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      <title>Reprodução vegetal by LORENA COSTA SEQUEIRA</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-01 22:06:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-10 11:28:59 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Briófitas </title>
         <author>lorenasequeira</author>
         <link>https://padlet.com/lorenasequeira/44d8wo1w2nn80pm4/wish/2500233605</link>
         <description><![CDATA[<div>Briófitas:&nbsp;<br>&nbsp;As briófitas podem apresentar reprodução assexuada, dependendo da espécie. Essa reprodução assexuada é chamada de fragmentação, em que através de partes de um indivíduo, separadas deste, são formados novos indivíduos sem variação genética. Outras espécies podem se reproduzir por meio áquatico. A reprodução sexuada das briófitas é caracterizada pela união do gameta masculino com o gameta feminino utilizando a água como meio para se transportar.</div><div>Após a fecundação (encontro desses gametas) é formado um zigoto (2n) que, após divisões meióticas gera esporos (n). Quando liberados no ambiente, os esporos germinam e formam novos indivíduos (n). </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 22:14:37 UTC</pubDate>
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         <title>Pteridófitas</title>
         <author>lorenasequeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podem se reproduzir de forma assexuada e sexuada.<br>assexuada: <br>se reproduzem assexuadamente por <strong>brotamento</strong>. Nesse caso, durante o desenvolvimento do <strong>rizoma </strong>vão brotando pontos vegetativos que dão origem a folhas e raízes. A desfragmentação do rizoma nos locais entre esses pontos vegetativos isola o nascimento de novas plantas.<br><br>sexuada: <br>Anterídios maduros soltam anterozoides flagelados que vão nadar até o arquegônio para fecundar a oosfera e dar origem ao zigoto. O zigoto se desenvolve por <strong>mitose </strong>ou multiplicação das células, formando o embrião que será nutrido por substâncias do próprio prótalo.<br>  Durante o crescimento do embrião, suas células diferenciam-se em raiz, caule e folha, determinando a <strong>organização corporal básic</strong>a das pteridófitas.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 22:21:23 UTC</pubDate>
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         <title>Sellaginelas</title>
         <author>lorenasequeira</author>
         <link>https://padlet.com/lorenasequeira/44d8wo1w2nn80pm4/wish/2500245081</link>
         <description><![CDATA[<div>As Selaginellas são plantas pteridófitas heterosporadas, que possuem folhas pequenas que brotam do seu caule frágil.<br>&nbsp;Quando estão em fase de reprodução, o <strong>esporófito</strong> produz, na ponta do caule, os <strong>estróbilos</strong>, que se constituem de folhas produtivas chamadas de <strong>esporofilos</strong>.<br> Os esporofilos formam os esporângios, para que consequentemente eles produzam os esporos através da meiose.<br><br></div><div>Existem dois tipos de esporofilos:<br><br></div><div><strong>• </strong><strong><em>Microsporofilos</em></strong>: são os produtores de microsporângios.<br><strong>• </strong><strong><em>Macrosporofilos</em></strong>: são os produtores de macrosporângios.<br><br></div><div>Os Microsporângios são os produtores dos micrósporos. E os macrosporângios produzem os macrósporos.<br>&nbsp; Os micrósporos produzem gametófitos masculinos, denominados microprótalos, que possuem células anterozóides biflageladas.<br>&nbsp;Como os macrósporos são estruturas maiores, eles produzem os macroprótalos, que é dotado de arquegônios, sendo que em cada uma deles há uma oosfera.<br>&nbsp; No momento da fecundação, um anterozóide junta-se com a oosfera, originando um zigoto que logo se tornará um novo esporófito. Na época da reprodução, o esporófito de sellaginela produz, no ápice das ramificações do caule, estruturas especiais chamadas estróbilos. Os estróbilos são formados por folhas férteis chamadas esporofilos.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 22:32:02 UTC</pubDate>
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         <title>Evolução Vegetal</title>
         <author>lorenasequeira</author>
         <link>https://padlet.com/lorenasequeira/44d8wo1w2nn80pm4/wish/2500250356</link>
         <description><![CDATA[<div>O reino Plantae originou-se a partir de Protistas, que deram origem às algas vermelhas e as algas verdes. A partir das algas verdes, originaram-se as plantas terrestres: briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. <br>&nbsp;A evolução das plantas se deu, principalmente, após as alterações atmosféricas em decorrência da liberação de oxigênio pelos organismos autotróficos. Dessa forma, <strong>as primeiras espécies a colonizar o ambiente terrestre foram as briófitas e os musgos</strong>, e a principal característica que facilitou a colonização após a formação de organismos pluricelulares foi a formação de tecido epidérmico e de estruturas que garantiram proteção contra a perda de água e condições atmosféricas adversas.&nbsp;<strong>Após o aparecimento de vasos condutores de seiva</strong>, as plantas evoluíram e <strong>surgiram espécies altas que constituíram as primeiras florestas</strong>, ainda no fim do período Devoniano.</div><div>A maior parte dos vegetais sobreviveu aos eventos de extinção do período Triássico, porém, as mudanças ambientais e atmosféricas podem ter acarretado mais eventos evolutivos, principalmente com relação à formação de <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/flor-partes-da-planta">flores </a>e <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/fruto-partes-da-planta">frutos</a>, que aumentou exponencialmente a biodiversidade da <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/flora">flora</a> terrestre a partir do período Cretáceo. <br>&nbsp; As <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/pteridofitas">pteridófitas </a>formam o grupo de vegetais que evoluíram a partir das <a href="https://vestibulares.estrategia.com/portal/biologia/briofitas-e-pteridofitas/">briófitas</a>. São <strong>criptógamas, não possuindo sementes</strong>, e formam o primeiro grupo contendo <strong>vasos condutores de seiva, conhecidos como xilema e floema</strong>.</div><div>Esses vasos condutores levam seiva bruta, nutrientes e água para os demais pontos do vegetal, como <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/caule">caule </a>e <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/folha-partes-da-planta">folhas</a>, de forma mais eficiente, contribuindo para a estatura do vegetal. Dessa forma, as pteridófitas <strong>possuem um porte mais elevado quando comparadas às briófitas</strong>.<br>&nbsp; As gimnospermas são plantas vasculares que surgiram possivelmente a partir das pteridófitas. Sua principal característica é <strong>presença de sementes, além da independência de água para a sua reprodução</strong>.</div><div>As estruturas contendo os gametas masculinos são, geralmente, dispersadas pelo vento (Anemofilia) através do processo de <strong>polinização</strong> e, dessa forma, encontram as estruturas femininas da espécie.<br>&nbsp; As <a href="https://querobolsa.com.br/enem/biologia/angiosperma">angiospermas</a> formam o <strong>maior e mais complexo grupo de vegetais existentes</strong>. Têm como característica principal a <strong>presença de flores e frutos</strong> e estão presentes em todos os biomas terrestres.</div><div>São <strong>traqueófitas</strong>, possuindo, assim como as gimnospermas, vasos condutores de seiva. Outra semelhança entre os grupos é a <strong>independência de água para a reprodução</strong>, além de serem <strong>heterosporadas </strong>(possuindo gametófito masculino diferente do gametófito feminino), embora o gametófito masculino seja bem reduzido.</div><div>Sua <strong>fase dominante é a diplóide (2n)</strong>, assim como as gimnospermas, podendo apresentar <strong>reprodução sexuada</strong>, através do encontro dos gametas, sem a necessidade de água; <strong>ou assexuada</strong>, por fragmentação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 22:40:03 UTC</pubDate>
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         <title>Gimnospermas</title>
         <author>lorenasequeira</author>
         <link>https://padlet.com/lorenasequeira/44d8wo1w2nn80pm4/wish/2500253378</link>
         <description><![CDATA[<div>As gimnospermas possuem <strong>folhas modificadas</strong> com função reprodutiva, as <strong>esporófilas</strong>, nas quais se encontram os <strong>esporângios</strong> e se formam as sementes após a fecundação. Geralmente, essas folhas são encontradas unidas formando uma estrutura denominada <strong>estróbilo</strong> ou <strong>cone</strong>.<br><br></div><div>As folhas reprodutoras produzem dois tipos de <strong>esporos</strong>:<br><br></div><div>• <strong>Micrósporos</strong>: são formados pela meiose de células presentes no interior de cápsulas (<strong>microsporângios</strong>) contidas em folhas modificadas (<strong>microsporófilas</strong>) do estróbilo masculino. Darão origem ao gametófito masculino, o <strong>grão de pólen</strong>;<br><br></div><div>• <strong>Megásporos</strong>: são formados pela meiose de uma célula presente no óvulo (<strong>oosfera</strong>), que é formado por folhas modificadas (<strong>megasporângios</strong>) presentes no estróbilo feminino (<strong>pinhas</strong>). Darão origem ao gametófito feminino, o <strong>megagametófito</strong>.<br><br></div><div>O <strong>gametófito masculino</strong>, denominado de <strong>grão de pólen</strong>, é formado pela mitose dos micrósporos (haploides). Em algumas espécies, sua parede apresenta projeções em formas de asas, o que facilita a sua dispersão, que ocorre pelo vento, até alcançar o estróbilo feminino para polinizá-lo (polinização anemófila ou anemofilia).<br><br></div><div>O <strong>gametófito feminino</strong> é formado pela mitose do núcleo do megásporo. O citoplasma do megásporo não divide, assim, o gametófito é uma grande massa polinucleada. Em seguida, surgirão membranas formando dois ou mais arquegônios (órgãos produtores de gametas femininos – as oosferas).<br><br><strong>Fecundação</strong></div><div>O <strong>grão de pólen</strong>, levado pelo vento, prende-se próximos a uma abertura superior do <strong>óvulo</strong> (micrópila), onde germina formando o<strong> tubo polínico</strong>. No interior do tubo polínico, há duas <strong>células espermáticas</strong> (gametas masculinos), e uma delas une-se à <strong>oosfera</strong> formando um <strong>embrião</strong>. Após a fecundação o óvulo, desenvolve-se formando a <strong>semente</strong>.<br><br><strong>Semente</strong></div><div>A <a href="https://www.biologianet.com/botanica/origem-estrutura-das-sementes.htm"><strong>semente</strong></a> é uma estrutura que contém um <strong>embrião</strong>, o <strong>tecido nutritivo</strong> (<strong>endosperma</strong>) e uma <strong>casca</strong>. As sementes foram essenciais para a <strong>adaptação</strong> das plantas ao ambiente terrestre devido ao fato de conterem um tecido nutritivo que nutre o embrião por um determinado tempo enquanto este tem seu desenvolvimento inicial protegido contra a <strong>perda de água</strong>. As sementes também são muito importantes para a <strong>dispersão</strong> da espécie no ambiente, pois muitas flutuam levadas pelo vento, podendo germinar a grandes distâncias da planta original.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 22:44:28 UTC</pubDate>
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         <title>Angiospermas</title>
         <author>lorenasequeira</author>
         <link>https://padlet.com/lorenasequeira/44d8wo1w2nn80pm4/wish/2500256551</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As angiospermas constituem o grupo de plantas mais diversificado do planeta</strong>, provavelmente em razão da presença de flores, frutos e sementes, que garantem uma reprodução mais eficiente. <strong>A reprodução das angiospermas inicia-se com a polinização</strong>, que é o encontro do grão de pólen com a parte feminina de uma flor, mais precisamente o estigma.<br><br>Inicialmente o <strong>grão de pólen</strong> – gametófito masculino imaturo<strong> – </strong>é formado pela célula do tubo e a célula geradora. Posteriormente, antes ou durante a dispersão, ocorre a formação de dois gametas a partir da célula geradora. Ao chegar ao estigma, o grão de pólen começa a absorver uma substância açucarada produzida pelas células dessa região, germina e forma o tubo polínico. Nesse estágio, com o tubo polínico formado e os dois gametas, ele é considerado <strong>maduro</strong>.<br> O tubo polínico cresce através do estilete até o saco embrionário do óvulo – gametófito feminino maduro –, que é a região onde está localizada a oosfera. O<strong> saco embrionário</strong> é composto, geralmente, de<strong> oito núcleos e sete células: </strong>três antípodas, duas sinérgides, uma oosfera e uma célula central com os dois núcleos polares.<br>&nbsp;Ao chegar ao óvulo, o tubo polínico, atraído por sinais químicos liberados pelas sinérgides, penetra essa estrutura por uma abertura chamada de <strong>micrópila</strong>. No interior do óvulo, ele adentra em uma das duas sinérgides e libera os dois gametas e o núcleo do tubo.<br> <strong>O gameta que se uniu à oosfera origina o zigoto</strong> (2n),<strong> já os núcleos polares, juntamente ao outro gameta, são responsáveis por dar origem ao endosperma</strong> (3n), uma reserva nutritiva da semente. O zigoto forma o embrião, e os tegumentos do óvulo formam a casca da semente.<br> <strong>O desenvolvimento do ovário leva à formação dos frutos</strong>, que possuem como função principal a proteção da semente, além, é claro, de ajudarem na dispersão. Os frutos e as flores constituem as características mais marcantes de uma angiosperma.<br> <strong>Um dos gametas encontra a oosfera e o outro une-se aos núcleos polares</strong>. Como os dois gametas participam do processo, dizemos que ocorre uma <strong>dupla fecundação</strong>, uma característica marcante das angiospermas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-01 22:49:11 UTC</pubDate>
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