<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Psicologia  by Inês Teixeira</title>
      <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia</link>
      <description>Textos sobre a ciência que estuda a mente e comportamentos. Espaço de partilha para conheceres um pouco mais de ti e dos outros.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-14 15:19:16 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2021-03-22 14:36:12 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/2728.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Relatório acerca do filme &quot;Still Alice&quot;</title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307519141</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a visualização do filme “Still Alice” concluímos a enorme importância que a memória e a nossa capacidade mental para aprender, saber, falar, tem na nossa vida, sendo mesmo fundamental para conseguirmos viver em sociedade. São raras as vezes que pensamos sobre este assunto, já que para nós, pessoas saudáveis, falar, lembrar, aprender é algo que fazemos com tanta naturalidade e normalidade que nem nos damos conta do quão essenciais são estas capacidades básicas na nossa vida. Tendo por base o filme, conhecemos de perto o caso de Alice Howland, uma professora universitária, altamente instruída e competente, que tinha um enorme gosto por saber e aprender mais, principalmente ensinar e partilhar aprendizagens. Como concluímos através da sua profissão, Alice tinha uma enorme paixão por comunicar. Tinha uma vida estável, um casamento onde o amor e preocupação eram constantes, três filhos que, ao longo dos anos, lhe tinham dado montes de alegrias e momentos felizes. Eram, sem sombra de dúvidas, uma família unida, estável, com uma vida bastante tranquila. Foi, então, mais tarde, que começaram a surgir os primeiros problemas. Alice, que era admiradora de adquirir cada dia mais conhecimento e amante das palavras, começa a sentir que estas lhe fogem da boca. Começam a ser constantes os esquecimentos, chega até a perder-se no seu percurso universidade-casa, casa-universidade, que fazia todos os dias para se exercitar e espairecer. Quando se começa a aperceber, Alice vai ao neurologista, que mais tarde a diagnóstica com Alzeimer Precoce, uma doença de memória bastante rara na faixa etária dos 50 anos, idade da personagem. Para além da ideia de perder todas as suas memórias e conhecimentos a preocupar bastante, Alice vem a descobrir que é uma doença hereditária, isto é, era enorme a probabilidade dos seus tão amados filhos serem também portadores desta terrível doença. </div><div>A Doença de Alzheimer é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas como a memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento entre outras faculdades mentais.</div><div>Apesar de tudo na vida desta professora ter perdido o sentido, esta não desanima. Tenta sempre ir exercitando a sua mente, seja através de jogos de palavras e até mesmo através de perguntas nas notas do telemóvel, que a permitem sempre verificar se ainda se lembra da resposta. Para além disso, Alice preparara um esquema para quando esta se tiver esquecido, por completo, da respostas ás perguntas mais básicas da sua vida: o nome da sua filha e, por exemplo, o seu mês de nascimento. Assim, no momento em que desse conta que já não era mais capaz de responder, esta teria que assistir a um vídeo previamente gravado. O vídeo indicaria o caminho até à sua cómoda, onde ela teria indicações para tomar um recipiente inteiro de comprimidos, para não sofrer mais com a dor de ser mentalmente insuficiente e incapaz. </div><div>Através do testemunho de Alice, temos consciência do quão importantes são estas faculdades mentais no nosso dia a dia. Estas interferem até na nossa fala, que numa fase avançada da doença, deixamos de ter sequer capacidade de o fazer. De facto, a perda parcial ou total da memória interfere bastante no nosso quotidiano e na nossa independência. Como foi possível verificar em certas cenas do filme, Alice chegou a uma fase tão avançada da sua doença onde nem se conseguia orientar na sua própria casa ou até mesmo fazer as mais pequenas e fáceis tarefas do dia a dia, como atar os sapatos ou vestir-se sozinha. </div><div>Como sabemos, a mente é um conceito nuclear da psicologia e consiste num conjunto integrado e dinâmico de processos interdependentes, estando também associados à dimensão comportamental. Assim, sublinho que, todas as nossas ações, comportamentos, emoções estão relacionadas com a nossa mente, como se ela comandasse todo o nosso corpo. Interligados com a mente, temos os 3 conceitos chave: Cognição, emoção, conação. </div><div>Os processos cognitivos são as atividades mentais implicadas na aquisição, compreensão, no processamento e na comunicação da informação. Podemos concluir que sem memória é impossível haver cognição nem aprendizagem. Caso assim fosse, estaríamos sempre a ver o mundo como se fosse a primeira vez. A cognição permite-nos adquirir, tratar e processar informações. É, sem dúvida, com as sensações que começa o nosso conhecimento. A partir disso iremos interpretar essas sensações, organizando-as em objetos identificáveis. À cognição está também ligada a memória, que é um conceito muito abordado no filme. A memória, metaforicamente, funciona como um baú de recordações, e lá dentro conseguimos ver cada uma das nossas experiências de vida, momentos, rostos conhecidos, letras de música, matérias da escola. Não ter memória seria o mesmo que nunca ter aprendido nada. Em termos gerais, a memória pode ser defenida como a capacidade de adquirir e conservar informações do nosso dia a dia, coisas que vamos aprendendo ou vivendo. Assim, concluímos que o conceito de aprendizagem está diretamente relacionado com memória, porque para a memorização acontecer teve que haver uma prévia aprendizagem. Em termos gerais, este conceito designa alteração relativamente estável do comportamento ou do conhecimento devido à experiência, treino, estudo, observação ou prática. Os efeitos do processo de aprendizagem têm de se prolongar no tempo. Não podemos falar de aprendizagem ou memorização sem antes falarmos de percepção. A percepção descreve o ato, efeito ou capacidade de perceber alguma coisa, ou seja a interpretação de certos estímulos visuais, auditivos, onde </div><div>a pessoa em questão adquire algum tipo de informação através dos seus sentidos. Voltando aos processos fundamentais para se dar o processo de memória temos vários momentos e fases em a memorização se desenvolve: primeiro temos a codificação, de seguida o armazenamento, recuperação e, por vezes, o esquecimento. Muitas das vezes, o esquecimento é interpretado pelas pessoas como algo terrível ou até mesmo como uma tragédia, como é o caso da doença de Alice. Porém, o esquecimento ( sem ser em casos de doenças mentais) é algo natural. Esquecer significa uma possibilidade de formar novas memórias, como se umas lembranças fossem dar lugar a outras. Como esquecimento entendemos a incapacidade, permanente ou provisória, de recordar algo que memorizamos. É, de facto, uma condição necessários para a existência de novas memórias, já que possui uma capacidade seletiva que nos permite que uma informação que já não é necessária seja descartada e dê lugar a novos conhecimentos.</div><div>A memória é um conceito bastante complexo, existem vários tipos de memória baseados na organização das nossas lembranças. Por um lado, temos a memória sensorial, que é aquela informação que não prestamos atenção, e se perde facilmente. Caso se dê atenção à informação, ela passa de sensorial para memória a curto prazo. Esta memória, quando não é repetida, perde-se, o que exige da nossa parte uma repetição de manutenção, caso seja o nosso objetivo mantê-la. Por fim, temos a memória a longo prazo, que apesar de alguma informação se poder perder com o passar do tempo, é uma memória mais duradoura e presente. </div><div>Por fim, focando de novo no filme analisado, a doença que Alice teve ( entre outras doenças que afetam este campo mental) podem alterar a percepção que o doente tem de si próprio e do mundo dele, já que com o avançar das limitações a vida do doente muda completamente. A pessoa começa a sentir-se incapaz, frustrada por estar a sentir a doença tomar conta de si e levar com elas todas as memórias e aprendizagens. O doente começa a ser dependente, a ver o mundo de uma forma confusa, não percebendo onde estão, o que estão a fazer. Tudo muda nas suas vidas, os seus hábitos e até mesmo eles próprios. Sem memórias somos só um corpo, porque a nossa personalidade foi-se construindo tendo por base momentos da nossa vida que, para as pessoas com esta doença, vão desaparecendo com o passar do tempo. A pessoa em questão passa a ser apenas um espectador do mundo, observa apenas um mundo sem sentido, sem memórias, um mundo vazio. </div><div>Em suma, uma pessoa sem memória torna-se socialmente inapta, já que, segundo a minha opinião, tudo o que nós somos deve-se às nossas memórias, experiências que passamos e histórias. Sem memória, uma pessoa seria cem porcento incapaz de conviver, conversar, ter relações, porque seria como se nunca tivesse aprendido nada na vida. Com isto concluímos que a nossa memória tem um papel fundamental na nossa personalidade, na pessoa que somos e sem ela não estaríamos capazes de viver sem ajuda ou de nos relacionarmos.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 16:00:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307519141</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Texto sobre a cultura com testemunhos reais</title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307530108</link>
         <description><![CDATA[<div>A cultura é um conceito amplo que está bastante presente no nosso dia a dia e nem nos apercebemos. Quando nos dissecamos o que significa, ao certo, este conceito referimos nos a um conjunto de pessoas que se relacionam entre si e que, de uma forma mais ou menos organizada, convivem umas com as outras, no sentido de encontrar formas adequadas de responder aos desafios do meio. O modo de vida de uma sociedade é o que geralmente nomeamos de cultura.  Desta forma, a cultura representa o património social de um grupo somando padrões , comportamentos, experiências, conhecimentos, atitudes , valores, religião, língua e ate mesmo conceitos do universo. </div><div>Estes valores e crenças vão variando de acordo com a cultura em que estamos inseridos e é dai que temos uma grande variedade de comportamentos entre culturas. </div><div>Estas sociedades comportam-se, pensam e agem de acordo com os princípios que lhes são incutidos desde novos. A este processo através do qual os indivíduos se integraram numa sociedade, interiorizando as suas atitudes, crenças, costumes, valores, normas e modos de agir da-se o nome de socialização. </div><div>Existem dois tipos de socialização, a primária e a secundária. A primeira, a primeira, é bastante importante para a integração de um indivíduo na sociedade e é aí que percebemos como se passa a cultura de um determinado lugar de geração e geração, até ser dado como algo que todos os membros dessa cultura fazem. Esta socialização decorre essencialmente durante a infância e adolescência. Esta tem como principal objetivo a aquisição de um conjunto de comportamentos necessários para uma adaptação às diversas situações do quotidiano. Desde que nascem, as começas são ensinadas a comportar-se  tendo como referência certas normas que a comunidade apresenta e de devem seguir para serem aceites e para se integrarem. Esta aprendizagem vai se adquirido seja através da observação de familiares, professores, ou através da imitação dos mesmos. Desta forma, vamos padronizando as nossas condutas e aprendendo a viver em sociedade, desde a parte da higiene, à linguagem e até mesmo ao respeito. À medida que a criança vai aprendendo, começa a agir de acordo com que lhe é passado e vai começando o seu processo de integração, assimilando diferentes normas, padrões de cultura, modos de proceder e até mesmo formas de nos relacionarmos. Consequentemente, o comportamento individual torna-se previsível e facilmente compreensível por parte dos que o rodeiam. Todos os seres humanos vivem e crescem neste jogo adaptativo que se desenrola ente as suas tendências naturais de resposta com o que a sociedade espera de nós.  Desta forma nascem as as suas formas particulares de ser, estar e pensar. </div><div>Como esta é repassada de geração em geração, muitos lhe dão o nome de herança social. Para além de todos os conceitos acordados em cima, sobre os valores que vai sendo transferidos de pessoa para pessoa, está herança social pode também abranger património material, como por exemplo, casas, monumentos, vestiário e obras de arte. </div><div>Porém, apesar de tudo, essa organização não é uniforme, difere de local para local, o que separa q população mundial em várias culturas. A isso se dá o nome de diversidade cultural, o que distingue o facto de um europeu utilizar talheres na sua refeição e i’m asiático usar pauzinhos, ente outros exemplos concretos e observáveis no decorrer como quotidiano.</div><div>Apesar de existir essa variedade e diferença, não significa que alguma é mais ou menos correta, devendo então existir respeito e empatia com cada uma delas. Essas apreciações e valores variam de uma sociedade para outra. Porém, nos dias de hoje, não é isso que vemos acontecer. São vários os episódios de discriminação e desrespeito para com outras culturas, desde fatores como a religião, a cor de pele ou até mesmo os comportamentos e maneira de ver o mundo.</div><div>  Assim, de forma a analisar este problema, debruçamos-nos sobre a imagem acima retratada que aborda a discriminação para com a religião muçulmana, que diariamente sofre de isenção, por serem associados a um povo perigoso e apelidados de “terroristas”. O desagrado dos muçulmanos levo-os a criar uma petição, provando que, assim como os outros povos, são pessoas normais, e geralmente, como qualquer uma das outras religiões, sem más intenções. Esta petição foi apelidado de “ Não em meu nome”, que resultou da tradução “ Not in my name”. Este movimento deveu-de aos ataques que aterrorizaram Paris e deixaram mais de 100 mortos. Para além de alertarem as pessoas, estes chamaram a atenção da mídia mundial, mostrando o seu lado e provando a facilidade que temos de julgar as pessoas rapidamente diante das adversidades. Afinal, para quem está por fora, é muito fácil culpar o fanatismo religioso pelos ataques, desconhecendo completamente o que prega a religião islâmica. Para contrariar o problema, após o atentado, muçulmanos de todos o mundo uniram-se para mostrar que terrorismo não tem nada a ver com religião. Assim, estes apelaram à sensibilidade das pessoas, reforçando até a ideia que, na sua religião, o maior pecado é matar, isto é, nenhum verdadeiro muçulmano mataria algum ser humano.</div><div>Para provar que a violência não é propagada de nenhuma maneira pela religião Islã , diversos muçulmanos aproveitaram a visibilidade das redes sociais para aumentar a conscientização sobre o assunto e mostrar que o islamismo – e os muçulmanos em geral – não têm culpa pela violência ocorrida na cidade e pelo mundo.</div><div>Realizaram um vídeo que vitalizou na plataforma do youtube e se tornou um assunto muito falado. <a href="https://youtu.be/wfYanI-zJes">https://youtu.be/wfYanI-zJes</a></div><div>De forma a fundamentar a tese apresentada, entramos em contacto com Shadia Salamah, uma jovem muçulmana de 17 anos, que vive no Brasil. A sua revolta para com este assunto levou-a a criar várias plataformas nas redes sociais para alertar os mais jovens sobre estes problemas e discriminações tão urgentes de se falar. Assim, de uma forma divertida e dinâmica, Shadia desmitifica algumas das dúvidas dos seus seguidores acerca da sua religião e dos seus costumes, como por exemplo a utilização do véu a cobrir todo o corpo. Ao conversamos com ela, esta partilhou várias situações onde foi tratada de diferente forma só por ter uma religião distinta. Exemplos esses onde se insere, segundo a jovem, dos mais traumatizastes momentos da sua vida. No ano de 2019, Shadia foi realizar as provas mais importantes de todo o país para a entrada no ensino superior. Essas provas são realizadas nacionalmente com todos os jovens do último ano do secundário, que se reunem num famoso edifico para realizar a tao esperada  prova. Ao entrar na sala, todos os alunos se sentavam naturalmente no seus lugares. Ao contrário deles, a jovem muçulmana não tem a entrada permitida na sala e é encaminhada para as máquinas de detetor de metais e armas. Só por si, este ato chocou Shadia, mas não deu importância, considerando que, talvez por usar o véu, os examinadores suspeitassem que esta guardasse alguma coisa nos seus cabelos. Porém, após ter dado sinal que esta não dispunha de nenhum equipamento perigoso, o instituto de provas exige que a jovem retire o seu Hijab, nome dado ao véu que cobre o cabelo de todas as muçulmanas. Como é óbvio, Shadia recusou este ato, visto que, segundo o Deus que esta acredita, é proibido que qualquer homem que não pertença ao seu agregado familiar veja o seu cabelo, apenas mulheres o podem fazer. Após a recusa da retirada do véu, Shadia é encaminhada para uma sala separada dos outros jovens, onde, na presença de uma examinadora do sexo feminino, foi obrigada, na mesma, a realizar a prova sem o seu Hijab. Para muitos pode parecer algo natural, mas para os muçulmanos é uma enorme falta de respeito e empatia. São várias as pessoas que, muitas vezes por conta de filmes ou séries, vem a mulher muçulmana como uma pessoa oprimida, sem liberdades e direitos. Mas não é bem assim. Apenas as mulheres que querem ter uma relação com Deus é que optam por, após a primeira menstruação, utilizar o Hijab, não sendo algo obrigatório. É uma opção da mulher que é apenas das sua responsabilidade e é apenas um assunto entre ela e Deus. Para estas mulheres, a utilização destas vestimentas cobertas é algo tão natural como nos, europeus, utilizarmos roupa e sapatos.</div><div>Assim, com este episódio da vida de Shadia, conseguimos perceber um pouco do que é a pouca tolerância para com outras culturas. Para muitos, como é para esta jovem, isto é o seu dia a dia.</div><div>Por fim, para terminar esta reflexão sobre este urgente tema da diversidade cultural, consideramos que existe apenas uma opinião acertada para este assunto: o respeito. Para nos, e gostaríamos também que fosse igual para todos, deve predominar o respeito pelo próximo, independentemente da sua cultura, raça, religião e ideias de vida. Todos nós somos humanos e merecemos viver em paz, no fundo, apesar de todas as diferenças, somos todos iguais, devendo-nos respeitar enquanto seres humanos e não como seguidores de uma determinada religião.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 16:06:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307530108</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pequena abordagem à memória</title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307848420</link>
         <description><![CDATA[<div>A memória é, sem sombra de dúvidas,muito importante nas nossas vidas e até mesmo indispensável para vivermos bem, independentes e em sociedade. Como memória queremos expressar a capacidade para conservar e adquirir informações no geral. Por vezes, a memória é comparada a um baú da nossa existência porque ela armazena cada momento da nossa vida, cara conhecidas, nomes, músicas, momentos da nossa vida. Sem ela não seriamos capazes de viver independentes, já que nem nós saberíamos orientar, não sabíamos o que éramos nem o que estávamos a fazer no mundo: Era como se nunca tivéssemos aprendido nada, já que sem ela não conseguiríamos nem falar nem estar conscientes. Como é referido no texto acima apresentado, a memória, que é apelidado de o “elemento chave da mente humana” por todos os motivos até agora referidos, contem “ o passado e o presente num abraço perpetuo(...) e o futuro”. De facto, retomando a ideia apresentada na expressão textual anterior, tudo na nossa vida depende da nossa capacidade de recordar, e essa precessão depende muitas vezes da comparação entre o presente e o passado, que de acordo com a experiência que vivemos nos irá ajudar a tomar decisões no futuro e planear o que está por acontecer. Assim, concluímos que a memória é algo essencial nas nossas vidas, sem ela seriamos apenas um corpo perdido, sem histórias, lembranças, sem absolutamente nada, porque tudo o que somos está armazenado nesse nosso “báu”, a memória.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 18:43:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307848420</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Corpo, o palco das emoções </title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307849961</link>
         <description><![CDATA[<div>O  corpo é, de facto, o palco de todas as emoções que passam por nós, quase como se fosse um espelho que transparece aquilo que estamos a sentir e é impossível disfarçar. Tão impossível que, no texto acima apresentado, António Damásio, compara as emoções a um espirro, já que ambos são quase impossíveis de evitar, é algo muito natural que fazemos. Como emoções entendemos reações intensas porém de curta duração que causam algumas alterações fisiológicas em nós. Essas alterações levam o nosso corpo a demonstrar certos “sinais” que espelham e refletem para quem está connosco o que nos estamos a sentir. Assim, a pessoa ao ver essas alterações em nós poderá também adulterar o seu comportamento connosco, já que essas alterações são visíveis e facilmente reconhecíveis. Como exemplos desses “sinais” que o nosso corpo faz temos a falha na voz, por exemplo quando estamos nervosos, e até mesmo o rosto a corar. Isto desmontar, para quem nos está a observar, que estamos, de facto, ansiosos ou nervosos. São coisas inevitáveis, que não conseguimos controlar, por isso mesmo é que Damásio caracteriza o corpo como o “palco”, porque ele reflete as emoções.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 18:44:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307849961</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sentimentos e emoções </title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307851618</link>
         <description><![CDATA[<div>O sentimento é, de facto, a intelectualização da emoção. Em contexto de sala de aula debateu-se que a paixão, que é uma emoção, muito intensa, e o amor, um sentimento, formavam uma espécie de ciclo entre si, interligam-se e tem uma enorme ligação entre eles. Uma emoção é algo muito intenso, que coloca todas as sensações à flor da pele, que nos causa milhões de coisas fortes ao mesmo tempo. Por outro lado, o sentimento é algo calmo, intimo e privado de cada um. Continua a ser algo forte mas é mais estável e calmo, já não é visível nem público como era na altura em que era uma emoção. Porque a paixão é uma emoção que mais tarde, com o tem curta duração, se torna amor, que funciona como uma intelectualização ou tomada de consciência da forma como certas coisas nos afetam. Assim, diz-se que o sentimento é a intelectualização da emoção porque há medida que interiorizamos os efeitos da  emoção esta vai se tornando mais estável e menos intensa na nossa vida. Este sentimento prolongar-se-há no tempo.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 18:45:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307851618</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Emoção</title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307853073</link>
         <description><![CDATA[<div>A capacidade que o ser humano tem de sentir torna-o irracional. De facto, as emoções interferem muito na nossa maneira de pensar, agir. Para além disso, as emoções tem um papel fundamental no momento em que tomamos decisões, já que antes de decidirmos seja o que for, o ser humano tem como costume fazer uma avaliação previa do que aquela decisão nos pode trazer ou causar, assim podemos ter uma noção do que pode acontecer após tomarmos a decisão. Ao fazermos esse balanço vemos os pontos positivos e negativos e escolhemos aquela decisão que parecer mais agradável para o nosso futuro. Assim, concluímos que as emoções são, de facto, a causa da irracionalidade do ser humano já que este balanço permite ao ser humano aferir e escolher o que será, emocionalmente, melhor para ele.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-14 18:46:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1307853073</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notas do filme &quot;Crash&quot;</title>
         <author>inesteixeiraa</author>
         <link>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1338211697</link>
         <description><![CDATA[<div>Notas do filme:</div><ul><li>Estados unidos </li><li>Uma vida bastante marcada pelo racismo, pela intolerância, pelo medo</li><li>A esposa do promotor desconfia do rapaz que lhe presta um serviço devido à sua aparência , considerando-o um bandido. </li><li>O filme faz-nos refletir sobre os preconceitos raciais, os imigrantes e sobre nossas atitudes diante de estereótipos e ideias pré-formadas sobre o outro.</li></ul><div><br></div><div>Pergunta 1 </div><div>Notamos uma clara referência à intolerância quando  uma batida de carros e gera uma discussão entre uma americana e uma asiática. Ambas se ofendem mutuamente.</div><div>Além disso temos mais exemplos como a empregada mexicana e a descriminação com a doutora negra. </div><div><br></div><div>A certa altura, no filme, também verificamos descriminação por parte de quem sofre descriminação. Temos o exemplo do assalto a pessoas brancas, que segundo um homem negro não havia problema, apenas havia se o assalto fosse feito a pessoas negras.</div><div><br></div><div><br></div><div>As vezes temos imagens e ideias pre feitas na nossa cabeça sobre o aspeto dos outros. No filme verificamos várias vezes isso, onde as personagens ficam com uma ideia de uma pessoa apenas pelo seu aspeto, algo que não é correto de se fazer. Temos o exemplo da esposa do promotor, que desconfia do rapaz que lhe presta um serviço devido à sua aparência , considerando-o um bandido ( pelas suas tatuagens, etc). </div><div>Além disso, em algumas situações em que a jovem se assusta e fica reticente ao ver homens negros, tendo medo e considerando-os perigosos. </div><div><br></div><div>De facto, todos nós temos preconceitos, mesmo que as vezes nem nos consigamos aperceber, porque são coisas que estão demasiado enraizadas e passam de geração e geração. Às vezes nem nos apercebemos que aquilo é, de facto, um preconceito, mas temos que ser inteligentes para os descobrir, identificar e tentar contrariar contrariar.</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-03-22 14:35:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/inesteixeiraa/inespsicoloia/wish/1338211697</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
