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      <title>Samyra e Everton Pedro by Samyra</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-02-05 10:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>●Apresentação</title>
         <author>samyraafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Oiii! Meu nome é Samyra, tenho 20 anos e sou de Minador do Negrão-AL.<br>&nbsp;• Sobre meus interesses principais: psicologia educacional e psicologia clínica.<br>&nbsp;• Experiências: dou reforço a uns 3 anos e passei 1 ano no PAESPE.<br>&nbsp;• Gostos: gosto de várias coisas, dentre elas: sentir o frescor do vento em meio a uma paisagem natural, andar a cavalo, estudar coisas empolgantes e cozinhar.<br>&nbsp;•Expectativas para a disciplina: ampliar meu escopo de visão sobre a aprendizagem e poder me posicionar de forma crítica perante os conteúdos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-14 14:27:19 UTC</pubDate>
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         <title>• Apresentação</title>
         <author>evertonmartins</author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Everton Pedro, tenho 23 anos, venho de uma cidade do interior de Pernambuco chamada Buenos Aires, e estou no 4° Período da graduação em psicologia. Gosto de ouvir música, café, ler bons livros, assistir filmes, animais, especialmente gatos, conversar, caminhar e de estar em contato com a natureza.&nbsp;<br>Minhas expectativas para a disciplina não são muitas, mas estou aberto para as experiências que a disciplina irá me possibilitar - quem sabe até desperte meu interesse, como foi com a psicologia do desenvolvimento. Espero aprender o conteúdo da melhor maneira possível dando o meu máximo para isso. Não estou certo de qual área seguir definitivamente, mas tenho interesse na clínica, psicanálise e psicologia do desenvolvimento. Participo de uma das atividades do ECLIPsi, projeto de extensão coordenado pelo professor Cleyton, onde lemos e discutimos os seminários de Lacan.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-14 14:53:26 UTC</pubDate>
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         <title>Texto 1 - Pedagogia da Autonomia (FREIRE, 1996)</title>
         <author>samyraafr</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dentro do vasto conteúdo para debate presente no livro, escolhemos o tema da incompletude; pois é na descoberta da imperfeição, inerente ao ser, que o educador e o educando vão compreender os fenômenos como frutos de uma construção que pode ser criticada e reelaborada. Ademais, quando o personagem fala sobre a inconclusão como “O motor da vida. A motivação para aprender” aborda a aventura instigante que o aprendizado pode ser quando há consciência das inúmeras possibilidades de erros e acertos numa realidade sem verdades absolutas ou construções imaculadas. Nesse viés, um professor, como o personagem pretende ser, ciente do poder do conhecer criativo, será, também, capaz de transmitir essa visão de mundo aos seus alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-16 00:21:54 UTC</pubDate>
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         <title>Texto 2 - Pedagogia das Encruzilhadas (RUFINO,2019)</title>
         <author>samyraafr</author>
         <link>https://padlet.com/samyraafr/4372sbq4l4t6s9cg/wish/2503186105</link>
         <description><![CDATA[<div>A ideia trazida pelo autor nesse texto nos remeteu a algumas de nossas vivências enquanto estudantes, com isso, optamos pela elaboração dessa arte que, acreditamos retratar o que compreendemos por aprendizado na pedagogia das encruzilhadas.&nbsp;<br>Nesse sentido, é importante salientar que o conceito de axé trazido pelo autor, é como uma energia viva, compartilhada e multiplicada. Enquanto que Exu é o orixá que porta o axé, fundamenta a vida e a troca. Partindo dessa perspectiva, o desenho foi construído para representar as trocas e cruzamentos que ocorrem em um aprendizado pautado na interculturalidade, como pode se observar nos diferentes traços e perspectivas que é possível ter do mesmo desenho. Ademais, a escolha da construção do cabelo a partir do embaralho e cruzamento das palavras, remete ao que foi dito no texto: Exú pratica a ordem fazendo desordem, pois, a partir da estrutura “bagunçada”, formamos uma figura cheia de ideias e significados. O que, para finalizar, nos remete ao que ocorre em nossa formação enquanto alunos, que não se restringe apenas a sala de aula, mas as conversas nos corredores, discussões em grupos e partilhas de afetos que nos constituí enquanto em pessoas em constante desconstrução e reconstrução como meio para formação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-03 23:22:38 UTC</pubDate>
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         <title>Texto 3 - Contribuições da Análise  do Comportamento à educação: um convite ao diálogo (Carmo &amp; Henklain, 2013) </title>
         <author>evertonmartins</author>
         <link>https://padlet.com/samyraafr/4372sbq4l4t6s9cg/wish/2518455257</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Trabalho disparador de debate e reflexão</strong> &nbsp;</div><div><br></div><div>&gt; Com base no texto desta semana, é possível analisar a realidade do ensino, predominante na instituição escolar, como falha. Tal posicionamento se dá pela concepção de ensino na teoria de Análise do Comportamento, que postula o ensino como processo entre a ação do professor e o aprendizado — que pode ser percebido como mudança efetiva de comportamento na direção do objetivo educativo estipulado. Caso não ocorra o aprendizado, esse processo de “ensino” não ocorre; há, assim, uma tentativa falha de mudança de comportamento do aluno pelo professor. Com base nisso, pensamos que a estrutura de ensino atual, que prega mais a praticidade, práticas decorativas e usos pontuais de conhecimentos, comete a falta grave do processo de ensino, comprometendo assim, o que, de fato, é aprendizado.</div><div>(O que você pensa sobre isso?)</div><div><br></div><div>&gt; O texto aponta para a importância do reforço natural que, diferentemente do reforço positivo artificial que consiste em gratificações como prêmios, medalhas ou notas, este possa possibilitar o real entendimento do aluno sobre o seu processo de aprendizado, como por exemplo, observar seu progresso, notar que o que adquiriu como conhecimento pode ser útil para modificar sua relação com o ambiente, ter aprovação social, etc. Gostaríamos de chamar a atenção para esta última, dado que, a “aprovação social” pode ser um tanto perigosa, pois, uma vez que o comportamento do indivíduo sofre influências da sociedade, a mesma poderia induzir qual comportamento/conhecimento deveria ser seguido/aceito, com isso, pensamos trazer à reflexão se a análise do comportamento estaria fomentando, em alguma medida, o indivíduo a se encaixar no que é aceitável socialmente, e assim, contribuir para a perpetuação de saberes hegemônico.</div><div>(Faz sentido para você ou tem uma concepção diferente? )&nbsp;</div><div><br></div><div>&gt; No artigo, técnicas da análise do comportamento são trazidas e colocadas de modo organizado, tratando de questões como a importância da individualidade do aluno, de sua interação com o ambiente no presente e no passado e como lidará com ela no futuro. Ainda assim, a utilização descrita parece deveras utópica para realidade da educação contemporânea, que se preocupa mais com gestações financeiras que humanas.</div><div>(Sendo você um psicólogo(a) que trabalha com a Análise do Comportamento, o que faria para posicionar de forma a mitigar as falhas educativas capitalistas?)</div><div><br>Após essas questões, gostaríamos que escutassem está música como material complementar: https://youtu.be/8WItSImZFv4</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-15 23:01:12 UTC</pubDate>
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         <title>Texto 4 - Redescobrindo a Teoria Psicogenética à Luz da Psicologia Educacional: Contribuições e Possíveis Desdobramentos.</title>
         <author>samyraafr</author>
         <link>https://padlet.com/samyraafr/4372sbq4l4t6s9cg/wish/2530953963</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta tirinha pretende aborda o processo em que o corre o apendizado. Há o desafio e o desequilíbrio para, em seguida, haver a acomodação, assimilação e o novo equilíbrio. Depois o processo volta a ocorrer tornando o pensamento cada vez mais complexo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-24 22:34:25 UTC</pubDate>
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         <title>Texto 5 - A representação da linguagem e o processo de alfabetização (FERREIRO,1985)</title>
         <author>samyraafr</author>
         <link>https://padlet.com/samyraafr/4372sbq4l4t6s9cg/wish/2540365633</link>
         <description><![CDATA[<div>Achamos este vídeo no Instagram e julgamos muito a significante para nossa análise.<br>Ferreira (1985) diz que nas primeiras fases da escrita a criança utiliza-se de linhas contínuas ou fragmentadas. De início, não representam nenhuma condição de escrita, exceto caso se conheça as condições de produção. Neste caso, podemos perceber que a criança escreve (ou tenta) a letra “A” presente na inicial do seu nome “Agatha” e concebe a vogal como forma de representação do sentido/ sonoridade completa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 23:17:46 UTC</pubDate>
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         <title>AB 2 - Psicologia da Aprendizagem </title>
         <author>evertonmartins</author>
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         <description><![CDATA[<div>Link do video citado no trabalho. <br>https://www.youtube.com/watch?v=ittDK48V1U8</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-16 00:51:48 UTC</pubDate>
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