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      <title>Taller Arquisur - Universidade e Sociedade by Laboratório Margem</title>
      <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia</link>
      <description>Nessa cartografia, vocês estão convidados a adicionar ações de extensão já realizadas, ações ativas no momento ou ações possíveis entre universidade e a sociedade nos territórios de Porto Alegre. Adicionem um pin com as informações encontradas sobre os territórios e sobre seus diálogos possíveis com a Universidade. Vocês podem comentar os pins, anexar imagens, vídeos, notícias, artigos, ou o que mais acharem pertinente. As cores dos pins cartografados são as seguintes: Ações que já ocorreram - Amarelo; Ações ocorrendo atualmente - Verde; Ações possíveis - Azul; Ei, é importante que todos os alunos criem um log in para registrar a participação!
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-13 19:46:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-24 00:12:00 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Faculdade de Arquitetura da UFRGS</title>
         <author>margemlaboratorio</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1678579256</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-13 19:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>R. B Vl Nazareth, 880 - Vl Nazare, Porto Alegre - RS, 91060-450, Brasil</title>
         <author>julieterivoire</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679613857</link>
         <description><![CDATA[<h1></h1><h1>Práticas Urbanas Emergentes, Faculdade de Arquitetura/UFRGS</h1><h1>O Projeto de Extensão Práticas Urbanas Emergentes (PUE) da Faculdade de Arquitetura da UFRGS tem o objetivo de promover a interlocução entre a comunidade acadêmica e o movimento social que luta por moradia. Também debate questões econômicas e sociais relacionadas à ocupação do espaço urbano. Em uma recente atuação, o projeto em parceria com o MTST atuou junto a Vila Nazaré, que sofre um processo de reintegração devido á expansão do aeroporto, e também a Ocupação Povo sem Medo, que reinvidica moradia popular na região. Entre as ações do PUE estão a realização de oficinas e vivências, privilegiando a interação dialógica.<br><br>Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=k-k32wGm8QU</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 21:57:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Beco Um Rua Sergio J Dieterich, 1200 - Vl Nazare, Porto Alegre - RS, 91060-410, Brasil</title>
         <author>julieterivoire</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679614152</link>
         <description><![CDATA[<h1>Práticas Urbanas Emergentes, Faculdade de Arquitetura/UFRGS</h1><div>O Projeto de Extensão Práticas Urbanas Emergentes (PUE) da Faculdade de Arquitetura da UFRGS tem o objetivo de promover a interlocução entre a comunidade acadêmica e o movimento social que luta por moradia. Também debate questões econômicas e sociais relacionadas à ocupação do espaço urbano. Em uma recente atuação, o projeto em parceria com o MTST atuou junto a Vila Nazaré, que sofre um processo de reintegração devido á expansão do aeroporto, e também a Ocupação Povo sem Medo, que reinvidica moradia popular na região. Entre as ações do PUE estão a realização de oficinas e vivências, privilegiando a interação dialógica.<br><br>Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=k-k32wGm8QU</div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 21:58:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beco B Bc Da Taquara, 1003 - Lomba do Pinheiro, Porto Alegre - RS, 91570-670, Brasil</title>
         <author>julieterivoire</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679617364</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto Águas -&nbsp; MEMÓRIA DAS NASCENTES NA LOMBA DO PINHEIRO&nbsp;<br>Tem como objeto de estudo a bacia do Arroio Taquara, que tem conexão com várias outras bacias de Porto Alegre, interferindo diretamente na qualidade da água destes outros mananciais hídricos. A Lomba do Pinheiro é um local com muitas moradias irregulares, que geram um impacto ambiental sobre os recursos hídricos próximos. Os estudantes atuam junto à Horta Comunitária da Lomba do Pinheiro, elaborando materiais de conscientização.<br><br></div><h1><br></h1><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Gym6AJR0tGY" />
         <pubDate>2021-08-15 22:10:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rua Voluntários da Pátria, 1039 - Centro Histórico, Porto Alegre - RS</title>
         <author>julieterivoire</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679622473</link>
         <description><![CDATA[<div>REABILITAÇÃO ARQUITETÔNICA DA KSA ROSA. PROJETO E EXECUÇÃO&nbsp;<br><br>&nbsp;A Associação Ksa Rosa é um Centro de Educação Popular e Resistência Cultural que trabalha com catadores e moradores de rua nas proximidades do centro de Porto Alegre. A coordenadora Maristoni Moura, educadora popular, juntamente com os demais integrantes tem usado seu trabalho como fonte de reorganização social e produtiva do mundo da rua, articulando várias políticas públicas como, por exemplo, a de redução de danos.<br><br>A atuação dos alunos pelo projeto de extensão e disciplina acadêmica produzem uma intervenção dinâmica, em constante mudança, mas considerando e exaltando sempre os trabalhos anteriormente já realizados e sua continuidade como um pequeno processo histórico. A proposta é do enaltecimento do processo e não do produto, onde estudantes e o coletivo Ksa Rosa são seus protagonistas semestre a semestre.&nbsp;<br><br>Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=fZKL8BPl618</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 22:28:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Biblioteca do Instituto de Psicologia da UFRGS - Rua Ramiro Barcelos - Floresta, Porto Alegre - RS</title>
         <author>julieterivoire</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679626649</link>
         <description><![CDATA[<h1>BIBLIOTECAS VIVAS: PROMOÇÃO DE BIBLIOTECAS COMUNITÁRIAS</h1><div><br>Se inicia como exposição "Atelier Artiinclusão", na Biblioteca da faculdade de Psicologia da UFRGS, junto com o Instituto Psiquiátrico Forense com retratos e autorretratos pintados por artistas/internos.<br><br></div><div>Projeto busca pensar as bibliotecas como produção de saberes a partir do encontro promove apresentações musicais, performanves, oficinas, aulas públicas. Visa desenvolver com comunidades bibliotecas comunitárias.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=121_IkXVW-U" />
         <pubDate>2021-08-15 22:42:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AICAS - Associação Inter-Comunitária de Atendimento Social - Rua Demétrio Ribeiro - Historical Centre, Porto Alegre - RS</title>
         <author>analuizawuttke</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679643551</link>
         <description><![CDATA[<div>https://pt-br.facebook.com/aicaspoa/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt-br.facebook.com/aicaspoa/" />
         <pubDate>2021-08-15 23:25:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ocupação Mulheres Mirabal - Rua Souza Reis - São João, Porto Alegre - RS</title>
         <author>00297025</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679652158</link>
         <description><![CDATA[<div>Onde: Ocupação Mulheres Mirabal. R. Souza Reis, 132 - São João, em Porto Alegre. A casa hoje ocupa local que já abrigou uma escola estadual.</div><div>O que:&nbsp;</div><div>Casa que presta serviço de apoio e acolhimento a mulheres vítimas de violência em Porto Alegre.</div><div>A ocupação surgiu a partir do Movimento de Mulheres Olga Benário, que planejava a ocupação de um espaço como protesto às medidas que estavam sendo tomadas pelo Governo Estadual, como a extinção da Secretaria de Políticas para Mulheres.&nbsp;</div><div>A Mirabal recebe mulheres vítimas de violência, muitas vezes encaminhadas pela própria Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher. As acolhidas recebem, além do apoio, informações sobre medidas legais a serem tomadas, contando com a colaboração de uma rede de apoiadoras do jurídico e também psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros.&nbsp;</div><div><br></div><div>Como: Diálogo entre a universidade e a rede que compõe a Mirabal. Divulgação da importância do papel desempenhado, tanto no ambiente acadêmico quanto na população geral. Debate relativo à importância das atividades do movimento e da regularização da casa.&nbsp;</div><div>Melhorias na estrutura do local.&nbsp;</div><div><br></div><div>Com quem: Sociedade e universidade. DEAM.</div><div><br></div><div>Para quem: Mulheres vítimas de violência. Sociedade em geral.&nbsp;</div><div><br>Ainda mais necessária na pandemia, Casa Mirabal enfrenta disputa interminável por regulamentação: <a href="https://sul21.com.br/geral-1/2021/04/ainda-mais-necessaria-na-pandemia-casa-mirabal-enfrenta-disputa-interminavel-por-regulamentacao/?ltclid=4e5bffbc-e7d5-494e-a07b-99cd15db076c">https://sul21.com.br/geral-1/2021/04/ainda-mais-necessaria-na-pandemia-casa-mirabal-enfrenta-disputa-interminavel-por-regulamentacao/?ltclid=4e5bffbc-e7d5-494e-a07b-99cd15db076c</a></div><div><br></div><div>MULHERES MIRABAL: UMA OCUPAÇÃO, UM SONHO:</div><div><a href="https://www.pucrs.br/revista/mulheres-mirabal-uma-ocupacao-um-sonho/">https://www.pucrs.br/revista/mulheres-mirabal-uma-ocupacao-um-sonho/</a></div><div><br></div><div>Existir é Resistir: Dois anos de Ocupação Mirabal:</div><div><a href="https://www.ufrgs.br/humanista/2018/12/13/sextante-existir-e-resistir-dois-anos-de-ocupacao-mirabal/">https://www.ufrgs.br/humanista/2018/12/13/sextante-existir-e-resistir-dois-anos-de-ocupacao-mirabal/</a></div><div><br>Redes sociais: <br><a href="http://www.instagram.com/mulheres.miraba">www.instagram.com/mulheres.miraba</a></div><div><a href="https://linktr.ee/mulheresmirabal">https://linktr.ee/mulheresmirabal</a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 23:41:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>VILA MARIA DA CONCEIÇÃO</title>
         <author>jessicamdluz</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679654241</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ASSESSORIA A COMUNIDADES DE BAIXA RENDA</strong> | Projeto de Extensão da Faculdade de Arquitetura UFRGS | Ainda não começou em função da pandemia<br><br><em>Assessorar, realizar e fiscalizar projetos de urbanização com participação popular de comunidades de baixa renda utilizando-se tecnologias alternativas sustentáveis tais como energia solar, aproveitamento de águas de chuva e usadas e energia eólica.<br>A presente proposta é então um projeto piloto que por enquanto conta com a simpatia da liderança comunitária da Vila Maria da Conceição no bairro do Partenon (Vila Maria Degolada). O presente projeto-piloto é para um ano mas pretende ser extendido. O projeto tem a simpatia/parceria do líder comunitário Mário Jefferson da Vila Maria Conceição.<br><br></em>Link: https://www.ufrgs.br/arquitetura/42549-assessoria-a-comunidades-de-baixa-renda/<br>Salão de Extensão: https://www.youtube.com/watch?v=QRHa_NGy2qQ</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 23:45:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ESCOLA ESTADUAL PRESIDENTE ROOSEVELT</title>
         <author>jessicamdluz</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679657640</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ESCOLA ESTADUAL PRESIDENTE ROOSEVELT 2020: DESENHO E CONSTRUÇÃO PARTICIPATIVA </strong>|<strong> </strong>Projeto de Extensão da Faculdade de Arquitetura UFRGS e EMAV<br><br><em>Desenvolvimento de projeto arquitetônico e paisagístico e execução de reforma do pátio interno da Escola Estadual Roosevelt com a participação da comunidade escolar.<br><br></em>Link:<em> </em>https://www.ufrgs.br/arquitetura/42660-escola-estadual-presidente-roosevelt-2020-desenho-e-construcao-participativa/<br>Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=w4PO9cvXBuw</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 23:50:45 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Centro de Referência Indígena Afro do Rio Grande do Sul - Travessa Comendador Batista, 26 - Cidade Baixa, Porto Alegre - RS</title>
         <author>NicoleCarrion</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679659333</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.facebook.com/indigenaafrodors/<br><br>O Centro de Referência Indígena Afro do Rio Grande do Sul foi criado para reivindicar as políticas públicas de direito dos povos tradicionais. Ele surgiu com o intuito de servir como espaço de referência para esses povos, para acolhimento, alimentação, promoção cultural e produção de renda através de artesanato.&nbsp;<br>O espaço, que funciona com base no protagonismo das mulheres que o constroem e frequentam, acolhe a comunidade promovendo debates politicos, oficinas, atos, feiras e mais. A casa também funciona como casa de passagem para artesãs indígenas vindas de outras localidades em busca de renda.&nbsp;<br>De acordo com uma das líderes em entrevista para o jornal da UFRGS, a casa cede do centro de referência possui problemas e precisa de reformas. Enxerguei nisso uma possibilidade de atuação da universidade, por meio da Faculdade de Arquitetura, podendo realizar atividades de intervenção, do mesmo modo como atua na Ksa Rosa, promovendo troca conhecimentos entre alunos e comunidade.&nbsp;<br><br>ONDE: Travessa Comendador Batista, 26 - Cidade Baixa<br>OQUE: Reivindicação de direitos dos povos tradicionais<br>COM QUEM: Líderes, ativistas e voluntários<br>COMO: Debates politicos, oficinas, atos, feiras, vaquinhas etc.<br>PARA QUEM: Comunidade Indigena e Afro<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.facebook.com/indigenaafrodors/" />
         <pubDate>2021-08-15 23:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Rede de Solidariedade - Trilha do Morro Santana - Agronomia, Porto Alegre - RS</title>
         <author>00290334</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679659575</link>
         <description><![CDATA[<div>História do morro:<br><br>- Primeiramente ocupado por chácaras de açorianos no séc XVIII.<br>- Anos 50 e 60 explorada por empresas loteadoras<br>- Fundam a SOBREVIPA (Sociedade Beneficente Recreativa da Vila Protásio Alves), iniciando o movimento comunitário na região<br>- Em nome do “progresso”, os militares autorizam que a indústria mineradora explodam partes do Morro, deixando cicatrizes que hoje são as famosas pedreiras<br>- Urbanização de Poa é feita com o granito santana, pavimentação, ruas, calçadas, meio-fios, e etc<br>- Trabalhadores das pedreiras formam as primeiras vilas <br>- A primeira vila, chamada Vila Nova Pedreira foi inicialmente caracterizada como ocupação "autorizada". O próprio patrão construia os primeiros barracos e cedia para os funcionarios<br>- Anos 70 e 80 novas pessoas vem para porto alegre em busca d eoportunidade e não encontram lugar para morar<br>- Inicia ocupação ao redor do morro da pedreira (Vila das Laranjeiras e Vila Nova Tijuca)<br>- Pedreira é desativada no anos 80 após moilização dos moradores<br>- Anos 90 com a abertura democrática, o movimento comunitário se intensifica, com o surgimento de muitos projetos sociais e entidades de base<br>- Anos 2000, movimentos sociais como o <a href="https://www.brasildefato.com.br/node/799/">MTD</a> e <a href="http://www.mncr.org.br/">MNCR</a> conquistam as Frentes Emergenciais de Trabalho, um programa de geração de renda a partir da organização popular<br>- <br><br><br>ONDE: Morro Santana, bairros pobres do entorno além de outros bairros como Glória, Cruzeiro e Cristal&nbsp;<br><br>O QUE: Atualmente existe uma ação colaborativa que ajuda no enfrentamento da Covid-19. Com o envolvimento da sociedade e da universidade por parte de alunos, professores e residentes do curso de Saúde, com o projeto de grupo de Solidariedade UFRGS, que trabalha com arrecadação de alimentos e materiais (educativos, álcool gel, máscaras) que são entregues às comunidades.&nbsp;<br><br>Também existe o projeto Preserve Morro Santana que é outro programa de extensão o curso de Sociologia da UFRGS que tem como objetvo estimular a organização comunitária em defesa da conservação ambiental e do resgate da história do Morro Santana, uma região periférica de Porto Alegre.<br><br>COMO: Projetos de extensao devem ser continuados para dar base e suporte para as famílias,&nbsp; entretanto, projetos de maior envolvimento devem ser feitos por agentes governamentais, partindo do foco no desenvolvimento do entorno com mais investimentos públicos em qualidade de vida para os moradores.&nbsp;<br><br>Melhores postos de trabalho, saneamento basico, saude com ubs, segurança, areas de lazer adequadas, pavimentação,&nbsp; recolhimento de lixo e incentivos<br><br><br>Para QUEM: comunidades carentes que circundam o Morro Santana<br><br>https://solidariedadepande.wixsite.com/website<br><br>https://www.ufrgs.br/saudecoletiva-covid-19/rede-de-solidariedade-ufrgs/<br><br>Mapa da pobreza em Porto Alegre:<br>https://portoimagem.wordpress.com/2010/11/07/mapa-da-pobreza-em-porto-alegre/<br><br>Mapa da pobreza Morro Santana:<br>http://essametamorfose.blogspot.com/2008/04/mapa-da-pobreza-em-porto-alegre-11.html<br><br>https://www.brasildefato.com.br/2020/03/24/periferias-de-porto-alegre-sofrem-com-falta-de-agua-durante-pandemia-de-coronavirus<br><br>História do morro santana:<br>http://reporterpopular.com.br/de-baixo-para-cima-a-luta-pelo-direito-a-cidade-no-morro-santana/<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 23:53:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>OkupaKaliça - Rua Barão do Gravataí, 579 - Menino Deus, Porto Alegre - RS</title>
         <author>machadohemilyn</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679659805</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.instagram.com/okupakalissa/tagged/<br><br>Uma ocupação urbana, onde a bio do Instagram já nos mostra alguns dos posicionamentos do coletivo: <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/autogest%C3%A3o/">#autogestão</a> <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/apoiom%C3%BAtuo/">#apoiomútuo</a> <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/fa%C3%A7avoc%C3%AAmesme/">#façavocêmesme</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/antirracismo/">#antirraCISmo</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/antissexismo/">#antissexismo</a><a href="https://www.instagram.com/explore/tags/anticapitalismo/">#anticapitalismo</a>, estão localizados numa região mais central, disputada, o que difere de ocupações mais afastadas, o grupo que luta pelo direito de existir e ocupar espaços sendo livre, confrontando os lugares de conforto em que a sociedade nos coloca para sermos aceitos socialmente. Eles produzem espaços de debate, que agora durante a pandemia está sendo online, assuntos como quilombismo, comunicação não violenta, racismo e branquitude são alguns dos temas que permeiam essas discussões. Eles seguem lutando, resistindo, confrontando o conforto, aprendendo e&nbsp; buscando cada vez mais liberdade para existir.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 23:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Cais do porto - Avenida Mauá - Centro Histórico, Porto Alegre - RS</title>
         <author>machadohemilyn</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679662390</link>
         <description><![CDATA[<div>Praticas do Patrimônio Insurgente (Faculdade de Arquitetura-UFRGS) Não é demanda exclusiva do projeto, mas é a discutida atualmente, sobre a disputa pelo cais. Um patrimônio histórico , em parte tombado, que está em disputa podendo virar mais um conjunto de edifícios residenciais e garagens, a ideia do coletivo cultural é entrar com uma contra proposta, para que esse espaço acolha diversidade, cultura, arte e seja uma referência para a cidade desse espaço coletivo, com tanta arte. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-15 23:59:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sol Maior - Rua General Câmara - Historical Centre, Porto Alegre - RS</title>
         <author>analuizawuttke</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679663060</link>
         <description><![CDATA[<div>http://www.solmaior.org.br/</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.solmaior.org.br/" />
         <pubDate>2021-08-16 00:00:12 UTC</pubDate>
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         <title>VILA DIQUE RESISTE </title>
         <author>jessicamdluz</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679663282</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PLANEJAMENTO URBANO POPULAR NA VILA DIQUE: Construindo um diagnóstico coletivo</strong>, projeto de extensão do curso de Arquitetura da UFRGS e EMAV<br>Link: http://anpur.org.br/xviiienanpur/anaisadmin/capapdf.php?reqid=722<br>Link Vídeo: https://vimeo.com/529700330</div><div><br></div><div><strong>MEMÓRIAS DA VILA DIQUE: Extensão popular, rodas de memória e remoções urbanas </strong>| Projeto de extensão do curso de História da UFRGS | Duração 2010-14<br><br><em>Buscando acompanhar o que se passa na vida das pessoas quando ocorrem processos de remoção e reassentamento urbano, uma equipe constituída por acadêmicos, profissionais da área da saúde e da educação vêm realizando um projeto de extensão sobre o cotidiano dos moradores da Vila Dique, Porto Alegre/RS, reassentados no Conjunto Habitacional Porto Novo a partir 2009.<br><br>O trabalho teve início no segundo semestre de 2010 e atendia a demanda de lideranças comunitárias e de alguns profissionais da Unidade de Saúde Santíssima Trindade do Serviço de Saúde Comunitária do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) que buscavam novas estratégias para a promoção da saúde. Foi também demanda da universidade, o que possibilitou aos graduandos, além da formação, o convívio com a comunidade e trocas profícuas entre o saber produzido na universidade e aquele construído no dia a dia dos moradores da Vila Dique e do Porto Novo.</em><br><br>Link UFRGSTV: https://www.youtube.com/watch?v=3NB7r4vT94Y<br>Link Trailer: http://www.primeirocorte.com.br/producao/dique-de-memorias/<br>Link: https://www.ufrgs.br/lhiste/extensao/memorias-da-vila-dique/<br><br></div><div><strong>DA VILA DIQUE AO PORTO NOVO: Extensão popular, rodas de memória e remoções urbanas,</strong> projeto de extensão do curso de História, Ciências Sociais e Educação da UFRGS&nbsp;<br><br></div><div>Link Livro: https://www.ufpb.br/redepopsaude/contents/biblioteca-1/memorias-da-vila-dique-extensao-popular-rodas-de-memoria-e-remocoes-urbanas/memorias-da-vila-dique-extensao-popular-rodas-de-memoria-e-remocoes-urbanas.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 00:00:34 UTC</pubDate>
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         <title>Comunidade Vila Nova - Bairro Restinga</title>
         <author>dgcotta98</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679782979</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lugares - Laboratório Urbano (Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo da PUCRS), junto do Instituto Federal do Rio Grande do Sul, localizado nas proximidades, alunas da Engenharia Cartográfica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Associação de Moradores e Cooperativa Habitacional da Vida Nova estão juntos na construção de um modelo de cooperação em prol da regularização fundiária em tempo de adaptação a nova REURB em territórios de extrema vulnerabilidade. Participação popular nas decisões territoriais, reafirmando a voz das comunidades que buscam direito à habitação digna, o primeiro passo em prol do direito à cidade.<br><br>https://www.facebook.com/ocupacaohabitacionalvidanova/&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 02:18:39 UTC</pubDate>
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         <title>Beco da Vila Cai Cai</title>
         <author>rodrigoalves98</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1679853071</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTUALIZAÇÃO/PROBLEMATIZAÇÃO<br>“Eu tinha saído para trabalhar. Quando eu cheguei, já não existia mais casa. Tava só brasa e fogo, não tinha mais nada. Foi uma porrada muito grande”, diz Cristiano de Oliveira Mentes. Ele é um dos antigos moradores do Beco da Vila Cai Cai, localizada no bairro Cavalhada, zona sul de Porto Alegre, afetados por um incêndio que destruiu as casas de seis famílias na manhã do dia 8 de janeiro de 2021. O incêndio durou apenas 30 minutos, mas destruiu todos os pertences da casa em que Cristiano morava com dois filhos. “Fiquei sem chão, sem destino, sem nada”, diz.<br>Por sorte, os filhos de Cristiano também não estavam no local na hora do incêndio. “Foi Deus quem fez eles teimarem de sair para a rua”, diz. Ao todo, 28 pessoas foram afetadas pelo incêndio, incluindo 13 crianças e adolescentes.<br>Adriana Escobar de Oliveira, outra moradora atingida pelo incêndio, conta que também não estava em casa na hora do incidente. Mas foi alertada por sua filha, que morava em uma casa ao lado. “Eu estava trabalhando. Saí, a minha casa estava inteira. Quando eu voltei, não tinha mais nada”, diz.<br>Além dos pertences, também viu o fogo queimar a lancheria que tinha para complementar a renda de seu trabalho como faxineira e ficava localizada no terreno da frente. “Eu perdi tudo. Foi bem difícil”.<br>De acordo com os moradores, o incêndio foi causado por uma sobrecarga em um transformador na fiação da área. Começou por um vizinho de Adriana, atingindo um botijão de gás, que veio a explodir, fazendo o fogo se espalhar rapidamente pela área. “Eu moro aqui há mais de 24 anos e soube de um incêndio, mas foi pequeno”.<br>Passados sete meses do incêndio, as famílias de Cristiano e Adriana estão morando de aluguel na Vila Cai Cai. Nos primeiros meses, receberam doações de roupas, móveis e eletrodomésticos e tiveram o aluguel pago por dois meses com recursos de uma campanha de arrecadação que envolveu professores que atuam na Cai Cai, movimentos sociais e o projeto social Seleção do Bem, liderado pelo ex-jogador Dunga. Posteriormente, passaram a receber um auxílio moradia no valor de R$ 500 da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) da Prefeitura de Porto Alegre, que será oferecido às famílias por um prazo de dois anos." [3]</div><div><br>ONDE?<br>No Beco da Vila Cai Cai, Zona Sul de Porto Alegre.<br>"A Vila Cai Cai, ou Loteamento Cavalhada, ocupa uma área próxima ao Parque Natural Morro do Osso, na Zona Sul de Porto Alegre. A maior parte das famílias está lá desde 1994, quando foram reassentadas pelo Demhab a partir da comunidade de catadores da Vila Cai Cai, que desde a década de 1970 ficava à beira do Guaíba, próximo do Estádio Beira Rio." [1]<br><br>O QUE?<br>"A reconstrução de seis casas destruídas num incêndio em janeiro de 2021 na Vila Cai Cai, tem a proposta de estabelecer um novo modelo de habitação popular, diferente do padronizado que é característico dos programas habitacionais públicos."&nbsp;<br><br>COMO?<br>"A partir da mobilização da comunidade, com apoio de entidades da sociedade civil e de escritórios de arquitetura, foi elaborado um projeto específico para cada casa, considerando a área disponível no terreno e a melhor estrutura para atender cada família." [1]&nbsp;<br>Foi feito um crowfunding para angariar recursos à construção das casas.<br><br>COM QUEM?<br>Mãos - Arquitetura,&nbsp;<br>Happy Arquitetura,&nbsp;<br>Lugares - Laboratório Urbano,<br>Associação Pais e Mães pela Democracia e<br>Moradores do Beco da Cai Cai.<br>PARA QUEM?<br>Vítimas do incêndio no Beco da Cai Cai.<br><br>PALAVRAS-CHAVE<br>Habitação Popular; Reconstrução; Infraestrutura Urbana; Regularização Fundiária; Direito à cidade.<br><br>ANEXOS<br><br>[1] Artigo Jornal do Comércio:<br>https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/colunas/pensar_a_cidade/2021/06/799236-reconstrucao-das-casas-na-vila-cai-cai-pode-ser-modelo.html<br><br>[2] Artigo Sul21:<br>https://sul21.com.br/noticias/geral/2021/07/projeto-quer-dar-novas-moradias-a-familias-que-perderam-tudo-em-incendio-na-cai-cai/<br><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=3qkmwJPGzi8&amp;ab_channel=LevantaCaiCai" />
         <pubDate>2021-08-16 03:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Casa do Estudante Universitário (CEU) - Avenida João Pessoa - Centro Histórico, Porto Alegre - RS</title>
         <author>machadohemilyn</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1680381863</link>
         <description><![CDATA[<div>Um lugar de encontro, que está num local privilegiado no centro da cidade, lugar de disputa, bem valorizado, que abriga estudantes do Brasil todo. Esses estudantes na condição de baixa renda, o edifício não está nas melhores condições, possui alguns problemas visíveis. Hoje em dia as mulheres são aceitas como moradoras, mas nem sempre foi assim, foi inaugurada em 1971, apenas em 1983 foi oficialmente aceita a presença de moradoras mulheres, após muita luta e confrontos. A casa também é um ponto de acolhimento para intercambistas que chegam a cada semestre para estudar na universidade. Um pontinho na cidade com muita diversidade de pessoas, culturas, nacionalidades e conhecimentos, resistindo as dificuldades do ensino superior para pessoas menos privilegiadas e buscando quebrar as estatísticas chegando ao fim do curso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 13:17:18 UTC</pubDate>
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         <title>Vila Flores</title>
         <author>luizadalarosa</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1680590987</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Criada em 2014, a Associação Cultural Vila Flores (ACVF) é uma associação sem fins lucrativos responsável pela programação cultural e pela articulação de parcerias para o desenvolvimento de iniciativas de viés social, cultural e educativo entre a comunidade do Vila Flores e as diferentes esferas da sociedade.<br><br></div><div>A ACVF possui 4 eixos norteadores: arte e cultura; educação; empreendedorismo e arquitetura e urbanismo.<br><br>Projetos do Vila: <br>- Canteiro vivo: mulheres no patrimônio (projeto em que mulheres da comunidade aprendem sobre empreendedorismo, construção e empoderamento feminino)<br>- De vila a vila: <a href="https://drive.google.com/file/d/1r1sKiU-oc9ST73rvCU1G6f3cpiRrruxw/view">https://drive.google.com/file/d/1r1sKiU-oc9ST73rvCU1G6f3cpiRrruxw/view<br></a>- Skate na vila<br>- Outros projetos: http://vilaflores.org/o-que-fazemos/projetos/<br><br></div><div>Projetos em que o Vila Flores atua colaborativamente:<br>- Vila santa Teresinha&nbsp;</div><div>- Ksa rosa&nbsp;</div><div>- Centro social marista irmão antonio Bortolini</div><div>- Assentamento e cooperativa 20 de novembro&nbsp;</div><div>- AINTESO</div><div>- Igualdade RS</div><div>- Misturaí</div><div>- Mulheres Mirabal</div><div>- Fé e Alegria<br><br>Documentário sobre o Vila:</div><div>https://www.youtube.com/watch?v=fW5-Tu_skY8&amp;list=PLUFFo2Ow9OlwraCQ2IRRX26IAbQBsiLCp<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 15:23:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Jardim Botânico de Porto Alegre - Rua Doutor Salvador França - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS</title>
         <author>00297027</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1680741288</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 16:55:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SMURB -  Secretaria do Meio Ambiente e da Sustentabilidade / Urbanismo </title>
         <author>00297027</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;Av. Borges de Medeiros, 2244 - Centro Histórico, Porto Alegre - RS, 90020-024</div>]]></description>
         <enclosure url="https://maps.googleapis.com/maps/api/staticmap?center=Av.%20Borges%20de%20Medeiros%2C%202244%20-%20Centro%20Hist%C3%B3rico%2C%20Porto%20Alegre%20-%20RS%2C%2090020-024&amp;key=AIzaSyD3kjetwpeAYF-eXThlRhc1F1EYwsQvHcY&amp;scale=2&amp;size=640x480&amp;maptype=satellite&amp;language=pt&amp;region=BR" />
         <pubDate>2021-08-16 17:07:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Rua da Represa - São José, Porto Alegre - RS</title>
         <author>00290161</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1680806079</link>
         <description><![CDATA[<div>Aplicação de tecnologias sociais do GRID UFRGS (Grupo de Gestão de Riscos de Desastres) com a comunidade da Rua da Represa, localidade com histórico de enchentes e desabamentos.<br>Atividades desenvolvidas:<br>- Linha da Vida da Comunidade;<br>- Elementos do Ambiente natural e construído;<br>- Identificação de potencialidades, vulnerabilidades, riscos e causas. Mapa interativo;<br>- Qualificação da percepção de riscos.<br>- Atribuição de Responsabilidades;<br>- Plano de Prevenção de desastres<br>- Plano de ação comunitário</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 17:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Arredores Arena do Grêmio - Avenida Padre Leopoldo Brentano - Farrapos, Porto Alegre - RS</title>
         <author>00290334</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1680931640</link>
         <description><![CDATA[<div>- Área com fortes conflitos e especulação imobiliária;&nbsp;<br>- Arena construída no lugar de uma antiga escola que foi reconstruida em outra area<br>- Estádio de costas para a pobreza da região dos bairros Humaita e Farrapos;<br>- Inauguração foi facilitada pela prefeitura sem que houvesse o cumprimento de todos requisitos de finalização das obras prometidas devido a proximidade da Copa do Mundo.<br><br>Entre as promessas estavam:<br>creches, centro de reciclagem, centro cultural, centro empresarial, abertura de espaços dentro da arena para divulgação dos produtos locais<br><br>- Problemas com esgoto agravados com a chegada do estádio, que inicialmente deveria se responsabilizar a concluir as obras de drenagem da região.<br><br>- 2021 prefeitura abre processo de conciliação para exigir conclusão das obras<br><br>ONDE : Arredores Arena do Grêmio&nbsp; - Bairros Farrapos e Humaitá&nbsp;<br><br>O QUE: Potencial projeto de contenção de alagamentos com reestruturação hidráulica do equipamento urbano, o qual não foi projetado para atual demanda&nbsp;<br><br>Medidas paliativas: ajuda da sociedade e universidade com projetos de extensão que tragam alimentos e bens para quem já sofre pela pobreza e perde tudo durante alagamentos.&nbsp;<br><br>COMO: através de projetos de extensão com apoio da populaçao para minimizar problemas.<br>Midia pode ajudar dando maior visibilidade aos problemas existentes, alertando a população e divulgando meios de colaboração.<br>Responsabilização do Grêmio&nbsp;<br><br>COM QUEM: sociedade e universidade<br>Midia divulgação&nbsp;<br>Governo pressionar time&nbsp;<br><br>PARA QUEM: comunidades do bairro Farrapos e Humaitá<br><br><br>http://www.editorialj.eusoufamecos.net/site/noticias/acontece/euforia-de-comerciantes-contrasta-com-queixas-de-vizinhos-da-arena-do-gremio/<br><br>https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/geral/moradores-trabalham-para-limpar-casas-no-bairro-humait%C3%A1-em-porto-alegre-1.443887<br><br>https://www.jornalja.com.br/arquivo/arena-do-gremio-posse-do-terreno-tambem-e-polemica/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-16 19:24:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reassentamento: Conjunto Habitacional Porto Novo - Rubem Berta, Porto Alegre - RS</title>
         <author>jessicamdluz</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1683118279</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>HORTAS COMUNITÁRIAS AGROECOLÓGICAS NO REASSENTAMENTO PORTO NOVO: SENSIBILIZAÇÃO E PLANEJAMENTO PARA AÇÃO COMUNITÁRIA</strong> | Projeto de Extensão da Faculdade de Enfermagem/Saúde Coletiva UFRGS<br><br><em>O projeto visa contribuir com o ensino escolar, utilizando a horta urbana como dispositivo lúdico de aprendizagem da sustentabilidade ambiental e alimentação saudável. Serão desenvolvidas atividades lúdicas de cunho ambiental para estudantes da educação infantil e fundamental, que juntamente com os professores, irão proporcionar práticas ambientais sustentáveis para o desenvolvimento de uma consciência cidadã e ecológica. Os bolsistas irão propor e aplicar atividades lúdicas para também desenvolver o espirito coletivo entre a comunidade escolar.</em>&nbsp;<br><br>Link: https://docplayer.com.br/209672405-A-educacao-ambiental-em-uma-comunidade-reassentada.html<br>___________________________________<br><br>Os moradores da Vila Dique foram reassentadas no Conjunto Habitacional Porto Novo, que possui 1554 unidades. O reassentamento da Dique iniciou em 2012, depois uma quadra do condomínio foi invadia. Em 2017, a CEF conseguiu a reintegração de posse, recuperou os imóveis e agora essas 112 famílias ocuparão a parte recuperada. O Porto Novo recebeu também famílias da Morada do Sol.<br><br>Alguns comerciantes locais, Vila Dique, não conseguiram receber nos novos loteamentos espaços comerciais para seguirem com suas atividades.<br><br>Os moradores lembram que não optaram pelo reassentamento, mas sim foram forçados. Eles falam com nostalgia de suas casas, que foram destruídas na sua frente, apenas após tirarem seus pertences, mesmo antes de entrarem nas novas residências.<br><br>CORREIO DO POVO - ANO 116 Nº 185 - PORTO ALEGRE, DOMINGO, 3 DE ABRIL DE 2011<br>“ Os primeiros problemas também começam a surgir. Algumas casas começam a apresentar rachaduras nas suas estruturas... Há imóveis rachando com apenas quatro meses de uso", relatou um dos líderes comunitários do local, Gilberto Comin, 37 anos. De acordo com ele, as ampliações das moradias são inevitáveis, considerando-se o tamanho dos sobrados.”<br><br></div><div>https://lume-re-demonstracao.ufrgs.br/imagens-para-pensar-o-outro/3-atividades.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 01:11:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>UtopiaeLuta Assentamento</title>
         <author>jessicamdluz</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1683141388</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>MOVIMENTO AUTÔNOMO UTOPIA E LUTA: Reforma centro cultural </strong>| Projeto de Extensão da Faculdade de Arquitetura UFRGS<br><br><em>O EMAV – FA/UFRGS atuará de forma participativa na reforma do centro cultural do movimento autônomo Utopia e Luta. O aperfeiçoamento contará com as melhorias de acústica, eletricidade, revitalização e a reativação da horta hidropônica no terraço (60m²).<br><br></em>Link: https://www.ufrgs.br/arquitetura/42482-movimento-autonomo-utopia-e-luta-reforma-centro-cultural/<br>Vídeo: https://youtu.be/A_4-fdJNROI</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 01:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pequena Casa da Criança - Vila Maria da Conceição</title>
         <author>NicoleCarrion</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1683972579</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.pequenacasa.org.br/<br><br>Vila Maria da Conceição<br>A vila, localizada no bairro Partenon de Porto Alegre, possui constante presença nos telejornais como local de muita violência, onde o policiamento deve ser pesado para que o crime organizado não tome conta. O lugar, característico por possuir uma organização próxima ao que se conhece como típico das Favelas do Rio de Janeiro, é vítima de extrema precarização e falta de acesso. Em uma visita à comunidade realizada juntamente com a universidade, fomos informados de que um dos principais problemas do local era a impossibilidade de acesso de ambulâncias à grande parte das ruas da vila.&nbsp;<br>Nesta visita fomos convidadas a conhecer alguns projetos atuantes na comunidade através da Pequena Casa da Criança, centro que se abre à comunidade como espaço de apoio e de desenvolvimento de atividades culturais. O centro, com a ajuda de voluntários, possui diversos programas e projetos de atuação na comunidade e, provavelmente, poderia ser agente de integração entre a universidade e a comunidade para dar apoio a uma nova atividade de extenção da Faculdade de Arquitetura.&nbsp;<br><br>ONDE: Rua Mário de Artagão, 13, Partenon<br>COMO: Programas e projetos sociais.<br>OQUE: Oficinas de música e esportes, escola, Serviços de abordagem social de ação com crianças de rua, promoção de saúde, educação, qualificação e diversas mobilizações sociais.<br>COM QUEM: Voluntários<br>PARA QUEM: Crianças, jovens, familias e idosos, prestando apoio pra melhorarem sua qualidade de vida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 12:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PRESERVE O MORRO SANTANA</title>
         <author>jessicamdluz</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1685027518</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>PRESERVE O MORRO SANTANA</strong> | projeto de extensão do curso de Sociologia da UFRGS<br><br><em>O Preserve Morro Santana é um programa de extensão que busca estimular a organização comunitária em defesa da conservação ambiental e do resgate da história do Morro Santana, uma região periférica de Porto Alegre.<br><br>A proposta é construir, em conjunto com moradores, grupos e escolas da região, estratégias de educação e conservação ambiental, geração de renda e resgate e preservação da memória. Sua formulação foi motivada por diferentes desafios relacionados a problemas ambientais enfrentados pela comunidade, que tem como causadores a expansão da fronteira imobiliária no Morro e os eventos climáticos extremos. </em><br><br>Link Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=HvLDa0OfLek<br>Facebook: https://www.facebook.com/preservemorrosantana/?hc_ref=ARTN1bQrJuvdEgaHtWY51CV2DgwyBQixVv1J47r3l9BdZRI684OQkFZakmncsYoYufI&amp;fref=nf</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 00:44:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ocupação 20 de Novembro</title>
         <author>laurahackls25</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1686904788</link>
         <description><![CDATA[<div>A ocupação 20 de Novembro tornou-se referência nacional e internacional no debate do uso de imóveis no meio urbano para fins ilícitos e sua reversão para moradia de interesse social. Além disto o despejo das 36 famílias que residiram no prédio por 4 meses, causou comoção e revolta pelo enorme contingente policial que foi utilizado.<br>Atualmente, funciona no assentamento a COOPERATIVA 20 DE NOVEMBRO, que possui núcleos de comunicação (serigrafia, designer gráfico, criação de sites e blogs), alimentação (refeições para eventos e padaria), artesanato e prestação de serviços. Hoje a Cooperativa Municipal 20 de Novembro gera renda para os e as militantes do movimento além de uma porcentagem do resultado obtido ser revertido para a luta do MNLM na cidade.<br><br>https://www.youtube.com/user/ocupacao20denovembro/videos<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 00:15:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ocupação Pandorga - Rua Professor Freitas e Castro - Azenha, Porto Alegre - RS</title>
         <author>nathaliabelloc</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1686909840</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Pandorga é uma ocupação urbana que completa um ano de luta e resistência.<br></strong><br><strong>Onde:</strong> A ocupação está instalada no bairro Azenha, o território abrange dois prédios históricos, inventariados pelo município, em um terreno de 1.122 metros, na rua Professor Freitas e Castro. A ocupação tem um futuro incerto, uma vez que a Prefeitura, ciente da ocupação, já realiza reuniões para tratar do caso. No entanto, por ora, os habitantes do coletivo não sofrem pressão para desocupar os prédios.&nbsp;<br><br></div><div><strong>O que:</strong> No local, crianças e adultos, principalmente da Vila Cabo Rocha, participam de oficinas, debates e encontros de teatro, circo, música, capoeira, idiomas e cinema, entre outras áreas contempladas pela iniciativa autônoma. Sete moradores ajudam a conservar o local em troca do abrigo. O objetivo do grupo, que reúne pessoas de diversos países, é promover cultura, arte e educação, também chamando atenção para a necessidade de mais espaços públicos destinados a esses trabalhos sociais<br><br></div><div><strong>Como:</strong> A programação é realizada com voluntários que doam seus conhecimentos. Contribuições espontâneas são bem-vindas para cuidar do espaço e chegam em forma de quantias em dinheiro, produtos de limpeza, alimentos, material escolar e itens como tintas e pincéis, que estão ajudando a colorir as antigas paredes do pavilhão principal.<br><br></div><div><strong>Com quem:</strong> A ocupação tem parceria com outros coletivos da região de Porto Alegre, como Massa Crítica e Mobicidade.<br><br></div><div><strong>Para quem</strong>: Aberta ao público em geral, a ocupação Pandorga beneficia principalmente crianças e adultos da Vila Cabo Rocha.&nbsp;<br><br>Vídeo: https://youtu.be/TJyEip4W4l4<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 00:18:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Museu das Ilhas </title>
         <author>rodrigoalves98</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687366792</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTUALIZAÇÃO/PROBLEMATIZAÇÃO<br>"Apesar de seu rico patrimônio cultural e natural, a região [das ilhas do Arquipélago] se mantém invisível para a maioria da população da cidade de Porto Alegre, sendo tão somente reconhecida como um dos bairros de menor índice de desenvolvimento humano (IDH) 3 da cidade. [...]&nbsp; Para reverter tanto os indicadores de exclusão social, quanto o isolamento, um grupo de moradores da Ilha da Pintada, liderados pela Profa. Teresinha Carvalho da Silva decidiu criar um museu comunitário, denominado Museu das Ilhas de Porto Alegre, em parceria com o curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. [...] O Museu das Ilhas é um exemplo de instituição que não está fechada em si mesma, porque tem, nas mãos de agentes da comunidade, um ritmo pulsante. " [2]<br><br>ONDE?<br>No bairro Arquipélago da cidade de Porto Alegre. Mais especificamente na Ilha da Pintada, Ilha das Flores, Ilha do Pavão e Ilha Grande dos Marinheiros.<br><br>O QUE?<br>"O<strong> Museu das Ilhas</strong> é um museu comunitário, entidade sem fins lucrativos, fundado em 18 de março de 2016. Através da integração entre os agentes envolvidos no projeto, foi constituído um roteiro turístico para visita ao museu de rua, composto por 27 painéis que reúnem elementos representativos da história, cultura e território da Ilha da Pintada." [3]<br>Como <strong>atividade de extensão</strong>, em parceria com o curso de museologia da UFRGS, os trabalhos relacionados ao Museu tem a ver com a educação e a construção coletiva, juntamente a comunidade da ilha, das suas próprias noções de identidade, memória e patrimônio. Além do aumento da visibilidade da realidade do Arquipélago para o restante da capital.<br>Em seu vídeo de apresentação para o Salão de Ensino da UFRGS de 2020 [1], Felipe, participante da ação de extensão, explica que seu trabalho consistiu no <strong>levantamento da memória afetiva da população das ilhas.</strong><br><br>COMO?<br>Em 2020, possivelmente pelo contexto pandêmico, através das ferramentas virtuais do museu.<br>"Por meio das redes sociais do museu das ilhas, serão feitas convocatórias para que os moradores enviem um registro visual juntamente com uma memória oral do mesmo através do whatsapp, com no máximo 5min de duração.<br>Após o levantamento das memórias, essas serão utilizadas para a criação de um vídeo que será postado nas redes sociais do Museu das Ilhas.<br>O projeto tem como perspectiva que a população se volte para suas referências a fim de elucidar os traços identitários que chegam ao presente."&nbsp;<br><br><br>COM QUEM?<br>"A sua criação e funcionamento decorrem de uma rede de parcerias [públicas e privadas], que inclui a UFRGS, por meio de seu curso de graduação em Museologia; o Polo Marista de Formação Tecnológica, com o oferecimento do Curso de Jovens Aprendizes em Turismo bem como contadores de histórias, e organizadores de eventos; CRIP Ilhas/Prefeitura Municipal Porto Alegre RS; Governo dos Açores/Direção Regional das Comunidades Açorianas; a Art ’Escama, a AFROSOL e o Barco Porto Alegre 10." [3]<br><br>PARA QUEM?<br>É feito principalmente por e para a população do Arquipélago mas entende-se que destina-se também ao público em geral, visto que tornar as ilhas visíveis e relevantes para o contexto urbano de Porto Alegre é uma das propostas da atividade de extensão.<br>"Produto da vida dinâmica que se fortalece em suas bases identitárias, o Museu das Ilhas tornou-se espaço de articulação, integração e resistência de uma comunidade que, entre outros problemas, luta cotidianamente contra o declínio da pesca em função do aquecimento das águas, com a consequente queda na quantidade de peixes, e da desleal concorrência das empresas da indústria pesqueira." [2]<br><br>PALAVRAS-CHAVE<br>Memória; Identidade; Museu Comunitário; Visibilidade; Inventário Participativo.<br><br>ANEXOS<br><br>[1] Salão UFRGS 2020 - Projeto Educação para o Patrimônio no Bairro Arquipélago:<br>https://www.youtube.com/watch?v=O1k1Tb_D_E8&amp;t=4s<br><br>[2]&nbsp; Museu das Ilhas, Porto Alegre/RS, Brasil: um exercício museal comunitário: https://bell.unochapeco.edu.br/revistas/index.php/rcc/article/view/5863/3440<br><br>[3] Site Museu das Ilhas:<br>http://museus.cultura.gov.br/espaco/18459<br><br>[4] Notícia UFRGS: Projeto de Extensão promove evento na Ilha da Pintada:&nbsp;<br>http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/projeto-de-extensao-promove-atividades-na-ilha-da-pintada<br><br>[5] Video YouTube - Reportagem Canal Aberto:<br>https://www.youtube.com/watch?v=WHJCTUQyCog&amp;t=1s<br><br>[6] Museu das Ilhas, Porto Alegre, RS : o processo de constituição de um museu comunitário a partir da ação acadêmica do curso de Museologia, UFRGS:<br>https://lume.ufrgs.br/handle/10183/222074</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 04:26:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Assessoria a Comunidades de Baixa Renda</title>
         <author>gabrielabroncalopes</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687490862</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto de Extensão da FAU UFRGS, iniciado em Janeiro de 2021, sob coordenação do prof. Joel Outtes.&nbsp;<br>O objetivo do projeto é prestar assessoria, realizar e fiscalizar projetos de urbanização, especialmente em praças, com participação popular de comunidades de baixa renda utilizando tecnologias alternativas sustentáveis.<br>O líder comunitário Mário Jefferson, da vila Maria Degolada faz a intermediação.<br>No momento, sete praças estão sob análise do grupo de estudantes, e o contato com as lideranças comunitárias sob as demandas já foi estabelecido pra inicio dos projetos.<br>Algumas praças no bairro Partenon e Cristal<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 05:57:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Assessoria a Comunidades de Baixa Renda</title>
         <author>gabrielabroncalopes</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687492760</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto de Extensão da FAU UFRGS, iniciado em Janeiro de 2021, sob coordenação do prof. Joel Outtes.&nbsp;<br>O objetivo do projeto é prestar assessoria, realizar e fiscalizar projetos de urbanização, especialmente em praças, com participação popular de comunidades de baixa renda utilizando tecnologias alternativas sustentáveis.<br>O líder comunitário Mário Jefferson, da vila Maria Degolada faz a intermediação.<br>No momento, sete praças estão sob análise do grupo de estudantes, e o contato com as lideranças comunitárias sob as demandas já foi estabelecido pra inicio dos projetos.<br>Algumas praças no bairro Partenon e Cristal<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 05:59:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Assessoria a Comunidades de Baixa Renda</title>
         <author>gabrielabroncalopes</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687494614</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto de Extensão da FAU UFRGS, iniciado em Janeiro de 2021, sob coordenação do prof. Joel Outtes.&nbsp;<br>O objetivo do projeto é prestar assessoria, realizar e fiscalizar projetos de urbanização, especialmente em praças, com participação popular de comunidades de baixa renda utilizando tecnologias alternativas sustentáveis.<br>O líder comunitário Mário Jefferson, da vila Maria Degolada faz a intermediação.<br>No momento, sete praças estão sob análise do grupo de estudantes, e o contato com as lideranças comunitárias sob as demandas já foi estabelecido pra inicio dos projetos.<br>Algumas praças no bairro Partenon e Cristal<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 06:00:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Assessoria a Comunidades de Baixa Renda</title>
         <author>gabrielabroncalopes</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687496430</link>
         <description><![CDATA[<div>Projeto de Extensão da FAU UFRGS, iniciado em Janeiro de 2021, sob coordenação do prof. Joel Outtes.&nbsp;<br>O objetivo do projeto é prestar assessoria, realizar e fiscalizar projetos de urbanização, especialmente em praças, com participação popular de comunidades de baixa renda utilizando tecnologias alternativas sustentáveis.<br>O líder comunitário Mário Jefferson, da vila Maria Degolada faz a intermediação.<br>No momento, sete praças estão sob análise do grupo de estudantes, e o contato com as lideranças comunitárias sob as demandas já foi estabelecido pra inicio dos projetos.<br>Algumas praças no bairro Partenon e Cristal<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1296159197/d0db313a204606371edeb47529f6dd3b/WhatsApp_Image_2021_03_09_at_11_56_09_2_jpeg.jpg" />
         <pubDate>2021-08-20 06:02:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres e Cidade: Ciclos de Diálogos</title>
         <author>rodrigoalves98</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687497441</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTUALIZAÇÃO/PROBLEMATIZAÇÃO<br>"A problemática da mulher está enraizada em nossa sociedade e a conquista de direitos pelas mulheres se dá de forma lenta, mas com grandes avanços pela luta do movimento feminista que em suas diversas ondas, pautou o direito político ao voto, ao acesso a educação, a inserção ao mercado de trabalho e as leis que protejam a mulher no âmbito privado. Ainda assim é importante estabelecer a relação entre as necessidades das mulheres e o planejamento da cidade. Percebemos que temos muito que avançar na compreensão do feminino e do feminismo urbano. As subjetividades das mulheres são formadas a partir de seu lugar, da sua origem e das suas lutas. Estas mulheres de diversas gerações vivem nas cidades e tem necessidades como deslocamentos, segurança, ocupações de espaços públicos e moradia. Estas demandas estão relacionadas ao direito à cidade." [2]<br>"A partir do projeto de extensão “Mulheres e Cidades”, e em discussões com a comunidade, vemos que a problemática maior, reside no direito de ir e vir. A mobilidade e a circulação estão no centro de muitos debates com os coletivos de mulheres." [3]<br><br>ONDE?<br>A sede do grupo se encontra no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da UFRGS. Mas a ação de extensão como espaço territorializado nas cidades se dá de forma abrangente, já que se trata mais sobre o levantamento e aprofundamento do debate e a disseminação desse conhecimento  do que a resolução de um conflito pontual.<br><br>O QUE?</div><div>"Promover a aprendizagem entre intelectuais, ativistas, artistas, movimentos sociais e coletivos culturais sobre a problemática da mulher e a inserção da agenda feminista nas cidades." [2]<br><br>COMO?<br>"Através da promoção de debates, oficinas e encontros que relacionem as mulheres e a cidade." [2]<br>Em 2020, fez-se um ciclo de lives de junho a setembro no YouTube, intitulado: "</div><h1>Ciclo de Diálogos do Projeto de Extensão Mulheres e Cidades" [5].</h1><div><br>COM QUEM?<br>Professora orientadora: Vanessa Marx<br>Grupo de pesquisa: GPSUIC (<strong><br>Grupo de Pesquisa Sociologia Urbana e Internacionalização das Cidades)</strong><br><br>PARA QUEM?<br>A todos interessados na produção de conhecimento relacionados à dialética mulheres-cidades, tanto da esfera pública-privada à aqueles que detém as tomadas de decisão sobre a cidade quanto aos usuários e comunidade em geral.<br><br>PALAVRAS-CHAVE<br>Direito a cidade; Feminismo; Diálogo; Feminismo Urbano.<br><br>ANEXOS<br><br>[1] Link Vídeo do Salão de Extensão 2020: https://www.youtube.com/watch?v=A1uBxOaVgR4<br><br>[2] Site do grupo de pesquisa GPSUIC:<br>https://www.ufrgs.br/gpsuic/projetos-academicos/<br><br>[3] Mulheres e cidades -&nbsp; o 8 de março e o direito à vida urbana: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/mulheres-e-cidades-o-8-de-marco-e-o-direito-a-vida-urbana/<br><br>[4] Cada Vida Importa - Questão de Gênero [VÍDEO]:<br>https://www.facebook.com/watch/?v=2410990275867050<br><br>[5] Canal do YouTube do grupo GPSUIC:</div><h1>https://www.youtube.com/channel/UCIwiVpJZ89OyKob_YGepuWQ</h1>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=A1uBxOaVgR4" />
         <pubDate>2021-08-20 06:03:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GTFH - As condições de vida da gurizada na periferia em tempos de pandemia</title>
         <author>rodrigoalves98</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687529897</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTUALIZAÇÃO/PROBLEMATIZAÇÃO<br><br>ONDE?<br><br>O QUE?<br>"[...] nossas ações de extensão/pesquisa/ensino objetivam analisar/intervir nas múltiplas determinações que constituem o fenômeno social trabalho e direitos do infanto juvenil na comunidade Grande Cruzeiro" [3]</div><div><br>COMO?<br>"Através de oficinas, construímos com as crianças e os adolescentes o debate sobre trabalho e direitos – as concepções e as práticas de trabalho e os direitos, (respeitados ou não) e como entendem essa relação." [3]<br>"Procuramos com isso produzir um conhecimento socialmente útil, referenciado nas mazelas sociais que precarizam a vida da classe trabalhadora, a partir de sua prole. [...]&nbsp;<br>Entendemos a Extensão como prática social, um modo de conexão orgânica entre a sociedade e a universidade, troca de conhecimentos, relação de mão dupla que se materializa na sistematicidade do diálogo extensionista. Além da devolução formal, buscamos participar de espaços que nos permitem ir devolvendo e questionando, sistematicamente, as concepções e práticas encontradas. Não somente a universidade ir coletar dados, também construir uma contrapartida, para que se efetive de fato uma troca com a comunidade." [3]<br>No ano de 2020, devido à pandemia de COVID-19, a ação de extensão focou na produção teórica e na investigação da relação pandemia-ensino-periferia.<br><br>COM QUEM?<br>Grupo GTFH, escolas da rede municipal e estadual (à exemplo da EEEF , espaços de apoio socioeducativo (SASE) da região, além das reuniões de Rede/Redinha.<br><br>PARA QUEM?<br>Comunidade da Vila cruzeiro, comunidade acadêmica, população em geral.<br><br>PALAVRAS-CHAVE<br>Trabalho infantil; Educação; Periferia; Vulnerabilidade.<br><br>ANEXOS<br><br>[1] Link vídeo Salão de Extensão 2020 UFRGS:<br>https://www.youtube.com/watch?v=zbWR3LP7Lng&amp;t=127s<br><br>[2] O trabalho infantil na cena periférica atual [ARTIGO]:<br>https://www.ufrgs.br/jornal/o-trabalho-infantil-na-cena-periferica-atual/<br><br>[3] Site do GTFH:<br>https://gtfhufrgs.wordpress.com/extensao/</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=zbWR3LP7Lng&amp;t=127s" />
         <pubDate>2021-08-20 06:25:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Duplicação da Av. Tronco: Despejos, Incertezas e Direito à Cidade</title>
         <author>rodrigoalves98</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687608728</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTUALIZAÇÃO/PROBLEMATIZAÇÃO<br><br>ONDE?<br><br>O QUE?<br><br>COMO?<br><br>COM QUEM?<br><br>PARA QUEM?<br><br>PALAVRAS-CHAVE<br><br>ANEXOS<br><br>[1] Gentrificação Minidocumentário: https://www.youtube.com/watch?v=V6afxqakGj0</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 07:34:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>R. Quatro, 821 - Farrapos, Porto Alegre - RS, 90250-600, Brasil</title>
         <author>nathaliabelloc</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687806640</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Reassentamento Vila Areia e Tio Zeca <br><br>Onde: </strong>Há cerca de oito anos, as duas comunidades esperam para que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) negocie a mudança das mais de 600 famílias que vivem na área, um ponto em extrema situação de vulnerabilidade social. A situação de reassentamento ocorre pelo andamento do projeto da nova ponte do Guaíba. <br><br><strong>O que:</strong> Atualmente, os moradores esperam e reivindicam por condições de moradia digna, visto que a situação do local devido às novas obras de infraestrutura da cidade, causam grande impacto na comunidade. Mas antes mesmo de deixar o local, os residentes têm outras preocupações. Esgoto a céu aberto, ligações elétricas irregulares, incêndios constantes e problemas de abastecimento de água são frequentes nas comunidades. <br><br><strong>Como:</strong> A ajuda é possível por meio do auxílio desses moradores a conseguir condições de moradias digna, com infraestrutura básica para a habitação de todas as famílias ali presentes. <br><br><strong>Com quem:</strong> Apesar da existência do plano de realocação do DNIT, associações e universidades podem participar no auxílio da garantia de moradia para os moradores da região.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Para quem:</strong> para as mais de 600 famílias que vivem na região da Vila Areia e Tio Zeca.&nbsp;<br><br>http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2020/10/mais-de-600-familias-das-vilas-areia-e-tio-zeca-na-capital-sofrem-com-incerteza-sobre-reassentamento-14235555.html<br><br>http://premioiabrs.org.br/projetos/projeto-urbano-de-reassentamento-das-comunidades-vila-areia-tio-zeca-e-ilha-dos-marinheiros/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 12:10:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>R. João Caetano, 933-1033 - Três Figueiras, Porto Alegre - RS, 90470-260, Brasil</title>
         <author>viniciuschramos</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687856275</link>
         <description><![CDATA[<div>CARTOGRAFIA SOCIAL EM QUILOMBOS URBANOS: FAMÍLIAS FIDÉLIX E SILVA (Salão de Extensão UFRGS, 2012)<br>autor:&nbsp; João Pedro Izé Jardim<br>orientador:&nbsp; Alvaro Luiz Heidrich<br><br>A pesquisa buscou compreender a situação das comunidades quilombolas dos Silva e dos Fidélix, no espaço urbano de Porto Alegre. Teve como objetivo estudar a territorialidade destas comunidades por parte dos seus respectivos moradores, e visou estabelecer um processo de significação do conhecimento e da cultura afro-descendente nas escolas públicas próximas aos quilombolas escolhidos. O quilombo da Família Silva trata-se de uma excepcionalidade: um espaço que resiste fortemente no meio de um dos bairros de maior poder aquisitivo e padrão de vida da cidade.<br><br>https://lume.ufrgs.br/handle/10183/156291 | <strong><em>Link LUME</em></strong><br><br>https://www.brasildefators.com.br/2019/11/08/primeiro-quilombo-urbano-do-pais-comemora-10-anos-de-titulacao-no-rs | <strong><em>"Primeiro quilombo urbano do país comemora 10 anos de titulação no RS"</em></strong></div><div><br><br>https://sul21.com.br/cidadesz_areazero/2016/11/primeiro-quilombo-urbano-resiste-prensado-por-um-dos-metros-quadrados-mais-caros-de-porto-alegre/ | <strong><em>"Primeiro quilombo urbano resiste prensado por um dos metros quadrados mais caros de Porto Alegre"</em></strong><br><br>https://www.youtube.com/watch?v=Ed69P1vIV0s&amp;ab_channel=S%C3%A9rgioValentim | <strong><em>Um pequeno documentário sobre a comunidade quilombola da Família Silva</em></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1303381266/6e9222a86d1461ce62a4f7a41fb2a87b/Fotografia_Familia_Silva.jpg" />
         <pubDate>2021-08-20 13:00:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>R. Otto Ernst Meyer, 123 - Azenha, Porto Alegre - RS, 90050-060, Brasil</title>
         <author>viniciuschramos</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687866595</link>
         <description><![CDATA[<div>CARTOGRAFIA SOCIAL EM QUILOMBOS URBANOS: FAMÍLIAS FIDÉLIX E SILVA (Salão de Extensão UFRGS, 2012)<br>autor:&nbsp; João Pedro Izé Jardim<br>orientador:&nbsp; Alvaro Luiz Heidrich<br><br>A pesquisa buscou compreender a situação das comunidades quilombolas dos Silva e dos Fidélix, no espaço urbano de Porto Alegre. Teve como objetivo estudar a territorialidade destas comunidades por parte dos seus respectivos moradores, e visou estabelecer um processo de significação do conhecimento e da cultura afro-descendente nas escolas públicas próximas aos quilombolas escolhidos. O quilombo da Família Silva trata-se de uma excepcionalidade: um espaço que resiste fortemente no meio de um dos bairros de maior poder aquisitivo e padrão de vida da cidade.<br><br><a href="https://lume.ufrgs.br/handle/10183/156291">https://lume.ufrgs.br/handle/10183/156291</a> | <strong><em>Link LUME</em></strong><br><br>https://www.brasildefators.com.br/2020/04/03/em-meio-a-pandemia-do-coronavirus-obra-invade-territorio-do-quilombo-felix | <strong><em>"Em meio a pandemia do coronavírus, obra invade território do Quilombo Fidelix"</em></strong><br><br>https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2015/10/porto-alegre-tem-o-quarto-territorio-quilombola-reconhecido-cj5w3encv196oxbj05p4mybux.html | <strong><em>"Porto Alegre tem o quarto território quilombola reconhecido"</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:08:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Partenon, Porto Alegre - RS, Brasil</title>
         <author>viniciuschramos</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687903873</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>BRINCAR E CONTAR HISÓRIAS NA CASA DOS CATA-VENTOS 2013 - VILA SÃO PEDRO<br></strong>coordenadora: Ana Maria Gageiro<br><br>Ação realizada 2014 que trabalhou com crianças em situações de exclusão e violência na Vila São Pedro. O objetivo foi criar um espaço em que elas pudessem brincar e ouvir histórias, acompanhadas pela equipe de psicólogos ligadas ao projeto. O atendimento era realizado pelos estagiários, bolsistas, residentes e profissionais de psicologia voluntários.<br><br>https://appoa.org.br/correio/edicao/247/casa_dos_cata_ventos_uma_estrategia_clinica_e_politica_na_atencao_a_infancia/226 | <strong><em>Casa dos Cata-Ventos - uma estratégia clínica e política na atenção à infância</em></strong><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:34:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Terra Indígena Kaingang - Morro do Osso</title>
         <author>00290161</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687915472</link>
         <description><![CDATA[<div>Localizada no Morro do Osso, sobre seu antigo cemitério ancestral em meio a um bairro de classe média-alta à 143m de altura e com vista para o Guaíba, a aldeia Kaingang luta para garantir seu direito à terra sagrada.&nbsp;<br>No ano de 1979, o morro ganhou status de área de preservação ecológica no plano diretor da cidade de Porto Alegre e em 1994 foi criado o “Parque Natural do Morro do Osso”. A região desde então lida com as lutas pelo poder e território comuns às metrópoles sulamericanas.<br>A preservação da reserva ecológica é constantemente mencionada como motivação para a não demarcação da terra indígena quando se sabe que na verdade há interesse em lotear e expandir os condomínios.<br>A ocupação kaingang está em fase de estudo, que segundo a Funai prevê a realização dos estudos antropológicos, históricos, fundiários, cartográficos e ambientais, que fundamentam a identificação e a delimitação da terra indígena.<br>Nesse sentido, a universidade pode vir a prestar apoio científico e assim contribuir&nbsp; com a sociedade e o direito à cidade.<br><br>http://www.funai.gov.br/index.php/indios-no-brasil/terras-indigenas</div><div>SALDANHA e SOUZA PRADELLA – A presença Kaingang no Morro do Osso&nbsp; entre diferentes perspectivas sóci-discursivas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 13:42:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Av. Gastão Haslocher Mazeron - Bairro Medianeira</title>
         <author>viniciuschramos</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1687993802</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a mudança para a Arena, a população dos arredores do estádio teve sua vida completamente alterada, pois, com os entraves judiciais e financeiros, o terreno passou a sofrer com a negligência, que acentuou e deu espaço aos problemas sociais existentes na cidade de Porto Alegre. Atualmente, as estruturas do velho estádio abrigam moradores de rua, tráfico de drogas, prostituição e vandalismo. Vejo esse espaço com um forte potencial a ser explorado com ações de extensões, principalmente ligadas ao esporte, tendo em vista que o estádio representa um símbolo. Além disso, esta ocupação quase que imediata à mudança do clube, evidencia o elevado número de pessoas em situação de pobreza extrema, que precisam ser "olhadas".<br><br>http://diariogaucho.clicrbs.com.br/rs/dia-a-dia/noticia/2016/01/desocupado-ha-um-ano-olimpico-atrai-moradores-de-rua-e-usuarios-de-drogas-4956416.html | <strong><em>Antiga casa tricolor virou alvo de moradores de rua e usuários de drogas. Quem vive no entorno do estádio reclama do aumento da insegurança<br><br></em></strong>https://www.youtube.com/watch?v=lX-ZF916Nac&amp;ab_channel=Cartoloucos | <strong><em>Vlog que apresenta a situação atual do Estádio Olímpico Monumental<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 14:30:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ocupação Baronesa do Gravataí</title>
         <author>laurahackls25</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688024997</link>
         <description><![CDATA[<div>A ocupação Baronesa do Gravataí se situava entre a esquina da rua homônima e a esquina da rua 17 de Junho, no bairro da Cidade Baixa. A ocupação se originou em 28 de março de 2019, composta por dez famílias, formadas por 20 adultos e 13 crianças. Essas famílias se organizaram porque foram despejadas de onde moravam ou estavam em situações em que precisaram escolher entre pagar o aluguel ou prover-se de algumas necessidades básicas, como a alimentação. Assim, passaram a ocupar um antigo casarão que estava abandonado há 10 anos, acumulando lixo e entulho.<br><br></div><div>A construção pertence à Prefeitura Municipal de Porto Alegre e foi cedida para a Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS). Porém, o prédio pegou fogo em março de 2019 e, na sequência, foi ocupado pelas famílias que se organizaram para a ocupação.<br>No dia 7 de junho, houve a desocupação do prédio. Para as 10 famílias que estavam na Ocupação Baronesa, foram ofertados os serviços da Fasc e auxílio moradia. As famílias que integram a Ocupação Baronesa se mudaram para um prédio na travessa Comendador Batista, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Conforme as lideranças do movimento, a intenção é comprar o sobrado, que estaria abandonado há mais de 20 anos. O grupo pretende restaurar o edifício e oferecer projetos culturais e de geração de renda no espaço.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 14:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Associação da Integração Social</title>
         <author>luizadalarosa</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688028098</link>
         <description><![CDATA[<div>A AINTESO, Associação da Integração Social, é um projeto do GAIRE (Grupo de Assessoria a Imigrantes e a Refugiados), um grupo de extensão da UFRGS, que presta gratuitamente assessoria jurídica e psicossocial a imigrantes, refugiados e a solicitantes de refúgio.<br><br></div><div>A AINTESO, antiga AHRS (Associação dos Haitianos do Rio Grande do Sul) tem o objetivo de defender os direitos dos imigrantes e refugiados e busca sua inclusão na sociedade brasileira. Em 2020, com a ampliação do trabalho e o aumento de número de pessoas de várias nacionalidades atendidas muda seu nome para AINTESO.<br><br></div><h1>Atua em várias áreas sociais, dando apoio às atividades econômicas, culturais e ambientais nas comunidades.</h1><h1>Também a associação se envolve nas lutas da comunidade haitiana no RS, especialmente na luta pela moradia. Também oferece cursos de formação técnica em parceria e reconhecimento de muitas organizações.</h1><div><br>Site: https://site.hyb.com.br/ahrs</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 14:51:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Galeria XV de Novembro - Esqueletão </title>
         <author>00297027</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688052250</link>
         <description><![CDATA[<div>CONTEXTUALIZAÇÃO/PROBLEMATIZAÇÃO<br>"Se o sol pode atravessar as aberturas de janelas nunca instaladas no prédio de 19 andares quase à esquina das ruas Marechal Floriano Peixoto e Otávio Rocha, no centro de Porto Alegre, por dentro do "Esqueletão" a sensação é de estar numa câmara fria: quase sem incidência de luz natural nos primeiros pavimentos, o local tem corredores gélidos, onde o frio é acentuado pela umidade. [...] — Para mim, é a minha moradia, a minha casa. Quantas pessoas estão na rua e querem fazer as coisas, mas não têm condições? As autoridades deviam se preocupar com hospital, saúde pública. Mas não sabem construir, só destruir — desabafou Pedro Valmor Pires, 55 anos. [...] Chama atenção o capricho do pequeno apartamento de um dormitório, transformado em dois por um armário, onde vive a família: as paredes da sala ganharam um tom esverdeado — o quarto do casal é cor de rosa —, contrastando com um armário laranja onde guardam os utensílios de cozinha. [...] Moradia de Pedro, Simone, Derli, Odair e outras dezenas de pessoas, o Esqueletão pode ser colocado abaixo: o Ministério Público (MP) protocolou um pedido de demolição do prédio no fim de julho. A solicitação foi feita pelo promotor de Justiça Heriberto Roos Maciel, usando como base uma vistoria técnica apresentada pela prefeitura em junho. O laudo indica que o lugar possui “grau de risco crítico” de incêndio e desabamento — um engenheiro consultado<strong> </strong>por GaúchaZH assegurou que o prédio não apresenta problemas que justifiquem sua demolição." [1]<br>"A 10ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre determinou a expedição, na tarde desta segunda-feira, 9, mandado de interdição e desocupação total da Galeria XV de Novembro, conhecida como Esqueletão. Por decisão do juiz Eugenio Couto Terra, o prédio deve ser liberado em um prazo de 30 dias." [2]<br><br>ONDE?<br>Praça Quinze de Novembro, no coração do Centro Histórico de Porto Alegre.<br><br>O QUE?</div><h1>"Prefeitura de Porto Alegre, UFRGS e FAURGS assinam contrato para avaliação do Esqueletão.<br>[...] foi assinado o contrato de prestação de serviços entre a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, através do Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais (LEME) com interveniência da Fundação de Apoio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (FAURGS), visando a avaliação de viabilidade técnica/econômica do “retrofit” do Edifício Galeria XV de Novembro, localizado no centro da cidade. O Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais (LEME) promoverá os levantamentos e análises técnicas necessárias para subsidiar a avaliação do estado de conservação e embasar a tomada de decisão sobre o eventual aproveitamento por meio de “retrofit” ou demolição da estrutura existente do edifício. [...] Em sua manifestação, o prefeito Sebastião Melo relembrou que o problema deste prédio decorre do final da década de 1950 e que agora, através desta parceria de dois entes públicos, prefeitura e universidade, se terá subsídios técnicos para tomar a decisão sobre o seu futuro." [3]</h1><div><br>COMO?<br>Após a avaliação de viabilidade técnica/econômica que será feita pela UFRGS e se constar que o edifício está estruturalmente estável, a universidade pode propor, junto com a prefeitura, projetos de melhorias e "retrofit", com projetos de moradia social, já que, por meio do decreto 20.395 [4], fica à critério da prefeitura como será feita a revitalização do edifício.<br><br>COM QUEM?<br>O projeto e execução das melhorias no edificio podem ser feitas por meio de parcerias público/privado, sendo a prefeitura e a universidade resposáveis pelo gerenciamento, porém com participação comunitária, principalmente de quem já utiliza o edifício como moradia, coletivos e movimentos que trabalhem com a questão da habitação social popular, entre outros.<br><br>PARA QUEM?<br>Para Pedro Valmor Pires, sua mulher Simone e seus dois filhos, para Derli Gonzaga Pereira, para Odair José dos Santos, que representam dezenas de pessoas que já utilizam o edifício como moradia [1], além de milhares outros que vivem em condição de submoradias, ou até mesmo que se utilizam das ruas como lar, e que de outra maneira não tem condições de morar na área central da cidade.<br><br>Anexos</div><div>[1] https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2018/08/como-vivem-os-moradores-do-esqueletao-predio-inacabado-no-centro-de-porto-alegre-cjklm5m3i01re01muzlfvlrza.html<br>[2] https://prefeitura.poa.br/pgm/noticias/justica-determina-desocupacao-do-esqueletao-em-30-dias<br>[3] http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/prefeitura-de-porto-alegre-ufrgs-e-faurgs-assinam-contrato-para-avaliacao-do-201cesqueletao201d<br>[4]https://leismunicipais.com.br/a1/rs/p/porto-alegre/decreto/2019/2040/20395/decreto-n-20395-2019-declara-de-utilidade-publica-para-fins-de-desapropriacao-o-imovel-localizado-na-rua-marechal-floriano-n-10-16-18-e-20-e-av-otavio-rocha-n-49-nesta-capital</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 15:05:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Faculdade de Agronomia UFRGS - Avenida Bento Gonçalves - Agronomia, Porto Alegre - RS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688088592</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Oportunizar a reapropriação da identidade de comunidades urbanas e periurbanas relativa aos recursos alimentícios e medicinais hortícolas e a geração de ocupação via cultivos de alimentos sob sistemas sem uso de veneno, em ações comunitárias.&nbsp;<br><br>Atuam em comunidades, escolas e postos de saúde a partir de implementação de hortas comunitárias, troca de conhecimento sobre alimentação, reaproveitamento de resíduos/ descarte consciente<br>O grupo de extensão, que tem o intuito de ser multidisciplinar, entende que o debate fora da academia é essencial para o desenvolvimento do projeto.<br>Levam esse conhecimento para espaços diversos, no intuito de conscientizar as pessoas da importância da segurança alimentar e afirmação da prática sustentável no meio urbano.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 15:27:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Horticultura Ubrana-Faculdade de Agronomia UFRGS </title>
         <author>martinpeixoto7</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688093335</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Oportunizar a reapropriação da identidade de comunidades urbanas e periurbanas relativa aos recursos alimentícios e medicinais hortícolas e a geração de ocupação via cultivos de alimentos sob sistemas sem uso de veneno, em ações comunitárias.&nbsp;<br><br>Atuam em comunidades, escolas e postos de saúde a partir de implementação de hortas comunitárias, troca de conhecimento sobre alimentação, reaproveitamento de resíduos/ descarte consciente<br>O grupo de extensão, que tem o intuito de ser multidisciplinar, entende que o debate fora da academia é essencial para o desenvolvimento do projeto.<br>Levam esse conhecimento para espaços diversos, no intuito de conscientizar as pessoas da importância da segurança alimentar e afirmação da prática sustentável no meio urbano.&nbsp;<br><br><br>Links:<br>https://linktr.ee/Horticultura</div>]]></description>
         <enclosure url="https://linktr.ee/Horticultura" />
         <pubDate>2021-08-20 15:30:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Clube de Mães Maesol R. Igrejinha, 10 - Rubem Berta, Porto Alegre - RS, Brasil</title>
         <author>machadohemilyn</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688102441</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.facebook.com/Clube-de-M%C3%A3es-Maesol-219707258228793/<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1220775769/7fc79b8587f42e1fb2d8018092d172d6/109423340_1386479484884892_4773878509910623620_n.jpg" />
         <pubDate>2021-08-20 15:36:00 UTC</pubDate>
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         <title>Av. João Pessoa</title>
         <author>viniciuschramos</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688128114</link>
         <description><![CDATA[<div>Grupo / extensão criada em 2007 que tem como objetivo prestar (gratuitamente) assessoria jurídica e psico-social a refugiados, portadores de visto humanitário e imigrantes, buscando promover a migração como um direito humano fundamental. O projeto atende pessoas em situação de alta vulnerabilidade e tem como dinâmica de trabalho envolver a atuação multidisciplinar e voluntária de estudantes e de profissionais de diversas áreas, como <em>Direito</em>, <em>Relações Internacionais</em>, <em>Psicologia</em>, <em>Letras</em>, <em>Ciências Sociais</em>, <em>Políticas Públicas</em> e <em>Serviço Social</em>. <br><br>https://www.facebook.com/gaire.ufrgs/?ref=page_internal | <strong><em>GAIRE, página do Facebook </em></strong><br><br>https://www.ufrgs.br/gaire/?fbclid=IwAR1eJy_8v1PF7yYTwHeMjGigP_8w8ArLyzDFbISUKEtJjlYRMwe2894-loc | <strong><em>GAIRE, site<br><br></em></strong>http://www.ufrgs.br/saju/grupos/gaire | <strong><em>Serviço de Assessoria Jurídica Universitária<br><br></em></strong>https://www.ufrgs.br/gaire/lorem-ipsum-dolor/ | <strong><em>Quem somos?<br><br></em></strong>https://www.google.com/search?q=refugiados+rio+grande+do+sul&amp;tbm=isch&amp;ved=2ahUKEwiJo-fl-7_yAhVXuJUCHYzLDmQQ2-cCegQIABAA&amp;oq=refugiados+rio+grande+do+sul&amp;gs_lcp=CgNpbWcQAzoFCAAQgAQ6BAgAEB46BggAEAgQHjoECAAQGFCVGFj9MGDuNGgAcAB4AIABgAKIAb8VkgEGMC4xNi4xmAEAoAEBqgELZ3dzLXdpei1pbWfAAQE&amp;sclient=img&amp;ei=H9EfYcmXKtfw1sQPjJe7oAY&amp;bih=731&amp;biw=1536#imgrc=zdOrpQpHXSAwEM | <strong><em>"Rio Grande do Sul é o quarto Estado com maior número de refugiados no país", notícia de 2018</em></strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 15:50:56 UTC</pubDate>
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         <title>A CARA DA RUA: EXPERIMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA, EXPERIÊNCIAS URBANAS E GERAÇÃO DE RENDA</title>
         <author>00287458</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688351123</link>
         <description><![CDATA[<div>A CARA DA RUA: EXPERIMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA, EXPERIÊNCIAS URBANAS E GERAÇÃO DE RENDA<br><br>Projeto de Extensão Universitária, sob coordenação da Prof. Daniela Cidade.<br><br>A Cara da Rua caracteriza-se por um projeto de oficinas de fotografia, voltado a pessoas em vulnerabilidade social, principalmente as que estão em situação de rua, assistidas pela FASC. Nas oficinas, propunha-se uma vivência compartilhada com os alunos da universidade, integrantes do jornal Boca de Rua, utilizando da imagem fotográfica, em especial a fotografia da cidade, e a partir disso, a geração de renda. O projeto funciona há mais de 5 anos, e as oficinas ocorriam na sede da EPA.<br><br>https://www.youtube.com/watch?time_continue=190&amp;v=hL-Ma1bXUi4&amp;feature=emb_logo<br><br>https://www.ufrgs.br/arquitetura/42393-2020-a-cara-da-rua-experimentacao-fotografica-experiencias-urbanas-e-geracao-de-renda/<br><br>https://lume.ufrgs.br/handle/10183/185483</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 18:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Assentamento 20 de Novembro</title>
         <author>joanacdd</author>
         <link>https://padlet.com/margemlaboratorio/extensao_cartografia/wish/1688450998</link>
         <description><![CDATA[<div>Um prédio público federal abandonado há mais de 50 anos. Depois de anos de luta cedido para a Cooperativa 20 de Novembro para construção de moradia popular.<br>A presidente da Cooperativa de Trabalho e Habitação 20 de Novembro, Ceniriani Vargas da Silva, contou que a entidade nasceu de um processo de ocupação de um imóvel na esquina da avenida Mauá com a rua Caldas Júnior, na área central da cidade, em 2006. “Fomos despejados em 2007”, lembrou. As famílias viveram um período em uma área do município na avenida Padre Cacique, sendo removidas em função da Copa do Mundo. Elas então negociaram a ocupação do prédio abandonado da rua Barros Cassal, de propriedade federal, onde deveria ter sido construído um hospital para uma associação dos ferroviários. A mudança de endereço ocorreu em 2012. 16 famílias habitavam o local em 2019.<br>O prédio foi contemplado com um projeto de sustentabilidade social, iniciativa do Sindicato dos Arquitetos no Estado do RS, e aguarda liberação de verba para o início das obras.<br><br>https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/geral/assentamento-20-de-novembro-%C3%A9-contemplado-com-projeto-de-sustentabilidade-social-1.377451<br><br>https://sul21.com.br/cidadesz_areazero/2017/01/dez-anos-apos-1a-ocupacao-assentamento-20-de-novembro-se-fortalece-no-centro-de-porto-alegre/<br><br>https://m.facebook.com/assentamento20denovembro/<br><br>https://sul21.com.br/cidadesz_areazero/2018/05/e-possivel-familias-de-baixa-renda-morarem-no-centro-comeca-reforma-do-assentamento-20-de-novembro/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 19:49:08 UTC</pubDate>
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