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      <title>Diário de aprendizagem- Relações Étnicos Raciais by Idaiane Carneiro</title>
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      <description>2021.2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-07 15:24:39 UTC</pubDate>
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         <title>Carta pedagógica</title>
         <author>IdaianeCarneiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para: <strong><em>Professor Eric Matheu</em></strong>&nbsp;</div><div>Salvador, 03 de Outubro de 2021 &nbsp;<br><br></div><div><strong><em>Olá professor, saudações!</em></strong>&nbsp;</div><div>Discutir sobre os fatos da atualidade é de extrema importância. Sendo pertinente e relevante a contextualização, este componente trouxe notícias e elementos históricos decisivos. Fatos para mim desconhecidos, informações políticas e sociais, que contam, compõem os diversos momentos da humanidade.&nbsp;</div><div>Reconhecer por evidencias a existência de inúmeros grupos neonazistas no Brasil, é assustador, embora não seja novo que a atuação do presidente do Brasil, semeei o ódio e a barbárie por toda a sociedade. Também em grupo Bolsonaro, junto com seus integrantes expandem a discriminação, intolerância, como fez Roberto Jefferson<strong> </strong>que acusou de maneira infundada, por meio da rede social, os judeus de realizar atualmente o sacrifício de crianças, cometendo um ato antissemitíssima, já que demostra o preconceito contra os judeus.&nbsp;</div><div>Falamos também sobre diversidade humana, que envolve a ancestralidade com os povos que nos antecederam, a identidade que caracteriza, os costumes, hábitos que podem se alterar conforme o tempo de maneira dinâmica e são próprios de cada grupo. Uma novidade foi a curiosidade sobre os orientais, além deles não serem nem se considerarem parecidos, ainda acreditam que nós ocidentais é que somos semelhantes entre si. Sobre a população brasileira a identidade sofreu muita influência política, a língua portuguesa falada pela maioria, a chegada de Vargas ao poder, influenciaram diretamente a construção da identidade brasileira, usando a educação, a música, o esporte, a cultura, para divulgar personagens, ações e medidas que envolvem a população, com marcadores específicos da brasilidade, porém de maneira padronizada desconsiderando grupos étnicos menores. Ainda sobre a sociedade brasileira, vimos uma pesquisa feita pelo IBGE em que o instituto aponta a estagnação da população a partir de 2048, considerando o nível de mortalidade, fecundidade e migração, afirmando ainda um aumento na espectativa de vida dos idosos.&nbsp;</div><div>&nbsp;Retomamos a revolta dos Malês que aconteceu na capital da Bahia, fato histórico de extrema relevância, dialogando sobre o destino do país se a revolta tivesse tido êxito, os rumos de uma nação dominada pelo escravizados islâmicos, que defendiam a escravidão e a morte dos que não proferisse a mesma fé, inclusive os outros escravizados.&nbsp;</div><div>A disciplina trouxe também informações sobre as pessoas mais altas, os Holandeses. E os menores seres humanos, os pigmeus, localizados na Bacia do Congo, vivem na floresta e por isso, retém menos a vitamina D necessária para absorção do cálcio dos alimentos. Esses assuntos dificilmente seriam postos, então a mediação docente é válida para o encontro com o conhecimento.&nbsp;</div><div>Conversamos sobre as teorias raciais, elas sofreram mudanças ao longo do tempo, vários foram os estudiosos que empenharam esforços para comprovar a existência de raças humanas. Diferenciação por aspectos estéticos, físicos, biológicos, afirmavam existir divisão através do tipo, classificando por nome, grupos com características similares. Essas teorias tiveram bastante credibilidade no período, repercutiram pelo mundo, influenciaram, impulsionaram as formas de racismo, gerando danos irreparáveis, como mostra claramente o filme “Vênus negra” baseado em fatos reais. O longa, conta a história de uma mulher negra, que passou por cenas misóginas, por tem sido enganada e escravizada pelo patrão que havia prometido proporcionar uma carreira profissional digna. Ao em vez disso, fez dela uma atração de circo, como um animal em exposição, totalmente vulnerável a todos os tipos e formas de violência.&nbsp;</div><div>Falando a respeito do racismo que cercam a população brasileira negra e indígena principalmente, temos casos recentes de relatos de governantes e autoridades racistas. O presidente Jair Bolsonaro já protagonizou cenas de marxismo, homofobia, racismo contra as pessoas negras, contra as pessoas com deficiência, e ultimamente atacou indígenas. &nbsp;</div><div>Portanto essa componente apresentou vários temas importantes, necessários, algumas reflexões inéditas na minha carreira acadêmica e pessoal. Dessa forma, considero está sendo bem produtivas as manhãs de Sábado, além de leve e sem aquela tensão que nos deixa muitas vezes exaustos. Que possamos continuar conversando, interagindo, descobrindo coisas novas, trocando opiniões e reflexões.&nbsp;</div><div><em>Até breve! </em>&nbsp;</div><div><em>Idaiane Carneiro</em>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 18:25:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>IdaianeCarneiro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 18:28:28 UTC</pubDate>
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         <title>Frenologia </title>
         <author>IdaianeCarneiro</author>
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         <description><![CDATA[<pre>    O termo frenologia é derivado das palavras gregas phren (mente) e logos (conhecimento). Ela afirma que as regiões do cérebro podem contribuir para o caráter pessoa. Estuda a formação do crânio para indicar o carácter e faculdades mentais, de acordo com as hipóteses de Franz Joseph Gall (1758-1828), um médico alemão, Johann Kaspar Spurzheim (1776–1832) e George Combe (1788–1858).  O sistema de Gall foi construído por um método de empirismo puro, ele examinou as cabeças de seus amigos e os grupos de pessoas, e neles buscou a característica distintiva de seu traço característico. Alguns de seus estudos foram feitos entre internos de prisões e manicômios para identificar traços “criminosos”. Spurzheim e Combe dividiram todo o couro cabeludo em manchas para indicar características da personalidade, fazendo várias leituras da cabeça e discutindo relacionando com a raça, ´promovendo  ideias racistas. Ainda no século XIX sofreu influência desse período, e foi derrotada pelas pesquisas científicas. 
<br></pre><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 18:30:35 UTC</pubDate>
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         <title>Eugenia</title>
         <author>IdaianeCarneiro</author>
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         <description><![CDATA[<pre>    De forma deturpada, estereotipada e discriminatória, surge em 1859 a publicação "A origem das espécies" criada por Charles Darwin, ele afirmou que a constituição dos seres vivos é dado pelo processo de transformação e adaptação ao ambiente. Dessa forma o “darwinismo social” sugere que algumas eram diferenciadas e por isso, seriam superiores. Na prática, esta afirmativa acaba sugerindo que a cultura e a tecnologia dos europeus eram provas de que seus integrantes ocupavam o topo da civilização e da evolução humana. E que as outras pessoas, de lugares que não possuem tecnologias, estariam em situações inferiores. As populações não brancas eram vistas como empecilho, pois causavam atraso na sociedade, incentivando o surgimento de mais teorias.  
    A Teoria Lombrosiana afirmou que os criminosos nasciam com diferenças fisiológicas inferiores detectáveis. O "criminoso nato" possuía tendência hereditária, assim, fundou a escola positivista de criminologia. A antropologia criminal acreditava que alterações no cérebro geravam comportamento violento. Após a necrópsia de um bandido famoso, foi encontrada uma anomalia, influenciando a expansão dessa concepção até início do século XX. Logo em seguida virou o fundamento, a justificativa de higienização e eugenia. Dessa maneira, as “raças inferiores” passaram a ser perseguidas, inclusive durante a supremacia nazista. 
A ideia geral de Galton era a reprodução de gênios e de espécimes melhores na humanidade. Essas teorias foram incorporadas por grupos que estavam incomodados com diferentes problemas sociais e acreditavam que a solução seria que as linhagens humanas fossem melhor selecionadas. Essa seleção, porém, tinha ideais discriminatórios e preconceituosos como base para pensar como essa ideia de “melhor”. Apoiavam o movimento cientifico e social que se ocupava da “melhoria” da raça humana por meio das leis de hereditariedade. Criado pelo britânico Francis Galton (1822-1911), no fim do século 19, tornou-se mais adiante uma das doutrinas centrais do nazismo.
    O Brasil não só trouxe a ideia como criou um movimento interno de eugenia. Médicos, engenheiros, jornalistas e muitos nomes considerados a elite intelectual da época no Brasil viram na eugenia a possibilidade para o desenvolvimento do país.
Eles buscavam, portanto, respaldo na biogenética ( nos estudos e resultados de pesquisa de Galton) para excluir negros, imigrantes asiáticos e deficientes de todos os tipos. Assim, apenas os brancos de descendência europeia povoariam o que eles entendiam como "nação do futuro".
Assim como as ideias eugenistas foram a base para o nazismo que acreditava na superioridade da raça ariana, e por isso exterminou milhões de pessoas, no Brasil o aparthaid acontecia usando as mesmas justificativas, a superioridade do branco sobre a diversas raças, sobretudo a negra. 
Essa teoria sustentada pelo racismo, envolveram várias pessoas consideradas intelectuais da época, que criaram escritos e justificativas, para afirmar e reafirmar seus pensamentos. Esse movimento "perdeu" a força, no Brasil, com o avanço da ciência, porém ainda é admirado e cultivado por meio do racismo, por muitas pessoas espalhadas, no país e pelo mundo.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 18:47:55 UTC</pubDate>
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         <title>Teorias Raciais</title>
         <author>IdaianeCarneiro</author>
         <link>https://padlet.com/IdaianeCarneiro/4niqt6myabzm0ucx/wish/1873355848</link>
         <description><![CDATA[<pre>    <em>Desde o período da escravização das pessoas negras, até o os dias atuais viemos enxergando os afrodescentes da mesma maneira, como pessoas inferiorizadas, em detrimento as pessoas brancas. A reprodução das teorias raciais desenvolvidas com baseadas em inverdades, ainda são tratadas com prestígio, por muitos grupos socias, sendo fácil esbarrar em situações corriqueiras que evidenciam sinais da atuação do preconceito e racismo estruturado na sociedade política e civil. 
    Os estudiosos do século XIX no Brasil, copiaram o modelo científico das teorias raciais da Europa e da América do Norte. Mesmo quando os estudos indicaram que não havia diferença entre as duas raças, ou seja, não foram encontradas evidencias que distinguisse o intelecto, psíquico, o comportamento, a estrutura física ou qualquer outro aspecto, entre as duas cores de pele. Ainda assim o brasileiro, se empenhou para criar maneiras de eliminar as pessoas negras.
    Ainda usando o continente europeu como espelho, o modelo capitalista padronizou o trabalho, o mercado, a "postura" civilizatória, o acúmulo de riquezas concentrado nos centros urbanos. 
    O processo histórico nacional apresenta vários momentos de desigualdade social e econômica, de naturalização das injustiças e prosseguiu no momento dito como "libertação" das pessoas escravizadas. Após esse episódio, foram pensadas maneiras racistas de manter os ex escravos em condições subalternas. Assim foram pensadas maneiras de retirada daquelas pessoas, seja de volta para sua terra, ou por meio do branqueamento, que exterminaria a cor preta, gerando crianças a partir do relacionamento específico e exclusivamente entre as duas raças. Essas ações foram realizadas porque as dificuldades e problemas enfrentados eram atribuídos aos indivíduos negros, já que seriam a maioria da população. Sendo assim, a classe dominante se preocupou em trazer europeus, com recursos do governo, para trabalhar e se instalar no país e embranquecer a população. Um dos protagonistas desse evento foi João Batista Lacerda, médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Prometia clarear a população em três gerações, para contribuir com esse processo os negros deveriam permanecer em situações desumanas, aumentando a taxa de mortalidade, as doenças, desnutrição e a fome, destinados a miséria absoluta. 
    Nessa época que estas teorias foram impulsionadas, já que os problemas sociais estavam escancarados. Dessa forma criminalizaram a aparência e comportamento do negro e indígena, exaltando o etnocentrismo branco como superior. Outra figura é o Georges Cuvier foi um naturalista francês que estudava fósseis juntamente com animais vivos estabelecendo a anatomia, observava características físicas, analisando as semelhanças e diferenças entre as espécies. Analisou os seres humanos, com a intenção de justificar as diferenças raciais, sobrepondo uma diante da outra.
 </em></pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 20:54:39 UTC</pubDate>
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