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      <title>Lambe da Educação by Mar Amaral</title>
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      <description>Proposta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-06 23:01:32 UTC</pubDate>
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         <title>Marcela e Glauco</title>
         <author>marcelaamaral1</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1676850211</link>
         <description><![CDATA[<div>O lugar da Antropologia - Lambe da Educação 1</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 13:57:59 UTC</pubDate>
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         <title>Tentei procurar nos meus álbuns alguma foto do campus que eu gostasse, e no final das contas essa é uma das minhas preferidas. Fiquei pensando na palavra diversidade, na pluralidade e no quanto ela é necessária também nas práticas didáticas, ponto trago no texto. Um dos primeiros conceitos que aprendemos em antropologia é alteridade, e sem ela o ensino nunca será democrático. É apenas com o contato com a realidade concreta dos sujeitos (o que consta no artigo 5 das Diretrizes Nacionais Curriculares para o Ensino Médio, apontado por Matias Castro), com a socialização e abertura para compreensão de novas subjetividades, que conseguimos abarcar novas reflexões e chegar a uma prática inclusiva e transformadora. Durante a leitura também me recordei de Paulo Freire a respeito disso, de que um processo amplo de ensino e aprendizagem, abarca o sujeito enquanto elaborador e criador do conhecimento, entendendo a educação como ato político, consciente de sua criticidade, pautado na sua realidade e na transformação social. </title>
         <author>anacaldasm</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1684841468</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 21:48:02 UTC</pubDate>
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         <title>No início do documentário “Quando sinto que já sei” o entrevistado ao contar um situação que ocorreu em um evento escolar da filha diz que quem considera uma criança como uma página em branco não entende nada de criança, isso me fez lembrar de como minha infância, minhas brincadeiras e como eu vivia em casa, com minha família,  influenciava a minha forma de ser na escola. Por isso escolhi essa foto, ela mostra um pouco de onde passava meus finais de semana e minhas férias brincando com meus primos, onde eu aprendi muito, não matemática ou portugues, mas sim como lidar com a vida e com as pessoas. O brincar, o lúdico, contribui para a formação integral do homem, além de exercitar a imaginação,  o bom convívio social, também traz consigo uma necessidade de um comprometimento com tal atividade, a tomada de iniciativa, o respeito a si e ao próximo, a persistência, enfim, muitas virtudes que são úteis, inclusive para vida acadêmica e profissional. O documentário também mostra como é possível e proveitoso ensinar brincando,  não há necessidade de separar o mundo da brincadeira e o mundo dos estudos de uma criança, muitos menos anular toda bagagem que aquela pessoa traz de casa, do seu ambiente, possibilitando um compartilhamento maior de conhecimento, já que o sujeito não é um mero receptor, mas também um agregador e colaborador da educação do todo. </title>
         <author>ana_veloso</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1685165790</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 01:59:29 UTC</pubDate>
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         <title>O lugar do antropólogo no senso comum</title>
         <author>anaduarte30</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1685262258</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a aula e a leitura pensei muito sobre a licenciatura em Ciências Sociais, o papel do educador nesse momento de embates tão claros travados pelo Governo que pretender desmontar a Educação e vendê-la ao setor privado, sobre a "caça" às Ciências Humanas, mais especificamente, a Ciências Sociais.&nbsp;<br>Entendendo então a importância do licenciado em Ciências Sociais nesse momento, acredito que devemos olhar para nossas próprias falhas a fim de nos fortificar, uma delas é a separação que se faz das áreas: Antropologia, Ciência Política e Sociologia de maneira engessada, sem possibilidade de diálogo. É preciso entender que no Ensino Médio não se ensina apenas Sociologia, que o papel do antropólogo não é apenas observar sociedades muito distantes a dele e que a Ciência Política não está isolada em seus próprios embates. Sendo assim, mudando nossa perspectiva podemos formar educadores que pesquisam dentro dessas áreas com fluidez, aplicando todas as áreas a seu ensino, mudando a percepção dentro da própria graduação em CS podemos, aos poucos, mudar a perspectiva do senso comum sobre o papel tanto do antropólogo quanto do graduado em Ciências Sociais, por meio da educação emancipatória.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 02:45:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1685939995</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><pre>   Olá! Acredito que o filme foi umas das coisas mais preciosas que pude assistir nos últimos tempos... Raramente o momento em que vivemos nos dá a oportunidade de ver pessoas com tanto brilho nos olhos e com a vitalidade de quem faz o que acredita. Ver aquela professora chorando com seu filho na barriga me ascende uma esperança muito forte e admito que me emociona.
   Nesse sentido a obra mostra como a construção de um senso de coletividade, respeito e escuta estão necessariamente ligados à luta e à educação de forma a precisar de um terreno fértil para germinar. No âmbito da psicologia, o filme conversa com algumas problematizações que fizemos no semestre passado a respeito da imposição de uma subjetividade privatizada construída através do ultra individualismo burguês. Dessa forma, o sistema de ensino - tal qual o processo terapêutico- deve se mostrar como o motor da luta contra essa normatividade brutal e despolitizante. Pessoalmente, é uma grata surpresa enxergar alunos, professores, psicólogos e todos os demais colaboradores produzindo uma comunidade integrada, funcional e multidisciplinar que integra as subjetividades plurais. Por fim, refletindo sobre o papel do educador/psicólogo, penso que estamos realizando um trabalho importante no qual precisamos acreditar e nos mobilizar por, se colocando para sempre na posição de aluno e de quem não sabe todas as respostas mas que vai trabalhar em conjunto por elas.</pre>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 12:40:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nataliamacedo4</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1686057243</link>
         <description><![CDATA[<div>A primeira coisa que me vem à cabeça ao pensar o lugar da Antropologia é o trabalho de campo em comunidades distantes e/ou diferentes da sua. Porém, esse pensamento está sendo descontruído aos poucos. É interessante notar que esse pensamento advém da hierarquia presente nas ciências sociais entre o campo do  Bacharelado e da Licenciatura, hierarquia essa que muitos buscam desconstruir. No texto "A licenciatura em Ciências Sociais: notas sobre o lugar da Antropologia", é mostrado que vários assuntos discutidos na antropologia estão presentes no currículo escolar do ensino médio, portanto, a antropologia não está num lugar distante. Como visto no texto, estudar e ter contato com a Antropologia contribui para novas visões de mundo e abre novas possibilidades de conhecimento. A Antropologia é uma disciplina aberta ao diferente, que reconhece a diversidade e pratica a alteridade. No filme "Quando sinto que já sei" é possível perceber o quanto os conceitos antropológicos estão presentes no âmbito educacional, na construção de uma educação coletiva e inclusiva que respeita a diversidade. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 13:57:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>thauanyamelia</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1686075567</link>
         <description><![CDATA[<div>Professora, não sabia se deveria postar aqui alguma ideia ou observação, mas por meio das dúvidas estou postando. A ideia de lugar das coisas se torna muito ampla ao pensar que tudo faz parte do todo. Ao ler o texto e ver o filme é possível conversar com os dois, do mesmo modo que há essa questão de onde está a antropologia, vemos uma discussão acerca de onde está a educação. Ao longo do filme vemos uma possibilidade de educação totalmente distante da educação presente, em que seus focos, metodologia, toda a forma de ensinar é diferente e assim como na antropologia essa mudança de fazer antropologia vai sendo e é preciso ser exposta, ser usada e praticada. Uma parte no filme&nbsp; que seria tão essencial se utilizada mais pelos antropólogos, é a atividade em grupo, estar com o outro torna tudo amplo em questões de perspectivas, ideias e ademais. Estar com o outro amplia tantos campos e não que seja algo fácil, na verdade, na maioria do tempo são ensinos a todo momento, pois é o lugar diferente do seu próprio. Logo, se pensarmos em educação como a do filme e em caminhos diferentes para a antropologia também, chegamos ao que seria natural, mudanças, é preciso mudar o que chega a ser ultrapassado em tantos pontos e o mais esperado aceitar que essas mudanças sempre ampliam para novos horizontes.<br>Tentei colocar umas fotos que representassem o que a atividade representou para mim ao fazer esse link com o texto e vídeo, mas não obtive sucesso, na aula caso você desejar, posso estar mostrando. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 14:07:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1686595948</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu gostei muito do documentário "Quando sinto que já sei" pois ele demonstra mais que um alcance, uma busca por uma educação mais humanizada. Na construção da educação instrumentalizada, com base nos princípios do capital humano, a&nbsp; educação perdeu seu sentido, o de emancipar.&nbsp; Esse documentário resgata, portanto, a ideia de que a educação tem como ponto de partida o indivíduo, já dotado de conhecimento, que está constantemente conectado à sociedade e a sua cultura. É nesse sentido, que o documentário pode se vincular ao texto lido, pois fala um pouco sobre o lugar da antropologia. Lugar este que por vezes é posto "de lado", mas que é fundamental a sua formação, pois esclarece o indivíduo sobre temas importantíssimos especialmente relacionados a cultura. Este é um dos caminhos para que se alcance uma sociedade crítica. Um outro ponto que eu gostaria de dizer que gostei muito foi de pensar o meu papel como futura professora, quais alternativas utilizarei para a educação que tem se formado com as atuais políticas educacionais? Como poderei romper com essa educação instrumentalista? Muitas reflexões partiram destes objetos e estudo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 19:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Marcela e Glauco</title>
         <author>marcelaamaral1</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1686885419</link>
         <description><![CDATA[<div>Orientações Gerais</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 00:05:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>karensouza1</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1687050769</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta foi uma das primeiras fotografias que tirei do campus.&nbsp;<br>Lembro-me que a tirei após uma aula de antropologia.&nbsp;<br>Antes da faculdade não tinha ideia do que era a antropologia, mal tinha ouvido falar desta palavra ao longo da minha trajetória. Quando tive as primeiras aulas foi como se algo dentro de mim dissesse "é isso", comecei a pensar sobre como as reflexões da disciplina, como a concepção de alteridade, como as especificidades culturais impactam na sociedade, entre outras tantas questões discutidas seriam necessárias para toda a sociedade e como isso poderia tornar o mundo menos cruel.&nbsp;<br>Ao assistir o documentário proposto, tive a mesma sensação. Penso que as formas de educar retratadas ao longo de "Quando sinto que já sei" podem ser um caminho para pensar em uma educação emancipatória, em uma educação que entenda as particularidades de cada aluno e que não objetive formar somente cidadãos voltados para as vontades das classes dominantes.&nbsp;<br>[...]</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 01:32:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>cruzpaulohg</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1697094923</link>
         <description><![CDATA[<div>Após leitura, percebendo a semelhança entre as questões abordadas no texto sobre o curso de licenciatura em Sociologia e o meu curso (licenciatura em Matemática) e depois de assistir o filme me lembrei das duas escolas que estudei durante o ensino fundamental. O projeto estrutural delas são idênticos (projetos de escolas do estado de Goiás), achei curioso essa pensamento, já que no filme fala sobre adaptação do projeto e singularidade de cada escola e de cada realidade das comunidades beneficiadas por eles. Por um lado, ter escolas iguais custa menos ao estado, mas até onde isso não contribui com uma educação mecanicista, educação para o fazer técnico, não-crítica? Não há grandes diferenças, nada artístico, nada prazeroso... </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 00:35:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>caioportuguez</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1698300556</link>
         <description><![CDATA[<div>“Se um professor do século XX ou XIX entrar em uma do século XX1 ele vai achar diferente?”, esse foi um questionamento feito por Simone André, coordenadora do Instituto Ayrton Senna. Obviamente não encontrará muitas diferenças no modelo de ensino, mas encontrará diversas semelhanças, porque há estudantes em fileira, professores protagonistas do processo de ensino e aprendizagem, aulas expositivas e pouco espaço para diálogos e questionamentos. Esse lugar de insegurança e baixa autoestima não nos ensinou a conhecer, a lidar e apreciar a alteridade, não nos ensinaram a trabalhar em grupos, não nos ensinou a desconstruir nossos preconceitos, esse lugar nos ensinou o individualismo, ser mão de obra a ser explorada e nos ensinou o silêncio enquanto somos oprimides e aceitar as punições a quem questiona.&nbsp;</div><div>A Antropologia teve o lugar contrário no meu processo de aprendizagem, só foi a partir dos estudos de textos antropológicos que comecei a desconstruir preconceitos com outras culturas que me ensinaram a ter desde minha infância, foi a partir dessa ciência que comecei a compreender a diversidade cultural e as relações de opressão que permeiam a sociedade. A partir desse processo de desconstrução que a Antropologia me proporcionou, sinto que foi retirado de mim o direito de entender meu lugar de privilégio em relação às diferentes culturas marginalizadas, tenho o mesmo sentimento sobre as crianças e adolescentes que estão sendo limitades de forma violenta a seguir os parâmetros do ideal de mão de obra individualista de um sistema explorador.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 11:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>[Ricardo] O &#39;meu&#39; colégio que não mais existe</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1698575766</link>
         <description><![CDATA[<div>Os vídeos, os textos e as discussões de sala me fizeram penar mais sobre o colégio onde estudei, o CDF10 – o 'meu' colégio. Como moro próximo ao local onde o colégio existiu sabia que já não estava mais lá. Sabia que naquele lugar há atualmente um espaço de cursos preparatórios do direito. Admito, contudo, que ainda não havia pensado de forma profunda sobre este fato. Neste sentido diferencio o que é saber este fato e o que seria refletir sobre essa realidade são material.<br><br></div><div>A busca por uma foto para aqui postar e de maiores informações sobre o que aconteceu online e ao falar com colegas que também estudaram lá descobri coisas interessantes que levantaram sentimentos contrastantes. Percebi o quanto aquele colégio e o que apreendi ali foi essencial para que pudesse acessar a Universidade Publica – com todas as contradições e privilégios associadas a um ‘Colégio do Bueno’. Descobri também que havia denuncias de professores do colégio que alegam não ter recebido seus salários corretamente – algo que especialmente me atingiu, pois, a escola sempre destacava que era a que ‘mais bem pagava os professores’, e porque estou agora me formando para ser professor. E, por fim, descobri que o antigo direto está hoje trabalhando com agricultura urbana. Tema por qual muito me interesso acadêmico e politicamente.<br><br></div><div>Por fim, refletir sobre o que foi aquele espaço e o que ele é hoje e, em especial, o que isso significa e significou para mim me ajudou a associar as categorias que discutimos com as experiencias por mim vivida o que ajudou a fixar esses aprendizados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 14:29:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paula Corrêa</title>
         <author>paulacorr</author>
         <link>https://padlet.com/marcelaamaral1/LambedaEducacao/wish/1701490111</link>
         <description><![CDATA[<div>Refletir sobre o papel da Antropologia nas escolas me lembra sempre a UFG. A grandeza da diversidade e do contato com conhecimentos diversos que ela proporciona aos estudantes unindo tantas pessoas diferentes num mesmo lugar transparece seu caráter extremamente educativo e importante, para além do ensino formal e da sala de aula.&nbsp;</div><div>Me remete ao aprendizado que o filme “Quando sinto que já sei” coloca para gente, sobre ocupar os espaços das escolas e mostrar aos alunos que o conhecimento também se faz nas prática cotidianas, no contato com o amigo, nos corredores das escolas, nas práticas esportivas. Vejo a Antropologia no ensino médio como possibilidade para pensar uma Escola mais diversa, na qual o aluno aprende mas também gera conhecimento tornando o ensino mais plural e democrático.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-27 21:48:25 UTC</pubDate>
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