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      <title>Lívia Leite - UFSJ by Lívia Leite</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-14 17:45:47 UTC</pubDate>
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         <title>O que me faz brasileira?</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>O que me faz brasileira é um conjunto de hábitos que eu não deixo de lado. </p><p><br></p><p>Apesar de Minas Gerais não ter praia, eu não fico longe da água, tomar banho de piscina, cachoeira ou rio me faz brasileira. Ah é claro, tomar banho todos os dias e escovar os dentes muitas vezes também são partes muito culturais nossas, as quais aprendemos com nossos ancestrais indígenas.</p><p><br></p><p>Meus hábitos alimentares também me fazem brasileira, eu não saberia viver sem cafézinho, pão de queijo, coxinha e brigadeiro. Os gringos que me perdoe., mas frango do KFC e hambúrgueres do MC Donald não chegam nem perto do nosso churrasco com farofa de bacon, vinagrete e pão de alho. </p><p><br></p><p>Nós aqui de MG, também gostamos muito de ir para pequenas fazendas de parentes aos finais de semana, para curtir a natureza, o silêncioe as paisagens. </p><p><br></p><p>A religião também me faz brasileira, sou católica e junto com minha família vou à missa, rezo terços, participo da Semana Santa e tenho devoção aos santos mineiros também.</p><p><br></p><p>Os hábitos da família do meu namorado também me fazem brasileira, eles não tem muito planejamento e fazem tudo em cima da hora, além de mudar roteiros já programados o que me deixa louca, posi nessa parte sou diferente de alguns brasileiros. </p><p><br></p><p>Os autores que leio com sesu cenários nacionais me fazem gostar de ser brasileira e me inspiram a conhecer e a visitar mais o meu país, Brasil.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 17:56:28 UTC</pubDate>
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         <title>Banco agiota?</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa foto pois mostra a fachada de um banco aqui em São João del-Rei. Ele fica localizado no centro e eu fiquei pensando se o nome dele tem a ver com o termo "agiota" que designa pessoas que emprestam dinheiro a juros de forma ilegal. Um exemplo de como podemos brincar com a língua.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 18:09:44 UTC</pubDate>
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         <title>UaiRango</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa foto porque ela mostra uma marca que em seu nome faz uma brincadeira com o dialeto mineiro. A marca se chama UaiRango, uai é uma interjeição muito usada aqui em MG e rango é uma palavra informal para alimento, também bastante usada. Então eles juntaram as dua no nome do applicativo de pedir comida. E ainda dizem: "Bateu fome? Uai, pede um rango!".</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 18:24:30 UTC</pubDate>
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         <title>Construções </title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Escolhi essa foto, tirada esta semana em Tiradentes-MG, na qual se pode ver que como é uma cidade histórias, as suas são de pedras, estreitas pois na época se passava apenas cherretes e cavalos.</p><p><br></p><p>Além disso, as postas e janelas das casas eram feitas bem grandes e de madeira. Havia também nas portas um tipo de metal acima da fechadura que servia de "campanhia" para chamar na casa. </p><p><br></p><p>As escadas nas portas das casas também eram comuns, muitas calcadas são mais altas que as ruas e também tem degraus. </p><p><br></p><p>Essa casa especificamente tem ale as a telha, mas outras casas de pessoas mais ricas, têm eira e beira que são como se fossem camas de beiradas abaixo do telhado. Se a pessoa tivesse eira e beira além da telha era considerada rica. Tem até uma expressão: "sem eira, nem beira", quando a pessoa não tem nada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 18:34:14 UTC</pubDate>
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         <title>Igreja histórica </title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa igreja fica em Tiradentes-MG, fui lá está semana, ela é histórica, o altas é todo de ouro, ela é a matriz de Santo Antônio.</p><p><br/></p><p>A maioria das igrejas históricas ficam no alto, há muitas escadas e também no alto da cidade, para serem melhor vistas e estarem mais perto do céu.</p><p><br/></p><p>Na porta tem um ferro para que as pessoas que viessem a pé  para a igreja, com os pés ou saoatos sujos de barro pudessem limpar os pés, rapar. Assim, também existe a expressão "pé rapado" para aqueles que não tinham charrete para chegar à missa. Fulano é um pé rapado..., quer dizer, ainda hoje, que é um pobre. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-14 18:39:32 UTC</pubDate>
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         <title>Quaresma</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>A quaresma é um tempo litúrgico da igreja católica e aqui em São João del-Rei e em Tiradentes a maioria dos edifícios públicos e comerciais estão com iluminações e toalhas roxas nas janelas. Isso porque essa cor representa a quaresma, um período antes da Páscoa. Isso mostra que mesmo o Estado sendo laico a ideologia cristã impera sobremaneira nos hábitos e representações das pessoas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:14:31 UTC</pubDate>
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         <title>Cronograma de limpeza</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse é o cronograma de limpeza da minha república, algo muito comum por aqui, mesmo nas repúblicas não tradicionais. Por meio desse a gente organiza as tarefas da casa.</p><p><br></p><p>O tempo se trata de termos toda a semana para fazer a nossa tarefa. Porém o começo da semana deu divergência entre as cultura e precisamos combinar. </p><p><br></p><p>Por exemplo, para mim a semana começava na segunda e terminava no domingo, para minha colega d república a semana começava no domingo e terminava no sábado, isso dava divergência para o prazo do término das tarefas. </p><p><br></p><p>Entramos em acordo e temos agora de segunda a domingo para fazer o que está proposto no cronograma. Assim, a semana começa na segunda e termina no domingo aqui na república.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>Organização da República </title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa são as regras da minha república, a partir das quais nós nos organizamos, podemos assim, conversar com algum membro que não está seguindo, pois estão todos cientes e manter uma unidade de hábitos que respeitem e deixem a todos muito confortáveis.</p><p><br></p><p>Nessas regras há coisas bastante peculiares e culturais, entre nós já havia diferenças em como limpar cada coisa, como as áreas da cozinha, como lavar o filtro, a máquina, no que jogar água e em que apenas passar um pano. Tudo isso já era diferente culturalmente em nossas criações familiares e aqui fizemos algumas reuniões para chegarmos em acordos. </p><p><br></p><p>Além disso, temos um grupo de Whatsapp e outro quadro com canetinha em que colocamos outras discordâncias e discutimos a medida que aparecem mais divergências no que tange aos comportamentos em casa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:26:12 UTC</pubDate>
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         <title>Placa no banheiro </title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa é uma placa que fica no banheiro feminino da UFSJ. É muito grotesco o jeito como falam: "tenha educação!" Para nós brasileiros, mineiros principalmente, tanto é que pessoas escreveram na placa reclamando do modo como foi falado. Porém está rabiscado.</p><p><br></p><p>Ademais, depôs dessa frase a placa explica o que é para fazer, usar a descarga após o uso e ainda mobiliza uma certa identificação para o público, dizendo que o próximo a usar pode ser "você" </p><p><br></p><p>Há outra placa neste banheiro, que apenas cita que o banheiro é "seu" também, por isso é preciso ter higiene. Sempre há uma explicação, um contexto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:33:11 UTC</pubDate>
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         <title>Placa de aviso na sala de aula</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa placa está nas salas de aula da UFSJ, ela pede que não se escreva nas carteiras e explica bem o contexto, diz que há menos gente na limpeza e conta com a colaboração de todos. Ainda coloca embaixo quem está pedindo "turma da limpeza" com o objetivo de sensibilizar as pessoas a não sujaram as mesas, escrevendo nelas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>Estátua do Tiradentes </title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa estátua é de Joaquim Joséda Silva Xavier, o Tiradentes. Aqui ele está imponente e mais alto que a gente para mostrar a valorização dele que era natural de Tiradentes - MG, cidade que ganhou seu nome.</p><p><br></p><p>Ele era um alferes da Coroa portuguess foi considerado o líder da Inconfidência Mineira, um movimento separatista organizado pela elite para tentar separar o Brasil, mais especificamente Minas Gerais de Portugal. </p><p><br></p><p>Isso tendo em vista que o Brasil era colônia na época e os impostos sobre o ouro encontrado aqui em MG eram muito abusivos e então, os donos de Minas se reuniram para tentar dar um golpe. </p><p><br></p><p>Porém, foram dedurados por um integrante do movimento, Joaquim Silvério dos Reis, que por uma espécie de delação premiada, teve suas dívidas perdoadas pela Coroa. Assim, os integrantes foram presos e exilados. </p><p><br></p><p>No entanto, o Tiradentes, que era pobre, foi morto, esquartejado e seu corpo foi espalhado no caminho entre Rio de Janeiro e Ouro Preto. Sua cabeça foi colocada na praça central de Oiro Preto, onde hoje há um obelisco em sua homenagem, porem ela desapareceu, foi roubada de lá na época. </p><p><br></p><p>Na época em que os militares fizeram do Brasil república, em 1889, a figura do Tiradentes foi homenageada como se El fosse um deus. </p><p><br></p><p>Isso porque os militares queriam passar uma boa imagem deles e tinham a profissão em comum com o Tiradentes e até criaram um feriado para eles, dera nesta segunda, 21 de abril, o país para em homenagem a um militar que era dentista, ou seja tirava dentes, e ate usava disso para disfarcar as reuniões da conspiração e tentou promover a independência do Brasil de Portugal.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Placa que acompanha a estátua acima</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa placa, que acompanha a estátuaacima também mostra autoridade, pois nela há uma breve explicação sobre a homenagem e o grupo político que estava no poder na época em que colocaram a estátua é que a ofereceu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:55:31 UTC</pubDate>
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         <title>Placa UFSJ</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa placa na UFSJ também mostra quem foram as autoridades que estavam no poder quando se deu a inauguração de uma das unidades de salas da universidade. Isso para mostrar que eles que o fizeram, que foi na administração deles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 01:58:33 UTC</pubDate>
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         <title>Coxinha</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa é a foto de uma coxinha, que é um prato típico do Brasil, que tirei na cidade onde moram meus pais, Entre Rios de Minas-MG, é uma massa, recheada com frango, empanada e frita. A ideia é imitar uma coxinha de frango, por isso o formato da coxa da galinha. É um salgado delicioso, assim como todas as comidas brasileiras. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 02:05:22 UTC</pubDate>
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         <title>Forró</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse é um anúncio de aulas de forró gratuitas aqui na UFSJ, as quais acontecem todos os domingos, aqui no Campus Dom Bosco.</p><p><br/></p><p>Começam 17h e vão até às 19h, porém pode-se chegar mais tarde ou sair mais cedo e não é obrigatório ir a todas as aulas. Isso mostra a maneira informal de lidar com o tempo por aqui.</p><p><br/></p><p>São aulas muito legais e divertidas, pode vir sem par ou não, há várias dinâmicas e eles ensinam de verdade, pode chegar sem saber nada. O pessoal é muito legal e acolhedor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 02:07:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aniversário </title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Essa é uma foto que tirei na zona rural da cidade em que meus pais moram, Entre Rios de Minas-MG, esse fim de semana, ela mostra a estética de um aniversário brasileiro simples para a família Como tinham muitas pessoas fazendo aniversário, há 5 pares de velas no bolo.</p><p><br></p><p>Além disso, mesmo que essas pessoas não façam aniversário no mesmo dia, os aniversários são perto e por isso não importa muito o dia exato, o que importa é comemorar. </p><p><br></p><p>Os dias são: eu 28/03 já passou, meu padrinho 30/03, minha madrinha 06/03, meu avô materno 13/04 e minha prima 30/04, ainda nem chegou! </p><p><br></p><p>Alem disso, tempo para quando estamos com quem amamos aqui no Brasil. Não temos exatamente um horário para começar extermina a festa quando é só para a família assim, não é um evento em si, pois não tem convidados é como um dia em família. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 02:15:19 UTC</pubDate>
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         <title>Almoço do dia a dia</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>No Brasil, o almoço sempre tem arroz, feijão, uma carne e vegetais. Eu fotografei meu prato, porém não tem feijão pois eu não como esse alimento. Eu sempre fotografo para mandar para minha mãee mostrar como estou cozinhando bem.</p><p><br/></p><p>Na salada costumamos colocar alface, tomate, azeite, sal e podemos incluir mais vegetais. Na carne moída pode-se colocar cebola, tomate, pimentão ou batatas cozidas. O arroz é sempre soltinho e branco, nunca muito cozido, nem muito duro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 02:19:44 UTC</pubDate>
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         <title>Planner</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse é meu planner, ele é mais detalhado que uma agenda e nele eu organizo toda a minha vida. Com horários e blocos de tempo bem estabelecidos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 02:37:36 UTC</pubDate>
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         <title>Orientação interna x externa</title>
         <author>leitelivia002</author>
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         <description><![CDATA[<p>Mulan (1998) - Dilema: Orientação interna x externa</p><p><br></p><p>No filme, Mulan é uma jovem que precisa de um casamento para honrar sua família. Assim, sua mãe  e avó a levam a um casamenteira. Porém, chegando lá, a mulher não gosta dos modos da jovem, porque ela acaba sendo um pouco desastrada e a diz que ela não tem honra para se casar, que é uma pessoa ruim, o que a faz ficar muito chateada.</p><p><br></p><p>Em casa, pessoas de confiança do imperador vão até a vila de Mulan, para notificar que pelo menos um home de cada família deve servir no exército, pois a China está sendo invadida. No entanto, o pai de Mulan é um senhor de idade, que está doente, por isso ela não quer que ele participe da guerra.</p><p><br></p><p>Logo, Mulan corta seu cabelo, se veste de homem e foge para ir escondida servir ao exército chinês. Aqui já começamos a ver o dilema cultural interno x externo, pois, por ser mulher, ela não poderia ir lutar, mas por sua convicção interna é sua missão fazer isso para salvar seu pai.</p><p><br></p><p>Ao chegar ao campo de treinamento dos soldados e observar o externo, como a natureza dos homens, Mulan quase desanima, porém, por sua convicção interna ela fica, dribla os desafios e consegue ser uma boa soldada. Além disso, seu amigo "uchu", mandado por seus ancestrais para lhe ajudar falsifica uma carta para justificar uma orientação externa ao general de que devem ir lutar, pois ele estava esperando um aviso de fora. </p><p><br></p><p>Em um momento em que seu exército está sendo atacado e o general não sabe o que fazer, e por um exagero de convicção interna tenta enfrentar um exército muito maior de frente, Mulan observa o externo, ela olha para a natureza e mira um míssel num picode neve, que cai e acaba com o exército adversário. Aqui, o externo foi mais eficiente.</p><p><br></p><p>Por um exagero de convicção interna o general pensa que já venceu a guerra e também dispensa Mulan, por descobrir que ela é mulher, já que como ela se feriu a viram sem os disfarces.</p><p><br></p><p>Todavia, Mulan avisa-os que os adversários se recuperaram e vão tentar novamente atacar o império e matar o imperador. Mas o genrela, por um exagero do externo, em que observa e não vê isso, declara que seu trabalho já terminou. </p><p><br></p><p>Porém, Mulan estava certa, por seguir a sua intuição e consegue armar uma estratégia para acabar com os adversários, assim, ela, os soldados e o general resolvem o conflito. Portanto, ela é honrada e premiada pelo imperador que a parabeniza por ter salvado a sua vida e a dos outros. Assim, fica perceptível que é preciso haver um equilíbrio entre o interno e o externo.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:37:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tempo sequencial X Tempo sincrônico</title>
         <author>leitelivia002</author>
         <link>https://padlet.com/leitelivia002/4li2ycxjpfcybj7p/wish/3419808668</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme "Se eu fosse você" comça falando sobre o tempo sequencial. O narrador explicita que a cada 7. 850 milhões de anos e 130 dias, os planetas Vênus e Marte se alinham no céu e algo mágico acontece.</p><p><br></p><p>Nesse sentido, o filme mostra a rotina diária do casal Helena e Cláudio. Helena é mãe, organiza o que a faxineira deve fazer, cuida de todos da casa, está lidando com a adolescancia da filha, mediando os conflitos entre ela e o pai, ainda ensaiando um coral de crianças em uma escola particular católica, cujas mães são baste exigentes. Ela faz tudo isso ao mesmo tempo, assim, um tempo sincrônio, em que tenta dar conta de muitas coisas e na terapia percebe que está sobrecarregada.</p><p><br></p><p>Cláudio é um publicitário, ele trabalha em uma agência e tem uma secretária que o ajuda com o tempo sequencial, assim, ele tem horários delimitados, mas também reclama muito com Helena de que está trabalhando demais.</p><p><br></p><p>Em um dado momento o casal discute porque a agência de Cláudio está à beira da falância e Cláudio não achou que sua esposa pudesse ajudá-lo, por isso não contou nada a ela. A esposa, no entanto, fica chateada pois poderia ajudá-lo. Cláudio, porém, menospreza a rotina da esposa e coloca como se o seu trabalho de cuidado fosse "inúti", Helena também acha que ele não faz tanto quanto ele pensa que produz. </p><p><br></p><p>Esse conflito entre o casal mostra bem o dilema dos tempos acontecendo, pois Cláudio está vivendo o exagero do tempo sequencial, medindo o tempo por seus ganhos, salário, agenda e produtividade. Já Helena, vive o tempo sincrônico, sobrecarregada com as várias tarefas "invisíveis" para Cláudio, mas que se ela não prestasse atenção desequilibraria a casa e família.</p><p><br></p><p>Sendo assim, na noite em que ambos desejam em voz alta e ao mesmo tempo ter a vida um do outro, pois acham que a de seu par é mais fácil quando ambos, algo inesperado acontece. Os planetas Vênus, metaforicamente de onde vieram as mulheres e marte, de onde os homens vieram, segundo mitilogias, se alinham. Logo quando amanhece Cláudio e Helena percebem que estão no corpo um do outro, houve uma troca entre os corpos.</p><p><br></p><p>Com isso, sem que ninguém saiba, um passa a viver o tempo do outro, experenciando as atividades, compromissos e prazos que o outro têm, ou seja, vivendo tempos diferentes. </p><p><br></p><p>Cláudio passa a ensaiar as crianças do coral, ter que levar a filha na escola, lidar com os dilemas da adolescência, com as mães chatas do coral, com a organização da casa, da festa que virá, com a TPM  e tudo que a vida de uma mulher requer: depilação, cabelo, unha, salão, fofocas, amigas intrometidas e tudo mais.</p><p><br></p><p>Helena, por outro lado, precisa lidar com a falância da agência, uma nova campanha para lingeries, clientes insatisfeitos, papos machistas dos amigos de Cláudio e tudo o que ele fazia.</p><p><br></p><p>Com isso, ambos reconhecem que cada um faz o que pode pois têm rotinas muito complexas, ambos vivendo os exgeros dos tempos sequencial e sincrônico.</p><p><br></p><p>Eles vão ao psiquiatra, a uma médica e a um místico para tentarem resolver a troca dos corpos, porém, o que eles queria era que se resolvesse o mais rápido possível, medindo o tempo por sua ações, isto é, vivendo o tempo sequencial. Com esse foco, quase se esquecem que nessa sequência havia a festa de 50 anos de Cláudio, mas conseguem se sair bem no evento, sem que ninguém perceba que estão trocados.</p><p><br></p><p>Nesse sentido, no momento em que relaxam e veem o empo como sincrônico, os planetas voltam a seus lugares e quando amanhece eles já estão "destrocados" de corpo novamente, o que foi um grande alivio. </p><p><br></p><p>No entanto, as lições que aprenderam ao se colocarem literalemente um no lugar do outro foram muito positivas. </p><p><br></p><p>Helena no lugar de Cláudio criou uma campanha de lingerie fantática para a agência e isso deixou a cliente satisfeita e impediu a faência. Ela também deixou a filha mais à vontade com o "pai" e resolveu o conflito entre genro e sogra, que antes tinham. A sogra até comprou a parte do sócio da agência para evitar que Cláudio perdesse sua empresa.</p><p><br></p><p>Cláudio como Helena ensaiou as crianças para uma apresentação mais animada, também colocou limites no namorado da filha e aprendeu que ser mulher também dá muito trabalho, além disso, nem tudo dá para medir com o tempo sequencial, ele aprendeu a importância também do tempo sincrônico.</p><p><br></p><p>Por fim, ambos aprenderam a equilibrar tempos sequencial e sincrônico além de perceber que um precisa do outro e vice-versa. Logo, o feminino precisa do masculino para se completar e o masculino também precisa do feminino. São dilemas que precisam se equilibrar.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-22 14:42:19 UTC</pubDate>
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         <title>Entre a minimização e a aceitação</title>
         <author>leitelivia002</author>
         <link>https://padlet.com/leitelivia002/4li2ycxjpfcybj7p/wish/3430366031</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com a proposta de Hammer, nós podemos estar em diferentes estágios do Continuum de Inventário de Desenvolvimento Intercultural (IDI). </p><p><br></p><p>Sendo assim, podemos estar na fase de <em>Negação</em>, na qual se nega as diferenças culturais, agimos de forma como se todas as culturas fossem uma coisa só e não nos preocupamos com o assunto.</p><p><br></p><p>Outro estágio é o da <em>Polarização</em>, como o próprio nome já diz, colocamos algumas cultras como sendo as melhores que outras, destacando com muita ênfase os pontos positivos de uma e os pontos negativos de outra, é o nós x eles, que me lembra muito Van Dijk, ao explicar comos e dá o preconceito. </p><p><br></p><p>Além dessa fase, há a <em>Minimização</em>, na qual nos encontramos desvalorizando as diferenças. Assim, pensamos que há múltiplas culturas, mas no fundo "todo mundo é igual". Depois vem a<em> Aceitação</em>, em que também se reconehce a multiciplidade cultural, porém vai além disso há a valorização, a curiosidade de compreender diferentes culturas.</p><p><br></p><p>Por fim, há <em>Adaptação</em>, estágio em que todos amejamos chegar, o qual se trata de criar pontes entre as culturas, quando nos ajustamos conscientemente para fazer parte de mais de uma cultura. </p><p><br></p><p>Nesse sentido, tendo em vista que a autoavliação é uma tarefa com a qual tenho certa dificuldade, pois, ao mesmo tempo que temos muita autocrítica com nós mesmos, temos que ter certa empatia também e tentar olhar por um viés, mais "objetivo", do que subjetivo, porém isso não é de fato possível quando se trata de de algo tão particular quanto compreender como nos sentimos diante de outras culturas.</p><p><br></p><p>Jodelet vai dizer que as representações sociais são conhecimentos socialmente compartilhados. Dessa forma, eu acho que quanto mais envolvidos com representações novas, de outras culturas, mais estaremos receptivos a nos adaptar a elas, por isso agredeço ao professor Orlando Kelm pelo curso, bem como o Promel por nos abrir os olhos para tantas boas diferenças e novidades culturais.</p><p><br></p><p>No momento em que eu me encontro, eu diria que estou entre a minimização e aceitação. Isso porque, tentei me analisar por meio das seguintes categorias: </p><p><br></p><p>Cognitivo: com o curso de graduação em Letras, o mestrado em Crítica da cultura e este curso com Orlando Kelm, condigo perceber que há muitas diferenças culturais e que isso depende de cada cultura, porém, muitas vezes me pego pensando em a representações sociais construídas com perspectivas superficiais, ao consumir filmes, livro e músicas mais ocidentais, por exemplo. Porém me encaixo um pouco na aceitação ao ter empatia com as outras culturas, me aproximar da meditação budista, por exemplo, gostar de vídeos da Monja Coen. No entanto, percebo que meu consumo cultural ainda é filtrado por um viés elitizado, predominante em determinados contextos sociais.</p><p><br></p><p>Afetivo: Sempre me encontro muito aberta a respeitar e a entender diferentes culturas, porém, não tenho tanta curiosidade em conhecer a fundo coisas muito diferentes da minha realidade. Como dito, consumo muito o que é visto como "gourmet" pela elite branca, sou de uma religião predominante, sigo valores muito arraigados na minha cultura e nem sempre me sinto confortável e curiosa a me atentar para outras culturas. Sendo assim, peco um pouco em aprender com o "outro" mesmo que isso cause estranhamento, porém jamais desrepeitaria ou traria como inferior uma cultura diferente da minha.</p><p><br></p><p>Comportamental - ações e reações frente às diferenças: Adoto uma postura muito respeitosa e educada, porém de acorod com os meus valores, isso me deixa bastante na fase de minimização, pois nem sempre me atento a outros costumes. No entanto, se eu estivesse viajando para algum lugar em que a cultura fosse diferente da brasileira. Tomaria muito cuidade em respeitar costumes, aprender a cultura local, estaria disposta a me adaptar - o que reflete aceitação - para não constranger ninguém, nem ser constrangida.</p><p><br></p><p>Percepção cultural: num primeiro momento, poderia pensar em a cultura se trata de algo superficial, como roupas, idiomas e afins. No entanto, ao estudar mais sobre o tema, como na disciplina do mestrado "Teorias Críticas da Cultura", sei que cultura é um sistema muito complexo, que molda percepções e culturas. Como defende Giddens, há uma duplicidade em nossa agência, ou seja, nossas ações tem um efeito duplo, a estrutura maior no afeta: a cultura, o poder, o discurso, mas nós também a afetamos. Nós também podemos compreender esse sistema complexo e agir de acordo com o que é proposto e assim se adaptar a uma nova cultura.</p><p><br></p><p>Relação com o poder: aqui, o pêndulo já está mais para a aceitação, pois compreendo profundamente as assimetrias entre os grupos sociais e a desigualdade que assola diferentes culturas. Se voltramos a Marx, perceberemos que cada cultura possui uma superestrutura- o de estão as classe dominantes - o poder e a infraestrutura, em que se situam as classes dominadas, o proletariado. Assim, o Aparelhos de Estado, como defende Althusser, vão atuar, para garantir que essas estrutura continue funcionando, ou por repressão, ou isto é, força ou pela ideologia - uma coerção que vem pelos discursos.  Para que se aceite ou "naturalemente" as regras do sitema ou "na marra". Logo, procuro compreender criticamente o <em>status quo</em> de diferentes cuturas.</p><p><br></p><p>Sobre a diversidade: em se tratando desta categoria também creio estar mais perto da <em>Aceitação. </em>Busco compreender o que é valorizado em diferentes culturas, aprender com as diferenças e me abrir a estudar sobre tais divergências culturais sem discriminar, ou ignorar o outro. Dessa maneira, Moscovici, o desenvolvedos das Teorias das Representações Sociais, vai dizer que ós construímos essas conhecimento sobre o social por meio de dois processos: a ancoragem e a objetivação. </p><p><br></p><p>Na ancoragem, tentamos trazer o que é diferente para perto, comparando essa novidade com algo similar, foi isso que fizemos ao montar o padlet com as categorias do LESCANT, tentamos trazer o que do brasileiro em contraponto com o que é de outras culturas, também comparamos culturas ao analisar os filmes.</p><p><br></p><p>O outro processo, a objetivação consistem em trazer o que é simbólico para o concreto, por meio de metáfora por exemplo. Como metáfora é uma área que eu pesquiso bastante no mestrado, posso afirmarque as usamos todo o tempo para compreender novas culturas e também para dismistificar metáforas estereotipadas criadas.</p><p><br></p><p>Então, vamos substituindo metáforas como: </p><p><br></p><p>Africa é pobreza, por África é riqueza cultural, é savana, é tesouro, é um continente, nõ é um país só, é herança de reinos.</p><p><br></p><p>Chinês é olho puxado, por: chineses são inteligentes, são pesquisadores natos, têm costumes diferentes com os quais podemos aprender, são pura sabedoria oriental.</p><p><br></p><p>Brasil é futebol, por Brasil também é praia, é pão de queijo, Brasil não é só mato, é Carnaval, é aconchego, é respeito</p><p><br></p><p>Estrangeiros são invasores, por estrangeiros são pontes para novos aprendizados, são sabedoria, fonte de novidade, são alegria.</p><p><br></p><p>Tudo o que vem de fora é ruim, por tudo o que vem de fora é diferente, é novo é aprendizado, é cultura pura. </p><p><br></p><p>Dessa forma, ao desconstruirmos estereótipos e reformularmos metáforas, ampliamos nosso repertório simbólico e colaboramos para a construção de representações sociais mais plurais, críticas e inclusivas.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 18:37:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>leitelivia002</author>
         <link>https://padlet.com/leitelivia002/4li2ycxjpfcybj7p/wish/3438254886</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo deste curso, fui levada a refletir profundamente sobre a forma como percebo e interajo com outras culturas. Os modelos teóricos apresentados — como o LESCANT de Victor, a Teoria dos Dilemas Culturais de Trompenaars e Hampden-Turner, o Inventário de Desenvolvimento Intercultural (IDI) de Hammer e as Dimensões Culturais de Hofstede — ampliaram minha compreensão conceitual e provocaram em mim um movimento de autoconhecimento e reposicionamento frente à diversidade cultural.</p><p><br/></p><p>Essas teorias forneceram uma base teórica sólida para a análise de diferentes culturas e também despertaram em mim uma consciência mais crítica sobre as minhas próprias suposições, valores e padrões de comportamento. Com o modelo LESCANT, por exemplo, pude observar como linguagem, organizaçãosocial, ambiente, contexto, autoridade, não-verbal e tempo se entrelaçam na comunicação intercultural. Essa estrutura me ajudou a entender melhor as raízes de possíveis mal-entendidos em interações com pessoas de outros contextos culturais, o que permite uma comunicação  mais empática e estratégica.</p><p><br/></p><p>A Teoria dos Dilemas Culturais, por sua vez, me revelou a complexidade dos sistemas de valores que moldam comportamentos em diferentes culturas. Dilemas como individualismo versus coletivismo, ou universalismo versus particularismo, me desafiaram a reconhecer as múltiplas formas de se organizar socialmente e resolver conflitos. Comecei a perceber que muitas atitudes que antes me pareciam "naturais" ou "lógicas" são, na verdade, construções culturais, e que a chave para uma convivência harmônica está em suspender o julgamento e buscar compreender a lógica interna do outro.</p><p><br/></p><p>Já o Inventário de Desenvolvimento Intercultural (IDI) me convidou a olhar para dentro, para minhas atitudes e competências frente à diversidade cultural. Foi um instrumento que me levou a reconhecer meus pontos fortes, mas também minhas limitações no caminho do desenvolvimento intercultural. Entendi que o verdadeiro crescimento ocorre quando nos dispomos a sair da nossa zona de conforto, a escutar com genuíno interesse e a nos adaptar de forma respeitosa, sem perder a autenticidade.</p><p><br/></p><p>As Dimensões de Hofstede, por fim, contribuíram para que eu compreendesse melhor os padrões culturais predominantes em diferentes países e como esses padrões influenciam desde práticas organizacionais até dinâmicas familiares. Perceber essas dimensões — como distância do poder, aversão à incerteza, masculinidade versus feminilidade, entre outras — foi fundamental para enxergar as culturas como sistemas complexos, mas passíveis de análise e compreensão.</p><p><br/></p><p>Ao integrar esses modelos ao meu repertório pessoal, sinto que me tornei uma pessoa mais preparada para atuar em contextos multiculturais, seja no âmbito profissional, acadêmico ou pessoal. Mais do que decorar conceitos, o curso me ensinou a pensar criticamente sobre cultura, a reconhecer meus próprios vieses e a valorizar a riqueza que há na diferença. Hoje, compreendo que o diálogo intercultural exige conhecimento, sensibilidade, humildade e disposição para aprender continuamente com o outro.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 15:28:51 UTC</pubDate>
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