8i30j0i24.49lVpQrkOeY#imgrc=Bjg4zeSaYOW7iM:)<br><br>Todas as outras figuras foram tiradas na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1ª preparação</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445745</link>
         <description><![CDATA[<div>  Na primeira preparação foi utilizada água iodada que corresponde a um meio hipotónico em relação ao meio intracelular, pelo que a água entrou na cálula, ficando esta túrgida.<br><br>Fig.3-Observação das células da epiderme das pétalas da camélia em água destilada (ampliação: 400x)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Por que foram utilizadas as camélias nesta atividade</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445762</link>
         <description><![CDATA[<div>  Esta planta foi utilizada para evitar utilizar corantes, pois esta possui pigmentos visíveis ao MOC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interação do meio intracelular e o meio extracelular</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445774</link>
         <description><![CDATA[<div>  A osmose é um proceço que ocorre do meio hipotónico para o meio hipértónico.<br>  Assim, a interação do meio intracelular com o meio extracelular ocorre do seguinte modo:</div><ul><li>Meio hipertónico: a água sai da célula, ficando esta plasmolisada(enrugada)</li><li> Meio isotónico: a água sai e entra na célula nas mesmas quantidades</li><li>Meio hipotónico: a água entra na célula, ficando esta túrgida, podendo ocorrer a lise celular no caso das células animais, por estas não possuírem parede celular</li></ul><div><br>Fig.2- Tabela sobre a osmose nas células animais e vegetais</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios </title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445782</link>
         <description><![CDATA[<div>  Existem três tipos de meios:</div><ul><li>Hipertónico: meio onde a concentração do soluto é superior à de outro meio</li><li>Isotónico: meio onde a concentração de soluto é igual à de outro meio</li><li>Hipotónico: meio onde a concentração de soluto é menor à de outro meio</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445791</link>
         <description><![CDATA[<div>  A osmose é um transporte transmembranar passivo(ocorre sem gasto de energia) em que ocorre a difusão de moléculas de água entre dois meios separados por uma membrana com permeabilidade seletiva (permeável à água mas com pouca permeabilidade ou impermeável às substâncias dissolvidas- soluto). Este tipo de transporte ocorre sempre até os  dois meios alcançarem concentrações iguais.<br>  À pressão necessária para contrabalançar a tendência da água se mover de uma solução com elevada concentração de moléculas de água para uma com menor concentração chama-se pressão osmótica.<br><br>Fig.1- Osmose</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338445801</link>
         <description><![CDATA[<div>  Nesta atividade procedemos à observação das células de camélias ao MOC em diferentes meios para verificar as alterações que os diferentes meios provocavam nas mesmas</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:56:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338482894</link>
         <description><![CDATA[<div>  A mudança de cor dos vacúolos deveu-se à mudança de concentração dos pigmentos.<br>  Estes resultados não devem ser generalizados, pois esta experiência foi executada um número reduzido de vezes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:54:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338482923</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3.1-esquema da observação das células da epiderme das pétalas da camélia em água destilada (ampliação: 400x)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:55:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338483939</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4.1-Esquema da observação das células da epiderme das pétalas da camélia em NaCl12% (ampliação: 400X)</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/2af19e574e82e46a032fb91c5b3d95eb/20190306_170628.jpg" />
         <pubDate>2019-03-06 16:56:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2ª preparação</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/338483989</link>
         <description><![CDATA[<div>  Na segunda foi utilizada uma solução de 12%NaCl que corresponde a um meio hipertónico em relação ao meio intracelular, pelo que a água saiu da célula, ficando esta plasmolizada.<br><br>Fig.4-Observação das células da epiderme das pétalas da camélia em NaCl12% (ampliação: 400X)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 16:56:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Visita de estudo</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/346938113</link>
         <description><![CDATA[<div>  Durante o dia em que fizemos esta aula de campo a Peniche a maré estava a subir e não houve chuva nem nebulosidade, apesar de o dia estar um pouco ventoso.     Estas condições permitiram-nos ter uma ótima visita pelo que podemos observar aquilo que aprendemos durante as aulas. Na minha opinião o único problema desta visita foi o facto de passarmos demasiado tempo em curtas viagens de autocarro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:47:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Locais vistitados</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/346939220</link>
         <description><![CDATA[<div>  Durante esta visita de estudo visitamos 6 locais:</div><ul><li>Praia da consolação</li><li>Cabo Carvoeiro</li><li>Remédios</li><li>Ponta do trovão/Praia do abalo</li><li>Papôa </li><li>Baleal</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 19:55:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/346940515</link>
         <description><![CDATA[<div>  Todas as imagens foram tiradas durante a visita de estudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.6- Baleal</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.5-Papôa</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Fig.4- Ponta do Trovão/Praia  do Abalo</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Fig.2-Cabo Carvoeiro</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>Fig.3-Remédios</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fig.1- Praia da consolação</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Baleal</title>
         <author>pedronalves3</author>
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         <description><![CDATA[<div>  O Baleal é uma pequena península, que foi outrora uma ilha. Esta situa-se ao norte de Peniche, na região oeste de Portugal, separada do continente por um tômbulo formado por uma praia de areia branca. Na continuidade da enseada existem igualmente a ilhota das Pombas e o ilhéu da Fora.<br>  O Baleal é formado por estratos de calcários e de margas (165 M.a.) fortemente inclinados (35º a 55º) em monoclinal. São visíveis, nos estratos carbonatados, fósseis de organismos marinhos como as amonites</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 20:04:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fontes</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749577</link>
         <description><![CDATA[<div>  Todas as imagens são fotos tiradas durante a aula ou esquemas feitos por mim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749593</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5.2-Esquema da observação dos estomas do caule de tradescância na solução de NaCl, amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/347b132c7cf28cae77525a21c946773b/IMG_20190610_221121.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Concluindo:</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749598</link>
         <description><![CDATA[<div>  Após estas observações pudemos concluir que quando o meio externo é muito concentrado os estomas fecham-se devido à saída de água das células de companhia por osmose, que torna estas um meio hipertónico em relação às células estomáticas, gerando-se uma pressão osmótica que leva à saída de água destas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Salinidade do meio</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749605</link>
         <description><![CDATA[<div>  Para testar-mos este fator colocá-mos as amostras em dois meios distintos, com graus de salinidade diferentes:</div><ul><li>água destilada</li><li>solução de NaCl</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749610</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3- Esquema da observação dos estomas da página superior da folha de tradescância à luz com amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/652e20b6e786c9be11b4db05975a20c9/IMG_20190610_221018.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Página superior</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749614</link>
         <description><![CDATA[<div>  Para além de observarmos a página inferior das folhas de tradescância também observámos a página superior e contámos a quantidade de estomas presentes em 3 lucais diferentes de cada uma das faces, obtendo os seguintes resultados:<br><br>  Página inferior:</div><ul><li>23</li><li>25</li><li>13</li></ul><div><br>  Página superior:</div><ul><li>0</li><li>0</li><li>0</li></ul><div><br>  Atravéz destas contagens pudemos concluir que a página superior da folha não existem estomas ao contrário da página inferior.<br>  <br>  Esta diferença na quantidade de estomas entre as páginas superior e inferior deve-se ao facto de esta página estar menos exposta a fatores abióticos como a luz que podiam influênciar a abertura dos estomas, facilitando o controlo da transpiração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Concluindo:</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749615</link>
         <description><![CDATA[<div>  Após estas observações pudemos concluir que na presença de luz os estomas tendem a abrir-se e que na ausência da mesma estes tendem a fechar-se.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749617</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2.2- Esquema da observação dos estomas da página inferior da folha de tradescância na obscuridade com amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/fec7332755d1438ae898900affa04195/IMG_20190610_221039.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749623</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2.1- Observação dos estomas da página inferior da folha de tradescância na obscuridade com amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/8473ed10786881739ca075541180b85c/IMG_20190515_110154.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749629</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1.2- Esquema da observação dos estomas da página inferior da folha de tradescância à luz com amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/61ea0769a4da49ad795092898528d169/IMG_20190610_221011.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749634</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.1.1- Observação dos estomas da página inferior da folha de tradescância à luz com amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/870243191658e532c386b0da13b2ef73/IMG_20190515_101124_952.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Luz </title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749645</link>
         <description><![CDATA[<div>  Para testar-mos este fator observá-mos a página inferior da folha da tradescância em duas situações distintas: uma na presença de luz e outra na obscuridade. </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-06-10 17:01:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estomas</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749655</link>
         <description><![CDATA[<div>  Os estomas são um conjunto de células presentes nas folhas e nos caules das planta que lhes permitem fazer as trocas gasosas com o meio ambiente necessárias para esta manter as suas funções.<br>  A abertura destes é influenciada por diversos fatores:</div><ul><li>a luz</li><li>o vento</li><li>a salinidade </li><li>a humidade do ar</li><li>a quantidade de água presente no solo</li><li>a temperatura</li></ul><div><br>  Nesta atividade apenas testá-mos dois fatores: a luz e a salinidade do meio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade prática</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366749661</link>
         <description><![CDATA[<div>  Durante esta atividade observa-mos os estomas existentes nas páginas superior e inferior das folhas e no caule das tradescância em diferentes condições: </div><ul><li>com luminusidade</li><li>na obscuridade </li><li>em água destilada </li><li>numa solução de NaCl</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366763895</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5.1-  Observação dos estomas do caule de tradescância na solução de NaCl, amp. 400X</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 18:10:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366763908</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4.2- Esquema da observação dos estomas do caule de tradescância na água destilada, amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/c6d99cc8957ebc82fcc951fb86e1c1fe/IMG_20190610_221105.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 18:10:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366763913</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4.1- Observação dos estomas do caule de tradescância na água destilada, amp. 400X</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/324468527/4adbfa7608536af0d2610a77b98f5063/IMG_20190515_110817.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 18:10:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outros fatores</title>
         <author>pedronalves3</author>
         <link>https://padlet.com/pedronalves3/4nte89r1wxdb/wish/366796915</link>
         <description><![CDATA[<div>  Quanto aos outros fatores, estes influenciam a abertura dos estomas do seguinte modo:</div><ul><li>Humidade do ar</li></ul><div>  Quanto maior a humidade maior maior a abertura dos estomas, pois como o ar atmosférico é menos concentrado do que a folha gera-se um gradiente de concentração, fazendo com que a água passe continuamente pelas células guarda, tornando-se estas túrgidas, abrindo-se o ostíolo.</div><ul><li>Vento</li></ul><div>  Quando há vento as partículas de água são arrastadas, diminuindo a humidade do ar junto aos estomas, gerando um gradiente de concentração, abrindo o estoma.<br>  Quando o vento é muito forte os estomas fecham para que a planta  controle a transpiração.</div><ul><li>Temperatura</li></ul><div>  Quanto mais elevada a temperatura mais rápido a água evapora, assim a água entra nas células, fazendo com que esta fique túrgida, provocando a abertura dos estomas.</div><ul><li>Quantidade de água disponível no solo</li></ul><div>    Quando há muita água no solo, a raiz absorve mais água provocando um maior transporte desta para as células guarda, tornando estas túrgidas e o estoma abre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 21:29:43 UTC</pubDate>
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