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      <title>Remontagem Fotográfica_Poéticas do Corpo I 2021/02 by Paola Vasconcelos</title>
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      <description>A partir da pesquisa do artista da dança ou obra coreográfica e crie uma remontagem fotográfica. Postando no Padlet a foto original e a remontagem adaptada por vocês. (percebam o figurino; a luz; a movimentação e criem a partir dos seus corpos). Não esqueçam de postar o nome de vocês. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-02 21:24:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ariane Marins de Figueiredo da Conceição </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Me inspirei no musical "Chicago", dirigido e coreografado por Bob Fosse, mais especificamente na personagem Velma Kelly durante a performance de "All that jazz".<br>&nbsp;A imagem escolhida é da montagem brasileira 2022, onde a protagonista é interpretada pela atriz Emanuelle Araujo.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 18:58:03 UTC</pubDate>
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         <title>Marcos Wallas de Almeida Macieira Mantovani</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Dança Cigana<br><br>Estudos apontam a Índia como berço do povo Cigano, porém como sua história é ágrafa, o povo Cigano passa a ter na sociedade um lugar de mistério e obscuridade.<br>Podemos dizer que o povo Cigano usa sua dança como manifestação de espiritualidade, para exaltar o divino e os elementos da natureza. É mais que uma dança, é uma expressão de um povo.<br>Existem várias formas de dança Cigana, representando sempre Elementos da Natureza e o que eles trazem consigo. Abaixo, vou apontar brevemente danças, seus elementos e objetos usados para que esses Ritos dançantes aconteçam.<br><br>Danças do Elemento AR: Pode ser usado um Leque, ou um Véu, ou um Lenço, ou um Xale. Cada objeto desse também trás uma representação e um significado. Dentre eles, amor, sensualidade, limpeza, sedução, romantismo, poder, leveza do corpo, união, casamento, prosperidade, mistério e magia.<br><br>Dança do Elemento FOGO: Usa-se Tochas na composição da dança, ela representa purificação e limpeza pelo fogo.<br><br>Dança do Elemento TERRA: Usa-se Rosas na composição da dança, ela representa amor, beleza, conquista, sedução e sensualidade.<br><br>Dança do Elemento ÁGUA: Nesta dança faz o uso de Fitas Coloridas, elas representam as lágrimas (de alegria ou de tristeza), limpeza e infantilidade.<br><br>Danças de TODOS elementos: Pode ser usado um Pandeiro, ou Sete Véus nas cores do arco-íris, ou a dança livre com o seu Corpo representando e fazendo movimentos dos elementos. Eles trazem a representação de amor e sensualidade, magia e limpeza do ambiente, alegria, festa, espanta maus espíritos e energias negativas.<br><br>Danças dos Elementos AR e TERRA: Usa-se na dança um Punhal, ou Espadas. Eles representam lutas, guerras, batalhas, limpeza do ambiente e do corpo.<br><br>Além de toda simbologia que a Dança Cigana trás, ela nos permite criar consciência corporal, trazer equilíbrio e mudanças energéticas, faz a expressão dos sentimentos, dentre outros, além de externar uma cultura linda e quase pouco conhecida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 16:19:28 UTC</pubDate>
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         <title> David Teixeira da Silva</title>
         <author>dteixeira9</author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma companhia de <em>dança contemporânea brasileira</em> de renome internacional <strong>criada em 1975</strong> em Belo Horizonte, Minas Gerais.&nbsp;</div><div>A companhia foi fundada por <strong>Paulo Pederneiras</strong> (diretor-geral), <strong>Rodrigo Pederneiras</strong> (inicialmente bailarino e depois coreógrafo), <strong>Pederneiras, Marisa Pederneiras e Izabel</strong>. <strong>106 bailarinos</strong> passaram pelo Corpo em <strong>45 anos</strong> de história.</div><div><br>O primeiro espetáculo desenvolvido pelo <strong>Grupo Corpo</strong> foi <strong>Maria Maria, apresentado</strong> em 1976 com a música de <strong>Milton Nascimento</strong>. O espetáculo, com coreografia de <strong>Oscar Araiz</strong> e roteiros de <strong>Fernando Brant</strong> foi um grande sucesso sendo encenado em <strong>14 países, ficando em cartaz no Brasil até 1981.</strong></div><blockquote>A década de 1990 foi muito promissora para o <strong>Grupo</strong> <strong>Corpo, </strong>transitando pelo "erudito e o popular" a companhia ganhou destaque internacional, além de promover parcerias com artistas contemporâneos.<br><br></blockquote><div>Na mesma época o grupo foi convocado como companhia residente na <strong>Maison de La Danse </strong>em Lyon, na França, permanecendo por cinco anos consecutivos com os repertórios<strong> Bach,</strong><strong><em> </em></strong><strong>Parabelo</strong><strong><em> </em></strong>e<strong> Benguelê </strong>– este último com trilha sonora de <strong>&nbsp;João Bosco</strong>. <strong>Sete ou Oito Peças para um Ballet</strong>, de 1994, traz composições de <strong>Philip Glass</strong>; <strong>Arnaldo Antunes</strong> trouxe o pop urbano para o espetáculo <strong>O Corpo</strong>, 2000; <strong>Santagustin</strong>, de 2002 tem <strong>Tom Zé</strong> na trilha sonora, Tom Zé, <strong>Lecuona</strong>, de 2004, inspirada em treze canções de amor do cubano <strong>Ernesto Lecuona</strong>, também é outro destaque. Os versos de <strong>Luís de Camões</strong> e <strong>Gregório de Mattos</strong> ganham movimento numa parceria entre<strong> José Miguel Wisnik</strong> e <strong>Caetano Veloso</strong> no espetáculo ``Onqotô'', de 2005.</div><div><br></div><div>O mestre <strong>Lenine</strong> também compartilha sua sonoridade em <strong>Breu</strong>, de 2007 e mais tarde em <strong>Triz</strong> de 2013. Em 2009, o espetáculo <strong>Imã</strong> ganha acordes dos músicos <strong>Moreno</strong>, <strong>Domenico</strong> e <strong>Kassin. </strong>&nbsp;<strong>José Miguel Wisnik</strong> permanece assinando as trilhas da companhia, trazendo mais parcerias musicais e releituras: ao lado de <strong>Carlos Nuñez</strong> em 2011 o <strong>Grupo Corpo</strong> estreia o espetáculo <strong>Sem Mim</strong>, apresentando canções medievais de <strong>Martín Codax</strong>.<br><br></div><div>quando o assunto é dança, o Grupo Corpo é a principal referência. Fundada em Belo Horizonte no ano de 1975, em um contexto desfavorável, pelas imposições e limites da ditadura militar e pelo fato de não estar localizada no que era (e ainda é, em muitos aspectos) considerado o centro produtivo de cultura do país, a companhia contrariou as previsões e escreveu uma trajetória vitoriosa. Com mais de 30 coreografias e mais de 2 mil récitas na bagagem, o <strong>Grupo Corpo</strong>, mantém hoje cerca de 10 balés em repertório, fazendo uma média de 70 récitas anuais, além de se apresentar pelo mundo inteiro. México, Canadá, Islândia, Líbano, França, Japão, Itália, Cingapura e Coréia do Norte são alguns dos países por onde a companhia já passou.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 19:11:01 UTC</pubDate>
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         <title>Welson Coutinho Júnior</title>
         <author>welsoncoutinho</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Introdução</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong>É com um grande prazer que venho falar uma pouco da Deborah Colker. O único contato que tive com o trabalho/arte dela foi no Rio de janeiro; em uma apresentação incrível que não saberia dizer ser era moderno, clássico ou contemporâneo – No teatro municipal. Sabe o porquê falo isso? Falar da Deborah, é falar sobre corpo, espaço e sobre limites – Se é que ele/limite existe em suas coreografias. Posso chamar de uma maneira melhor, expressão corporal. Foi uma aula de <strong>expressão corporal</strong>. &nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp; Não foi só um espetáculo que tive a chance de assistir, mas sim, a oportunidade de ver pessoas entregues ao palco, a vida e a arte.&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Welson Coutinho Jr.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Deborah Colker</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;Nascida no Rio de janeiro, Deborah Colker se dividiu entre os estudos de piano clássico e seu esporte favorito; o voleibol. A corégrafa iniciou sua carreira como bailarina do Coringa, grupo que fez história no Rio de Janeiro.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Em 1984, a convite da atriz Dina Sfat que possuí contornos mitológicos, deu início a um novo projeto de carreira que marcaria seus próximos dez anos; como diretora de movimento. Ela fazer um grande marco na TV com a criação dos movimentos dos bonecos-cachorros da Rede Globo, programa infantil chamado TV Colosso (Rede Globo, 1990).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Antes de fundar sua própria academia de dança - que possui seu nome Deborah Colker, trabalhou com videoclipes, moda, circo e o showbiz. Ela teve o privilégio de assinar seu nome na história do samba do Rio de Janeiro; como responsável pela coreografia das comissões de frente de diversas escolas de samba; como Mangueira, Unidos do Viradouro e a mais atual, Imperatriz Leopoldinense. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Uma mulher que é capaz de montar um espetáculo para o mundo, como, a Copa do Mundo em 2006, na Alemanha, e as Olimpíadas do Rio 2016. As Olimpíadas do Rio foi muito marcante para sua história, pois através de toda sua bagagem, pode mostrar ao mundo a história do Brasil com elementos únicos e característicos dela como coreógrafa.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Podemos resumi-la em uma palavra: EXPRESSÃO!!</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Uma mulher capaz de falar em todas as línguas com uma simples expressão (seja facial ou corporal).</div><div>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Elementos Característicos&nbsp;</strong></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Ela possui características marcantes em suas coreográficas. Gosta de usar o limite físico de cada bailarino; unindo passos clássicos a manobras de ginastas. Tudo isso para nos deixar surpreendido com é a ideia do ideal: ESPETÁCULO. Tudo isso nos deixa uma aula de limites e espaços.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Fontes de pesquisa:</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><a href="https://www.ciadeborahcolker.com.br/deborahcolker">https://www.ciadeborahcolker.com.br/deborahcolker</a></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-09 20:28:32 UTC</pubDate>
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         <title>Naiana Monteiro Tavares Vianna</title>
         <author>vnaiana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu intuito era escolher alguém que eu me sentisse representada e que representasse o Brasil e Campos de alguma forma, comecei as minhas pesquisas e quando encontrei a <strong>Mercedes Baptista</strong>, não tive dúvidas que seria ela. <br><br>A primeira dificuldade que encontrei foi achar registros de obras/espetáculos, que ela tenha participado. Foi nesse momento que me deparei com o espetáculo <strong>“Raízes Africanas”</strong>, apresentado pela Companhia de Dança Afro, de Marlene Silva. (coreografado e dirigido pela Mercedes Baptista) A segunda dificuldade foi para remontar, nesse espetáculo, a coluna e os braços são utilizados constantemente, e para entrar no clima da performance, eu tentei ir reproduzindo alguns movimentos (o que foi desafiador), para depois disso, tirar a foto. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-16 20:03:31 UTC</pubDate>
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         <title>Camila Lamonica</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>Na minha pesquisa me inspirei na coreografia do Ryan Heffington, um dançarino e coreógrafo americano. Ele foi indicado ao Grammy Awards por coreografar&nbsp; " Chandelier " (2014) de Sia (cantora, compositora, produtora, diretora, roteirista e dubladora australiana), ganhando também um VMA Award.</strong></div><div><strong><br>A primeira vez que vi essa coreografia fiquei muito instigada pelos movimentos incomuns e expressividade corporal da Maddie Ziegler , que além de dançarina, atriz, modelo, dubladora, autora norte-americana é afilhada-estrela da Sia.</strong></div><div><strong><br>O clipe Chandelier teve como uma das maiores influencias da dança contemporânea, a Alemã Pina Bausch, responsável pela criação do gênero ”dança-teatro” na Alemanha e no mundo. Bausch foi uma coreógrafa, dançarina, pedagoga de dança e diretora de balé alemã, conhecida principalmente por contar histórias enquanto dança, suas coreografias eram baseadas nas experiências de vida dos bailarinos e feitas conjuntamente.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-02 03:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>Emanuelly Paes</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tenho um imenso amor por esse musical e pelas coreografias de Bill T. Jones, que ganhou um Tommy pelo Despertar da Primavera, peça que me iniciou no mundo do Musical.&nbsp;<br>A imagem escolhida é apenas uma representação da protagonista Wendla e sua música mais famosa "Mama who bore me?" (Mamãe me explica), pois esse musical possui diversas representações pelo mundo, inclusive aqui no Brasil, com Malu Rodrigues.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-22 20:41:14 UTC</pubDate>
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