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      <title>O Diário de Anne Frank - Turma 9º ano by Pâmella Prado</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-08 01:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>Orientações</title>
         <author>pamellasuelema</author>
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         <description><![CDATA[<div>Postem o texto resumido de vocês aqui e não esqueçam da identificação nas postagens.&nbsp;<br><br>Bons estudos.<br><br>Att. Professores Fagner e Pamella</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 01:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>A RELAÇÃO DE ANNE FRANK COM A FAMÍLIA E OS HÓSPEDES ENVIADOS AO ANEXO SECRETO</title>
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         <description><![CDATA[<div>Para compreendermos como era a vivência de Anne com sua família e hóspedes precisamos entender como tudo começou.<br>No dia 5 de Julho de 1942, numa tarde de Domingo, a campainha da família Frank toca, Anne que estava na varanda não ouviu, mas depois Margot aparece na porta da cozinha muito agitada. A notícia não poderia ser pior, Otto Frank havia recebido uma notificação da SS. Logo após isso, Edith Frank vai visitar ao Sr. van Daan, que era sócio e amigo de Otto. Anne logo se demonstra apreensiva, na página 32 ela cita: “Visões de campo de concentração e celas solitárias passaram pela minha mente. Como poderíamos deixar papai ir para um destino assim?” Margot explica a Anne que a mãe foi procurar os van Daan para perguntar se poderiam ir ao esconderijo. Ao todo seriam 7, a família Frank e os van Daan.<br>No dia 9 de Julho a família Frank chega ao Anexo Secreto e desde já Anne se mostrava ansiosa para a chegada dos van Daan, mas também nervosa por causa do silêncio e com a possibilidade de alguém escutar algum barulho. No dia 13 de Julho a família van Daan chegou no Anexo, Peter chegou primeiro, às 9:30 da manhã. A primeira impressão de Anne era de que ele era um garoto tímido e sem graça, cuja companhia não irá fazer diferença. Meia hora depois chegaram o Sr. e Sra. Van Daan. Na página 45 Anne cita: “Desde o início fizemos as refeições juntos, e depois de três dias era como se tivéssemos virado uma grande família.”<br>Comentário acrescentado por Anne em 21 de Setembro de 1942: “O senhor van Daan está sendo gentilíssimo comigo ultimamente. Eu não disse nada, mas eu estou aproveitando enquanto dura.”<br>Um bom tempo se passou e conflitos começaram no Anexo, a Sra. van Daan e Edith Frank não se davam bem e Anne tinha muitos problemas com a mãe e a van Daan. Anne na página 52 cita: “A Sra. van Daan é insuportável. Vive brigando comigo porque falo sem parar quando estou lá em cima. Eu simplesmente deixo as palavras saírem da minha boca.” Anne usava o diário e seus livros para se distrair e esquecer os problemas que convivia em seu esconderijo.<br>No dia 27 de Setembro de 1942, Anne e Edith tem uma grande discussão, cita Anne na página 56: “Hoje, mamãe e eu tivemos uma discussão, digamos assim, mas a parte chata foi que eu caí no choro. Não consigo evitar. Papai é sempre tão bom comigo e, além disso ele me entende muito melhor. Nessas horas não suporto mamãe.” Anne também diz não se dar bem com Margot, para Anne a personalidade de Margot e Edith são estranhas, compreendendo mais suas amigas do que sua própria mãe.&nbsp;<br>No dia seguinte Anne desabafa seus sentimentos para Kitty. Página 59: “Eu deveria estar acostumada ao fato de essas discussões acontecerem todo dia, mas não me acostumo e nunca me acostumarei enquanto eu for o tema de quase todas as brigas. (...) Eles criticam tudo ao meu respeito – e quero dizer tudo mesmo: meu comportamento, minha personalidade, meus modos; cada centímetro meu, da cabeça aos pés e dos pés à cabeça, é assunto para fofoca e debates. Palavras grosseiras e gritos são lançados sobre minha cabeça, mesmo eu não estando acostumada a isso. (...)” Anne continua fazendo críticas aos van Daan e à sua mãe.<br>No dia 2 de Outubro de 1942 Anne novamente briga com sua mãe, Edith contou todos os pecados de Anne à Otto e começou a chorar, o que a fez chorar também. Anne contou para seu pai que gostava mais dele do que de sua mãe e ele respondeu que era só uma fase passageira. Anne cita: “Consigo imaginar minha mãe morrendo algum dia, mas a morte de papai parece inconcebível. É muita ruindade minha, mas é assim que me sinto.”<br>No dia 10 de Novembro de 1942 Anne relata em seu livro que estão planejando trazer uma oitava pessoa para o Anexo. Depois de Otto ter rejeitado todos os parentes dos van Daan, escolheram um dentista chamado Albert Dussel que morava com uma encantadora senhora cristã mais nova do que ele. No dia 17 de Novembro o Sr. Dussel chegou ao Anexo, de primeira impressão Anne diz que o Sr. Dussel é gentil e que não se incomodou em dividir quarto com ela. A família bombardeava Dussel com perguntas sobre o que ocorria lá fora e a situação de amigos e conhecidos das famílias. Dias depois o Sr. Dussel já estava fazendo suas consultas dentárias nas famílias.<br>O ano passa, os conflitos continuam, dia 27 de Abril de 1943 Anne relata que a casa continua abalada com brigas e conflitos e todos estão furiosos com todo mundo: Edith e Anne, Sr. van Daan e Otto e Sra. van Daan e Edith. Uma atmosfera terrível.<br>E esse foi um breve resumo de como era a convivência no Anexo Secreto no seu primeiro ano de convivência, muito conturbado e com muitas desavenças. Infelizmente o Anexo foi descoberto e só Otto conseguiu sobrevier aos terrores do Holocausto, assim, publicando o Diário de Anne Frank que é adorado por todos ao redor do mundo. Fim<br><br>Grupo: Arthur Rios, Felipe Nascimento, Luan Gabriel e Thaiure Queiroz<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-08 16:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>O Diário de Anne Frank</title>
         <author>mariaalice130317</author>
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         <description><![CDATA[<div>A relação de&nbsp; Anne Frank com os outros hospedes do anexo secreto<br><br>Anne, Inicialmente, estava muito ansiosa para&nbsp; a&nbsp; chegada dos&nbsp; Van&nbsp; Daan,<br>“ 11 DE JULHO DE&nbsp; 1942<br>Os Van Daan vêm na terça. Estou contente. Será mais agradável assim e menos monótono. Esta calma enerva-me, principalmente à noite.”<br>“21 DE AGOSTO&nbsp; DE 1942<br>O senhor Van Daan e eu estamos sempre brigando. A mamãe me trata como se eu fosse um bebê, o que não suporto. De resto, as coisas estão indo bem. O Peter também não tem graça. É chato e preguiçoso. Passa a maior parte do dia estendido na cama. Às vezes se levanta, faz um servicinho de carpintaria e torna a se deitar. Que 🤬!”<br>Anne mesmo&nbsp; depois&nbsp; de&nbsp; uma&nbsp; experiência não&nbsp; tão&nbsp; boa&nbsp; com os Van Daan fica&nbsp; animada com&nbsp; a&nbsp; chagada de um novo hóspede ao&nbsp; anexo&nbsp; secreto, o Senhor&nbsp; Albert Dussel.<br><br>22 DE&nbsp; DEZEMBRO&nbsp; DE&nbsp; 1942<br>E, como se ainda não bastasse, o meu companheiro de quarto resolveu pedir silêncio durante a noite. Nem sequer admite que eu me vire na cama. Faço de conta que não ligo, mas qualquer dia vou retribuir-lhe o pedi do. Aliás, aos domingos, ele acaba com a minha paciência. Acende a luz de madrugada para fazer ginástica.”<br><br>Mais Tarde em 1944 Anne&nbsp; começa&nbsp; a &nbsp; ter&nbsp; sentimentos&nbsp; por Peter&nbsp; que ,&nbsp; inicialmente, ela&nbsp; achava&nbsp; “um chato, um bolha preguiçoso, detestável”,&nbsp; agora&nbsp; o achando "Peter&nbsp;era&nbsp;o menino ideal: alto, magro, bonito, com um rosto sério, sereno e inteligente“ Ela&nbsp;se&nbsp;sente 'feliz quando ele olha para ela' e&nbsp;se apaixona&nbsp;por ele. Porém com um certo&nbsp; ressentimento por achar&nbsp; que&nbsp; sua irmã&nbsp; ,Margot,&nbsp; estivesse&nbsp; interessada.<br><br>ESCRITOS DE&nbsp; PRIMEIRO DE&nbsp; AGOSTO<br><br>Na sua Ultima&nbsp; anotação no&nbsp; diário,&nbsp; três&nbsp; dia antes de&nbsp; ser pega pela polícia alemã, Anne faz um relato de&nbsp; como&nbsp; compreendia sua existência, fazendo&nbsp; referencia em como ela entendia o&nbsp; significado da&nbsp; palavra contradição, que&nbsp; a&nbsp; mesma&nbsp; acreditava&nbsp; ter &nbsp; dois sentidos,&nbsp; assim como sua alma, pensava ter uma&nbsp; dupla personalidade&nbsp; que&nbsp; não conseguia mostrar&nbsp; para as outras&nbsp; pessoas&nbsp; somente para seu parceiro e&nbsp; confidente, seu&nbsp; diário, o qual apelidou de “Kitty”.&nbsp;<br><br>Contradição: Dois&nbsp; Sentidos,&nbsp; Duas Almas<br><br>Como Falado anteriormente a Anne acreditava ter duas&nbsp; almas, mas a&nbsp; alma qual&nbsp; considerava boa,&nbsp; a&nbsp; mesma tinha medo&nbsp; de mostrar&nbsp; para&nbsp; as outras pessoas por ser considerava sentimental&nbsp; ou boba.&nbsp;<br><br>-&gt;"Já lhe contei uma vez que não tenho só uma alma, mas, sim, duas. Uma me dá a minha alegria exuberante, as minhas zombarias a propósito de tudo, a minha vontade de viver e a minha tendência para deixar correr, isto é, para não me escandalizar com flertes, abraços ou uma piada inconveniente. Essa primeira alma está sempre à espreita e faz tudo para suplantar a outra, que é mais bela, mais pura, mais profunda."<br><br>-&gt;"É por isso que a Anne terna e simpática nunca vem à superfície na presença das outras pessoas, mas é a sua voz que domina na solidão. Sei exatamente como gostaria de ser, sei como sou no íntimo, mas, infelizmente, só sou assim quando estou sozinha comigo. E isso é, talvez, não seguramente, a razão por que chamo minha natureza íntima uma natureza feliz e por que os outros chamam feliz minha natureza exterior. No meu interior, a Anne pura é que me indica o caminho; exteriormente, não passo de um cabritinho que pula de alegria e de animação."<br><br>Alice e  Luiza</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 19:36:19 UTC</pubDate>
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