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      <title>O módulo 2: Processo avaliativo II - Meios, evidências e avaliação by Centro de Formação T.I.</title>
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      <description>Clique em + para registrar</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-23 13:09:59 UTC</pubDate>
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         <title>Adequar os instrumentos aos diferentes conteúdos. Colocar-se como observador do processo de aprendizagem dos alunos e alunas.</title>
         <author>sandra126</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-11 21:18:18 UTC</pubDate>
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         <title>O quando parece mais difícil. Está claro que é preciso acompanhar o processo de aprendizagem, avaliando ao longo deste, de forma a regular tanto as ajudas para cada estudante, como as estratégias de ensino, a definição de expectativas e metodologias. No entanto, sempre me coloco a questão de que essa avaliação seja &quot;cumulativa&quot;. Ou seja, uma vez identificado que um aluno ou aluna ainda não se apropriou de um saber, investir para que alcance o objetivo e depois, ao avaliar novamente, usar esse novo resultado para embasar as ações. E não uma soma ou média dos diferentes resultados obtidos ao longo do processo.</title>
         <author>sandra126</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1732966505</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-11 21:21:27 UTC</pubDate>
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         <title>Etapas da ação competente ensinadas e avaliadas como procedimentos</title>
         <author>clarissabuzinaro1</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1733073544</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das questões que me inquietavam era a avaliação da competência como um todo (a integração dos componentes factuais, procedimentais, conceituais e atitudinais). A partir da aula gravada, retomei algo que Zabala já havia afirmado antes: não se avalia a competência, mas a ação competente. A competência, como um grande procedimento, de certa forma é avaliada da mesma forma que outros conteúdos procedimentais - pela observação do uso. Ainda preciso entender melhor como o professor pode intervir na aprendizagem deste procedimento - que instrumentos e estratégias podem ser utilizados com este fim.<br>Clarissa Buzinaro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 01:10:34 UTC</pubDate>
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         <title>O que é simultâneo? O que precisa seguir uma ordem? Quem avalia o quê e quando?</title>
         <author>clarissabuzinaro1</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1733093920</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando observo o quadro que explica a necessidade de termos outros tempos de trabalho na escola - o tempo de trabalho globalizado e o tempo de trabalho específico - duas questões me parecem inquietantes:&nbsp;<br>1. Como as etapas descritas no processo de ensino de cada componente se organizam, do ponto-de-vista cronológico?<br>2. Quem são os responsáveis por cada componente / etapa / tipo de trabalho?<br>A dificuldade de assumir uma lógica diferente daquela que temos hoje, no Ensino Fundamental II (com a contratação de professores especialistas, com carga horária relacionada ao número de horas-aula de sua disciplina) é grande, mas ainda que pense em uma estrutura outra, não acho fácil imaginar com clareza como seria a rotina de um aluno ao longo de uma semana ou de um mês de aulas - como os conteúdos destes "tempos" se relacionariam? O que estaria acontecendo de forma simultânea e o que precisaria de uma ordem cronológica?<br><br>Suponhamos que os alunos estejam trabalhando em um projeto de investigação sobre a crise hídrica. Na semana 1, estariam tendo contato com a apresentação motivadora, levantando conhecimentos prévios... o que estariam fazendo nos tempos de trabalho específico? Os alunos poderiam estar trabalhando em procedimentos completamente dissociados do projeto (por exemplo, em uma "oficina de LP", treinando a descrição e a adjetivação para a escrita de contos?) Depois, conforme começassem a fazer a leitura de textos para a pesquisa, trabalhariam dentro desta mesma oficina procedimentos para a organização das informações coletadas? Haveria, simultaneamente, oficinas de Geografia para a construção pessoal e aplicação descontextualizada do conceito de bacia hidrográfica?<br>Com relação à avaliação, este mesmo professor de LP / Geo faria a avaliação deste procedimento / conceito? Os alunos já estariam agrupados ou receberiam atividades de acordo com suas dificuldades? Que professor determinaria a necessidade de que um ou outro conteúdo voltassem a ser estudados por uma turma? Quem proporia e avaliaria as novas situações para que os alunos aplicassem as competências (objetivos) em outros contextos? Quando? Em outro projeto? As oficinas de trabalho específico podem ser tanto de disciplinas quanto competenciais?<br>Clarissa Buzinaro</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 01:51:49 UTC</pubDate>
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         <title>Como aprimorar o que já fazemos?</title>
         <author>coordenadoralilian</author>
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         <description><![CDATA[<div>Enquanto ouvia o professor, pensava que, de alguma forma, realizamos muitas daquelas avaliações.&nbsp; Entretanto, falhamos ao não organizar de maneira sistemática as análises que fazemos.<br>Minha pergunta:<br>- Quais seriam as modalidades organizativas para um processo de avaliação tão complexo?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 19:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliações externas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Qual o papel das avaliações externas, especificamente o SAEB (Sistema de Avaliação da educação básica)&nbsp; na interpretação e apropriação de seus resultados&nbsp;e sua aplicabilidade na gestão da aprendizagem para o desenvolvimento de competências? <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 13:36:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Avaliara para promover a aprendizagem </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1736098844</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A<strong>s avaliações precisam ter como<br>principal objetivo uma análise integral dos alunos. </strong>&nbsp;Não basta avaliar os estudantes<br>quantificando o que eles sabem sobre um determinado conteúdo. É fundamental<br>assisti-los durante a produção e comprovação desse saber. <strong>Ao observar e registrar as<br>habilidades dos alunos, o professor consegue efetivamente levantar o que de<br>fato foi aprendido e em quais pontos ainda existem faltas,</strong> traçando, assim, o planejamento de um percurso de<br>aprendizagem.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-13 13:39:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apoiar o professor na reflexão sobre a mudança de paradigma</title>
         <author>airton_ib</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como professor de ensino médio que atua também na gestão, tenho refletido bastante sobre duas questões que considero dificuldades para a construção de processos avaliativos diversos e complexos como os propostos pelo professor:<br>. É necessário reconhecer que, nos moldes que ainda temos, os exames de admissão à universidade brasileira ainda se estruturam fortemente na memorização e reprodução de conceitos. Entendendo que, concordemos ou não, são régua relevante e validada para medir o sucesso de um processo escolar, como apoiar o professor a fazer escolhas que sejam cognitivamente complexas, instigantes, promotoras de crescimento, sem deixar de oferecer o necessário 'treino' para os vestibulares?&nbsp;<br>. É também necessário reconhecer que a formação docente pré-serviço é fortemente marcada pelo enfoque transmissivo e de acúmulo de conteúdos, salvo raríssimas exceções. Nesse sentido, pensar o processo avaliativo considerando por exemplo as fases e emissão de evidências como sugeridas pelo professor Zabala deve considerar a necessidade do professor refletir profundamente sobre os métodos e epistemologias de sua área, para neles apoiar o desenho dos diferentes conteúdos e objetivos. Como apoiar o professor nessa busca e construção?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 02:36:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A aula foi bastante esclarecedora. Sinto que ainda muitos professores resistem em compreender a importância do conhecimento prévio e da auto avaliação, além da realidade de atuar em uma turma com muitas crianças ou em mais de uma turma, dificultar nesse processo. Alguma sugestão para facilitar esse processo diante dessa realidade? Sou grata.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1740493056</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 19:05:37 UTC</pubDate>
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         <title>Valoração e avaliação criterial</title>
         <author>cristinam1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao tratar da valoração e da avaliação criterial, o professor Zabala destaca a importância das apreciações feitas a partir de objetivos traçados para cada estudante específico/a, tendo como referência suas características particulares. Acho essa premissa de um valor inquestionável, mas muitas vezes vejo professores e professoras especialistas do F2 e EM tendo que lidar com desafios estruturais: possuem muito/as estudantes (150, 200, as vezes até mais) com os quais se encontram pouquíssimas vezes por semanas (2 ou 3 horas semanais). <strong>Como conduzir um processo avaliativo realmente personalizado em uma estrutura escolar que foi arquitetada para um trabalho homogeinizador?</strong>&nbsp; (Cristina Maher)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 08:01:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Instrumentos para coleta de evidências - componentes atitudinais</title>
         <author>cristinam1</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1742121292</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei particularmente rica e esclarecedora a análise que Zabala fez dos instrumentos usados para avaliar os diferentes componentes das competências. Acredito que nossa cultura escolar precise enfrentar uma difícil transformação no que diz respeito à avaliação dos componentes atitudinais: essa precisa deixar de atender a um propósito disciplinador/moralizador e passar a buscar a formação da autonomia do estudante. Muitas vezes vemos os instrumentos de auto-avaliação, por exemplo, sendo usados mais no primeiro sentido (como ferramenta disciplinadora/moralizadora) do que no segundo (ferramenta reflexiva que leva à construção de autonomia). (Cristina Maher)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-15 08:42:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Avaliação e tipologia de conteúdos</title>
         <author>alcielle_santos</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1746720051</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficou muito claro para mim nos exemplos do prof. Zabala, o quanto a tipologia de conteúdos (conceituais, factuais, procedimentais e atitudinais) relaciona-se ao como avaliar, assim como nos apoiam a nos matermos alinhados com os fundamentos da avaliação formativa. O esquema trazido como "processo de uma ação competente" também deixou claro os estágios, detalhando as habilidades em cada uma das etapas (análise, seleção de esquema de ação, e ação flexível e estratégica). Fiquei com vontade de ver em outras perspectivas, outras áreas de conhecimento em que o erro se dá por interpretações mais subjetivas.<br>Alcielle dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 18:13:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Momentos do processo de avaliação</title>
         <author>alcielle_santos</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1746729288</link>
         <description><![CDATA[<div>A divisão proposta por Zabala, em o que avaliar a TODO O MOMENTO e o que avaliar PERIODICAMENTE, me pareceu muito clara. Penso que nas escolas de concepção construtivista, acertamos no processo de ensino e aprendizagem, mas ainda precisamos aprender estratégias diversificadas e mais simples para o professor, principalmente quando se tem turmas maiores de 20 estudantes, de como coletar evidências. Também há que se aprofundar e penso que preciso estudar mais como somar na valoração, a avaliação criterial e a normativa. Assim como, os informes sobre a avaliação, a meu ver, requerem cuidados com aspectos emocionais dos estudantes.<br>Alcielle dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-16 18:18:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como ajustar a avaliação?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1750217935</link>
         <description><![CDATA[<div>Não há dúvida de que, para promover uma relação significativa entre o aluno e o que a escola propõe é preciso oferecer desafios bem contextualizados e, acima de tudo, é preciso ter condições para que os docentes tenham uma percepção bem acurada de quem são seus estudantes. A partir disso, poderão oferecer-lhes bons elementos motivadores - ou, ainda melhor, criar esses elementos junto com eles. De uma forma ou de outra, está claro que é preciso de uma relação próxima entre as partes, para garantir a escuta e uma interlocução saudável. Custa-nos visualizar isso em qualquer escola que não seja pequena, pois tendemos a pensar sempre em pequenos grupos de estudantes e muitos professores disponíveis, além de espaços igualmente numerosos e diversificados. Quais as condições concretas necessárias para que tal situação ocorra de forma saudável?&nbsp;(Fermín Damirdjian)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 09:55:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1750911335</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei oportuna a retomada dos conceitos abordados no encontro anterior, possibilitando esclarecimentos e acomodações importantes para as reflexões sobre o como e quando avaliar. <br>No EF2 &nbsp; e Ensino Médio, com muitos professores trabalhando nas diferentes turmas, há um risco maior de "fragmentação" no processo de avaliação. A própria estrutura da rotina e do trabalho escolar colabora para isso. <strong>A discussão e o planejamento conjunto do trabalho (com a explicitação das competências por área, por exemplo) poderiam contribuir para a construção de um olhar mais integrador, visibilizando as APOSTAS\POTÊNCIAS e os AVANÇOS&nbsp; de cada aluno\ aluna? A perspectiva de um trabalho mais integrado entre os professores seria um fator importante para favorecer processos da avaliação formativa? </strong><br>Mônica Fujikawa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-18 21:52:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula Módulo 2- Como avaliar</title>
         <author>smesquita4</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1751436859</link>
         <description><![CDATA[<div>Um aspecto importante é como o prof. Zabala a todo momento retoma o paradigma de avaliação ( os objetivos da escola). Isso dá o sentido do apresentado. Fica claro que o como avaliar está ligado ao como ensinar. Este parece ser o aspecto central - as tipologias de conteúdo. A possibilidade apresentada ao  final nas situações de "trabalho globalizado"traz grandes desafios para a formação de professores, em especial, para quem atua com professores especialistas. Esta talvez seja a dúvida : como construir processos formativos nesta perspectivas. Uma outra reflexão é a necessidade de uma boa documentação sobre o desenvolvimento dos alunos (já que vimos que provas, exames dão conta de apenas um aspecto dessa avaliação).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 09:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Priscila Sanches de Andrade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1751750640</link>
         <description><![CDATA[<div>Após essa aula com o professor Zabala sobre quando avaliar, percebi que sempre estou avaliando meus alunos, ao observar como estão trabalhando nas atividades que proponho, tanto individualmente, como em grupos na sala de aula. Porém, não considero satisfatório o modo como eu comunico aos alunos suas aprendizagens. Acabo fazendo essa comunicação somente nas devolutivas das avaliações periódicas, sem menção ao processo anterior de aprendizagem. Minha reflexão após ter assistido à aula do professor Zabala é que, como as avaliações criteriais e normativas são parte do processo avaliativo, seria importante fazer uma devolutiva mais sistemática, tanto antes, quanto depois desses tipos de avaliações, deixando claro, para os alunos, seus desempenhos em todo o processo de aprendizagem. Para isso, idealmente, penso ser importante um relatório que o professor faça, por aluno, para ir registrando o percurso de cada um, com cada um dos momentos do processo de avaliação, para que o registro não fique somente na memória do professor. O problema consiste em como fazer isso, com uma quantidade grande de alunos. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 14:05:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 2 - Como avaliar</title>
         <author>massuntacolleta</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1752031434</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas dúvidas foram esclarecidas e alguns conhecimentos foram ampliados na aula 2.</div><div>Pensar que personalização não é sinônimo de individualização foi interessante.&nbsp;</div><div>Foi muito significativa a explicação sobre as competências e seus componentes. Se cada componente precisa ser desenvolvido/ potencializado de uma maneira específica e integrada, a avaliação de cada um também precisa ser diferenciada.&nbsp;</div><div>A análise do processo de uma ação competente foi muito esclarecedora. Avaliar a ação competente é muito complexo!</div><div>&nbsp;</div><div>Atualmente até utilizamos diversas formas de avaliar (inicial, reguladora e final), mas essa utilização não é integrada, é apenas para assegurar uma variedade de formas de avaliar e o que mais inquieta é que apesar de trabalhar com projetos didáticos, o trabalho ainda é pouco centrado no desenvolvimento das competências&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 16:59:03 UTC</pubDate>
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         <title>Quando avaliar</title>
         <author>massuntacolleta</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1752033546</link>
         <description><![CDATA[<div>Avaliar ao longo do processo as ações competentes, o tempo todo, já que o propósito é ajudar e orientar.</div><div>Como organizar observações individuais como base para planejar as ações pedagógicas pensando na classe como um todo, sem descuidar da personalização?</div><div>Como se organiza o grupo de alunos para desenvolver competências, qual movimento metodológico? Pequenos grupos?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 17:00:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Priscila Sanches de Andrade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1752125706</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei interessante a proposta de avaliação criterial, em que as características e possibilidades de cada aluno seriam consideradas na valoração das avaliações. Fiquei pensando em como essa proposta poderia ser implementada no sistema educativo atual, que é seriado e no qual os professores especialistas têm uma grande quantidade de alunos. Acredito que o sistema teria que ser alterado para que essa proposta pudesse ser implementada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 17:33:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luciana Sobral<br>Ouvir o prof. Zabala sobre COMO avaliar nos dá a dimensão da complexidade e da necessidade de se fazer uma discussão mais ampla com toda comunidade escolar. Sem duvida é um processo e é importante perceber, propor, identificar e avaliar fatos, conceitos, procedimentos e atitudes de forma contextualizada , integrada e reflexiva. Sinto que isso já acontece na prática de muitos, mas falta afinar as diferentes formas de compartilhar os resultados com os estudantes. Muitas vezes o professor tem clareza de onde estão as dificuldades, mas não comunica e não ajuda o aluno na superação das mesmas... desafio importante. Acho que trataremos desta comunicação no próximo módulo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 19:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>Como avaliar </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Não podemos perder de vista o que queremos com a avaliação. Ter clareza do que queremos  - selecionar ou orientar - nos dá clareza do como avaliar. Fica claro que não é uma questão de extinguir as provas/🤬 orais ou escritos, mas para que dimensão da competência estes instrumentos servem.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 23:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação das atitudes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Fiquei pensando na grande dificuldade de avaliar componentes atitudinais. Um professor especialista de Física, por exemplo, tem formação psicopedagógica suficiente para interpretar, de maneira eficiente, os diferentes comportamentos dos alunos? (Felipe Bio)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 13:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>Criação de espaços personalizados de trabalho e avaliação dos mesmos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1755158677</link>
         <description><![CDATA[<div>Me pergunto se ao criar um espaço de trabalho personalizado e tendo em vista certas evidências e informações que já disponho a respeito de um aluno, se devo me ater em exercitar somente o que ele não sabe fazer ou se devo criar oportunidades para que ele se autoavalie competente em determinadas habilidades. Ao criar a personalização num trabalho em grupo, por exemplo, posso colocar um aluno que não sistematiza bem ideias para ser escriba. Entretanto, devo fazer isso sempre? Não seria interessante que, se este aluno for competente em apresentações orais, lidere a fala oral de vez em quando e sirva de modelo?<br>Devemos discutir estas diferenças com o grupo todo? <br><br><strong>Gabriela de Oliveira Fonseca</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 19:37:56 UTC</pubDate>
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         <title>O tempo da avaliação e a tomada de notas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1755186340</link>
         <description><![CDATA[<div>Ficou claro que os alunos produzem evidências de seu aprendizado durante todo o processo de ensino caso tenhamos aplicado uma metodologia por competências centrando o fazer no aluno. Entretanto, fico pensando na coleta e sistematização destes dados.&nbsp;<br>Frequentemente nós o fazemos de forma mental, através de bilhetes em produções escritas (sou professora de língua materna), em formato de conversas, através de rubricas, autoavaliações, pautas de correção...<br>Agora, esta coleta muitas vezes não cerca certas habilidades, por exemplo a atitudinal.&nbsp;<br>Durante um trabalho em grupo um dos integrantes se queixa da falta de participação de um aluno. Em geral eu avalio se eu dei oportunidade para que "papéis" tenham sido estabelecidos para cada um dos integrantes ou se eles o fizeram. Normalmente a minha intervenção vem pouco tempo antes da entrega (em geral no dia anterior) e a solução acaba sendo invariavelmente "fracionar o trabalho" para que o aluno que não participa produza uma "parte do Frankenstein". Isso sempre me angustia. Fazer uma autoavaliação a posteriori, ou seja, após a entrega do trabalho, seria uma solução? Como intervir de forma que a mudança de atitude possa vir no meio do processo? Isso seria utópico demais? Converso com o aluno no meio do trabalho mas dependo que o grupo todo me avise do que está ocorrendo ou só consigo fazê-lo se estiver super próxima dele e verificar "falta de entusiasmo". Muitas vezes estamos ocupados solucionando outras questões e isso passa batido. Vou criar etapas avaliativas demais e me sobrecarregar preenchendo fichas de avaliação e não terei tempo de intervir?<br>Dúvida cruel.<br><br>Gabriela de Oliveira Fonseca</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 19:50:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O &#39;como&#39; avaliar e o aparente amálgama entre fatos, conceitos, procedimentos e atitudes</title>
         <author>diegomestrado876</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1755341539</link>
         <description><![CDATA[<div>Fatos, conceitos, procedimentos e atitudes integram-se o tempo todo. Durante a exposição do professor e até mesmo nas atividades propostas, é possível, contudo, distinguir esses componentes. E, na sala de aula? Eles não se pareceriam, muitas vezes, um amálgama? Algo que me inquieta é como, na interação entre professores, alunos e materiais de ensino, esses componentes parecem se misturar. Será que o professor Zabala poderia discutir essa questão? Haveria, assumindo essa hipótese, estratégias para diferenciar um componente do outro? Ou, apesar de haver uma aparente 'mistura', eles, de fato, são claramente distinguíveis e, portanto, podem ser separados 'tranquilamente'?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 21:11:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O &#39;quando&#39; avaliar do professor para o processo de ensino e aprendizagem e/ou para a instituição</title>
         <author>diegomestrado876</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1755353706</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor Zabala faz uma distinção que, a meu ver, é central para se pensar a avaliação e a educação: a avaliação serve para orientar e ajudar os alunos ou para valorar as aprendizagens construídas até certo momento? Entendo que é essa dicotomia, entre outras, que regula vários processos na escola. No fundo, professores precisam avaliar, muitas vezes, considerando essas duas funções sociais. Existe, acredito, em muitos profissionais, o entendimento da avaliação com o sentido de&nbsp;<em>acompanhamento</em>, como um processo informativo das aprendizagens, pautado em evidências. Existe, ainda, outro processo paralelo: a necessidade de valorar a aprendizagem, com fins de seleção e (in)formação às famílias, à comunidade, às secretaria municipais ou redes de ensino. Enfim, me parece que o 'quando' avaliar, como acertadamente sugere o professor Zabala, continuará sendo, ao mesmo tempo, uma junção entre "o tempo todo" (para coletar dados) e "periodicamente" (para valorar o que se aprendeu). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 21:18:42 UTC</pubDate>
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         <title>Outros atores envolvidos no processo avaliativo</title>
         <author>lucianamota</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1757139396</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora o aluno esteja no cerne no processo de avaliação e o professor é um agente muito importante de promoção da aprendizagem, sabemos que a avalição é um processo complexo que envolve muitos outros atores. Como seria a participação desses atores no processo de avaliação e construção de conhecimento por parte de nossos alunos? Como compartilhar essa trilha de aprendizagem com eles?<br>Luciana di Mota Trindade&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 13:29:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1757447930</link>
         <description><![CDATA[<div>O professor Zabala esclarece muito bem o como avaliar por competências, mostrando a importância de se propor situações reais para que o aluno exercite uma aprendizagem significativa e personalizada. A minha pergunta é: Como engajar os professores para que repensem o processo educativo, propondo uma avaliação por competências para a vida?&nbsp;<br><br>Patricia Olmedo Pegoraro&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 14:50:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1757478615</link>
         <description><![CDATA[<div>Para mim, ficou muito claro que a avaliação deve ocorrer em todo o processo de aprendizagem, visando uma educação integral e competências para vida. Como a sua função, nessa perspectiva, é de orientar, nunca selecionar, em quais momentos do processo de aprendizagem propor situações avaliativas para que o professor tenha tempo de “recorrigir a rota”?<br><br>Patricia Olmedo Pegoraro </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-21 14:58:56 UTC</pubDate>
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         <title>Autoavaliação/Autorregulação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1758625137</link>
         <description><![CDATA[<div>Fico muito inquieta com o conceito de autoavaliação e autorregulagem. Consigo palpar a pertinência desses conceitos, mas pergunto-me: "A partir de qual idade o estudante consegue ter consciência para se autoavaliar e autorregular a própria aprendizagem de forma eficiente?". "Como ensinar o aluno a se autoavaliar?" Entendo que essas práticas são significativas para o discente e para o docente. Por meio delas, os dois se tornam parte do processo avaliativo. Quando se olha para o aspecto atitudinal, a autoavaliação se torna vital; pois é fundamental que o estudante volte o olhar para dentro e que identifique seus pontos de superação. A mudança de atitude ou a conquista de uma virtude só é efetiva quando o ser se torna consciente do novo estágio que atingiu, do novo ser que se tornou. Tatiana Veroneze</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 00:21:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julianasaboia</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1759833333</link>
         <description><![CDATA[<div>Da fala do professor, duas frases ficaram martelando na minha cabeça:<br>1) Não existem métodos nem fórmulas. O que existe é reflexão.<br>2) Na vida não nos pedem para DEFINIR as coisas e sim para RESOLVÊ-LAS.<br>Acredito que ambas sejam a síntese do esclarecimento que tive no que concerne ao ato de avaliar debatido no âmbito do quando e do como neste segundo vídeo. Embora aparentemente simples, as frases deram um start na compreensão do caminho possível para avaliar o trabalho com o grupo do qual sou responsável.&nbsp;<br>No entanto, ainda fica a indagação: tendo em vista que o ato de avaliar passa pelo subjetivo, quais estratégias me possibilitam, enquanto professora, autorizar de fato o protagonismo de crianças tão pequenas quanto ao seu próprio processo de aprendizagem?&nbsp;<br>Juliana saboia de Moraes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:24:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julianasaboia</author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1759870037</link>
         <description><![CDATA[<div>Embora esteja claro que a avaliação acontece o tempo todo, ainda que institivamente, a clareza quanto ao que se quer avaliar pode nos dar parâmetros mais certeiros para com as intervenções e devoluções necessárias aos nossos alunos. Faz-se necessário entender essas "pausas" para deixar o olhar mais aguçado dentro do trabalho a que se está desenvolvendo. Tendo em vista que muitas são as competências e habilidades a serem estimuladas/avaliadas, acredito que o <em>quando</em> precisa estar em consonância com cada uma delas. A cada passo dado no trajeto do trabalho, se faz necessário parar para avaliar como cada aluno vem demonstrando seu próprio desenvolvimento de acordo com o planejado pelo professor. E nesse sentido, reflito: os momentos de análise mais aprofundada precisam ser estipulados, sempre, previamente? Explico melhor: tendo em vista que, mesmo tendo uma trilha de aprendizagem/projeto inicialmente pensado, os alunos com os quais trabalhamos muitas vezes redefinem nosso planejamento. Sendo assim, os momentos de avaliação mais in loco podem (e devem) ser revistos. É válido, então, pensar em momentos específicos ou melhor seria que fossemos sentindo o trilhar do trabalho?<br>Juliana Saboia de Moraes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 12:39:13 UTC</pubDate>
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         <title>Gislaine C. Rasi</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1761329692</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais uma vez o professor Zabala traz para a nossa reflexão o seu entendimento sobre como avaliar. " Na vida não vamos definir, vamos aplicar." , " A vida nos 🤬 resolver situações." e " Chegamos a universidade sendo competentes em exames." Desta forma, acredito que devemos refletir não só como avaliar, mas "O que avaliar?".&nbsp;<br>Além disso, o professor sugere, ao discutir os instrumentos de avaliação, uma intencionalidade maior nas nossas observações.<br>Gostaria de saber como é visto a Autoavaliação nesse processo.&nbsp;<br>Obrigada!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-22 23:27:21 UTC</pubDate>
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         <title>Silvana Mansur Assad</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cf_ti1/4f2j4j908uor2emn/wish/1806200247</link>
         <description><![CDATA[<div>Avaliar é sempre a maior questão da educação para mim. Embora tenha ficado claro que a avaliação é contínua e que ela precisa ser diversificada, o maior desafio talvez seja "desmontar uma cultura" da avaliação por conteúdos e como etapa final do processo ensino/aprendizagem; criar uma nova cultura em que a avaliação seja significativa para estabelecer novas rotas, novos caminhos para o processo em curso.&nbsp;<br>Para além disso, penso que o professor reflexivo, ao qual o professor Zabala faz menção, seja o nosso norte, gestores e diretores de escola que pensamos a educação do século XXI.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-10 23:01:19 UTC</pubDate>
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