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      <title>Curadoria Educativa - Artistas Negras by Fábio Brito</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-25 18:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>Ione Reis</title>
         <author>fabiojbfilho</author>
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         <description><![CDATA[<div>A obra é de Ione Reis (1997). Artista plástica; pesquisadora; capoeirista; cantora, Ione nasceu na Bahia, em Itabatã. Suas obras estão ligadas a poética da figura do corpo negro no viés da contestação dos tipos de invisibilização das memórias, expressões e culturas que perpassam durante e após a diáspora africana. Ela utiliza referências subjetivas, de sua ancestralidade afro-indígena.<br>Ione utiliza a cor amarelo, vermelho e marrom na obra&nbsp; "Menino Negro Tupi" , cores muito características em suas obras. Traços do rosto do menino trabalhado com a cor preta, olhar compenetrado e focado, criando uma sensação intimista.<br>Apresentar essa obra em sala de aula pode trabalhar saberes da educação étnico racial, subvertendo a prática comum de utilizarmos obras eurocentradas e dificultando, muitas vezes, uma relação de identificação e contextualização com a realidade brasileira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-25 19:10:21 UTC</pubDate>
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         <title>Matheusa</title>
         <author>fabiojbfilho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascida em Serra, no Espírito Santo, Matheusa vem discutindo ao longo de seu processo artístico&nbsp; sobre o que perpassa seu próprio corpo: a negrura, a não binaridade e outros sentimentos que essas experiências podem ocasionar.&nbsp; A maneira que a artista enxerga as coisas é disruptiva, tendo em vista que nem mesmo o trauma da colonização foi possível de incutir seu intelecto. É possível reaprender a experiência da vida, através da reorganização das violências sofridas, e é nas artes da performance, vídeo e áudio que a artista torna isso possível. Atualmente, está em residência artística fomentada pelo edital 017/2021 da Secretaria de Cultura do Espírito Santo e em formação acadêmica no curso de Artes Visuais na Universidade Federal do Espírito Santo.<br>"É uma obra onde enclausuro a antiga forma de procura por corpos semelhantes ao meu. Corpos esses que sei onde podem estar. A procura torna-se angustiante pois os destinos possíveis levam diretamente para um lugar de onde quero fugir. A violência não vem mais se alimentando de mim, pois é aqui que decido por mim mesma deixar esse ciclo. Como um segredo, como um código secreto, anúncio de que byxas vivas estão à procura de byxas vivas.&nbsp; A pretensão do encontro deixou de ser um destino articulado pela cisgeneridade e pela branquitude e passou a ser imaginado por mim". (texto por Matheusa Moreira)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-29 11:43:54 UTC</pubDate>
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         <title>Puma Camillê</title>
         <author>fabiojbfilho</author>
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         <description><![CDATA[<div>Puma Camillê é uma Travesti Preta de 28 anos, Multi Artista Ancestral, cidadã do Mundo, tendo percorrido mais de 40 países, é nascida na Periferia de Campinas, onde é motivo de orgulho, por sua partilha de conhecimentos e idealização do Coletivo Capoeira para Todes, visando potencializar Pessoas a Margem da sociedade: Pessoas pretas, Transvestigeneres,&nbsp; LGBQIAP+,&nbsp; indígenas, pessoas faveladas, pessoas com deficiência etc.&nbsp;<br>Digital Influencer, Comunicadora, Performer, Ativista, Vegana, Instrumentista, dançarina, coreógrafa, modelo, diretora de espetáculos e educadora social. Puma Camillê é pioneira à sua própria maneira, ao integrar a comunidade LGBTQIAPN+ na capoeiragem, e após ter acesso a comunidade Ballroom (comunidade construída em período pandêmico HIV/AIDS por Transvestigeneres negras e latinas em Nova York na década de 70, com a finalidade de trocarem informações e construir um espaço seguro de celebração de suas existências a margem do sociedade Capitalista da época). (fragmento textual retirado do Canal de YouTube @PumaCamille; vídeo exemplo: https://www.youtube.com/watch?v=ZPVp-e-Uehk)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-29 12:11:52 UTC</pubDate>
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         <title>Renata Aparecida</title>
         <author>davissantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Renata Aparecida Felinto dos Santos é uma mulher preta, artista plástica, professora, escritora e pesquisadora brasileira. Vive e trabalha no Ceará, atualmente leciona na Universidade Regional do Cariri, integra o conselho editorial da revista O Menelick 2º Ato. Além disso, a artista que é mãe solo de duas crianças aborda em seus trabalhos o tema da maternidade.<br>Foi vencedora do Prêmio Pipa em 2020, com o luminoso "Apodrecer no Paraíso", composto por representações que nos fazem pensar a estrutura romântica entorno da ideia de ser mãe. "Nas cores amarelo, rosa e azul, tradicionalmente impostas aos enxovais de crianças elaborados na gestação, foram produzidos três desenhos em néon que sinalizam o esgotamento que o puerpério e a maternidade, de forma geral, provocam nas mulheres-mães...", menciona a artista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 23:33:46 UTC</pubDate>
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         <title>Rosana Paulino</title>
         <author>davissantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>A primeira artista visual negra a ter o título de doutora é Rosana Paulino (1967), ela é pioneira na discussão sobre raça e gênero na arte nacional. Surge no cenário artístico paulista em meados de 1990, trazendo à tona importantes temas como a violência, o silenciamento e invisibilidade dos negros no Brasil.&nbsp;<br>Rosana é tida como símbolo de resistência artística pois dá lugar a persistência exercendo um trabalho fundamental na discussão negra da arte contemporânea.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 23:51:41 UTC</pubDate>
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         <title>Yeda Maria Correia</title>
         <author>davissantos</author>
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         <description><![CDATA[<div>Yeda Maria Correia de Oliveira (Salvador, Bahia; 1932-2016), mais conhecida como Yêdamaria foi uma artista brasileira bastante conhecida pelas suas paisagens, cenas marinhas e naturezas com gravuras e colagens. Suas obras abordam profundamente a questão da visualidade popular. Foi a primeira estudante negra a receber bolsa de intercâmbio da EBA-UFBA para realizar seu mestrado na Art Studio da Universidade Estadual de Illinois, nos Estados Unidos. Durante sua vida, realizou vários feitos lecionando como professora universitária e artista brasileira, como mulher preta, reafirmou a resistência e trouxe questionamentos vigentes para arte contemporânea.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 23:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Mickalane Thomas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>É uma artista americana que mescla conceitos históricos e a cultura popular contemporânea em suas peças. Para isso, tem como fonte de inspiração pintores famosos, como o fauvista Henri Matisse. Porém, o seu trabalho é conhecido por retratar personalidades afro-americanas por meio de mix de estampas, colagens e elementos como esmalte e glitter. Nesse sentido, são as mulheres que ganham destaque em suas peças. Afinal, ela consegue dialogar com o universo feminino como ninguém, explorando a sensualidade da mulher afro em cenas provocativas da década de 1970.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 22:22:25 UTC</pubDate>
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         <title>Kika Carvalho </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>É a partir de um desejo de produção de novas narrativas que se constrói o trabalho de Kika Carvalho, natural de Vitória, Espírito Santo, artista visual e educadora social, formada em Artes Visuais com Licenciatura pela Universidade Federal do Espírito Santo. Em 2009, começou no graffiti, sendo a primeira mulher de destaque a pintar os muros de Vitória, e uma das responsáveis pela construção dessa cena, com trabalhos que podem ser encontrados em diferentes cidades do país. Hoje, trabalha em diferentes suportes, técnicas e escalas. Suas investigações são motivadas por inquietações que a atravessam no lugar social que ocupa enquanto mulher negra. Busca na ancestralidade evocar força e poder diante dos diversos espaços de apagamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 21:14:14 UTC</pubDate>
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         <title>Keka Florencio </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Jessyka Florencio (Keka Florencio) 07 de Setembro de 1991. 26 anos, formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Artista Urbana desde 2009, residente na cidade de Serra no Estado do Espírito Santo. Trabalha com artesanato desde os 12 anos por influências de sua avó paterna. Desenvolve projetos culturais em parceria com seus amigos do Coletivo F.G Crew, desde o ano de 2013, sendo o mais recente projeto entre o coletivo como Idealizadores e organizadores do Festival Cultural ORIGRAFFES – Original Graffiti Espírito Santo com origem em 2016. Teve sua primeira experiência como Educadora Social em 2017 no projeto ‘’CulturArte Calasanz’’ no Centro Social São José de Calasanz, na Serra/ ES. Seu estilo é voltado para o figurativo e realismo, onde busca através de suas criações de personagens femininas, retratar suas vivências, emoções e experiências pessoais ao longo do tempo. O processo criativo se dá a partir de reflexões e análises do que ocorre em sua volta. Utiliza sempre a figura das flores como parte do corpo de suas personagens fazendo alusão a sensibilidade, delicadeza feminina e ao mesmo tempo a força grandiosa que as mulheres possuem, assim como as flores representam na natureza.<br><br></div><div><a href="https://prosas.com.br/empreendedores/17166#tab_vermais_descricao"><strong>Ver descrição completa</strong></a></div><div><br>Área de Atuação da proposta<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 21:26:51 UTC</pubDate>
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         <title>Noélia Miranda</title>
         <author>fabiojbfilho</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.nsorommaeditora.com/nolia-livros"><strong>N</strong></a><strong>oélia Miranda, mestra em Educação no PPGMPE-UFES. Possui graduação em Licenciatura em Pedagogia pela Universidade Federal do Espírito Santo (2007),especialista em psicopedagogia institucional, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura infantojuvenil africana e afro-brasileira, princesas de outras etnias, meninas negras na literatura, infância, educação pública e relações étnico raciais. Escritora do livro: ZACIMBA GABA, princesa guerreira, "a história que não te contaram", uma história dos negros e negras do ES, publicado em 2015. Autora junto a outras 19 colaboradoras do livro: "De ZACIMBAS A SUELYS" Coletânea Afro-Tons de Expressões Artísticas de Mulheres Negras no Espírito Santo, publicado em 2017. Compositora de 5 músicas gravadas e anexadas no livro: "Mirandinha, a menina que queria pegar uma estrela", do autor e ilustrador Gió Araújo. Recebeu os prêmios "professora Olga Borges", em 2009 e duas vezes em 2015, por desenvolver projetos antirracismo nas escolas da rede municipal de ensino de Vitória.</strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 14:43:09 UTC</pubDate>
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