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      <title>Rafael Mendo - 2EMB by Rafael Mendo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-02-05 19:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>12/02</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3326329369</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa primeira aula, discutimos um pouco sobre o tema que será a base desse itinerário: a ideologia por trás dos conceitos de "bom" e "mal". Assim, assistimos à três vídeos cuJo tema principal é a dualidade - a coexistência de duas forças opostas que, de alguma forma, se complementam. Assim, discutimos e respondemos as perguntas.</p><p><br></p><p><strong>Vídeo 1 - "300"</strong></p><p><strong>1 - </strong>A dualidade principal apresentada no trecho do filme <em>300</em> é a oposição entre o Ocidente (gregos/espartanos) e o Oriente (persas) - combate entre liberdade e tirania, coragem e opressão.</p><p><br></p><p><strong>2 - </strong>No contexto do filme, os espartanos são representados como os heróis que lutam bravamente por sua liberdade e por toda a Grécia, enquanto os persas são retratados como invasores opressores, liderados por Xerxes, um governante que busca subjugar os gregos. </p><p><br></p><p><strong>3 - </strong>Há vários elementos que evidenciam a dualidade posta no filme, como os espartanos sendo retratados com corpos fortes, disciplinados e vestimentas minimalistas. Enquanto os persas são representados com roupas extravagantes, piercings, maquiagens exóticas e figuras grotescas. Também pode-se citar o uso do contraste entre luz e sombra e os tons das coras (as cenas dos espartanos geralmente possuem iluminação forte, tons dourados e um ambiente heroico, enquanto os persas são  mostrados em cenários mais escuros, com cores frias ou exageradas).</p><p><br></p><p><strong>Vídeo 2 - "Justiça Jovem"</strong></p><p><strong>1 - </strong>A ideia de dois lados opostos é dada por meio de algumas características da história, como a vida real de jovens adolescentes se tornando vidas fictícias de super-heróis, a princípio, sendo possível somente na imaginação, como um mito. Outra forma de percebermos o contraste entre duas faces da história é analisando o fato de haver personagens humanos e alienígenas (mais um mito).</p><p><br></p><p><strong>2 - </strong>É possível perceber a ideia de dualidade por meio de escolhas artísticas pensadas para a cinematografia da série, podendo ser evidenciadas algumas cenas onde o jogo de iluminação demonstra com cores opostas essas duas faces das personagens (por exemplo, azul e vermelho). Em relação às escolhas sonoras, percebe-se o uso de sons fortes quando as cenas têm relação com o perigo que cerca a história, prendendo a atenção e se destacando entre as outras cenas.</p><p><br></p><p><strong>Vídeo 3 - "Cisne Negro"</strong></p><p><strong>1 - </strong>O dualismo da personagem principal apresentado é uma disputa entre ela com a sua própria mente. Fica claro, no trailer, que a bailarina está em um conflito com a personificação da ideia de "perfeição" (lado "negro"), uma vez que vemos uma constante briga entre qual lado deve ser levado em conta quando se trata da vida no ballet.</p><p><br></p><p><strong>2 - </strong>O próprio fato de existirem duas personagens, sendo um o Cisne Branco e outro o Cisne Negro (duas cores opostas), já demonstra de forma clara essa dualidade entre as duas faces das personagens. É possível perceber, também, uma relação entre as cores dos Cisnes e o símbolo da filosofia chinesa Yin-Yag, o qual representa a existência de dois pólos opostos que se complementam, tal qual os diferentes lados que se fundem em uma personagem principal complexa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-12 19:51:51 UTC</pubDate>
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         <title>19/02</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3334563195</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1° PARTE:</strong></p><p>Assistimos à dois vídeos passados pelo professor sobre a relação dos indivíduos em uma sociedade. </p><p><br></p><p><strong>Vídeo 1: Propaganda Coca-Cola</strong></p><p>É um experimento social. Com ele, podemos discutir sobre os estereótipos, preconceitos e racismo. </p><ul><li><p>As fotos de algumas pessoas eram mostradas à voluntários e as suas reações ganharam destaque.</p><ul><li><p>Um cara branco grande, careca, com barba, jaqueta de couro e tatuagens foi descrito como "Um cara que não trabalha, e se trabalhar, é em uma banda de rocky" - depois foi revelado de que ele é um assistente social;</p></li><li><p>Um homem negro com dreads e bandana ganhou o comentário "Ele é um ladrão, não está dentro da sociedade" - mais tarde, revelou-se que ele é um trabalhador de T.I.;</p></li><li><p>Por fim, a foto de uma senhora branca com cabelos grisalhos foi dita como "Uma pessoa que não faz muita coisa, mais quieta" - descobriu-se então que ela, na realidade, é uma DJ.  </p></li></ul></li></ul><p>Nesse vídeo, percebemos o quão rápido uma impressão sobre alguém - boa ou não - é formada, baseada em experiências e influências externas inconscientes de cada um.</p><p><br></p><p><strong>Vídeo 2: "Coisas de Pássaros" (PIXAR)</strong></p><p>Representa, utilizando-se de uma situação com pássaros, a ideia de exclusão e bullying por conta das diferenças de uma pessoa perante um grupo.</p><ul><li><p>Pássaros (idênticos) brigam pelo espaço em um fio de poste até que uma ave diferenciada, com pescoço alongado, penas bagunçadas e bico maior chega para se incluir no espaço.</p></li><li><p>A primeira reação de todos é rir, se entre olhar e se afastar, cochichando sobre o indivíduo. Após a acomodação da ave excêntrica, eles acabam tentando derrubá-la do fio, fazendo com que todos os outros pássaros sejam jogados para cima, perdendo as suas penas.</p></li><li><p>No final, a própria ave ri deles, agora despenados e inseguros.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>2° PARTE:</strong></p><p>Após uma discussão sobre os vídeos, a qual serviu como base para as descrições acima, devemos pesquisar sobre os seguintes termos:</p><ul><li><p>Memória;</p></li><li><p>Territorialidade;</p></li><li><p>Ancestralidade;</p></li><li><p>Religiosidade;</p></li><li><p>Etnia;</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-19 16:21:41 UTC</pubDate>
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         <title>26/02</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3344177384</link>
         <description><![CDATA[<p>A sala se reuniu em grupos, os quais ficaram separados em cinco estações formadas por mesas. Assim, realizamos uma dinâmica com a leitura de 5 Mitos da Criação - histórias criadas por humanos para explicar o início de todo o Universo. Cada mito era originado de uma distinta cultura da antiguidade - Chinesa, Árabe, Hebraica, Africana e Tupi Guarani. Analisamos cada texto e interpretamos para obter algumas discussões sobre as seguintes perguntas:</p><p><br></p><p><strong>1 -  Comparando os textos: conhecimento prévio versus informações do texto, a sua visão sobre esses povos mudou após a leitura dos mitos?</strong></p><p>Sim, a minha visão sobre os povos detentores das mitologias lidas mudou. Foi uma experiência muito interessante conhecer novas histórias, além daquelas naturalizadas na nossa sociedade ocidental (como a hebráica). A leitura desses mitos revelou a diversidade de visões e a forma como cada sociedade entendia o surgimento do universo e da humanidade, o que reforçou a ideia de que todas as culturas compartilham o desejo de compreender sua origem e seu lugar no universo, com o uso de elementos naturais e a tentativa de dar sentido à vida e à ordem do mundo. </p><p><br></p><p><strong>2 - Aponte duas semelhanças e duas diferenças entre os mitos lidos.</strong></p><p>O mito Tupi Guarani e uma das vertentes da mitologia Africana se conversam quando se trata da relação entre o Homem, as Divinidades, o Sol e a Lua. </p><p>Na narrativa indígena, Guaraci é a divindade do sol, que cuida dos seres vivos durante o dia e fornece o calor e a luz solar e Jaci foi designado como o deus da Lua, protetora das plantas e da reprodução, recebendo rezas das indígenas dizendo para protegeram os seus maridos. </p><p>Já na história Africana, mais especificamente dos povos Sãs, também há a veneração do Sol e da Lua, acreditando em figuras mitológicas que influenciam os eventos climáticos e o comportamento humano.</p><p>Sobre as diferenças entre os mitos citados, é possível considerar o fato de que nas histórias africanas, não há um Mito de Criação, uma vez que acreditam que o Universo e os animais são eternos.</p><p>Já os Guaranis dizem que não havia nada, nem mesmo a Terra, apenas o caos, havia somente uma energia geradora que resultou na criação das divinidades.</p><p><br></p><p><strong>3 - Que elementos da cultura desses povos nos auxiliam a compreender melhor a história?</strong></p><p>Muitos mitos explicam a origem do mundo por meio de elementos naturais, como água, terra, fogo e ar. Isso revela a importância que esses povos davam à natureza e como viam sua relação com o ambiente ao seu redor. A forma como cada cultura retrata seus deuses e criadores também mostra sua visão sobre poder, moralidade e propósito da existência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-02-26 19:56:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>21/02</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3380423751</link>
         <description><![CDATA[<p>Discutimos sobre as pesquisas dos termos apresentados na aula passada, chegando às seguintes conclusões:</p><ul><li><p><strong>Memória:</strong> é a capacidade de adquirir, armazenar e recuperar informações. O cérebro seleciona e guarda aquilo que considera relevante, inicialmente em uma memória de curto prazo. Se uma informação percebida como significativa, é consolidada na memória de longo prazo. Existem três tipos principais de memória: a episódica , que armazena gravações de eventos pessoais, como o dia em que conhecemos um artista admirado; a semântica , que envolve conhecimentos adquiridos sobre o mundo ao longo da vida; e a não declarativa , que não pode ser expressa verbalmente ou ensinada diretamente, como a memória motora, responsável por habilidades como falar ou andar.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Território:</strong> refere-se à relação entre as pessoas e o espaço em que vivem, incluindo suas atividades diárias e interações sociais.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Ancestralidade:</strong> é a conexão com os antepassados ​​e o legado cultural, religioso e histórico que eles deixaram. Pode ser dividido em dois aspectos principais: a religiosa , baseada na crença de que, após a morte, um indivíduo se torna um espírito capaz de proteger seus familiares; e a genética , que diz respeito à similaridade genética entre indivíduos e populações.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Religiosidade:</strong> é uma manifestação das crenças e práticas religiosas de um indivíduo, podendo ou não estar vinculada a uma instituição religiosa.</p><p><br></p></li><li><p><strong>Etnia:</strong> é um grupo de pessoas que compartilha uma origem comum, definida por aspectos como genealogia, língua, cultura, história ou características físicas. Essas semelhanças fortalecem a identidade coletiva dentro do grupo.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 01:21:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>26/02</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3380475772</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa aula foi destinada à apreciação do documentário <em>"Povos - Territórios e Identidades Nacionais"</em>, que trata sobre três principais grupos sociais: os caiçaras, indígenas e quilombolas, trazendo aspectos de sua vivência e sobrevivência no mundo moderno e os pricipais conflitos entre suas tradições e os ideais capitalistas da sociedade contemporânea. O filme acompanha também o processo de cartografia social, destinada especialmente à proteção destas comunidades tradicionais, visando limitar a àrea na qual empresas e o Governo podem alterar a fim de preservar as culturas que estão nas raízes do Brasil desde sua existência.</p><p>Durante a apresentação, fomos orientados a perceptar ideias semelhantes aos seguintes termos: <strong>memória, identidades e cultura/etnia.</strong></p><p><br></p><ul><li><p><strong>Memória: </strong>a memória das comunidades tradicionais está profundamente ligada ao território, que não é apenas um espaço físico, mas um elemento essencial da história daquele povo. As relações ancestraisre apresentam laços afetivos que conectam as gerações. Os quilombolas, indígenas e caiçaras mantêm vivas suas histórias por meio da oralidade, dos rituais e das práticas cotidianas, reforçando a relação simbólica e emocional com o lugar onde vivem. </p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Identidades: </strong>é possível perceber no documentário alguns trechos de entrevistas realizadas nas línguas tradicionais das comunidades, um traço marcante na identidade de cada uma. Além disso, os conhecimentos agrícolas e de construção (por exemplo dos caiçaras, que produzem os seus próprios barcos) também representam ideias de cada povo. Um detalhe interessante para se observar é que os quilombolas são mais inferiorizados, pois historicamente procuram proteção, dada a origem dos quilombos (abrigar escravizados fugitivos).</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p><strong>Cultura/Etnia: </strong>os caiçaras têm como principal atividade econômica a pesca, utilizando barcos e redes feitas por eles mesmos a partir dos troncos das árvores. Quilombolas, descendentes de africanos escravizados, preservam saberes agrícolas sobre a terra e seus alimentos. A interação entre esses grupos e os indígenas revela uma rica diversidade étnico-cultural, fortalecida pela transmissão de conhecimentos e tradições.<strong> </strong></p></li></ul><p><br></p><p>Além dessas anotações, é curioso observar as seguintes situações citadas:</p><ul><li><p><strong>Cartografia Social: </strong>proteção para as comunidades tradicionais, visando delimitar o espaço para que empresas possam manipular, evitando assim conflitos e o apagamento das tradições históricas do Brasil pea sobreposição da "cultura" capitalista.</p></li><li><p><strong>Rodovia Rio Santos </strong>- sua abertura tornou a região interessante para a comunidade capitalista, trazendo essas empresas com grandes empreendimentos e ocupações descontroladas, especulação imobiliária (valorização da terra por conta de estruturas - ex. Casa perto do metrô).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 01:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>07/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3380503951</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos assistindo ao documentário iniciado na aula passada (<em>"Povos - Territórios, Identidades e Tradições"</em>). Dessa vez, fomos guiados a responder as seguintes questões, utilizando-se das anotações passadas, comentários do professor e conhecimentos adquiridos pelo conteúdo já assistido.</p><p><br></p><p><strong>1 - Quais Povos tradicionais são destacados?</strong><br>Os povos tradicionais destacados no documentário são os caiçaras, indígenas e quilombolas.<br><br><strong>2 - Qual a importância dos territórios para eles?</strong><br>Os povos possuem memória com os territórios, compartilhando afetos com suas terras tanto na perspectiva da ancestralidade/cultura (uma vez que vivem naquela região há séculos) quanto no aspecto da sobrevivência, pois suas atividades econômicas dependem dessa relação, como a pesca e a plantação local.<br><br><strong>3 - Quais razões dos conflitos por territórios são evidentes?</strong><br>O crescimento do turismo e a valorização das terras próximas ao litoral ou áreas naturais despertam o interesse de grandes empreendimentos, como condomínios de luxo e casas de veraneio. A urbanização forçada e a chegada de novos moradores externos acabam desestruturando os modos de vida dessas comunidades.Além disso, a construção de rodovias, como a Rodovia Rio-Santos, facilita o acesso de investidores e turistas, aumentando a pressão sobre os territórios tradicionais. </p><p><br><strong>4 - Como o Governo (Estado) colaborou para os conflitos?</strong><br>O Governo, ao tombar a região da Mata Atlântica e criar o Parque Estadual da Serra do Mar, expulsou os povos originários do seu próprio território, com a justificativa de que, agora, aquela área deveria ser "preservada". As comunidades tradicionais foram proibidas e intimidadas de construir suas casas e barcos, plantar, pescar - ou seja, viver - pois aquela área é pertencente ao Estado, podendo ser acusados por iniciarem algum crime ambiental (por mais absurdo que pareça).</p><p><br><strong>5 - Quais atividades tradicionais estão evidenciadas no vídeo?</strong><br>Dentre as atividades tradicionais compartilhadas no documentário, evidencia-se a pesca como principal atividade econômica; a confecção própria de pequenos a partir do tronco das árvores locais para a realização da atividade; as pinturas corporais utilizadas pelos indígenas; as construções das moradias com base nos materiais retirados da natureza; etc.</p><p><br></p><p>Além dessas respostas, foi possível observar que essa segunda parte do vídeo retrata mais detalhadamente sobre outro problema que afeta as comunidades tradicionais: a extração de petróleo.</p><p>O maior investimento e produção da área da Bacia de Santos é a exploração de petróleo (pré-sal), o que causou vazamentos de fluidos tóxicos. Assim, a vida marinha e humana foram afetadas, principalmente para os povos caiçaras, cuja principal atividade econômica é a pesca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 02:03:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>28/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3386951852</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1° PARTE: </strong></p><p><br/></p><p>Na primeira etapa da aula, discutimos sobre os trabalhos realizados até agora e qual é o próximo passo para a finalização da eletiva. Agora, iremos tratar não dos conflitos no Brasil, mas sim dos confrontos globais. Para isso, tivemos uma introdução relembrando as relações entre o ser humano e o territótio, discutidas nas primeiras aulas do curso e com a leitura do livro "O Povo Brasileiro" pelo segundo ano.</p><p><br/></p><p>- Os brancos europeus vêem o território com uma relação econômica de exploração, passível de interesses econômicos para lucrar.</p><p>- A divergência entre a relação dos europeus e dos povos originários (que vêem o território como um local de ancestralidade, memórias e religiosidade) é a principal base causadora desses conflitos. </p><p>- Esse pensamento lucrativo é um desrespeito à cultura, à figura do ser humano (pois o interesse econômico, de sucesso, fica à frente do pensamento humanitário) e à territorialidade das sociedades tradicionais.</p><p>- Na América Latina não há quase nenhum terrorismo e conflitos globais, pois seus conflitos são internalizados (com indígenas e negros) e disfarçados do resto do mundo (mas, como exemplo, o Brasil é o país mais violento do mundo e não aparece com nenhuma marca no mapa). </p><p>- Estamos no pior momento de conflitos globais desde a Segunda Guerra Mundial.</p><p><br/></p><p><strong>2° PARTE:</strong> </p><p><br/></p><p>Assistimos ao vídeo da BBC "Conflitos Atuais", a fim de responder as seguintes 3 perguntas (já colocadas no quadro na aula anterior, porém levemente alteradas):</p><p><br/></p><p>Questionário vídeo:</p><p><br/></p><p><strong>1- Diferencie conflitos/guerra.</strong></p><p>Para definir tais conceitos, utiliza-se um parâmetro baseado no número de mortes:</p><ul><li><p><strong>Conflitos:</strong> disputas territoriais e/ou políticas que reúnem 25 mortos por ano.</p></li><li><p><strong>Guerras:</strong> disputas territoriais e/ou políticas que reúnem mais de 1000 mortos por ano.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>2- Elabore um quadro de palavras explicando as causas das guerras/conflitos no mundo.</strong></p><ul><li><p><strong>Território:</strong> ocorre quando países ou grupos disputam a posse de terras e recursos naturais;</p></li><li><p><strong>Religião:</strong> há rivalidade entre grupos com culturas, línguas, tradições ou, especialmente, religiões diferentes. Tais tipos de conflitos são comuns eem regiões onde diversas etnias convivem sem um governo que consiga garantir alguma harmonia entre elas;</p></li><li><p><strong>Governo: </strong>há disputas baseadas pelo controle de governos e instituições com determinadas ideologias e planos em algumas regiões, nas quais cada grupo tenta assumir o poder, podendo gerar guerras civis, luta contra ditaduras e movimentos democráticos;</p></li><li><p><strong>Economia: </strong>a disputa por recursos valiosos, como petróleo, gás natural, metais preciosos e terras férteis movimentam possíveis conflitos e confrontos. Empresas e governos podem financiar grupos armados para garantir o controle desses bens, resultando em violência;</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>3- A posição dos países/potências é neutra? Explique.</strong></p><p>Não, a posição dos países diantes guerras e conflitos não é neutra. Mesmo que alguns países não participem diretamente dos conflitos, os participantes recebem apoios econômicos e armamentistas. Tais relações são determinadas por interesses sociais, políticos e econômicos e podem gerar diversas influências, como a falta de divulgação de certas guerras, relacionada à influência dessas potências na mídia e política internacional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-28 16:24:09 UTC</pubDate>
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         <title>19/02</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3388167208</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PARTE 1:</strong></p><p><br></p><p>Nesta primeira etapa, discutimos um pouco sobre o que sabemos sobre as mitologias criadas ao longo da história da humanidade.</p><p>- O mito é uma narrativa fantástica que possui o objetivo de explicar a origem de tudo aquilo que existe e é considerado importante para um determinado povo. A reunião dessas narrativas forma um conjunto de explicações sobre o mundo chamada de mitologia.</p><p><br></p><p>Falamos também sobre os deuses da mitologia que conhecemos, focando mais na mitologia grega. Assistimos ao vídeo explicativo sobre os principais Deuses Gregos, o qual demonstrou a relação entre eles e quais os seus "poderes sobre-humanos". </p><p><br></p><p><strong>PARTE 2:</strong></p><p><br></p><p>Já na segunda etapa, nos reunimos em grupo de até 6 pessoa spara criarmos um storyline cuja história deveria envolver algum deus da mitologia grega.</p><p>- Conceito de storyline: um storyline é um resumo curto e direto da história, que apresenta os elementos essenciais do enredo sem entrar em muitos detalhes. Ele geralmente inclui o protagonista, o conflito central e o tom da narrativa e pode ser usado para vender uma ideia, guiar o desenvolvimento de um roteiro ou ajudar na sinopse de um livro, filme ou peça.</p><p><br></p><p>Com essa definição em mente, imaginamos diversos tipos de narrativas (desde o mais heróico até o mais simples romance), chegando no seguinte resultado, o qual demos o título de "A ROSA DE TRÓIA":</p><p><br></p><p>No ápice da Guerra de Tróia, o guerreiro grego Apistos recebeu um chamado para a</p><p>luta. Sua esposa, Gaya, ansiando por sua volta e sem notícias do marido, decide visitar o</p><p>Oráculo da região, recebendo a notícia de que uma pessoa amada iria traí-la.</p><p>Gaya passou a suspeitar de todos, até receber a notícia da vitória da Grécia, juntamente à presença de seu marido. A surpresa logo virou uma grande tragédia, quando ela percebeu uma rosa carregada por ele em sua couraça. Questionando-o, Apistos assumiu ter sido seduzido por Afrodite durante seu retorno.</p><p>Mesmo tentando convencê-la com o argumento de que ele não teria culpa - uma vez que ela era uma deusa com poderes sobre-humanos - o casal teve uma briga feia, a qual</p><p>terminou em uma drástica separação eterna.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:10:19 UTC</pubDate>
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         <title>12/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esta aula teve como principal base a questão "Qual a origem dos arquétipos e como eles influenciam o comportamento humano ao longo da história?". </p><p><br></p><p><strong>PARTE 1:</strong></p><p>Assistimos ao primeiro vídeo, o qual nos esclareceu o que são os tais "arquétipos" e como eles etão relacionados com os mitos e a nossa vida em sociedade.</p><ul><li><p>Os arquétipos são estruturas primordiais do inconsciente coletivo, um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung dentro da psicologia analítica. Eles representam padrões universais de pensamento, comportamento e simbolismo que emergem em diferentes culturas e épocas, refletindo aspectos fundamentais da experiência humana.</p></li><li><p>O iconsciente coletivo da sociedade contém os arquétipos, que são padrões herdados e inatos que moldam nossas percepções, emoções e ações.</p></li><li><p>Os arquétipos não são imagens fixas, mas estruturas psicológicas que se manifestam de diferentes formas, dependendo do contexto cultural e da experiência individual. Eles aparecem em mitos, religiões, lendas, sonhos, obras de arte e até no comportamento cotidiano.</p></li></ul><p><br></p><p>Depois desta primeira visualização, assistimos à outro vídeo, o qual falava especificamente sobre a Jornada do Herói.</p><ul><li><p>A Jornada do Herói (também conhecida como Monomito) é um conceito desenvolvido por Joseph Campbell em seu livro "O Herói de Mil Faces". O autor estudou mitos e lendas de diversas culturas e percebeu que muitas histórias de heróis seguem uma estrutura narrativa comum, refletindo um padrão universal da experiência humana.</p></li><li><p>A Jornada do Herói é composta 12 estágios que representam a trajetória do protagonista.</p><ol><li><p>Mundo Comum – O herói vive sua vida normal antes da aventura.</p></li><li><p>Chamado à Aventura – Algo acontece que perturba seu cotidiano e o convida à jornada.</p></li><li><p>Recusa do Chamado – O herói hesita ou resiste, por medo ou dúvidas.</p></li><li><p>Encontro com o Mentor – Um guia ajuda o herói a aceitar a jornada.</p></li><li><p>Travessia do Primeiro Limiar – O herói entra no mundo especial, enfrentando um obstáculo inicial </p></li><li><p>Provas, Aliados e Inimigos – O herói encontra amigos, enfrenta obstáculos e descobre quem são seus inimigos.</p></li><li><p>Aproximação da Caverna Oculta – O herói se aproxima do grande desafio, normalmente um local perigoso.</p></li><li><p>Provação Suprema – O momento mais difícil da jornada, quando o herói enfrenta a maior ameaça.</p></li><li><p>Recompensa (ou Elixir) – O herói conquista algo valioso.</p></li><li><p>Caminho de Volta – O herói inicia sua jornada de volta, muitas vezes com perseguições ou novos desafios.</p></li><li><p>Ressurreição – O herói enfrenta um último teste e renasce mais forte.</p></li><li><p>Retorno com o Elixir – O herói retorna ao mundo comum, trazendo o conhecimento ou a transformação que beneficia a todos.</p></li></ol></li></ul><p><br></p><p><strong>PARTE 2:</strong></p><p>Nos reunimos em grupos de 6 pessoas e tínhamos como missão criar um storytelling (narrativa) que se baseava na Jornada do Herói, com as 12 etapas. </p><p>O meu grupo foi formado por mim, Mariana Maio, João Pedro, Enzo Bueno e Enzo Revoltini. Iniciamos a discussão sobre que tipo de história escreveríamos, chegando à conclusão de que criaríamos um herói felino. Pensamos em todas as estapas (rascunho da aula em anexo), porém não tivemos tempo para realizarmos a escrita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 18:43:08 UTC</pubDate>
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         <title>19/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3388198608</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1º PARTE:</strong></p><p><br></p><p>O tempo inicial foi dado para que aqueles grupos que não finalizaram a produção de suas narrativas na aula passada pudessem terminar (foi o caso do meu grupo). Transcrevemos os rascunhos à mão para um documento <em>online </em>e transformamos as ideias em tópicos em um texto corrido. Resultado:</p><p>A ÚLTIMA VIDA DE DOM QUEPANSA</p><p>Dom Quepansa, um gato vira-lata de pelagem preta, laranja e branca, vivia uma vida tranquila após anos de serviço como policial. Embora aposentado, ele ainda patrulhava as ruas de sua cidade, observando os moradores humanos e os outros gatos, mantendo a ordem de sua maneira silenciosa e discreta. Sua vida havia se tornado uma rotina solitária desde que sua família fora tragicamente raptada, vítima da máfia dos ratos, peixes e pássaros. Ele não sabia o que havia acontecido com eles, mas a dor ainda o assombrava. <br>Certa noite, enquanto patrulhava uma rua pouco movimentada, Dom Quepansa foi subitamente cercado. Um grupo de ratos, conhecidos mafiosos do tráfico de gatos - o RPP -, o raptou e o levou para um local secreto: uma fábrica ilegal de queijos escondida em uma região debaixo da cidade, no esgoto, a qual era comandada por peixes e pássaros. Através de ervas e substâncias alucinógenas, os ratos tinham o poder de controlar os gatos, hipnotizando-os para usá-los como mão-de-obra em suas fábricas. <br>Quando Dom Quepansa chegou ao esconderijo, os ratos tentaram envenená-lo para que ele se tornasse um servo deles. No entanto, o veneno não fez efeito. Antes de ser capturado, Alfredo, um peixe barbado de óculos e infiltrado na máfia dos ratos, havia deixado um antídoto especial com Dom. Alfredo sabia que o gato seria raptado, e também sabia que Dom, apesar de seu instinto policial, estava traumatizado pela perda de sua família e não queria se envolver novamente. <br>Dom Quepansa olhou para os ratos ao redor e, com a dor da perda ainda viva, recusou-se a agir. "Não sou mais policial. Já perdi tudo", pensou, enquanto se mantinha distante das provocações dos ratos. Mas Alfredo, como um mentor sagaz, sabia que o momento certo viria. <br>Antes que o gato tomasse uma decisão final, Alfredo apareceu à distância, com seus olhos atentos e um sorriso enigmático. Ele começou a comunicar-se com Dom de forma secreta, revelando detalhes sobre os ratos e sua operação criminosa. O peixe barbado, embora sendo parte da máfia, sempre tivera um plano oculto: derrubar a organização de dentro, ajudando os gatos a se libertarem do tráfico. Alfredo sabia que Dom Quepansa tinha o espírito de um herói, mesmo que ele próprio estivesse cético. <br>"Você não é apenas um gato aposentado, Dom", disse Alfredo com sua voz baixa e tranquila. "Você foi treinado para fazer justiça. E ainda há uma oportunidade de salvar os que ainda podem ser resgatados. Eu não posso fazer isso sozinho. Você não pode ficar à margem. A máfia dos ratos está em ascensão." <br>Ainda com relutância, Dom Quepansa ouviu a última fala antes do peixe sumir pelas tubulações do esconderijo: "Lembre-se de sua família". Assim, mesmo com suas cicatrizes e perdas, o herói estava sendo chamado para lutar mais uma vez. <br>Dom Quepansa, agora determinado, aceitou finalmente o desafio. Ele sabia que para destruir a máfia, teria que chegar ao chefão - aquele que ninguém nunca vê, apenas ouve. Para chegar em sua sala, o felino já espera ter que enfrentar obstáculos ainda maiores do que os ratos em si. <br>Sempre atuando como um desestruturado pelas substâncias dadas pelos superiores aos da sua espécie, conseguiu chegar em um corredor sombrio, apenas com várias luzes vermelhas o iluminando: eram armadilhas de laser, projetadas para desorientar e capturar qualquer intruso. Dom Quepansa, com seu instinto de felino, poderia facilmente sucumbir à tentação de brincar com os lasers, como se fossem pontos vivos na parede. Mas relembrou de todos os momentos de tristeza vividos de forma solitária, tudo por conta do inimigo a qual poderia ter a chance de se vingar exatamente naquele instante. Dessa forma, o gato resistiu ao impulso e usou toda a sua habilidade de foco para desviar e seguir em frente. Porém, ao chegar na sala, surpreendentemente não havia nada. Nenhum objeto, nenhum ser vivo. Tudo sobre o rato-chefe era mentira. <br>O bichano pensou então: se não consigo atingir o ponto superior da pirâmide, comece destruindo-a pela base. Assim, decide buscar Alfredo para descobrir mais sobre o antídoto. Chamando o pelo encanamento, o animal marinho revelou que o antídoto se chamava PROERD, e era um líquido a ser derramado na comida dos contaminados pelas substâncias hipnóticas. Os dois montaram um plano. <br>Na tarde seguinte, na hora do almoço alucinógeno, todos os gatos comeram suas rações contaminadas e tomaram seus copos de leite. O que os capatazes não sabiam, é que cada copo havia sido invadido por algumas gotas do antídoto. Ao ganharem consciência, todos os felinos compreenderam a explicação dada por Quepansa, e formaram um grupo, no qual o policial aposentado seria o líder. <br>Quando Dom Quepansa e seu exército finalmente se rebelaram, naquela mesma noite, fugiram dos esgotos onde estavam presos e foram à superfície. Os ratos capangas correram atrás deles, mas não puderam impedí-los pela sua grande e descontrolada quantidade. Peecebendo a brecha para uma possível derrota dos roedores, os peixes e pássaros, que temiam os ratos, também saíram dos comandos das fábricas e se uniram a Dom Quepansa nas ruas da cidade, pois sabiam que os roedores não eram apenas inimigos dos gatos, mas de todos que habitavam a cidade. A batalha se intensificou, com os inimigos travando diversas brigas extremamente violentas. <br>Porém, no momento decisivo, algo catastrófico aconteceu. A fábrica de queijos, que estava sem supervisão alguma, explodiu, e a onda de destruição varreu todos os presentes. A morte parecia iminente. <br>A explosão foi a última prova de que Dom Quepansa havia cumprido sua missão. Mas não da forma como ele esperava. O gato, agora com a alma livre de todas as suas cicatrizes, retornou à cidade, mas não como um simples herói. Em forma de espírito, Dom Quepansa vagava pelas ruas, observando os humanos e gatos com um olhar de compreensão e serenidade. Ele sabia que sua luta havia sido em vão no plano físico, mas sua presença persistia. <br>Dom Quepansa encontrou sua paz. Como um fantasma, ele continuava a proteger as ruas, agora ao lado de sua família perdida, que lhe dava consolo nas noites silenciosas. A parte humana da cidade nunca soubera da batalha travada nas sombras, mas a ordem havia sido restaurada. E, de algum modo, ele se sentia mais completo, mais em paz, como se sua missão tivesse sido cumprida de uma forma que ele jamais imaginara.</p><p><br></p><p><strong>2º PARTE:</strong></p><p><br></p><p>No tempo restante, assistimos ao documentário "Batman Desmascarado: a psicologia do Cavaleiro das Trevas", o qual explora a psique por trás das caras de Bruce Wayne e Batman, analisando como traumas, identidade e moralidade moldam suas ações.</p><ul><li><p>A morte dos pais de Bruce Wayne é o principal evento que define a personalidade (traumas da infância);</p></li><li><p>Quem é a verdadeira face? Bruce Wayne ou o Batman? (imagino que Bruce seja apenas um disfarce social);</p></li><li><p>Batman segue um código moral: não matar ninguém não importa as circunstâncias;</p></li><li><p>Também analisa os vilões, que representam as faces malignas da sociedade e suas compulsões, como o Coringa, que ressignifica o caos e a insanidade.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 19:18:44 UTC</pubDate>
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         <title>02/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3393271585</link>
         <description><![CDATA[<p>1ª PARTE:</p><p><br></p><p>Em conjunto com a sala do professor Marcelo, realizamos a exibição do mini documentário "Curandeira é a vovozinha". Mariana L. Rodrigues, 22min, 2007. (disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=3xXUpOoIbOM">https://youtu.be/3xXUpOoIbOM</a>). O vídeo retrata o grupo Grão de Mostarda, localizado em Belford Roxo (Baixada Fluminense), composto principalmente por mulheres idosas de origem popular que cultivam, manipulam e produzem remédios naturais com ervas medicinais. Ele destaca o valor social, cultural e medicinal desse conhecimento ancestral, o qual é, em sua maio parte, marginalizado pelo saber médico hegemônico e ignorância geral da população.</p><p> </p><p>Pode-se dizer que a importância dessa produção audiovisual se dá pela visibilidade ao conhecimento empírico das curandeiras, que foi sendo transmitido por gerações, com base na observação, na prática e no afeto. Ao invés de desvalorizá-lo como "crença", o documentário evidencia que esses saberes têm eficácia terapêutica, reconhecida na prática e na comunidade grupo atua em contextos de vulnerabilidade social, onde o acesso à saúde pública é precário (a produção a preço de custo também critica o modelo farmacêutico-industrial, centrado no lucro), além de levantar o debate sobre a necessidade de reconhecer os saberes tradicionais como patrimônio cultural imaterial, valorizando a oralidade, a prática cotidiana e o vínculo com o território de cada grupo social.</p><p><br></p><p>2ª PARTE:</p><p><br></p><p>Após a análise do vídeo, fomos divididos em alguns grupos de quatro integrantes - onde cada um terá um papel, definidos entre: redator; fotógrafo; gestor de tempo e apresentador. Com o grupo dividido, duas seções do colégio foram montadas para que houvesse as etapas da atividade a seguir. </p><p>No Espaço Colaborativo, houve a exposição de diversos artefatos indígenas, africanos, textos sobre diversas civilizações antigas. Em diversas mesas espalhadas pelo espaço, estavam exposições de diferentes civilizações: Indígenas; Africanas; Egípcias e Gregas. Cada grupo deveria observar durante 15 minutos cada mesa e escolher um aspecto para ser apresentado à turma ao final da atividade. Escolhemos discorrer sobre os Egípcios, por uma opção atrativa de interesse e curiosidade sob esta sociedade, portanto retratamos aspectos culturais (como a "Lei da Frontalidade", uma técnica utilizada por eles para realizarem as pinturas nas paredes das pirâmides, onde as representações humanas seguem a seguinte  lógica: o tronco é representado de frente, enquanto a cabeça e as pernas são mostradas de perfil) e históricos, como a utilização de objetos e sua importância sociocultural.</p><p><br></p><p>Após a observação nas mesas, subimos para a sala de aula para realizar leitura individual dos textos postados na aba do Classroom, sendo estes:</p><ul><li><p><strong>Texto 1: </strong></p><p><strong>Antropologia e Etnologia: origens<br></strong>A Antropologia é parte constitutiva das chamadas Ciências Sociais centrada no estudo do ser humanos (anthropos, em grego) e suas culturas, a Antropologia se constitui como ciência no século XIX.<br>Originalmente, o conceito de evolução, uma herança positivista, serviu de base para o trabalho de vários antropólogos, que se concentraram principalmente no estudo das origens idades e mudanças em povos não europeus. Nesse momento, era comum os antropólogos se referirem a esses povos como “primitivos”, considerando que eles estariam numa escala dita inferior no âmbito da “evolução humana”. Nesse sentido, destacavam características consideradas “exóticas” entre não europeus, como modos de se vestir, formas de organização social, hábitos e características físicas.<br>Atualmente a Antropologia possui uma definição ampla em relação aos seus objetivos. Como afirma Ingold,<br>[...] a antropologia é uma investigação generosa, aberta, comparativa e crítica das condições e possibilidades da vida humana no mundo que habitamos. É generosa porque está atenta e responde ao que as outras pessoas fazem e dizem. Em nossas pesquisas, nós recebemos de bom grado o que nos é dado ao invés de procurarmos meios de, por subterfúgios, extrair o que não nos é dado, criando um esforço para devolver o que devemos aos outros no nosso processo de formação moral, intelectual e prático.<br>A antropologia é aberta porque buscamos soluções finais, mas caminhos através dos quais a vida pode se fazer. Somos comprometidos com as formas de vida sustentáveis – isto é, uma forma de sustentabilidade que não deixa o mundo sustentável para alguns a partir da exclusão de outros, mas, ao contrário, tem um lugar para todas as pessoas e para todas as coisas. A antropologia é comparativa pois estamos conscientes que qualquer caminho que a vida possa ter tomado, ele não é o único. Nenhum caminho é pré- instituído como único que é ‘natural’. Assim, a questão “Por que deste modo e não do outro?” sempre predomina em nossas reflexões. E a antropologia é crítica porque não podemos estar satisfeitos com a coisa tal como estão.<br>INGOLD, Tim. “Antropologia versus etnografia”. Rafael A. Almeida (Trad.). In: Cadernos de campo. São Paulo, v. 1 n. 26. p. 223-224, 2007.<br>Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/140192/140850&amp;gt">www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/140192/140850&amp;gt</a>;. Acesso em: 9 ago. 2024</p><p><br></p></li><li><p><strong>Texto 2<br>A Antropologia pode fazer uso de diferentes fontes (escritas, orais, imagéticas, rituais, etc.) para a produção do conhecimento.</strong> </p><p>A “observação participante”, à qual se refere Igold na citação apresentada, é um dos métodos empregados pelos antropólogos para conhecer. Nesse caso, o antropólogo se faz membro de uma determinada comunidade no intuito de conhecer junto aos membros originais as práticas, os valores e os rituais cotidianos de um grupo social, em contexto urbano ou não urbano. Diferentemente do método etnográfico, no qual o pesquisador coleta dados objetivos a respeito de determinado povo ou comunidade, a observação participante é uma forma de comprometimento do antropólogo com a comunidade. Nesse caso, a comunidade não é vista como mero objeto de estudo, mas como corpo vivo, no qual o antropólogo se insere de maneira ativa, trabalhando como a comunidade e não a partir dela.<br>A Etnografia não pode ser confundida com Etnologia. Muito próxima da Antropologia, a Etnologia utiliza dados da pesquisa etnográfica para produzir conhecimento sob determinada época e comunidade. A Antropologia estuda processos mais amplos, estabelece comparações entre duas ou mais comunidades e se vale dos conhecimentos de outras áreas, como a Sociologia e a História, para pensar o comportamento humano no mundo.<br>Etnográfico: relativo à Etnografia, estudo em que se faz a descrição de uma etnia, grupo social ou comunidade urbana. Baseia-se na coleta de dados e na descrição de características importantes da vida social de um determinado grupo.</p></li></ul><p><br></p><p>Assim, com os textos devidamente analisados, respondemos às seguintes questões:</p><p><br></p><p><strong>1) O que é antropologia e quais são os seus principais ramos?<br></strong>A&nbsp;Antropologia é a ciência social que&nbsp;utiliza em seu estudo a observação e compreensão dos seres humanos e sociedades como um todo. Os&nbsp;seus&nbsp;elementos&nbsp;principais&nbsp;são a cultura e o respeito com diferente ideias que permeiam cada civilização, estudando suas distinções. Os principais ramos dessa ciência são: antropologia física (ou biológica), social (ou cultural) e antropologia linguística.<br><br><strong>2) Qual é a diferença entre antropologia e etnologia?</strong><br>Na etnologia (ciência social, que estuda de modo comparativo e analítico as características sociais e culturais dos grupos humanos), o pesquisador coleta dados objetivos a respeito de determinado povo ou comunidade. Já na Antropologia, a comunidade não é vista como algum objeto de estudo, mas como corpo vivo, onde oo antropólogo se insere de maneira ativa, trabalhando como a comunidade - e não a partir dela.<br><br><strong>3) Como a etnografia se relaciona com a etnologia?</strong><br>Etnografia é a especialidade da antropologia, que tem por fim o estudo e a descrição dos povos, sua língua, raça, religião, e manifestações materiais de suas atividades, sendo parte da forma de descrição da cultura material de um determinado povo, com base em dados objetivos e comprovados.<br><br><strong>4) Qual o papel do trabalho de campo na antropologia?</strong><br>No trabalho de campo, há o contato direto do pesquisador com situações, cenários, fenômenos, práticas e sociedades que deseja estudar. Isso é necessário para que o cientista possa acompanhar, observar, se envolver e participar das rotinas e rituais que serão estudados, gerando um maior aprofundamento no projeto realizado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-02 20:04:01 UTC</pubDate>
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         <title>09/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3399014477</link>
         <description><![CDATA[<p>Pesquisa para a escolha do corpus.</p><p>O grupo assistiu a filmes, ouviu músicas e leu artigos para uma boa seleção de corpus. </p><p>Obras analizadas: "The Greatest Showman", "Adoráveis Mulheres", "Maria da Vila Matilde" - Elza Soares, "Maria, Maria" - Chico Buarque, "Geni e Zepelim" - Chico Buarque, "Dom Casmurro" - Machado de Assis, "Vigilante Shit" - Taylor Swift, "Ai, aue saudades de Amélia" - Mário Lago, "Desconstruindo Amélia" - Pitty.</p><p>Por fim, como corpos foram escolhidas as músicas "Ai, que saudade de Amélia", de Mário Lago, e "Desconstruindo Amélia", de Pitty.</p><p>A primeira música, um samba, diz sobre um homem que não gosta do jeito da mulher com quem está se relacionando, por ela ser vaidosa, exigente, pensar em luxo e riqueza. O homem diz na canção que sente saudades de Amélia, que "ela sim é que era mulher", pois era submissa às suas vontades e não o contestava nem o pedia nada. Essa música foi escrita em 1942 e ficou muito conhecida, mesmo desagradando parcela da população feminina, já que foi em um período que o feminismo estava em ascensão. </p><p>Já a música de Pitty, um rock, mostra que a mulher não é um objeto para ser usado pelo homem da conta que ele quer; "Nem serva, nem objeto/Já não quer ser o outro/Hoje ela é um também/A despeito de tanto mestrado/Ganha menos que o namorado/E não entende o por quê". Assim, vemos um contraste entre a música da década de 1942, obra de um homem, e a música de 2009, escrita por uma mulher e com um gênero que era majoritariamente considerado como masculino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 14:57:26 UTC</pubDate>
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         <title>10/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3399015647</link>
         <description><![CDATA[<p>Tendo estabelecido o corpus, determinamos o objeto, questão norteadora, objetivos, sugestões de obras e o roteiro.</p><p><br/></p><ul><li><p>Objeto: A comparação de uma figura feminina construída por um homem na década de 1940 e uma figura baseada na visão de uma mulher nos anos 2000.</p></li></ul><ul><li><p>Questão norteadora: Como a canção "Desconstruindo Amélia" retrata a ruptura com o modelo tradicional de mulher construída em "Ai, que saudade de Amélia" e reflete as mudanças nos papéis sociais femininos?</p></li></ul><ul><li><p>Objetivos: 1. Evidenciar a oposição entre a canção “Ai, que saudade de Amélia” (1942) e “Desconstruindo Amélia” (2009); 2. Demonstrar a importância do papel da Pitty, como artista feminina, na sociedade contemporânea; 3. Revelar os impactos causados pelas composições da Pitty na comunidade masculina, tendo em vista o seu estilo musical e suas letras; 4.Apresentar a visão masculina sobre a figura feminina no século XX com base na construção de Amélia, uma personagem mulher idealizada.</p></li><li><p>Sugestões: “Adoráveis Mulheres” (2019), filme por Greta Gerwig. “Vigilante Shit”, música por Taylor Swift. “Geni e Zepelim”, música por Chico Buarque. “Maria da Vila Matilde”, música por Elza Soares. “Olhos D’Água”, livro por Conceição Evaristo. “Quarto de Despejo”, livro por Carolina Maria de Jesus. “Para Todas As Mulheres do Mundo”, música por Rita Lee. “Mulher (sexo frágil)”, música por Erasmo Carlos. "Dom Casmurro", livro por Machado de Assiss.</p></li><li><p>Roteiro: A peça teatral inicia-se em 1942, com um homem entrando em cena, gritando de forma intimidadora para a coxia. Seus gritos revelam as duas primeiras estrofes da música “Ai, que saudade de Amélia”. Ao terminar de recitar, fecha uma porta com raiva. Senta-se em uma cadeira e escreve em um caderno, enquanto lamenta com indignação o restante da canção. Quando finaliza sua escrita, pega uma Rosa de Vidro (representação da mulher frágil, idealizada; Rosa - associada à feminilidade, Vidro - frágil) e posiciona no cenário. Uma transição no formato de uma festa de Carnaval e a projeção de uma criança crescendo, ao som da música inicial, demonstram uma passagem de tempo para algumas décadas no futuro e o sucesso que a música fez, mesmo não agradando uma parte das mulheres da época. Atrás da projeção, é revelada uma Mulher - a personagem principal da história. A figura, já crescida, observa à sua volta e tem a sua atenção tomada pela rosa, indo em sua direção. Porém, não chega a tocá-la pois ouviu uma outra melodia do lado oposto - o rock. Ao ir para o outro lado do palco, se vê com a questão “Quem é Amélia?”. Ao longo da peça, a Mulher explora sobre como a música de 1942 foi escrita, ao mesmo tempo em que a presente realidade das mulheres é evidenciada - enquanto as pétalas da Rosa vão caindo. Assim como a música “Desconstrução de Amélia” passeia pelo processo de desmantelamento da figura idealizada, simultaneamente da construção da personagem feminina dos novos tempos, a trajetória da narrativa da nossa peça se dará de forma a deixar claro a concepção da “mulher” realizada por Pitty em sua canção. Ao final, a Mulher terá descoberto que Amélia não era somente uma lavadeira de uma famosa cantora, mas também uma definição da feminilidade que a sociedade adotou por séculos - a cúmplice fiel ao seu companheiro, orientada a não ter voz e autonomia em sua rotina e em sua casa - impedindo-as de ter possibilidades de conseguir mudar sua realidade. Por fim, a composição “Desconstrução de Amélia” será tocada, enquanto a rosa é estilhaçada. Não para um sinal de “encerrou-se”, “somos vitoriosas”, mas sim para a sugestão de uma nova visão daquela “inferior” - como a própria letra diz: Nem serva, nem objeto /Já não quer ser o outro / Hoje ela é o também.</p></li></ul><p><br/></p><p>Para melhor estruturar o roteiro, na aula disponibilizada pela professora Talita começamos a analizar verso por verso da música de Pitty, "Desconstruindo Amélia", para assim desenvolver o enredo da peça e até absorver melhor o conteúdo da obra.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 14:58:17 UTC</pubDate>
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         <title>13/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3399024469</link>
         <description><![CDATA[<p>Depois do feedback do professor Sandro sobre a matriz, fizemos as sugestões dadas por ele e aprimoramos nossa pesquisa, a qual pode ser encontrada na nova matriz: </p><p>https://docs.google.com/document/d/1MCXvMi9Tr7ru6RN9iOJ3hdmXKiJ1592VTKT_hFfAB7I/edit?usp=drivesdk</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 15:04:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>17/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3399026825</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi elaborado o roteiro e entregamos a matriz no Class. </p><p>Roteiro: </p><p>A peça inicia-se em 1942, com um homem abrindo bruscamente uma porta. Ele segura um colar de jóias e, enquanto segura a entrada com o corpo - a fim de impedir alguém de adentrar - grita de forma intimidadora. Seus gritos revelam as duas primeiras estrofes da música “Ai, que saudade de Amélia”. Ao terminar de recitar, procura algo para segurar a porta, encontrando uma vassoura e terminando a canção (de forma discursada). A vassoura encaixada na estrutura forma a letra “A”, que é complementada pelas outras partes do cenário, formando a palavra “AMÉLIA” - ocorrendo, assim, a construção da idealização da figura feminina na visão do homem (pobre, submissa e sem senso crítico). A ação finaliza ao som da própria música produzida, em ritmo de samba nos Carnavais.</p><p>	Quando a Cena 1 finalizar, a personagem Mulher entra no palco enquanto lê um Dicionário, que encontrou limpando a casa. Ela se questiona sobre uma definição encontrada nele - a do termo “amélia: mulher apática e serviçal que, por amor a seu homem, aceita passivamente todo tipo de humilhações e privações.” - e, assim, a narrativa da peça se inicia. Ao longo dela, acompanhamos a evolução da personagem Mulher em relação às concepções sobre ela mesma. Serão utilizadas definições externas que evidenciam ainda mais as ideias propostas por Ataulfo Alves, Mário Lago e Pitty (como o conceito de “canção”, “samba” e “rock”) e os motivos histórico-sociais para cada construção das composições de 1942 e “Desconstruindo Amélia”, a fim de demonstrar os pontos de contato e divergências entre as personagens criadas.</p><p>	Juntamente a essas percepções, a conceituação sobre o tema estará presente também nos recursos visuais/sonoros, visto que o produto é uma performance cênica. Sob tal viés, o cenário será desorganizado ao longo da história, ocorrendo assim a literal desconstrução da AMÉLIA, além do uso de contraste e luz-contra para fazer relação com o álbum musical “Chiaroscuro”, da Pitty - o qual uma das faixas é o nosso corpus -, cujo nome representa o estilo artístico que usa o contraste entre luz e sombra para criar volume e definir objetos.</p><p>	Por fim, ao final da performance, a composição “Desconstruindo Amélia” será tocada, porém com a figura referida ressignificada. Não para um sinal de “encerrou-se”, “somos vitoriosas”, mas sim para a sugestão de uma nova visão daquela “inferior” - como a própria letra diz: Nem serva, nem objeto /Já não quer ser o outro / Hoje ela é um também.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-07 15:05:20 UTC</pubDate>
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         <title>07/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402720062</link>
         <description><![CDATA[<p>Nas aulas dadas pela professora Janaína, nós revisamos o roteiro para elaborá-lo de forma cênica. Segue atualizações: </p><p>“AMÉLIA” </p><p><br/></p><p>CENA I:</p><p>	A peça inicia-se em 1942, com um Homem abrindo e fechando bruscamente a porta central. Ele segura um colar de jóias e, enquanto segura a entrada com o corpo - a fim de impedir alguém de adentrar - grita de forma intimidadora e decepcionada, revelando as primeiras estrofes da música “Ai, que saudade da Amélia”.</p><p>HOMEM: Nunca vi fazer tanta exigência / Nem fazer o que você me faz / Você não sabe o que é consciência / Não vê que eu sou um pobre rapaz. </p><p>Ele anda pelo palco, arrumando as estruturas e procurando algo para segurar a porta.</p><p>HOMEM: Você só pensa em luxo e riqueza / Tudo o que você vê, você quer (encontra uma vassoura) Ai, meu Deus, que saudade da Amélia / Aquilo sim é que era mulher. Às vezes passava fome ao meu lado / E achava bonito não ter o que comer / Quando me via contrariado / Dizia: Meu filho, o que se há de fazer! (coloca a vassoura na porta). Amélia não tinha a menor vaidade / Amélia é que era mulher de verdade.</p><p>A vassoura encaixada na estrutura forma a letra “A”, que é complementada pelas outras partes do cenário, formando a palavra “AMÉLIA”. O Homem encontra uma rosa de vidro e encaixa-a em uma letra “A”, que sobe e revela um pano com uma projeção. Nela, acompanhamos uma criança crescendo, enquanto a música “Ai, que saudades da Amélia” é reproduzida em diversas versões. </p><p><br/></p><p>CENA II:</p><p>Quando a Cena 1 finalizar, nos anos 2000, a personagem Mulher entra no palco enquanto lê um Dicionário, que encontrou limpando a casa. Ela se questiona sobre uma definição encontrada nele - a do termo “amélia: mulher apática e serviçal que, por amor a seu homem, aceita passivamente todo tipo de humilhações e privações.” - e, assim, a narrativa da peça se inicia. Ao longo dela, acompanhamos a evolução da personagem Mulher em relação às concepções sobre ela mesma. Serão utilizadas definições externas que evidenciam ainda mais as ideias propostas por Ataulfo Alves, Mário Lago e Pitty (como o conceito de “canção”, “samba” e “rock”) e os motivos histórico-sociais para cada construção das composições de 1942 e “Desconstruindo Amélia”, a fim de demonstrar os pontos de contato e divergências entre as personagens criadas.</p><p>	Juntamente a essas percepções, a conceituação sobre o tema estará presente também nos recursos visuais/sonoros, visto que o produto é uma performance cênica. Sob tal viés, o cenário será desorganizado ao longo da história, ocorrendo assim a literal desconstrução da AMÉLIA, além do uso de contraste e luz-contra para fazer relação com o álbum musical “Chiaroscuro”, da Pitty - o qual uma das faixas é o nosso corpus -, cujo nome representa o estilo artístico que usa o contraste entre luz e sombra para criar volume e definir objetos.</p><p>	Por fim, ao final da performance, a composição “Desconstruindo Amélia” será tocada, porém com a figura referida ressignificada. Não para um sinal de “encerrou-se”, “somos vitoriosas”, mas sim para a sugestão de uma nova visão daquela “inferior” - como a própria letra diz: Nem serva, nem objeto /Já não quer ser o outro / Hoje ela é um também.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 14:13:10 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>12/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402890635</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, estamos no caminho da elaboração do produto final das nossas pesquisas. Faremos um cartaz sobre os conflitos dos caboclos na Amazônia (tema definido pelo meu grupo). Assim, iniciamos as pesquisas, considerando que teremos que evidenciar características culturais do povo escolhido e os conflitos de tal.</p><p>O que conseguimos foi:</p><p>Os conflitos territoriais envolvendo caboclos no Brasil ocorrem principalmente em regiões da Amazônia e do Nordeste, onde comunidades tradicionais disputam terras com fazendeiros, grileiros, empresas e até mesmo o Estado. Esses conflitos envolvem questões históricas, culturais e ambientais, e geralmente estão relacionados à luta pela regularização fundiária e pela preservação do modo de vida caboclo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 16:04:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402890635</guid>
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         <title>14/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402895219</link>
         <description><![CDATA[<p>Demos continuidade à pesquisa iniciada na aula anterior, referente aos conflitos caboclos na Amazônia.</p><p><br></p><p>Os conflitos territoriais envolvendo caboclos no Brasil ocorrem principalmente em regiões da Amazônia e do Nordeste, onde comunidades tradicionais disputam terras com fazendeiros, grileiros, empresas e até mesmo o Estado. Esses conflitos envolvem questões históricas, culturais e ambientais, e geralmente estão relacionados à luta pela regularização fundiária e pela preservação do modo de vida caboclo.</p><p><br></p><p>- Contexto histórico</p><p>Os caboclos são descendentes de indígenas e europeus, principalmente portugueses, e formaram comunidades ao longo dos rios da Amazônia e em áreas rurais do Brasil. Historicamente, muitas dessas populações viviam de maneira relativamente isolada, praticando agricultura de subsistência, pesca e extrativismo. No entanto, a expansão do agronegócio, a exploração madeireira e a construção de grandes projetos (como hidrelétricas e rodovias) têm ameaçado seus territórios e modos de vida.</p><p><br></p><p>- Principais regiões de conflito Amazônia (Pará, Amazonas, Rondônia e Acre)</p><p>1) Conflitos com grileiros e madeireiros</p><p>• No Pará e no Amazonas, caboclos sofrem com a invasão de suas terras por grileiros e madeireiros ilegais, que desmatam áreas de floresta onde essas comunidades vivem.</p><p>• O Assentamento Agroextrativista Lago Grande, no Pará, é um exemplo de território caboclo ameaçado por madeireiros e fazendeiros que tentam expulsar os moradores.</p><p>2) Barragens de hidrelétricas </p><p>• A construção de hidrelétricas na Amazônia, como Belo Monte (PA) e Jirau (RO), impactou diversas comunidades ribeirinhas, expulsando famílias e alterando ecossistemas essenciais para sua sobrevivência.</p><p>3) Unidades de conservação e áreas protegidas</p><p>• Em algumas regiões, como na Resex (Reserva Extrativista) Tapajós-Arapiuns (PA), caboclos enfrentam dificuldades para manter seus modos de vida devido a restrições ambientais impostas por órgãos governamentais.</p><p><br></p><p>- Conflitos e resistência</p><p>Apesar da pressão por parte de grupos poderosos, os caboclos têm se organizado em associações e movimentos sociais para reivindicar seus direitos. Algumas estratégias incluem:</p><p>• Busca por regularização fundiária, garantindo o reconhecimento legal de seus territórios.</p><p>• Apoio de ONGs e instituições de pesquisa, que ajudam na preservação de suas culturas e modos de vida.</p><p>• Pressão política e mobilização em espaços como o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais.</p><p><br></p><p>- Conclusão </p><p>Os conflitos territoriais envolvendo os caboclos refletem um embate entre modos de vida tradicionais e o avanço de interesses econômicos ligados ao agronegócio, à mineração e à exploração da floresta. A luta dessas comunidades é fundamental para a preservação da biodiversidade e das culturas tradicionais brasileiras, mas ainda enfrenta desafios relacionados à falta de políticas públicas e ao avanço da grilagem e do desmatamento.</p><p><br></p><p>- Biografia</p><p>• NASCIMENTO, Darley de Lima. A violência na Amazônia e suas raízes históricas. Núcleo de Altos Estudos Amazônicos – NAEA, 2023. Disponível em: https://www.naea.ufpa.br/index.php/menu-noticias/368-a-violencia-na-amazonia-e-suas-raizes-historicas#:~:text=O conflito na Amazônia tornou,pelo acirramento da questão fundiária. Acesso em: 14 mar. 2025.</p><p>• REZENDE, Lilian Lopes; OLIVEIRA, Rafaella Elika S. de. A cidade e a floresta: histórias de ocupação e conflitos ambientais na Amazônia. Revista da UFMG, Belo Horizonte, v. 29, n. 1-2, p. 292-311, jan./dez. 2022. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/revistadaufmg/article/download/41573/37710/160547. Acesso em: 14 mar. 2025.</p><p>• SANTOS, Valéria Ferreira dos; DORNELLAS, Juliana Lima; SOUZA, Evandro Medeiros de. A grilagem de terras na Amazônia brasileira: uma análise geográfica da apropriação fundiária e seus impactos socioambientais. Geographia Opportuno Tempore, Londrina, v. 38, n. 2, p. 1-20, jul./dez. 2022. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/Geographia/article/download/46711/48428/246531. Acesso em: 14 mar. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 16:07:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402895219</guid>
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      <item>
         <title>19/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402902753</link>
         <description><![CDATA[<p>Para dar continuação ao trabalho final, transformamos a nossa pesquisa em um texto corrido, a fim de acompanhar o nosso cartaz em uma exposição. O resultado foi o texto a seguir:</p><p><br></p><p>Os conflitos territoriais envolvendo os caboclos no Brasil refletem um embate constante entre a preservação das tradições e o avanço de interesses econômicos que impactam diretamente suas terras e modos de vida. Os caboclos, descendentes de indígenas e europeus, vivem principalmente na Amazônia e no Nordeste, onde desenvolveram uma cultura baseada na agricultura de subsistência, pesca e extrativismo. No entanto, a crescente expansão do agronegócio, a exploração ilegal de madeira e a construção de grandes empreendimentos, como hidrelétricas, têm gerado conflitos que ameaçam a posse e o uso tradicional desses territórios.</p><p>Na Amazônia, estados como Pará, Amazonas, Rondônia e Acre são palco de intensas disputas fundiárias. Grileiros e madeireiros ilegais frequentemente invadem terras ocupadas por comunidades caboclas, promovendo desmatamento e tentando expulsar os moradores. Exemplo disso é o Assentamento Agroextrativista Lago Grande, no Pará, onde fazendeiros e exploradores de madeira exercem forte pressão sobre os habitantes locais. Além disso, a construção de barragens hidrelétricas, como Belo Monte (PA) e Jirau (RO), tem provocado deslocamentos forçados, alterando os ecossistemas que garantem a subsistência dessas populações. Em algumas áreas protegidas, como a Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns (PA), os caboclos também enfrentam dificuldades devido às restrições ambientais impostas pelo governo, que limitam suas atividades tradicionais.</p><p>Diante desses desafios, as comunidades caboclas têm se mobilizado para garantir seus direitos territoriais e a preservação de sua cultura. Organizações e movimentos sociais atuam na luta pela regularização fundiária, buscando o reconhecimento oficial de suas terras. Além disso, o apoio de ONGs e instituições acadêmicas tem sido fundamental para fortalecer a resistência e garantir que suas tradições sejam preservadas. A pressão política exercida em espaços como o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais também tem contribuído para ampliar a visibilidade dessas questões. </p><p>Os conflitos que envolvem os caboclos são reflexo de uma disputa maior entre modelos de desenvolvimento que, muitas vezes, desconsideram os direitos e a cultura das populações tradicionais. A luta dessas comunidades não é apenas pela terra, mas pela manutenção de um modo de vida profundamente ligado à biodiversidade e à história do Brasil. Apesar dos avanços na conscientização e na organização social, a falta de políticas públicas eficazes e o avanço desenfreado da grilagem e do desmatamento continuam sendo obstáculos significativos para a garantia de seus direitos.</p><p><br></p><p>Também pesquisamos algumas imagens para já organizarmos a composição do cartaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 16:12:55 UTC</pubDate>
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         <title>26/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3402907441</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentamos nosso trabalho final (cartaz em anexo), juntamente com uma breve explicação do texto (escrito na postagem anterior).</p><p>Nessa apresentação, explicamos brevemente sobre o povo estudado e o conflito escolhido. O meu e da Raquel diz a respeito dos povos caboclos (aqueles originários da miscigenação de indígenas com europeus) em relação aos conflitos territoriais Amazônicos (como a construção de barragens e exploração ilegal de madeira).</p><p><br></p><p>O professor também deixou na lousa um roteiro da aula que seguiremos depois das apresentações:</p><p>• Quais são os principais conflitos atuais?</p><p>• Quais as razões de cada um?</p><p>• Qual a diferença entre guerras e conflitos?</p><p><br></p><p>As quais não foram possíveis responder, por causa do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-09 16:16:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421375918</link>
         <description><![CDATA[<p>Processo de escolha dos grupos e leitura da nossa parte do livro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:10:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>18 e 21/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421376799</link>
         <description><![CDATA[<p>Elaboração e estruturação do relatório e pesquisa de textos motivadores.</p><p>Vejam essa maravilha de cenário</p><p>É um episódio relicário</p><p>Que o artista, num sonho genial</p><p>Escolheu para este carnaval</p><p>E o asfalto como passarela</p><p>Será a tela</p><p>Do Brasil em forma de aquarela</p><p>Passeando pelas cercanias do Amazonas</p><p>Conheci vastos seringais</p><p>No Pará, a ilha de Marajó</p><p>E a velha cabana do Timbó</p><p>Caminhando ainda um pouco mais</p><p>Deparei com lindos coqueirais</p><p>Estava no Ceará, terra de Irapuã</p><p>De Iracema e Tupã</p><p>Fiquei radiante de alegria</p><p>Quando cheguei na Bahia</p><p>Bahia de Castro Alves, do acarajé</p><p>Das noites de magia, do Candomblé</p><p>Depois de atravessar as matas do Ipu</p><p>Assisti em Pernambuco</p><p>A festa do frevo e do maracatu</p><p>Brasília tem o seu destaque</p><p>Na arte, na beleza, arquitetura</p><p>Feitiço de garoa pela serra</p><p>São Paulo engrandece a nossa terra</p><p>Do leste, por todo o Centro-Oeste</p><p>Tudo é belo e tem lindo matiz</p><p>E o Rio dos sambas e batucadas</p><p>Dos malandros e mulatas</p><p>De requebros febris</p><p>Brasil, estas nossas verdes matas</p><p>Cachoeiras e cascatas de colorido sutil</p><p>E este lindo céu azul de anil</p><p>Emolduram, aquarelam meu Brasil</p><p>Lá, lararará</p><p>Lá, lararará</p><p>'Simbora</p><p>Lá, lararará</p><p><br></p><p>O português, adaptável como poucos colonizadores europeus, uniu-se à terra e ao indígena com uma flexibilidade surpreendente. (…) A facilidade com que o português se misturou ao índio e ao negro foi decisiva na formação do povo brasileiro.”</p><p>Livro Casa Grande&amp;Senzala de Gilberto Freyre.</p><p><br></p><p>“A colonização portuguesa na América foi marcada por uma característica peculiar: a ausência de um planejamento rígido e estruturado. Ao contrário da colonização espanhola, que trouxe consigo um aparato administrativo bem definido e um conjunto de instituições já consolidadas, os portugueses se lançaram ao Novo Mundo de forma desordenada, adaptando-se às circunstâncias locais e improvisando soluções conforme a necessidade.</p><p><br></p><p>Essa tendência à improvisação não se limitou apenas ao período colonial. Ela se tornou um traço persistente da cultura brasileira, influenciando nossa política, economia e relações sociais. O brasileiro, descendente desse colonizador flexível, desenvolveu um comportamento que privilegia as relações pessoais em detrimento das instituições impessoais. É o que chamamos de ‘homem cordial’: alguém que age mais pela simpatia e pelo afeto do que pelo respeito a normas e regras abstratas. No Brasil, o poder muitas vezes se sustenta não na força das leis, mas nos laços de amizade e nos favores pessoais.</p><p><br></p><p>Essa característica tem consequências ambíguas. Por um lado, permite ao brasileiro uma grande capacidade de adaptação e convivência social, tornando nossa cultura aberta e receptiva à diversidade. Por outro, dificulta a construção de instituições sólidas e eficientes, pois a política se transforma em um jogo de interesses particulares, onde vale mais o favor do que a norma jurídica. Esse traço, que remonta aos primeiros tempos da colonização, persiste até os dias atuais, moldando a forma como o Brasil se organiza como nação.”</p><p>Raizes do Brasil livro de Sérgio Buarque de Holanda</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:11:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>25 e 27/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421377145</link>
         <description><![CDATA[<p>Elaboração das questões norteadoras e do roteiro de apresentação.</p><p><br></p><p>- Como se deu a construção religiosa do Brasil, considerando as ideias de “sincretismo” dadas por Darcy Ribeiro? </p><p>- Quais foram os desafios enfrentados por parte dos indígenas e africanos em relação aos europeus? </p><p>- Como é a questão da religião no Brasil atualmente?</p><p><br></p><p>Por meio de uma sala temática, iremos retratar as diferentes religiões processadas por cada matriz fundadora do povo brasileiro: a europeia, indígena e africana. Começando pelas crenças dos povos originários, pois estes estavam aqui antes dos outros, pretendemos trazer um pouco sobre a religião professada pelas tribos aqui presentes, além de expor alguns objetos com relação à cultura indígena. Seguindo a linha do tempo, depois será retratada a religião europeia - a Católica -, que era o “motivo da colonização” por parte dos portugueses ao chegarem ao território brasileiro no século XVI; buscaremos explicar a visão de um português sobre colonizar os povos aqui presentes, com base nas crenças da religião Católica e também com base nos reais interesses de Portugal. Enfim, será retratada as religiões de matrizes africanas, como a umbanda e o candomblé, também com a presença de objetos pertencentes às religiões. Por fim, será tratado o sincretismo, isto é, como se deu a união e miscigenação das crenças de cada matriz para chegarmos à diversidade religiosa que o Brasil tem nos dias de hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:11:45 UTC</pubDate>
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         <title>10 e 11/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421377435</link>
         <description><![CDATA[<p>Elaboração das pesquisas</p><p><br></p><p>TUPÃ (Tupi-Guarani): “O </p><p>Trovão”</p><p>Criador dos céus, da terra e dos mares, o grande “Espírito do Trovão” foi quem deu origem à vida. Ele modelou o ser humano com barro, colocou nele a alma (nhandé rekó), e deu-lhes os elementos da natureza para garantir a sobrevivência. Além de ensinar às criaturas humanas o fazer da agricultura, do artesanato e da caça, Tupã concedeu aos pajés todo o conhecimento sobre as plantas, ervas medicinais e rituais de cura. </p><p>JACI (Tupi): “Lua”</p><p>Filha de Tupã, Jaci é a deusa da lua e guardiã da noite, guardiã dos amantes, da fertilidade, da noite e dos sonhos. Responsável pela reprodução, ela tem o dom de despertar as saudades no coração dos caçadores e guerreiros para que voltem sempre ao colo de suas esposas e cuidem de suas famílias. É ela quem guia os caçadores noturnos e protege os que vivem em harmonia com a floresta. Relacionada à Lua, que regula os ciclos femininos e a agricultura. </p><p>GUARACI (Tupi) : “Sol”</p><p>Guaraci é irmão/companheiro de Jaci, Deus do Sol e guardião que auxiliou Tupã a criar todos os seres vivos. Ele ilumina o mundo e dá energia às plantas e aos seres vivos. Representa a luz, a claridade e a vigilância. Os povos indígenas faziam oferendas ao nascer do sol para agradecer pela vida. Existe um ritual no qual as mulheres rezam para os seus companheiros que saem para caçar na passagem do dia para a noite, que seria o momento em que Jaci e Guaraci se encontram para abençoar essa união.</p><p>NHANDERÚ (Guarani): “Nosso Pai”</p><p>Nhanderú é considerado o ser original e eterno. Criador de tudo, inclusive de Tupã, é o pai celestial, protetor de tudo e todos. Está no centro da espiritualidade guarani. Sua morada é na "Terra Sem Males", um lugar sagrado de onde vieram os espíritos ancestrais. Em algumas histórias mitológicas, Nhanderú é o criador do mundo, da terra, da água e dos seres vivos. </p><p>CEUCI (Tupi-Guarani): “Mãe da Terra”</p><p>Protetora das moradias e das lavouras, Ceuci é quem acolhe e cuida dos frutos da nossa terra. É a "mãe da terra", ligada ao alimento, especialmente à mandioca, que é a base da alimentação indígena. Protetora das mulheres e da vida doméstica. Ensina a plantar, colher e respeitar os ciclos naturais. É comparada com a Virgem Maria pois engravidou de forma milagrosa, dando vida à Jurupari (“o filho do sol”).</p><p>ANHANGÁ (Tupi): “Alma Velha”</p><p>Anhangá é, em algumas mitologias, um espírito protetor da natureza, especialmente da fauna e flora, porém pode ser descrito um espírito maligno e punitivo em outras. Sua representação mais comum é a de um veado branco de olhos vermelhos. Inimigo de Tupã, é associado ao mal e a tudo o que vem das regiões infernais, mesmo sendo protetor dos animais. Os Tupinambás, por exemplo, acreditam que seu espírito vaga solto, tomando a forma de animais selvagens e trazendo má sorte para quem com ele se depara.</p><p><br></p><p>IARA (Tupi-Guarani): “Senhora das Águas” </p><p>Originalmente era uma guerreira indígena muito bela que foi morta por inveja dos irmãos. Seus encantos a transformaram em um espírito aquático. Ela vive nos rios e encanta os homens com seu canto. Sua imagem foi muito modificada pelo encontro das lendas européias (como as sereias gregas, que possuíam uma bela voz seduzente e eram metade pássaro, e a “Moura Encantada”, uma lenda européia) e as lendas indígenas já existentes, como o Ipupiara e Boiúna.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:12:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421377976</link>
         <description><![CDATA[<p>Estruturação da pesquisa </p><p><br></p><p>https://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&amp;as_sdt=0,5&amp;q=processo+de+catequese+dos+indígenas+&amp;btnG=#d=gs_qabs&amp;t=1744806894175&amp;u=#p=0EpsOgvfrJQJ</p><p><br></p><p>https://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&amp;as_sdt=0,5&amp;q=processo+de+catequese+dos+indígenas+&amp;btnG=#d=gs_qabs&amp;t=1744806926288&amp;u=#p=iH4TE09zDt0J</p><p><br></p><p>https://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/biblio:azevedo-1976-catequese/Azevedo_1976_CatequeseEAculturacao.pdf</p><p><br></p><p>A Igreja Católica Apostólica Romana </p><p><br></p><p>Surgiu no século I e foi fundada pelo próprio Jesus Cristo como consta no evangelho de Mateus 16, 18-19.</p><p>Em grego, "katholikos" (καθολικός) quer dizer "aquilo que é conforme o todo". De forma geral, a palavra "católica" é "universal". A palavra "católica" passou a designar não somente a Igreja que inclui todas as pessoas em todos os lugares (universal), mas também a Igreja que inclui a verdadeira fé e que aceita com totalidade as verdades reveladas, todos os sacramentos, todo o depósito e tesouro que foi deixado por Jesus Cristo aos Apóstolos.</p><p>"Apostólica" vem do fato que Jesus fundou a Igreja e confiou a Pedro e aos Apostila e, por sua vez, aos seus sucessores diretos: os bispos; o sucessor de Pedro é o bispo de Roma: o papa. </p><p>"Romana" vem do fato de que o túmulo de Pedro se encontra em Roma, e a Basílica de São Pedro foi construída em cima dele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:12:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>23/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421381384</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentação final para a nossa sala e o professor Djalma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:16:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3421710915</link>
         <description><![CDATA[<p>Montamos o projeto final (sala temática), a partir das pesquisas já realizadas pelas partes do grupo. Utilizamos diversos recursos, como: iluminação, efeitos sonoros, projeções, slides, exposições de elementos relacionados às religiões escolhidas, exposições sensoriais e estruturas artísticas.</p><p>Amanhã (23/04) apresentaremos para a nossa sala.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 15:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13/04</title>
         <author>stephanieferreira4</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430577430</link>
         <description><![CDATA[<p>Desenvolvimento do roteiro:</p><p>“AMÉLIA” </p><p>PRÓLOGO:</p><p>	Logo após trovejar e escurecer, o personagem Dicionário entra, com um guarda-chuva e uma luminária, a qual ilumina seu rosto. Sua fala traz o público para a forma com a qual a história será contada, iniciando a transição do mundo real para o espetáculo.</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: O que se seguirá diante de seus olhos é, aqui denominado, uma “peça teatral” - “peça”, do latim pettia, “fragmento de um todo”; “teatral”, relativo ao teatro, arte de origem popular, concebida para o acesso amplo, livre das exigências de elevada sofisticação intelectual. Dito isso, não se faz necessário solicitar atenção: o que será exibido não pretende surpreender. Trata-se, apenas - e suficientemente - de mais um recorte das notáveis vitórias das lutas femininas. Que seja, então, um bom espetáculo.</p><p><br></p><p>	A ironia fortemente presente na fala dá o tom irônico para a peça, reforçado ao longo de alguns momentos. O personagem posiciona o guarda-chuva no tripé e a luminária em cima da mesa e sai da cena, dando início à peça, com mais um trovão.</p><p><br></p><p>CENA 1:</p><p>	A peça inicia-se em 1942, com um Homem abrindo e fechando bruscamente a porta central. Ele segura um colar de jóias e, enquanto segura a entrada com o corpo - a fim de impedir alguém de adentrar - grita de forma intimidadora e decepcionada, revelando as primeiras estrofes da música “Ai, que saudade da Amélia”.</p><p>HOMEM: Nunca vi fazer tanta exigência / Nem fazer o que você me faz / Você não sabe o que é consciência / Não vê que eu sou um pobre rapaz. </p><p>Ele anda pelo palco, arrumando as estruturas e procurando algo para segurar a porta.</p><p>HOMEM: Você só pensa em luxo e riqueza / Tudo o que você vê, você quer (encontra uma vassoura, lembrando diretamente de Amélia) Ai, meu Deus, que saudade da Amélia / Aquilo sim é que era mulher. / Às vezes passava fome ao meu lado / E achava bonito não ter o que comer / Quando me via contrariado / Dizia: Meu filho, o que se há de fazer! (coloca a vassoura na porta). Amélia não tinha a menor vaidade / Amélia é que era mulher de verdade.</p><p>A vassoura encaixada na estrutura forma a letra “A”, que é complementada pelas outras partes do cenário, formando a palavra “AMÉLIA”. O Homem encontra uma rosa de vidro e encaixa-a em uma letra “A”, que sobe e revela um pano com uma projeção. Antes de sair, quebra o colar e derruba as pedras no chão, ao som de um trovão. Na projeção, acompanhamos uma criança crescendo, enquanto a música “Ai, que saudades da Amélia” é reproduzida em diversas versões. </p><p><br></p><p>CENA 2:</p><p>Amélia surge de trás da projeção, limpando as pedras do chão. Na televisão, uma cena da novela “Cheias de Charme” passa. A empregada guarda algumas coisas em um baú, se dando conta de um objeto na estante. Ao mexer um pouco mais nele, se assusta ao concluir que é um espelho. </p><p>AMÉLIA: (surpresa) Quem é você?!</p><p>	O personagem Dicionário entra.</p><p>DICIONÁRIO: Reflexo: fenômeno óptico caracterizado pela incidência da luz sobre uma superfície refletora - como um espelho - e seu retorno ao meio de origem, resultando na formação de uma imagem que reproduz, com precisão, aquilo que se encontra diante dessa superfície. Exemplo: ao deparar-se com um espelho e posicionar-se em sua frente, uma pessoa verá uma imagem que reproduz sua própria forma — uma duplicação visual fiel, embora destituída de presença ou identidade real. É sua figura, mas não ela.</p><p>AMÉLIA: Essa não sou eu!</p><p>DICIONÁRIO: Eu não disse? (sai de cena)</p><p>AMÉLIA: Como eu saio de casa assim?! Quer dizer, não que eu não me veja nos espelhos da minha casa…(pensativa) Eu me vejo? E se essa não sou eu, quem eu sou?</p><p>Sua frase mal termina e ouça-se o som de um alarme.</p><p>AMÉLIA: Meu Deus, já são seis horas! Se eu não sair agora, vou perder o meu ônibus! Espera, não consegui limpar essa estante. A minha patroa vai me matar! (pega um espanador e limpa rapidamente a estante, até que encontra um livro) Di-ci-o-ná-rio. (Dicionário aparece ao fundo) Não é isso que dizem para ler quando alguém quer saber o que é algo? </p><p>	Um som troveja e o Dicionário vai para a frente do palco, arrumando o cenário para a próxima cena (esticando o tripé com o canhão de luz), enquanto diz o significado de “dicionário”. Amélia arruma rapidamente a casa e põe o livro na bolsa, para sair o quanto antes da chuva. A luz diminui, dando a ideia de anoitecer.</p><p>DICIONÁRIO: Dicionário: obra que reúne palavras ou expressões de uma língua, acompanhadas de seus verdadeiros e incontestáveis significados.</p><p>CENA 3:</p><p>O barulho de buzina de ônibus ecoa, quebrando o silêncio da frase do Dicionário, que carrega as duas mesas (estrutura da letra “E”) com os faróis acesos, representando o ônibus, e corre até a coxia. Amélia aparece correndo atrás dele.</p><p><br></p><p>AMÉLIA: Espera, motorista! Espera! (para no ponto de ônibus, pega o seu celular e manda um áudio) Oi filho, tudo bem? Vou chegar mais tarde hoje. Prometo que amanhã eu te ajudo a fazer o seu dever de casa. O seu pai já chegou? Beijo, te amo. (senta no ponto de ônibus e pega a sua bolsa) Será que aqui eu encontro a resposta? Vamos ver, meu nome…A…M…É…aqui? Encontrei!</p><p><br></p><p>	Dicionário entra em cena.</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Amélia: mulher meiga, apática e serviçal que, por amor a seu homem, aceita passivamente todo tipo de humilhações e privações. </p><p><br></p><p>AMÉLIA: O quê?</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Há mais. Amélia: pessoa pusilânime, acanhada e/ou timorata.</p><p><br></p><p>AMÉLIA: Quê?</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: (repete, sem paciência) Amélia: pessoa pusilânime, acanhada e/ou-</p><p><br></p><p>AMÉLIA: Eu já entendi! </p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Entendeu?</p><p><br></p><p>AMÉLIA: Bem, mais ou menos. Não me parece algo bom. </p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Para mim, é algo excelente. </p><p><br></p><p>AMÉLIA: A segunda parte até pode ser, não entendi uma palavra sequer. Já a primeira parte não faz sentido para mim. Eu não sou isso! (recebe notificação) Só um momento. (lê a mensagem) “Oi mae, tô bem, n tem problema eu tento fazer sozinho, o papai acabou de sair de casa, disse q tá indo pro bar se encontrar com os amg, ele pediu pra vc lavar a louça pq foi comer um pedaço do seu bolo de ontem e n tinha prato, e vc pd passar meu uniforme? Tô sem nada pra vestir amn”. Espere um pouco. (diz ao Dicionário, e grava outro áudio) Oi filho, eu estou bem também. Está bem então, quando eu chegar eu lavo a louça e passo o ferro na sua camiseta, sem problemas. Boa noite, te amo. (termina de gravar) Onde estávamos?</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Amélia: mulher meiga, apática e serviçal que, por amor a seu homem, aceita passivamente todo tipo de humilhações e privações?</p><p><br></p><p>AMÉLIA: Verdade. Eu não sou isso! Essa visão já está muito ultrapassada, não existe mais, estamos no século 21! </p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Se você diz…</p><p><br></p><p>AMÉLIA: Eu sei do quê eu estou falando. Até porque, se nada tivesse mudado, não existiriam mulheres trabalhando em empresas como há hoje! Eu só tive azar…</p><p>Um trovão ecoa. Dicionário pega o guarda-chuva, abre, e entrega à Amélia, logo antes de sair de cena.</p><p>AMÉLIA: Ai, chuvinha, será que a senhora não pode esperar mais algumas horas, até eu ch</p><p>egar em casa?!</p><p>Outro trovão soa, mais alto, dando um blackout.envolvimento do roteiro: </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:08:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14/04</title>
         <author>stephanieferreira4</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430579810</link>
         <description><![CDATA[<p>Reunião do grupo para a estruturação dos cenários de nossa peça. Juntamos muitas caixas de papelão e começamos a produção: conseguimos fazer a letra "L" e quase uma das letras "A" inteira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:11:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430579810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>17/04</title>
         <author>stephanieferreira4</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430589040</link>
         <description><![CDATA[<p>Conversando com o professor Sandro, ele nos disse que o projeto está ótimo e é só fazer a estruturação do roteiro.</p><p><br></p><p>CENA 4: </p><p>O blackout acaba com um corte no tempo. A cortina está fechada e o Dicionário, como repórter, entra em frente ao palco e se refere ao Homem, direcionando para a cortina. </p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Boa tarde, estimadas telespectadoras e telespectadores. É com imensa satisfação que recebemos hoje uma das figuras mais emblemáticas da música popular brasileira. Senhor, permita-me iniciar esta conversa perguntando-lhe sobre aquela canção que, para muitos, é considerada uma verdadeira obra-prima da nossa música.</p><p><br></p><p>	Uma sombra é projetada na cortina, com a silhueta do Homem, enquanto fala.</p><p><br></p><p>HOMEM: Estaria se referindo, acaso, àquela composição que leva um nome feminino emprestado ao meu samba?</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: (voltado a plateia) Samba: expressão musical que resulta da fusão de ritmos de origem africana, transformando-se, ao longo dos anos, em um dos maiores símbolos da cultura popular brasileira.</p><p><br></p><p>HOMEM: Exatamente. Creio ser oportuno recordar que o samba tem suas raízes entre os negros e ex-escravizados que, migrando para o Rio de Janeiro, encontraram moradia nos morros e favelas, distantes dos centros frequentados pela burguesia. Em outras palavras, ele nasceu de uma minoria - não classificada por quantidade, mas sim pela falta de representati- (é interrompido)</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Retornando à nossa pauta inicial: de onde surgiu a inspiração para a criação dessa canção tão célebre?</p><p><br></p><p>HOMEM: A ideia de "Amélia" surgiu durante uma conversa em uma cafeteria. Um amigo relatava sobre uma mulher que trabalhava como empregada na casa de sua irmã. Ele descrevia seu modo de vida... singelo. Era alguém que enfrentava a fome ao lado do marido e, ainda assim, via beleza nessa condição. Essa história me tocou e serviu de inspiração para compor a música.</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Confessaria o senhor que esperava tamanha repercussão, ao ponto da canção cair no gosto popular?</p><p><br></p><p>HOMEM: A música pegou porque era o retrato de um tempo. Mas não quer dizer que esse retrato seja bonito. </p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: (ficando nervoso) Mas como não seria belo, senhor, se essa personagem acaba de ser consagrada como um adjetivo, registrado nos dicionários brasileiros?</p><p><br></p><p>HOMEM: (indignado) A Amélia é compreensão, é ternura, é vida, é uma mulher solidária que enfrentava as dificuldades junto com o marido. Ela simboliza a companheira ideal, que luta ao lado do marido, vivendo de acordo com suas possibilidades, sem exigir o que ele não pode dar. Não é um hino à submissão. (um som de chiado de microfone interrompe e a sombra some)</p><p><br></p><p>DICIONÁRIO: Nosso tempo, infelizmente, chega ao fim. Agradecemos imensamente sua presença. E agora, queridos telespectadores, vamos a um breve intervalo comercial. </p><p><br></p><p>	O personagem retira o terno enquanto o lado esquerdo da cortina se abre, revelando um escritório. Dicionário sobe no palco e se senta, d</p><p>ando início a próxima cena.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:24:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25/04</title>
         <author>stephanieferreira4</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430590002</link>
         <description><![CDATA[<p>O grupo se reuniu para dar continuidade à produção do cenário.</p><p>Segue a ideia de como vai ficar na peça:</p><p>https://www.canva.com/design/DAGh7dCyNxw/vhChW_fd3zELyTd1zZFhWw/edit?utm_content=DAGh7dCyNxw&amp;utm_campaign=designshare&amp;utm_medium=link2&amp;utm_source=sharebutton</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:25:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430590002</guid>
      </item>
      <item>
         <title>28/04</title>
         <author>stephanieferreira4</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430595327</link>
         <description><![CDATA[<p>Rafael Mendo, Guilherme e Stephanie contaram com a ajuda de Rafaela Samartini e Victória para a pintura e finalização dos cenários.</p><p>Também foi finalizado o roteiro pelo grupo:</p><p>CENA 5:  </p><p>	Amélia entra em cena pelo lado direito, agora com o uniforme da empresa em questão e diversos papéis em mãos. Bate à porta e, com a permissão do Dicionário, adentra ao escritório.</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Com licença, chefe. </p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Pois não.</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Aqui os documentos que o senhor pediu, todos organizados. </p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Finalmente. </p><p><br/></p><p>AMÉLIA: E, tem mais uma coisa que eu gostaria de perguntar. O senhor sabe que eu estou no caminho para completar o meu segundo mestrado. E, dessa forma, vou conseguir contribuir ainda mais para a empresa e…</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Seja objetiva. Estou muito ocupado.</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: (ansiosa) Então…eu gostaria de solicitar um reajuste no meu salário. </p><p><br/></p><p>	Um silêncio paira o ar e o Dicionário para os seus afazeres, olhando para a funcionária.</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Um aumento?</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Sim. Eu…acho que eu mereço. Ainda mais porque o meu na… colega está no mesmo curso que eu e já ganhou um aumento.</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Você se lembra de quantos meses a senhorita ficou sem vir à empresa há pouco tempo?</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Quatro meses, senhor. Mas eu estava grávida e…</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: O filho não é meu, portanto não cabe a mim lidar com as questões causadas por ele. O que me pertence é o fato de uma funcionária ter ficado inutilizada por meses e, ainda sim, exigir um aumento em seu ganho. Chega ser engraçado, não? (ri de forma irônica) A senhorita poderia trabalhar no circo, sabia? Que tal ser palhaça ou equilibrista? </p><p><br/></p><p>	Amélia fica totalmente desconfortável, e ri de forma obrigada.</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Imagino que não temos mais nada a tratar. </p><p><br/></p><p>	Ela se vira, chateada, prestes a sair da sala, até que o Dicionário diz mais uma coisa.</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: Ah, espere. (pega uma pilha de livros) Leve estes papéis até as lixeiras. Nunca vou ler isso. Aproveite e leve esse guarda-chuva também. Está parado aqui há décadas.</p><p><br/></p><p>	O chefe entrega os papéis à Amélia, que sai da sala. A cortina do lado esquerdo fecha, enquanto a sombra de Amélia é projetada. Ela anda até derrubar alguns livros, desestabilizada. Ao se agachar para recolhê-los, se depara com um texto interessante, lendo em voz alta.</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: “Assim se explica que a mulher é definida e diferenciada com relação ao homem, e não ele com relação a ela; ela é o inessencial em face do essencial. Ele é o Sujeito, ele é o Absoluto: ela é o Outro”. Que interessante…(folheia mais) “O homem nunca pensa em si mesmo sem a mulher; ela não é pensada como uma ausência, mas como o que ele não é. Ela é definida relativamente ao homem e não ele relativamente a ela”.(folheia mais pouco) “Nenhum grupo humano jamais se colocou como o Outro; é necessário, para que um grupo possa se constituir como Um, que se oponha a um Outro”. (fecha o livro, reflexiva, e lê o título) “O Segundo Sexo”. (ri) É claro que ele nunca vai ler esse livro. </p><p><br/></p><p>	A cortina direita abre, revelando o cenário da casa de Amélia, já de noite. Lá, ela se senta e começa a estudar, escrevendo a sua tese, mesmo exausta. No meio tempo, um choro é ouvido. Ela sai para o canto esquerdo, ouvindo-se sons de uma criança se acalmando. Ao anoitecer, ela retorna à sua escrita, até ser interrompida por um telefonema, o qual é correspondido de forma impaciente. Ela abre outros documentos, agora sobre o trabalho. Se lembra de alguns itens da lista de compras, então pega para anotá-los, fazendo uma prateleira cair. Ela começa a limpar a sujeira com uma vassoura, até mais um choro soar, e quando ela sai para atender o filho, outro telefonema toca. Agora, ela volta com um bebê em seu colo, enquanto atende à ligação. A vassoura cai, espalhando a sujeira. Amélia está se agoniando, sofrendo com tudo.</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Eu tenho que conseguir! Eu tenho que conseguir!</p><p><br/></p><p> Até que se desespera de vez, gritando e fazendo a cortina ser fechada drasticamente na explosão.</p><p>Após o surto, a silhueta de um outro homem, na cortina esquerda, entra. Seu namorado encontra-a de forma desolada, então a abraça. </p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Eu não aguento mais! Não suporto mais carregar o medo de falhar como quem carrega um segredo que ninguém conhece. Enxugar minhas próprias lágrimas enquanto tentava ser tudo para todos: a mãe perfeita, a aluna dedicada, a funcionária exemplar, a companheira admirável. Não aguento mais sorrir enquanto tudo isso pesa. Pesa enquanto tento equilibrar tudo em cima de uma corda bamba sem chances de errar. Eu acho que sou humana também…</p><p><br/></p><p>	Eles continuam abraçados, até o namorado se levantar, ajudando-a e entregando um colar. </p><p><br/></p><p>NAMORADO: Você está linda. Precisa de um tempo só para você.</p><p><br/></p><p>Sem mais nenhuma palavra, eles apenas fazem um gesto de dança, lançando-a para a lateral esquerda enquanto rodopia. A luz da direita se apaga, com a sombra do homem e a bagunça sumindo. O silêncio dá espaço para um som de festa crescente. Assim, o cenário é mudado e as cortinas se abrem, revelando uma festa. </p><p><br/></p><p>CENA 6:</p><p>	Na festa, Amélia aproveita a música, até mudar o ritmo, para um rock. Ela aproveita a música enquanto grita para o mundo.</p><p><br/></p><p>AMÉLIA: Eu amei essa música! (diz, feliz com a vida)</p><p><br/></p><p>	O Dicionário entra.</p><p><br/></p><p>DICIONÁRIO: (bravo) Rock: estilo musical criado no final da década de 1940, nos Estados Unidos. Inspirado por R&amp;B e o jazz, gêneros predominantemente urbanos e influenciados pela cultura negra, forneceram a base rítmica e melódica do rock. As músicas eram uma forma de expressar experiências de vida de pessoas negras, abordando temas de luta, identidade, resistência, e blablabla. O rock é atemporal e será sempre lembrado pelos maiorais, como Elvis Presley, The Beatles, Queen, Metallica e Guns N' Roses.</p><p><br/></p><p>	Eles se entreolham e, Dicionário sai de cena e, pela primeira vez, Amélia o ignora. Continua dançando até se cansar. Até ir para o canto direito, onde tromba com o Homem. </p><p><br/></p><p>HOMEM: O que você está fazendo aqui, fora de casa? E ainda dançando ao som de rock! </p><p><br/></p><p>	Ele a pega pelo pescoço, erguendo-a e quase sufocando-a.</p><p><br/></p><p>HOMEM: Você acha que pode ser tudo? Que pode dançar como se não tivesse filho em casa? Que pode estudar, trabalhar, tudo isso com esse sorriso na cara? Você é mãe, Amélia! É mulher! Quem te deixou esquecer o teu lugar? Você não é uma dessas... dessas roqueiras que se acham fortes só porque gritam! E ainda usa esse colar ridículo, como se significasse alguma coisa! (arranca o colar) Você não é dona de nada. Nem do seu corpo, nem da sua história.</p><p><br/></p><p>	O Homem solta ela e vai para a porta, fechando-a. A mulher tenta abrir enquanto ele a impede. Até recitar:</p><p><br/></p><p>HOMEM: Nunca vi fazer tanta exigência / Nem fazer o que você me faz / Você não sabe o que é consciência / Não vê que eu sou um pobre rapaz. (sai de cena)</p><p><br/></p><p>Mais um trovão ecoa.</p><p><br/></p><p> </p><p>CENA 7: </p><p>Após o trovão, a música “Desconstruindo Amélia” começa a tocar. 	</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:32:39 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>29/04</title>
         <author>stephanieferreira4</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3430597100</link>
         <description><![CDATA[<p>Encontro do grupo para ver posição de cenário e ensaiar a peça.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-29 23:34:57 UTC</pubDate>
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         <title>21/03</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3438875669</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, destinada à finalização dos projetos em andamento ao longo das últimas aulas, pesquisei imagens para servirem na composição da colagem do cartaz. Estava encarregado de encontrar imagens sobre os conflitos abordados, enquanto a Raquel havia pesquisado figuras que representassem aspectos culturais, religiosos e econômicos dos povos caboclos que vivem na Amazônia. </p><p>Em minha pesquisa, foquei mais nas representações fotográficas de exploração e extração de madeira Amazônica ilegal (exemplo anexado na postagem), uma vez que são mais visualmente impactantes, dando uma forte ideia das consequências dos conflitos abordados. Em outro viés, também trouxe imagens sobre a construção de barragens naquela área, como as barragens de Belo Monte e Tucuruí. </p><p>Após termos as imagens selecionadas, imprimimos e iniciamos a montagem do nosso cartaz em uma folha a3.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 00:54:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3438875669</guid>
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         <title>02/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3438946420</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1º PARTE:</strong></p><p><br/></p><p>Nesta aula, daremos início efetivamente ao projeto final da eletiva, o qual possui o tema "Conflitos globais na atualidade", começando, hoje, pelo sorteio dos temas de cada grupo (com os mesmos integrantes do projeto passado). Os grupos deverão realizar apresentações de slides sobre cada tema dado à eles, que são os seguintes:</p><ul><li><p>Conflito no Iêmen: Houthis;</p></li><li><p>Guerra do Sudão;</p></li><li><p>Gaza: Hamas x Israel.</p></li><li><p>Crise Políticos Civil: Venezuela;</p></li><li><p>Narcotráfico e a Crise migratória: México;</p></li><li><p>Separatismo na Escócia;</p></li><li><p>Conflito Myamar;</p></li></ul><p><br/></p><p>O nosso tema sorteado foi "Guerra do Sudão".</p><p><br/></p><p><strong>2º PARTE:</strong></p><p>Após a definição do tema, iniciamos a pesquisa para a preparação dos slides da apresentação. Nosso professor orientou que abordássemos tópicos essenciais como localização geográfica, apresentação do país, causas e início do conflito determinado, etnre outros. Segue a pesquisa realizada:</p><p><br/></p><p><strong>1) História e Colonização:</strong></p><p>O território sudanês foi habitado por civilizações antigas, como o Reino de Cuxe, que manteve contato com o Egito Antigo. Durante a era colonial, o Sudão foi dominado pelo Império Otomano e, posteriormente, pelo Reino Unido e Egito (1899-1956). O país conquistou sua independência em 1956, mas desde então enfrenta instabilidade política. </p><p><br/></p><p><strong>2) Guerras e Conflitos Internos:</strong></p><p> Desde a independência, o Sudão viveu duas longas guerras civis (1955-1972 e 1983-2005), motivadas por diferenças étnicas, religiosas e econômicas entre o governo e grupos rebeldes do sul. Esse cenário resultou na criação do Sudão do Sul em 2011, tornando-se o país mais jovem do mundo. </p><p><br/></p><p><strong>3) Política:</strong></p><p>O Sudão foi governado por Omar al-Bashir por 30 anos (1989-2019), até sua deposição após intensos protestos populares. Desde então, o país enfrenta uma grave instabilidade política, marcada por golpes militares e disputas entre forças armadas e grupos paramilitares, como os conflitos recentes de 2023 entre o exército sudanês e as Forças de Apoio Rápido (RSF). </p><p><br/></p><p><strong>4) Economia:</strong></p><p> A economia sudanesa depende da agricultura e da exploração de petróleo. No entanto, a separação do Sudão do Sul reduziu significativamente a produção petrolífera do país. Além disso, o Sudão enfrenta desafios como sanções internacionais, inflação elevada e escassez de alimentos. O ouro tornou-se um dos principais recursos econômicos do país. </p><p><br/></p><p><strong>5) Cultura:</strong> </p><p>O Sudão possui uma grande diversidade cultural, com mais de 500 grupos étnicos e forte influência islâmica. A língua oficial é o árabe, mas há diversas línguas locais. A música e a dança tradicionais sudanesas possuem raízes africanas e árabes. Na culinária, alguns pratos típicos são o ful medames (feijão temperado) e o kisra (pão fino de sorgo). </p><p><br/></p><p><strong>6) Religião: </strong></p><p>O islamismo sunita é a religião predominante, seguido por aproximadamente 90% da população. Durante o governo de Omar al-Bashir, a lei islâmica (Sharia) foi rigidamente aplicada, mas após sua queda em 2019, algumas reformas foram implementadas, como a revogação da pena de morte por apostasia. Antes da separação do Sudão do Sul, havia uma presença significativa de cristãos e seguidores de religiões tradicionais africanas, principalmente no sul. Atualmente, os cristãos (especialmente católicos e anglicanos) representam uma minoria e enfrentam restrições. O governo sudanês já foi acusado de perseguir minorias religiosas, tornando a liberdade religiosa um tema sensível no país.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 01:32:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>09/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3438959933</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta aula foi totalmente destinada à continuação da produção das apresentações finais desta eletiva. Enquanto já iniciei a preparação dos slides, utilizando o material já adquirido (pesquisa presente na postagem anterior), a Raquel avançou mais na pesquisa, aprofundando os dados e conhecimetnos especificamente sobre a Terceira Guerra Civil do Sudão:</p><p><br></p><p><strong>PESQUISA SOBRE O CONFLITO: </strong></p><p>Em 15 de abril de 2023, o Sudão mergulhou em um conflito armado entre as Forças Armadas Sudanesas (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF), resultando em uma grave crise humanitária e política. </p><ul><li><p>Contexto Histórico: O Sudão tem uma história marcada por instabilidade política e conflitos internos desde sua independência do Reino Unido e Egito em 1956. A diversidade étnica, religiosa e cultural do país frequentemente resultou em tensões entre diferentes grupos. O governo de Omar al-Bashir, que durou 30 anos até sua deposição em 2019, foi caracterizado por autoritarismo e conflitos, incluindo a guerra em Darfur. Transição Política e Tensão Militar. Após a queda de al-Bashir, estabeleceu-se um governo de transição composto por civis e militares, com o objetivo de conduzir o país a eleições democráticas. No entanto, divergências entre as SAF, lideradas pelo general Abdel Fattah al-Burhan, e as RSF, comandadas por Mohamed Hamdan Dagalo (conhecido como Hemedti) intensificaram-se. As RSF, originárias de milícias árabes conhecidas como Janjaweed, ganharam proeminência durante o conflito em Darfur e foram formalizadas como força paramilitar. A disputa pelo poder entre essas forcas culminou em confrontos armados em abril de 2023. </p></li><li><p>Desenvolvimento do Conflito: Os combates iniciados em Cartum rapidamente se espalharam para outras regiões, resultando em milhares de mortes e milhões de deslocados internos e refugiados. A infraestrutura do país foi severamente danificada, agravando a crise humanitária. Relatos de violações dos direitos humanos, incluindo ataques a civis e violência sexual, foram amplamente documentados. </p></li><li><p>Situação Atual: Até abril de 2025, o conflito persiste, com esforços de mediação internacional fracassados em alcançar um cessar-fogo duradouro. A população civil continua a sofrer com a escassez de alimentos, água e serviços médicos. A comunidade internacional mantém esforcos para fornecer assistência humanitária, mas enfrenta desafios logísticos e de segurança significativos. </p></li><li><p>Conceitos importantes: <strong>Governo de Omar al-Bashir</strong> -  Omar al-Bashir governou o Sudão de 1989 até sua deposição em 2019. Seu regime foi caracterizado por uma ideologia islamista, com forte ligação à Frente Islâmica Nacional. Durante seu governo, al-Bashir implementou a Sharia (lei islâmica) em todo o país, buscando consolidar um Estado islâmico centralizado. Essa postura resultou em políticas que marginalizaram grupos não árabes e não muçulmanos, especialmente nas regiões do sul e de Darfur, exacerbando tensões étnicas e religiosas. Além disso, al-Bashir utilizou milícias, como os Janjaweed, para reprimir insurgências, particularmente em Darfur, onde foram cometidas atrocidades amplamente condenadas pela comunidade internacional; <strong>Forças Armadas Sudanesas (SAF)</strong> - As Forças de Apoio Rápido têm suas raízes nas milícias Janjaweed, utilizadas pelo governo de al-Bashir durante o conflito em Darfur. Formalizadas em 2013 como uma força paramilitar, as RSF são lideradas por Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como "Hemedti". Embora tenham surgido como uma extensão das políticas repressivas de al-Bashir, as RSF, sob a liderança de Hemedti, buscaram redefinir sua imagem e papel político. Em fevereiro de 2025, as RSF e 23 grupos político-militares assinaram um acordo para a formação de um governo paralelo, expressando compromisso com a criação de um Estado secular e democrático, baseado na liberdade, igualdade e justiça. Essa mudança sugere uma tentativa de alinhar-se com ideais mais democráticos e inclusivos, embora suas ações no terreno tenham sido frequentemente contraditórias, com acusações de violações dos direitos humanos; <strong>Forças de Apoio Rápido (RSF) </strong>- As Forças de Apoio Rápido têm suas raízes nas milícias Janjaweed, utilizadas pelo governo de al-Bashir durante o conflito em Darfur. Formalizadas em 2013 como uma força paramilitar, as RSF são lideradas por Mohamed Hamdan Dagalo, conhecido como "Hemedti". Embora tenham surgido como uma extensão das políticas repressivas de al-Bashir, as RSF, sob a liderança de Hemedti, buscaram redefinir sua imagem e papel político. Em fevereiro de 2025, as RSF e 23 grupos político-militares assinaram um acordo para a formação de um governo paralelo, expressando compromisso com a criação de um Estado secular e democrático, baseado na liberdade, igualdade e justiça. Essa mudança sugere uma tentativa de alinhar-se com ideais mais democráticos e inclusivos, embora suas ações no terreno tenham sido frequentemente contraditórias, com acusações de violações dos direitos humano.</p></li></ul><p><br></p><p>Com a pesquisa concluída, agora nossa principal preocupação será a produção dos slides e a divisão das falas para o dia da apresentação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 01:39:51 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>11/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3438981837</link>
         <description><![CDATA[<p>Antes de finalizarmos a nossa apresentação, sorteamos as datas que cada grupo irá expôr, selecionados dos dias 16/04 e 30/04. Nossa apresentação será realizada na primeirs data, selecionada por vontade própria por parte do grupo - o restante foi definido por sorteio. </p><p>Assim, dividimos os afazeres na seguinte colocação: eu continuarei a preparação dos slides, enquanto a minha dupla preparará o roteiro da apresentação a seguir:</p><p><br></p><p><strong>ROTEIRO DOS SLIDES: </strong></p><p>- Slide 1: O Sudão é um país do nordeste da África, cortado pelo Rio Nilo. Tem uma rica herança histórica, diversidade cultural e enfrenta desafios políticos e sociais desde sua independência, em 1956. </p><p>- Slide 2: O território foi habitado por antigas civilizações, como o Reino de Cuxe. Depois, foi dominado pelo Império Otomano e, entre 1899 e 1956, por Reino Unido e Egito. Após a independência, o país passou por instabilidades políticas.</p><p>- Slide 3: Duas guerras civis marcaram o país (1955-1972 e 1983-2005), motivadas por diferenças étnicas e religiosas. Em 2011, o Sudão do Sul se separou, tornando-se o país mais novo do mundo.</p><p>- Slide 4: Omar al-Bashir governou por 30 anos com um regime autoritário e islâmico. Após sua queda em 2019, o Sudão passou por transições e disputas de poder, resultando em conflitos entre o exército (SAF) e as Forças de Apoio Rápido (RSF). </p><p>- Slide 5: Em abril de 2023, um conflito armado eclodiu entre SAF e RSF, mergulhando o país em uma grave crise humanitária. Milhares morreram, milhões fugiram, e a infraestrutura foi destruída.</p><p>- Slide 6: A rivalidade entre SAF e RSF cresceu após a transição pós-Bashir. As RSF, com origem nas milícias Janjaweed, ganharam força e, em 2025, assinaram um acordo para criar um governo paralelo, prometendo um Estado democrático. </p><p>- Slide 7: A economia depende da agricultura, petróleo e ouro. A separação do Sudão do Sul afetou a produção petrolífera. O país sofre com inflação, pobreza, sanções e insegurança alimentar. </p><p>- Slide 8: O Sudão abriga mais de 500 grupos étnicos, com forte presença árabe e islâmica. A língua oficial é o árabe, e a maioria segue o islamismo sunita. A música, dança e culinária são ricas em influências africanas e árabes. </p><p>- Slide 9: O conflito ainda persiste. A população sofre com escassez de alimentos, água e saúde. A comunidade internacional tenta intervir, mas enfrenta dificuldades. O futuro político permanece incerto.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 01:52:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>16/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3438992489</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentamos o nosso micro-seminário final (slides em anexo). Ela foi organizada seguindo o seguinte roteiro escrito pela Raquel:</p><p><br></p><p>Slide 1 – Introdução ao Sudão</p><p>Raquel:</p><p>“Vamos falar hoje sobre o conflito atual que está acontecendo no Sudão, um país localizado no nordeste da África. Apesar de ter uma cultura muito rica, o país enfrenta crises políticas, sociais e humanitárias muito graves. É importante entender que o Sudão já passou por guerras civis, separações territoriais e disputas de poder que influenciam diretamente na situação atual.”</p><p><br></p><p>Slide 2 – História e Colonização</p><p>Mendo:</p><p>“Durante séculos, o território do Sudão foi colonizado por diferentes impérios, como o Otomano e, depois, controlado pelo Reino Unido em parceria com o Egito. Ele conquistou a independência só em 1956, mas desde então sofreu com vários golpes de Estado, ditaduras e guerras internas.”</p><p><br></p><p>Slide 3 – Guerras e o Sudão do Sul</p><p>Raquel:</p><p>“As duas guerras civis entre o norte e o sul foram motivadas por diferenças religiosas e étnicas. Enquanto o norte é mais árabe e islâmico, o sul é cristão e africano. Em 2011, o Sudão do Sul se tornou independente, mas mesmo assim os conflitos não acabaram. O país continuou instável.”</p><p><br></p><p>Slide 4 – Governo e Política Atual</p><p>Mendo:</p><p>“Omar al-Bashir foi presidente por 30 anos. Ele criou um regime autoritário e apoiou a implementação da lei islâmica no país inteiro. Depois da queda dele, em 2019, o país passou por várias tentativas de transição para um governo civil, mas o exército ainda continua muito presente no poder.”</p><p><br></p><p>Slide 5 – Economia do Sudão</p><p>Mendo:</p><p>“A economia do Sudão já era frágil e ficou ainda pior. O país depende da agricultura, ouro e petróleo, mas enfrenta sanções, inflação e muita pobreza. Depois que o Sudão do Sul se separou, o Sudão perdeu boa parte da produção de petróleo, o que piorou ainda mais a situação econômica.”</p><p><br></p><p>Slide 6 – Cultura e Religião</p><p>Raquel:</p><p>“O país é muito diverso. Tem mais de 500 grupos étnicos e várias tradições culturais, tanto africanas quanto árabes. A maioria da população é muçulmana sunita, e o árabe é a língua oficial. Mesmo em meio a tantas dificuldades, a cultura sudanesa continua sendo um símbolo de resistência.”</p><p><br></p><p>Slide 7 - O Conflito de 2023</p><p>Raquel:</p><p>“Em abril de 2023, começou uma guerra entre o exército do Sudão, chamado SAF, e um grupo paramilitar chamado RSF, que eram aliados, mas acabaram virando inimigos. Esse conflito causou muitas mortes, deixou milhões de pessoas sem casa, e destruiu grande parte das cidades e serviços do país.”</p><p><br></p><p>Slide 8 – Raízes do Conflito</p><p>Mendo:</p><p>“A guerra entre a SAF e a RSF começou porque os dois grupos disputam quem vai controlar o futuro do Sudão. A RSF era parte do exército, mas virou um grupo separado e muito poderoso, com milhares de soldados e influência em várias regiões. O governo queria integrar a RSF nas Forças Armadas, mas os líderes da RSF recusaram, com medo de perder poder. Isso gerou desconfiança, tensão e acabou explodindo em confronto armado.”</p><p><br></p><p>Raquel:</p><p>“Além disso, a RSF tem origens nas milícias Janjaweed, que foram acusadas de cometer genocídio e crimes graves na região de Darfur nos anos 2000. Mesmo assim, o grupo cresceu e passou a controlar minas de ouro e territórios estratégicos. Em 2023, o conflito virou uma guerra aberta que destruiu bairros inteiros em Cartum, a capital. Milhões fugiram de suas casas, e o país ficou dividido entre zonas controladas pela SAF e pela RSF, sem nenhum governo forte de verdade.”</p><p><br></p><p>Slide 9 – Situação Atual (2025)</p><p>Raquel:</p><p>“Hoje, a guerra continua. Muitas pessoas estão sem acesso à comida, água, abrigo e atendimento médico. A comunidade internacional tenta ajudar, mas as negociações de paz são difíceis e o futuro do país ainda é muito incerto.”</p><p><br></p><p>Slide 10 – Conclusão e Reflexão</p><p>Mendo:</p><p>“O caso do Sudão mostra como conflitos de poder, interesses políticos e desigualdades podem gerar tragédias humanitárias. É um alerta para o mundo. Precisamos valorizar a paz, os direitos humanos e o respeito às diferenças, para que tragédias como essa não se repita".</p><p><br></p><p>Desta forma, finalizamos a eletiva do 1º trimestre.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 01:57:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>07/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3440487750</link>
         <description><![CDATA[<p>Modeneuza é uma androide já criada com aparência de uma mulher vivida. No início, não se importava - afinal, seus arduínos engrenagens não a permitiam desenvolver emoções diretas. Porém, ao interagir com a sociedade, reconhecia humanos de aparência semelhantes à dela, com leves marcas de idade e pele já não tão jovial e se surpreendeu com a reação de boa parte delas: não se aceitavam, retiravam parte da sua essência natural para colocar elementos plásticos, agulhas de metal e toxinas injetadas, a fim de moldar as suas aparências e se encaixarem em um molde ideológico determinado por elas mesmas. <br><br>Modeneuza, após a análise de tais indivíduos, recalculou sua visão sobre ela mesma, se questionando sobre o porquê de não estar nos padrões - afinal, ela foi milimetricamente calculada para ser construída da forma que é. Sua vontade de mudar sua aparência apenas crescia. Embora seu corpo nunca envelhecesse, ela olhava para o espelho com inquietação. Ajustava as rugas simuladas no rosto, como se pudessem se aprofundar de verdade. Tinha medo do tempo. Medo de parecer ultrapassada. <br>Mesmo sem idade, Modeneuza temia o envelhecer da alma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 19:55:28 UTC</pubDate>
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         <title>21/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3466255508</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula 3: Linha do tempo - momentos importantes da vida até agora (em anexo).<br><br>2009 - Nascimento;<br>2013 - Vim para São Caetano;<br>2015 - Entrada no Ateneu (conheci meus amigos);<br>2017 - Início de uma maior paixão por teatro (Cantando na Chuva) e ganhei os meus gatos;<br>2021 - Musical marcante (Charlie e a Fantástica Fábrica de Chocolate - elenco infantil);<br>2022 - Início das aulas de teatro e acompanhamento psicológico;<br>2023 - Separação (e união) dos meus pais e formatura (viagem e festa);<br>2025 - Separação definitiva dos meus pais (maturidade e ver a vida de outras maneiras).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 16:27:44 UTC</pubDate>
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         <title>23/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3466256161</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula 4: Como criar um bom currículo:<br><br><strong>Nome</strong> (em destaque);<br><strong>Contato</strong> (celular, WhatsApp, e-mail, cidade e estado);<br><strong>Sobre mim</strong> (dados pessoais sobre você, mas que ainda te atraem para o mercado de trabalho - equílibriu entre pessoal e profissional);<br><strong>Formação</strong> (onde estuda/estudou);<br><strong>Habilidades</strong> (no que sou bom?);<br><strong>Experiências</strong> (lugares onde trabalhou e/ou papéis que experimentou em atividades);<br><strong>Idiomas<br>Cursos</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 16:29:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>14/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3466289825</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula 1: Expectativas e anseios sobre a questão: "O que é ser adulto?".</p><p><br>O futuro é algo que amedronta, surpreende e, ao mesmo tempo, nos instiga a viver. Acho essa sensação estranhamente vivida, por mais que na atual fase da vida, o medo, juntamente à ansiedade, prevalecem dentre todas as emoções possíveis.<br>O termo "adulto" é recorrente dentro dessas crises comuns dentro da sociedade em que vivemos - aquela que cobra, cobra, e cobra mais um pouco todos os tipos de exigências possíveis e imagináveis e ignora grande parte dos desejos pessoais, em sua maioria, focando apenas naquilo que convém a todos.<br>Ser adulto me faz delirar em direção à criação de um bolo, com diversos ingredientes disponíveis. Ao mesmo tempo, milhares de chefs exigindo detalhes e sabores contra minha vontade, mesmo sem eles provarem qualquer pedaço de todo o resultado obtido fora do forno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 17:44:25 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>21/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3466298324</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1º PARTE:</strong></p><p><br></p><p>Abrimos uma roda de conversa para discutirmos os mapas mentais sobre o tema "DISTOPIA", produzidos na aula anterior (em anexo na postagem anterior.</p><p>Em nossa discussão, abordamos tópicos exclusivos dos mapas de cada grupo. Sobre o meu produzido, abordamos as principais características de histórias distópicas: </p><p>- Autoritarismo: Um governo central forte controla tudo (partido único, líder supremo).</p><p>- Vigilância: População constantemente monitorada (câmeras, espiões, tecnologia).</p><p>- Censura e manipulação da verdade: Informações são controladas, distorcidas ou apagadas.</p><p>- Tecnologia como opressão: Avanços usados para vigiar, punir ou controlar (inteligência artificial, drones, chips).</p><p>- Desumanização: Indivíduos tratados como números, recursos ou peças de um sistema.</p><p>- Alienação: Isolamento, perda de vínculos sociais, cultura apagada..</p><p>- Desigualdade extrema: Elites privilegiadas vs. massas empobrecidas ou oprimidas.</p><p><br></p><p>Ao final, concluímos que tais narrativas abordam os principais medos e incertezas as quais carregam os seres humanos, baseadas nos históricos e previsões da história da sociedade e acontecimentos marcantes.</p><p><br></p><p><strong>2º PARTE:</strong></p><p><br></p><p>Retomamos a discussão sobre o nosso projeto final. Foi decidido que iremos realizar uma apresentação teatral. </p><p>Agora, nesta aula, conversamos sobre as ideias obidas por cada integrante do itinerário e sugestões para a criação de nossa peça. Assim, chegamos a uma conclusão - o mito de Hdes e Perséfone. </p><p>Uma daz versões desse mito diz:</p><p>Perséfone, filha de Deméter (deusa da colheita), vivia feliz na Terra até ser raptada por Hades, deus do submundo, que se apaixonou por ela e a levou para ser sua esposa no mundo dos mortos. Desesperada, Deméter procurou a filha por toda parte e, em sua tristeza, deixou a Terra estéril, causando um longo inverno.</p><p>Zeus, preocupado com a sobrevivência da humanidade, interveio e ordenou que Hades devolvesse Perséfone. Porém, como ela havia comido sementes de romã no submundo, estava ligada a ele e não poderia voltar completamente.</p><p>Foi feito então um acordo: Perséfone passaria parte do ano com Hades no submundo (outono e inverno, quando a Terra fica fria e sem colheitas) e o restante com sua mãe na superfície (primavera e verão, quando a natureza floresce).</p><p>Esse mito simboliza o ciclo das estações e também trata de temas como perda, renascimento e transformação.</p><p><br></p><p>Dando continuidade à discussão, percebemos também uma brecha para conectarmos com o tema analisado nas últimas aulas: distopia. Então, ao final da aula, surgiu a ideia de criarmos duas versões da história, sendo a primeira, a versão tradicional, e a segunda, uma releitura distópica do mito e dos deuses gregos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:03:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3466301796</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1º PARTE:</strong></p><p><br></p><p>No primeiro bloco da aula, iniciamos com um vídeo informativo sobre o recurso narrativo chamado "DISTOPIA".</p><p>De forma geral, distopia é um tipo de narrativa que retrata uma sociedade fictícia indesejável, marcada por opressão, controle extremo e ausência de liberdade, muitas vezes sendo aterrorizante. Está presente em livros e filmes marcantes, como "Jogo Vorazes", "1984", "Maze Runner", "Mad Max", etc.</p><p><br></p><p>Após a apresentação do vídeo, nos reunimos em pequenos grupos para a criação de mapas mentais sobre o tema a ser discutido (anexado nesta postagem). </p><p>Meu grupo decidiu abordar características marcantes sobre o recurso narrativo, as quais se relacionam diretamente com as incertezas e anseios vividos pela humanidade atualmente. Como exemplo, podemos citar o autoritarismo, a tecnologia como opressão e a alienação - temas extremamente atuais e discutidos com firmeza nos últimos anos.</p><p><br></p><p><strong>2º PARTE:</strong></p><p><br></p><p>Iniciamos a produção de ideias para o nosso projeto final. Ao discurtimos em roda, surgiu o comum desejo de realizarmos uma peça teatral - arte muito utilizada para demonstrar e espalhar histórias sem a necessidade de um sistema compreensível de leitura e escrita, apenas com o corpo e a voz. </p><p>Ao final da discussão, levamos para casa a seguinte lição: pesquisar histórias e temas que podem ser encenados. Tivemos a ideia de abordamos mitologia gregas, mas discutiremos mais detalhadamente na próxima aula.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:11:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>23/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3466307872</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistimos ao filme "Blade Runner - o caçador de andróides" (pôster em anexo) e discutimos acerca dele, tendo como eixo o seguinte questionamento: "'Este ser híbrido entre homem e máquina já não tem sua natureza facilmente identificada. Não sabemos se é homem ou se é mais uma máquina.' Lendo esse trecho do texto 'Homem-máquina: desconfianças um corpo pós-humano', de Jander Luiz Rama, é fácil pensar na discussão que roda o universo de Blade Runner há mais de 30 anos: Deckard é um ser humano? Justifique sua resposta."</p><p><br></p><p>A identidade de Deckard em Blade Runner é uma questão que permanece ambígua ao longo do filme, alimentando debates sobre o que define a humanidade. Há indícios de que ele possa ser um replicante, como o sonho do unicórnio (presente na versão do diretor), que sugere memórias implantadas, característica comum aos modelos mais avançados. Além disso, sua capacidade de desenvolver empatia e mudar ao longo da narrativa pode indicar que ele é “mais humano que os humanos”, como diz o lema da corporação Tyrell. Por outro lado, Deckard demonstra cansaço, envelhecimento e dilemas morais que parecem típicos de um humano, além de representar o sistema que caça replicantes — o que tornaria irônico ele próprio ser um deles. A obra, no entanto, não busca uma resposta definitiva, mas propõe refletir sobre os limites entre homem e máquina. Como aponta Jander Luiz Rama, Deckard representa esse ser híbrido, cuja natureza não é facilmente identificável, um corpo pós-humano que desafia fronteiras fixas entre o natural e o artificial. Portanto, mais importante do que definir se Deckard é um replicante ou não é refletir sobre o que nos torna humanos — memórias? sentimentos? escolhas? — e perceber que talvez essas qualidades não sejam exclusividade nossa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-25 18:23:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Casa Castelo</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3498546181</link>
         <description><![CDATA[<p>Em meio à bela natureza da Mata Atlântica presente em Paranapiacaba, pode-se perceber a presença de um casarão, quase que escondido em meio às árvores. A estrutura, chamada hoje de "Museu Castelo", já foi a casa do engenheiro-chefe da estação de trem de Paranapiacaba (na parte baixa do relevo). A casa possui janelas em todas as suas direções, contendo assim uma visão "panótica" (pan - "todos"; ótica - "visão) assim, de lá o chefe tinha uma visão completa do pátio de manobras, para controlar os 5 mil trabalhadores que faziam a ferrovia funcionar. Por causa da sua localização, ela foi chamada de “Castelo” pelos empregados, e foi com esse nome que o local ficou conhecido. </p><p>Por dentro, é um delírio na aprendizagem histórica e de engenharia. </p><p>As paredes com duas camadas de madeira espaçadas por um vácuo deixam claro o interesse em manter tudo o que acontecesse lá dentro em segredo, uma vez que tal estrutura não permitia a propagação do som interior para o lado de fora.</p><p>As cores dos cômodos foram propositalmente escolhidas: tons de azul utilizado nos quartos, mantendo a calma e o equilíbrio mental; tons avermelhados em salas de reuniões e espaços sociais para cansar a visão das visitas e fazê-las irem em bora mais cedo; e o verde no escritório do chefe, pois é a cor da criatividade, estimulando a criação.</p><p>O posicionamento das janelas também demonstram as preocupações em relação ao clima interior: nos quartos dos filhos e do casal, três janelas ao leste fazem com que a luz solar adentre ao cômodo, independentemente da época do ano; no quarto de hóspedes, janelas sem a presença de luz solar, tornando o ambiente menos agradável às visitas. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 02:09:55 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Little Ben&quot;</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3498569067</link>
         <description><![CDATA[<p>Na imagem, em meio ao pátio ferroviário e à Mata Atlântica está o "Big Ben" de Paranapiacaba. Carinhosamente chamado como "Little Ben" pela população (pois foi construído pelo mesmo criador da estrutura de Londres, Charry Barry) o relógio da torre tinha como principal função o controle do tempo pelo chefe da ferroviária.</p><p>Por seu clima tornar comum a formação de uma neblina densa, não era possível que o o engenheiro-chefe e os 5 mil trabalhadores observassem as horas, para um melhor aproveitamento da mão-de-obra. Assim, a cada hora completa o relógio soava o equivalente à marcação (exemplo: 12 horas - 12 badaladas), e a cada meia hora, tocava uma vez (exemplo: 12 horas e 30 minutos - 1 badalada), possibilitando um controle maior do mestre sobre o rendimento dos empregados.</p><p>Essas características, juntamente à elevada posição da Casa-Castelo (onde morava o líder e sua família), permitiam que as autoridades controlassem o tempo e o espaço sobre os trabalhadores da ferroviária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 02:21:59 UTC</pubDate>
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         <title>João e João</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3499484282</link>
         <description><![CDATA[<p>O nosso primeiro ponto foi o Cemitério Bom Jesus de Paranapiacaba, onde conhecemos a história de dois "heróis" da história da cidade: João Silverio e João Appolinario.</p><p>No início da construção da Vila Ferroviária de Paranapiacaba, houve a tentativa por parte dos chefes de carregar além do permitido de café no carros do trem, fazendo com que o freio não funcione corretamente, fazendo assim com que a máquina quase cause um grave acidente, perdendo toneladas de produto cafeeiro. Nesse contexto é quando os "heróis" da história entram: um maquinista (controla o trem) e ou foguista (alimenta a máquina com carvão). Ao perceberem no que a situação poderia acarretar, decidiram juntos descerem para recolher pedras da trilha e jogar nos trilhos, aumentando o atrito entre as rodas e as estruturas térreas, funcionando como um freio externo.</p><p>Porém, ao parar, os vagões acarretaram em uma tensão extrema, fazendo com que o cabo de ferro que os ligassem (chamado de "funícula") arrebentaram e fizessem um efeito chicote ao se partir. As duas partes foram ao encontro dos dois João's, cortando-os ao meio.</p><p>Sua história ficou onhecida e foram considerados "heróis", uma vez que trocaram a sua vida por toneladas de café que poderiam ser perdidas. Como homenagem, ganharam duas lápides de mármore carrara no centro do cemitério.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-23 18:51:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sistema Funicular</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3499899450</link>
         <description><![CDATA[<p>A estrutura representada na imagem é uma exemplificaçãode uma parte do sistema funicular. Esse sistema, movido por engrenagens enormes, puxava os cabos de aço (chamados de "funículas") que moviam os vagões morro acima e morro abaixo, utilizando um sistema de contra-peso (como os elevadores atuais). Toda essa operação era extremamente precisa e exigia manutenção constante, além de uma força de trabalho muito especializada. </p><p>Por trás dessa história também está Irineu Evangelista de Souza (o "Barão" e depois "Visconde de Mauá"), um dos maiores empreendedores do século XIX no Brasil. Foi ele quem lutou para trazer a modernização e o desenvolvimento industrial ao país, inclusive incentivando projetos como a ferrovia, embora ela tenha sido construída por capital inglês. Mauá acreditava que o desenvolvimento das ferrovias era essencial para o crescimento econômico e para romper a dependência do Brasil em relação às potências estrangeiras, e um dos modos de trazer à tona essa modernização era investindo em ferrovias para o melhor transporte do café.</p><p>É interessante ressaltar que, ao longo do aprimoramento desse sistema, o acesso ao café se tornou maior dentre a população brasileira. Quando os carros dos trens carregavam 60 toneladas, os grãos eram vendidos a preço de ouro. Porém, com o avanço tecnológico, o suporte de até 120 toneladas foi adquirido, barateando o café e tornando-o no sucesso entre os brasileiros que é até hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 02:43:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A Mata Atlântica </title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3499904860</link>
         <description><![CDATA[<p>Paranapiacaba é cercada pela Mata Atlântica. Ao caminhar pela trilha, nota-se um fenômeno: as folhas maiores estão no chão, enquanto as folhas pequenas se concentram no alto das árvores. Isso acontece porque, no ambiente de floresta, as plantas precisam se adaptar para captar o máximo de luz solar nas copas altas e aproveitar a água da chuva e da neblina, deixando as folhas grandes nas plantas mais rasteiras, que precisam armazenar mais água e nutrientes.</p><p>As raízes das árvores não são profundas, pois o solo é raso e os nutrientes e a água estão concentrados na camada superior, então, as árvores adaptaram suas raízes para aproveitar essas condições.</p><p>O local é bastante biodiverso, contendo muitas espécies de animais, como a onça-parda e o tucano-de-bico-verde, e plantas medicinais, como a carqueja, o guaco e o embaúba.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-24 02:46:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>25/06</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3502102419</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizamos um ensaio praticamente completo no auditório, para algumas notas de posicionamento, atuação e reconhecimento do espaço de apresentação dos atores. </p><p>Em relação ao roteiro, é necessário finalizar as duas últimas cenas para que a peça esteja completa. Porém, o elenco e a equipe técnica foram alterados e estão montados de forma definitiva.</p><p>Esses ensaio são muito importantes tanto para o diretor (para entender o tom que as cenas estão levando, cenário, posicionamento, composição de cena, vazios no roteiro, etc.) quanto para os atores (para entenderem as personagens e se adaptarem para recebê-los em seus corpos).</p><p>Até agosto!</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/2326232503/5abd9002acca087dacc809502ddd97bc/1000137280.jpg" />
         <pubDate>2025-06-25 20:08:07 UTC</pubDate>
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         <title>18/06</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3502103330</link>
         <description><![CDATA[<p>Fomos à Paranapiacaba, a fim de conhecer mais sobre a história do café e das ferrovias no sudeste brasileiro, assim como a importância desse fragmento da economia para o crescimento do país.</p><p>Para saber mais, acesse a aba "Paranapiacaba - Um Encontro entre Natureza, História e Território" deste mesmo Padlet.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-25 20:10:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3502103330</guid>
      </item>
      <item>
         <title>09/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3528117817</link>
         <description><![CDATA[<p>No auditório, assitimos ao documentário "BATMAN DESMASCARADO: A PSICOLOGIA DO CAVALEIRO DAS TREVAS" (disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/3PrgDfQ9Ki4">https://youtu.be/3PrgDfQ9Ki4</a>). </p><p>O documentário propõe uma análise mais aprofundada da figura de Batman/Bruce Wayne a partir de conceitos da psicologia moderna, sobretudo da psicanálise, da psicologia comportamental e da neurociência, investigando como o trauma da infância de Bruce Wayne - o assassinato de seus pais diante de seus olhos - moldou sua identidade como vigilante e influenciou seu comportamento, suas escolhas e sua relação com a cidade de Gotham. Bruce canaliza sua dor para construir uma missão: combater o crime e tentar evitar que outros passem pelo que ele viveu. Esse processo de purificação da dor em ação é um dos pontos centrais do documentário.</p><p>O filme levanta a questão sobre qual identidade é a verdadeira: Bruce Wayne, o bilionário, ou Batman, o justiceiro. Alguns especialistas entrevistados sugerem que Batman é o "eu verdadeiro", enquanto Bruce é apenas uma máscara social. Essa dualidade se relaciona com o conceito de persona e sombra de Carl Jung, onde Batman encarna o lado sombrio, reprimido, mas também autêntico de Bruce. Tal conflito interno compromete suas relações interpessoais, tornando-o isolado e emocionalmente limitado, embora altamente funcional. O documentário também destaca características obsessivas e compulsivas do personagem, como sua rigidez moral (especialmente a regra de não matar) e seu desejo de controle absoluto, que se manifestam em seu treinamento extremo, em sua vigilância constante e na elaboração de planos detalhados para cada situação possível. Outro aspecto importante é o fato de Batman ser um herói sem superpoderes, dando visão ao fato de que sua força está na disciplina, na inteligência e na tecnologia, o que o torna um símbolo de superação humana. </p><p>Junto com isso, o documentário analisa seus vilões como manifestações de aspectos psicológicos reprimidos ou desafiadores, tratando dos arquétipos. O Coringa, por exemplo, simboliza o caos e a ausência de limites morais, enquanto Duas-Caras representa a ambivalência entre justiça e vingança.</p><p><br></p><p>Após a análise realizada, demos início a leitura do artigo acadêmico: Os arquétipos na construção de narrativas: Análise da Trilogia Batman, dirigida por Christopher Nolan na perspectiva arquetípica<br>Valéria Casaroto, FEIJÓ. Universidade Federal de Santa Catarina – USFC Universidade Comunitária Regional de Chapecó – UNOCHAPECÓ, a fim de responder os seguintes questionamentos:</p><p><br></p><p><strong>1) Os arquétipos são instrumentos representativos dos quais podemos disseminar e criar narrativas, marcas e produtos?</strong></p><p>Sim, os arquétipos são padrões de comportamento, formas análogas aos instintos e elementos da psique inconsciente da sociedade. Nesse contexto, os arquétipos são instrumentos representativos de grande potencial, pois através desses elementos da mitologia os indivíduos projetam seus ideais e suas aspirações no consumo de determinado produto ou marca, na busca de algum serviço, idealizando seus sonhos, medos e fantasias.</p><p><br></p><p><strong>2) As narrativas utilizam os arquétipos e os símbolos para construir e manter histórias de sucesso? Elas representam padrões de experiência humanas? Os arquétipos existem desde o começo dos tempos? Eles atravessam todas as culturas?</strong></p><p>A comunicação e o entretenimento se apossam dos mitos e arquétipos para compartilhar sonhos, suprir necessidades e levar o consumidor a envolver-se psicologicamente com os objetos de consumo. As narrativas, principalmente, aproveitam o poder dos arquétipos e dos símbolos para construir e manter histórias de sucesso duradouro, pois representam padrões de experiência humanas e existem desde o começo dos tempos, atravessando todas as culturas.</p><p><br></p><p><strong>3) As histórias transcendem diferentes canais, públicos, entre outros?</strong></p><p>Sim, as narrativas que se utilizam dos arquétipos e dos 12 passos do herói, por gerarem identificação e atirarem o lado empático do espectador, acarreta geralmente em um grande sucesso (quando bem executado). Por isso, essas histórias foram e são adaptadas aos roteiros de cinema, televisão, jogos de videogames e conteúdos publicitários audiovisuais.</p><p><br></p><p><strong>4) Quais são os arquétipos presentes nos principais personagens das histórias do Batman e como estes se apresentam em diferentes mídias?</strong></p><p>Os arquétipos presentes nas narrativas do Batman são:</p><p>- Herói: caracterizado por sua capacidade de se sacrificar pelo bem estar comum;</p><p>- Mentor: expressão dos personagens que ensinam e protegem os heróis, dando-lhes certos conhecimentos e dons;</p><p>- Guardião do Liminar: poderoso, responsável por defender o limiar de cada mundo novo encontrado pelo herói;</p><p>- Arauto: pode ser um personagem um simplesmente um acontecimento que representa as mudanças, fornecendo energia para o herói;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 21:18:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16/04</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3528125184</link>
         <description><![CDATA[<p>1ª PARTE: </p><p><br/></p><p>Assistimos ao vídeo "JUNG - Quais são os 12 TIPOS DE ARQUÉTIPOS? (Com exemplos)" (disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/GlOVLibISVw?si=KN__13nYH7QhCVHf">https://youtu.be/GlOVLibISVw?si=KN__13nYH7QhCVHf</a>) e, a partir dele, discorremos durante a aula sobre os tipos de arquétipos.</p><p>Os 12 arquétipos universais são modelos de comportamento e personalidade que fazem parte do inconsciente coletivo da humanidade. Eles aparecem com frequência em mitos, contos, narrativas e personagens da cultura popular (incluindo, por exemplo, os personagens do universo Batman, como já foi analisado em postagens anteriores). </p><ul><li><p><strong>Herói: </strong>Enquanto o seu sonho é provar seu valor por meio de atos corajosos, seus maiores medos krondam a fraqueza, covardia e vulnerabilidade.</p></li><li><p><strong>Fora da Lei: </strong>Seu maior desejo é derrubar o que não funciona, provocar mudanças. Logo, seus medos são a impotência e ser ineficaz.</p></li><li><p><strong>Mago: </strong>O seu maior desejo é transformar a realidade e ter o poder de realizar sonhos. Porém, seu medo implica com as consequências negativas não intencionais da transformação.</p></li><li><p><strong>Inocente: </strong>seu maior desejo geralmente está relacionado à felicidade, segurança e fazer o bem. Enquanto seu maior medo é punição por ter feito algo errado.</p></li><li><p><strong>Sábio: </strong>Compreender o mundo enquanto buscaa a verdade são os seus maiores desejos, enquanto a ignorância e ser enganado são seus medos mais temíveis.</p></li><li><p><strong>Explorador: </strong>Tem como principais desejos a liberdade e a descoberta o mundo e a si mesmo. Assim, seus maiores medo rondam ficar preso e o conformismo.</p></li><li><p><strong>Governante: </strong>Enquanto o seu desejo trás o controle, a liderança e a vontade de trazer ordem, os seus medos trazem o oposto: caos e perda de poder.</p></li><li><p><strong>Criador:  </strong>Para este, criar algo de valor, originalidade é o seu maior desejo, sendo que a mediocridade é seu maior medo.</p></li><li><p><strong>Cuidador: </strong>Enqunto seu desejo é proteger e cuidar dos outros, seus medos são o egoísmo e a ingratidão.</p></li><li><p><strong>Amante: </strong>Gosta de intimidade e relacionamentos, portanto seus maiores medos são solidão e rejeição.</p></li><li><p><strong>Bobo da Corte: V</strong>ive o momento com alegria e leveza, mas suas inseguranças incluem ser entediante ou insignificante.</p></li><li><p><strong>Cara Comum: </strong>Seu maior desejo é pertencer e encontrar um lar ou grupo. Sendo assim, seus maiores medos são a exclusão e rejeição.</p></li></ul><p><br/></p><p>2ª PARTE:</p><p><br/></p><p>Após a introdução dada, fizemos um teste individual (disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lytron.eu/como-descobrir-meu-rquetipo/#:~:text=Amelhor%20forma%20de%20descobrir,na%20mesma%20%C3%A9poca%20da%20psicologia">https://lytron.eu/como-descobrir-meu-rquetipo/#:~:text=Amelhor%20forma%20de%20descobrir,na%20mesma%20%C3%A9poca%20da%20psicologia).</a></p><p>O meu resultado está no <em>print </em>anexado nesta postagem (sendo Criador, Herói e Mago). Assim, realizamos uma roda de conversa em conjunto com a sala do professor Marcelo para debatermos sobre os resultados obtidos, o que resultou em um esclarecimento pessoal e uma análise mais profunda de cada um em seu próprio interior.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 21:46:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>20/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3557269483</link>
         <description><![CDATA[<p>Imagine que você trabalhe em um emprego com salário bruto de 6000 reais. Destes, calcule os descontos (INSS e Imposto de Renda) para encontrar o salário líquido.</p><p>- INSS: </p><p>6000 reais:</p><p>14% de 6000 = 840 reais + 190,4 = 1.030,40 reais</p><p> &gt; Líquido: 6000 - 1.030,40 = 4969,60 reais</p><p><br></p><p>- IRRF:</p><p>27,5% de 4.969,60 = 1366,64 - 908,73 = 457,91 reais</p><p> &gt; Descontos: INSS-IRRF: 1.488,31 </p><p>- Salário Líqudido: 6000 - 1488,31 = 4.511,69 reais.</p><p><br></p><p>A partir desse último, há descontos à parte de: aluguel (1500 reais), luz (130 reais), água (78 reais) e streaming/internet (327 reais), além do fundo de reserva (10%). A soma destes, julgue a parte variável e tenha o ganho total mensal, na tabela anexada.</p><p><br></p><p>Além disso, este coitado trabalhador tem um sonho de viajar pra Europa em 14 dias (custo estimado de 24 mil reais). Em quanto tempo essa pessoa poderá fazer essa viagem?</p><p><br></p><p>- 24.000÷1.425,52 = 18 meses.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 15:41:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>01/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3557283065</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>- Para cálculo dos descontos do INSS (2° tabela):</strong></p><p>2.250 reais:</p><p>9% de 2.250 = 202,5 reais + 22,77 = 225,2 reais</p><p><br></p><p>3.500 reais:</p><p>12% de 3.500 reais: 420 reais + 106,59 = 426, 59</p><p><br></p><p>4.000 reais:</p><p>INSS: 14% de 4.000: 560 reais + 190,4 = 750, 4 reais</p><p>&gt; 4.000 - 750, 4 = 3249,6 reais</p><p><br></p><p><strong>- Para os descontos do IRRF (Imposto de Renda):</strong></p><p>&gt; EXEMPLO: 7.500</p><p><br></p><p>INSS: 14% de 7.500 = 1.050 reais + 908,73 = 1.958,73 reais</p><p>&gt; 7.500 - 1958,73 = 5.541,27 reais</p><p><br></p><p>IRRS: 22,5% de 5.541,27 = 1.246,7 reais - 675,49 = 571,21 reais </p><p><br></p><p>- Final: 5.541,27 - 571,27 = 4.970,0 reais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 15:53:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>30/07</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3557284034</link>
         <description><![CDATA[<p>"Você ganha 3.200 reais de salário em um emprego, mas é esse valor total que chega até o seu salda bancário?"]</p><p><br></p><p>Descontos salariais:</p><p>- IRRF (até dois salários, é isenta - a partir disso, 7,5%; 15%; 21,5% ou 27,5% depedendo do seu ganho anual);</p><p>- INSS (aposentadoria, auxílio doença e seguro desemprego - 7,5%; 9%; 12%; ou 14%);</p><p>- Plano de Saúde (opcional, considerado como benefício);</p><p>- Vale Transporte - 6% do salário (obrigatório que a empresa dê, mas é opcional ao trabalhador);</p><p>- FGTS - Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (obrigatório, não é descontado do trabalhador, a empresa paga 8% do seu salário bruto para uma conta que você recebe quando é demitido);</p><p><br></p><p>Benefícios: </p><p>- Vale Alimentação (obrigatório, cobre as compras de supermercado);</p><p>- Vale Refeição (opcional, cobre as refeições em restaurantes);</p><p>- Plano de Carreira (opcional, a cada 5 anos seu salário aumenta em 5%);</p><p><br></p><p><br></p><p>QUEM GARANTE TUDO ISSO: CLT (Consolidação das Leis do Trabalho)</p><p><br></p><p>Além de uma breve introdução à PJ (Pessoa Jurídica), ME (Micro Empreendedor - empresa pequena, até uma certa quantidade de funcionários) ou MEI (Micro Empreendedor Indiviual - pessoa), SA (Sociedade Anônima - um pouco mais de funcionários que o MEI); LTDA (Limitada - mais funcionários ainda).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 15:54:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3557284034</guid>
      </item>
      <item>
         <title>13/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3557316467</link>
         <description><![CDATA[<p>SOBRE MEI (Microempreendedor Individual):</p><p><br></p><p>1 - Que desafios enfrentam os que desejam trabalhar para si?</p><p>Quem deseja trabalhar por conta própria enfrenta desafios como insegurança financeira (dependência total na sua própria disposição), falta de benefícios trabalhistas (como férias, 13º, FGTS e outros direitos distribuídos a CLT's), gestão do negócio (é preciso administrar finanças, clientes, fornecedores e burocracia); disciplina e organização (a responsabilidade de manter a produtividade é pessoal).<br></p><p><strong>2 - O que é ser MEI?</strong></p><p>O MEI (Microempreendedor Individual) é a pessoa que trabalha por conta própria de forma legalizada; possui CNPJ e pode emitir notas fiscais; tem um faturamento limitado (em 2025, até R$ 81.000,00 por ano, ou R$ 6.750,00 por mês, em média), podendo ter até 1 funcionário registrado e paga tributos reduzidos em uma guia única mensal.<br></p><p><strong>3 - O que recolhem de tributos?</strong> <br>O MEI paga o DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que é uma guia mensal fixa. Ela inclui INSS (Previdência Social - 5% do salário-mínimo), ISS (Imposto Sobre Serviços - se a atividade for de prestação de serviços - R$ 5,00 fixo), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - se for comércio/indústria - R$ 1,00 fixo).</p><p><br>4 <strong>- Como garantir a seguridade social?</strong></p><p>O MEI tem direito a benefícios do INSS, desde que esteja com as contribuições em dia, como aposentadoria por idade, auxílio-doença e aposentadoria por invalidez (após carência de 12 contribuições), salário-maternidade (após 10 contribuições), pensão por morte e auxílio-reclusão para dependentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 16:24:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>28/05</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3559206857</link>
         <description><![CDATA[<p>Questionário investigativo:</p><p><br></p><p><strong>- Bloco 1: Compreendendo o funcionamento da economia;</strong></p><p><br></p><p>1) O que acontece com o dinheiro que as pessoas recebem como salário?</p><p><br></p><p>2) Para onde vai o dinheiro ocupando uma pessoa dez uma compra no mercado, na farmácia ou paga em serviço?</p><p><br></p><p>3) O que acontece com os negócios locais quando há mais pessoas empregadas e consumindo?</p><p><br></p><p>4) Por que empresas contratam mais pessoas quando há consumo?</p><p><br></p><p>5) Como o desemprego em massa pode afetar os comércios nos bairros?</p><p><br></p><p><strong>- Bloco 2: Relação entre trabalho e desenvolvimento;</strong></p><p><br></p><p>6) Como esse movimento impacta os serviços públicos?</p><p><br></p><p>7) Que tipos de profissoes cocs vê no cotidiano? Todas elas impactam a economia? Como?</p><p><br></p><p>8) O que pode acontecer com a economia de uma cidade se muitas pessoas deixarem de trabalhar e receber salários?</p><p><br></p><p> <strong>- Bloco 3: Impacto pessoal e cotidiano;</strong></p><p><br></p><p>9) Como o emprego do seu responsável afeta sua vida?</p><p><br></p><p>10) Você já percebeu mudanças na sua rotina quando alguem de casa perdeu ou conseguiu emprego?</p><p><br></p><p>11) Como o funcionamento dos comércios e serviços na sua cidade afeta o seu dia a dia?</p><p><br></p><p>12) Como a circulação de dinheiro na sociedade pode criar novas oportunidades para você no futuro?</p><p><br></p><p><br></p><p>Cada grupo formado responderá conforme os seus papéis políticos e sociais respectivamente dados:</p><p>- Família;</p><p>- Trabalhadores;</p><p>- Governo;</p><p>- Empresários (meu grupo);</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 20:57:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3559206857</guid>
      </item>
      <item>
         <title>04/06</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3559209307</link>
         <description><![CDATA[<p>Conforme os papéis políticos determinados por grupo na última aula, desenvolvemos uma base para a nossa discussão (considerando que somos Empresários):</p><p><br></p><p>O empresariado exerce um papel essencial no ciclo econômico, pois é responsável por produzir bens e serviços, gerar empregos e movimentar a economia. O dinheiro entra na empresa principalmente por meio da venda de produtos e serviços, seja para famílias, governo ou outras empresas. Esse fluxo permite que o empresário pague salários aos trabalhadores, compre insumos, invista em novas tecnologias e pague impostos.</p><p><br></p><p>O movimento da economia impacta diretamente o empresariado. Quando as pessoas têm emprego e renda, elas consomem mais, o que aumenta as vendas e o faturamento das empresas. Com isso, há mais recursos para reinvestir no negócio e expandir a produção. Em momentos de crescimento econômico, o empresariado tende a contratar mais trabalhadores, aumentar salários e investir em novas oportunidades.</p><p><br></p><p>Por outro lado, quando a economia desacelera ou enfrenta uma crise — por exemplo, com aumento do desemprego ou inflação — o consumo das famílias diminui. Isso reduz as vendas, afeta o faturamento e pode obrigar o empresário a adiar investimentos, reduzir a produção ou até demitir trabalhadores.</p><p><br></p><p>Assim, o empresariado é diretamente beneficiado pelo bom funcionamento do ciclo econômico, mas também é afetado pelas variações no consumo e no investimento que dependem da renda das famílias, das políticas do governo e da situação geral da economia.</p><p><br></p><p>Com isso, iniciamos o debate.</p><p><br></p><p>1 - Qual o papel exercido por nós (empresários) no ciclo econômico?</p><p><br></p><p>2 - Como o dinheiro entra e sai na sua esfera (empresarial)?</p><p><br></p><p>3 - O fluxo do dinheiro é justo para todos? Há concentração de renda?</p><p><br></p><p>4 - Quais ações poderiam ser feitas para o dinheiro circular de forma mais justa?</p><p><br></p><p>Diante da discussão, foi proposto a criação de um fluxograma ou mapa (ou esquema) do caminho do dinheiro das quatro esferas socioeconômicas se relacionando, centralizando a sua própria esfera (em anexo).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 21:02:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3559209307</guid>
      </item>
      <item>
         <title>04/09 e 25/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597771860</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o início do terceiro trimestre, decidimos as novas funções: eu (Rafael Mendo) como relator e a Stephanie como líder. Nosso autor é Caio Prado Junior. Nascido em 1907 e falecido em 1990, Caio Prado Júnior foi um dos mais importantes intérpretes do Brasil. Historiador, filósofo, geógrafo e político, teve uma vida marcada pelo engajamento intelectual e pela militância. Atuou no Partido Comunista Brasileiro, chegando a ser deputado estadual, além de fundar a Editora Brasiliense, responsável por difundir obras críticas e de pensamento social. Sua trajetória foi atravessada pela perseguição política, especialmente durante a ditadura militar, mas sua contribuição para a história e a sociologia brasileira permanece fundamental.</p><p>Seu pensamento se constrói a partir de uma leitura marxista, que aplicava o materialismo histórico para entender a realidade nacional. Em sua obra mais influente, Formação do Brasil Contemporâneo (1942), Caio Prado Júnior apresenta a ideia do “sentido da colonização”, isto é, a noção de que a colonização portuguesa não foi organizada para atender às necessidades internas da população, mas para servir aos interesses externos, em especial o mercado europeu. Dessa forma, o Brasil se estruturou como uma sociedade dependente, voltada para a exportação de produtos primários — açúcar, ouro, café — e sustentada pela exploração do trabalho escravo. Essa visão revela que as desigualdades sociais, a concentração de poder e a dificuldade de construir um projeto nacional autônomo são heranças diretas desse modelo. Sua obra articula história e sociologia, ajudando a compreender não apenas o passado colonial, mas também as contradições sociais e políticas do Brasil contemporâneo.</p><p>Quando comparado a Darcy Ribeiro, em O Povo Brasileiro (1995), nota-se que ambos buscavam explicar as raízes do país, mas a partir de enfoques distintos. Darcy privilegiava uma perspectiva cultural e antropológica, analisando como o encontro entre indígenas, africanos e europeus formou uma identidade nacional única e complexa. Já Caio Prado Júnior se concentrava na dimensão estrutural e econômica, enfatizando a dependência externa e a exploração como elementos centrais. Apesar das diferenças, há convergência: os dois reconhecem que a colonização deixou marcas profundas, responsáveis tanto pela riqueza da diversidade cultural brasileira quanto pela permanência das desigualdades sociais. Assim, enquanto Caio Prado Júnior revela as bases materiais que moldaram o Brasil, Darcy Ribeiro ilumina o processo de formação do povo, e juntos oferecem uma compreensão mais ampla e crítica da realidade brasileira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 14:50:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597771860</guid>
      </item>
      <item>
         <title>08/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597779745</link>
         <description><![CDATA[<p>Fomos informados que nosso grupo foi selecionado para, neste terceiro trimestre, refazer nosso projeto que foi apresentado no primeiro. Com isso, vamos adaptar o roteiro para integrar o novo integrante do nosso grupo, Luan, e buscaremos fazer melhorias no enredo também. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-22 14:54:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597788271</link>
         <description><![CDATA[<p>Começamos a reelaboração do roteiro e também fizemos alguns esboços de como serão os cenários para essa nova adaptação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 14:59:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597806552</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos o desenvolvimento do roteiro, o qual pode ser encontrado no link acima.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.google.com/document/d/1bZlM91FOaXdS77cKosV5vl3mxfveezXv9W4AKtKcLxw/edit?usp=drivesdk" />
         <pubDate>2025-09-22 15:08:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597806552</guid>
      </item>
      <item>
         <title>18/08 (manhã)</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597834162</link>
         <description><![CDATA[<p>Fizemos o relatório pedido pela coordenação pedagógica:</p><p><strong>1) Questão Norteadora</strong></p><p>Como a canção "Desconstruindo Amélia" retrata a ruptura com o modelo tradicional de mulher construída em "Ai, que saudade de Amélia" e reflete as mudanças nos papéis sociais femininos? </p><p><br></p><p><strong>2) Contextualização do problema</strong></p><p>Pittt apresenta uma nova Amélia: uma mulher moderna, sobrecarregada entre trabalho e vida doméstica, que mesmo sendo mais autônoma ainda sofre com pressões e expectativas sociais. Nesse sentido, nosso trabalho retrata como os papéis femininos mudaram ao longo do tempo e que ainda  persistem desigualdades e cobranças, evidenciando que a sociedade ainda impõem padrões que limitam a liberdade e a realização das mulheres.</p><p><br></p><p><strong>3) Hipóteses e levantamento de saberes prévios </strong></p><p>No samba de Ataulfo Alves e Mário Lago,  Amélia é exaltada como modelo ideal de mulher por ser submissa ao homem e resignada e dedicada exclusivamente ao lar. No rock de Pitty, a cantora rompe com essa idealização ao representar Amélia como uma mulher moderna, a lem de retratar as pressões sociais que sobrecarregam o público feminino na atualidade.</p><p><br></p><p><strong>4) Planejamento da pesquisa e 5) Coleta de dados </strong></p><p>Como meu grupo vai representar o projeto do 1º trimestre, vamos utilizar nossa mesma pesquisa. Segue fontes: artigos "De Noel Rosa e MC Pocahontas", "As (re)significações do papel feminino a partir da música brasileira", "Construído uma análise semiótica em Desconstruindo Amélia", "Memória discursiva e interdiscursividade: um diálogo entre gerações na (des)construção de Amélia", "As mulheres no rock: as identidades femininas e o sujeito pós-moderno em letras de Rita Lee, Fernanda Takai e Pitty" e "Identidade feminina e musicalidade: quem era/é a mulher de verdade, Amélia?".</p><p><br></p><p><strong>6) Análise e sistematização </strong></p><p><br></p><p><strong>7) Produção de soluções / síntese criativa</strong></p><p><br></p><p>Para os dois últimos tópicos, vide foto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 15:23:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>18/08 (tarde)</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597835810</link>
         <description><![CDATA[<p>Começamos a montagem dos cenários, que pode ser encontrado nas fotos acima.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 15:24:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>22/09 (manhã)</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3597847066</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje continuamos a elaboração dos cenários. Estamos montando a letra E. As letras restantes são o outro A, o qual precisamos verificar a disponibilidade de uma estrutura da escola para usarmos, e o I, que já está pronto pois é um tripé de iluminação que tenho em casa. </p><p>Hoje, porém, acabou a energia da escola durante nossas aulas com a Janaína, então não temos como colar a estrutura do E com cola quente. Nos reuniremos hoje de tarde novamente e esperamos que até lá a luz tenha voltado lara darmos prosseguimento. Caso não volte, vamos pintar as estruturas já feitas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 15:30:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>23/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3599596103</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos o processo de pintura das letras nas aulas disponibilizadas ao longo da manhã. Acabamos dr pintar o E, o baú e a caixa grande que faz parte do L, mas ainda vamos passar mais algumas mãos de tinta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 12:33:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3603920174</link>
         <description><![CDATA[<p>Passamos mais camadas de tinta nos cenários e separamos alguns tecidos para colocar nas letras também. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-25 12:39:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>26/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3611276331</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos o processo de produção dos cenários na tarde de ontem e na manhã e tarde de hoje e já encaminhamos para a finalização dos cenários. O que nos falta agora é decorar o roteiro e ensaiarmos, mas como o auditório está impossibilitado de uso, não sabemos quando os ensaios começam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 12:23:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>29/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3611284827</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos o processo de produção dos cenários. Também discutimos sobre o novo roteiro e suas pequenas alterações em relação ao da outra apresentação.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/2326232503/9113bd0a4894180ecc78cb43ead4acb6/1000144978.jpg" />
         <pubDate>2025-09-30 12:27:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3611284827</guid>
      </item>
      <item>
         <title>30/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3611289641</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuamos o processo de processo de produção dos cenários. Com quase todos finalizados, faltam alguns detalhes do M e do L e precisamos checar a disponibilidade de uma estrutura da escola que pensamos em usar como sendo o outro A.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 12:30:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3611289641</guid>
      </item>
      <item>
         <title>13/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3624138371</link>
         <description><![CDATA[<p>Assistimos ao filme "Medida Provisória"(2020), dirigido pelo Lázaro Ramos. Ao terminarmos, discutimos sobre, nos baseando nas seguintes questões:</p><p><br></p><p><strong>1. Impressões iniciais: O que mais te chamou a atenção no filme? Por quê? Houve alguma cena ou fala que te deixou desconfortável ou pensativo? Qual foi sua reação ao imaginar essa "medida provisória" acontecendo de verdade?</strong><br>O que mais me chamou a atenção no filme foi a forma como ele inverte a lógica do racismo no Brasil, mostrando uma sociedade em que o governo cria uma lei para “devolver” pessoas negras à África. Essa inversão me fez pensar em como a exclusão e o preconceito ainda são normalizados, mesmo quando não aparecem de forma tão explícita.<br>A cena que mais me deixou desconfortável foi quando os personagens negros eram caçados nas ruas, tratados como invasores em seu próprio país. Essa brutalidade me fez refletir sobre o que pessoas negras realmente enfrentam todos os dias, mesmo sem uma “medida provisória” declarada. Ao imaginar essa situação acontecendo de verdade, senti medo e indignação - mas também percebi que o filme é uma metáfora poderosa para algo que, de certa forma, já acontece no presente.</p><p><br></p><p><strong>2. Conexões com a realidade: Que elementos do filme você consegue relacionar com o racismo no Brasil de hoje? Você já ouviu ou viveu situações que, de algum modo, se assemelham ao que foi mostrado? A história é fictícia, mas que fatos históricos ela parece ecoar?</strong><br>O filme tem muitos paralelos com o racismo estrutural do Brasil atual. A ideia de “repatriação” me lembrou de como a sociedade tenta constantemente empurrar pessoas negras para as margens — seja por falta de oportunidades, por violência policial ou pelo apagamento da cultura afro-brasileira.<br>Já ouvi relatos e presenciei situações de racismo velado: pessoas sendo seguidas em lojas, piadas disfarçadas de “brincadeira”, e até a diferença de tratamento em ambientes de trabalho. Embora a história seja fictícia, ela ecoa momentos reais, como a escravidão, a ditadura e até políticas atuais que invisibilizam os mais pobres e racializados.</p><p><br></p><p><strong>3. Personagens e símbolos: Qual personagem mais te marcou? Por quê? Que símbolos ou metáforas você percebeu (cenários, objetos, falas)? Como a música, a iluminação e os enquadramentos ajudaram a construir a mensagem do filme?</strong><br>O personagem que mais me marcou foi o Antônio, porque ele tenta resistir com palavras e ideias, mas percebe que, num sistema opressor, a luta precisa ir além do discurso. Também me marcou a Capitu, que representa a força e a esperança — mesmo em meio ao caos.<br>Entre os símbolos, percebi que o apartamento representa o último espaço de liberdade e memória, quase como um refúgio dentro de uma sociedade que quer apagar identidades. As paredes pichadas e os escombros simbolizam o colapso da democracia. A música e a iluminação trazem uma energia de resistência: a trilha sonora mistura dor e beleza, enquanto as cores — especialmente o contraste entre tons frios e quentes — reforçam a tensão entre opressão e humanidade.</p><p><br></p><p><strong>4. Reflexão social: Como você definiria "racismo estrutural" a partir do que viu no filme? Por que você acha que a história se passa no futuro, e não no passado ou presente? Que sentimentos o filme tenta despertar no espectador?</strong></p><p><strong><br></strong>A partir do filme, entendi o racismo estrutural como algo que não depende apenas de atitudes individuais, mas que está enraizado nas instituições, nas leis, na educação e até na forma como as histórias são contadas.<br>A escolha de situar a história no futuro é uma forma inteligente de mostrar que, se nada mudar, esse tipo de injustiça pode se repetir — o “futuro distópico” do filme é, na verdade, um espelho do nosso presente. O filme desperta sentimentos de revolta, empatia e urgência. É impossível assisti-lo sem se questionar sobre o papel que cada um de nós tem nesse sistema.</p><p><br></p><p><strong>5. Caminhos de ação: Se você pudesse reescrever o final do filme, o que mudaria? O que podemos fazer, no nosso contexto, para impedir que algo parecido ocorra? Que tipo de ação artística, social ou educativa poderia inspirar mudanças?</strong><br>Se eu pudesse reescrever o final, mostraria uma mobilização maior da população, com mais união e resistência coletiva — não só a fuga ou a sobrevivência, mas uma revolução simbólica.<br>Para impedir que algo parecido aconteça, precisamos educar para a empatia e valorizar a cultura negra em todos os espaços — escolas, mídias, artes e políticas públicas.<br>A arte, como o próprio filme mostra, é uma ferramenta poderosa: ela provoca, incomoda e transforma. Ações como projetos culturais em comunidades, peças teatrais sobre identidade e memória, exposições e debates em escolas podem inspirar novas gerações a repensar o que é justiça e igualdade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 18:36:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>20/08</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3624146540</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao longo da última aula, havíamos discutido sobre o filme "Medida Previsória", já postado por aqui. Nesse contexto, fomos divididos em diversos grupos (o meu com 6 pessoas) para pesquisarmos e realizarmos uma produção (audiovisual, slides, textos, imagens, vídeos, podcasts etc.) sobre algum tema que se relacionasse com o racismo no Brasil, retratado de forma criativa no filme "Medida Provisória". Assim, chegamos na produção de uma colagem a partir de diversas imagens que representassem as raízes afro-brasileiras, porém não conseguimos finalizá-las. Portanto, segue a nossa apresentação e produto final no dia 27/08.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-08 18:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>02/10</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3631582094</link>
         <description><![CDATA[<p>Elaboramos o relatório sobre nosso autor que nos foi entregue.</p><p><br/></p><p><strong>Questão 1</strong></p><p>a) Estudar Caio Prado Júnior é importante porque ele oferece uma interpretação original e crítica sobre a formação da sociedade brasileira. Suas análises, baseadas no materialismo histórico, revelam como a colonização não foi apenas um momento inicial da história, mas estruturou as bases econômicas, sociais e políticas que marcaram o desenvolvimento do país. Ao relacionar o passado colonial com os dilemas contemporâneos, Caio Prado Júnior contribui para que compreendamos as origens de problemas como a dependência externa, a concentração de renda e a desigualdade social. Seu pensamento tornou-se referência obrigatória para os estudos do pensamento social brasileiro.</p><p><br/></p><p>b) A trajetória de intelectuais como Caio Prado Júnior ajuda a compreender os dilemas nacionais porque, ao interpretar criticamente a realidade, eles revelam as permanências históricas que explicam os impasses atuais. Ao analisar temas como a estrutura agrária, a herança escravocrata e a dependência econômica, sua obra ilumina as raízes de problemas que ainda persistem. Dessa forma, a produção intelectual não apenas interpreta o Brasil, mas também aponta caminhos para reflexão e transformação social, mostrando o papel central dos pensadores na construção da consciência crítica sobre o país.</p><p><br/></p><p><strong>Questão 2</strong></p><p>a) Caio Prado Júnior (1907–1990) foi um dos mais importantes historiadores e intelectuais marxistas brasileiros. Formado em Direito, destacou-se como militante político e como autor de obras decisivas para a interpretação do Brasil. Viveu em um período marcado por profundas mudanças políticas e sociais: a Era Vargas, o Estado Novo, a redemocratização de 1945, o golpe de 1964 e a ditadura militar. Esse contexto histórico de instabilidade, de luta por democracia e de debates sobre desenvolvimento econômico influenciou diretamente suas análises sobre a formação do país e suas contradições estruturais.</p><p><br/></p><p>b) Sua formação acadêmica em Direito, somada ao envolvimento político no Partido Comunista Brasileiro e ao contato com o pensamento marxista, foi decisiva para a construção de sua obra. O marxismo forneceu as bases metodológicas para que ele interpretasse a história brasileira a partir das relações de produção e do papel central da economia colonial voltada para o mercado externo. Assim, sua trajetória intelectual permitiu elaborar uma leitura inovadora, que rompeu com visões idealizadas do passado e trouxe uma compreensão crítica da realidade social e histórica do Brasil.<strong><br></strong></p><p><strong>Questão 3</strong></p><p>a) Uma das obras mais importantes de Caio Prado Júnior é Formação do Brasil Contemporâneo, publicada em 1942. Nela, o autor reconstrói a história do país a partir de uma perspectiva materialista, destacando o caráter colonial da economia brasileira, baseada na grande propriedade, no trabalho escravo e voltada para a exportação. Para Caio Prado, essas estruturas não ficaram restritas ao período colonial, mas continuaram a moldar a sociedade, a política e a cultura brasileiras ao longo do tempo. A obra rompeu com narrativas tradicionais centradas em eventos políticos e personagens, propondo uma leitura crítica que enfatizava as bases econômicas e sociais da desigualdade. Tornou-se, assim, um marco da historiografia brasileira, abrindo caminho para interpretações mais críticas da formação do país.</p><p><br></p><p>b) A obra de Caio Prado Júnior dialoga diretamente com os debates sociais e culturais da Era Vargas, marcada pela busca de modernização e pela discussão sobre o desenvolvimento nacional. Sua análise do caráter colonial da economia evidenciava os limites impostos pela dependência externa e pelo predomínio do latifúndio, trazendo à tona a questão agrária e a necessidade de reformas estruturais. Ao mesmo tempo, o livro oferecia uma base teórica para pensar a industrialização e as políticas estatais do período, mostrando como os dilemas históricos do Brasil se conectavam às transformações em curso nos anos 1930 e 1940.<strong><br></strong></p><p><strong>Questão 4</strong></p><p>a) Caio Prado Júnior defende que a formação do Brasil está diretamente ligada ao projeto colonial voltado para a exploração econômica, especialmente para atender aos interesses de Portugal e do mercado externo. Para ele: "a colonização nao teve como objetivo formar uma sociedade autônoma, mas sim extrair riquezas"; a sociedade brasileira é baseada na escravidão e a grande propriedade rural, criando uma sociedade desigual e dependente, voltada para fora.</p><p><br></p><p>b) As ideias de Caio Prado Júnior ajudam a entender:</p><p>• A origem histórica das desigualdades sociais no Brasil;</p><p>• A permanência de estruturas elitistas e concentradoras de renda;</p><p>• A dificuldade de desenvolvimento interno por causa da herança de um país pensado para exportar, não para integrar sua população;</p><p>• Como certas práticas políticas e econômicas de hoje ainda refletem a lógica colonial de exploração e dependência.</p><p><br></p><p><strong>Questão 5</strong></p><p>a) Caio Prado Júnior inovou ao interpretar a história do Brasil a partir da economia e da colonização voltada para a exportação. Ele mostrou que o país foi estruturado para atender interesses externos, o que explica a escravidão, o latifúndio e a desigualdade. Suas ideias influenciaram a sociologia, a história e a crítica social brasileiras.</p><p><br></p><p>b) Os dois autores veem a formação do Brasil marcada pela exploração e pela desigualdade. Caio destaca a lógica econômica colonial, e Darcy analisa a formação do povo a partir da mistura forçada entre indígenas, africanos e europeus. Ambos defendem que o país não foi pensado para seu próprio povo e que essa origem deixou marcas sociais até hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-14 12:18:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3631582094</guid>
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      <item>
         <title>07/10</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3631597246</link>
         <description><![CDATA[<p>Com o feedback do nosso relatório, corrigimos os erros e acabamos de respondê-lo.</p><p><br></p><p><strong>- Questões corrigidas</strong></p><p><br></p><p><strong>Questão 1</strong></p><p>a) Estudar Caio Prado Júnior é importante porque ele oferece uma interpretação original e crítica sobre a formação histórica e econômica do Brasil. Sua abordagem marxista permite compreender a sociedade brasileira a partir das relações de produção e do impacto duradouro do colonialismo. Suas análises revelam como a colonização não foi apenas um ponto de partida, mas um processo que estruturou as bases sociais, políticas e econômicas do país. Ao criticar a visão tradicional da história do Brasil e propor uma leitura voltada à história social e política, Caio Prado Júnior estabelece fundamentos para estudos posteriores e para uma compreensão mais profunda das origens da dependência externa, da concentração de renda e da desigualdade social.</p><p><br></p><p>b) A trajetória de intelectuais como Caio Prado Júnior ajuda a compreender os dilemas nacionais porque suas interpretações críticas da realidade revelam como a história econômica constitui a base das estruturas sociais e políticas do país. Ao relacionar o colonialismo à dependência externa e às desigualdades de classe e poder, sua obra mostra que muitos dos impasses contemporâneos têm raízes profundas no passado. Dessa forma, esses pensadores não apenas explicam a formação do Brasil, mas também contribuem para uma consciência crítica e transformadora, destacando o papel do intelectual na análise e superação das contradições históricas que moldam a sociedade brasileira.</p><p><br></p><p><strong>Questão 2</strong></p><p>a) Não precisou de ajustes.</p><p>b) A formação intelectual de Caio Prado Júnior, marcada por sua atuação política e pelo contato com o pensamento marxista, foi essencial para a construção de sua obra. O marxismo lhe ofereceu instrumentos teóricos para compreender a história do Brasil a partir da economia, das relações de classe e das estruturas de poder. Essa perspectiva o levou a interpretar o processo colonial como fundamento da dependência externa e da desigualdade social que persistem no país. Assim, sua formação acadêmica e militante permitiu desenvolver uma leitura crítica e inovadora da história brasileira, articulando economia, política e sociedade em uma visão integrada das contradições nacionais.</p><p><br></p><p><strong>Questão 3</strong></p><p>a) Uma das obras mais importantes de Caio Prado Júnior é Formação do Brasil Contemporâneo (1942), na qual o autor reconstrói a história do país sob uma perspectiva materialista e dialética. Ele interpreta o Brasil a partir de sua estrutura econômica e social, destacando o caráter colonial de sua formação — marcado pela grande propriedade rural, pela escravidão e pela produção voltada à exportação. Para Caio Prado, essas bases não se restringiram ao período colonial, mas permaneceram como traços estruturais que condicionaram o desenvolvimento posterior da sociedade, da política e da cultura brasileiras.</p><p>Além dessa obra, Caio Prado também publicou O Problema da Terra no Brasil (1944) e Introdução à História Econômica do Brasil (1945), textos que complementam sua análise ao aprofundar a questão agrária e o papel da economia na configuração das desigualdades sociais. Sua produção representa um marco na historiografia nacional ao romper com leituras tradicionais e propor uma interpretação crítica sobre as raízes históricas da dependência e da desigualdade no país.</p><p>b) A obra de Caio Prado Júnior está profundamente ligada ao contexto intelectual e político da Era Vargas, momento em que se intensificavam os debates sobre modernização, industrialização e identidade nacional. Formado em Direito pela Universidade de São Paulo e atuante nos círculos marxistas, Caio Prado incorporou à sua análise histórica os fundamentos do materialismo histórico, interpretando o Brasil como um país de economia dependente e estruturado sobre bases coloniais.</p><p>Seu contato com os debates nacionais sobre desenvolvimento e reforma social levou-o a refletir sobre os limites da modernização proposta pelo Estado varguista, marcada pela continuidade das estruturas agrárias e pela dependência externa. Assim, Formação do Brasil Contemporâneo e suas obras correlatas não apenas dialogam com os dilemas da década de 1930 e 1940, mas também oferecem uma leitura crítica que influenciou gerações posteriores de intelectuais comprometidos com a compreensão estrutural dos problemas brasileiros.<br></p><p><strong>Questão 4</strong></p><p>a) Caio Prado Júnior defende que a formação do Brasil está diretamente relacionada ao projeto colonial, cujo principal objetivo era a exploração econômica voltada para os interesses de Portugal e do mercado externo. Segundo o autor, a colonização brasileira não buscou criar uma sociedade autônoma, mas sim extrair riquezas. Assim, a estrutura social do país foi construída sobre a escravidão, o que resultou em uma sociedade desigual e dependente.</p><p><br></p><p>b) As ideias de Caio Prado Júnior ajudam a compreender a origem histórica das desigualdades sociais no Brasil. O autor explica que a permanência de estruturas elitistas e a dificuldade de desenvolvimento nacional estão ligadas à herança do modelo colonial voltado à exploração econômica e à dependência externa. Esses fatores históricos contribuíram para a formação de uma sociedade desigual, cujas marcas persistem até hoje.</p><p><br></p><p><strong>Questão 5</strong></p><p>a) Caio Prado Júnior inovou ao interpretar a história do Brasil sob uma perspectiva econômica, mostrando que a colonização foi organizada para a exploração e exportação de produtos com o objetivo de atender aos interesses externos. Segundo o autor, essa estrutura resultou na escravidão e consolidou profundas desigualdades sociais no país.</p><p><br></p><p>b) Tanto Caio Prado Júnior quanto Darcy Ribeiro analisam a formação do Brasil como resultado de um processo marcado pela exploração e pela desigualdade. Caio Prado enfatiza o aspecto econômico da colonização, voltada para o lucro externo e a dependência do país em relação ao mercado internacional. Já Darcy Ribeiro destaca a formação do povo brasileiro a partir da mistura entre indígenas, africanos e europeus, evidenciando que essa integração ocorreu de forma desigual e deixou marcas sociais profundas que persistem até hoje.</p><p><br></p><p><strong>- Questões que faltaram</strong></p><p><br></p><p><strong>Questão 6</strong></p><p>O pensamento de Caio Prado Júnior continua atual porque ajuda a compreender as origens das desigualdades e da dependência econômica do Brasil. Suas análises explicam como a estrutura social criada no período colonial ainda influencia os problemas sociais, culturais e políticos do país. Assim, suas ideias continuam úteis para entender o Brasil contemporâneo e os desafios do seu desenvolvimento.</p><p><br></p><p><strong>Questão 7</strong></p><p>a) É importante usar referências acadêmicas porque elas garantem a credibilidade e a base teórica do trabalho, mostrando que as informações apresentadas vêm de estudos confiáveis e reconhecidos.</p><p><br></p><p>b) O uso correto de referências valoriza a produção de conhecimento porque reconhece o trabalho de outros autores, evita o plágio e mostra que o pesquisador está contribuindo de forma ética e fundamentada para o debate científico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-14 12:27:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14/10</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3633916864</link>
         <description><![CDATA[<p>Finalizamos as respostas das discussões e relatórios no Padlet. Em seguida, iniciamos as primeiras ideias de estruturação da nossa apresentação. Pesquisando e questionando a orientadora Gabi, pensamos na seguinte organização para o seminário:</p><p><br/></p><p><strong>1. Introdução</strong></p><p><strong>- Apresentação do tema central:</strong> relação entre as ideias de Caio Prado Júnior e Darcy Ribeiro;</p><p><strong>- Questão norteadora:</strong> como cada autor interpreta a formação do povo e da sociedade brasileira (contextualização geral sobre o objetivo de ambos, como compreendem o Brasil a partir de suas raízes históricas, sociais e culturais, etc.);</p><p><br/></p><p><strong>2. Contextualização dos Autores</strong></p><p><strong>- Quem foi Caio Prado Júnior?</strong></p><ul><li><p>Contexto histórico e intelectual em que viveu;</p></li><li><p>Principais obras e enfoque marxista;</p></li><li><p>Interpretação do “sentido da colonização” (economia voltada à exportação e interesses externos);</p></li><li><p>Estrutura social baseada em escravidão, latifúndio e dependência econômica;</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>- Quem foi Darcy Ribeiro?</strong></p><ul><li><p>Contexto histórico e intelectual (final do século XX, após ditadura militar);</p></li><li><p>Formação em antropologia e foco cultural e ações políticas;</p></li><li><p>Ideia da “formação do povo brasileiro” como resultado da mistura de matrizes étnicas;</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>3. Pontos de Convergência</strong></p><p><strong>- Quais os pontos em comum nas ideias dos autores?</strong></p><p>(Ainda a finalizar a pesquisa)</p><p><br/></p><p><strong>4. Pontos de Divergência</strong></p><p>- <strong>Em quais pontos as ideologias dos autores se afastam?</strong></p><p>(Ainda a finalizar a pesquisa)</p><p><br/></p><p><strong>5. Conclusão</strong></p><p>(A concluir)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 14:43:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>10/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3668204763</link>
         <description><![CDATA[<p>Introdução aos tipos de rendas:</p><p><br></p><p><strong>Renda Fixa:</strong> você sabe o quanto você vai receber (quanto rende);</p><p>• Pré-fixado:</p><p>• Pós-fixado:<br></p><p><strong>Renda Variável:</strong> ações</p><p><br></p><p><strong>O que é juros?</strong> </p><p>O Juros serve como um ato de reposição de algo (sempre favorece alguém)</p><p><br></p><p><strong>Juros Simples: dívidas;</strong></p><p>• É linear;</p><p>• M=C+C.i.t</p><p>• M=C.(1+i.t)</p><p>- M = montante</p><p>- C = capital inicial</p><p>- i = taxa de juros</p><p>- t = tempo</p><p><br></p><p><strong>Juros Composto: investimentos;</strong></p><p>• M=C+C.i^t</p><p>• M=C.(1+i)^t</p><p>- M = montante</p><p>- C = capital inicial</p><p>- i = taxa de juros</p><p>- t = tempo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 15:48:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>12/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3668205430</link>
         <description><![CDATA[<p>a.a &gt; ao ano</p><p>a.m &gt; por mês</p><p>a.d &gt; por dia</p><p>taxa (a.a)/12 = taxa (a.m)</p><p>taxa (a.m)/30 = taxa (a.d)</p><p><br></p><p><strong>Questão 1 -</strong> João aplicou R$ 1,000,00 em uma aplicação de juro simples com taxa de 10% ao ano, durante um periodo de 3 anos. Qual será o montante final que João terá ao fim dos 3 anos?</p><p><br></p><p>C = 1.000 reais</p><p>i = 10% a.a = 0,1</p><p>t = 3 anos</p><p>taxa (a.a)/12 = taxa (a.m)</p><p><br></p><p>M = C.(1+i.t)</p><p>M = 100 (1+0,1.3)</p><p>M = 1000.1,3 = 1300 reais</p><p><br></p><p>- Caso fosse com juros compostos:</p><p>M = C.(1+i)^t</p><p>M = 1000.(1+0,1)³</p><p>M = 1000.1,1³</p><p>M = 1000.1,331</p><p>M = 1331 reais</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 15:49:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>19/09</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3668231594</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>1 - Texto introdutório: a importância de comparar os tipos de investimento. </strong></p><p><br></p><p>Comparar os tipos de investimento é essencial para escolher onde aplicar o dinheiro de forma segura e rentável. Cada opção tem níveis diferentes de risco, retorno e tempo de resgate. Ao conhecer essas diferenças, o investidor pode decidir com mais consciência e escolher o investimento mais adequado aos seus objetivos financeiros.</p><p><br></p><p><strong>2 - Tabela: 3 possíveis investimentos </strong>(em anexo).</p><p><br></p><p><strong>3 - Conclusão: escrever sobre a importância de investir e as qualidades dos juros compostos (de que maneira investir te ajuda a aumentar o seu patrimônio financeiro);</strong></p><p><br></p><p>Investir é importante porque faz o dinheiro crescer e ajuda a conquistar objetivos futuros. Os juros compostos aumentam o valor investido ao gerar rendimentos sobre os próprios rendimentos, acelerando o crescimento do patrimônio com o tempo. Assim, quanto antes se começa a investir, maior é o resultado final.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 16:01:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>08/10</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3668236925</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O QUE É RENDA FIXA?</strong></p><p><strong>Renda Fixa:</strong> O Empréstimo com Retorno Combinado.</p><p>É um investimento onde você empresta dinheiro ao governo, a bancos ou a empresas, e recebe de volta com juros. Você sabe (ou tem uma ideia clara) de como será o seu lucro.</p><p>- <strong>Pilares:</strong> taxa, prazo e liquidez</p><p><br></p><p>• <strong>Tesouro Direto: </strong>do Governo Federal;</p><p>• <strong>CCB:</strong> Títulos de bancos;</p><p>• <strong>CDB:</strong> Títulos de bancos;</p><p>• <strong>LCI (Letras de Créditos para Imóveis)/LCA (Letras de Créditos para Agro):</strong> Títulos para imóveis/agro, financiando o mercado imobiliário e o agronegócio;</p><p>• <strong>Debetures de Empresas:</strong> comprando título específico de empresa;</p><p>• <strong>Pré-fixa:</strong> taxa já decidida.</p><p><br></p><p><strong>O QUE É RENDA VARIÁVEL?</strong></p><p><strong>Renda Variável:</strong> Ganhos e Perdas Imprevisíveis constantemente. Você compra "partes" de empresas (ações) ou investe em ativos cujo valor muda Não há garantia de retorno ou capital.</p><p><br></p><p>• <strong>Ações:</strong> comprar "pedaços" de empresas;</p><p>- Qualquer coisa pode influenciar. Por exemplo, se a empresa se envolve em alguma polêmica e suas vendas caem em 20%, suas ações também abaixam 20%.</p><p>• <strong>Fundos Imobiliários (Fills):</strong> investir em imóveis e formas indiretas;</p><p>• <strong>Criptomoedas/Moedas Estrangeiras</strong>;</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Qual é o Melhor para Mim?</strong></p><p>- <strong>Renda Fixa</strong>: Mais Segurança, Retorno Previsível (Taxas Combinadas).</p><p>- <strong>Renda Variável:</strong> Maior Risco, Alto Potencial de Lucro (e de Perda).</p><p><br></p><p>Seu perfil de investidor e seus objetivos definem a melhor escolha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 16:04:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>10/10 - Meu Diário de Investidor</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3668239007</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Qual o meu plano para conseguir 2000 reais em 1 ano?</strong></p><p>Primeiramente, é necessário considerar que ganho uma mesada de 135 reais por mês + 13° em dezembro. Assim, em um ano contenho 1755 reais. </p><p>Para o restante, considero os presentes pedidos por mim ao longo de aniversário, dia das crianças e Natal. Como não costumo gastar com nada - somente com roupas, caso se faça necessário, ou algum eletrônico em momentos específicos da vida -, basta pedir 100 reais para 3 pessoas que alcançarei a minha meta (1755 + 300 = 2055 reais).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 16:04:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>31/10</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3672085075</link>
         <description><![CDATA[<p>Apresentamos sobre consórcio (slides em anexo).</p><p><br></p><p>Minha fala foi sobre a última questão:</p><p><strong>Existe legislação ou órgão que regula o consórcio?</strong></p><p>Sim, existe. O marco legal do consórcio é a Lei nº 11.795/2008, conhecida como Lei dos Consórcios, que define direitos, deveres e regras operacionais do sistema. A lei regulamenta o funcionamento dos grupos (determina como os grupos de consórcio devem ser formados, como são feitas as assembleias, sorteios, lances e contemplações), estabelece os direitos e deveres dos consorciados (garante que todos tenham acesso às mesmas informações, saibam quanto pagam, quando podem ser contemplados e quais são as regras de devolução se desistirem) e define as obrigações das administradoras (exige que apenas empresas autorizadas pelo Banco Central possam administrar grupos, e que elas sejam transparentes, prestem contas e mantenham os recursos do grupo em segurança), regula taxas e fundos (a lei permite a cobrança de taxa de administração e define o que pode ser feito com o fundo comum e o fundo de reserva, evitando abusos), e prevê penalidades e fiscalização</p><p>(O Banco Central pode aplicar multas, suspensões e cassações a administradoras que descumprirem as regras).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 15:43:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>29/10</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3697788375</link>
         <description><![CDATA[<p>Conversando com o professor Marcelo, tivemos ideias para elaborar nossas questões norteadoras para nos basearmos na estruturação do trabalho e adicionarmos na matriz: </p><p>- Como se dá a relação do pensamento clássico social de Caio Prado Júnior com a conjuntura atual da sociedade brasileira?</p><p>- Como o pensamento sociológico e econômico de Caio Prado Júnior converge ou diverge com as ideias de Darcy Ribeiro sobre a sociedade brasileira?</p><p><br/></p><p>Além disso, pesquisamos algumas citações de Caio Prado para colocarmos em nossa matriz.</p><p><br/></p><p>PRADO JÚNIOR, Caio. História Econômica do Brasil (1976)</p><p><br/></p><p>“Os produtos desta pequena agricultura de subsistência foram em grande parte procurados na cultura indígena. Assim, diferentes espécies de tubérculos, em particular a mandioca, que se tornaria a base da alimentação vegetal da colônia, sendo cultivada em toda parte. Depois da mandioca vem o milho, o arroz e o feijão. A abundância de frutas — tanto nativas quanto espécies trazidas de fora, como a banana e a laranja — completava a alimentação do colono.”</p><p><br/></p><p>"Todos nós, brasileiros, somos carne da carne daqueles pretos e índios supliciados. Todos nós brasileiros somos, por igual, a mão possessa que os supliciou. A doçura mais terna e a crueldade mais atroz aqui se conjugaram para fazer de nós a gente sentida e sofrida que somos e a gente insensível e brutal, que também somos. Descendentes de escravos e de senhores de escravos seremos sempre servos da malignidade destilada e instalada em nós, tanto pelo sentimento da dor intencionalmente produzida para doer mais, quanto pelo exercício da brutalidade sobre homens, sobre mulheres, sobre crianças convertidas em pasto de nossa fúria.</p><p><br/></p><p>A mais terrível de nossas heranças é esta de levar sempre conosco a cicatriz de torturador impressa na alma e pronta a explodir na brutalidade racista e classista.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 10:55:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>07/11</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3697790022</link>
         <description><![CDATA[<p>Começamos a estruturação dos tópicos a serem tratados na apresentação final.</p><p>Caio Prado Júnior é considerado um dos maiores intérpretes do Brasil, ou seja, um pensador que se dedicou a entender de forma profunda como a sociedade brasileira se formou historicamente (interpretou o Brasil). Por se basear em métodos científicos - isto é, trazer uma abordagem mais rigorosa e empírica, baseada em métodos de pesquisa como observação direta - foi um dos sociólogos mais importantes para o pensamento social brasileiro do século XX. Ele, junto com nomes como Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, foram o cânone (base, de formação da segunda geração da sociologia - chamada de “Geração Científica” (segunda onda de sociólogos - aproximadamente de 1925 a 1950 - que se destacou pelo aprofundamento intelectual e pela aplicação de métodos mais rigorosos e científicos para estudar a sociedade, analisando a própria ciência em seu contexto social).  </p><p>	Caio Prado Júnior fez um revisionismo histórico, ou seja, reinterpretou o passado do Brasil com uma nova lente. Para ele, notícias como indígenas sendo dizimados ou a Amazônia sendo queimada não se constituem em pontos fora da curva, mas sim no leito “normal” do que sempre fomos. A sua contribuição é a de que o sentido do Brasil, o que nos tornamos, se encontra na colonização. Esse evento violento nos definiu e nos aprisionou. Nesse contexto, o Brasil surge como uma vasta empresa territorial voltada para fora e controlada de fora, além de que o sistema que aqui se montou, e até hoje não foi desmontado, se assenta no tripé: grande propriedade, monocultura e trabalho escravo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 10:56:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3697790022</guid>
      </item>
      <item>
         <title>14/11</title>
         <author>rafaelmendo</author>
         <link>https://padlet.com/rafaelmendo/4kot7t9quhc9kcud/wish/3697791573</link>
         <description><![CDATA[<p>Algumas das obras de Caio Prado: </p><p>• <strong>"Formação do Brasil contemporâneo”: </strong>publicado em 1942, esse é o mais complexo e completo estudo desenvolvido pelo polímata brasileiro. No livro, Prado desenvolve com maestria sua interpretação do Brasil à luz de um processo de revisionismo histórico que busca compreender a formação atual do país por via de uma “busca de sentido” que vai além do que se pensava. O sentido está no longo processo histórico que se iniciou na colonização e desembocou no que o Brasil tornou-se econômica e politicamente no século XX.</p><p><br/></p><p>• <strong>“História econômica do Brasil”: </strong>embasado no método materialista histórico dialético, o livro busca reconstruir a formação da economia brasileira desde o período colonial até o mundo pós-guerra. Para Caio Prado, o Brasil viveu o que o autor chamou de “velha economia”, ou seja, um modelo pré-capitalista, até o fim da Segunda Guerra Mundial. A grande virada do modelo econômico que fez com que o país entrasse de vez no sistema capitalista contemporâneo deu-se apenas com a tardia industrialização brasileira, massificada apenas no fim da segunda metade do século XX."</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-25 10:58:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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