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      <title>Favoritos by </title>
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      <description>Criado com um ar de ousadia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-03 22:34:15 UTC</pubDate>
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         <title>Era Vargas, o que foi?</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
         <link>https://padlet.com/joaovitordz1006/Bookmarks/wish/2367438149</link>
         <description><![CDATA[<div>"Era Vargas foi um período iniciado em 1930, logo após a Revolução de 1930, e finalizado em 1945 com a deposição de Getúlio Vargas. Nesse período da história brasileira, o poder esteve centralizado em Getúlio Vargas, que assumiu como presidente do Brasil após o movimento que depôs Washington Luís da presidência"<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-02 22:30:03 UTC</pubDate>
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         <title>Incentivos Migratórios na Era Vargas</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Estados Unidos por ter uma de suas bases produtoras de borracha atacada pelo Japão recorreu a pedir a ajuda do Brasil que&nbsp; anunciou o programa: Soldados da Borracha que foram os brasileiros que entre 1943 e 1945 foram alistados e transportados para a Amazônia pelo Semta<br>&nbsp;Tinha uma grande propaganda pro alistamento pra ser um soldado da borracha com&nbsp; promessas de riqueza e ideia de proteger e servir a pátria.<br>Nas bases de produção de borracha tinha um tratamento escravo por parte dos coronéis que&nbsp; cobra van uma quantia significada mente grande e também o dinheiro que os soldados deviam receber primeiro passava na mão do dono dá terra&nbsp; que tirava uma quantidade do dinheiro e também maltratava os trabalhadores caçando e matando quem fugia e quem questionava o poder do coronel&nbsp;<br>&nbsp;Os trabalhadores não tinham tratamento adequado como dormitórios acabando sei escolha apenas dormindo em cabanas amontoados em cima de montes de palhas, a alimentação era pouca e muitas das vezes estragada.<br><br>Número de soldados: 50.000 - 65.000<br>Número de vítimas: 23.000 - 45.000<br><br>SEMTA prometeu a volta as terras natal dos soldados mas quando a guerra acabou o Semta também acabou deixando os soldados&nbsp; lá, como muitos&nbsp; tinham dividas&nbsp; acabaram permanecendo escravos. Apenas em 1988(43 anos) que os soldados da borracha foram reconhecidos como combatentes e os ainda vivos receberam uma pensão vitalícia de 2 salários mínimos e em 2014(30 anos depois do fim dá guerra ) o congresso brasileiro aprovou uma indenização de 25 mil reais aos que ainda estavam vivos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-02 22:51:06 UTC</pubDate>
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         <title>Incentivos Migratórios na Era Vargas</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
         <link>https://padlet.com/joaovitordz1006/Bookmarks/wish/2367460178</link>
         <description><![CDATA[<div>"A “Marcha para o Oeste” foi um projeto desenvolvido por Getúlio Vargas durante a ditadura do Estado Novo com o objetivo de promover o desenvolvimento populacional e a integração econômica das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. O projeto promoveu a criação de pequenos núcleos de colonização, entretanto, teve resultados modestos."<br>"As regiões Norte e Centro-Oeste eram consideradas pouco povoadas e pouco integradas com as regiões litorâneas, sobretudo Sudeste e Sul do Brasil. Assim, a proposta inicial era promover o desenvolvimento populacional e econômico dessas regiões. Outra proposta era a integração dessas áreas a partir do desenvolvimento da malha rodoviária, sobretudo em Goiás, considerado estratégico graças à sua posição centralizada no mapa do Brasil.<br><br>A função de promover o programa foi atribuída ao escritor modernista Cassiano Ricardo, que realizou funções de censor e diretor do Jornal A Manhã entre 1941 e 1945, além de ser o chefe do Departamento Político Cultural da Rádio Nacional. Cassiano Ricardo promoveu o projeto varguista por meio de seu livro “Marcha para o Oeste: a influência da bandeira na formação social e política do Brasil”<br><br>"A principal característica da marcha para o oeste, conforme mencionado, era promover a integração do interior do Brasil com as áreas litorâneas a partir da integração rodoviária e do desenvolvimento populacional. Com essa finalidade, foram criadas colônias de habitação em Goiás, Amazonas, Mato Grosso, Pará e Maranhão."<br><br>"A proposta varguista defendia a integração econômica dessas áreas a partir, sobretudo, do aumento da produção agrícola. Para que isso acontecesse, a marcha para o oeste defendia o desmonte dos latifúndios existentes e a promoção da reforma agrária para que os colonos desenvolvessem em pequenos lotes de terra uma agricultura familiar. A integração dessas regiões também seria uma tentativa de maior contato com as populações indígenas.<br><br>O desenvolvimento populacional seria realizado a partir de voluntários (principalmente originários do Nordeste) que se dispusessem a se deslocar para as regiões promovidas pelo projeto. Esse desenvolvimento populacional seria realizado, primordialmente, por brasileiros pobres"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-02 23:04:56 UTC</pubDate>
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         <title>Incentivos Migratórios na Era Vargas</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
         <link>https://padlet.com/joaovitordz1006/Bookmarks/wish/2367467489</link>
         <description><![CDATA[<div>A migração nordestina para o estado de São Paulo, em especial para a capital, foi um fenômeno social bastante expressivo ao longo do século XX, especificamente a partir da década de 1930, quando o número de imigrantes estrangeiros vindos para São Paulo foi superado pelo número de migrantes nacionais (dos quais a maioria era de nordestinos); e especialmente na primeira metade da década de 1950 que compreende o período do segundo governo Vargas, quando esta migração se tornou muito intensa, superando todos os números do êxodo nordestino registrados até o momento. É importante ressaltar que no período em questão, o local de destino dos migrantes, ou seja, São Paulo, passava por um grande processo de desenvolvimento econômico-industrial, pois, além de outros fatores, contava com um acumulo de capital do setor cafeeiro desde o século XIX e com uma política protecionista e de substituição de importações do governo federal que, de certa forma, favoreceu a região. Em contraposição, o local de origem dos migrantes, ou seja, a região Nordeste, ainda sustentava suas antigas características: economia estagnada, agricultura atrasadas e pouco diversificada, grandes proprietários de terra, concentração de renda, indústria com baixa produtividade e também pouco diversificada e débeis relações capitalistas de produção; além de sofrer com as secas periódicas. Tais características das duas regiões acentuavam as desigualdades regionais e, concomitantemente à seca de 1951-1953, criaram um cenário propício à migração nordestina, em especial às áreas urbanas. Desta forma, neste período o êxodo nordestino passava a ser direcionado não exclusivamente à agricultura paulista, mas também aos centros urbanos desenvolvidos, especialmente à capital, onde rótulos e preconceitos em relação aos migrantes foram se consolidando, generalizando todos os migrantes nordestinos na figura do baiano. A grande migração gerou muitos debates na Câmara dos Deputados, artigos na revista O Cruzeiro - que tinha grande importância e circulação no período -, algumas páginas exclusivas nas Mensagens Presidenciais; enfim, uma certa preocupação social que, na maioria das vezes, estava relacionada à migração e aos problemas que esta poderia causar e não aos migrantes em si, ou seja, aos flagelados da seca e procedentes de uma região carente de atenção, projetos e investimentos. Desta forma, ao menos no que pudemos constatar durante a pesquisa, não houve medidas efetivas em relação aos migrantes e à migração. Porém, não podemos também afirmar que nada foi realizado em relação à região Nordeste, pois neste período houve a criação do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), marco de uma nova fase das políticas do governo federal para a região das secas, assinalando assim o segundo governo Vargas como o período de transição de uma fase em que as políticas direcionadas para a região eram basicamente sustentadas em preocupações relacionadas à falta de água para uma fase em que o desenvolvimento econômico do Nordeste passou a estar também em pauta. Contudo, apesar de tal importância, o governo Vargas foi também palco da maior migração da História do Brasil, explicitando assim que muito ainda deveria ser realizado para a região das secas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-02 23:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria do Etiquetamento</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entre 1930 e 1945, o governo de Getúlio Vargas colocou em prática uma política imigratória restritiva e racista. Vetou, com base em argumentos racistas, a concessão de vistos aos judeus, ciganos, negros e japoneses. O discurso racista reunia atributos que, no seu conjunto, transformavam essas minorias em seres indesejáveis, “indigestos”. Em particular, não interessava ao Brasil receber os judeus que fugiam do nazifascismo porque – segundo as autoridades brasileiras – eles colocavam em risco o processo de construção da raça e da brasilidade. Essa posição, radical em sua essência, vinha atrelada a uma prática orientada para o futuro da nação, que deveria incentivar apenas a entrada de “bons” imigrantes, tendo como critérios elementos étnicos e ideológicos. Assim, as correntes imigratórias não poderiam estar comprometidas com a ideia de corrosão social e com as doutrinas exóticas, traços pertinentes à imagem estereotipada dos judeus, avaliados como inassimiláveis, comunistas, parasitas e avessos ao trabalho agrícola. Segundo esse raciocínio, a ideologia do trabalho prestava-se como critério seletivo, acobertando uma mentalidade racista que pontuou, por várias décadas, o discurso oficial brasileiro. O controle desse fluxo imigratório se fazia em nome da ordem, sendo aplicado em primeira instância no exterior e, posteriormente, no território nacional. Os diplomatas brasileiros em missão no exterior cuidavam de fazer uma primeira seleção com o objetivo de impedir a saída da Europa dos “indesejáveis”, em sua maioria “apátridas”. A estratégia adotada pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Itamaraty, foi de aplicar um conjunto de normas de controle que, por não serem condizentes com a Constituição brasileira, foram impostas por meio de circulares secretas que vigoraram desde 1937 até 1953, trazendo graves consequências para os refugiados políticos, judeus e não judeus, que nem sempre conseguiam um refúgio seguro que garantisse a sua sobrevivência. Calculo que, no mínimo, cerca de 14 mil judeus refugiados ingressaram no Brasil portando falsos documentos e com vistos de católicos, como turistas ou em trânsito. Mesmo assim, apesar das restrições, alguns receberam vistos permanentes por terem subornado a autoridade diplomática, por terem adquirido terras no Brasil através de projetos de colonização ou por portarem vistos aprovados dentro das cotas permitidas pela legislação brasileira. O controle sobre a comunidade dos refugiados radicados no Brasil cabia ao Ministério da Justiça e dos Negócios Interiores, que, através da polícia política, saía em busca dos “ilegais”. Movida por lógica própria – a da desconfiança – e com a função específica de purificar a sociedade das raças e ideologias ditas “malditas”, “degeneradas” ou “perniciosas” à ordem social, a polícia política brasileira (Departamento de Ordem Política e Social – Dops) aprimorou-se em identificar os indesejáveis com base no status de evidência.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-02 23:30:08 UTC</pubDate>
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         <title>.Grupo</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
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         <description><![CDATA[<div>-João Duarte<br>-Samuel Henrique<br>-Marcos Vinicius<br>-Anne Catrina<br>-Bruno Dias<br>-Luan Oda</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-02 23:39:23 UTC</pubDate>
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         <title>Análise Pessoal</title>
         <author>joaovitordz1006</author>
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         <description><![CDATA[<div>No geral foi algo bom pro desenvolvimento do país e a maior distribuição de pessoas pelas regiões, sendo de forma boa ou ruim isso ajudou social, cultural e economicamente o país, de uma forma ou de outra foi importante para o Brasil ser o que é hoje em dia<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-03 00:21:00 UTC</pubDate>
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