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      <title>Meu padlet excelente by MARIA EDUARDA FERNANDES CLAUDIANO</title>
      <link>https://padlet.com/mariafclaudiano/4hvzsra5d04o64m5</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-02 20:13:06 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-03 01:24:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>ODS: Saúde e Bem-Estar, Igualdade de gênero.</title>
         <author>mariafclaudiano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Curso: Medicina Veterinária</p><p>Nomes: Kamilla Rezende Aguiar, Luana Neves, Maria Eduarda Fernandes Claudiano, Maria Elisa de Moura Carneiro, Yasmin Martins Pereira</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 20:27:29 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde e Bem-Estar</title>
         <author>mariafclaudiano</author>
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         <description><![CDATA[<p>Caso 1: Agentes Comunitários de Saúde e Estratégia de Atenção Primária no Brasil</p><p>Descrição / Intervenção:</p><p>	•	O Brasil, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), utiliza agentes comunitários de saúde (ACS ou CHWs) integrados às equipes de atenção primária para atuar junto às comunidades.  ￼</p><p>	•	Essas equipes fazem visitas domiciliares, acompanhamento de doenças crônicas (como hipertensão e diabetes), saúde da mulher, saúde infantil, orientações preventivas, etc.  ￼</p><p>Resultados / Evidências:</p><p>	•	Estudo com ~29.778 equipes da saúde da família em 2014 encontrou que níveis elevados de atividade dos agentes comunitários de saúde associavam-se fortemente a melhores práticas de atenção primária para mulheres, crianças, hipertensão e diabetes.  ￼</p><p>	•	Outra pesquisa qualitativa sobre uma intervenção de estilo de vida (atividade física, alimentação saudável, bem-estar emocional) com pessoas com 50 anos ou mais, mostrou que os agentes comunitários fortaleceram vínculos, ganharam confiança na comunidade e ajudaram a mudar práticas de saúde.  ￼</p><p>Importância no contexto de acesso e bem-estar:</p><p>	•	Permite levar a atenção básica para populações mais remotas ou vulneráveis, superar barreiras de deslocamento, familiaridade, confiança comunitária.</p><p>	•	Ajuda a prevenir agravamentos de condições que dariam origem a internações ou complicações graves, reduzindo custos e sofrimentos.</p><p>Giugliani C, Duncan BB, Harzheim E, et al. Community Health Workers and the management of non-communicable diseases in Brazil: evidence from a large national survey. Revista de Saúde Pública. 2018;52(Suppl 2):1s-9s. Disponível em: SciELO</p><p>Referências:</p><p>	•	Costa MF, Silva AB, Moura MEB, et al. Community health workers’ perspectives of a health promotion programme for older adults with multimorbidity. Health Soc Care Community. 2024;32(5):e2516–e2526. Disponível em: PubMed</p><p>Kutzin J, Witter S, Jowett M, Bayarsaikhan D. Implementing health financing reform towards universal health coverage: Key lessons from country experience. Health Policy. 2022;126(1):1–5. Disponível em: PubMed</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 20:33:10 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde e Bem-Estar</title>
         <author>mariafclaudiano</author>
         <link>https://padlet.com/mariafclaudiano/4hvzsra5d04o64m5/wish/3615956913</link>
         <description><![CDATA[<p>Caso 2: Cobertura Universal de Saúde – Exemplos em Países de Renda Média</p><p>Descrição / Intervenção:</p><p>	•	Vários países de renda média (ex: México, Turquia, República da Coreia, Ucrânia) adotaram reformas para alcançar Universal Health Coverage (UHC). Essas reformas incluem: definição de pacotes de serviços essenciais, expansão da cobertura de seguro ou mecanismos públicos de financiamento, melhora da rede de atenção primária, políticas de proteção financeira para evitar que o custo de tratamento leve populações à pobreza.  ￼</p><p>	•	Outro exemplo: Gabão, onde se instituiu um imposto sobre uso de telefonia móvel para financiar seguro-saúde que passou a cobrir quase todos os pobres, melhorando significativamente o acesso a serviços básicos como cuidado materno.  ￼</p><p>Resultados / Evidências:</p><p>	•	Nos países de renda média estudados, observou-se progresso real no índice de cobertura de serviços essenciais, maior disponibilidade de atenção primária, e alguma redução das despesas diretas das famílias com saúde.  ￼</p><p>	•	Em Gabão, a cobertura de seguro-saúde entre os pobres subiu de menos de 20% para quase universal em alguns segmentos e o acesso aos serviços críticos para gestantes aumentou.  ￼</p><p>Importância no contexto de acesso e bem-estar:</p><p>	•	Mostrar que não basta ter serviço de saúde existente; é preciso financiamento adequado, políticas de proteção financeira, riduzir barreiras (geográficas, econômicas), garantir que os serviços sejam de qualidade.</p><p>	•	Contribui para equidade em saúde, impacto sobre mortalidade infantil, saúde materna, controle de doenças crônicas, etc.</p><p>Referências</p><p>•	Organização Mundial da Saúde – Escritório Regional para a África. On the road to Universal Health Coverage: the case study of Gabon. WHO AFRO, 2021. Disponível em: WHO Africa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 20:35:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mariafclaudiano/4hvzsra5d04o64m5/wish/3615956913</guid>
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         <title>Igualdade de gênero</title>
         <author>mariafclaudiano</author>
         <link>https://padlet.com/mariafclaudiano/4hvzsra5d04o64m5/wish/3615959936</link>
         <description><![CDATA[<p>Caso 1: Programa de Bolsas para Meninas, Gâmbia</p><p>O que foi feito:</p><p>	•	Eliminou ou reduziu taxas escolares para estudantes do sexo feminino no ensino secundário.  ￼</p><p>	•	Usou dados de domicílio nacional para monitorar o efeito ao longo do tempo.  ￼</p><p>Resultados:</p><p>	•	Aumento de cerca de 5 pontos percentuais nas matrículas de meninas no ensino secundário.  ￼</p><p>	•	Efeito igualmente significativo no ensino primário.  ￼</p><p>	•	Para meninos, o programa não teve impacto estatístico relevante nas matrículas.  ￼</p><p>Importância:</p><p>	•	Demonstra que incentivos financeiros (eliminação de taxas) podem reduzir barreiras econômicas que afetam desproporcionalmente meninas.</p><p>	•	Intervenções bem-direcionadas ajudam a fechar a lacuna de gênero na educação, com ganhos que repercutem em outros domínios como saúde, atraso ao trabalho, etc.</p><p>Referências:</p><p>Programa de Bolsas para Meninas, Gâmbia</p><p>	•	Gajigo, O., &amp; Poncet, S. (2016). Schooling incentives and girls’ enrollment in The Gambia. Education Economics, 24(2), 167–188. Disponível em: Ideas/RePEc</p><p>⸻</p><p>📌 Caso 2 – Representação Política de Mulheres em Ruanda</p><p>	•	Burnet, J. E. (2011). Women have found respect: Gender quotas, symbolic representation, and female empowerment in Rwanda. Politics &amp; Gender, 7(3), 303–334. Disponível em: Cambridge/Politics &amp; Gender</p><p>	•	UN Women. (2018). Rwanda: Women in Parliament. Disponível em: UN Women</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 20:39:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Igualdade de Gênero </title>
         <author>mariafclaudiano</author>
         <link>https://padlet.com/mariafclaudiano/4hvzsra5d04o64m5/wish/3615960977</link>
         <description><![CDATA[<p>Caso 2: Representação Política de Mulheres em Ruanda</p><p>O que foi feito:</p><p>	•	Inclusão de cotas constitucionais para mulheres no Parlamento e em cargos públicos.  ￼</p><p>	•	Mudanças institucionais pós-conflito / pós-genocídio que permitiram reestruturação política, participação da sociedade civil feminina, pressão política para garantir igualdade.  ￼</p><p>Resultados:</p><p>	•	Ruanda alcançou proporção de mulheres parlamentares entre as mais altas do mundo: mais de 50% dos assentos.  ￼</p><p>	•	Avanços em visibilidade política das mulheres, com impacto no debate de políticas de gênero, direitos das mulheres, questões sociais relevantes à base local.  ￼</p><p>Importância:</p><p>	•	Representação equitativa ajuda a mudar normas sociais, aumenta legitimidade de políticas voltadas a mulheres e meninas.</p><p>	•	Garante que as necessidades de gênero sejam consideradas nos processos de tomada de decisão e formulação de políticas.</p><p>Referências</p><p>Representação Política de Mulheres em Ruanda</p><p>	•	Burnet, J. E. (2011). Women have found respect: Gender quotas, symbolic representation, and female empowerment in Rwanda. Politics &amp; Gender, 7(3), 303–334. Disponível em: Cambridge/Politics &amp; Gender</p><p>	•	UN Women. (2018). Rwanda: Women in Parliament. Disponível em: UN Women</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 20:41:27 UTC</pubDate>
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