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      <title>Realismo e Naturalismo by Giselly Carvalho De Souza</title>
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      <pubDate>2024-06-01 01:44:15 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico </title>
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         <description><![CDATA[<p>O <strong><mark>Realismo</mark></strong> nasceu em meados do século XIX como uma espécie de reação ao artificialismo romântico, que era visto como uma representação da elite burguesa da época que deixava de lado a realidade da classe média e dos pobres nas sociedades. O Realismo surgiu como uma onda de oposição à subjetividade e ao individualismo da tendência artística anterior, o romantismo. Com a intenção de fazer da arte uma representação fidedigna e verossímil da realidade, escritores, pintores, escultores, músicos e dramaturgos privilegiaram a objetividade em suas obras, atentos à veracidade das situações cotidianas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 01:47:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>00001135975139sp</author>
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         <description><![CDATA[<p>As principais características do realismo literário estão relacionadas com a capacidade de demostrar a realidade da maneira mais verossímil possível. São elas:</p><p><br/></p><p>•"Valorização da objetividade e dos fatos.</p><p><br/></p><p>•Impessoalidade, apagamento das ideias do autor.</p><p><br/></p><p>•Descrições de tipos sociais ou situações típicas.</p><p><br/></p><p>•Fim das idealizações: retratos de adultério, miséria e fracasso social.</p><p><br/></p><p>•Prevalência das formas do romance e do conto.</p><p><br/></p><p>•Frequentes críticas às hipocrisias da moralidade da nova classe dominante, a burguesia.</p><p><br/></p><p>•Aceitação da realidade tal como ela é, em oposição aos anseios de liberdade dos românticos.</p><p><br/></p><p>•Esteticismo: linguagem culta e estilizada, escrita com proporção e elegância.</p><p><br/></p><p>•Tentativa de explicar o real, recorrendo muitas vezes à ciência ou ao determinismo.</p><p><br/></p><p>•Abordagem psicológica das personagens como composição da realidade que veem"</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 01:51:15 UTC</pubDate>
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         <title>3 obras</title>
         <author>00001135975139sp</author>
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         <description><![CDATA[<p>•<strong>Memórias póstumas de Brás Cubas(1880)</strong></p><p>é o primeiro romance realista de <mark>Machado de Assis</mark>. Essa obra, que inaugurou o realismo no Brasil, em 1881, é narrada por Brás Cubas, narrador-personagem que, após a morte, decide escrever suas memórias. Com muitos capítulos curtos e de forma não linear, o protagonista, representante da elite burguesa carioca do século XIX, narra a sua trajetória desde o nascimento até a morte, tendo como fio condutor o seu relacionamento extraconjugal com Virgília, casada com Lobo Neves.</p><p><br/></p><p>•<strong>O Crime do Padre Amaro(1875)</strong></p><p>é uma das obras do escritor português <mark>Eça de Queirós</mark> mais difundidas por todo o mundo. Trata-se de uma obra polêmica, que causou protestos da Igreja Católica, ao ser publicada em 1875, em Portugal. Trata do romance entre Amaro e a jovem Amélia, que surge num ambiente em que o próprio papel da religião é alvo de grandes discussões e a moralidade de cada um é posta à prova. Enquanto a trágica história de amor se desenvolve, personagens secundários travam instigantes debates sobre o papel da fé. Ao chegar como novo pároco à cidade, Amaro passa a frequentar a casa de Amélia. Ambos nutrem uma paixão que não pode ser consumada devido à batina. A solução encontrada foi o encontro às escondidas. Esse caso resulta numa gravidez inesperada, que é a causa da morte de Amélia. Após sua morte, Amaro vai embora da cidade, mas não abandona a batina.</p><p><br/></p><p>•<strong>O Mulato(1881)</strong></p><p>é uma obra do escritor naturalista <mark>Aluísio de Azevedo</mark>. Foi publicada em 1881 inaugurando o movimento naturalista no Brasil.</p><p>O nome do livro faz referência a seu protagonista, um mulato bastardo que nasceu numa fazendo no nordeste do país. A trama se passa em Belém, no Pará, e segue a vida de Raimundo, um jovem mulato de origem humilde que anseia ascender socialmente e conquistar seu lugar na sociedade. A história aborda os desafios que Raimundo enfrenta devido à sua origem racial, incluindo o preconceito e a discriminação.</p><p><br/></p><p>O enredo se complica ainda mais quando Raimundo se apaixona por Ana Rosa, uma jovem branca da alta sociedade. A relação entre os dois é marcada por desafios e tensões raciais, refletindo a complexa dinâmica social da época.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-01 03:31:08 UTC</pubDate>
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         <title>Autores </title>
         <author>00001135975139sp</author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>Brasil</mark></p><p><br/></p><p><strong>• Machado de Assis (1839-1908) </strong>Machado de Assis influencia é considerado um dos mais importantes escritores da literatura brasileira.</p><p><br/></p><p>Sua obra marca a inovação do romance e apresenta técnicas apuradas de conto e crônica. Foi a sua obra, Memória Póstumas de Brás Cubas, publicada em 1881, que marco o início do Realismo no Brasil.</p><p><br/></p><p>Também foi o autor de Quincas Borba, Dom Casmurro, além de Esaú e Jacó.</p><p><br/></p><p><strong>• Raul Pompéia (1863-1895)</strong></p><p> Sua mais importante obra é, contudo, O Ateneu, publicada em 1888. Narrado em primeira pessoa, o romance autobiográfico o consagra como escritor. Raul Pompeia suicida-se na noite de Natal, em 1895.</p><p><br/></p><p> • <strong>Aluísio Azevedo (1857-1913).</strong></p><p><strong> </strong>Sua obra, O Mulato, publicada em 1881, é considerada a marca do Naturalismo no Brasil, embora o romance também seja enquadrado no movimento Realismo.</p><p><br/></p><p><mark>Portugal</mark> </p><p><br/></p><p><strong>• Antero de Quental (1842 - 1891)</strong></p><p>A produção poética de Antero de Quental é apresentada em três momentos, todos ligados à trajetória de vida do autor.</p><p><br/></p><p>As primeiras poesias são anteriores à Questão Coimbrã e ainda refletem o modelo romântico. Já os poemas "Odes Modernas" são denominados como um marco em sua obra e apontam uma fase de poesia revolucionária com forte influência do movimento em Coimbra.</p><p><br/></p><p>O livro mais revelador de Antero de Quental é "Os Sonetos", definidos pela crítica literária como tecnicamente perfeitos e lógicos.</p><p><br/></p><p><strong>• Eça de Queirós (1845 - 1900)</strong></p><p>A fase realista de Eça de Queirós é marcada pela trilogia "Cenas da Vida Portuguesa", com as obras "O Primo Basílio", "Os Maias" e "O Crime do Padre Amaro".</p><p><br/></p><p>Nas obras, o autor monta um painel da sociedade portuguesa e retrata os múltiplos aspectos da vida cotidiana: a cidade provinciana, a influência do clero, a pequena e a média burguesia de Lisboa, os intelectuais e a aristocracia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 03:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto Histórico </title>
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         <description><![CDATA[<p>O <mark>naturalismo</mark> surgiu na Europa, no século XIX. O marco de fundação dessa nova estética foi a publicação do livro A origem das espécies, de Charles Darwin. Esse livro provocou polêmica, pois contrariava o pensamento que vinha sendo defendido até então, ou seja, o criacionismo. Dessa forma, em oposição à ideia de que a humanidade era uma criação divina, Darwin comprovou que, assim como os outros seres vivos, o ser humano é resultado de um processo de evolução.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 04:18:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[<p>O naturalismo é considerado uma evolução do realismo e apresentava as seguintes características:</p><p><br/></p><p>•A ciência era usada como instrumento de análise e compreensão da sociedade.</p><p><br/></p><p>•As personagens eram vítimas do determinismo: condicionadas por sua raça, meio e momento histórico em que viviam.</p><p><br/></p><p>•A análise psicológica realista tornou-se menos importante, com prevalência das motivações biológicas.</p><p><br/></p><p>•Com base na ideia de que o ser humano é um animal comandado por instintos, as personagens eram construídas nessa perspectiva.</p><p><br/></p><p>•O instinto sexual sobressaiu-se a todos os outros, em oposição à capacidade racional das personagens.</p><p><br/></p><p>•As classes mais pobres tornaram-se protagonistas, objeto de análise do escritor naturalista.</p><p><br/></p><p>•Em condições subumanas de vida e de trabalho, as personagens perderam a humanidade e foram dominadas por seus instintos animais.</p><p><br/></p><p>•As obras apresentaram uma sexualidade explícita, o que chocou o público romântico.</p><p><br/></p><p>•A mulher foi tratada como histérica; a pessoa negra, como inferior; e o indivíduo homossexual, como doente.</p><p><br/></p><p>•Zoomorfização: características de animais foram associadas a ser</p><p>es humanos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 04:23:25 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p><mark>Brasil</mark></p><p><br/></p><p>Os principais Autores do naturalismo no Brasil, são eles:</p><p><br/></p><p><strong>• Adolfo Caminha (1867-1897).</strong></p><p> Em 1895, publicou seu livro mais famoso — Bom-Crioulo —, uma obra que gerou polêmica, pois a temática é a homossexualidade masculina.</p><p><br/></p><p>No entanto, o autor escreveu uma obra de cunho racista e, principalmente, homofóbica, como é possível verificar em sua resposta às críticas, no artigo “Um livro condenado”, publicado, em 1896, na Nova Revista, onde afirma-se que, em Bom-Crioulo, “se estuda e condena o homossexualismo”. </p><p><br/></p><p><strong>• Júlia Lopes de Almeida (1862-1934). </strong>A romancista é considerada, por alguns estudiosos, como uma feminista, pois defendia a educação para as mulheres, o divórcio e o direito ao voto, além de refletir sobre o lugar da mulher no campo artístico. Assim, no início do século XX, a escritora experimentou a fama devido a seus textos e suas palestras<strong>. </strong>Escreveu romances com traços realistas e naturalistas, como A falência, sua obra mais conhecida. Assim, foi uma bem-sucedida escritora, que defendeu a educação para as mulheres, o divórcio e o voto feminino.</p><p><br/></p><p><strong>• Aluísio Azevedo (1857-1913).</strong></p><p><strong> </strong>Autor de romances impactantes, como O mulato, O cortiço e Casa de pensão, é considerado o mais importante representante do naturalismo brasileiro. Estudioso de teorias científicas em destaque na segunda metade do século XIX, o escritor, que também foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, construiu seus romances aplicando conceitos positivistas e deterministas.</p><p><br/></p><p>Tal aplicação resultou na constituição de personagens cujas ações no enredo são concebidas como frutos do meio geográfico em que acontecem, sendo esses personagens, por vezes, levados a atitudes animalescas. Além da aplicação de uma abordagem científica nos enredos, observa-se um forte teor de crítica às desigualdades sociais, o que torna a obra de Aluísio Azevedo um duro retrato da realidade brasileira.</p><p><br/></p><p><mark>Portugal</mark> </p><p><br/></p><p>Os principais Autores de Portugal, são eles:</p><p><br/></p><p>•<strong>Francisco Teixeira de Queirós</strong> <strong>(1848-1919)</strong></p><p>O Naturalismo emergente no início da sua carreira literária determinou a escolha de explicações científicas para a caracterização das suas personagens, sem que o autor tenha incorrido em certa rigidez de escola praticada por outros escritores seus contemporâneos. Assim, em <em>Amor divino</em>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dp.uc.pt/conteudos/corpus-de-ficcionistas-a-a-z/item/247-rosaria">Rosária </a>é elevada pelo povo à categoria de santa devido à ínfima necessidade de nutrição que mostrava; em<em> Os noivos</em>, explora a temática do adultério feminino, influenciado pela fraqueza moral, tema que repetirá em<em> Cartas de amor</em>, apresentando outro pretexto para a infidelidade – a imaturidade da esposa. Focado na vida política portuguesa, temática que ressurge em <em>O grande Homem</em>, o romance protagonizado por <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dp.uc.pt/conteudos/corpus-de-ficcionistas-a-a-z/item/244-salustio-nogueira">Salústio Nogueira</a> conta a história de um arrivista provinciano que atinge os seus intentos de ascensão por meio de esquemas que lhe garantem destaque social e uma pasta de ministro.</p><p><strong>• Júlio Lourenço Pinto (1842-1907):</strong> </p><p>A sua estreia literária aconteceu, aliás, em <em>O Comércio do Porto</em>, onde manteve uma crónica intitulada «Revistas semanais» durante dois anos.</p><p>Publicou em 1879, <em>Margarida</em>, primeiro romance de um conjunto de títulos sob a designação genérica «Cenas da vida contemporânea», a que se seguiram <em>Vida atribulada</em> (1880), <em>O Senhor Deputado</em> (1882), <em>O homem indispensável</em> (1883) e <em>O Bastardo</em> (1889). As «Cenas da vida contemporânea» tiveram, como outras séries coevas, o intuito de retratar a sociedade portuguesa, fazer a sua crítica e a “exaltação de um ideal de vida” (Reis <em>et alii</em>, 2001: 257), motivos repetidos em <em>Esboços do natural</em>, livro de recolha de contos anteriormente surgidos em periódicos.</p><ul><li><p><strong>Abel Botelho (1854-1917)</strong>.</p><p>Em 1891, Abel Botelho inicia o estudo da sociedade portuguesa na série "Patologia Social", que deveria ser o exame exigente e científico dos males gerais que infestavam Portugal, sobretudo Lisboa, capital e centro urbano de maior prestígio. O primeiro é O Barão de Lavos (1891), supostamente o primeiro romance em português com um enredo homossexual. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 04:35:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong><em>A carne</em> (1888)</strong></p><p> É o título do principal romance de <mark>Júlio Ribeiro</mark>, escritor naturalista brasileiro, patrono da cadeira 24 da Academia Brasileira de Letras. Abordando temas polêmicos para a época, o autor granjeou com esta obra grande polêmica, em especial com o clero católico. Afora a questão moral, também traz referência ao impacto causado pela obra de Charles Darwin nas pessoas comuns.</p><p>Narrando uma paixão proibida, versa sobre assuntos que apenas no final do século XX passaram a ser legalizados no Brasil – como, por exemplo, o divórcio. O livro conta a história de Lenita, uma jovem inexperiente, que tem um romance com um homem separado da esposa, Manuel Barbosa.</p></li><li><p><strong><em>Bom-Crioulo</em> (1895)</strong></p><p>É um romance de <mark>Adolfo Caminha</mark> publicado em 1895, considerado por alguns como um dos primeiros romances sobre homossexualidade da história de toda a literatura ocidental. A obra gira em torno da relação amorosa de um casal constituído por dois homens, o que era inacreditável e inaceitável para a época. Um fato é que aquele era um período essencialmente regulatório, com ideais e valores fundamentados no patriarcado e no conservadorismo. Por essa razão, a obra recebeu críticas predominantemente negativas, sendo atribuído a ela o teor de transgressora e abominável. É certo que muitas dessas críticas eram respondidas anonimamente pelo próprio autor, que publicava cartas abertas em jornais defendendo a sua narrativa.</p></li><li><p><strong><em>A falência</em> (1901)</strong> </p><p>É um romance realista-naturalista de <mark>Júlia Lopes de Almeida</mark>. Conta a história de Camila, uma mulher que, após o suicídio do marido, precisa enfrentar a pobreza. Conta a história de Camila, uma mulher burguesa, casada com Francisco Teodoro (um rico empresário) e amante do doutor Gervásio. No entanto, com a falência e o posterior suicídio do marido, ela precisa recomeçar.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-02 04:53:33 UTC</pubDate>
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