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      <title>LINHA DO TEMPO by Edvaldo dos Santos Ramos</title>
      <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m</link>
      <description>TRABALHO DE PORTFÓLIO APRESENTADO PARA O CURSO DE GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DA UNINTER EDVALDO RAMOS
RU 3573167 POLO: SANTO ANDRÉ/SP</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-28 20:47:32 UTC</pubDate>
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         <title>ANO DA PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA 1891</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2164725308</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;TRABALHO : GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Aluno: Edvaldo dos Santos Ramos RU 3573167<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Polo Santo André/SP<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; TEMA : Paz, justiça e instituições eficazes&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Objetivo Desenvolvimento Sustentável (ODS) 16 –&nbsp; &nbsp; &nbsp;Promover e fazer cumprir leis e políticas não discriminatórias para o desenvolvimento sustentável.&nbsp;<br><br>Introdução: Hoje é muito comum nos deparar em algum lugar com a frase "Lugar de mulher é onde ela quiser", mas sabemos que não é bem assim. Ainda hoje, vemos as mulheres sendo discriminadas, submetidas a maus tratos e muitas vezes mortas pelo sistema, seja na figura do companheiro que acredita que aquele "objeto" ainda o pertença, como pela sociedade em geral, no que tange a seus direitos como sujeitas reais de sua história.&nbsp;<br>A primeira Constituição do período republicano brasileiro, datou do ano de 1891, dois anos após a programação da republica, decretada e promulgada pelo Congresso Constituinte, com forte influência da constituição dos Estados Unidos.&nbsp;<br>Vigorou durante toda a república velha, tinha apenas 91 artigos e sofreu apenas uma alteração em 1927. Conforme artigo de Lourenço Resende da Costa "no século XIX a situação da mulher era de subserviência ao pai e, depois do casamento, ao marido. Havia uma dupla moral que regia a sociedade. A mulher deveria permanecer virgem até o casamento e a sociedade era conivente com a infidelidade masculina. Vistas como objetos sem direitos, dentro de um modelo patriarcal de sociedade, que ainda vigorava. Como prova definitiva disso, nessa primeira constituição pós império, só homens maiores de 21 anos poderiam ser eleitos, as exceções eram: os analfabetos, mendigos, soldados, mulheres e religiosos sujeitos ao voto de obediências.&nbsp; &nbsp;<br>Não havia a ideia da mulher como um indivíduo, tanto que várias requereram, sem sucesso, o alistamento, sem obterem sucesso.&nbsp;</div><div>Tania Maria dos Santos em seu artigo "A MULHER NAS CONSTITUIÇÕES BRASILEIRAS afirma " há de se fazer uma ampla analise dos fatos políticos, jurídicos e sociais que levaram às principais mudanças das condições da mulher no Brasil.&nbsp;<br>Desde meados do século XIX, as mulheres buscaram romper o cerco que as envolvia e conquistar seus direitos&nbsp;<br>A proposital ambiguidade de sua redação da constituição, possibilitou que a grande maioria dos legisladores e o próprio poder judiciário interpretassem ao seu bel prazer o que pretendiam os constituintes. Isso excluiu as mulheres do processo político-eleitoral por várias décadas.<br><br></div><div>------------------------------------------------- Continua<br><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 18:14:29 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTITUIÇÃO DE 1934</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2164729935</link>
         <description><![CDATA[<div>Ufa! FINALMENTE VOTAR E SER VOTADA<br><br>Com grandes manifestações feministas, principalmente das delegadas do Segundo Congresso Internacional Feminista Getúlio Vargas criou o decreto do novo Código Eleitoral, publicado em 24 de fevereiro de 1932, acolhendo o voto feminino sem condições excepcionais.&nbsp;<br>O Artigo 2° do decreto estabelecia que: “É eleitor o cidadão maior de 21 anos, sem distinção de sexo, alistado na forma deste código”. As mulheres poderiam votar e ser votadas.<br>Ainda era preciso uma nova Constituição para garantir o direito conquistado por meio do decreto. Em maio de 1933, realizou-se as eleições para a Assembleia Constituinte. Ao todo, sete mulheres se candidataram, mas nenhuma foi eleita. A nova Constituição, que entrou em vigor em 1934, consolidou o voto feminino, trouxe a marca getulista das diretrizes sociais e adotou as seguintes medidas:&nbsp;<br>maior poder ao governo federal,&nbsp; voto obrigatório e secreto a partir dos 18 anos, com direito de voto às mulheres, mas mantendo proibição do voto aos mendigos e analfabetos; criação da Justiça Eleitoral e da Justiça do Trabalho; criação de leis trabalhistas, instituindo jornada de trabalho de oito horas diárias, repouso semanal e férias remuneradas; mandado de segurança e ação popular.<br>Fonte: Agência Senado<br><br>-------------------------------------------- Continua</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-29 18:17:47 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTITUIÇÃO DE 1937</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2170218431</link>
         <description><![CDATA[<div>Brasil. Um turbilhão político<br><br>Para entendermos como estava o país nesse período, analisaremos dados da Wikipédia. Aconteceram eleições gerais em 1935, onde foram escolhidos vinte governadores de estado além de quarenta e dois membros do Senado Federal do Brasil e integrantes das Assembleias Constituintes estaduais.<br>Entre 1936 e 1937,<strong> começaram a surgir candidatos para a eleição presidencial no Brasil</strong>. Os três nomes eram Armando Salles, governador de São Paulo; José Américo, político da Paraíba de visões autoritárias e que na teoria deveria ter o apoio de Vargas; e Plínio Salgado, o líder do integralismo, o movimento fascista do Brasil.<br>Getúlio Vargas não respaldou politicamente nenhuma das candidaturas para as eleições que deveriam acontecer em&nbsp; 1938, nem sequer apoiou o candidato indicado para sucedê-lo.</div><div>Essa campanha para a eleição presidencial acontecia em um período de turbulência política, estava em vigência o estado de guerra para coibir a atuação comunista no país. Getúlio Vargas pretendia manter-se no poder, por isso, durante as eleições, fomentou resistências regionais — em Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul — pela continuidade do governo dele.</div><div>Nesse período, a acusação de comunismo era um artifício político para propiciar a perseguição de oponentes. O “perigo vermelho” era uma forma de promover a instabilidade política e possibilitar um golpe militar.</div><div>As militantes comunistas Olga Benário e Elisa Berger foram entregues à <a href="https://www.infoescola.com/historia/gestapo/">Gestapo</a>, a polícia nazista, e outros militantes presos sofriam brutais torturas na prisão. também foram presos intelectuais e políticos que não possuíam relação com esses movimentos.&nbsp;<br>Finalmente em 10 de novembro de 1937 o presidente Getúlio Vargas instala o Estado Novo no Brasil e promulga a nova Constituição.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Características da Constituição de 1937</strong></div><ul><li>Caberia ao presidente nomear os interventores (governadores estaduais) e estes deveriam nomear as autoridades municipais,</li><li>a Justiça Eleitoral e os partidos políticos foram extintos,</li><li>suspenso o direito de Mandado de Segurança ou Ação Popular,</li><li>instituição da censura prévia aos meios de comunicação,</li><li>os meios de comunicação estavam obrigados a publicar e/ou transmitir os comunicados do governo,</li><li>proibição do direito de greve,</li><li>previsão de pena de morte para crimes políticos.</li><li>o poder Legislativo, em todos os níveis, foi extinto. Assim não existiam mais as Câmaras de Vereadores ou de Deputados Estaduais.</li></ul><div><br><br></div><div>A Mulher na Constituição: &nbsp;<br><br>Segundo Tania Maria dos Santos, examinada a tentativa de um papel da alegoria feminina para a sustentação do imaginário da República no Brasil, sendo comparado o papel da mulher na sociedade francesa da época com a nossa.&nbsp;<br>A França produziu um estoque de inspiração para o Brasil, porém o destino foi diverso, porque o mito precisa de uma base social para se consolidar. Lá, houve a cultura da mulher pública, tanto que no período jacobino as mulheres participaram da política através das manifestações, protestos, luta armada e ações heroicas.&nbsp;<br>No Brasil, desafortunadamente, a mulher, da mesma forma que os homens do povo, não tiveram participação efetiva na construção da República,. clientelismo, coronelismo, populismo, corporativismo. É esta a diferença que faz com que o Brasil e a América Latina não sejam os Estados Unidos ou a Europa, que sejam o Outro Ocidente, na feliz expressão de José G. Merquior. O reconhecimento dos trabalhadores urbanos e a inclusão do eleitorado feminino como membros da sociedade civil e portadores de demandas legítimas deveriam ser articulada, autorizados e patrocinados pelo Estado, isto é, a via autoritária conduziria a integração na chamada sociedade.<br>-------------------------------------------- Continua</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 16:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTITUIÇÃO DE 1946</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2170219438</link>
         <description><![CDATA[<div>"A Quarta Republica:<br><br>A Constituição de 1946 foi promulgada no dia 18 de setembro e foi o marco da primeira experiência democrática do Brasil: a Quarta República, também conhecida como República Populista. Essa Constituição foi resultado de um esforço realizado na política brasileira para a implantação de um regime mais democrático.<br><br>Considerada pelos historiadores um documento que expressou os valores do liberalismo presente na política brasileira. Garantiu princípios democráticos, mas ainda manteve alguns aspectos conservadores, como a proibição do voto dos analfabetos. <br>Entre as medidas adotadas, estão o restabelecimento dos direitos individuais, o fim da censura e da pena de morte. A Carta também devolveu a independência ao Executivo, Legislativo e Judiciário e restabeleceu o equilíbrio entre esses poderes, além de dar autonomia a estados e municípios. Outra medida foi a instituição de eleição direta para presidente da República, com mandato de cinco anos. <br><br><strong><br>Contexto histórico<br></strong><br></div><div>A primeira constituição brasileira do fim de um período republicano autoritário, a Carta de 1946 refletia tanto o desejo nacional de restabelecer um governo livre quanto a tendência global de suplantar movimentos de caráter <a href="https://www.infoescola.com/historia/fascismo/">fascista</a>, tais quais as que haviam caído na Europa e Japão um ano antes. Assim, a Constituição de 1946 buscou reinstituir os preceitos democráticos da Carta de 1934, que precedeu o <a href="https://www.infoescola.com/brasil-republicano/estado-novo/">Estado Novo</a>. Embora renascentes, os valores liberais (liberdade individual, republicanismo...) jamais adquiririam a mesma força do Pré-Segunda Guerra, sendo que o mundo, às margens da <a href="https://www.infoescola.com/historia/guerra-fria/">Guerra Fria</a>, ainda estava dividido entre a crença em um Estado centralizador (ex.: <a href="https://www.infoescola.com/politica/socialismo-marxista-cientifico/">socialismo</a>) e um descentralizador (<a href="https://www.infoescola.com/filosofia/liberalismo/">liberalismo</a>).&nbsp;<br><br>Segundo a autora Tania Maria dos Santos a constituição de 1946, consagrou as liberdades expressas na Constituição de 1934, que haviam sido retiradas em 1937, refletiu o grande momento da legislação social nos anos anteriores. Entretanto, a legislação foi introduzida num ambiente de pouca participação política e de precária vigência dos direitos civis. Vale lembramos que a estrutura social original do Brasil foi de clãs patriarcais na qual, em razão de uma mentalidade elementar, não se via nada além.<br>Certamente, esses fatos contribuíram para a falta de consciência política, mentalidade de profunda inferência ao poder e inaptidão para ações em conjunto. Esse pecado de origem e a maneira como foram distribuídos os benefícios sociais tornaram duvidosa sua definição como conquista democrática e comprometeram, em parte, sua contribuição para o desenvolvimento de uma cidadania ativa. As mulheres brasileiras, apesar da exclusão constitucional mencionada acima, empreenderam-se em lutas em prol de seus direitos civis nos anos 50. O resultado dessa demanda foi o Estatuto da Mulher Casada, em 1962, no qual a mulher casada passou a ter plena capacidade aos 21 anos, sendo considerada colaboradora do marido nos encargos da família. A aprovação da lei do divórcio em 1977 também foi resultado do Movimento Feminista.&nbsp;<br>------------------------------------------------- Continua</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 16:27:42 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTITUIÇÃO DE 1967</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2170220124</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Militares no Poder<br><br>O contexto predominante nessa época era o autoritarismo e a política da chamada segurança nacional, que visava combater inimigos internos ao regime, rotulados de subversivos. Instalado em 1964, o regime militar conservou o Congresso Nacional, mas dominava e controlava o Legislativo. Dessa forma, o Executivo encaminhou ao Congresso uma proposta de Constituição que foi aprovada pelos parlamentares e promulgada no dia 24 de janeiro de 1967. <br><br>Mais sintética do que sua antecessora, essa Constituição manteve a Federação, com expansão da União, e adotou a eleição indireta para presidente da República, por meio de Colégio Eleitoral formado pelos integrantes do Congresso e delegados indicados pelas Assembleias Legislativas. O Judiciário também sofreu mudanças, e foram suspensas as garantias dos magistrados.<br><br>Essa Constituição foi emendada por sucessiva expedição de Atos Institucionais (AIs), um deles, o AI-5, de 13 de dezembro de 1968, foi um instrumento que deu ao regime poderes absolutos e cuja primeira consequência foi o fechamento do Congresso Nacional por quase um ano e o recesso dos mandatos de senadores, deputados e vereadores, que passaram a receber somente a parte fixa de seus subsídios. Suspensão de qualquer reunião de cunho político; censura aos meios de comunicação, estendendo-se à música, ao teatro e ao cinema; suspensão do <em>habeas corpus</em> para os chamados crimes políticos; decretação do estado de sítio pelo presidente da República em qualquer dos casos previstos na Constituição; e autorização para intervenção em estados e municípios.</div><div>Fonte: Agência Senado<br><br>&nbsp;Segundo a historiadora Tania Maria dos Santos, nas décadas de 1960 e 1970, o feminismo eclodiu na Europa e nos Estados Unidos, bastante impulsionado pela efervescência política e cultural que essa regiões passavam na época, que colocavam em xeque os valores conservadores da organização da sociedade. No Brasil, o cenário era bem diferente, pois o país estava vivendo em uma ditadura militar, o auge da repressão. Durante a Ditadura Militar as mulheres organizaram-se, independentemente de partidos políticos, idade e classe social, para formar uma militância contra o regime militar. A maioria era composta por mulheres que viram os maridos serem torturados e assassinados pelo governo militar.&nbsp;<br>Em 1977, foi instaurada uma Comissão Parlamentar de Inquérito30, para investigar a situação da mulher no mercado de trabalho e demais atividades, que trouxe a tona questões, que hoje ainda é uma realidade.&nbsp;</div><div>----------------------------------------------- Continua</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 16:28:08 UTC</pubDate>
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         <title>CONSTITUIÇÃO DE 1988</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2170220724</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma Constituição Cidadã<br><br>Datada de 5 de outubro de 1988, a Constituição inaugurou um novo arcabouço jurídico-institucional no país, com ampliação das liberdades civis e os direitos e garantias individuais. A nova Carta consagrou cláusulas transformadoras com o objetivo de alterar relações econômicas, políticas e sociais, concedendo direito de voto aos analfabetos e aos jovens de 16 a 17 anos. Estabeleceu também novos direitos trabalhistas, como redução da jornada semanal de 48 para 44 horas, seguro-desemprego e férias remuneradas acrescidas de um terço do salário. <br>Outras medidas adotadas Constituição de 88 foram: instituição de eleições majoritárias em dois turnos; direito à greve e liberdade sindical; aumento da licença-maternidade de três para quatro meses; licença paternidade de cinco dias; criação do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em substituição ao Tribunal Federal de Recursos; criação dos mandados de injunção, de segurança coletivo e restabelecimento do <em>habeas corpus</em>. Foi também criado o<em>habeas data</em>(instrumento que garante o direito de informações relativas à pessoa do interessado, mantidas em registros de entidades governamentais ou banco de dados particulares que tenham caráter público).</div><div>Fim da censura em rádios, TVs, teatros, jornais e demais meios de comunicação; e alterações na legislação sobre seguridade e assistência social.</div><div>Fonte: Agência Senado<br><br>Segundo a historiadora Tania Maria dos Santos, foram ouvidas 39 personalidades dos mais diversificados setores para examinar a situação da mulher em todos os ramos de atividades e promovidos estudos e audiências públicas, de março a outubro de 1977, para verificar até que ponto a legislação vigente à época contribuía para manter a posição de inferioridade atribuída à mulher e em que pontos deveriam ser alterados. Também trouxe dispositivos de grande importância para o fim da discriminação sofrida pelas mulheres, ao garantir-lhes, expressamente, o direito à igualdade, nos termos do art. 5º, inciso I, e ao assegurar-lhes a titularidade da plena cidadania, deflagrando, desse modo, uma verdadeira revolução no que tange à inserção feminina nos espaços sociais. Até 1988, ainda existiam os óbices legais dos artigos 233 e 380 do Código Civil, que estabeleciam que a representação legal da família cabia ao marido, ao pai o exercício do pátrio poder e, no caso de divórcio, prevalecia a vontade do marido; e a mulher se não concordasse, deveria buscar o judiciário. O início da década de 80 se caracterizou como período de autocrítica para todos os setores políticos e econômicos no Brasil, inclusive para o Movimento Feminista. Foi notória a desmobilização política e a retração de todos os grupos sociais organizados, apesar das mobilizações pela Constituinte e pelas eleições diretas. No nosso entendimento, nessa fase, o movimento deixou de ser feminista para ser das mulheres, pois se tornou difuso e não se concentrou em um único grupo.3, porque não propositura de um “método pronto e fechado”34, é sim um referencial teórico pertinente. Não bastam os “pré-juízos negativos”, porque este só coloca etiquetas, só fecha, só atualiza. A verdadeira compreensão implica a reconquista dos conceitos de um passado histórico de tal modo que esses contenham, também a própria concepção da mulher enquanto ser individual. Pensamos que a principal luta é da pré-compreensão da mulher diante do pré-conceito, pois se não houver pré-compreensão, não transportaremos para outra fase, continuaremos adaptando.&nbsp;<br>-------------------------------------------------Continua</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 16:28:31 UTC</pubDate>
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         <title>PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA LITERATURA</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2170351762</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrever. ETERNA RESISTÊNCIA<br><br>As mulheres sempre contribuíram para a literatura mundial, segundo a autora Claudia Castanheira, nas décadas de 1870 e 1880, em grandes editoras inglesas, quase a metade dos autores era do sexo feminino, enquanto nos Estados Unidos três quartos dos romances publicados nesse período foram escritos por mulheres.&nbsp;<br>No caso brasileiro, uma referência para a revisão de valores e o início da construção de uma nova imagem de mulher na literatura de autoria feminina no Brasil, onde surgem autoras como Tereza Margarida da Silva Orta, Angela do Amaral Rangel, Albertina Bertha, Ana Faedrich, e Júlia Lopes de Almeida(foto) que segundo Leonardo Cazes, publicou entre 1909 e 1912, a coluna semanal “Dois dedos de prosa” no influente jornal carioca “O Paiz”. Na época, ela já tinha lançado os romances “Memórias de Martha”, de 1888, e sua obra mais importante, “A falência”, em 1901. No final do século XIX, fez parte do grupo de intelectuais que fundou a Academia Brasileira de Letras (ABL), em julho de 1897. Apesar de seu nome constar na lista publicada pelo futuro acadêmico Lúcio Mendonça em “O Estado de S. Paulo”, seis meses antes da fundação da casa, ela foi preterida por ser mulher, e sua vaga ficou com seu marido, o poeta Filinto de Almeida. Seu nome foi, assim, apagado da história da literatura brasileira, junto aos de&nbsp; junto aos de outras importantes escritoras do final do século XIX e o início do XX.<br>-------------------------------------------- Continua<br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/julia-lopes-de-almeida.htm" />
         <pubDate>2022-05-04 17:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA LITERATURA</title>
         <author>waldoramos11</author>
         <link>https://padlet.com/waldoramos11/41diahwxwwjtyx5m/wish/2170409548</link>
         <description><![CDATA[<div>É MAIS QUE GOSTO, É VONTADE<br><br>Nesse árduo caminho a trilhar, segundo Claudia Castanheira além de lutarem pelo seu reconhecimento como escritoras, as mulheres do século XIX deveriam enfrentar também o desafio de se libertarem dos estereótipos com que eram representadas na ficção. Com um papel fundamental na cristalização da sociedade burguesa ascendente, o romance foi um produto cultural de grande poder de socialização, ajudando a definir papéis, regras sociais e condutas morais e éticas, especialmente para a mulher. Nos romances, mulheres envolvidas em lutas políticas, rebeliões, ou quaisquer movimentos que contrariassem as prescrições culturais que lhes definiam o papel social mais adequado, eram devidamente “exempladas”.<br>Beatriz Francisca de Assis Brandão, Dionisia Freire Lisboa, Nisia Floresta, considerada a primeira voz feminina a se erguer contra o preconceito, Maria Firmina dos Reis, (1825-1917) teria sido cronologicamente a primeira mulher brasileira a ter um romance publicado no país, intitulado Úrsula (1859), contudo, ela mesma pobre, afrodescendente e bastarda – não escapou de manter uma relação problemática com seu gênero. Evitando colocar o seu nome na capa do livro, ela escondeu-se sob o pseudônimo de “uma maranhense”. O livro desvela desvela um ato confessional beirando o dramático: “Mesquinho e humilde livro é este que vos apresento, leitor. (...) Sei que pouco vale este romance, porque escrito por uma mulher (...) sem o trato e conversação dos homens ilustrados”.<br>Destaque especial a escritora <strong>Cora Coralina</strong>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pseud%C3%B4nimo">pseudônimo</a> de <strong>Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas</strong> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidade_de_Goi%C3%A1s">Cidade de Goiás</a>, 20 de agosto de 1889 — <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Goi%C3%A2nia">Goiânia</a>, 10 de abril de 1985), foi uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poesia">poetisa</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conto">contista</a> brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Poemas_dos_Becos_de_Goi%C3%A1s_e_Est%C3%B3rias_Mais"><em>Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais</em></a>),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina#cite_note-1"><sup>[1]</sup></a> quando já tinha quase 76 anos de idade.<br>---------------------------------------------- Continua</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 18:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA LITERATURA</title>
         <author>waldoramos11</author>
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         <description><![CDATA[<div>FINALMENTE A ACADEMIA(ABL)<br><br>A autora lúcia Sander, citada no livro de Claudia Castanheira, considera o quanto o desempenho da mulher escritora sofreu e ainda sofre os reflexos dos condicionamentos históricos que lhe exigiram&nbsp; “um pedido de desculpas ou um passe de autorização para seus esforços literários, sob pena de ser considerada louca ou monstruosa” (1989, p. 40). assim, antes de definir o seu lugar como escritora, a mulher precisou (e vem precisando até hoje) redefinir o seu lugar como sujeito cultural, lutar continuamente contra estereótipos literários empobrecedores do papel feminino e desmitificar as teias ideológicas subjacentes aos discursos autorizados – tão poderosos em suas prescrições que levam as próprias mulheres a se verem sob o olhar masculino, o olhar que as exclui. A dificuldade de “matar o anjo do lar” (Telles, 1997, p. 408) levou a escritora e jornalista Júlia Lopes de Almeida a expor a seguinte ideia: Não há meio de os homens admitirem semelhantes verdades. Eles teceram a sociedade com malhas de dois tamanhos – grandes para eles, para que os seus pecados e faltas saiam e entrem sem deixar sinais; e extremamente miudinhas para nós (...) e o pitoresco é que nós mesmas nos convencemos disto! (Apud Telles, 1997, p. 408).&nbsp;<br>Muitas escritoras já se destacavam no brasil nesse periodo constitucional, mas destaco duas em especial:&nbsp;<br>&nbsp;Rachel de Queiroz (17/11/1910 – 4/11/2003) Tradutora, romancista, escritora, jornalista, cronista prolífica e importante dramaturga brasileira. Autora de destaque na ficção social nordestina. Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Em 1993, também a primeira mulher galardoada com o Prêmio Camões. Seus livros trazem denúncias da realidade social vivida no nordeste brasileiro. Suas principais obras são: O Quinze, As Três Marias e Cem Crônicas Escolhidas.&nbsp;<br>Lygia Fagundes Telles (19/04/1923) Nascida Lygia de Azevedo Fagundes, foi galardoada com o Prémio Camões em 2005. Também é membra da Academia Paulista de Letras desde 1982, da Academia Brasileira de Letras desde 1985 e da Academia das Ciências de Lisboa desde 1987. Famosa por sua escrita elegante, as obras de Lygia retratam os temas clássicos e universais como a morte, o amor, o medo e a loucura. Seus livros mais famosos são As Meninas, Ciranda de Pedra e a coletânea de contos Antes do Baile Verde.&nbsp;<br>------------------------------------------------ Continua</div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/raquel-queiroz.htm" />
         <pubDate>2022-05-04 18:32:16 UTC</pubDate>
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         <title>PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA LITERATURA</title>
         <author>waldoramos11</author>
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         <description><![CDATA[<div>O DIREITO A VIVER POESIAS<br><br>&nbsp;A ênfase no discurso de Nísia Floresta em pleno século XIX destacava "a educação das mulheres como um direito básico, que deveria ser respeitado e garantido, porque, dentre outros motivos, era imprescindível para uma convivência pacífica entre os sexos". apresenta-se aparições isoladas da produção ficcional de mulheres brasileiras, e nessa produção os questionamentos acerca dos padrões vigentes da sociedade também eram momentos isolados, não oferecendo lastros para maiores questionamentos da mulher acerca de sua condição, embora se saiba o quanto essas produções tenham sido o ponto de partida para as gerações posteriores e o quanto, em todas as épocas de nossa história, mulheres dotadas de uma consciência crítica mais apurada tenham lutado por sua emancipação. Em geral, as escritoras eram tratadas com total descrédito, até mesmo por suas congêneres. Autoras como Conceição Evaristo, Natália Pelosso, Elisa Lucinda e Carola Saavedra bebem dessa fonte inesgotável de conhecimento empírico, mas destaco aqui a autora Ly<strong>gia Fagundes da Silva Telles, </strong>nascida <strong>Lygia de Azevedo Fagundes em 19 de abril de 1918 em São Paulo e falecida em 03 de abril de 2022. <br>T</strong>ambém conhecida como "a dama da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_do_Brasil">literatura brasileira</a>" e "a maior escritora brasileira" enquanto viva, foi uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Escritor">escritora</a> brasileira, considerada por acadêmicos, críticos e leitores uma das mais importantes e notáveis do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XX">século XX</a> e da história da literatura brasileira. <br>Além de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Advogado">advogada</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romance">romancista</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Conto">contista</a>, Lygia teve grande representação no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-modernidade">pós-modernismo</a>, e suas obras retratavam temas clássicos e universais como a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Morte">morte</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Amor">amor</a>, o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Medo">medo</a> e a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Loucura">loucura</a>, além da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasia_(g%C3%AAnero)">fantas</a>ias. Outro momento singular se dá com o lançamento de Ciranda de pedra (1954), o romance de estreia de Lygia Fagundes Telles (1923-). A escritora, reconhecida até hoje como uma das maiores expressões das letras nacionais, logo chamou a atenção de críticos literários e de outros escritores, dado o talento e a originalidade com que fez convergir loucura, traição e morte para pôr em xeque as bases da estrutura familiar burguesa.&nbsp;<br>-------------------------------------------- Continua<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://brasilescola.uol.com.br/literatura/lygia-fagundes-telles.htm" />
         <pubDate>2022-05-04 18:33:32 UTC</pubDate>
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         <title>PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA LITERATURA</title>
         <author>waldoramos11</author>
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         <description><![CDATA[<div>AS LETRAS SOBREVOAM O CÉU<br><br>Abra-se aqui um parêntese para registrar o salto histórico qualitativo em toda a trajetória da condição feminina no Ocidente a partir dos anos de 1960, especialmente após a publicação de The feminine mystique, de Betty Friedan, quando o movimento feminista, há muito adormecido, foi reativado nos Estados Unidos, fazendo eclodir, em grande parte do mundo ocidental, os movimentos de liberação feminina, que ganharam um espaço social até então inédito. Por esse período, atitudes e práticas sexistas foram veementemente combatidas com vistas a uma reforma significativa não apenas no contexto da vida profissional mas também no contexto do casamento e da família e, principalmente, na própria consciência das mulheres.<br>Estas, envolvidas pelas novas perspectivas de transformações sociais, reformulam suas atitudes e forçam (ou tentam forçar) a sua entrada no mundo masculino, reivindicando o direito de igualdade com os homens. São Miguel Arcanjo (1961), romance inaugural de Nélida Piñon, e de Laços de família (1960), livro de contos de Clarice Lispector, duas referências importantes para a história da literatura de autoria feminina no Brasil. 33 Diadorim, Rio de Janeiro, Volume 9, p. 25 - 36, Julho 2011. Contudo, se toda essa movimentação política proporcionou às mulheres um senso de opções e uma visão mais lúcida de seu próprio valor e potencial.<br>Fonte Claudia Castanheira<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://revistacult.uol.com.br/home/nelida-pinon-nervos-de-aco/" />
         <pubDate>2022-05-04 18:35:34 UTC</pubDate>
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         <title>PARTICIPAÇÕES FEMININAS NA LITERARURA</title>
         <author>waldoramos11</author>
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         <description><![CDATA[<div>TUDO NOVO. DE NOVO<br><br>Uma nova geração pede passagem. Frutos das fortes raizes deixadas por mulheres que dedicaram suas vidas a arte de escrever, poetizar, libertar-se. Luisa Geisler, Tatiane Salem Levy, Laura Erber, Vanessa Barbara, mas aqui destaco a Andreense Luiza Suh. Matéria do jornal ABCD, de 03/03/2022, destaca que Ela tem 14 anos, é de Santo André, cursa o 9º ano do Ensino Fundamental, mora com os pais e o cãozinho Bidu, um simpático representante da raça Lhasa Apso, e seria mais uma garota como todas as outras da sua idade não fosse pelo hobby/vocação que desempenha com tanto brilho: a escrita!<br><br></div><div>Luiza Garcia Suh é o nome na capa de dois romances publicados em menos de um ano de intervalo. Escritos quase que em uma única sequência, As fantasias de Allie (2021) e O último pôr do sol (fevereiro de 2022) são verdadeiros calhamaços com quase 500 páginas que ela jura não terem sido “muito pensados”.<br><br></div><div>Apesar de já ter em mente os enredos das histórias antes de começar a escrevê-las, Luiza afirma que a empreitada de redigir e publicar os livros nunca foi algo exatamente planejado.<br><br></div><div>“Sempre gostei muito de escrever e tinha uma rotina de sentar e fazer um pouco todos os dias. Então, ao longo das semanas e dos meses, acabou tornando-se um hábito e formando, enfim, um livro”, conta, modesta, ao também explicar que as publicações foram possíveis devido ao esforço dos pais em financiar e correr atrás de uma editora.<br><br></div><div>São os pais, inclusive, que Luiza considera “super-heróis” por acreditarem em seu sonho e possibilitarem a publicação dos livros. “É um processo pago, não é barato”, afirma a jovem escritora, que também foi a responsável pela idealização das artes das capas.<br>Ela continua “Na maioria das escolas não existe um suporte, estrutura ou até mesmo reconhecimento para quem gosta da área, da comunicação artística mesmo. Eu queria muito que essa parte fosse mais reconhecida para que as pessoas que querem escrever ou trabalhar com isso, não se limitem ou desistam por não terem um apoio externo.”<br><br></div><div>Apesar de ainda não saber exatamente qual área pretende seguir profissionalmente, Luiza diz que gostaria de poder trabalhar não só com literatura, mas também com cinema, teatro, teledramaturgia e definitivamente, não ficar presa a “uma única forma de comunicação”. “A minha intenção é nunca sair dessa área ou, caso essa não seja a minha principal fonte financeira, que fique para sempre na minha vida”.<br>------------------------------------------------------ FIM.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-04 18:37:38 UTC</pubDate>
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