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      <title>AVA 1 GRANDES TEMAS DA MEDICINA VETERINÁRIA by Mateus</title>
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      <description>MATEUS FERRARI PROVETI</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-06 17:39:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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         <pubDate>2021-11-06 17:48:09 UTC</pubDate>
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         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Dirofilariose canina é uma doença potencialmente fatal que tem como agente etiológico o parasita nematóide Dirofilaria immitis encontrado em mais de 30 espécies pelo mundo inteiro, incluindo os humanos. Os canídeos são seus hospedeiros definitivos habituais. O parasita é responsável por severas patologias cardio – respiratórias. A gravidade da doença está relacionada com o número de vermes, a duração da infecção e a resposta individual do hospedeiro. O modo mais comum de transmissão da doença de um animal para outro é através da picada de mosquitos culicídeos. Várias espécies de culicídeos podem carregar larvas infectantes e, ao picarem cães para se alimentarem de sangue, transmitem a infecção. Lesões severas podem se desenvolver antes mesmo que os sinais sejam percebidos pelos proprietários dos animais. Se for cedo diagnosticada, a dirofilariose poderá ser tratada com sucesso, obtendo-se a cura sem sequelas. Em estágios mais avançados da doença, o cão ainda poderá ser tratado, porém, a recuperação total se torna mais difícil."<br><br>CICARINO, Carla. Dirofilariose Canina. <strong>São Paulo</strong>, 2009.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 17:54:15 UTC</pubDate>
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         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[<div>"O teste para detecção de antígeno é o método de diagnóstico preferido para cães assintomáticos ou quando o objetivo é investigar a suspeita de infecção por <em>D. immitis</em>. O teste para detecção de antígeno é o método diagnóstico mais sensível e específico disponível ao clínico veterinário. Mesmo em regiões onde a prevalência de dirofilariose é alta, cerca de 20% dos cães infectados podem não apresentar microfilaremia. Esta taxa é maior em cães infectados por dirofilárias adultas consistentemente submetidos à profilaxia mensal com macrolídeos, pois tal procedimento induz estase embrionária em fêmeas adultas de dirofilária." (KANH, Cynthia M, 2007. P 103)<br><br>É fundamental se ater ao momento em que o teste é realizado. Cães jovens ou cães que não receberam tratamento profilático para dirofilariose devem ser testados entre 6 a 7 meses após o início da profilaxia para dirofilariose. Recomenda-se que o teste de pesquisa de antígeno se repita anualmente.<br><br></div><div>A ecocardiografia em cães tem relevância relativamente pequena como método diagnóstico, pois geralmente o ECG de cães infectados é normal.&nbsp;<br>Normalmente, os cães apresentam arritmias cardíacas discretas ou até mesmo ausentes, porém a fibrilação atrial é ocasionalmente encontrada em cães acometidos pela dirofilariose.<br><br>A utilização de radiografia do tórax "propicia melhor informação sobre a gravidade da doença, sendo considerada bom teste de triagem para cães com sinais clínicos compatíveis com dirofilariose. Infecções de alto risco são caracterizadas por grande segmento da artéria pulmonar principal e tortuosidade e dilatação das artérias pulmonares do lobo caudal. Caso estas últimas apresentem diâmetro = 1,5 vez àquele da nona costela, no ponto de superposição, pode-se considerar lesão grave. Também, pode-se notar aumento do ventrículo direito. Ademais, na doença avançada frequentemente é possível constatar infiltrado parenquimal não delimitado, disperso e de extensão variável ao redor da artéria lobar caudal, geralmente mais grave no lobo caudal direito. O infiltrado pode melhorar com o confinamento em gaiola, com ou sem o uso de dose anti-inflamatória de corticosteroides." (KANH, Cynthia M, 2007. P 103)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 18:04:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[<div>TILLEY, Larry Patrick; SMITH, Francis WK; FRANCIS, W. K. Consulta veterinária em 5 minutos: espécies canina e felina. 2008.<br><br>KANH, Cynthia M.; LINE, Scotted. <strong>El manual Merck de veterinaria</strong>. 2007.<br><br>LEITE, Luiz Carlos et al. DIROFILARIOSE CANINA: REVISÃO DE UMA ZOONOSE EMERGENTE. <strong>Revista Acadêmica Ciência Animal</strong>, v. 4, n. 4, p. 49-56, 2006.<br><br>CICARINO, Carla. Dirofilariose Canina. <strong>São Paulo</strong>, 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 18:23:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi diagnosticado que o cão fêmea da raça Border Collie está acometido pela doença Dirofilariose canina.&nbsp;<br><br>É necessário o acompanhamento por médico veterinário clínico e cardiologista, que deverão solicitar exames laboratoriais e de imagens complementares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-06 18:47:20 UTC</pubDate>
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         <title>Clínico veterinário</title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:20:40 UTC</pubDate>
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         <title>Cardiologista</title>
         <author>provetimateus</author>
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         <pubDate>2021-11-07 14:20:46 UTC</pubDate>
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         <title>Patologista</title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>Médico veterinário especialista em Laudo Radiográfico e Ultrassom</title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:21:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[<div>As microfilárias são adquiridas por mosquitos vetores da doença em estágio larvário neonatal quando estes se alimentam de um hospedeiro infectado. <br>Após a ingestão pelo mosquito, estas microfilárias se desenvolvem em larvas de primeiro estágio, que em seguida mudam para larvas de segundo e terceiro estágio no mosquito. Este processo ocorre entre 1 a 3 semanas a depender da temperatura do habitat, sendo esse desevolvimento mais rápido em temperaturas mais quentes e úmidas.<br><br>Após a maturidade, estas larvas migram para os lábios do mosquito e finalmente passam para o sistema sanguíneo do cão quando este mosquito se alimenta do hospedeiro. <br><br>Após este processo, inicia-se a fase do ciclo biológico no mamífero.<br><br><br>A larva migra para o local da picada, iniciando a fase do ciclo biológico no mamífero. Um típico mosquito <em>Aedes</em> somente é capaz de sobreviver à fase de desenvolvimento completa de pequena quantidade de larvas de dirofilária, geralmente menos de 10 larvas por mosquito.<br><br></div><div>"Em canídeos e em outros hospedeiros suscetíveis, a larva infectante (L<sub>3</sub>) se transforma em larva de quarto estágio (L<sub>4</sub>) dentro de 3 a 12 dias. Após permanecer no tecido subcutâneo, abdome e tórax durante cerca de 2 meses, a larva L<sub>4</sub> e transforma em parasita adulto jovem e migra pelo tecido do hospedeiro e, após 50 a 70 dias, chega à artéria pulmonar cerca de 70 a 120 dias após a infecção inicial. Neste momento os parasitas medem 2,5 a 4 cm, crescem rapidamente no vaso pulmonar e se torna verme adulto maduro (machos com cerca de 15 cm de comprimento; fêmeas com cerca de 25 cm). Quando os parasitas jovens inicialmente chegam aos pulmões, a pressão sanguínea os força para as pequenas artérias pulmonares mais distais do lobo pulmonar caudal; à medida que crescem ocupam artérias pulmonares maiores, indo para o ventrículo direito e o átrio direito, quando a carga parasitária é alta. As microfilárias são produzidas pelas fêmeas grávidas tão precocemente quanto 6 meses, porém mais tipicamente aos 7 a 9 meses, após a infecção." (KANH, Cynthia M, 2007. P 96)<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:25:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
         <link>https://padlet.com/provetimateus/4gqvw97udw06g87j/wish/1872822967</link>
         <description><![CDATA[<div>Os sinais clínicos de dirofilariose incluem:&nbsp;<br>- Tosse&nbsp;<br>- Intolerância ao exercício&nbsp;<br>- Depauperamento<br>- Dispneia<br>- Cianose<br>- Hemoptise&nbsp;<br>- Síncope&nbsp;<br>- Epistaxe e&nbsp;<br>- Ascite (ICC direita).&nbsp;<br><br>"A frequência e a gravidade dos sintomas estão relacionadas com o grau de lesão pulmonar e com o tipo de atividade do paciente. Com frequência, não se constata sintoma em cães sedentários, mesmo quando se imagina que a carga parasitária possa ser relativamente alta. Os cães infectados submetidos a aumento marcante de atividade, como ocorre durante a estação de caça, podem manifestar sinais clínicos evidentes." (KANH, Cynthia M, 2007. Pág 96)<br><br>Pode-se considerar cães acometidos pela dirofilariose como pacientes e baixo ou alto risco, a depender da saúde do animal e do seu estilo de vida e da avaliação clínica da carga parasitária.&nbsp;<br>Cães entre 5 a 7 anos de idade são mais sujeitos à carga intensa destes parasitas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:27:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
         <link>https://padlet.com/provetimateus/4gqvw97udw06g87j/wish/1872834404</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Em primeiro lugar, deve-se buscar por informações laboratoriais para complementar o que foi obtido via anamnese e no exame físico, na pesquisa de antígeno e na radiografia do tórax.<br><br></div><div>"Duas importantes variáveis que sabidamente têm influência direta na ocorrência de complicações tromboembólicas após o uso de droga adulticida e na eficácia do tratamento são a extensão da doença vascular pulmonar concomitante e a gravidade da infecção. A avaliação da função cardiopulmonar é indispensável para a definição do prognóstico. As complicações tromboembólicas pulmonares pós-adulticida são mais prováveis em cães infectados com alta carga parasitária, que já exibem sinais clínicos e radiográficos de obstrução da artéria pulmonar grave, especialmente na presença de ICC." (KANH, Cynthia M, 2007. P 102)<br><br>Antes de iniciar a terapia adulticida, deve-se calcular o risco de tromboembolia pós-adulticida.&nbsp;<br><br>Há duas formas de classificar os pacientes:<br><br>1- baixo risco de complicações tromboembólicas, baixa carga parasitária e sem evidência de lesão de parênquima e/ou de vaso pulmonar;<br>2- alto risco de complicações tromboembólicas.<br><br><br>Para se enquadrarem na primeira categoria, os cães não devem apresentar nenhum sinal clínico, com a radiografia do tórax normal, baixa concentração de antígeno circulante ou teste de pesquisa de antígeno negativo com microfilárias circulantes, ausência de verme no exame ecocardiográfico, ausência de doença concomitante e capacidade do proprietário de restringir totalmente o exercício do animal.&nbsp;<br><br>Os cães que se enquadram na segunda categoria são aqueles que apresentam os sintomas anteriormente descritos aqui.<br><br>"O único medicamento adulticida disponível para tratamento de dirofilariose é o di-hidrocloreto de melarsomina, efetivo contra parasitas maduros (adultos) e jovens, machos e fêmeas. Faz-se administração de 2,5 mg de melarsomina/kg, por via IM profunda, no músculo epaxial (lombar), na altura das vértebras L3-L5, utilizando-se uma agulha calibre 22 (1 polegada de comprimento, para cães &lt; 10 kg, ou de 1,5 polegada para cães &gt; 10 kg). Aplica-se pressão durante a injeção, mantendo-a 1 min após a retirada da agulha, a fim de evitar extravasamento subcutâneo. Repete-se o procedimento no lado oposto 24 h depois. Cerca de 1/3 dos cães apresenta, no local da injeção, dor, tumefação, sensibilidade durante o movimento ou abscesso estéril. Não é incomum a ocorrência de fibrose no sítio de aplicação (sendo esta a razão para indicar a parte ventral da musculatura epaxial). Para reduzir o risco de tromboembolia é altamente recomendado o tratamento em duas etapas (protocolo com doses alternadas). Neste protocolo, administra-se uma única injeção de melarsomina, seguida de duas injeções em intervalo de 24 h, após um período de, pelo menos, 30 dias. Este protocolo de doses alternadas é recomendado pela American Heartworm Society, independente do estágio da doença ou da categoria de risco." (KANH, Cynthia M, 2007. P 102)<br><br>A alta carga parasitária predispõe o animal a tromboembolia pulmonar grave, vários dias a 6 semanas após a aplicação do medicamento adulticida.&nbsp;<br><br>A única dose inicial "resulta em morte gradativa dos parasitas (cerca de 50%) e menor risco de complicações pulmonares. Pode-se reduzir o risco cumulativo de êmbolos parasitários nos pulmões e artérias pulmonares gravemente lesionadas, induzindo inicialmente a morte de alguns parasitas e completando o tratamento em duas etapas." (KANH, Cynthia M, 2007. P 102)<br><br>Há outros protocolos de tratamento que recomendam o uso de doses profiláticas de macrolídeos (ex. Ivermectina) durante 3 meses, antes da aplicação de melarsomina. Essa alternativa visa diminuir os riscos e eliminar as larvas de D. immitis migrantes e não permitir que estas se desenvolvam.<br><br>Para reduzir o risco de complicações pulmonares, recomenda-se que após a injeção de melarsomina deve-se restringir drasticamente a atividade física durante 4 a 6 semanas. Os efeitos colaterais da melarsomina são inflamações locais, febre baixa transitória e salivação.<br><br><br>"Pacientes com alto risco devem ter o quadro clínico estabilizado antes da administração de melarsomina. O tratamento de estabilização é variável e inclui confinamento em gaiola, fornecimento de oxigênio, corticosteroides e heparina (75 a 100U/kg, SC, 3 vezes/dia), 1 semana antes do protocolo de tratamento com doses alternadas de melarsomina.&nbsp;<br><br>[...] Na síndrome da veia cava é necessária a remoção cirúrgica dos parasitas do átrio direito e do orifício da valva tricúspide, a fim de evitar a morte do cão. Isso pode ser realizado utilizando-se anestesia local e sedação leve e uma pinça tipo jacaré rígida ou flexível ou uma alça de recuperação intravascular introduzida preferencialmente na veia jugular externa direita. Quando há disponibilidade de um fluoroscópio como guia, o instrumento deve ser utilizado até que os parasitas não possam mais ser recuperados. Imediatamente após um procedimento bem-sucedido os sinais clínicos melhoram ou desaparecem. Nos casos críticos pode ser necessária fluidoterapia, permitindo que os cães hipovolêmicos restabeleçam a hemodinâmica e a função renal. Algumas semanas após a recuperação da cirurgia recomenda-se quimioterapia adulticida para eliminar possíveis parasitas remanescentes. Deve-se ter cuidado quando vários deles ainda são vistos no exame ecocardiográfico. (KANH, Cynthia M, 2007. P 102 - 103)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:33:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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         <description><![CDATA[<div>A ivermectina, oxima milbemicina, moxidectina e selamectina, são macrolídeos de uso preventivo seguros e efetivos em todas as raças de cães.&nbsp;<br><br>"Na dose aprovada, a milbemicina mata rapidamente as microfilárias e caso haja alta população destas formas parasitárias pode ocorrer choque. Portanto, não se deve administrar milbemicina como um método preventivo em cães infectados com grande quantidade de microfilárias, sem rigoroso monitoramento. A forma injetável da moxidectina é efetiva por, pelo menos, 6 meses após uma injeção; contudo, não é aconselhável o uso em cães com microfilaremia." (KANH, Cynthia M, 2007. P 102)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-07 14:48:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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         <pubDate>2021-11-07 16:29:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>provetimateus</author>
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