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      <title>Fake News by Rúben Miguel Sampaio da Costa</title>
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      <description>Criado por: Ruben Costa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-27 15:28:30 UTC</pubDate>
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         <title>o que são fake news?</title>
         <author>a47602</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fake news são noticias falsas divulgadas para incentivar as pessoas a fazerem coisa que não devem: decisões, provocar revolta, etc...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 15:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>como surgiram as fake news?</title>
         <author>a47602</author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo Fake News ganhou força mundialmente em 2016, com a corrida presidencial dos Estados Unidos, época em que conteúdos falsos sobre a candidata Hillary Clinton foram compartilhados de forma intensa pelos eleitores de Donald Trump</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 15:40:43 UTC</pubDate>
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         <title>como  as  fake  news  funcionam?</title>
         <author>a47602</author>
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         <description><![CDATA[<div>A produção e veiculação de Fake News constituem um verdadeiro mercado, conforme mostra o<strong> </strong>especial do jornal Correio Braziliense<strong> </strong>(para ter acesso à matéria completa, clique <a href="https://especiais.correiobraziliense.net.br/fakenews/index2.html">aqui</a>)<strong>. </strong>Esse universo é alimentado por pessoas de grande influência, geralmente políticos em campanha eleitoral, que contratam equipes especializadas nesse tipo de conteúdo viral. Essas equipes podem ser compostas por ex-jornalistas, publicitários, profissionais de marketing, profissionais da área de tecnologia e até mesmo policiais, que garantem a segurança da sede e dos equipamentos utilizados.<br><br></div><div>Alguns produtores de <em>Fake News</em> compram ilegalmente os endereços de e-mail e números de telefone celular de milhões de pessoas para “disparar” o conteúdo falso. Existe a preferência por contatos de líderes religiosos ou de movimentos políticos, já que eles repassam aos seus seguidores e pedem que a informação (tida como verdadeira) seja compartilhada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 15:44:27 UTC</pubDate>
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         <title>perigos/consequênciasdas  fake  news,  como combater  as  fake  news?,</title>
         <author>a47602</author>
         <link>https://padlet.com/a47602/4a8jifo4d8f1rg9e/wish/1565625483</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O compartilhamento de informações fraudulentas tem grande consequências, apesar de parecer inofensivo. No Brasil, em 2014, a disseminação de uma <em>fake news </em>provou uma verdadeira tragédia.&nbsp; Na ocasião, uma mulher foi linchada até a morte por moradores da cidade de Guarujá, em São Paulo. Fabiane Maria de Jesus tinha 33 anos, era dona de casa, casada, mãe de duas crianças, e foi confundida com uma suposta sequestradora de crianças, cujo retrato falado, que havia sido feito dois anos antes, estava circulando nas redes sociais.&nbsp;<br><br></div><div><br>Outro caso famoso de disseminação de <em>fake news </em>é o do movimento anti vacinação. Indivíduos contrários ao uso de vacinas espalharam conteúdos falsos, alegando que as composições químicas das vacinas eram prejudiciais à população. As informações afirmavam que os medicamentos contra febre amarela, poliomielite, sarampo, microcefalia e gripe poderiam ser um risco para a saúde, provocando as respectivas doenças nas pessoas, quando vacinadas.<br><br></div><div><br>Uma das consequências da propagação dessas falsas informações foi o crescimento alarmante no número de casos de sarampo no Brasil, em 2018,&nbsp; o que acarretou numa campanha intensa realizada pelo Ministério da Saúde. A fim de combater as <em>fake news</em>referentes ao assunto, o órgão lançou propagandas e informativos de combate às falsas informações sobre vacinas em diferentes veículos de comunicação e nas redes sociais. Outro resultado da disseminação de tais notícias foi uma população desconfiada do sistema público de saúde e muitos outros órgãos que atendiam às campanhas de vacinação, além de uma considerável diminuição no número de pessoas imunizadas, algo extremamente perigoso em épocas de epidemias e surtos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 15:46:39 UTC</pubDate>
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