<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Meu padlet inteligente by Carolina Nunes</title>
      <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-16 09:08:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-12-18 09:55:50 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Título a “Ode Triunfal” </title>
         <author>mariapilarcosta</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262131227</link>
         <description><![CDATA[<p>A palavra “Ode”, de origem grega, significa “um cântico laudatório de uma pessoa, de uma instituição ou de um acontecimento”. </p><p>Uma Ode, no contexto de Álvaro Campos, é uma composição poética que alterna entre longos e curtos versos brancos sem métrica. Esta surge caracterizada por “Triunfal” pois tem um carácter futurista, retratando as máquinas e a sociedade moderna, características que Campos valoriza. </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-16 09:19:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262131227</guid>
      </item>
      <item>
         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>carolinacannunes</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262133637</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Localização Espacial:</strong></p><ul><li><p><strong>Fábrica</strong> (“À dolorosa luz das grandes lâmpadas elétricas da fábrica”-v.1)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Localização Temporal:</strong></p><ul><li><p><strong>Contexto industrial pós Revolução</strong> (“ […] grandes lâmpadas elétricas da fábrica”-v.1)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Estado de Espírito do “Eu Lírico”</strong> </p><p>Nos versos 1-4, o sujeito poético demonstra um estado de <strong>sofrimento</strong> por estar febril, sendo tal evidente nas citações</p><p>“(…) Tenho febre e escrevo.” (V.2); “(…) Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,” (v.3)</p><p>No entanto, mesmo doente, Álvaro Campos não consegue controlar o impulso de escrever.</p><p><br/></p><p><strong>Ação do Sujeito Poético:</strong></p><ul><li><p><strong>Retratar a beleza da modernidade</strong> (“Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto”-v.3)</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-16 09:21:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262133637</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Traços sensacionistas</title>
         <author>jpsalescaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262150163</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Presença dos cinco sentidos:</p><p><br/></p><p>Olfato: “A todos os perfumes de óleo (…)”</p><p>Tato:  “Poder, ao menos, penetrar-me fisicamente de tudo isto, / rasgar-me todo, abrir-me completamente (...)"</p><p>Audição: “(…) oásis de inutilidades ruidosas (…)”</p><p>Paladar: “Tenho os lábios secos (…)”</p><p>Visão: “À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica (…)”</p><p><br/></p><p>Além da representação dos cinco sentidos na sua individualidade, existe também a representação destes em simultâneo, a que se dá nome de sinestesia. Um exemplo de tal relação é o seguinte: "Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando, / Fazendo-me um acesso de carícias ao corpo numa só carícia à alma."</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-16 09:37:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262150163</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conclusão </title>
         <author>mariapilarcosta</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262158413</link>
         <description><![CDATA[<p>“Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!”</p><p><br></p><p>O último verso do poema “Ode Triunfal”, remete-nos para o entusiasmo profundo com que Álvaro Campos vê, desejando sentir profundamente, a civilização tecnológica. Não obstante, tal exclamação também nos remete para a inviabilidade desse desejo. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-16 09:46:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262158413</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Traços disfóricos</title>
         <author>jpsalescaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262171032</link>
         <description><![CDATA[<p>Momentos:</p><p><br></p><p>“Na nora do quintal da minha casa</p><p>O burro anda à roda, anda à roda,</p><p>E o mistério do mundo é do tamanho disto.</p><p>Limpa o suor com o braço, trabalhador descontente.</p><p>A luz do sol abafa o silêncio das esferas</p><p>E havemos todos de morrer,</p><p>Ó pinheirais sombrios ao crepúsculo,</p><p>Pinheirais onde a minha infância era outra coisa</p><p>Do que eu sou hoje...”</p><p><br></p><p>Temas:</p><p><br></p><p>A nostalgia da infância</p><p>A efemeridade da vida</p><p>O mistério da existência</p><p>A monotonia da vida</p><p><br></p><p>Simbolismo:</p><p><br></p><p>A evocação do passado permite ao poeta fazer um contraste entre a simplicidade da sua vida antiga, da infância, e o caos associado à civilização moderna.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-16 09:58:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3262171032</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Recursos expressivos/estilísticos/ linguísticos </title>
         <author>jpsalescaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3266118239</link>
         <description><![CDATA[<p><br>Aliteração: "Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!"</p><p>Neologismo: “ferreando”</p><p>Metáfora : "Frutos de ferro e útil da árvore-fábrica cosmopolita!"</p><p>Gradação : “ó bonecos da montra&nbsp; , ó manequins , ó última figura,”</p><p>Empréstimo:”canadian pacific “</p><p>Enumeração: “"Ó tramways, funiculares, metropolitanos,<br>Roçai-vos por mim até ao espasmo!"</p><p>Onomatopeia:”r-r-r-r-r-r-r”</p><p>Apóstrofe: "Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!</p><p>Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!"</p><p>Pontuação :”!”</p><p>Anáfora:”Eh-lá, eh-lá, eh-lá, catedrais!</p><p>Eh-lá, eh-lá, eh-lá, fábricas!"</p><p>Metáfora:</p><p>"Eu podia morrer triturado por um motor / Com o sentimento de deliciosa entrega duma mulher possuída."</p><p>Interjeição: "Ah!"</p><p>Sinestesia: "E os meus nervos dissecados fora"</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-18 09:20:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3266118239</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Estrutura externa</title>
         <author>jpsalescaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3266130502</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Classificação da composição poética - Ode </p><p>Classificação estrófica - Irregularidade estrófica</p><p>Classificação métrica - Irregularidade métrica</p><p>Classificação rimática - Presença de versos brancos ou livres</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-18 09:31:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3266130502</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Traços futuristas</title>
         <author>jpsalescaldeira</author>
         <link>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3266131821</link>
         <description><![CDATA[<p>Cântico da era moderna e do progresso:</p><p>“Entre maquinismos e afazeres úteis!”</p><p><br></p><p>Fusão de todas as eras no momento presente:</p><p>“Porque o presente é todo o passado e todo o futuro”</p><p><br></p><p>Fusão do eu com a máquina:</p><p>“Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!</p><p>Ser completo como uma máquina!”</p><p><br></p><p><br></p><p>Fusão de todos os génios nos maquinismos:</p><p>“E há Platão e Virgílio dentro das máquinas e das luzes eléctricas</p><p>Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão,</p><p>E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinquenta”</p><p><br></p><p>Universalidade:</p><p>“Actividade internacional, transatlântica, <em>Canadian</em>-<em>Pacific!</em></p><p>Luzes e febris perdas de tempo nos bares, nos hotéis,</p><p>Nos Longchamps e nos Derbies e nos Ascots,</p><p>E Piccadillies e Avenues de L’Opéra que entram</p><p>Pela minh’alma dentro!”</p><p><br></p><p>Nova concepção de Beleza:</p><p>“Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,</p><p>Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.”</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-12-18 09:33:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/carolinacannunes/4eezd8zrp5g8ymmi/wish/3266131821</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
