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      <title>Mundo Árabe by Nathan Malheiros 2º 02 M</title>
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      <description>Feito com serendipidade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-15 11:40:32 UTC</pubDate>
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         <title>Localização geográfica da Arábia  </title>
         <author>nathanmalheiros</author>
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         <pubDate>2019-04-15 11:40:58 UTC</pubDate>
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         <title>Arábia antes de Maomé </title>
         <author>nathanmalheiros</author>
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         <pubDate>2019-04-15 11:45:22 UTC</pubDate>
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         <title>Preceitos do Islamismo</title>
         <author>nathanmalheiros</author>
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         <description><![CDATA[<div>A religião islâmica tem como preceitos básicos a crença em um único Deus, o respeito pelos profetas, a moderação e o cumprimento dos rituais diários.<br><br>A crença em um único Deus foi, inclusive, fundamental para a unificação das diferentes tribos árabes em um único Estado, o que permitiu a rápida expansão do Império Árabe nos séculos VII - IX.<br><br>O respeito aos profetas, a moderação nos costumes e o cumprimento dos rituais (como o uso de vestimentas e a realização das orações diárias), por sua vez, contribuem para a união cultural.<br>Fonte: Mundo Escola<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-03 22:46:58 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa dos Países Islâmicos </title>
         <author>nathanmalheiros</author>
         <link>https://padlet.com/nathanmalheiros/4b2qpj2uatwz/wish/356774007</link>
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         <pubDate>2019-05-03 22:51:18 UTC</pubDate>
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         <title>Jihad</title>
         <author>nathanmalheiros</author>
         <link>https://padlet.com/nathanmalheiros/4b2qpj2uatwz/wish/356774087</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>Jiade</strong> ou <strong><em>Jihad </em></strong>(em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_%C3%A1rabe">árabe</a>: جهاد‎; <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Translitera%C3%A7%C3%A3o">transl</a>.:  <em>jihād</em>) é um conceito essencial da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isl%C3%A3o">religião islâmica</a> e significa "empenho", "esforço" ou "luta" - o significado exacto dependerá do contexto. Pode ser entendida como uma luta, mediante vontade pessoal, de se buscar e conquistar a fé perfeita. Aquele que segue a <em>Jihad</em> é conhecido como <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mujahid"><em>mujahid</em></a>.<br><br></div><div><br>Há duas formas de atualmente de entender a Jihad, a " Maior" e a "Menor", mas só uma está presente no Alcorão, a " Jihad Maior". Porém, diz-nos Ahmed Al-Dawoody que a palavra <em>jihad</em> surge frequentemente no Alcorão com ou sem conotações militaresː dezessete derivados de jihad ocorrem  quarenta e uma vezes em onze textos de Meca e trinta de Medina, com os seguintes cinco significados: esforço por causa da crença religiosa (21), guerra (12), pais não-muçulmanos exercendo pressão, ou seja, jihad, para fazer seus filhos abandonar o Islã (2), juramentos solenes (5) e força física (1). <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jihad#cite_note-9"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>A "<em>Jihad</em> Maior", é descrita como uma luta do indivíduo consigo mesmo, pelo domínio da alma; e a outra: a "<em>Jihad</em> Menor", é descrita como um esforço que os muçulmanos fazem para levar a teoria do Islã a outras pessoas.<br><br></div><div><br>Esta divisão só surge, porém, no século XI num livro de <a href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Al-Khatib_al-Baghdadi&amp;action=edit&amp;redlink=1">al-Khatib al-Baghdadi</a> que transmite aquele referido dito de Maomé. Ou seja: antes deste período apenas havia uma <em>jihad</em> e essa, de acordo com os textos fundacionais do Islão, era a "<em>Jihad</em> Menor" como se pode ver na surah 4:95 do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alcor%C3%A3o"><em>Alcorão</em></a>. Com efeito, nenhuma das quatro escolas de jurisprudência sunitas, nem a tradição xiita, se referem à "<em>Jihad</em> Maior". Mas não só: nenhuma das seis maiores colecções de hadith (Sahih Bukhari; Sahih Muslim; Dawud; al-Sughra; Tirmidhi e Ibn Majah), que a seguir ao Corão são os textos mais importantes para a formação identitária e teológica do Islão, se referem, nas 200 vezes que se reportam a <em>jihad</em>, à "<em>Jihad</em>Maior", mas apenas à <em>jihad</em> de luta exterior e conquista. Ou seja: dizer que a verdadeira <em>jihad</em> é uma luta interior é, não só, uma posição herética face àquelas escolas ortodoxas de jurisprudência, mas ir contra as próprias palavras do profeta muçulmano Maomé que, por exemplo, disse:<br><br></div><ol><li>«Está escrito que Amr bin Abasah disse: “fui ter com Maomé e perguntei: ‘Oh mensageiro de Alá, qual é a melhor jihad? Maomé disse: ‘A de um homem cujo sangue é derramado e o seu cavalo é ferido’”» (Sunan Ibn Majah 2794)</li><li>«Está escrito segundo a autoridade de Abu Huraira que Maomé disse: ‘Aquele que morreu mas não lutou no caminho de Alá nem expressou alguma determinação por lutar, morreu como morrem os hipócritas» (Sahih Muslim 2:4696) </li></ol><div><br>Fonte: Wikipédia</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-03 22:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sunitas e Xiitas</title>
         <author>nathanmalheiros</author>
         <link>https://padlet.com/nathanmalheiros/4b2qpj2uatwz/wish/356774405</link>
         <description><![CDATA[<div>Os <strong>sunitas e os xiitas</strong> são dois grupos de muçulmanos que apresentam diferenças políticas e por isso, estiveram muito tempo em conflito.</div><div>Eles estão localizados em maior parte na Arábia Saudita (maioria sunita) e no Irã (maioria xiita).</div><div>Além desses países, é possível encontrar algumas minorias de sunitas e xiitas no Afeganistão, Iraque, Barein, Azerbaidjão, Iêmen, Índia, Kuwait, Líbano, Paquistão, Catar, Síria, Turquia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.</div><div><strong>Diferenças entre Sunitas e Xiitas</strong></div><div>Os sunitas e xiitas compartilham dos mesmos dogmas da fé islâmica. No entanto, a grande questão recai sobre quem seria o verdadeiro profeta após a morte de <a href="https://www.todamateria.com.br/maome/">Maomé</a>(570-632).</div><div>Fundador e o mais importante profeta do islamismo, Maomé (Muhammad) é autor do Alcorão, o livro sagrado da religião islâmica.</div><div>Os sunitas (cerca de 90% dos muçulmanos) acreditam que o califa (chefe de Estado e sucessor de Maomé) deveria ser eleito pelos próprios muçulmanos.</div><div>Já para os xiitas, o profeta e sucessor legítimo deveria ser Ali (601-661), genro de Maomé, que por fim, foi assassinado.</div><div>No lugar deste, foi eleito o califa Muhawya, responsável pelo poder da Síria. Foi nesse contexto que ele resolveu transferir a capital do Califado, que era na cidade de Medina (Arábia Saudita) para Damasco (hoje capital da Síria). Ainda hoje, Medina é um local sagrado para os islâmicos, além de Meca.</div><div>Os xiitas são considerados mais tradicionalistas. Eles conservam mais as tradições do livro sagrado e seguem à risca as antigas interpretações do Alcorão e da Sharia (Lei Islâmica).</div><div><br></div><div>Os sunitas, por sua vez, são considerados mais ortodoxos. Além de seguirem os preceitos da religião islâmica segundo o Alcorão e a Sharia, também baseiam suas crenças na Suna, livro que relata os feitos de Maomé.</div><div>Para esse grupo, a religião e o Estado deveriam ser uma única força.</div><div><strong>Conflitos</strong></div><div>Os conflitos entre sunitas e xiitas existe há séculos, ou seja, desde 632 d.C., ano da morte de Maomé. Esse fato foi propulsor para desencadear desavenças entre esses povos que até os dias atuais cometem atos de violência entre eles.</div><div>Como foi dito acima, após a morte de Ali, que para os xiitas deveria ser o sucessor de Maomé, a religião islâmica foi segmentada em dois grandes grupos.</div><div>Além dele, foram assassinados seus filhos: Hassan e Hussein. A partir daí, muitos conflitos e guerra civis foram desenvolvidas.</div><div>Antes do profeta Maomé, o politeísmo (crença em vários deuses) era praticado por diversos grupos. Foi, portanto, ele quem uniu a sociedade árabe na crença monoteísta, onde Alá seria o Deus supremo.</div><div>As ações do profeta foram primordiais para unir os grupos árabes numa só religião: <a href="https://www.todamateria.com.br/islamismo/">islamismo</a>.</div><div>Muitos países foram palco desses conflitos, sobretudo o Líbano, a Síria, o Iraque e o Paquistão. Entre os membros dos grupos de xiitas e sunitas, eles cultivam ódio e aversão.</div><div><br></div><div>Desse modo, a maioria sunita discrimina a minoria xiita. Por isso, os xiitas são marginalizados e oprimidos, além de possuírem as piores condições econômicas no mundo árabe.</div><div>Todos os anos, é possível corroborar esse ódio com a violência e as execuções que ocorrem frequentemente, por exemplo, do clérigo Nimr Al-Nimr em 2015, xiita iraniano.</div><div>Esse fato aumentou ainda mais as tensões entre o Irã e a Arábia Saudita. É difícil confirmar qual dos grupos são mais extremistas, no entanto, os sunitas apresentam uma posição mais neutra.</div><div>Embora haja controvérsias visto que muitos grupos extremistas são de sunitas, por exemplo: <a href="https://www.todamateria.com.br/al-qaeda/">Al-Qaeda</a>, o Estado Islâmico e o Boko Haram.</div><div>A Guerra Civil no Líbano, a Revolução Iraniana de 1979, os conflitos atuais na Síria e no Irã confirmam que a história de violência entre esses grupos, infelizmente está longe de ser resolvida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-03 22:55:52 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia (Massacre em aldeia no Mali deixa mais de 130 mortos)</title>
         <author>nathanmalheiros</author>
         <link>https://padlet.com/nathanmalheiros/4b2qpj2uatwz/wish/356774628</link>
         <description><![CDATA[<div>O massacre foi na tribo Dogon em uma aldeia que pertencente a muçulmanos Fulanis<br>Mais de 130 pessoas foram mortas em um ataque a uma vila no centro de <a href="https://exame.abril.com.br/noticias-sobre/mali"><strong>Mali</strong></a>em meio a uma onda crescente de violência étnica e islâmica no país do Oeste da África. O massacre foi na tribo Dogon em que a aldeia, pertencente a muçulmanos Fulanis, foi queimada.<br><br></div><div>O ataque ocorreu há dois dias, e as tensões aumentaram desde que o governo começou a combater extremistas em seus territórios desérticos. Além dos mais de 130 mortos, dezenas de pessoas ficaram feridas.<br><br></div><div>O prefeito da cidade vizinha de Bankass, Moulaye Guindo, responsabilizou pelo ataque um grupo de caçadores de Dogon que convive com os Fulani em clima de permanente tensão.<br><br></div><div>O ataque ocorreu quando uma delegação do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) visitava a região do Sahel, na África Ocidental, para avaliar a ameaça jihadista.</div><div><br></div><div>Apesar de os jihadistas terem sido expulsos por uma operação militar liderada pela França em janeiro de 2013, os atuais esforços das forças de paz da ONU e a criação de uma força militar de cinco nações, a violência extremista na região permanece.<br><br></div><div>O Mali está localizado na África Ocidental, tem cerca de 17,9 milhões de habitantes e uma população basicamente muçulmana (90%), apenas 5% são cristãos e o restante, de diversas religiões. O idioma oficial é francês, mas há outras línguas faladas no país.<br><br></div><div>*Com informações da DW, agência pública de notícias da Alemanha.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-03 22:58:07 UTC</pubDate>
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