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      <title>Guineanos-Sudaneses Muçulmanos by grupo 5 sesi</title>
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      <description>Artur de Oliveira, Beatriz Brasileiro, Mikaela Batista, Maria Eduarda Mascarenhas e Sophia de Castro</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-06 18:38:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Rotas comerciais transaarianas</title>
         <author>g5sesipia</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2908577189</link>
         <description><![CDATA[<p>As rotas comerciais transaarianas, que conectam as regiões ao sul do deserto do Saara com o norte da África, desempenharam um papel crucial na disseminação do Islã na região. Comerciantes muçulmanos e estudiosos islâmicos viajavam ao longo dessas rotas, trazendo consigo a fé islâmica e compartilhando-a com as comunidades locais.</p><p><br></p><p>Essas rotas foram essenciais para a troca de bens, ideias e conhecimento entre diferentes civilizações, elas conectavam diversas regiões, possibilitando o comércio de ouro, sal, escravos, tecidos e outros produtos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-06 18:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Origem e História </title>
         <author>g5sesipia</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>Guineanos:</em> A Guiné é um país localizado na costa ocidental da África, e os guineanos são os habitantes desse país.</p><p><em>Sudaneses:</em> O termo "sudanês" historicamente se referia à região ao sul do deserto do Saara, abrangendo uma vasta área que incluía partes da África Ocidental e Nordeste africano.</p><p><em>Mulçumanos:</em> A influência do Islã na região remonta a séculos, com a propagação do Islã por meio de rotas comerciais transaarianas e transatlânticas. Muitas comunidades na África Ocidental adotaram o Islã e incorporaram suas tradições religiosas e culturais.</p><p>Portanto, os Guineanos-Sudaneses Muçulmanos têm suas origens em uma região geográfica ampla, com influências culturais, étnicas e religiosas diversas que contribuíram para a riqueza da sua identidade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-06 18:56:15 UTC</pubDate>
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         <title>Como foram trazidos</title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os povos Guineanos-Sudaneses Muçulmanos vinham por meio do comércio transatlântico de escravos, os navios negreiros. Esses navios eram embarcações utilizadas para transportar africanos escravizados da África para as Américas, onde seriam vendidos como mão de obra escrava. Muitos dos africanos trazidos nestes navios eram submetidos a condições desumanas durante a travessia, incluindo superlotação, doenças e maus-tratos.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-06 19:29:37 UTC</pubDate>
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         <title>Contribuições para a Bahia</title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
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         <description><![CDATA[<p>A presença desses povos na Bahia contribuiu significativamente para a formação da cultura afro-brasileira na região. Podendo ser observada na cultura baiana, incluindo a música, a dança, a culinária e as práticas religiosas.</p><p><br></p><p>Por exemplo, elementos da culinária afro-baiana, como o uso de especiarias, o preparo de pratos à base de arroz e feijão, e o uso de ingredientes típicos da região da Guiné e do Sudão têm raízes na herança culinária desses povos. Além disso, manifestações culturais como o candomblé e outras práticas religiosas afro-brasileiras também refletem influências desses povos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-06 19:55:55 UTC</pubDate>
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         <title>Dia 24 e 25</title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A religião islâmica foi determinante até na escolha do dia 25 de janeiro para o início do levante. Para os católicos, a data é dedicada a Nossa Senhora da Guia e faz parte da festa do Senhor do Bonfim, uma das mais tradicionais da Bahia. </p><p><br></p><p>Mas, para os muçulmanos, era dia de comemorar o Laylat al-Qadr, uma das festas islâmicas que precedem o fim do Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-06 20:21:58 UTC</pubDate>
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         <title>Resistência e lutas por direitos</title>
         <author>g5sesipia</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2929025773</link>
         <description><![CDATA[<p>A Revolta dos Malês é um capítulo crucial na história da resistência contra a escravidão no Brasil, evidenciando a diversidade das origens dos escravizados e suas diferentes formas de resistência.</p><p><br/></p><p>Este episódio histórico é notável por ter sido liderado por escravizados africanos que mantinham a fé islâmica e possuíam conhecimento em língua árabe. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 18:35:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Contribuições Culturais:</title>
         <author>g5sesipia</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2929058146</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><ul><li><p>A culinária afro-brasileira, incluindo pratos como esse, reflete a fusão de tradições culinárias africanas com ingredientes e técnicas locais encontrados no Brasil. O prato é conhecido por sua combinação de arroz, feijão fradinho, camarão seco, pimentões, cebola e outros temperos e especiarias.</p></li><li><p>É feito sem sal, óleo ou tempero e cozido com bastante água. Na hora das refeições, os adeptos do islã só consumiam alimentos preparados por mãos muçulmanas, não ingeriam carne de porco e praticavam jejum no Ramadã.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-21 19:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Localização geográfica </title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2930697817</link>
         <description><![CDATA[<p>No passado, os povos Guineanos-Sudaneses Muçulmanos estavam na região geográfica que abrangia partes da África Ocidental e Nordeste africano. Em países como Guiné-Bissau, Sudão, Nigéria, Senegal e vários outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-23 02:34:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Subdvisão dos povos</title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2930712880</link>
         <description><![CDATA[<p>Os Guineanos-Sudaneses Muçulmanos dividiam-se em quatro subgrupos: fula, mandinga, haussás e tapas. Esse grupo tinha a mesma origem e destino dos sudaneses, a diferença estava no fato de serem convertidos ao islamismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-23 03:16:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Revolta dos Malês - 1835</title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2930717178</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi a maior revolta de escravos da história do Brasil e mobilizou cerca de 600 escravos que marcharam nas ruas de Salvador convocando outros escravos a se rebelarem</p><p><br/></p><p>Os objetivos da revolta eram: abolição e fim do catolicismo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-23 03:28:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências: </title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2930720360</link>
         <description><![CDATA[<p>hm-KzcDt19g-PpiS2MwKlB0U3Pw4nCl5QVHaiMsinpL0QApTy60J5SuV~EgxGqVAY9Kgxl--bl6zZGhkyU34PU5lhEPJfm-o~0VXNK-NZFadaO440QS2AM8wbiV2AqY7cWVdPvdI2TKNWokMpDly2869PFYHRzmDjQHjFbX7mhTe0dyMRHi-Qf9ldedxFim50jJhttRA0V3Fun9Uzw__&amp;Key-Pair-Id=APKAJLOHF5GGSLRBV4ZA</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44011770">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-44011770</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://istoria-do-brasil-e-do-mundo.hi7.co/a-revolta-dos-males-em-1835-56c6566c0fc54.html">historia-do-brasil-e-do-mundo.hi7.co/a-revolta-dos-males-em-1835-56c6566c0fc54.html</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/566">https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/566</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/566">https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/566</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://terreirodegrios.wordpress.com/2016/09/01/de-onde-eram-os-africanos-escravizados-que-vieram-para-o-brasil/">https://terreirodegrios.wordpress.com/2016/09/01/de-onde-eram-os-africanos-escravizados-que-vieram-para-o-brasil/</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-23 03:37:09 UTC</pubDate>
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         <title>Como estão atualmente</title>
         <author>mikaelabatistasantos</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2930722862</link>
         <description><![CDATA[<p>Atualmente esses povos estão distribuídos por vários países da África Ocidental. As comunidades Guineanas-Sudanesas Muçulmanas desempenham um papel importante na preservação e transmissão de suas tradições culturais através da música, dança, culinária, vestuário e celebrações religiosas.</p><p><br></p><p>No campo da educação, muitos jovens dessas comunidades têm buscado oportunidades de estudo e formação profissional para contribuir para o desenvolvimento de suas sociedades e alcançar uma melhor qualidade de vida.</p><p><br></p><p>A prática religiosa continua a ser um elemento central na vida desses povos, com a manutenção de mesquitas (é o ponto de encontro muçulmano para a oração) e a observância dos rituais islâmicos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-23 03:45:08 UTC</pubDate>
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         <title>Haussás </title>
         <author>g5sesipia</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2931374413</link>
         <description><![CDATA[<p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-24 12:59:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>g5sesipia</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2931393054</link>
         <description><![CDATA[<p>Munidos de lanças, espadas e porretes, os feridos se viram obrigados a recuar diante de policiais armados. Muitos outros também foram presos. Desnorteados, fugiram da cidade e pediram ajuda aos escravos do Recôncavo, o coração do escravismo baiano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-24 13:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>Amuletos </title>
         <author>g5sesipia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para se proteger do inimigo, os guerreiros islâmicos confeccionaram amuletos com trechos do Corão escritos em árabe, como "Ajude-nos contra aqueles que rejeitam a fé!" e "Resgatai-nos desta cidade cujo povo é opressor!", em pedacinhos de papel guardados em bolsas de couro costuradas à mão. Cada talismã, acreditavam, "protegia" de uma arma.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-24 21:06:02 UTC</pubDate>
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         <title>Região em que foram trazidos </title>
         <author>g5sesipia</author>
         <link>https://padlet.com/g5sesipia/4leirm4pzgoy9wtn/wish/2932901352</link>
         <description><![CDATA[<div>Trazidos para regiões do Brasil, como a Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e outras áreas onde a demanda por mão de obra escrava era alta devido à intensa atividade agrícola. Locais onde a produção de cana de açúcar e de café era predominante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-25 18:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Agradecemos pela atenção!</title>
         <author>g5sesipia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-25 19:16:54 UTC</pubDate>
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