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      <title>Tecnologia, ética e sociedade (nas artes e no mundo atual) by Sofia Penedo Bueno</title>
      <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju</link>
      <description>Carol Menezes, Marcela Montalvão, Fernando Amaral, Pedro Goursand e Sofia Penedo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-19 11:47:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia, Ética e Sociedade</title>
         <author>sofiapenedobueno</author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3547533940</link>
         <description><![CDATA[<p>Vivemos um período marcado por avanços tecnológicos acelerados, que transformam profundamente as relações sociais, culturais, econômicas e até subjetivas. A inteligência artificial, os algoritmos, a automação e as redes digitais deixaram de ser apenas ferramentas: passaram a influenciar diretamente nossas decisões, comportamentos e percepções de realidade.</p><p>Nesse contexto, surge a necessidade de refletir não apenas sobre os benefícios da tecnologia, mas também sobre seus limites éticos, seus impactos na cidadania, nas relações de poder, na memória social e na produção artística. Este trabalho propõe uma análise interdisciplinar, conectando o tema da tecnologia à ética e à sociedade, por meio das lentes da história, geografia, literatura, sociologia, filosofia e artes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 11:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>Sociologia - Fake News, Redes Sociais e Inteligência Artificial</title>
         <author>sofiapenedobueno</author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3547533942</link>
         <description><![CDATA[<p>No campo da sociologia, a tecnologia tem transformado as formas de comunicação e as relações sociais. As redes sociais e os algoritmos de recomendação criaram bolhas de informação que dificultam o debate público e a construção coletiva da verdade. Nesse cenário, as fake news se tornaram uma ferramenta de manipulação ideológica, política e até econômica.</p><p>A inteligência artificial é capaz de criar vídeos, áudios e textos muitos semelhantes aos reais, levantando questões éticas sobre identidade, controle social e manipulação. Sob essa óptica, o sociólogo Baudrillard ajuda a entender como as fake news se enraízam no nosso dia a dia, vivemos numa era em que as imagens e os signos não apenas retratam a realidade, mas a substituem. Nas redes sociais, alo simulacro ganha força, memes, deepfakes e boatos circulam não por serem verdadeiros, mas porque soam convincentes e tocam emoções. É o retrato da hiper-realidade em que importa menos o fato e mais a aparência, menos a prova e mais o impacto. Assim, a informação deixa de ser um reflexo do real e vira algo para o entretenimento, consumida em larga escala.</p><p>O vídeo “Qual IA é real?” exemplifica como o que é humano e o que é artificial está se tornando cada vez mais difícil de distinguir. Isso exige da sociedade uma nova consciência crítica e uma atualização das leis e normas sociais para lidar com essas transformações.</p><p><br></p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.britannica.com/biography/Jean-Baudrillard">https://www.britannica.com/biography/Jean-Baudrillard</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 11:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>História - A Revolução Industrial e a Nova Era Digital</title>
         <author>sofiapenedobueno</author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3547533943</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Historicamente, os avanços tecnológicos sempre provocaram profundas mudanças sociais. A Revolução Industrial, no século XVIII, é um marco desse processo: substituiu a força de trabalho humana por máquinas, gerando transformações urbanas, sociais e econômicas, como por exemplo provocou uma profunda urbanização desordenada, com êxodo rural, e a formação de cidades superpovoadas e insalubres, gerando conflitos e debates que perduram até os dias de hoje, como os conflitos do proletariado e a burguesia.</p><p>O avanço tecnológico da época levantou importantes questões éticas, já que a mecanização substituía parte da mão de obra humana e gerava insegurança para milhares de famílias. Um exemplo disso foi o movimento ludista, em que trabalhadores destruíam máquinas em protesto contra a ameaça da automação sobre seus empregos.</p><p>Hoje, vivemos uma revolução digital, automatizada e baseada em inteligência artificial. Assim como antes, vivemos um cenário de substituição de mão de obra e crise de profissões. Podemos considerar que a IA e a automatização de tarefas são as principais evoluções tecnológicas que mais impactaram contribuindo com a diminuição de postos de trabalho.</p><p><br> É estimado que diversas ocupações desaparecerão nas próximas décadas devido à automação, profissões na área Administrativas e Financeiras, Atendimento ao Cliente e Manufatura e Logística, podem acabar nos próximos anos . Esse movimento não é apenas econômico: ele traz também a necessidade de repensar modelos educacionais, sistemas de trabalho e o papel do ser humano em uma sociedade cada vez mais mecanizada. </p><p><br/></p><p><strong>FONTES</strong>:</p><p>Primeira Revolução Industrial e os movimentos sociais:</p><ul><li><p>﻿﻿<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/revolucao-industrial/">https://www.todamateria.com.br/revolucao-industrial/</a></p></li><li><p>﻿﻿<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/ludismo.htm">https://brasilescola.uol.com.br/historiag/ludismo.htm</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/quarta-revolucao-industrial/">https://www.todamateria.com.br/quarta-revolucao-industrial/</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/amp/historiag/consequencias-da-revolucao-industrial.htm">https://brasilescola.uol.com.br/amp/historiag/consequencias-da-revolucao-industrial.htm</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 11:48:12 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura - Distopias Tecnológicas e Crítica Social</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3554319795</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Matrix (1999)</strong></p><p>O filme <em>Matrix</em> é uma metáfora sobre o controle tecnológico e a ilusão da liberdade na era digital. A obra se passa em um futuro distópico onde a humanidade vive conectada a uma simulação criada por máquinas, a obra levanta uma reflexão sobre como a tecnologia pode manipular a percepção da realidade. Os personagens acreditam viver normalmente, mas estão inconscientes de que são apenas peças dentro de um sistema automatizado e opressor. O filme nos mostra que quanto mais conectados estamos, mais vulneráveis ficamos ao controle invisível das estruturas tecnológicas.</p><p>A crítica central do filme gira em torno da alienação provocada pela tecnologia. A "Matrix", como sistema dominante, representa a nossa própria relação com os algoritmos, com as redes sociais e com os ambientes digitais que moldam o que vemos, o que desejamos e como nos comportamos, muitas vezes sem que tenhamos consciência disso. Assim, a obra não apenas antecipa os debates sobre inteligência artificial e big data, como também questiona profundamente o conceito de liberdade em uma sociedade automatizada. <em>Matrix</em> sugere que o verdadeiro aprisionamento não está nas grades, mas na falta de consciência diante de sistemas que controlam silenciosamente nossas decisões.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:44:19 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura - Distopias Tecnológicas e Crítica Social</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3554323684</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Black Mirror</em> - “The National Anthem”</strong></p><p>O episódio “The National Anthem”, da série <em>Black Mirror</em>, apresenta uma narrativa impactante que explora os limites éticos em uma sociedade dominada pela tecnologia e pela exposição midiática. Na trama, o sequestro de uma princesa é acompanhado de uma exigência chocante: o primeiro ministro deve cometer um ato degradante ao vivo na televisão para garantir sua libertação. A pressão da opinião pública, alimentada pelas redes sociais e pela cobertura sensacionalista da mídia, faz com que a situação se transforme rapidamente em um espetáculo global, revelando como a sociedade contemporânea tende a transformar tragédias reais em entretenimento digital.</p><p>A crítica presente no episódio evidencia de forma contundente como a tecnologia, ao ser guiada pela lógica da visibilidade e do consumo de informação, pode distorcer valores morais, manipular decisões políticas e desumanizar os indivíduos. Ainda que a exigência do sequestrador seja absurda, ela é legitimada pela pressão social virtual, o que mostra como a ética pública pode ser moldada por cliques, curtidas e tendências. Assim, o episódio revela que, em uma era marcada pela hiperexposição e pelo imediatismo digital, a dignidade humana pode ser sacrificada em nome da audiência  uma crítica direta à forma como a tecnologia influencia negativamente as relações sociais e a própria noção de humanidade.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:49:02 UTC</pubDate>
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         <title>Geografia - Globalização, Desigualdade e Espaço Digital</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3554326175</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Milton Santos não via a globalização como um processo homogêneo e unificador, mas como um fenômeno contraditório que reconfigura identidades, reorganiza os territórios e aprofunda as desigualdades sociais. Em sua obra, ele distinguiu três faces desse processo: a globalização como <strong>fábula</strong>, isto é, a versão idealizada que promete integração, progresso e bem-estar para todos; a globalização como <strong>perversidade</strong>, que corresponde ao modo como ela de fato acontece, marcada pela concentração de riqueza, exploração do trabalho, marginalização de povos e exclusão de grandes parcelas da população mundial; e a globalização como <strong>possibilidade</strong>, uma alternativa pautada na solidariedade, na cooperação e na construção de um mundo mais equitativo.</p><p><br/></p><p>Essa reflexão permanece atual diante da realidade do <strong>espaço digital</strong>, que intensifica as dinâmicas globais ao mesmo tempo em que amplia contradições. A internet e as tecnologias de informação são frequentemente apresentadas como instrumentos democráticos de acesso e integração (a fábula), mas, na prática, revelam desigualdades profundas: concentração de poder em poucas plataformas globais, vigilância de dados, manipulação algorítmica e precarização do trabalho digital (a perversidade). Por outro lado, o mesmo espaço digital abre caminhos de resistência e de mobilização coletiva (a possibilidade), em que a juventude e os movimentos sociais criam novas formas de expressão artística, reivindicam direitos e denunciam injustiças.</p><p><br/></p><p>Ao articular globalização, desigualdade e tecnologia, vemos que os dilemas éticos e sociais apontados por Milton Santos continuam centrais: a promessa de um mundo conectado só será efetiva se o espaço digital for apropriado de modo crítico e coletivo, capaz de transformar a lógica de exclusão em um horizonte mais justo, solidário e humano.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>FONTES</strong></p><p>•<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-que-e-globalizacao-do-ponto-de-vista-da-geografia.htm">https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-que-e-globalizacao-do-ponto-de-vista-da-geografia.htm</a></p><p><br/></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/quarta-revolucao-industrial/">https://www.todamateria.com.br/quarta-revolucao-industrial/</a></p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:52:17 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia - Ética, Liberdade e Responsabilidade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3554326423</link>
         <description><![CDATA[<p>A filosofia nos ajuda a pensar sobre os limites da tecnologia e suas implicações éticas. A substituição de decisões humanas por decisões algorítmicas levanta dilemas fundamentais, já que envolve conceitos como livre-arbítrio, responsabilidade moral, justiça e liberdade individual. Além disso, a inteligência artificial, ao ser treinada com dados históricos, pode reproduzir preconceitos e desigualdades, o que torna indispensável um debate ético sério sobre seus usos e consequências. Dessa forma, mais do que nunca, é preciso refletir sobre os valores que orientam o desenvolvimento tecnológico e sobre quem se beneficia, ou não, desse progresso.</p><p><br/></p><p>Nesse sentido, Platão, em sua Alegoria da Caverna, mostra como os seres humanos podem viver aprisionados em ilusões, acreditando que as sombras projetadas são a realidade. Tal metáfora se conecta com o presente, pois os algoritmos funcionam como essas sombras, selecionando o que vemos e influenciando nossa percepção do mundo. Assim, sem um olhar crítico, permanecemos presos em uma espécie de “caverna digital”, aceitando uma realidade parcial que limita nossa liberdade de escolha.</p><p><br/></p><p>Da mesma forma, Nietzsche, ao criticar a moral do rebanho e a aceitação passiva de valores impostos, ajuda a pensar o papel da tecnologia em nossas vidas. Quando seguimos cegamente decisões algorítmicas, renunciamos à autonomia e nos submetemos a uma lógica que enfraquece a responsabilidade individual. Por isso, refletir sobre a ética na era digital significa garantir que a tecnologia não nos transforme em meros seguidores, mas sim em sujeitos capazes de criar, questionar e exercer plenamente nossa liberdade.</p><p><br/></p><p>FONTES: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.casadosaber.com.br/autores/friedrich-nietzsche?srsltid=AfmBOopKExWDtT7QXn_QbAS79E3GDeY7vPgWqRFfkldJjkNmBeFhFx-z">https://www.casadosaber.com.br/autores/friedrich-nietzsche?srsltid=AfmBOopKExWDtT7QXn_QbAS79E3GDeY7vPgWqRFfkldJjkNmBeFhFx-z</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cultura/6297240">https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-cultura/6297240</a></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/mito-da-caverna/">https://www.todamateria.com.br/mito-da-caverna/</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:52:43 UTC</pubDate>
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         <title>Artes - Criação, Estética e Resistência</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3554326724</link>
         <description><![CDATA[<p>A arte é uma das formas mais potentes de expressar as contradições do nosso tempo. Ao longo da história, artistas usaram as novas tecnologias tanto como meios de criação quanto como alvos de crítica. A obra de H. R. Giger, criador dos cenários de Alien, é um exemplo de como a arte pode explorar o medo do futuro, do desconhecido e do controle das máquinas sobre o corpo humano, revelando como a estética pode transformar angústias coletivas em imagens perturbadoras.</p><p><br/></p><p>Hoje, nas artes digitais, instalações e performances, a crítica ganha novas dimensões. A artista Hito Steyerl, em How Not to Be Seen: A Fucking Didactic Educational .MOV File, ironiza a dificuldade de escapar da vigilância digital, mostrando como nossos corpos e dados são constantemente capturados. Já Trevor Paglen, em projetos como ImageNet Roulette, expõe a opacidade dos algoritmos e os vieses escondidos nos sistemas de inteligência artificial. Ambos revelam que a tecnologia não é neutra, mas carrega implicações sociais, políticas e éticas que afetam diretamente nossa liberdade.</p><p><br/></p><p>Assim, a arte torna-se um canal de resistência, denúncia e reflexão sobre os impactos da era digital. Ao lado das críticas de Giger ao domínio das máquinas, as obras contemporâneas de Steyerl e Paglen mostram como é possível revelar tanto os medos subjetivos quanto as estruturas invisíveis de controle. Desse modo, a estética conecta emoção e pensamento crítico, tocando dimensões que os dados e discursos técnicos muitas vezes não alcançam. Agora, para que vocês possam compreender melhor, vamos apresentar um vídeo sobre se é arte ou inteligência artificial e outro sobre avanços da tecnologia e a influência na arte. </p><p><br/></p><p>FONTES: </p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.moma.org/collection/works/181784">https://www.moma.org/collection/works/181784</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.artsy.net/article/artsy-editorial-nightmarish-works-hr-giger-artist-alien">https://www.artsy.net/article/artsy-editorial-nightmarish-works-hr-giger-artist-alien</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://paglen.studio/tag/imagenet-roulette/">https://paglen.studio/tag/imagenet-roulette/</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:53:10 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeos feitos por IA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vídeo gerado por inteligência artificial que enganou milhares de pessoas   </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-25 19:56:34 UTC</pubDate>
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         <title>Qual é IA e qual é real?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vídeos feitos por IA que atualmente são confundidos com verdadeiros</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 12:32:40 UTC</pubDate>
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         <title>Obrigado!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/sofiapenedobueno/44ymj5qljsyaa6ju/wish/3555644303</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 15:24:51 UTC</pubDate>
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         <title>Arte com IA ainda é arte?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Arte feita por IA pode, sim, ser considerada arte, desde que reconheçamos suas limitações, especialmente a ausência de intenção e profundidade emocional. Seu maior valor surge quando é usada como ferramenta colaborativa, sem eclipsar o humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:34:10 UTC</pubDate>
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         <title>Artes - Avanço da tecnologia e influência na arte</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fazer bom uso do avanço da tecnologia é essencial. Dar movimento a fotos de parentes falecidos com IA pode ser arte, pode ser homenagem, pode ser cura, mas também traz riscos emocionais e éticos. O ideal é sempre dosar e usar como uma forma de lembrar com carinho, sem tentar substituir a ausência real. A arte não deve ser  substituída pela inteligência artificial e avanço da tecnologia, mas sim aprimorada e auxiliar para artistas durante a produção de suas obras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-28 11:38:44 UTC</pubDate>
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