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      <title>Educação Inclusiva  by Patricia Ferreira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-22 19:10:23 UTC</pubDate>
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         <title>1º post - Inclusão</title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sendo esta a primeira aula, ia com algumas expectativas do que esperar desta Unidade Curricular, esperava concluí-la com variadas ferramentas para o meu futuro profissional como docente e também a nível pessoal, na medida em que sei que deverei fazer inclusão de alunos com N.E.E., mas ainda não sei a melhor maneira, esta foi uma das razões de ter escolhido esta Unidade Curricular.&nbsp;</div><div>Nesta primeira aula consegui perceber a definição de inclusão, a sua importância e que inclusão é para todos os alunos e não só os alunos com N.E.E. Podemos perceber que inclusão requer trabalho colaborativo, competências profissionais e a mudança de atitudes face à diferença, um “romper” com o ensino para o aluno-padrão, entre outras.</div><div>Importante começarmos por definir crianças por NEE, este é o termo associado a problemas sensoriais físicos, intelectuais e emocionais e com dificuldades de aprendizagem derivados de problemas orgânicos e ambientais. Existem dois tipos de NEE: i) permanentes e ii) temporários. De seguida como referido acima inclusão é o ato de incluir e acrescentar pessoas em grupos e núcleos que destes não faziam parte anteriormente, esta é um ato de igualdade entre os diferentes indivíduos que habitam numa determinada sociedade assim permite que todos tenham no direito de integrar e participar nas variadas dimensões do seu ambiente sem sofrer qualquer tipo de discriminação ou preconceito.</div><div>Como futura docente tenho a ambição de ser uma professora inclusiva isto é ser comunicadora eficaz a um nível verbal e não verbal, correspondendo as necessidades dos alunos, pais e outros profissionais, apoiar o desenvolvimento das capacidades comunicativas dos alunos para facilitar a aprendizagem, desenvolver nos seus alunos a capacidade de “aprender a aprender” e forma-los para serem alunos independentes, aplicar metodologias de aprendizagem cooperativa, implementar situações de aprendizagem onde os alunos possam “assumir riscos” e até mesmo falhar. Apoio, comunicação, cooperação, orientação e conhecimento são termos que caracterizam um docente inclusivo.</div><div>A um nível mais pessoal esta aula foi bastante interessante na medida que pude relacionar com o presenciado com uma amiga minha que tem paralisia cerebral, na escola que esta frequentava com os seus docentes e não docentes, a mesma sempre foi incluída e incentivada a participar nas atividades escolares, adaptando as mesmas à criança. As principais dificuldades da minha amiga são a locomoção e a fala, mas é uma rapariga bastante inteligente e que realizava todos os trabalhos pedidos, tendo um computador e uma cadeira de rodas como ferramentas principais. Sendo que ela foi sempre incluída e eu vi-a a felicidade dela, quero poder proporcionar isso a outras crianças com N.E.E. e ser uma pessoa importante na vida delas e uma pessoa que se irão lembrar no futuro.&nbsp;</div><div>Concluindo, esta aula foi importante para perceber o perfil do professor inclusivo e os conceitos base relacionados com N.E.E., e ganhei ainda mais interesse nesta Unidade Curricular para aprender estratégias para o meu futuro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 12:45:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-23 17:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>2º Post</title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>Após a aula, que foi maioritariamente a apresentação dos trabalhos: i) Valorização da diversidade, ii) Apoiar todos os alunos, iii) Trabalho com os outros e iv) Desenvolvimento profissionalmente e pessoal, achei que foram apresentações muito interativas e conseguimos aplicar com sucesso o termo “inclusão”, pois, todos colaboraram de modo a incluir toda a gente principalmente as colegas de Erasmus, quer a traduzir quer a fazê-las participar nas atividades.<br><br></div><div>Gostava de incluir esta imagem no meu 2º post pois estava presente num dos PowerPoints da professora e chamou-me realmente a atenção pois, na minha opinião, representa uma grande percentagem da educação em Portugal, ou seja, as crianças são moldadas ao que os professores querem, deixando assim de fora a possibilidade de estas serem elas próprias e imaginar coisas “fora da caixa”, criando assim uma mente “quadrada”. Nas idades que nos (futuros professores) iremos trabalhar, é crucial para o seu futuro, e esta é a idade ideal para os deixar imaginar e experimentar coisas novas, ou seja, isto pode ter consequências muito negativas no futuro, e um dos meus grandes objetivos neste curso é tentar mudar isto de alguma maneira e fazer a diferença na vida das crianças.&nbsp;</div><div>No fim da aula a professora muito rapidamente ensinou-nos o alfabeto em linguagem gestual, e propôs-nos o desafio de na próxima aula apresentarmos o nosso nome assim. Acho importantíssimo sabermos pelo menos o básico de linguagem gestual pois sei que em alguma situação da nossa vida profissional e/ou pessoal nos irá ajudar a comunicar com alguém.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 09:33:02 UTC</pubDate>
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         <title>3º post </title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>“O grito da gaivota” de Emmanuelle Laborit, um livro que a professora apresentou no início da aula e leu um pouco, este livro provocou-me um grande interesse desde o começo. A autora é surda profunda e neste livro conta o seu testemunho, marcado pela memória de um crescimento que viveu diferente, é o testemunho de uma vida pelos olhos de uma menina, contado pelo sentir de uma mulher.&nbsp;</div><div>A surdez no nascimento é mais “prejudicial, pois a pessoa nunca esteve exposta ao som, então torna a comunicação verbal quase impossível, mas tanto na surdez no nascimento quanto a surdez adquirida existem operações para amenizar a situação. Existem variadas causas que possam causar surdez como o som intenso, traumatismo, sarampo, tumores, etc..&nbsp;</div><div>Existem vários mitos sobre este assunto, tais como, i) a linguagem gestual ser universal, isto é mentira, existe uma linguagem gestual para cada língua, ii) os surdos na sua maioria são mudos, mentira, é possível um surdo de nascença aprender a falar, apesar de ser extremamente difícil, iii) as caretas e as expressões faciais são partes integrantes do uso da linguagem gestual.&nbsp;</div><div>A professora forneceu um site em que se pesquisarmos uma palavra surge vídeos em que ensinam a dizer a palavra em linguagem gestual portuguesa, o que acho que é um site bastante útil pois poderá ajudar-nos no futuro para comunicarmos com alguém ao aprendermos a linguagem.&nbsp;</div><div>Aprendemos também um pouco de linguagem gestual, e também tentamos imitar uma canção em linguagem gestual portuguesa, foi bastante difícil, mas foi bastante importante para a minha aprendizagem.&nbsp;</div><div>Consigo levar esta aula a um nível pessoal, pois o meu avô tem um nível de surdez, devido à idade, e recusa-se a utilizar o aparelho auditivo para apaziguar a situação, pois ele não quer que as pessoas pensem que ele é velho, apesar de ter quase 80 anos, e torna-se um pouco difícil comunicar com ele às vezes, eu tento arranjar estratégias para comunicar com ele. Com esta vivência consigo entender melhor a que níveis a surdez afeta a vida de uma pessoa, mas não só, também das pessoas à sua volta, e desta maneira ter mais sensibilidade com o assunto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 14:10:00 UTC</pubDate>
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         <title>4º post</title>
         <author>patriciapffonseca</author>
         <link>https://padlet.com/patriciapffonseca/49l8tp498c63og27/wish/2117255801</link>
         <description><![CDATA[<div>Começamos a aula por aprender a escrever o nosso nome em braile, o que sinceramente nunca tinha ido pesquisar, então nem fazia a mínima ideia de como seria, aprendemos que cada letra tem uma quantidade de pontos diferente e dispostas de maneira diferente também. A cegueira é uma patologia um pouco mais complicada do que a surdez a meu ver, pois limita-nos um pouco mais. Nas escolas os alunos com cegueira não conseguem estar incluídos numa turma dita “normal”, sem falar de que precisam de equipamentos dispendiosos para conseguirem escrever, muitas escolas não estão prontas financeiramente (e não só) para isto, o que torna as coisas mais complicadas.&nbsp;</div><div>Nunca estive em contacto próximo com uma pessoa cega, apenas quando passam por mim na rua e eu os ajudo, por exemplo, sei que existem técnicas de orientação para cegos, como a bengala ou o cão guia, infelizmente o cão guia não é acessível a todas as pessoas, além de ser bastante caro adquirir um cão destes, existe muita procura para pouca oferta, o que complica um pouco a situação, o que torna a bengala o objeto mais comum entre os cegos.&nbsp;</div><div>A professora passou pela turma uns livros em braile, o que foi bastante interessante pois nunca tinha tido nenhum nas mãos, e fez-me pensar bastante como é que as pessoas conseguiam ler só com simples “pontinhos”, o que realmente é incrível.&nbsp;</div><div>De seguida a professora começou com o tema dos autistas, são pessoas peculiares e fascinantes na minha opinião, vi uma serie chamada “Good Doctor” que é sobre um medico autista, e nesta mostram todas as dificuldades deste Homem, conquistas e medos, das minhas séries preferidas pois, pude aprender muita coisa sobre autistas, mesmo sabendo que todos os autistas são diferentes uns dos outros. Outra serie que eu adoro chama-se “Atypical”, conta a vida de um adolescente em busca por amor e independência, este rapaz trabalha, namora e é muito inteligente, sabe tudo o que há para saber sobre pinguins e o sonho dele é ir para a Antártida e estudá-los, uma serie que junta os problemas de um adolescente normal e os problemas de um autista, é muito interessante ver a vida destas pessoas e assim aprender mais sobre isso.</div><div>Infelizmente o único contacto mais próximo que tive com um autista foi no estágio, ele era de uma turma de 1º ano, e a partida parecia não ter qualquer problema, andávamos a fazer os exercícios com eles (turma) e eu parei ao lado desta criança para a ajudar, ele não falava quase nada e estava bastante distraído, mas quando me sentei numa cadeira ao pé dele, ele saltou-me para o colo e deu-me um beijinho na cara, depois ficou grande parte da aula no meu colo, agarrado a mim a pedir e a dar carinhos, foi uma sensação inexplicável, o menino foi tão puro, não disse quase nada e mesmo assim transmitiu imenso. Este acontecimento deu-se quando os professores trocaram de turma (porque é um ato comum na minha escola de estágio, os professores trocarem de sala na quinta-feira) e eu fui com o professor titular da minha turma para uma turma de 1º ano.&nbsp;</div><div>Fizemos um poster durante a aula em que consistia em escrevermos a palavra “autismo” no meio e em volta dela várias palavras que nós relacionávamos com esta, em baixo vou mostrar o poster que eu e o meu grupo fizemos, baseamo-nos mais em aspetos positivos em vez dos negativos (apesar de existirem). A professora também salientou uma coisa importante, os autistas têm uma grande dificuldade em entender metáforas, o que temos de ter em atenção quando comunicamos com eles.&nbsp;</div><div>Por último a professora distribuiu livros pela turma em que tinha algumas partes marcadas para lermos e refletirmos, o livro que o meu grupo teve chama-se “O estranho caso do cão morto” em que numa das partes o autor diz que sabe de cor todos os países e capitais do mundo e todos os números primos até 7507, o que é fantástico, mas não sabe identificar as expressões das pessoas com quem fala. Na outra parte ele enuncia alguns dos Problemas Comportamentais dele, por exemplo: i) Gritar quando estou zangado ou confuso, ii) Não gostar de coisas amarelas nem de coisas castanhas e recursar-me a tocar em coisas amarelas ou em coisas castanhas, iii) Detestar a frança, iv) Fazer coisas estupidas.</div><div>Esta aula a um nível pessoal deixou-me muito curiosa para conviver ou trabalhar com uma pessoa com autismo, apesar de ser desafiante, acho que no fim acaba por ser muito gratificante.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-28 14:12:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <pubDate>2022-03-28 14:16:45 UTC</pubDate>
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         <title>5º Post </title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>O ponto marcante desta aula foi quando a professora passou um vídeo que se chama “TDAH: TÚ Decides AHora”, posso dizer que já tive contacto com crianças com TDAH ainda quando andava na escola, tinha dois colegas na turma diagnosticados. No início não compreendia muito bem, e pareciam-me crianças normais que às vezes tinham atitudes estranhas, um dos meus colegas tinha que ter uma bola antisstress sempre com ele porque se não ele enrolava uma madeixa de cabelo sem parar até que acabava por arrancar aquele pedaço de cabelo, além de estava sempre a bater com os pés no chão e a atirar coisas. Este colega é o que me lembro mais porque eu sentava-me ao lado dele, e então presenciei tudo muito de perto, às vezes vinha uma professora de Ensino Especial e levava-o com ela durante algum tempo. No vídeo apresentado em aula pela professora começa por mostrar que a criança é incompreendida e muitas vezes repreendida e não sabe porque, porque na cabeça dela não está a fazer aquilo por mal, os adultos é que não compreendem, pois neste caso ainda é uma doença não diagnosticada. A criança diz que nunca termina o que começa, pois é distraída por outras coisas ao seu redor. Quando a doença é diagnosticada a vida da criança e das pessoas que o rodeiam torna-se mais fácil, porque sabem melhor como lidar com ela. Isto faz-me pensar na quantidade de crianças que não é diagnostica e sofre no dia a dia pela incompreensão dos outros, isto prova que é uma doença que deveria ser mais falada para deste modo ajudar mais facilmente as crianças.&nbsp;</div><div>O grande objetivo desta Unidade Curricular é para isto mesmo que serve, ajudar-nos a compreender mais todo o tipo de crianças, e inclui-las em qualquer tipo de atividade, para desta maneira terem um bom desenvolvimento tal e como às outras.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 11:25:25 UTC</pubDate>
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         <author>patriciapffonseca</author>
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         <pubDate>2022-05-10 11:26:32 UTC</pubDate>
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         <title>6º Post</title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenho universal para a aprendizagem era um tema que desconhecia por completo ao contrário dos outros que já tinha algumas noções básicas, a professora mostrou um vídeo na aula que se chama “What is Universal Desing for Learning (UDL)?”, e com isto comecei a perceber um pouco mais sobre o assunto. Percebi que um dos grandes problemas do Sistema Educacional de hoje em dia é quererem que todos os alunos aprendam da mesma maneira, apesar de as necessidades educativas serem diferentes e existem variados fatores tais como: i) estudantes internacionais, ii) backrounds diferentes, iii) maturidade e iv) deficiências, mas entre estes existem muito mais, mas o Sistema Educativo não está pronto para isto. Existem estratégias variadas para adaptar o ensino a variadas pessoas, que podem ser i) estabelecer objetivos, ii) aprender materiais, iii) métodos de ensino e iv) tarefas.&nbsp;</div><div>Eu consigo identificar-me com isto, porque em quase todas as escolas que eu andei, os alunos eram obrigados a aprender todos da mesma maneira, apesar das dificuldades, e os que tinham maus resultados eram um pouco excluídos, e eu senti um pouco disto, quando os meus pais se divorciaram eu passei a ter más notas na escola, e portava-me sempre mal, não conseguia estar quieta na sala e depois era mandada para a rua e levava faltas disciplinares, neste ano o meu aproveitamento escolar foi horrível, e não senti apoio nenhum da escola, e isto frustrava-me porque não sabia o que estava a fazer e sentia que estava a magoar a minha mãe que sempre fez tudo para mim, mas a escola, que era onde eu passava mais tempo não me dava apoio, e assim tornava mais complicado de ultrapassar as situações. É importante aceitar e incentivar a diversidade, pois só assim é que o planeta evolui.&nbsp;Além do video a professora mostrou uma banda desenhada que me suscitou bastante interesse, que fala sobre: i) Vinheta A - múltiplos meios de expressão; ii) Vinheta B - múltiplos meios de representação; iii) Vinheta C - múltiplos meios de envolvimento.</div><div>Sinto que isto devia ser alterado nas escolas, de maneira a apoiar mais as crianças nas escolas. E além disto tudo respeitar a criança e o seu tempo e método de aprendizagem, porque as crianças apesar de serem pequenas, têm quereres e opiniões e nem sempre os adultos respeitam isso.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 17:54:39 UTC</pubDate>
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         <author>patriciapffonseca</author>
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         <pubDate>2022-05-10 17:56:02 UTC</pubDate>
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         <author>patriciapffonseca</author>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>patriciapffonseca</author>
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         <pubDate>2022-05-11 10:20:49 UTC</pubDate>
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         <author>patriciapffonseca</author>
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         <pubDate>2022-05-11 10:22:40 UTC</pubDate>
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