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      <title>O enfermeiro (conto de Machado de Assis) by isadora siqueira</title>
      <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t</link>
      <description>Representantes: Al. Isadora Siqueira, Al. Sophia Passos, Al. Pedro Augusto, Al. Letícia Martins, Al. Lucas Carvalho.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-21 00:09:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-07-02 01:52:32 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Seleção de uma temática social abordada no conto relacionado à atualidade</title>
         <author>isadorasalves</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226173469</link>
         <description><![CDATA[<div>"<strong><em>O Enfermeiro"</em></strong><strong> é um dos títulos que merecem destaque. Por meio da narração em primeira pessoa a um interlocutor imaginário, a história versa sobre a imperfeição humana e valores éticos, sem cair em sentimentalismos, redenções ou outros caminhos “fáceis”.<br></strong><br></div><div><strong>No tema é apresentado alguns exemplos de Cobiça (sendo esse um dos motivos do Procópio ir trabalhar como “O ENFERMEIRO” do Coronel).<br><br>Podemos ver isso no Conto, nas partes que Procópio, um homem de quarenta e dois anos que trabalha como copista de estudos teológicos, recebe a proposta de um padre do interior para trabalhar como enfermeiro do Coronel Felisberto, um senhor idoso e </strong><strong><mark>muito rico.</mark></strong><strong> Mesmo sendo informado anteriormente sobre quem seria o então coronel – “um velho rabugento, um homem estúrdio, exigente, que ninguém o aturava, nem os próprios amigos”, mas, mesmo assim Procópio decide aceitar a oferta de trabalho.<br><br>E também, após a morte do coronel Felisberto Procópio sentia-se culpado, mas com o passar do tempo à culpa foi cada vez ficando menor aos seus olhos, pois no decorrer do conto percebe que a opinião de todos da vila era que ele era o santo e o coronel o homem ruim, já que as pessoas começam a elogiar a sua postura paciente com alguém conhecido por ser tão desprezível.<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;O homem é mais uma vez retratado por Machado como um ser corrompido, egoísta, ingrato, oportunista e preso às forças malignas. As características podem ser observadas tanto em Procópio quanto no Coronel Felisberto.<br><br>&nbsp;E assim o conto apresenta no desfecho, uma estrutura social baseada em privilégios onde o ser humano é corrompido pelo dinheiro, pondo em evidência a ganância do lucro, egoísmo, calculismo e os prestígios sociais, além da transformação do homem em instrumento do dinheiro.&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Comparando a atualidade com o Conto “O Enfermeiro” é notável ver como consegue mostrar que o homem é egoísta e pensa, acima de tudo, em seu próprio bem-estar, onde nós temos a ousadia em buscar razões para justificar crimes que cometemos. Ou seja, um erro através de outro erro, onde os fins não justificam os meios.<br></strong><br></div><div><strong>Essa é uma grande estratégica de Machado de Assis, onde em suas obras tenta denunciar como buscamos apenas nossos próprios interesses e nos mostra, portanto, que ninguém é tão bom ou tão mau quanto possa parecer.<br></strong><br></div><div><strong><br></strong><br></div><div><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>O enfermeiro (personagens)</title>
         <author>isadorasalves</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226173472</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1.1 </strong>Personagens principais:<br>- Procópio: um homem de 42 anos que trabalhava como copista de estudos teológicos e recebe a proposta de um padre do interior para trabalhar como enfermeiro.<br>“Já sabe que foi em l860. No ano anterior, ali pelo mês de agosto, tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo. - quero dizer, copiava os estudos de teologia de um padre de Niterói, antigo companheiro de colégio, que assim me dava. delicadamente, casa, cama e mesa.”<br>- Coronel Felisberto: um idoso muito rico, rabugento e doente.<br>“Era homem insuportável, estúrdio, exigente, ninguém o aturava, nem os próprios amigos. Gastava mais enfermeiros que remédios.”<br><strong>1.2 </strong>Personagens secundários:<br>- Padre de Niterói: antigo companheiro de colégio do Procópio.<br>- Vigário de certa vila do interior: homem que enviou uma carta ao padre de Niterói perguntando se ele conhecia pessoa entendida, discreta e paciente, que quisesse ir servir de enfermeiro ao Coronel Felisberto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>Dados sobre Machado de Assis </title>
         <author>isadorasalves</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Machado de Assis</strong> (Joaquim Maria Machado) foi um jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo e considerado por muitos críticos, estudiosos, escritores e leitores o maior nome da literatura brasileira.<br>Nascido em&nbsp; 21 de junho de 1839 no Rio de Janeiro, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Filho de pintor e dourador Francisco José de Assis e da açoriana Maria Leopoldina Machado de Assis. Sua jornada como escritor começou quando publicou seu&nbsp; primeiro livro chamado ''<em>Queda que as mulheres têm para os tolos'' (1861). </em>E em seguida continuou a publicar outros títulos como:&nbsp;</div><ul><li>Memórias Póstumas de Brás Cubas</li><li>Dom Casmurro</li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#a-mao-e-a-luva">A mão e a Luva</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#helena">Helena</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#quincas-borba">Quincas Borba</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#iaia-garcia">Iaiá Garcia</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#ressurreicao">Ressurreição</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#esau-e-jaco">Esaú e Jacó</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#memorial-de-aires">Memorial de Aires</a></li><li><a href="https://www.pravaler.com.br/machado-de-assis-vida-e-obra-de-um-dos-maiores-escritores-brasileiros/#casa-velha">Casa Velha</a></li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>(FANFIC) Continuação</title>
         <author>isadorasalves</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226173474</link>
         <description><![CDATA[<div>Com o barulho do livro ecoando no piso de madeira, despertei num susto. Verifiquei as horas. Era meia-noite. Tudo não passou de um sonho. Fiquei refletindo com esperança de voltar àquelas belíssimas recordações de minha fantasiado. Levantei para dar o remédio ao coronel, o qual reclamou por ter lhe acordado, mas logo adormeceu de novo. Servi o café da manhã e comuniquei ao Vigário que havia repensado em minha decisão, resolvendo, então, ficar até os últimos dias do coronel. Assim foi feito. Após 3 semanas Felisberto faleceu dormindo em sua cama durante a madrugada. Sua cerimônia não tinha como ser diferente, cheia de pessoas falando de sua personalidade forte e debochando de seus atos em vida.<br>Sete dias após a minha chegada no Rio de Janeiro, recebi a carta do Vigário, dizendo-me que fora achado o testamento do coronel e eu era o herdeiro universal. Fiquei pasmo de início, mas logo entendi os seus motivos, já que eu fui o único que, nos finais de seus dias, permaneci ao seu lado. O coronel era um homem muito rico, com grandes posses. Dessa forma, utilizei a maior parte do dinheiro para me ajudar financeiramente, findando as minhas dívidas, e o restante, doei aos hospitais psiquiátricos.<br>Anos se passaram e a memória tornou-se cinzenta e desmaiada. Penso às vezes no coronel, mas sem os terrores dos primeiros dias, deixando em minhas memórias as boas lembranças daquele sonho, no qual pude conhecer o verdadeiro coronel Felisberto, um homem de coração bom e sorridente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>(𝓕𝓐𝓝𝓕𝓘𝓒) 𝓞 𝓔𝓷𝓯𝓮𝓻𝓶𝓮𝓲𝓻𝓸</title>
         <author>isadorasalves</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando percebi que o doente expirava, recuei aterrado, dei um grito; mas ninguém me ouviu. Voltei à cama, agitei-o para chamá-lo à vida e vi que não era tarde; mas lhe restava pouco tempo. Passei à sala contígua, e fiquei refletindo se chamava ou não ajuda. Apesar do receio acerca do posterior castigo, o qual eu seria submetido, meu ímpeto de empatia se fez superior, fazendo-me interfonar ao médico. Este chegou às pressas e o examinou. Notei que ele havia reparado nas marcas de dedos ao redor do pescoço. Mas, felizmente, as ignorou durante aquele momento. Após uma hora de angústia, os federais bateram em minha porta e me levaram preso. Fui condenado por tentativa de assassinato. Todos me olhavam com desprezo, como se eu fosse o ser mais árdego do mundo, mesmo que no fundo eu tivesse plena consciência de que nenhum deles se importava, de fato, com o coronel. Havia recebido notícias de dentro da prisão sobre o grave estado em que se encontrava o coronel. Passei todas as minhas noites e dias lembrando de sua pessoa e desejando incansavelmente voltar ao passado, de forma a nunca ter aceitado este trabalho. Já não tinha mais noção se era dia ou noite, tudo havia se tornado monótono em minha vida e, em minha percepção pessoal, não havia mais sentido em viver. Até o momento no qual ouvi um barulho de chaves e uma luz intensa que ofuscava meus olhos, e aos poucos vou definindo formas e tamanhos, quando me deparo, na minha frente, com o próprio coronel Felisberto. Ele aproxima-se aos poucos, mas não consigo encará-lo nos olhos.<br>Ouço a sua voz ecoar entre as paredes úmidas:<br>— Propício, meu amigo!<br>— Amigo?!&nbsp;<br>— Lógico, meu caro, você foi a única pessoa que não me abandonou e sempre<br>&nbsp;cuidou de mim.<br>— Mas...<br>— Graças a você estou curado! Depois de passar 3 meses internado, voltei lúcido à<br>vida!&nbsp;<br>— Porque me agradece se eu lhe causei o mal, fazendo-o ficar 3 meses em uma maca. Não mereço agradecimentos, e sim, a morte!<br>— Morte?! Evidentemente que não, o que são 3 meses se agora tenho restante da<br>&nbsp;minha vida para aproveitar? Se esse é o seu ressentimento, está perdoado.<br>— Perdoado?<br>— Claro meu amigo! Venha, vamos embora deste lugar.<br><br>Quando me dei conta, já estava nas escadas da casa onde eu passei meses cuidando do coronel. Ele estava na cozinha fazendo café para nós, até parecia outra pessoa, sorridente, animada, não parava de contar sobre seus projetos do futuro e fazia questão de me colocar neles. Após longas horas de conversa e confissões, ele me deu a notícia de que meu irmão estava me esperando na corte e que lá eu viveria com ele e teria um cargo para chamar de “meu”. Nunca havia ficado tão feliz em toda a minha vida, tudo parecia simplesmente um sonho...<br>Acordei.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:09:26 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Assim, por uma ironia da sorte, os bens do coronel vinham parar às minhas mãos.&quot;</title>
         <author>2501leticiamartinst104</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226188571</link>
         <description><![CDATA[<div>No desfecho do conto, ainda desesperado com seu ato, o enfermeiro descobre que foi o herdeiro universal do coronel. Inicialmente, cogitou em recusar a herança ou doá-la integralmente, como modo de resgatar o crime por um ato de virtude. Posteriormente, ao entrar na posse da herança, converteu-a em títulos e dinheiro, doando uma pequena parcela aos pobres e à igreja, além de levantar um túmulo ao coronel Felisberto, todo de mármore. Como forma de retribuição ao coronel, o enfermeiro passou a falar bem dele sempre que elogiavam Procópio por sua paciência com o idoso.<br>"Eu defendia-o, apontava algumas virtudes, era austero..."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:28:12 UTC</pubDate>
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         <title>“Quando percebi que o doente expirava, recuei aterrado, e dei um grito; mas ninguém me ouviu. Voltei à cama, agitei-o para chamá-lo à vida, era tarde; arrebentara o aneurisma, e o coronel morreu.”</title>
         <author>2501leticiamartinst104</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226192038</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal trecho refere-se ao clímax do conto, demonstrando o momento no qual o enfermeiro, após uma crise de raiva do coronel Felisberto, cansado das humilhações sofridas, esgana o coronel, matando-o em consequência - "atirei-me ao doente, pus-lhe as mãos ao pescoço, lutamos, e esganei-o."<br>Entretanto, Procópio manifesta remorso acerca do que havia cometido, sendo fruto de impulso e da raiva acumulada devido às constantes ofensas a que foi submetido. Como pode ser confirmado nos fragmentos:<br>"Era um atordoamento, um delírio vago e estúpido."<br>"Colava a orelha à porta do quarto na esperança de ouvir um gemido, uma palavra, uma injúria, qualquer coisa que significasse a vida, e me restituísse a paz à consciência."</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:31:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Na noite de vinte e quatro de agosto, o coronel teve um acesso de raiva, atropelou-me, disse-me muito nome cru, ameaçou-me de um tiro, e acabou atirando-me um prato de mingau, que achou frio, o prato foi cair na parede onde se fez em pedaços.”</title>
         <author>2501leticiamartinst104</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226193310</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse trecho do conto retrata a relação conturbada entre Procópio, o enfermeiro, e coronel Felisberto, o idoso de quem ele cuida, devido às atitudes agressivas do coronel, que frequentemente tinha crises de raiva, na qual praticava atos de humilhação verbais - "Era burro, camelo, pedaço d'asno, idiota, moleirão, era tudo." - e físicos - "Um dia, como lhe não desse a tempo uma fomentação, pegou da bengala e atirou-me dois ou três golpes." - contra o enfermeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 00:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos sobre um comentário crítico ao conto &quot;O Enfermeiro&quot;</title>
         <author>isadorasalves</author>
         <link>https://padlet.com/isadorasalves/4fi9ibftx3462h5t/wish/2226312283</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/82ycZT7_-sw<br>https://youtu.be/5ujaqnYnoZY<br>https://youtu.be/US9W9e4__q8</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-21 02:38:20 UTC</pubDate>
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