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      <title>AOP03 - ATIVIDADE COLABORATIVA - Filosofia e Ética (IN) by Cilene Muniz Braga</title>
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      <description>Atividade obrigatória - AOP03</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-06 17:19:57 UTC</pubDate>
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         <title>Nicolau Maquiavel </title>
         <author>vsmaniotto13</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>LÍDER DO GRUPO: Daniel José Entringer Mendes</strong><br>Integrante 02: Carolline Costa Rodrigues<br>Integrante 03: Marcos da Conceição Dias<br>Integrante 04: Tiago Ferreira Martins<br>Integrante 05: Victor Matheus Souza Smaniotto<br><br>Nicolau Maquiavel, foi um filósofo que viveu e produziu entre os séculos XV e XVI, na região de Florença. Dedicou-se a explicação e compreensão do estado, política e homens de estado como estes são na realidade. Maquiavel era visto como um proponente do que viria a ser o cientista empirista moderno, defendendo que expandir a partir da experiência e fatos históricos é o melhor método de se desenvolver uma filosofia consistente, especialmente em política, e que a teorização a partir da imaginação é inútil. Com este pensamento, Maquiavel foi capaz de afastar a política da teologia e da filosofia moral, desenvolvendo-a como uma disciplina em si mesma. Defendeu o estudo da fundação de uma nação e a compreensão de seus elementos originais como essencial para a antecipação do futuro.<br><br></div><div>Livro o príncipe, é um livro escrito por Nicolau Maquiavel em 1513, a primeira edição foi publicada em 1532 postumamente. Foi uma das teorias políticas mais elaboradas pelo pensamento humano, e tem uma grande influência em descrever o estado até os dias atuais. O objetivo do livro o príncipe é descrever as maneiras de se conduzir os negócios públicos internos e externos e fundamentalmente como conquistar e manter um principado, ou seja, se como se chegar e se manter no poder. Em uma segunda interpretação diz que. O príncipe, Maquiavel tentava alertar o povo sobre os tiranos. Inspirado no Absolutismo da Península Itálica, Maquiavel estabelece em O Príncipe, conceitos, como Virtude e Fortuna, para explicar como os governantes deveriam escolher estratégias que aumentassem seu poder (Virtude) e quais poderiam ser os imprevistos que, supostamente, podem limitar o poder de ação do governante (Fortuna). <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-10 13:02:15 UTC</pubDate>
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         <title> A busca filosófica pelo entendimento da realidade.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Mila Almeida Reis<br>Integrante 01: Cassia Nardi<br>Integrante 02: Daniela Matias Nascimento <br>Integrante 03: Gabriel Pereira Suarez<br>Integrante 04:  Thainá Cancella<br>Quando paramos para pensar sobre o motivo das coisas, por qual motivo chove, faz sol ou tantas intempéries naturais, há inato no homem a busca racional dos fatos. Será que existe um ordenamento por trás do que aparece? Será que o que aparece é uma mera ilusão que encobre uma verdade (verdade sendo a correspondência do intelecto para o material) oculta?  Dessa forma, no passado, essas perguntas começaram a serem respondidas.  Sem um conhecimento teorético aprimorado, a humanidade, principalmente na Grécia, buscou por meio dos mitos a explicação destes fenômenos. Então, percebe-se que os mitos não são apenas histórias meramente alegóricas, mas possuem uma função social, participando na construção da pólis, além de retratar sobre a mentalidade de um grupo e suas interpretações da realidade.</div><div>A filosofia, busca ir além, ou seja, transforma aquilo que já havia sido pensado (mitos), embora não seja a racionalização ou negação deles. Desse modo, assim como nos mitos, a filosofia de uma época revela muito sobre ela, ao demonstrar a forma de pensar e agir daquela população. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-18 14:17:37 UTC</pubDate>
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         <title>Racionalismo e empirismo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>No campo filosófico existem diferentes escolas de pensamento que auxiliam no processo de aquisição de conhecimento para o ser humano. Cada uma com sua especificidade no qual proporciona que o saber produzido historicamente, por exemplo, possa ser melhor assimilado e, consequentemente, melhor aplicado quando necessário.<br><br></div><div>Dentre essas escolas de pensamento temos o racionalismo e o empirismo que se apresentam de forma completamente diferentes.<br><br></div><div>Em suma, o racionalismo apresenta-se com o uso da razão sendo o maior embasamento de sua aplicabilidade, pois, conforme essa abordagem, o conhecimento é algo inato que independe de experiências sensoriais. Esses conhecimentos adquiridos devem ser considerados para àqueles além dos adquiridos cotidianamente, pode-se dizer que são os verdadeiramente comprovados cientificamente e são adquiridos, basicamente, por meio da dedução, por meio das idéias inatas e da razão – cada uma com suas características que as fazem ser importantes em igual proporção. <br><br></div><div>Já o empirismo trata-se da forma como o ser humano adquire conhecimento por intermédio das experiências sensoriais, ou seja, é através do olfato, visão, audição, paladar e tato que o indivíduo  terá possibilidades de desenvolver-se a fim de possuir mais entendimentos das nuances que a vida lhe impuser. Aqui, os conhecimentos possuem validade a partir do momento que esses podem ser medidos e validados e, para além das experiências sensoriais como princípio para a aquisição de conhecimento, essa escola filosófica também usufrui o princípio da indução, pois esse complementa as possibilidades de desenvolvimento do sujeito. <br><br></div><div>Percebe-se que tanto o racionalismo, quanto o empirismo corroboram para o pleno desenvolvimento do ser humano. Independentemente de como e/ou qual abordagem utilizar vê-se que o sujeito encontrar-se-á disposto de uma gama de possibilidades no qual possibilitará seu pleno progresso.<br><br></div><div><em> <br><br><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-19 22:21:08 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo e Imagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante líder: Frank Moises Reis<br>Integrante: Igor Sathler dos Santos<br>Integrante: Gabriel  Faria Brandão<br>Integrante: Brene Virginio Ferraz <br>Integrante: Evellin Denise Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-19 22:23:40 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Popper e a Teoria dos Mundos de Platão</title>
         <author>akgdjc2020</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/4i9ayp9zba04tg2h/wish/778810715</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Líder:</strong> Angélica dos Santos Amorim Matos<br><strong>Integrante 01</strong>: Aleffy de Araújo Kefler<br><strong>Integrante 02:</strong> Bianca Caroline de Souza Nascimento<br><strong>Integrante 03:</strong> Lucas Coelho silva<br><strong>Integrante 04:</strong> Matheus Poltronieri Morgan.<br><br>O conceito de mundo para Platão, era o mundo onde tudo é perfeito e harmonioso, um mundo acreditado pela mente humana, criado pelas mãos de Deus, mas sem comprovação da sua existência, onde surgem todas as ideias, ao qual tentamos copiar cada detalhe imaginado. Mas ao ser trago para o mundo materialista, não se consegue obter a perfeição, pois cada ser projeta sua ideia de forma diferente, com seu próprio ponto de vista. Ele acreditava que o dialogo era capaz de abrir a mente, de achar essa perfeição, atingido pelo conhecimento espiritual. </div><div>           Para Karl Popper, o conceito de mundo partia do mundo materialista, um mundo criado pela mente racional do ser humano, capaz de trazer à realidade ideias e pensamentos. Ao qual o ser humano desfruta tentando mostrar que tudo tem seu valor, que o diferente faz parte da ampliação desse mundo. Que o conhecimento independe de opiniões, e sim de comprovações, que para ser real, tem que ser provado, que deve ser estudado com grande rigor trazendo provas para essa existência. Ele não acreditava em algo que não pudesse ser provado pela teoria cientifica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-25 11:26:37 UTC</pubDate>
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         <title>A busca filosófica pelo entendimento da realidade</title>
         <author>hannahlima</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/4i9ayp9zba04tg2h/wish/782704567</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Líder do Grupo: Hannah Almeida Lima</div><div>Integrante 1: Julia Lislley Tristão dos Santos Muniz</div><div>Integrante 2: Maria Fernanda Vasconcelos Vilela </div><div>Integrante 3: Nathalia Guimarães Paulo </div><div>Integrante 4: Victória Alcoforado Corrêa</div><div><br>A realidade é tudo que ocorre como resultado de nossas ações e relações com a sociedade. A partir disso, na Antiguidade para explicar tudo que era misterioso, foram criados os mitos que descreviam o que era a realidade da época a partir de olhares humanos. Ainda hoje buscam-se respostas que possam, de alguma forma, preencher as lacunas vazias e dar as explicações que o ser humano tanto deseja em relação ao mundo.<br><br></div><div>O conjunto dos saberes moldam a nossa realidade e a filosofia grega tem suma importância em sua fabricação, pois foi a partir dela que se passou a questionar os mitos, utilizando-se da lógica e da racionalidade. Com isso a realidade foi considerada um conceito extremamente complexo pois tratou-se de questionar o sentido da vida. Dessa forma as construções científicas sobre o assunto partem de nossa percepção de realidade tendo múltiplos entendimentos, sendo nosso cotidiano, nossa realidade predominante.<br><br></div><div>Assim, a Filosofia emerge para questionar e refletir sobre as ações, os pensamentos, os mitos, as sociedades com o objetivo de que fosse cada vez mais possível romper padrões, a fim de melhorar a vida dos seres humanos nos mais diversos quesitos. Ela é uma excelente ferramenta quando se trata de enxergar a realidade da sociedade atual de uma maneira mais científica, pois através de seus métodos ela consegue propor soluções para os problemas que são enfrentados no mundo. Dessa forma, faz-se necessário valorizar mais a Filosofia e os seus estudos, pois por meio deles pode-se refletir sobre a realidade do mundo nos dias de hoje e promover a transformação de sociedades.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-27 19:59:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CRISTIANISMO: a transformação do amor simples em doutrina teológica</title>
         <author>cassiamuscarelli</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/4i9ayp9zba04tg2h/wish/793521896</link>
         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Cássia Muscarelli<br>Integrante 1: Tamires Dias de Andrade<br>Integrante 2: Maria Júlia Barcelos Duarte<br>Integrante 3: Davi Poeta de Azevedo<br><br>        A sociedade romana, no sécu-lo I, era guiada radicalmente pelo judaísmo e paganismo. Tanto as religiões quanto a sociedade ocul-tavam os pecadores, mas Jesus prega o reino de Deus a todos e revela Sua compaixão. Para o autor Veyne, o cristianismo fala sobre a misericórdia de um Deus grandio-so, que une em sua essência todas as coisas e se apaixona por toda a humanidade.<br>        No segundo capítulo do livro, "Uma obra prima: o cristianismo", Veyne aponta a originalidade do cristianismo, o qual estabelece uma relação que envolve seu ade-pto em uma unidade, pois cada um de seus atos passa a ter significa-do, libertando o ser da angústia do futuro, e defende a relação com Pai. Comparado a religião pagã, o cristianismo se mostrava mais atraente no que se refere à relação estabelecida entre as divindades e seus seguidores, pois a relação com os deuses pagãos consistia na busca por atenção positiva de uma das divindades, as quais se manifestavam de forma incons-tante.<br>        Inicialmente, tratava-se de uma seita resistente entre uma elite apesar das perseguições. Até que Constantino, imperador romano, converteu-se ao cristianismo e proibiu a perseguição aos cristãos, também institucionalizou essa dou-trina em uma igreja. Seu poder de influência, e de seus sucessores, aliado ao uso da religião como mecanismo de legitimação e garan-tia de interesses políticos e econô-micos, contribuíram com o poder da Igreja Católica durante a Idade Média.</div><div>        Pelo fato de estar instituciona-lizado em uma igreja que vinha se fortalecendo, na Idade Média, o cristianismo foi questionado e so-freu ataques teóricos e morais. Diante disso, alguns líderes cris-tãos, interessados na filosofia grega, começaram a estabelecer uma relação entre fé e razão, con-solidando, portanto, a filosofia cristã. Inicialmente denominada de Patrística, essa filosofia foi aprimo-rada e desenvolvida, com a colabo-ração de outros filósofos, e deu origem à Escolástica.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 03:53:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TEMA:  Renascimento: humanismo renascentista e as concepções de homem.</title>
         <author>karolfavoretti</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/4i9ayp9zba04tg2h/wish/795303744</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>LÍDER DO GRUPO: Ana Karolina Favoretti da Conceição</strong><br>Integrante 01: Ana Karolina Favoretti da Conceição<br>Integrante 02: João Filipe campo Dall Orto Lyrio<br>Integrante 03: Vinicius Time Serra<br>Integrante 04: Daniel Dias Pereira Zanotti<br>Integrante 05: Martha Silvéria Lana de Azevedo<br>O renascimento se originou através da atmosfera que tinha ar de liberdade compartilhada na época por diversos intelectuais, artistas e comerciantes. Por conta disso, não foi criado dentro das grandes escolas filosóficas. Foi quando o homem foi pensado como o centro de tudo. Tendo então o humanismo como uma das características do renascimento, aonde foi valorizado o ser humano e suas capacidades, tendo a principal capacidade sendo a racionalidade. </div><div>Quando ocorria o crescimento desse contexto, o Nicolau Maquiavel nasceu. Anos depois Nicolau virou um pensador polemico e controverso, pois as suas crenças não eram voltadas a crença de Deus, aonde não era comprometido com o estilo de vida religioso que outros pensadores possuíam. Para ele a realidade era algo pragmático e materialista. Para ele a política não era uma justiça e bem dito comum, como era visto por outros pensadores. </div><div>Nicolau Maquiavel, Rene Descartes, Blaise Pascal e outros diversos pensadores ajudaram na disseminação do pensamento humanista dentro do período Renascentista, que ajudou a impulsionar as informações e as ideias desses pensadores, tudo através de uma recém-criada imprensa. </div><div>Tudo ajudou na distribuição das ideias humanistas e a estimular a consciência crítica, que era rivalizada com a ideia da autoridade medieval. Ocorreu a inclusão de disciplinas no currículo de escolas e universidades da época. As disciplinas eram Literatura, Artes, Filosofia, Ciências e Humanidades, fazendo com que tivesse um grande impulsionamento no pensamento humanista. </div><div>Logo após esse desenvolvimento nos pensamentos dos europeus, foi desenvolvida uma mentalidade cientifica e a valorização do empirismo. Também começaram a acreditar nos estudos que são feitos por humanos e passou a emanar diversas coisas além de Deus.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-01 16:17:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Breve História da Origem da Filosofia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/4i9ayp9zba04tg2h/wish/803838757</link>
         <description><![CDATA[<div>líder: Ana Carolina de carvalho gianordoli teixeira<br>Integrante 01:Caio da Silva Vieira Junger <br>Integrante 02:Daniele Rocha Castello, <br>Integrante 03:Giorgia dos Santos Berriel <br>integrante 04:Juliana Caran Lima <br>Integrante 05:Lorena Pereira Oliveira <br><br>A filosofia é um conhecimento baseado na razão criada a fim de explicar aquilo que o ser-humano tentava entender e conhecer do mundo que antes era explicado a partir do mito (uma forma de relato baseado nas vivências religiosas e da imaginação dos povos antigos). Contudo, com o passar do tempo o mito foi perdendo sua força e sua veracidade, já que não era mais suficiente para explicar o universo e o ser humano. Sendo assim, juntando a perda de força do mito com a interação dos gregos com diversas culturas em suas colônias, com ênfase na de Mileto, representou uma importante transformação na Grécia. Movidas por interesses políticos e comerciais, as várias culturas que se encontravam nos entrepostos comerciais e postos das colônias que recebiam inúmeras caravanas do Oriente e de diversos lugares e que posteriormente eram levadas para o Mediterrâneo, começaram assim a trocar informações principalmente sobre suas crenças e sua cultura. Dessa forma, surgiu a filosofia na tentativa dos gregos de explicar o ser-humano, o mundo e a realidade por meio da razão, colocando assim ser o ser humano a refletir. A “Escola de Atenas”, pintada por Rafael em 1509 e 1510, é um símbolo da origem da filosofia. Trazendo ao centro grandes filósofos: Platão segurando o timeu e aponta para o alto, sendo identificado como o ideal, o mundo inteligível. E Aristóteles segura a ética e tem a mão na horizontal, que representa o terrestre, o mundo sensível. A obra, mostra um debate entre eles, realçando suas posturas diferentes, ou seja, representando que eles têm ideais diferentes. Mesmo Aristóteles sendo discípulo de Platão, um não precisa concordar com o outro, são livres e autônomos e isso não impede o diálogo. Sendo isso a essência da filosofia a possibilidade de discutir o conhecimento e pensar em conjunto.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>O ócio e os pós socráticos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante líder: Andressa Pereira Matheus<br>Integrante 1: Isabella Maria Rodrigues de Oliveira<br>Integrante 2: Esterfany Solimar Ribeiro<br>Integrante 3: Higor Vulpi Montanari<br>Integrante 4: Vitoria Luiza do Nascimento Oliveira<br><br>Falaremos do último período da filosofia antiga, período mais longo da história da filosofia. Esse período é chamado de pós-socrático pois termina o período dos discípulos de Sócrates e Platão, mais conhecido como período da filosofia helenística. Neste período temos o pós morte de Alexandre o grande, discípulo de Aristóteles.<br><br></div><div>Tendo em vista os pensadores citados acima, precisamos esclarecer o motivo pelo qual os mesmos eram considerados pensadores. Para os gregos, o ócio não significava não fazer nada, mas sim dedicar-se às ideias e ao espírito, na contemplação da verdade, do bem e da beleza. Somente as pessoas que não precisassem trabalhar, ou ocupar-se das atividades ligadas ao campo da necessidade, poderiam de fato se considerar cidadãos plenos para decidir democraticamente os assuntos importantes.<br><br></div><div>A partir do surgimento dos três grandes filósofos (Sócrates, Platão e Aristóteles), há o surgimento de outros conceitos como as principais escolas desse período: ceticismo, estoicismo epicurismo e cinismo.<br><br></div><div>- Ceticismo: Não acredita em nada. Critica ou questiona a própria razão. Surgiu a partir de Pirro de Elis 360 a 275 A.C<br><br></div><div>- Epicurismo: Ideia de encontro a felicidade, busca da felicidade, ir atrás do prazer através de aponia (ausência de dor física) e ataraxia (Impertubalidade da alma). Surgiu a partir de Epicuro de Samos 341 a 270 A.C<br><br></div><div>- Estoicismo: Multiplicidade do universo, mudança constante do cosmo. Múltiplos universos. Surgiu a partir de Zenão<br><br></div><div>- Cinismo: Criado por Antístenes 445 a 365 A.C, discípulo de Sócrates. Defende o desprendimento dos bens materiais, desprendimentos dos pactos sociais. Se tornar livre de todas as coisas.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 00:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Jean Jacques Rousseau</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lider: Bárbara Schwenck Monte<br>Integrante1: Liz Moraes de Carvalho Disnard<br>Integrante2: Giovana Soares Guimarães<br>Integrante3: Ana Luisa Rosalem Costa<br>Integrante4: Lorena Ribeiro Hespanhol<br></strong>O pensamento do filósofo Jean Rousseau, foi um dos mais polêmicos da filosofia moderna. Rousseau foi um dos maiores influentes para a geração de cientistas e filósofos dos séculos XIX e XX, se propôs a refletir e pensar sobre os fundamentos da sociedade e suas contradições como a violência, exploração e a desigualdade (início da desigualdade social), chegando a conclusão que o desenvolvimento moral e social dos seres humanos em coletividade contribuiu para sua própria deterioração. Rousseau tinha um pensamento social que era a ideia de que “a natureza humana é boa”, pensamento que o colocou a mercê das críticas de Thomas Hobbes o qual pensava que “a sociedade é quem a corrompe”. Um dos maiores opositores de Rousseau foi o filósofo irlandês Edmund Burke o qual dizia que os revolucionários franceses não tinham entendido a “natureza humana”, cuja ordem moral seria transcendente e sem possibilidade de alteração pela vontade humana.<br><br>Além disso, o filosofo preferia a ideia de um estado de natureza como um estado de liberdade verdadeira, em que as pessoas não fossem boas ou más, mas vistas como uma folha em branco. Desta forma, o conflito em estado de natureza não é tão acentuado quanto em sociedade. <br>Visando essas problemáticas Rousseau escreveu a obra "O Contrato Social", que serviu de modelo para a Revolução Francesa e exerceu grande influência no chamado liberalismo político, onde foi o defensor dos princípios de “liberdade, igualdade e fraternidade” que se fez tema da revolução<strong>. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 03:04:17 UTC</pubDate>
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         <title>Karl Popper e a Teoria dos Mundos de Platão</title>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante: Caique Piedade Conde<br>Integrante: Sergio Murilo Soares<br><br>O filosofo Platão teoriza a ideia de que existe dois mundos dentro de nos, que seria o mundo inteligivel e sensivel. Nessa teoria o mundo inteligivel é aquele que contém nossos pensamentos e ideias, o mundo onde sempre iremos imaginar as coisas da forma que é, ou seja, utilizando nossa razão, e o mundo sensivel é o nosso mundo material, aquele que utilizamos os sentindos fisicos.<br><br></div><div>Karl popper,  atraves da teoria de platão teorizou a existência do terceiro mundo, acreditando que exista uma terceira esfera. Esse terceiro mundo seria uma grande caixa e as produções feitas ficam ali até serem utilizadas, deixando a concepção dualista e se tornando um pluralista. Ele faz a ligação dos três mundos a partir do conhecimento objetivo e conhecimento subjetivo, que é utilizado no esquema quadripartido.<br><br></div><div>Popper ao teorizar a terceira esfera conseguiu reinterpretar um estudo que a muito tempo estava como impossivel, um grande pensador e filosofo do nosso tempo, trouxe a oportunidade de uma visão mais relativa sobre conhecimento humano e mostrou que se burcarmos e questionarmos os pensamentos antigos podemos descobrir coisas novas.   <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 01:33:40 UTC</pubDate>
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         <title>Nicolau Maquiavel</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante Líder: Arthur Augusto<br>Integrante: Augusto Campos<br>Integrante: Matheus Ribeiro<br>Integrante: Luiza Belumath<br><br><br>Nicolau Maquiavel viveu durante o renascimento italiano. Nascido em 1469, na cidade de Florença (Itália), pertenceu a uma família de poucas posses e atuou como um secretário que cuidava dos assuntos externos (serviço equivalente hoje ao de um diplomata). </div><div>Nicolau Maquiavel, embora seja muito conhecido por seus pensamentos sobre a dinâmica real do poder, também escreveu comédias e poemas. Uma conhecida pintura de Santi di Tito, finalizada em meados de 1600, muitos anos após a morte desse pensador, apresenta-o ainda jovem e com um sorriso que confirma o tom irônico ou bem-humorado com o qual as biografias recentes retratam-no.</div><div> </div><div>Não elaborou uma teoria política ou uma reflexão profunda sobre a essência do poder, como se poderia esperar de um filósofo em sentido clássico. Em todo caso, suas reflexões são originais e baseadas em uma riqueza de eventos históricos. Seu pensamento político orientou-se pelos fatos que vivenciou e em suas interpretações com base em circunstâncias históricas, afastando-se, assim, de abstrações ou idealizações.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 19:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA: O Poder Na Pratica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Ryan da Costa Guimarães</strong><br><strong>Integrante 01:</strong> Ryan Guimarães<br><strong>Integrante 02:</strong> João Javarini<br><strong>Integrante 03:</strong> Lucca Abreu<br><strong>Integrante 04:</strong> Mateus Reis Costa<br><br>Poder é a capacidade de agir, mandar e também, dependendo do caso, exercer a autoridade sobre algo. O tema escolhido “o poder na prática” foi pesquisado, principalmente, nas concepções do filósofo Nicolau Maquiavel, em que ele fala, basicamente, a respeito de como ser um bom líder, alegando que era melhor ser temido do que ser amado, pois era uma forma mais eficaz de comando. Vale ressaltar a sua obra “O Príncipe”, na qual defendia a centralização do poder político, não propriamente o absolutismo, inclusive, o filósofo apoiava a ideia de que um Estado forte depende necessariamente de um governo eficaz. Além disso, Maquiavel ressalta que todo poder vem do povo, inclusive, em sua opinião, para se manter no regime, o líder deve estar em sintonia com o população. Em paralelo ao que foi abordado, o poder têm vários significados diferentes, alguns acreditam que ter muita força é ter muito poder, ou, ter muita inteligência. Entretanto, ter poder não implica que o indivíduo saberá como usá-lo. Portanto, vide o que foi explanado, podemos dizer que um líder empresarial é um dos melhores exemplos de poder na pratica, porque seu trabalho demanda maestria em comandar pessoas, incentivar e tomar decisões sobre muita pressão. Na frase de Maquiavel "um príncipe sábio pensará em como manter todos os seus cidadãos, e em todas as circunstâncias, dependentes do Estado e dele; e aí eles serão sempre confiáveis”, representa basicamente um administrador e um líder.<br>#outubrorosa<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-08 22:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>     Revolução Francesa</title>
         <author>stepvieirasv</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Stephanie Vieira Leitão</strong><br><strong>Integrante 1: Lorena J. Chioto<br>Integrante 2: Natalia Berger de Almeida Tosta<br>Integrante 3: Ramon Reis Baptista<br>Integrante 4: Stephanie Vieira Leitão</strong><br> <br>   A revolução Francesa, foi iniciada em 1789 (século XVIII) e foi um processo que influenciou todos os países do mundo Ocidental. Conhecer ela é basicamente fundamental já que para entender bem sobre a independência do Brasil e até a política atual precisamos dela.</div><div>  Ela estendeu-se até 1799, onde Napoleão Bonaparte assumiu o poder da França com o Golpe de 18 de Brumário. Esse acontecimento foi influenciado pelos ideais do iluminismo e esse evento inaugura a chamada Idade Contemporânea.</div><div>  Em 1787 diante da crise econômica em que se encontrava a França, o rei Luís XVI convoca o clero e a nobreza na chamada ASSEMBLEIA DOS NOTÁVEIS, para sugerir que eles também pagassem impostos, para tentar conter a crise. Porém, o clero e a nobreza não concordam com a sugestão do rei pois não queriam perder seus privilégios.                        Diante desse empasse o rei decide convocar a ASSEMBLEIA DOS ESTADOS GERAIS, a qual reunia representantes dos três estados para aconselharem o rei, com isso o terceiro estado passou a exigir que o voto fosse por individuo, já que ele possuía o maior número de deputados e contava com o apoio de alguns representantes do baixo clero e alguns nobres, o rei não concorda com o sistema de votação por indivíduo e resolve dissolver a assembleia dos estados gerais.<br>   A população adere a revolução, ao saber que os poderes do rei e as regalias do clero e da nobreza haviam sido questionados e confrontados na assembleia dos estados gerais. A monarquia absolutista que tinha governado a nação durante séculos entrou em colapso em apenas três anos.  As casas reais da Europa ficaram aterrorizadas com a revolução e iniciaram um movimento contrário que, até 1814, tinha restaurado a antiga monarquia, mas muitas reformas importantes tornaram-se permanentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 00:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>o ócio e os pós-socráticos</title>
         <author>aliciaguizzardi26</author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Alicia Guizzardi<br>integrante 01: Thamyres Cotta<br>integrante 02: Lorena Lorenzoni <br>integrante 03: Amanda moschen </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-09 18:03:18 UTC</pubDate>
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         <title>THOMAS HOBBES</title>
         <author>emillysssouza</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Emilly de Jesus Souza</strong><br><strong>Integrante 01:</strong> Rodrigo Passos Rocha Malheiros <br><strong>Integrante 02: </strong>João Miguel Deorce Soares Sodre <br><strong>Integrante 03: </strong>Heithor Andrade Almeida Rocha <br><strong>Integrante 04:</strong> Thayna Bechepeche Guimarães França<br><br>Thomas Hobbes foi um pensador britânico que ficou reconhecido como um dos fundadores da filosofia política e ciência política moderna, graças à sua teoria do contrato social, expressa em sua obra Leviatã. Influenciado por um período marcado por mudanças políticas, principalmente pela formação dos Estados nacionais e conflitos religiosos pós Reforma Protestante, o contratualismo surge para responder a questão: por que e para que existe a autoridade do Estado? Para isso, se faz necessário imaginar a vida humana sem a política, uma condição chamada por Hobbes de estado de natureza. <br>O estado de natureza seria uma situação em que o homem, vivendo sem um governo, faria de tudo pelo benefício próprio para garantir sua sobrevivência. Dessa forma, usaria meios violentos para se apossar daquilo que lhe interessa, pois, para Hobbes, o homem é mau por natureza e está sempre em busca de superioridade e poder. E os principais motivos de guerra entre os homens seriam: o lucro, usando da violência para tomar posse de bens; a segurança , antecipando ataque contra um possível agressor pelo medo de ser atacado primeiro; e a reputação, atacando quem julga mais forte para ganhar uma boa reputação. As pessoas lutariam entre si para conquistar e subjugar umas às outras em uma “guerra de todos contra todos”, frase dita pelo filósofo, assim como “o homem é lobo do homem”, que simboliza a maldade natural contida em cada ser humano.<br>Na tentativa de manter a ordem e conter o egoísmo natural humano, estabelecer-se-ia o contrato social, que consiste na criação de um estado civil. Os indivíduos dessa nova sociedade abririam mão de sua liberdade política para assegurar a sua liberdade individual, pois haveria um único homem, ou assembleia de homens, com todo o poder de governo em mãos e a permissão de fazer o que fosse necessário a fim de manter a ordem, ainda que parecesse imoral. Uma vez estabelecido o contrato, o povo não teria o direito de recorrer à sua liberdade de volta ou rebelar-se contra o governo. Essa ideia absolutista de Hobbes seria necessária para garantir a segurança de todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 14:13:01 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: O fim da idade média o (re)nascimento de uma era</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Vanessa Silva Oliveira </strong><br><strong>Integrante 01:</strong> Vanessa Silva Oliveira <br><strong>Integrante 02:</strong> Gabriel Nespoli Marçal Rodrigues Sardinha<br><strong>Integrante 03:</strong> Mayana Santos Peroba <br><strong>Integrante 04:</strong> Nicholas de Carvalho Oliveira </div><div><br><br>A Filosofia surgiu como forma de responder as questões humanas. E foi na Grécia que ela cresceu, pois a Grécia valorizava o ócio, eles priorizavam a criatividade e desvalorizavam o acúmulo de bens. <br>A mensagem de Jesus começa a crescer no meio de judeus e gregos/ romanos e começa a perder a essência de uma mensagem de amor e começa a se criar o cristianismo onde se discutiam questões políticas e econômicas. O imperador Constantino foi responsável por transformar o cristianismo em uma instituição hierárquica. Esse período foi conhecido como Filosofia Patrística que influenciou a Escolástica que teve o filósofo mais conhecido Tomás de <br>Aquino, considerando o sistema rigoroso quem se colocava contra a igreja era condenado a morte, um exemplo foi a condenação de Galileu Galilei, que afirmou que a terra girava em torno do sol.<br>Acredita-se que o renascimento nasceu na Itália no século XIV e tem como principal característica a valorização do ser humano (humanista) não esperando reconhecimento divino. Ele se permite questionar as tradições religiosas e procura responder as questões humanas no sentido religioso para encontrar razões na religião. Nesse período em Florença nasceu um dos nomes mais conhecidos do renascimento, Nicolau Maquiavel, que em seu livro “O Príncipe” ele expõe seu ponto de vista sobre conseguir poder de forma bruta. Ele mostra a forma do ser humano de conquistar o que almeja a qualquer custo. O Renascimento é marcado pela liberdade filosófica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 15:01:17 UTC</pubDate>
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         <title>John Locke </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Rafaella Ribeiro de Oliveira</strong><br><strong>integrante 01: Natan Gomes Rodrigues<br>integrante 02: Fernando Valim Carnelli<br>integrante 03: Carlos Augusto Brito Gonzaga<br>integrante 04: Juliana Alves</strong><br><br>John Locke foi um filósofo inglês altamente influente na estrutura do pensamento moderno discorrendo sobre temas como filosofia, política e educação. Estudou medicina, filosofia e ciências naturais na universidade de Oxford onde passou a maior parte de sua vida como professor. Em 1683 uma aliança política o obrigou a fugir e se exilar na Holanda, voltando para a Inglaterra somente em 1688 com um pensamento sobre uma filosofia política liberal baseada no direito à vida, a liberdade e ao patrimônio. </div><div>  </div><div>Na obra “Segundo tratado sobre o governo civil” Locke reforçou suas ideias do liberalismo sugerindo a divisão dos três poderes: legislativo, executivo e judiciário. Locke se diferencia de Hobbes quanto ao contrato social pois enquanto para Locke era um pacto de consentimento onde os homens concordavam livremente em formar uma sociedade para preservar os seus direitos originados no estado de natureza (direitos naturais), para Hobbes os homens firmavam entre si um pacto de submissão, onde, para protegerem suas vidas, transferem a terceiros a força coercitiva da comunidade, trocando liberdade por segurança. </div><div> Locke era defensor das liberdades e tolerância religiosa sendo o primeiro a sistematizar o empirismo de maneira mais metodológica e paradigmática. “O Ensaio acerca do entendimento humano” busca a compreensão da origem do conhecimento humano e seus fundamentos pois para o filósofo, o ser humano nasce uma “Tabula rasa" adquirindo conhecimento a partir da experiência, justificando que as ideias são captadas primeiro pelos sentidos. Essa obra exerceu grande influência sobre os pensadores do Iluminismo. </div><div>John afirmava que todos os átomos são únicos em suas essências, mesmo compondo uma massa. Logo, os seres humanos são únicos e há uma distinção entre o homem e indivíduo, sendo o primeiro um corpo vivo, e o indivíduo um ser pensante, que pode conhecer a si mesmo como ser racional em diferentes lugares. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-10 20:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>Brevíssima história da origem da Filosofia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Yasmin Verissimo <br>Integrante 01: Edilaine Souza<br>Integrante 02: Franciely Lopes<br>Integrante 03: Marcelo 🤬<br>Integrante 04: Yasmim Santiago <br>—<br>A filosofia se origina através dos questionamentos da mitologia grega, que se trata de crença politeísta, acreditavam-se que eram responsáveis por tudo que dava sentido ao universo. Tales de Mileto é considerado o primeiro filósofo e sua busca foi pela compreensão racional da ordem da Natureza. Ou seja, Tales buscava compreender os fenômenos da Natureza sem a interferência das explicações míticas ou religiosas, utilizando apenas a razão humana.</div><div> </div><div>    Algumas circunstâncias tornaram possível o desenvolvimento da filosofia na Grécia, como exemplo temos as viagens marítimas e o surgimento da vida urbana. Desde então, os gregos foram capazes  de explicar o surgimento do mundo e os fenômenos naturais e sociais. Além disso, os gregos inventaram a politica, a qual não se baseava em uma vontade de uma autoridade soberana e sim da vontade coletiva.</div><div> </div><div>Os primeiros filósofos eram conhecidos como pré-socráticos (a partir do final do século VII a.c), se dedicaram a investigar a natureza, buscando estabelecer princípios lógicos para a formação do mundo, eles deixaram de aceitar as explicações baseadas em deuses e heróis para investigar a natureza em busca de princípios que explicassem o todo da realidade. A aceitação passiva de verdades não comprováveis foi, assim, abandonada e iniciou-se uma busca por respostas com base na racionalidade.</div><div> </div><div>Esse período é chamado antropológico, que como marco Sócrates “o pai da filosofia”, não por ter sido o primeiro filosofo, mas o que desenvolveu a chamada “atitude filosófica”. Juntamente com Platão que era seu discípulo, construíram as bases da busca pelo conhecimento e até hoje influencia o pensamento de todo o ocidente. Depois de Platão surge Aristóteles seu discípulo, responsável por desenvolver um vasto trabalho filosófico, o imperador Alexandre, o grande, foi seu aluno e ainda foi responsável pela popularização do pensamento grego. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-11 12:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Século XIX: Um século de luta dos trabalhadores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder:</strong> Alana Ramos de Melo<br><strong>Integrantes:</strong><br>- André Lucca Zanuncio Cabral<br>- Luiza Cuman Pastore<br>- Matheus Carvalho<br>- Mathesu Simon Casasco<br><br>A Revolução Francesa (séc. XVIII) e a Revolução Industrial (séc. XVIII - XIX) trouxeram consigo questões que fizeram com que o século XIX ficasse marcado pela aceleração da industrialização e do crescente desenvolvimento do capitalismo pela Europa, fazendo com que ocorresse um êxodo rural e a ascensão da burguesia, e logo, uma reorganização social e produtiva, com a burguesia tomando para si o papel de classe dominante.</div><div>Com essas mudanças uma nova classe social surgiu, os operários, que não eram detentores dos meios produtivos, e assim, entregavam e acessavam o mercado através da única mercadoria que podiam ofertar, a sua força de trabalho. Consequentemente, surgiram as relações sociais entre essas classes.</div><div>Essa grande desigualdade, entre os burgueses e os operários, gerou um desconforto imenso na classe desrespeitada, uma vez que os burgueses representavam sequer 10% da população. Com isso, sentimentos de revolta e ira apoderaram-se dos trabalhadores, dando início a uma série de movimentos, buscando não só o respeito dentro das fábricas, mas também, como acompanhados de ideias comunistas e anarquistas inovadoras para a época, buscavam a igualdade social. Os movimentos socialistas que surgiram no século XIX foram o anarquismo e o comunismo. Segundo as ideias anarquistas, influenciadas por Proudhon e Bakunin, os operários somente iriam melhorar as condições de vida se qualquer forma de exploração fosse extinguida, sendo assim, o fim do Estado e do capitalismo, uma sociedade organizada sem autoridade. Já para os comunistas, como Marx e Engels, as melhorias viriam assim que os operários assumissem o controle do Estado, acabando com a exploração capitalista atual, que apenas governava pensando no benefício da burguesia. Longe de ser a filosofia isolada de uma seita, o marxismo se envolve com os problemas centrais da filosofia, economia política e sociologia, e fornece avanços teóricos e práticos sobre o pensamento tradicional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 00:10:23 UTC</pubDate>
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         <title>O fim da Idade Média e o (re)nascimento de uma nova era.</title>
         <author>hometotherock</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lider</strong> | Jorge Lucas Martins de Castro<br><strong>Integrante 01</strong> | João Vitor Zanelato Gonçalves  <br><strong>Integrante 02</strong> | Everton Braga dos Reis<br><strong>Integrante 03</strong> | Antônio Edilauson Pereira<br><strong>Integrante 04</strong> | Daniel Carminati Sabadini<br><br></div><ul><li>O Renascimento foi um movimento artístico, cultural e científico que surgiu na Itália, O renascimento surgiu em uma época de importantes transformações no modo de enxergar o mundo. O movimento representou uma das principais mudanças de mentalidade na história da humanidade, caracterizando-se pelas transformações de ideias em relação aos pensamentos expressos na Idade Média. Antropocentrismo, racionalismo, valorização da antiguidade clássica, cientificismo, individualismo. Essas são algumas características do renascimento.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 00:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA: Racionalismo e Empirismo</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder do Grupo</strong>: Mariana Piumbini <strong>Integrante 01</strong>: Alice Almeida Sabino <br><strong>Integrante 02</strong>: Carla de Sá Anacleto <strong>Integrante 03</strong>: Igor Silva Alves <strong>Integrante 04</strong>: Mariana Schincaglia Macedo Piumbini <br><strong>Integrante 05</strong>: Tiago Campana Barbosa <br><br>Antes de tudo, é importante ressaltar o fato de que as duas escolas de pensamento que serão abordadas no decorrer deste texto possuem a mesma finalidade: explicar a forma pelo qual o ser humano adquire o conhecimento. É irônico, pois elas abordam o mesmo tema, mas utilizando de formas quase que opostas. Podemos conceituar o racionalismo em si como a razão operando por ela mesma sendo fonte absoluta de obtenção do conhecimento, rejeitando o auxílio da experiência dos sentidos e até mesmo controlando-a. Representando esta linha teórica temos os filósofos Descartes, Spinoza e Leibniz, sendo René Descartes considerado o primeiro grande racionalista. É no contexto renascentista que esta escola de pensamento ganha força na Europa, e invenções deste período, como por exemplo, a própria imprensa, fizeram com que os renascentistas operassem uma revolução cultural na época. Com a ciência se tornando cada vez mais específica e trazendo tanto mais descobertas quanto questionamentos durante a passagem do Renascimento para a Modernidade, fazendo com que as discussões filosóficas centrassem mais na indagação quanto às possibilidades de obtenção do conhecimento. Daí nasce a epistemologia, tendo como principais divisões – naquele período – o racionalismo e o empirismo. O empirismo possui como máxima a valorização da experiência sensível, considerando esta como fonte do verdadeiro conhecimento, sendo a via dos sentidos responsável pela construção da realidade, afirmando que até mesmo conceitos abstratos e universais advinham de fatos concretos construídos empiricamente. John Locke, David Hume e George Berkeley são considerados os principais pensadores do empirismo. Tendo como base o que foi dito no início, podemos afirmar que, por mais que existam diferenças explícitas entre as duas vertentes, estas dessemelhanças não impedem que haja a reflexão filosófica, sendo esta o elemento comum que coloca o entendimento humano como objeto da investigação filosófica. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 15:44:28 UTC</pubDate>
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         <title>O Poder na Prática</title>
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         <description><![CDATA[<div>Integrantes:<br><strong>Integrante 01</strong> | isaque de oliveira vieira <br><strong>Integrante 02</strong> | Maria Estefania Lopes<br><strong>Integrante 03</strong> | Marcos Daniel Lacerda Guimarães Mozer<br><strong>Integrante 04</strong> | Lucimar de Souza Barbosa<br><strong>Integrante 05</strong> | Flávia Silva Nascimento Sampaio<br><br>*Como não houve comunicação no fórum, eu (Flávia) vou  colocar aqui meu texto e imagem como foi solicitado, caso alguém queira acrescentar algo fiquem a vontade)<br><br></div><div><strong>Tema : O poder na Prática</strong></div><div>Diante das leituras e vídeos analisados, é visto que a política afeta diretamente as relações sociais mesmo não me envolvendo diretamente pelo poder.<br><br></div><div>Com exemplo de Maquiavel que analisa a política  como a matemática, física, astronomia através de deduções lógicas seguida por interesse, conflitos e uma metodologia para ler a realidade de uma grande disputa pelo poder, onde se encontra pessoas lutando por seus próprios interesses.<br><br></div><div>Por outro lado, outras perspectivas definem política como ações ou atividades que são realizadas dentro da esfera de ação do Estado, isto é, do conjunto de instituições ordenadoras de um governo.<br><br></div><div>Trazendo para nossa realidade também baseado no material de estudos, uma relação de poder se forma no momento em que alguém deseja algo que depende da vontade do outro, então não se deve conceber que a fonte do poder político é unicamente do Estado, pois existem relações de poder em qualquer relação de interesses entre dois ou mais sujeitos.<br><br></div><div>Essa exclusividade que seria do Estado, todavia, deve ser resultado de um processo que deve ocorrer em toda a sociedade organizada, em que todo o poder de coação individual seja relegado ao Estado. Dessa forma, a disputa política ocorre pelo controle desse poder agregado na figura da instituição, que, por ter sido legitimada pela população que aceita viver sob suas determinações, passa a ser a fonte de todo poder de ação legítima.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 17:24:31 UTC</pubDate>
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         <title>O poder na prática</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Imagem relacionada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 17:57:35 UTC</pubDate>
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         <title>Cristianismo: A transformação do Amor simples em doutrina teológica</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Affonso Dias da Silva Souza<br>Integrante 02: Matheus Nolasco Valladares<br>Integrante 03: Matheus Edson de Souza<br>Integrante 04: Gustavo Fernandes Zucoloto<br>Integrante 05: Lucas dos Santos Araújo<br></strong><br>Diante do tema, entende-se que, do princípio ao fim, os ensinamentos de Jesus 🤬, sua doutrina simples do evangelho e do amor, foi discussão e base da doutrina teológica. O que era simplesmente uma demonstração do grande amor de Deus, tornou-se em discussões filosóficas teológicas, baseada em teorias intermináveis. O amor simples de 🤬 se propagou por meio dos apóstolos, escolhidos por 🤬, depois da sua morte e ressurreição. É perceptível que tal doutrina ganhou adeptos à estes ensinamentos, dentre eles o apóstolo Paulo. Como o evento ocorreu dentro do poderio do Império Romano, a princípio, acreditava-se que havia influência da racionalidade grega nesta doutrina, porém o apóstolo Paulo desmente tal afirmação em que nega qualquer influência da racionalidade grega na construção de sua fé em Jesus, como referência em 1 Coríntios 1:22-23: “Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; Mas nós pregamos a 🤬 crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.”.Tempos depois, houve uma fusão da racionalidade grega e a fé cristã, assim denominada Filosofia Patrística, a qual foi elaborada por líderes cristãos, os Pais da Igreja, a qual o grande tema que eles transmitem por meio da Filosofia Patrística, é o da possibilidade de conciliar a razão com a fé. Dentre os teólogos desta escola, estava Santo Agostinho, em que acreditava na fusão entre a fé e razão para encontrar a verdade. Há também outra filosofia, esta chamada de Filosofia Eclesiástica, em que possui provas da existência de Deus e da alma, ou seja, que há uma demonstrações racionais da existência do infinito Criador e do espírito humano imortal. Desta escola, atuava o filósofo Tomás de Aquino, conhecido atualmente por contribuir pela profundidade do raciocínio para a filosofia religiosa. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 18:04:07 UTC</pubDate>
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         <title>REVOLUÇÃO FRANCESA - </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Lider</strong> | Natalia Waleri Feitosa Cople<br><strong>Integrante 01</strong> |Miquéias Castro dos Santos <br><strong>Integrante 0</strong>2| Victoria de Souza <br><strong>Integrante 03</strong> |Natalia Waleri Feitosa Cople<br><strong>Integrante 04</strong> | Denise Gomes da Silva<br><strong>Integrante 05</strong> | André Bosi<br><strong>Integrante 06</strong>| André Dos Santos Oliveira<br>___<br><br>Na época, a França era um país muito rural e enfrentava uma desigualdade social onde eram divididos em: primeiro, segundo e terceiro estado. A França era um pais absolutista onde o poder absoluto da França era do rei. Não estava sabendo usar desse poder isso fez com o que o povo se revoltasse trazendo a França uma revolução. Para tentar amenizar os ânimos o rei 🤬 o início de várias assembleias. Nesse momento, acontece o ápice da revolução, o povo que já está extremamente revoltado destroem o maior símbolo de poder da monarquia, a bastilha! Com a demora do retorno do rei os deputados se separaram e se alto proclamaram na assembleia nacional sujeitando a monarquia francesa uma constituição, que foi chamada de Assembleia Constituinte, que foi criando forma com o decorrer do tempo e apresentando os direitos do homem e do cidadão. Luiz XVI foi decapitado na guilhotina acusado de se voltar contra seu próprio país. Após este fato foi dado início a revolução Jacobina que era um grupo de burgueses mais próximas do povo. A instabilidade política e o medo da contrarrevolução levou os jacobinos a radicalização e resultou no chamado período do terror, levando milhares de seguidores políticos a guilhotina. O fim da revolução francesa chegou em 1799 com o Golpe 18 de Brumário que foi articulado pela burguesia francesa para destituir o Diretório que governava a França. Consolidado pela alta burguesia, o escolhido para sua concretização foi o General Napoleão Bonaparte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-12 20:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>A Busca Filosófica pelo Entendimento da Realidade</title>
         <author>crislannybomsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder:  </strong>Crislanny Bom<strong><br>Integrante 1:</strong> Ana Catarina Guerra<br><strong>Integrante 2: </strong>Maria Vitoria Guerra<strong><br>Integrante 3: </strong>Wivian Grillo<strong><br>Integrante 4: </strong>Yasmin Lordello<br>___<br><br>A percepção da realidade é um debate secular que atravessou diversas filosofias e as mais importantes análises racionais e, ao tentar descrevê-la não se deve deixar de lado a subjetividade uma vez que o pessoal é uma peça-chave para o entendimento da mesma. Assim, a filosofia é uma forma de observar a realidade que procura pensar os acontecimentos além da sua aparência imediata e durante séculos vêm discutindo os modos como pensamos o mundo exterior.</div><div>Partindo do princípio de que nada possui um significado prévio ou uma definição, sendo dependente do sentido que se deseja atribuir, a realidade surge no meio de uma ciência, insatisfeita com respostas montadas e com uma única (in)verdade: a do outro. Posto isso, Platão exemplifica em uma de suas principais obras “O Mito da Caverna” a diferença entre as realidades. Os prisioneiros dentro de uma caverna tinham como verdade e conhecimento de mundo os ecos externos e sombras que a luz de uma fogueira refletia nas paredes. Um dos prisioneiros que se libertou conheceu como realmente o mundo exterior era, entretanto, ao retornar à caverna e descrever o que havia visto para seus companheiros, foi tachado como louco e caso insistisse nesse pensamento, isso o mataria.</div><div>Essa obra serviu como base para muitos outros pensadores e explica até hoje os diferentes pontos de vista na complexidade humana. Mesmo que o entendimento do mundo venha da informação captada pelos nossos sentidos, podemos confiar nos sentidos para conhecer a verdade , mostrando que cada um possui a sua mas lembrando sempre que é necessário abrir os olhos até para o que não se quer ver para que assim seja possível construir a verdade absoluta, o conhecimento e entendimento individual sobre as coisas, não se baseando no que os outros querem que seja unicamente incrível.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 00:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Cristianismo: a transformação do amor simples em doutrina Teológica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder do grupo: Marina Rezende de Almeida<br>Integrante 01: João Vitor Silva Canedo.<br>Integrante 02:  Isabella Pientznauer Netto Gervasio<br>Integrante 03: Marina de Souza Carneiro<br>Integrante 04: Marina Franscischetto Ragi Eis<br>Integrante 05: Marina Rezende de Almeida<br><br>Cristianismo, como o nome sugere, vem do nome C risto. Ele seria o filho de Deus que veio ao mundo em forma material e mortal, conhecido como Jesus. Jesus foi um homem que passou a sua vida pregando amor, solidariedade, arrependimento e perdão. Entretanto, os cristãos, ou seguidores de C risto, foram perseguidos durante o Império Romano. Esse cenário muda quando o imperador Teodósio I torna o Cristianismo religião oficial, e logo depois Constantino I firma sua posição como cristão. É interessante notar que enquanto o Império Romano caia, o Cristianismo ascendia. A queda desse Império marca o fim da Idade Antiga e inaugura a Idade Média, onde a Igreja Católica se legitima como a Instituição mais poderosa da Europa. Podemos destacar o Império Carolíngio, que teve participação essencial para isso. Eles eram expansionistas, e Pepino ‘’O Breve’’ destituiu os Merovíngios, garantindo um amplo território para os francos, e doando parte do território para a Igreja Católica, que começou a constituir sua riqueza e território. Além disso, a Igreja conseguiu entrar no imaginário do povo, controlando sua mentalidade. Os valores, objetos e mitos pagãos foram ressignificados, dando espaço para a doutrina cristã. Porém, com o poder e influência, ela passa a constituir um terreno político, influenciando todos os componentes daquela sociedade e garantindo que plebeus e nobres a obedecessem e servissem. Assim, a Igreja se torna extremamente rica e influente. A nova ideia é que Deus é o centro do mundo, e os homens devem viver em harmonia com Ele e com a Igreja. A própria Filosofia passar a estar em terrenos cristãos, com nomes famosos como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino. Ser cristão não era apenas acreditar em Deus ou Jesus, mas seguir um movo de vida pré-estabelecido pela doutrina cristã, a grande detentora da moral.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 00:30:12 UTC</pubDate>
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         <title>Thomas Hobbes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Caio César Oliveira Lessa</strong><br><strong>Integrante 01:</strong> Edward Muhs Filho<br><strong>Integrante 02: </strong>Gabriel Ribeiro<br><strong>Integrante 03: </strong>Celeste Clarisse Emmely Lacle<br><strong>Integrante 04:</strong> Felipe Alvarenga dos Santos<br><br>Thomas Hobbes (1588-1679) foi filósofo, matemático inglês e teórico político. Sua obra mais evidente é "Leviatã", cuja ideia central era a defesa do absolutismo e sua elaboração da tese do contrato social. Hobbes era defensor da monarquia. Por isso, viajou à Paris na eminência da guerra civil inglesa. Lá, tornou-se professor de matemática do futuro rei inglês Carlos II. Volta à Inglaterra depois da guerra e publicou o seu livro mais famoso, "Leviatã", em 1651. Mas as ideias de Hobbes não foram bem aceitas na época, principalmente por ser considerado ateu. Seus livros foram queimados em Oxford e suas ideias ateístas foram mal vistas pela Royal Society. Hobbes defendia que a igreja cristã deveria ser administrada pelo monarca, que também poderia fazer a livre interpretação da bíblia, embora não concordasse com os preceitos da reforma protestante nesse sentido.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 00:54:56 UTC</pubDate>
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         <title>Tema: Renascimento: humanismo renascentista e as concepções de homem</title>
         <author>gs29092001</author>
         <link>https://padlet.com/CileneMunizBraga/4i9ayp9zba04tg2h/wish/823547485</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Líder do grupo: Gabriel Leite dos Santos<br></strong>Integrante 01: Iago Gaiba<br>Integrante 02: Lucas Dias<br>Integrante 03: Victor Mascarenhas<br>Integrante 04: Pablo Martins<br>---------------------------------------------------------<br>O humanismo foi um movimento de glorificação do homem e da natureza humana. <br>O humanismo renascentista representa um movimento intelectual e filosófico que se desenvolveu durante o período do Renascimento (séculos XV e XVI). O antropocentrismo (onde o homem e suas capacidades passaram a ser valorizadas, tendo a principal capacidade sendo a racionalidade) foi o principal conceito em que o pensamento filosófico esteve apoiado na época.<br><br></div><div>Nesse período vemos que essa situação seria a grande marca de uma mudança profunda, onde o pensamento teocêntrico em que Deus é o centro de tudo perde espaço para o antropocentrismo, onde o homem se transforma no grande tema artístico, filosófico e cientifico dessa época. Sem dúvida, por meio de tal esquematização, podemos chegar à errônea conclusão de que a religiosidade teria sido danificada por um novo tipo de concepção.<br><br></div><div>Olhando de um ponto de vista cultural e artístico, é perceptível que houve uma mudança na maneira de se produzir arte. O foco no ser humano é notável como no famoso exemplo do Homem Vitruviano de da Vinci. A fidelidade nas obras quando se trata da anatomia humana é a principal regra quando se retrata a figura central nesse período. Em quadros de antes do renascentismo, não havia muito a noção e nem necessidade de profundidade nas obras, porém com o movimento, artistas começaram a utilizar da perspectiva e das sombras para valorizar a realidade do homem e do ambiente.</div><div><br></div><div>O Renascimento e o Humanismo andam juntos. Se por um lado o humanismo surgiu nesse período histórico, onde a preocupação essencial volta-se para o homem, por outro, o renascimento era o palco cultural de reabertura artística aos antepassados gregos e latinos (romanos) que desencadearam e fortaleceram o pensamento filosófico no período. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 03:39:07 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo em PDF</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>arquivo em pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 10:14:04 UTC</pubDate>
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         <title>Brevíssima história da origem da Filosofia. </title>
         <author>tamilytranhago</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder e Integrante 01: </strong>Tamily Rosa Tranhago - 202088981<br><strong>Integrante 02:</strong> Reynner Francis Henriques Pinheiro - 202091129<br><strong>Integrante 03:</strong> Ruan Renner Netto Neves Barbosa -202088481<br><strong>Integrante 04:</strong> Williane Vianna Freitas - 202093516<br><strong>Integrante 05:</strong> Tatiana Da Cruz Dias - 202093235 <br><br><strong>Resenha:<br></strong>Para muitos a Filosofia nasceu na Grécia, porem o surgimento veio da Grécia de 7 a 5 a.C, o qual a Grécia daquela época não tem nada a ver com a que a gente conhece hoje em dia. Assim como nosso calendário é dividido entre antes e depois do nascimento do messias cristão, o calendário filosófico também é dividido entre pré e pós-Socrates. Tales de Mileto é reconhecido como o primeiro filósofo, apesar disso, foi outro filósofo, Pitágoras, que cunhou o termo "filosofia", uma junção das palavras "philos" (amor) e "sophia" (conhecimento), que significa "amor ao conhecimento". <br><br></div><div>No Período Antropológico temos como marco o filósofo Sócrates que era contra os sofistas justamente porque os sofistas ensinavam a arte do convencimento, a arte da retórica, a boa oratória sem se preocupar se nesse convencimento as pessoas utilizavam-se mentiras ou de verdades. Sócrates dizia que os sofistas não eram verdadeiros filósofos, pois eles não tinham nenhum comprometimento com a verdade. Para Sócrates "antes de querer conhecer a natureza ou persuadir os outros cada um deveria conhecer-se a si mesmo".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 13:14:48 UTC</pubDate>
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         <title>Jean-Jaques Rousseau</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder: Helder Rangel Scardua<br>Integrante 02: Geraldo P. Netto<br>Integrante 03: Guilherme Rebelo<br>Integrante 04: João Pedro Baldan<br><br></strong>Um dos filósofos mais radicais que participaram do movimento intelectual do século XVIII, chamado iluminismo, o suíço Jean-Jaques Rousseau é considerado “pai” da Revolução Francesa por ter defendido um modelo político alternativo em suas obras, opondo-se ao absolutismo monárquico que imperava a época.<br><br></div><div>No aspecto social o pensamento de Rousseau era de que o homem é bom por natureza, e que a influência da sociedade é que o corrompe, se opondo ao filósofo do século XVI Thomas Hobbes que afirmava que o homem em seu estado natural viveria em guerra permanentemente. <br><br></div><div>Rousseau fazia duras críticas a origem da propriedade privada e que a partir disso que se originaram as desigualdades sociais, tão combatidas por ele. Para ele para ser considerado dono de uma propriedade, toda a sociedade deveria consentir sobre isso.<br><br></div><div>Rousseau propôs um novo contrato social, no qual vigorava a vontade geral da sociedade, a sociedade é tratada como um só corpo, onde as pessoas trabalhariam em prol da comunidade e que a partir disso surgiria um soberano, sendo esse soberano os interesses comuns da sociedade. Nesta organização de sociedade ele ainda defendia o cidadão, membro da coletividade e vivendo em comunidade deve participar democraticamente das decisões políticas.<br><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 13:24:10 UTC</pubDate>
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         <title>A filosofia política na Europa e suas consequências na América</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Líder</strong>: Maria Clara Muniz<br><strong>Integrante 01</strong>: João Pedro Vigneron Mello Chaia<br><strong>Integrante 02</strong>: Brenda Hülle Lübe de Amorim Coelho<br><strong>Integrante 03</strong>: Jessyca Guerra Simões<br><strong>Integrante 04</strong>: Felipe Augusto Jesus de Oliveira da Silva<br><br>O surgimento do movimento filosófico do iluminismo marcou fortemente o declínio do modelo político estabelecido, o da Monarquia absolutista. O Iluminismo pôs em xeque as verdades antes reconhecidas como auto evidentes, leia-se: o rei como figura legítima para governar pois proveniente da figura de Deus, A centralização do poder político, a servidão campesina e falta de direitos humanos básicos.<br><br></div><div>Por conseguinte, tais ideais ressoaram por todo o mundo ocidental, de maneira a incentivar movimentos com interesse precípuo de romper com os modelos antigos em suas próprias localidades. Um dos pontos culminantes que evidenciam essa influência das teorias iluministas que se dispersaram da Europa até à América, por exemplo, é a Revolução dos Estados Unidos da América.</div><div><br>A independência americana influenciou outras colônias das Américas a se revolucionarem contra suas respectivas monarquias. A filosofia europeia teve a funcionalidade de apontar as falhas do absolutismo através de pensamentos liberais que seriam capazes de formar novos Estados a partir de movimentos revolucionários.</div><div><br>Uma das principais ideias que foram cruciais para uma alteração no cenário social da época, tanto na América quanto na Europa, foi o estabelecimento da necessidade de se aceitar a existência de direitos naturais, entre eles a liberdade, propriedade e direito ao voto. Isto, por si só, foi capaz de levar uma grande porção da população a comprar e vender terras, serem detentores de terrenos e também se organizar politicamente para formar um parlamento, por exemplo.<br><br></div><div>Por fim, surgiu a dúvida a respeito de qual sistema político utilizar, então, já que não havia espaço para a Monarquia. Deste modo, os pensadores da época, entre eles, Montesquieu, desenvolveu a teoria da divisão de poderes de uma forma muito similar com a que concebe-se hoje no Brasil e em outros países ocidentais; a divisão entre judiciário, legislativo e executivo.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 17:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>KARL POPPER E A TEORIA DOS MUNDOS DE PLATÃO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder: Sabrina Paula Sabino Feu<br>Integrante 02:: Gabriel Caetano<br>Integrante 03:Juliana das Neves<br>Integrante 04:Maria Helena Costa Signorelli, <br>Integrante 05:Renza Luiza do Nacimento <br><br>Seria possível separarmos estes dois grandes pensadores ocidentais e atribuirmos Mentes-Mundos possíveis contemporâneos?<br><br></div><div> A provocação tem o fim de lançarmos um olhar plural, pluralista – Popper, aberto e heterogêneo sobre seus mundos: Platão e Popper. Ora, se temos em Platão o dualismo do homem com suas razões, em Popper percebemos um posicionamento filosófico da mente: objetivo, que serve para ser mudado.<br><br></div><div>Karl Raimund Popper, nasceu em Viena em 1902. Austríaco, com origem judaica, naturalizou-se britânico. Doutorou-se em Filosofia em 1928. <br><br></div><div>Em sua teoria, Popper defende que a realidade é composta de três mundos:  O mundo um é composto pelos entes físicos como pedras, paus e tudo mais. O mundo dois seria composto pelo conteúdo interno das mentes humanas e o mundo três pelos produtos intelectuais e culturais produzidos pelos seres humanos. Estes após sua produção se tornariam autônomos e tomariam vida própria. Eles, aliás, continuariam a existir se a humanidade fosse extinta.<br><br></div><div>Popper critica aqueles que limitam ou condicionam o conhecimento a observação. Ele critica a posição chamada por ele de "balde mental". Para ele, esta posição é assumida e defendida por muitos. Para seus defensores, a mente poderia ser entendida como um balde vazio que vai sendo preenchido pelos sentidos. Audição, visão, tato e olfato seriam "portas" ou passagens de entrada para o balde e por elas o balde vai se enchendo.<br><br></div><div><br>A tese de um mundo 3 tem semelhanças com o mundo das ideias de Platão. No entanto, ao contrário das ideias imutáveis de Platão, o mundo 3de Popper é formado de conceitos, argumentos e teorias, que estão constantemente sendo modificados e ampliados pela ação humana.  Esse é um dos pontos principais da Filosofia da Mente de KarlPopper:  a sua ideia de “Mundos”, como sendo os responsáveis pela construção do conhecimento humano. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 19:39:17 UTC</pubDate>
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         <title>O ócio e os pós-socráticos</title>
         <author>ketlynvicente5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante 01: Kétlyn Vicente <br>Integrante 02: Mateus Garcia <br>Integrante 03: Ana Paula Castro <br>Integrante: Mariana Alves<br><br>Na Grécia antiga para que a filosofia aparecesse eram exigentes naturais. Neste caso a valorização do ócio. Em controvérsia a maioria das sociedades que valorizavam a quantidade de bens, o cidadão grego se reunia para dialogar e discutir vários assuntos nas praças, no fórum, nos ginásios esportivos, dentre outros. Atualmente é julgado como lazer, vadiagem, inutilidade, diversão e também responsável por distanciar o homem de seus trabalhos produtivos e de suas religiosidades, trazendo um sentimento de falta com a sociedade como se fosse um erro contra as produtividades de hoje. Na ideia dos gregos, era de extrema importância que para desenvolver o cidadão que eles buscavam, fosse praticado o ócio. <br>Pós Sócrates, qualificado como escolas filosóficas, o que foi fundamental para a Filosofia não se perdesse em discursos lógicos bem construídos, e sem a busca da verdade sobre as coisas e sobre a realidade. <br>Tivemos o Estoicismo, que foi uma escola de Filosofia do período helenístico, apresentavam sua filosofia como um modo de vida conectado às leis da Natureza. O Epicurismo, que acredita na busca de prazeres moderados, com o objetivo de atingir um estado de equilíbrio e tranquilidade, libertando-se do medo e do sofrimento. <br>O Ceticismo, que é um método de análise da realidade, oferece perguntas ou dúvidas a sistemas de pensamento que acredita já ter descoberto a verdade. Logo depois vem a doutrina teológica, o Cristianismo. Que ficou conhecido como “Filosofia Patrística”. Foi elaborada por líderes cristãos, que receberam informações como padres e posteriormente, como os Pais da Igreja, conhecida como a primeira fase da filosofia medieval, tendo como objetivo expandir o cristianismo na Europa.  <br>Trazendo a Filosofia Escolástica, que cumpre a Filosofia Patrística como material de reflexão, onde nenhuma ideia poderia ser difundida sem a aprovação da Igreja, correndo o risco da condenação à morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA: John Locke</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>LÍDER DO GRUPO: Nicolas Pereira Pinto Stein</strong><br>Integrante 01: Andressa Vargas de Andrade<br>Integrante 02: Davi de Oliveira Valério<br>Integrante 03: Isabela Souza Santos<br>Integrante 04: Matheus Souza Riboredo <br><br>John Locke nasceu em Wrington, na Inglaterra, em 29 de agosto de 1632 e morreu em Oates em 28 de outubro de 1704. Foi um filósofo inglês que teve grande reconhecimento e importância na construção do pensamento moderno, opinando com autoridade em áreas como a filosofia e política. Estudou medicina, filosofia e ciências naturais na universidade de Oxford onde passou a maior parte de sua vida como professor. Isso aconteceu durante uma época de muitas mudanças. No ano de 1683, foi feita uma aliança política comandada pelo rei carlos II, a qual era formada por pensamentos autoritários, mas que Locke era totalmente contra, sendo obrigado a fugir e se exilar na Holanda, voltando para a Inglaterra somente em 1688 quando o governo não estava mais sob o domínio de Carlos II. Uma das principais ideias de John Locke era de que os homens desfrutariam dos chamados direitos naturais, que são: vida, liberdade, igualdade e propriedade privada. Para conhecer mais afundo quem foi John Locke e entender suas principais ideias, é preciso também citar que, para o autor, o governo não surge apenas para limitar certas “liberdades individuais”, mas também para preservá-las. Sendo assim, o governo que não respeitar esses direitos, poderão ser derrubados pela sociedade, já que, de forma teórica, o poder política representa o consentimento de uma maioria.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 23:56:02 UTC</pubDate>
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         <title>O poder na prática</title>
         <author>mariaestefania16</author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder:maria Estefania Lopes<br>Integrante 1: Lucimar de Souza Barbosa<br>Integrante 2: Allef Belo Viana Savignon<br>Integrante 3: Marcos Daniel Lacerda Guimarães Mozer<br><br>Poder Na pratica<br> “Poder”. É disso que retrata a política, disputa de poder. Marcam alguns eventos na história, todas as guerras registradas são disputas que gostamos tanto,  matamos pessoas por causa do poder.<br>Na cultura humana, nada é natural tudo é uma construção social. A revolução Francesa pensamento do século XVIII, no iluminismo, pensadores da humanidade, escritores, vai além do universo Francês.<br>Percebemos que as pessoas têm interesses diferentes e lutam pra alcançar os seus objetivos isto as colocam em conflitos, buscando apoio em pessoas que tenham interesses semelhantes, trocando favores prometendo benefícios.<br>O Clássico da filosofia política Maquiavel, na sua análise cria as ações que o aspirante do poder devia tomar manifesta um realismo enorme, para as manifestações mais sombrias dentro de si e dos outros. Revela também um campo da relação humana o campo da política e as regras morais, que inspiram nesse campo da vida são diferentes daquelas regras que seguem a vida privada dos indivíduos. Artes da política, governante bem sucedido, devem estar além da moral.<br>Política, poder relação entre os homens, a conquista do poder e a sua conservação exercício e dominação. <br>Thomas Hobbes filósofo XVI e XVII acreditava que os homens podiam viver sem poder, sem organização e que essa organização só se tornou possível depois de um pacto firmado (contrato) restabelecendo as regras de convivência social de subordinação política. Este pacto não precisa ser assinado basta que nasça  no seio da comunidade. <br>A natureza humana não muda mesmo, o que se muda é o contexto ou a época, segundo Hobbes a natureza humana se expressa. Considerando que a maior parte da humanidade está escrava de uma minoria privilegiada, e que este fato torna qualquer governo ilegítimo, Rousseau propõe o contrato social como meio de legitimar esta relação injusta imposta pelos dominadores e dominados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 01:10:06 UTC</pubDate>
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         <title>Século XIX: Um século de luta dos trabalhadores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Líder: Victor Hugo Mendes de Oliveira – 201877650<br>Integrante 01: Gabriela Ribeiro Oliveira – 201774228<br>Integrante 02: Karoliny Barreto Ferreira - 201773557<br><br></div><div>A Revolução Industrial, que se iniciou na Inglaterra no início do Século XIX, gerou no âmbito social uma série de revoltas, pois o novo modo de economia acabou alastrando uma série de precariedades no meio de trabalho. Um exemplo é a lotação de trabalhadores em um mesmo ambiente, e a longa jornada de trabalho.<br><br></div><div>A classe trabalhadora, no caso, os proletariados, começou a reivindicar melhorias. A primeira tentativa deu-se pelo curto movimento conhecido como ludismo; que ocasionou na inserção de trabalhadores em uma luta pela destruição das máquinas - já que as mesmas ocasionaram uma série de desempregos.<br><br></div><div>Segue-se após a tentativa falha do ludismo, o cartismo. O povo dirigiu cartas aos parlamentos fazendo uma série de reivindicações, não só do ponto de vista econômico, pois o povo começa a tomar posições referentes ao poder político, para que tivessem políticas que respaldassem os interesses dos trabalhadores.<br><br></div><div>O cartismo deu origem ao sindicalismo, que veio com uma proposta de unir todos os interesses dos trabalhadores para que sejam tratados diretamente com seus patrões. Tal movimento se alastrou até meados do século XX.<br><br></div><div>Essa luta originou também ideologias que buscavam reformular o capitalismo ou que implementavam o socialismo econômico. Um pensador e teórico muito conhecido é Karl Marx, que reponde a reforma do capitalismo como uma tentativa falha e utópica e que seria melhor a queda do mesmo; trazendo a tomada do poder pela classe operária. Pois assim esse "sonho socialista" iria de fato garantir os direitos civis e políticos para o social como um todo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 01:11:46 UTC</pubDate>
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         <title>O fim da Idade Média e o (re)nascimento de uma nova era</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrante 01: Thiago Machado Baelles Pimentel <br>Integrante 02: Brunara Ferreira De Assis <br>Integrante 03: Lucas Santana Pereira <br>Integrante 04: Matheus <br>Rodrigues Vieira<br><br></div><div>A idade média era um período conturbado, então os donos dos feudos faziam de tudo para se proteger, onde se deu origem a suserania e vassalagem, que se baseava em uma troca de favores. Os servos estavam de certa forma presos ao feudo, tanto por um questão financeira, além disso, caso saíssem do feudo estariam expostos e desprotegidos.<br><br></div><div>A sociedade da época era estamental, conforme as pessoas passavam a vida inteira na posição social em qualam nascer, tanto servos quanto nobres. Além disso, pois as classes não se misturavam<br><br></div><div>Nesse período a religião possuía enormes poderes, além dos poder de conduzir as pessoas a igreja se vinculou com a política, dessa forma mesmo após o império romano, a igreja católica conseguiu se manter<br><br></div><div>A crise da Idade Média resumida em três palavras: fome, guerra e peste. Mesmo diante de tudo isso, os servos ainda eram exigidos de forma muito rigorosa, o que acabou gerando revoltas, diante do cenário a nobreza começou a se unir e centralizar seu poder, esse poder sendo controlado pelo rei, controle controle.<br><br></div><div>Diante desse contexto, a razão humana começa a ganhar maior foco e então ser mais explorado pela ciência e pelas artes, o Racionalismo. Muitas áreas desenvolver a ser pensadas de forma diferente, como a natureza, assim, a relação do homem e o seu meio começou a ser mais aprofundada e questionada, consequentemente diversos estudos e pesquisas foram realizadas para compreender como era como dinâmicas nos ecossistemas. <br><br></div><div>Nesse mesmo período a arte incorporada muito, grandes artistas e escritores estiveram em ascensão, como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Botticelli, Camões e Dante. O movimento artístico possuía apoio de nobres mercadores, como por meio da prática conhecida como mecenato, dessa forma, a arte foi potencializada. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 02:38:09 UTC</pubDate>
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