<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Cesário Verde by </title>
      <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj</link>
      <description>O Sentimento dum Ocidental - Noite Fechada</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-05-20 07:39:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2017-05-17 10:37:42 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padletuploads.blob.core.windows.net/aws/114918133/aed8f847e4993e7cf78aed6cd8cf4f0b52692e29/8f4bdb87b2654c95a15373f72f68a723.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>A. Na deambulação do sujeito poético cruzam-se nos espaços e tempos vivenciados / evocados. </title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111810729</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=n1Mys5wNsso" />
         <pubDate>2016-05-20 07:58:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111810729</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A.1) Espaços / tempos vivenciados / evocados. A.2) Intencionalidade no cruzamento de espaços e tempos vivenciados / evocados&amp;nbsp;</title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111811442</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª Quadra </strong>-  <strong>Espaço</strong>: As cadeias, onde se toca às grades (pede-se comida, é hora de ir dormir). O Aljube, onde se recolhem velhinhas e crianças.<br><strong>2ª Quadra - Tempo:</strong> Ao acender das luzes. <strong>Espaço:</strong> As prisões, velha Sé, as cruzes. <br><strong>3ª Quadra - Tempo: </strong>A hora de acender as luzes.<strong> Espaço:</strong> Os andares que se iluminam. As tascas, os cafés, as tendas, os estancos acendem as luzes com reflexos brancos. A Lua lembra o circo e os jogos malabares.<br><strong>4ª Quadra-  Espaço</strong>: Duas igrejas que se encontram num antigo largo.<strong> Espaço de evasão (negativo);</strong> espaço da cidade onde tiveram lugar práticas repressivas da igreja (Inquisição). <br><strong>5ª Quadra - Espaço:</strong> Construções rectas, iguais, crescidas, resultantes das reedificações após o terramoto. Íngremes subidas. Toque dos sinos. <br><strong>6ª Quadra - Espaço:</strong> O largo onde foi levantada a estatua de Camões, recinto público e vulgar com bancos de namoro e exíguas pimenteiras. A estatua de Camões feita de bronze, monumental e de proporções guerreiras.<br><strong>7ª Quadra - Espaço:</strong> da rua. Quartel militar. Um palácio diante um casebre.<br><strong>8ª Quadra - Tempo:</strong> A temperatura baixa.<strong> Espaço:</strong> Os quartéis (de cavalaria), ocupando o espaço de antigos conventos. Espaço de evasão: a Idade Média, suscitada pelos conventos transformados em quartel. A cidade, com cada vez menos gente<br><strong>9ª Quadra - Espaço:</strong> A triste cidade. Os lampiões distantes. As montras dos ourives. <br><strong>10ª Quadra - Espaço:</strong> Os magasins<br><strong>11ª Quadra - Espaço:</strong> A brasserie, onde, às mesas de emigrados, ao riso e a crua luz joga-se o dominó.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:05:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111811442</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A.3) Utilização do conetor que inicia a sexta estrofe. </title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813409</link>
         <description><![CDATA[<div>O poeta desconfia que sofre de um aneurisma, de tão mórbido que fica com o que vê. O coração do poeta é sensível ao deparar com as prisões, a velha Sé e as cruzes. O poeta sente que o coração está a chorar.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:23:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813409</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A.4) Expressividade da última quadra na sua relação com a totalidade desta composição poética.</title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813683</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:24:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813683</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A.5) Temática da critica social</title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813862</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando presente num cenário diurno este aproveita para criticar a situação da igreja e do próprio clero, recorrendo a uma recriação das praticas das igrejas antigas referindo as suas praticas repressivas, a inquisição, mas ao mesmo tempo tentando-as justificar através de realidades negativas, relacionadas com inclusões relativas a situações históricas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:26:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813862</guid>
      </item>
      <item>
         <title>B. O título principal e o subtítulo do poema</title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813986</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:27:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111813986</guid>
      </item>
      <item>
         <title>B.1) Justificação do subtítulo.</title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111814071</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:28:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111814071</guid>
      </item>
      <item>
         <title>B.2) Sentimento(s) evocado(s) pelo sujeito poético.</title>
         <author>jessica_g99</author>
         <link>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111814133</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ªQuadra</strong>: O poeta sente-se mortificado e com loucuras, ao ouvir tocar às grandes nas cadeias.&nbsp;<br><strong>2ª Quadra:</strong>&nbsp;O poeta desconfia que sofre de um aneurisma, de tão mórbido que fica com o que vê.<br><strong>4ª Quadra:</strong>&nbsp;O poeta revela pouca simpatia por igrejas e clero.<br><strong>5ª Quadra:</strong>O poeta sente-se murado, emparedado, ao visitar a parte reconstruída da cidade após o terramoto. Sente-se afrontado com o ambiente religioso suscitado pelo toque dos sinos.<br><strong>6ª Quadra:</strong>O poeta destaca a importância da figura de Camões ao mesmo tempo que pretende homenageá-lo.<br><strong>7ª Quadra:</strong>O poeta revela-se sensível ao sofrimento das pessoas, que, pelos corpos enfezados, ele supõe sofrerem de cólera e febre.&nbsp;<br><strong>8ª Quadra:</strong>&nbsp;O poeta revela nostalgia pela Idade Média, enquanto espaço e tempo de evasão<br><strong>9ª Quadra:</strong>O poeta comisera-se com a tristeza da cidade. O poeta receai que a cidade lhe avive uma paixão defunta. O poeta sente-se triste ao deparar com os desfavorecidos da vida&nbsp;<strong><br>10ª Quadra:</strong>O poeta é tomado de sobressaltos, perante costureiras e coristas de vida dupla.&nbsp;<strong><br>11ª Quadra:</strong>&nbsp;O poeta apresenta-se de luneta de uma lente só, declarando-se assim, atento.<strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2016-05-20 08:29:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jessica_g99/3yh1wy7fo0jj/wish/111814133</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
