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      <title>Clonagem  by Beatriz Ribeiro</title>
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      <description>Trabalho de Ciências </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-22 20:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Definição de clonagem</title>
         <author>ribeirinho300</author>
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         <description><![CDATA[<div>A clonagem é uma forma de reprodução assexuada que tem o objetivo de produzir seres com características físicas e biológicas idênticas, perpetuando características genéticas.<br><br>Beatriz Ribeiro n°5</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-18 14:35:06 UTC</pubDate>
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         <title>Clonagem sem vantagens (notícia) </title>
         <author>ribeirinho300</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não há nenhuma vantagem na clonagem reprodutiva e constitui uma ofensa grave à dignidade humana, declarou ao CM Daniel Serrão, especialista em Bioética.</div><div>Esta é, aliás, a conclusão do grupo de trabalho do Conselho Europeu, no qual participa Daniel Serrão, que celebrou um protocolo com os 44 países que o constituem, incluindo Portugal, para a criação de legislação que proíba a clonagem reprodutiva.</div><div><br></div><div>Portugal assinou o protocolo em em 1998, foi ratificado pela Assembleia da República em 1999 e o presidente da República, Jorge Sampaio, promulgou-o em 2000. Agora prepara-se legislação.</div><div><br></div><div>“Um clone não é um filho de pai e de mãe, não resulta do processo reprodutivo de ninguém. É um escravo criado em laboratório, como se de uma cobaia se trate”, responde de forma taxativa Daniel Serrão.</div><div><br></div><div>O especialista apenas admite que haja, no futuro, “um benefício terapêutico com o embrião humano, mas esse benefício só será obtido à custa da destruição do produto resultante da transferência nuclear de uma célula somática diferenciada”.</div><div><br></div><div>Quer isto dizer que, a ser definido pelo legislador o estatuto da estrutura celular, deve o embrião ser destruído após a sua utilização para efeitos terapêuticos, à semelhança, aliás, do que se passa em Inglaterra ou na Holanda. </div><div><br></div><div>Daniel Serrão não admite, deste modo, a reprodução da cópia genética de um ser humano a partir de outro, apenas a utilização para fins curativos de um embrião humano.<br><br>Elisabete Martins n°12</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 11:46:15 UTC</pubDate>
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         <title>Pontos positivos da clonagem</title>
         <author>ribeirinho300</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/307934577</link>
         <description><![CDATA[<div>- Utilização da técnica de clonagem para obtenção de células tronco a fim de restaurar a função de um órgão ou tecido. <br>- A clonagem "terapêutica" teria a vantagem de não oferecer riscos de rejeição se o doador fosse a própria pessoa (ex.: reconstituir a medula em alguém que se tornou paraplégico após um acidente, ou substituir o tecido cardíaco numa pessoa que sofreu um enfarte).<br>- Diminuição ou fim do tráfico de órgãos.<br>- Ajudar casais inférteis que não podem ter filhos, mesmo após anos de tratamento de infertilidade <br>- Melhoramento animal, resgate de material genético, maximização do potencial genético de uma raça.  <br><br>Beatriz Ribeiro nº5</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 18:10:45 UTC</pubDate>
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         <title>ONU discute declaração sobre a clonagem (noticia) </title>
         <author>ribeirinho300</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/307939981</link>
         <description><![CDATA[<div> Depois de várias negociações adiadas sobre uma decisão consensual acerca da clonagem humana, as Nações Unidas estão a discutir o conteúdo de uma declaração universal não vinculativa, em vez de um tratado. O documento deixará ao critério de cada país a posição legal que achar mais conveniente sobre a clonagem humana.Diplomatas responsáveis de 191 países estão reunidos desde o início da semana, à porta fechada, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, para tentar encontrar uma maneira de ultrapassar os entraves que têm sido colocados por diversos países a uma decisão consensual sobre esta matéria, noticiou a agência Reuters. <br>No centro das discussões estão as células estaminais embrionárias que, de acordo com muitos estudos, podem ser usadas em técnicas de clonagem terapêutica para curar certas doenças. É precisamente sobre a clonagem terapêutica que os países se dividem, uma vez que sobre a clonagem reprodutora, usada para fazer seres humanos, os diversos países concordam que não deve ser feita. Só que os países maioritariamente católicos esbarram na questão do direito à vida quando se fala em clonar embriões para usar as suas células para investigação científica, qualquer que seja a finalidade.<br>A primeira tentativa de estabelecer um consenso sobre a clonagem humana foi feita em 2001 pela França e a Alemanha. Mas a Administração norte-americana achou por bem aproveitar a iniciativa para alargar a proibição da clonagem humana à clonagem de embriões para investigação médica, que muitos Governos consideram que é uma área a explorar e à qual não se podem fechar as portas.<br>Em Novembro, as conversações na ONU voltaram a fracassar, uma vez que os representantes dos países não se entendiam. Então a representação italiana sugeriu que se fizesse, no âmbito das Nações Unidas, uma declaração não vinculativa sobre clonagem em geral, em vez que um tratado acarreta uma imposição legal. O enquadramento legal sobre a matéria ficará ao critério de cada país. É nesta fase de discussão que a reunião dos representantes está agora.<br>Até ao fim da semana, o comité legal da ONU deverá pronunciar-se sobre o documento que for adoptado. Mas diplomatas envolvidos nas negociações disseram já que se está a tentar chegar a um consenso num tema em que não há consenso possível.<br><br>Beatriz Ribeiro nº5</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 18:20:27 UTC</pubDate>
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         <title>Pontos negativos da clonagem</title>
         <author>ribeirinho300</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/307948786</link>
         <description><![CDATA[<div>- Técnica de baixa eficiência. <br>- Vários fetos morrem durante a gestação ou logo após o nascimento.<br>- Grande número de anomalias.<br>- Envelhecimento precoce.<br>- Os clones seriam maiores do que o normal, denominado de síndrome do filho grande.<br>- Lesões hepáticas, tumores, baixa imunidade.<br><br>Beatriz Ribeiro nº5</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 18:34:03 UTC</pubDate>
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         <title>Argumentos a favor da Clonagem </title>
         <author>carol_lourenco_14</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/307978050</link>
         <description><![CDATA[<div><br>•<strong> Infertilidade</strong>: Na minha opinião, se um casal é incapaz de conceber uma criança, então há uma abundância de crianças em orfanatos que poderiam ter uma casa e uma família. Adotando um órfão é muito mais fácil, mais barato, virtuoso e a mais segura do que tentar clonar um ser humano, não incluindo o fato de alguém estar ajudando uma criança necessitada.<br><br><strong>• Doença genética</strong>: Se uma pessoa não escolhe ter um filho que seja geneticamente seu por causa de um risco com transmissão de uma doença genética, em seguida, novamente a adoção é a melhor solução para as razões mencionadas anteriormente.<br><br><strong>• Vaidade</strong>: Trazer uma criança ao mundo não deveria ter ligação com nosso narcisismo, a vaidade, ou uma tentativa de imortalidade indireta, porque todos nós somos injustamente tendenciosa para nós e nossos genes.<br><br><strong>• Os super seres humanos</strong>: A seleção do doador genético mais perfeita na opinião de alguém é se, Albert Einstein, Michael Jordan, ou alguma outra pessoa acima da média, altera as normas da sociedade. Imagine um mundo com menos variações de pessoas que são ou super-gênios ou superatletas. Por outro lado, os avanços da ciência e da tecnologia cresceriam a um ritmo ainda mais rápido e mais pessoas seria mais saudável. <br><br><strong>• Cura de doenças</strong>: O campo científico crescente conhecido como medicina regenerativa, também conhecida como clonagem terapêutica, está permitindo que milhares de vidas sejam salvas com clonagem de células humanas, tecidos e até mesmo órgãos. A clonagem de partes do corpo humano garante uma combinação genética para prevenir a rejeição de órgãos e também não requer drogas imunossupressoras. No entanto, a pesquisa ainda está em sua infância e requer muito mais tempo, esforço e dinheiro antes de se tornar madura e salvar muito mais pessoas. Se a clonagem humana é completamente proibida, então este tipo de pesquisa poderia ser interrompida e muitas vidas seriam perdidas. Portanto, este tipo de clonagem humana também deve ser permitida.<br><br><strong>• Substituições no corpo</strong>: Uma das razões para a clonagem de seres humanos mais estranhos é para uma substituição completa do corpo. Isso é apenas ficção científica, agora, no entanto, pode algum dia ser uma possibilidade de um futuro distante. <br><br>Carolina Lourenço n°8 9°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 19:23:21 UTC</pubDate>
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         <title>Razões para proibir a Clonagem </title>
         <author>carol_lourenco_14</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>• Determinar sexo</strong>: Em algumas sociedades, que forem capazes de determinar o sexo, se for um menino ou menina, é muito importante. Embora se acredite que a predeterminação do sexo de uma criança não é aplicável na sociedade moderna, não se encontra razões morais lógicas por isso deve ser proibido.<br><br><strong>• Orientação sexual</strong>: Algumas pessoas querem proibir a clonagem humana, porque eles acreditam que este é o único método que os homossexuais podem ter filhos que provavelmente será homossexual também. Acredita-se que isso é causado pelo medo da ignorância e religião e, portanto, logicamente infundado. Por outro lado, acredita-se que casais do mesmo sexo que quiserem um filho, neste caso a adoção, deverá ser uma opção melhor.<br><br><strong>• Sub-humano</strong>: Imagine uma nova raça de pessoas que são dóceis com superforça e baixa inteligência. Em seguida, imagine como será fácil para esta raça cair em escravidão. A Clonagem humana deverá servir para o avanço da humanidade e não para a diminuição dos indivíduos.<br><br><strong>• Os embriões em risco</strong>: O processo de clonagem humana aumenta o risco de danos aos embriões e, assim, para a pessoa clonada durante toda a sua vida. Esta razão é uma auto derrota, porque como os cientistas aprendem mais, a clonagem de seres humanos tem a possibilidade de se tornar mais segura do que com os embriões em desenvolvimento, naturalmente, substituindo os riscos randomizados e defeitos genéticos.<br><br><strong>• Os embriões mortos</strong>: Durante o processo de clonagem humana, uma grande quantidade de embriões humanos são criados e testados para a viabilidade. Alguns são eliminados ou congelados para uso futuro. Em primeiro lugar, é fortemente debatido que se, matar um embrião humano que tem apenas algumas células vivas classifica-se como o assassinato uma pessoa. Em segundo lugar, os embriões extras podem ser congelados, para que eles possam evitar serem mortos também. Terceiro, os embriões também podem ser usados em pesquisas com células-tronco, e, assim, possivelmente, salvar vidas humanas. E, finalmente, com mais investigação, pode ser possível diminuir o número de embriões criados para apenas um único embrião.<br><br><strong>• Expectativas</strong>: Expectativas de seres humanos clonados para serem idêntico à pessoa geneticamente original, sem dúvida, causam muita pressão psicológica, especialmente enquanto cresciam. Desde gêmeos idênticos que são geneticamente iguais, mas muito diferentes como pessoas, não é sensato esperar que as pessoas se comportem clonados ou têm a mesma inteligência como a pessoa genética inicial. <br><br><strong>• Direitos humanos</strong>: Um monte de pessoas preocupam-se que as pessoas clonadas não teriam plenos direitos, uma vez que são apenas cópias.<br><br>Carolina Lourenço n°8 9°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 19:31:29 UTC</pubDate>
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         <title>Técnica com macacos deixa ciência mais próxima da clonagem humana (notícia)</title>
         <author>carol_lourenco_14</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/307987339</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Chineses usam técnica que deu origem à ovelha Dolly para criar macacos. Segundo eles, o resultado abre portas para fazer cópias de seres humanos, mas o objetivo é impulsionar pesquisas na área médica.<br><br>Em 1996, nascia Dolly, o primeiro mamífero clonado. A ovelha mais famosa do mundo foi desenvolvida por meio de uma tecnologia revolucionária, a transferência nuclear de células somáticas (SCNT, em inglês). Ao longo dos anos, o procedimento foi utilizado para fazer cópias idênticas de outros animais e, agora, cientistas chineses anunciam o feito com primatas — ordem dos mamíferos que inclui macacos, símios, lêmures e humanos. Os “pais” de Zhong Zhong e Hua Hua, dois macacos-de-cauda-longa, são pesquisadores do Instituto de Neurociências da Academia Chinesa de Neurociências, em Xangai, e dizem não ter a intenção de fazer clones humanos, mas usar os primatas clonados em experimentos de pesquisa, como testes de medicamentos e estudo de doenças.</div><div><br></div><div>Zhong Zhong e Hua Hua, nascidos<a href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2018/01/24/interna_ciencia_saude,655552/primeiros-macacos-clonados-pelo-processo-que-criou-a-ovelha-dolly.shtml"> </a>há oito e seis semanas, respectivamente, foram batizados com inspiração no adjetivo zhonghua, que significa nação ou povo chinês. Os animais não são os primeiros clones de primatas. Têm como precedente Tetra, um macaco rhesus que nasceu em 1999, nos Estados Unidos. Nesse caso, porém, foi utilizado um método mais simples, chamado divisão de embriões, que imita a forma como os gêmeos se formam naturalmente.<br><br>O trabalho chinês divulgado na edição desta semana da revista Cell usa a SCNT, quando se remove o núcleo de um oócito (célula-ovo) e o substitui pelo de células de outro animal, que leva um outro DNA. A partir daí, o óvulo se desenvolve para dar origem a um ser geneticamente idêntico ao doador. A equipe começou testando com ratos e vacas, sem sucesso. Com os primatas, recorreu a moduladores para ativar ou desativar genes que inibiam o desenvolvimento embrionário.</div><div><br></div><div>O método só funcionou quando os núcleos foram transferidos de células fetais. Foram necessários 127 óvulos para o nascimento de Zhong Zhong e Hua Hua. Mesmo assim, Muming Poo, coautor do estudo e diretor do Instituto de Neurociências da Academia Chinesa de Neurociências, reconhece o avanço e os possíveis impactos dos resultados. “Os seres humanos são primatas. Então, para a clonagem de espécies de primatas, incluindo os humanos, a barreira técnica agora está quebrada”, diz. Segundo o cientista, porém, não há intenção de aplicar esse método com humanos. O objetivo é aprimorar pesquisas na área médica.<br><br>Um caminho explorado por outras áreas da ciência, segundo Maurício Franco, médico veterinário e pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), em Brasília. “A técnica utilizada por esses cientistas é a mesma que abordamos na Embrapa para pesquisas na área da pecuária, em que nosso objetivo é a produção. Porém, o objetivo deles é desenvolver modelos que possam resultar em testes de drogas, uma aplicação que faz bastante sentido, já que o primata é o animal mais próximo em semelhança com o homem evolucionalmente, o que pode render achados importantes na área médica”, justifica.</div><div><br></div><div>“Pouco eficiente e arriscado”</div><div>Robin Lovell-Badge, especialista em clonagem do Instituto Francis Crick, em Londres, ressaltou que, mesmo com o nascimento dos dois macacos, o procedimento continua “pouco eficiente e arriscado”. “Embora eles tenham conseguido obter macacos clonados, os números são muito baixos para tirar muitas conclusões (…) Com apenas dois produzidos, teria sido muito mais simples dividir um embrião normal em dois para obter gêmeos idênticos”. Para ele, o trabalho chinês não facilitará a clonagem humana. “Isso claramente continua sendo uma coisa muito insensata para se tentar, seria muito ineficiente, muito inseguro e também inútil.”</div><div><br></div><div>Darren Griffin, professor de genética da Universidade de Kent, também no Reino Unido, com um “otimismo cauteloso”, classificou os resultados do trabalho chinês como “muito impressionantes” tecnicamente. “O primeiro relato de clonagem de um primata não humano levantará, sem dúvida, uma série de preocupações éticas, com críticos evocando o argumento de que isso nos deixa um passo mais perto da clonagem humana”, acrescentou. “Os benefícios dessa abordagem, porém, são claros. Um modelo de primata que pode ser gerado com um fundo genético conhecido e uniforme, sem dúvida, será muito útil no estudo, na compreensão e no tratamento de doenças humanas, especialmente aquelas com um elemento genético.”</div><div><br></div><div>Escolhas estratégicas</div><div>A taxa de êxito no experimento para a clonagem de macacos aumentou quando foram usados fibroblastos para a transferência de núcleos de células. “Esses cientistas usaram células relacionadas à pele e mais fáceis de serem manipuladas. O objetivo buscado é torná-las células-tronco, fazer com que esqueçam sua função inicial. Dessa forma, isso aumenta a eficiência do clone”, explica Maurício Franco, pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.</div><div><br></div><div>Para o especialista, a pesquisa chinesa foi bem-sucedida também graças à escolha de células de feto para realização da manipulação. “Quando você usa essas células, a eficiência é maior, porque elas são jovens, sem memória. Com o material de um animal mais velho, é difícil desprogramá-lo e fazer com que fique sem memória, processo necessário para que o clone seja gerado”, diz. Ainda assim, há muito a ser desenvolvido, ressalta Maurício Franco. “Acredito que, como outros cientistas que trabalham com clonagem, como nós da Embrapa, o objetivo é tornar essa técnica ainda mais eficiente. Para isso, é necessário desprogramar as células, fazer com que elas ‘regridam’ suas memórias.”</div><div><br>Mais filhotes<br>Os pesquisadores chineses planejam aprimorar a técnica e monitorar o desenvolvimento físico e intelectual de Zhong Zhong e Hua Hua. Os filhotes têm se alimentado normalmente e crescem de forma semelhante a macacos da mesma idade. Novos clones devem nascer nos próximos meses. Segundo a equipe, estão sendo seguidas as diretrizes internacionais para pesquisa animal, eles sugerem um debate sobre os limites e a utilidade da clonagem de primatas.</div><div><br></div><div>“Somente nos Estados Unidos, estão importando de 30 mil a 40 mil macacos a cada ano pelas empresas farmacêuticas. Seus antecedentes genéticos são todos variáveis, eles não são idênticos. Então, você precisa de um grande número de macacos. Por razões éticas, acho que ter macacos clonados reduzirá muito o número de macacos usados para testes de medicamentos”, defende Muming Poo, coautor do estudo e diretor do Instituto de Neurociências da Academia Chinesa de Neurociências.</div><div><br></div><div>Para saber mais</div><div>Uma década de vida</div><div>A ovelha Dolly foi desenvolvida por cientistas escoceses, do Instituto Roslin, local onde permaneceu durante toda a vida. Nasceu graças à mistura de uma célula das glândulas mamárias de uma ovelha da raça conhecida como cabeça branca (Finn Dorset), que foi transferida para um oócito com núcleo removido da raça de cabeça preta (Scottish Blackface). Dolly acabou sendo gerada por uma terceira ovelha, também da cabeça preta, mas herdou as características de Finn Dorset.</div><div><br></div><div>O mamífero nasceu saudável, mas, em janeiro de 2002, foi diagnosticado com uma forma rara de artrite. A enfermidade não é comum em indivíduos com a mesma idade e da mesma espécie que Dolly. Por isso, o caso levantou questões sobre os resultados do procedimento de clonagem — alguns cientistas passaram a perguntar se a idade real da ovelha seria maior, sendo um resultado da soma das espécies que a originaram.</div><div><br></div><div>Aos 10 anos de vida, ela foi submetida a uma eutanásia, em 14 de janeiro de 2003. De acordo com seus criadores, Dolly enfrentou o procedimento devido a uma infecção pulmonar incurável. A ovelha gerou quatro filhotes, o que constatou sua capacidade de reprodução. Permanece até hoje exposta empalhada no Royal Museum of Scotland, na cidade de Edimburgo. Depois de Dolly, a técnica foi usada para fazer clones de 20 espécies, como cães, porcos e gatos.</div><div><br>Carolina Lourenço n°8 9°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 19:40:57 UTC</pubDate>
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         <title>Clones de macacos criados em laboratório. E agora ? (vídeo/notícia)</title>
         <author>carol_lourenco_14</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/307988770</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="http://www.natgeo.pt/ciencia/2018/01/clones-de-macacos-criados-em-laboratorio-e-agora">http://www.natgeo.pt/ciencia/2018/01/clones-de-macacos-criados-em-laboratorio-e-agora</a><br><br>Carolina Lourenço n°8 9°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 19:43:39 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de Clonagem</title>
         <author>ribeirinho300</author>
         <link>https://padlet.com/ribeirinho300/3z2c25xpl879/wish/309454126</link>
         <description><![CDATA[<div>Clonagem Reprodutora: Uma das técnicas básicas usadas por cientistas é a transferência nuclear da célula somática (SCNT). Esta técnica foi usada por cientistas, por muitos anos para clonar animais através de células embrionárias. A clonagem reprodutora, exalta os ânimos, acalora os debates, alcança a liberdade e a dignidade da pessoa humana, e não se pacificam as opiniões sobre o tema.<br>Clonagem Terapêutica: A Clonagem "Terapêutica<strong>"</strong> é um procedimento cujos estágios iniciais são idênticos a clonagem para fins reprodutivos, difere no facto do blastocisto não ser introduzido no útero.</div><div>A clonagem terapêutica é assunto que não traz tantos debates no âmbito académico e político, uma vez que seus benefícios tutelam as angústias de todas as pessoas contra as inúmeras moléstias que afligem a humanidade com a possível cura de algumas, como:  Parkinson, diabetes, insuficiência do fígado.<br><br>Beatriz Ribeiro nº5 9ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 18:05:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>China cria os primeiros macacos clonados do mundo</title>
         <author>elisabete30_12</author>
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         <description><![CDATA[<div>China cria os primeiros macacos clonados do mundo</div><div>09/02/2018<br><br></div><div>Quando os embriões 78 e 79 nasceram, receberam nomes que correspondiam à ocasião: Zhongzhong e Huahua.</div><div>Criados em um laboratório em Xangai, esses dois macacos de cauda longa idênticos são os primeiros macacos clonados do mundo, acontecimento que foi <a href="http://www.cell.com/cell/abstract/S0092-8674(18)30057-6">divulgado</a> no dia 24 de janeiro pela revista científica Cell.</div><div>Separadamente, os nomes dos macaquinhos são apenas dois nomes bem sonoros. No entanto, quando os dois são unidos, revelam a propaganda, a ambição e o jogo de poder que sustentam a investigação sancionada pelo regime chinês.</div><div>Zhong Hua significa “nação chinesa”.</div><div>“Essa é uma declaração poderosa”, disse <a href="http://ethics.emory.edu/people/Faculty/Karen_Rommelfanger.html">Karen Rommelfanger</a>, diretora do Centro de Ética da Universidade Emory, na Georgia, Estados Unidos, referindo-se aos nomes. “É uma bandeira fincada no chão, um sinal com luzes piscando”.</div><div><strong>O poder da China<br></strong><br></div><div>A clonagem de primatas é encarada há muito tempo como um importante passo rumo à clonagem humana, portanto Zhongzhong e Huahua naturalmente despertaram a preocupação de que a clonagem humana esteja “logo ali na esquina”.</div><div><br></div><div>Rommelfanger destaca que os macacos representam um lance de efeito para que as autoridades chinesas possam realizar suas pesquisas sem obstáculos.</div><div>“Eles planejam mostrar esse tipo de trabalho de grande interesse que a China está realizando”.</div><div>Rommelfanger é editora sênior associada do <a href="http://www.tandfonline.com/toc/uabn20/current">American Journal of Bioethics Neuroscience</a>. Ela convocou uma <a href="https://globalneuroethicssummit.com/">reunião global anual</a> sobre a ética na neurobiologia, o que lhe permitiu conhecer a agenda de pesquisa da China.</div><div>Ela disse que esse tipo de pesquisa está afrouxando os limites éticos, ao tentar impulsionar a agenda nacional.</div><div><br></div><div>“Ciência, tecnologia e inovação não representam simplesmente a criação de produtos para eliminar doenças, mas fazem parte da cultura, são parte do poder”.</div><div>Ela disse que os chineses estão aproveitando o fato de que esse tipo de pesquisa é relativamente mais fácil de realizar na China.</div><div>“Creio que se tornou um crescente desafio cultural fazer esse tipo de trabalho (nos Estados Unidos)”, destacou Rommelfanger.</div><div>Um passo em direção à clonagem humana?</div><div>O propósito declarado de clonar macacos é proporcionar uma oferta de animais geneticamente idênticos para pesquisa médica.</div><div>“O motivo … nós quebramos esta barreira para produzir modelos animais que são úteis para a medicina, para a saúde humana”, <a href="https://www.reuters.com/article/us-science-cloning-monkeys/chinese-scientists-break-key-barrier-by-cloning-monkeys-idUSKBN1FD2FF">disse</a> o supervisor de pesquisa Muming Poo para a agência Reuters.</div><div>A barreira a que ele se refere é poder clonar um animal o mais geneticamente semelhante possível aos seres humanos.</div><div></div><div>Quando a ovelha Dolly tornou-se famosa por ter sido clonada em 1996, isso provocou uma onda de pesquisas para a criação de clones de outras espécies e suscitou preocupações quanto à clonagem humana.</div><div>No entanto, verificou-se que nem todas as espécies são tão fáceis de clonar, cada uma tem seus próprios desafios, e os primatas representavam o maior deles.</div><div>Na ocasião, tal dificuldade foi descrita como um obstáculo natural que colocava um freio na corrida em direção à clonagem humana, proporcionando um espaço de tempo para a avaliação das leis e diretrizes sobre a clonagem do ser humano.</div><div>Foi quase como se Deus, em sua sabedoria, dissesse: “Vão em frente, clonem vacas e ovelhas, mas se vocês clonarem um ser humano, vou paralisar o óvulo”, <a href="https://www.newscientist.com/article/dn3614-human-reproductive-cloning-currently-impossible/">declarou</a> o pesquisador Gerald Schatten em 2003.</div><div>O processo de clonagem consiste em retirar o DNA de um animal e colocá-lo no óvulo de outro, usando eletricidade para enganá-lo e transformá-lo em um embrião. Em primatas, no entanto, o óvulo nunca crescia além do estágio mais básico.</div><div>Em um laboratório em Xangai, perceberam que os genes das células que controlavam o desenvolvimento em um embrião estavam desconectados. Então, eles adicionaram dois novos ingredientes (ácido ribonucleico mensageiro e tricostatina A) para desbloqueá-los.</div><div>Foram necessários 127 óvulos, 79 embriões e 6 gestações para produzir os dois macacos que conseguiram sobreviver.</div><div>Esta alta taxa de fracassos é a razão pela qual cientistas do Ocidente dizem que a mesma técnica nunca seria usada em seres humanos.</div><div>“Poderia ser um passo em direção à clonagem humana, mas por que fazer isso?”, <a href="https://www.newscientist.com/article/mg23731623-600-scientists-have-cloned-monkeys-and-it-could-help-treat-cancer/">declarou</a>Peter Andrews, professor de ciências biomédicas na Universidade de Sheffield, Reino Unido, à revista New Scientist. “Em termos de biologia humana, é ilegal clonar um ser humano na Grã-Bretanha e em muitos outros países, e não acho que alguém, racionalmente, queira fazê-lo”.</div><div>Outra razão pela qual os pesquisadores dizem que as pesquisas mais recentes não levarão à clonagem humana é que a técnica só funciona em células do feto.</div><div>Até agora, a maior parte da clonagem de animais criou cópias carbono de adultos, gerando visões distópicas de um mundo de “anões” se a técnica fosse usada em seres humanos.</div><div>Zhongzhong e Huahua não são “anões”, mas os pesquisadores do Instituto de Neurociências da Academia Chinesa de Ciências de Xangai estão se esforçando para isso.</div><div>Células adultas já foram usadas para produzir com sucesso dois macacos bebês em 22 gestações, mas eles morreram logo após o nascimento.</div><div>Poo disse que atualmente eles têm mães de aluguel grávidas com fetos clonados de células adultas do corpo.</div><div>“Eles parecem estar se desenvolvendo bem, então esperamos ser capazes de produzir bebês em breve”, <a href="https://www.livescience.com/61516-monkeys-cloned.html">acrescentou</a>.</div><div>Poo acrescentou: “Não há intenção de aplicar esse método em seres humanos”.</div><div>Em outras partes da China, é possível que esse conhecimento já exista. Xu Xiaochun, diretor do Grupo Boyalife, uma das principais empresas chinesas de clonagem de animais, apelidada de “fábrica de clones”, <a href="http://www.straitstimes.com/asia/east-asia/china-has-tech-to-clone-human-being">disse</a> à agência France-Presse em 2015 que eles já possuem tecnologia para clonar humanos, mas que se “auto-restringiram” devido a uma possível reação pública adversa.</div><div><strong>“Leste Selvagem” da pesquisa biomédica<br></strong><br></div><div>A China recebeu o nome de “Leste Selvagem” da pesquisa biomédica por permitir pesquisas que são proibidas em outros lugares.</div><div>O exemplo mais proeminente é talvez o do pesquisador italiano Sergio Canavero, cuja <a href="https://www.theepochtimes.com/head-transplant-research-in-china-raises-serious-concerns-including-over-source-of-bodies_2363981.html">pesquisa sobre transplantes de cabeça</a> foi rejeitada por razões éticas nos Estados Unidos e na Europa, mas que encontrou seu lugar na China.</div><div>Em 22 de novembro de 2017, Canavero publicou detalhes do que ele descreveu como o primeiro transplante de cabeça bem sucedido, embora fosse entre dois cadáveres. O pesquisador italiano, que compara a si mesmo com Victor Frankenstein, disse que o experimento é o precursor do próximo estágio, que é o de transplante entre indivíduos com morte cerebral. O próximo passo depois disso é o transplante de cabeça completo para uma pessoa viva.</div><div>Cirurgião italiano Sergio Canavero, em 18 de novembro de 2016 em Glasgow, na Escócia (Jeff J. Mitchell/Getty Images)</div><div>Rommelfanger expressou sua preocupação com a falta de transparência quanto à origem dos corpos.</div><div>“Não tive resposta de nenhum dos colaboradores chineses sobre uma questão fundamental de toda essa empresa, que diz respeito ao consentimento dos indivíduos para participar de tais investigações”.</div><div>A comunidade médica também critica há muito tempo o uso pelo regime chinês de presos condenados à morte como fonte de transplantes de órgãos. E durante a última década, a <a href="https://dafoh.org/">comunidade médica internacional</a>, os <a href="https://www.theepochtimes.com/us-house-of-representatives-condemns-organ-harvesting-of-falun-gong_2091178.html">governos ocidentais</a> e as organizações de direitos humanos soaram o alarme para o uso de prisioneiros de consciência chineses como bancos de órgãos vivos, prontos para serem mortos sob demanda. A <a href="https://www.theepochtimes.com/c-organ-harvesting-in-china">retirada forçada de órgãos</a> é um negócio estatal multimilionário na China.<br><br>Elisabete n°12</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 18:16:26 UTC</pubDate>
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         <title>A moralidade da Clonagem </title>
         <author>ribeirinho300</author>
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         <description><![CDATA[<div> Quem responde sim o faz, via de regra, tendo em conta os possíveis benefícios para a saúde humana: seja porque permitiria a reprodução em casais que não podem recorrer, satisfatoriamente, a outros meios, seja porque a clonagem permitiria ter uma reserva de partes do corpo sadias capazes de substituir as partes doentes. Esta resposta é intuitivamente correta do ponto de vista moral, pois se baseia num benefício em prol do bem-estar humano.<br><br>Outros respondem negativamente, argumentando que os riscos, de vários tipos, seriam muito mais importantes dos benefícios potenciais, razão pela qual a clonagem deveria ser banida. Efetivamente, o que a Medicina faz é interferir em processos naturais que não são considerados bons, ou seja, nas doenças, e ninguém pode razoavelmente contestar que a medicina é a princípio algo bom, a não ser que se acredite em alguma forma de fatalismo, o que seria completamente contrário ao imaginário contemporâneo da maioria das pessoas, que valoriza positivamente a saúde e o bem-estar humanos.<br> <br>Beatriz Ribeiro nº5 9ºA <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 18:18:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elisabete30_12</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br>Para articulista, modificação de genoma realizada por cientista chinês "é uma proposta de industrialização dos seres vivos"</div><div>Jianjui anunciou no final de novembro que teria modificado o genoma de dois bebêsAnthony Wallace / AFP</div><div><br>“A corrida, sempre a corrida”, diz o filósofo francês Paul Virilio (1932-2018) em <em>A Bomba Informática</em>. A notícia da <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/tecnologia/noticia/2018/11/cientista-chines-diz-ter-criado-os-primeiros-bebes-editados-geneticamente-do-mundo-cjoymnrwb003f01mt98ptw9nc.html"><strong>modificação do genoma de dois bebês pelo cientista chinês He Jiankui</strong></a>, que veio a público no final de novembro, está distante da proposta da clonagem humana mas não deixa de impressionar. Sob o argumento de que “se ele não fizesse, outro faria”, sua experiência pode ser compreendida com o exemplo do que pode fazer a tecnociência que cede aos imperativos de mercado e que vê as possibilidades do patrimônio genético como horizonte de acumulação.</div><div>Como chegamos a isso? Em que pese todas as limitações apontadas pelos especialistas, para mim ainda assim é um pequeno passo na direção de uma nova eugenia. O risco pode ser distante, mas real, pois substitui-se o princípio da seleção natural de Charles Darwin pelo da seleção artificial de François Galton cujo final todos conhecemos na política voluntária de eliminação dos menos aptos, institucionalizado pela luta contra a degeneração do gênero humano. Porque não começar justamente usando o argumento dissuasório da luta contra o <a href="https://gauchazh.clicrbs.com.br/ultimas-noticias/tag/hiv/"><strong>HIV</strong></a>? Ao que os cientistas retrucam: para quê tanta pressa<br><br>No fundo, é uma proposta de industrialização dos seres vivos: se podemos já afetar minimamente o DNA, o que nos impede de ir mais adiante e realizar o delírio do homem novo, caminho para o extra-humano? Quando começou a corrida a decifração do código genético, o Departamento de Energia e o Instituto de Saúde dos Estados Unidos investiram US$ 10 milhões em pesquisas. Quando se obteve a informação da vida (o código do DNA), o grupo farmacêutico Perkin Elmer, especializado em máquinas de fazer sequenciamento de DNA e que havia aportado cerca de US$ 200 milhões, já podia comemorar a recuperação do investimento. Até agora, a única coisa que impedia os cientistas de se aventurarem no DNA era a lembrança do extermínio nazista. Estamos esquecendo isso, então?</div><div>A experiência é puro produto do exercício do farmacopoder definido por Paul Preciado: Pharmacia (Pharmakeia) também é o substantivo comum que significa a administração do pharmako, a droga, o medicamento ou o... veneno! A alteração do gene CCR5 pela CRISPR, portanto, não é algo tão trivial assim como querem nos fazer acreditar, já que é, num certo sentido, também uma “droga”:  a partir do mecanismo de defesa antigo e natural encontrado em diversas bactérias objeto de observação nos anos 1980 que resultaram em repetições de sequências de DNA, “agrupados de curtas repetições palindrômicas regularmente interespaçadas”, ou CRISPR, na sigla em inglês.</div><div>O CRISPR é uma parte do sistema imunológico bacteriano que mantém partes de vírus perigosos ao redor para poder reconhecer e se defender funcionando, e de certa maneira, funciona como um fármaco, remédio ou filtro e é essa qualidade de antissubstância que merece ser questionada pela filosofia: que tipo de hegemonia de farmacopoder a experiência irá criar? Estamos no caminho da eugenia? É mais do que isso, é a biotecnologia como negócio global multibilionário se impondo sobre a ética em direção a nossos corpos. Ora, quem deu autoridade a Jiankui? Comportando-se como “aquele que sabe tudo e que não tem medo de nada”, no dizer de Joseph Goebbels, o que ambos compartilham? A defesa da superexposição permanente da vida e de seu controle: Goebbels para fins políticos, Jiankui, para fins comerciais.</div><div>Jiankui pratica uma forma de decomposição não apenas do corpo, mas da célula, através da engenharia genética micromolecular, nuclear, equivalente microscópico da guerra e lugar da gênese de nossas piores fantasmagorias. Cada célula é um canteiro de obras para o capital, e nesse sentido, o efeito desse farmacopoder é justamente dizer quem pode e quem não pode pagar para que seu filho não tenha HIV sobrepondo-se a questão ética fundamental: em que termos podemos ultrapassar o limite da vida humana a partir da qual não tenho como avaliar as consequências? Para Jiankui, nenhum, para estarrecimento do mundo científico. Querendo caminhar em direção à eugenia ou não, Jiankui coloca agora que não é apenas a possibilidade de clonagem que representa perigo, mas que a chamada “edição genética” é o melhor atalho na abertura de um caminho mais curto para monetarização da vida.</div><div>Walter Benjamin vislumbrou que a vida é uma obra de arte, e o que se perde nessa interferência de Jiankui é justamente a aura do humano, essa qualidade singular, especial e, nesse sentido, toda vez que o homem se torna o destino de uma forma econômico-política se perde o original.<br><br>Elisabete n°12 9°A</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 18:24:35 UTC</pubDate>
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         <title>5 animais clonados que não são a ovelha Dolly</title>
         <author>elisabete30_12</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>No aniversário da ovelha mais famosa do mundo, conheça outros clones célebres do mundo animal<br><br></div><div>05 Jul 2016 </div><div><br>A ovelha <strong>Dolly</strong>, que completa 20 anos no dia 5 de julho, representou um grande avanço para a ciência na década 1990. Mas o animal não foi o único a ser clonado. No seu <strong>aniversário</strong>, separamos outros animais que também foram clonados. </div><div><br><strong>1. O gato CC<br></strong><br></div><div>O primeiro gato doméstico clonado do mundo nasceu em 22 de dezembro de 2001. “CC” é uma tirada com a expressão <strong><em>copy cat</em></strong> e também com <strong><em>carbon copy</em></strong>, ou “cópia de carbono”, a técnica analógica de reprodução de documentos através de uma folha de carbono que daria origem ao “CC” dos serviços de e-mail. Ao contrário da maior parte dos clones, CC não possuí problemas de saúde e já teve filhos.<br><br><strong>2. Snuppy, o cão </strong><br><br>Snuppy foi o primeiro canino clonado da história. Nasceu em 22 de abril de 2005 na <strong>Coréia do Sul</strong>. Das 127 tentativas de implantar embriões, apenas três resultaram em gravidez. Houve um aborto, e só dois dos bebês vieram ao mundo. Um deles morreu, e Snuppy ficou para contar a história.<br><br><strong>3. Millie, Alexis, Christa, Dotcom e Carrel, a família de porquinhas</strong><br><br>A simpática família de suínos consiste em <strong>cinco irmãs</strong>. Idênticas. Elas foram clonadas em 2000 para entender melhor uma das esperanças da medicina moderna: o uso de órgãos de porcos geneticamente modificados para substituir a doação de órgãos tradicional.<br><br><strong>4. Tetra, a macaca</strong><br><br>A macaca <strong>Rhesus </strong>nascida em 1999 foi clonada através de uma técnica diferente da aplicada com Dolly, a divisão embrionária. Quando o embrião, ainda nos primeiros estágios de desenvolvimento, passa pela terceira divisão celular, suas oito células são divididas em quatro, e cada parcela é implantada em uma mãe. O resultado são quadrigêmeos induzidos em laboratório.  <br><br><strong>5. Idaho Gem, a mula</strong><br><br>Mulas são o cruzamento de uma égua com um burro, e são, portanto, estéreis. Mas não se você clonar uma. Em 4 de maio de 2003, cientistas da <strong>Universidade de Idaho</strong> viram nascer Idaho Gem, uma mulinha saudável e idêntica a que lhe deu origem. E afirmaram que talvez fosse possível fazer o mesmo com cavalos. A pesquisa científica gerou polêmica entre criadores de animais de raças cobiçadas.<br><br>Elisabete n°12 9°A</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 18:31:23 UTC</pubDate>
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         <title>Clonagem em Portugal </title>
         <author>ribeirinho300</author>
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         <description><![CDATA[<div>Enquanto em Espanha, Grécia ou Itália, a lei proíbe toda e qualquer investigação sobre clonagem humana, há sete Estados-Membros da União Europeia nos quais esta possibilidade não está nem sequer prevista, e Portugal é um deles. Isto quer dizer que, teoricamente, é possível realizar, em Portugal,  a clonagem dum embrião humano, com fins experimentais, à semelhança do que foi feito nos EUA. O alerta partiu da própria Comissão Europeia que adianta que, no caso português, nem sequer está prevista qualquer legislação nesse sentido. Assim, seria legal realizar uma experiência deste tipo em Portugal, o mesmo acontecendo na Bélgica, Finlândia,  Dinamarca, Luxemburgo, Holanda e Suécia. <br><br>Beatriz Ribeiro nº5 9ºA</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>O caso da Ovelha Dolly </title>
         <author>ribeirinho300</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:02:37 UTC</pubDate>
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         <title>Ovelha Dolly</title>
         <author>elisabete30_12</author>
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         <description><![CDATA[<div>Elisabete n°12 9°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-11 08:39:39 UTC</pubDate>
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