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      <title>Modernidade/Colonialidade by ANA SOUZA</title>
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      <description>CONEXÕES TEXTOS DOBRA 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-04-27 13:39:16 UTC</pubDate>
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         <title>Localização do texto no grupo modernidade/colonialidade</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
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         <description><![CDATA[<div>Crítica à modernidade ocidental em seus postulados históricos, sociológicos e filosóficos<br>"a colonialidade é constitutiva da modernidade e não derivada" (MIGNOLO)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:44:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160403783</link>
         <description><![CDATA[<div>"A modernidade e colonialidade são duas faces da mesma moeda. Graças a colonialidade, a Europa pode produzir as ciências humanas como modelo único, universal e objetivo na produção de conhecimentos, além de deserdar todas as epistemologias da periferia do ocidente" (p. 03)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:46:48 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre Colonialismo e Colonialidade</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160406436</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Segundo Quijano (2007), colonialismo e colonialidade são dois conceitos relacionados, porém distintos. O colonialismo se refere a um padrão de dominação e exploração no qual:&nbsp;<br>"O controle da autoridade política, dos recursos de produção e do trabalho de uma população determinada possui uma diferente identidade e as suas sedes centrais estão, além disso, em outra jurisdição territorial. Porém nem sempre, nem necessariamente, implica relações racistas de poder. O Colonialismo é, obviamente, mais antigo; no entanto a colonialidade provou ser, nos últimos 500 anos, mais profunda e duradoura que o colonialismo. Porém, sem dúvida, foi forjada dentro deste, e mais ainda, sem ele não teria podido ser imposta à inter-subjetividade de modo tão enraizado e prolongado. (QUIJANO, 2007, p. 93)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:47:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sobre colonialismo e colonialidade </title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160410313</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;Também Nelson Maldonado Torres (2007), de forma que consideramos mais esclarecedora, diferenciou os dois conceitos da seguinte forma: O colonialismo denota uma relação política e econômica, na qual a soberania de um povo está no poder de outro povo ou nação, o que constitui a referida nação em um império. Diferente desta idéia, a colonialidade se refere a um padrão de poder que emergiu como resultado do colonialismo moderno, mas em vez de estar limitado a uma relação formal de poder entre dois povos ou nações, se relaciona à forma como o trabalho, o conhecimento, a autoridade e as relações intersubjetivas se articulam entre si através do mercado capitalista mundial e da idéia de raça. Assim, apesar do colonialismo preceder a colonialidade, a colonialidade sobrevive ao colonialismo. Ela se mantém viva em textos didáticos, nos critérios para o bom trabalho acadêmico, na cultura, no sentido comum, na auto-imagem dos povos, nas aspirações dos sujeitos e em muitos outros aspectos de nossa experiência moderna. Neste sentido, respiramos a colonialidade na modernidade cotidianamente (TORRES, 2007, p. 131).&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:49:54 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a colonialidade do Poder (Quijano, 2005)</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160416167</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta seria uma estrutura de dominação que submeteu a América Latina, a África e a Ásia, a partir da conquista. O termo faz alusão à invasão do imaginário do outro, ou seja, sua ocidentalização. Mais especificamente, diz respeito a um discurso que se insere no mundo do colonizado, porém também se reproduz no lócus do colonizador. Nesse sentido, o colonizador destrói o imaginário do outro, invizibilizando-o e subalternizando-o, enquanto reafirma o próprio imaginário. Assim, a colonialidade do poder reprime os modos de produção de conhecimento, os saberes, o mundo simbólico, as imagens do colonizado e impõe novos. Operase, então, a naturalização do imaginário do invasor europeu, a subalternização epistêmica do outro não-europeu e a própria negação e o esquecimento de processos históricos não-europeus. Essa operação se realizou de várias formas, como a sedução pela cultura colonialista, o fetichismo cultural que o europeu cria em torno de sua cultura, estimulando forte aspiração à cultura europeia por parte dos sujeitos subalternizados. Portanto, o eurocentrismo não é a perspectiva cognitiva somente dos europeus, mas torna-se também do conjunto daqueles educados sob sua hegemonia&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:52:59 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a colonialidade do saber</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160420069</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;entendida como a repressão de outras formas de produção de conhecimento não-europeias, que nega o legado intelectual e histórico de povos indígenas e africanos, reduzindo-os, por sua vez, à categoria de primitivos e irracionais, pois pertencem a “outra raça”. Essa afirmação da hegemonia epistemológica da modernidade europeia, que se traduz num racismo epistêmico ou, como afirma Grosfoguel (2007), sobre como a “epistemologia eurocêntrica ocidental dominante, não admite nenhuma outra epistemologia como espaço de produção de pensamento crítico nem científico” (GROSFOGUEL, 2007, p. 35).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:54:59 UTC</pubDate>
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         <title>Colonialidade do saber 2</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160425115</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;(...) o eurocentrismo torna-se, portanto, uma metáfora para descrever a colonialidade do poder, na perspectiva da subalternidade. Da perspectiva epistemológica, o saber e as histórias locais européias foram vistos como&nbsp; projetos globais, desde o sonho de um Orbis universalis christianus até a crença de Hegel em uma história universal, narrada de uma perspectiva que situa a Europa como ponto de referência e de chegada. (MIGNOLO, 2003, p. 41)&nbsp;<br>&nbsp;Para Mignolo, a expansão ocidental após o século XVI não foi somente econômica e religiosa, mas também das formas hegemônicas de conhecimento, de um conceito de representação do conhecimento e cognição, impondo-se como hegemonia epistêmica, política e historiográfica, estabelecendo, assim, a colonialidade do saber.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 13:57:38 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a colonialidade do SER</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160431471</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Catherine Walsh (2005) vai recordar as palavras de Frantz Fanon (1983) para relacionar colonialismo a não-existência:&nbsp;<br>" Em virtude de ser uma negação sistemática da outra pessoa e uma determinação furiosa para negar ao outro todos os atributos de humanidade, o colonialismo obriga as pessoas que ele domina a perguntar-se: em realidade quem eu sou? "(FANON apud WALSH, 2005, p. 22).&nbsp;<br>&nbsp;O mundo colonial é um mundo maniqueísta. Não basta ao colonizador limitar fisicamente o colonizado, com suas polícias e seus exércitos, o espaço do colonizado. Assim, para ilustrar o caráter totalitário da exploração colonial, o colonizador faz do colonizado uma quinta-essência do mal. A sociedade&nbsp;colonizada não somente se define como uma sociedade sem valores (…) O indígena é declarado impermeável à ética, aos valores. É, e nos atrevemos a dizer, o inimigo dos valores. Neste sentido, ele é um mal absoluto. Elemento corrosivo de tudo o que o cerca, elemento deformador, capaz de desfigurar tudo que se refere à estética ou à moral, depositário de forças maléficas. (FANON, 2003, p. 35-36).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:00:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A colonialidade do ser é pensada, portanto, como a negação deum estatuto humano para africanos e indígenas, por exemplo, na história da modernidade colonial. Essa negação, segundo Walsh (2006), implanta problemas reais em torno da liberdade, do ser e da história do indivíduo subalternizado por uma violência epistêmica.</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160433678</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:01:53 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a geopolítica do conhecimento</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160437222</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;geopolítica do conhecimento como a estratégia da modernidade europeia que afirmou suas teorias, seus conhecimentos e seus paradigmas como verdades universais e invisibilizou e silenciou os sujeitos que produzem conhecimentos “outros”5 . Foi esse o processo que constituiu a modernidade que não pode ser entendida sem se tomar em conta os nexos com a herança colonial e as diferenças étnicas que o poder moderno/colonial produziu.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:03:52 UTC</pubDate>
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         <title>Noção de DIFERENÇA COLONIAL em Mignolo</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;a diferença colonial, entendida como pensar a partir das ruínas, das experiências e das margens criadas pela colonialidade do poder na estruturação do mundo moderno/colonial, como forma não de restituir conhecimento, mas de reconhecer conhecimentos “outros” em um horizonte epistemológico transmoderno, ou seja, construído a partir de formas de ser, pensar e conhecer diferentes da modernidade europeia, porém em diálogo com esta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:06:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160445903</link>
         <description><![CDATA[<div>Catherine Walsh vai refletir sobre os processos educacionais a partir de conceitos como: <strong><mark>pensamento-outro, decolonialidade e pensamento crítico de fronteira.&nbsp;</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Decolonialidade</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
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         <description><![CDATA[<div>Walter Mignolo (2003) destaca que o p<mark>ensamento-outro</mark> caracterizado como <mark>decolonialidade</mark> se expressa na <mark>diferença colonial</mark>, isto é, um reordenamento da geopolítica do conhecimento em duas direções: a crítica da subalternização na perspectiva dos conhecimentos invisibilizados e a emergência do pensamento liminar como uma nova modalidade epistemológica na interseção da tradição ocidental e a diversidade de categorias suprimidas sob o ocidentalismo e o eurocentrismo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:11:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>interculturalidade como princípio que orienta pensamentos, ações e novos enfoquesepistêmicos. O conceito de interculturalidade é central na (re)construção do pensamento-outro. A interculturalidade é concebida, nessa perspectiva, como processo e como projeto político.</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160454161</link>
         <description><![CDATA[<div>Noção do pensamento crítico de fronteira (Walsh, 2006)<br>Noção de pensamento outro<br>Noção de etnoeducação afro (Walsh, 2006)<br><br>&nbsp;Para Catherine Walsh, a interculturalidade significa: - Um processo dinâmico e permanente de relação, comunicação e aprendizagem entre culturas em condições de respeito, legitimidade mútua, simetria e igualdade. - Um intercâmbio que se constrói entre pessoas, conhecimentos, saberes e práticas culturalmente diferentes, buscando desenvolver um novo sentido entre elas na sua diferença. - Um espaço de negociação e de tradução onde as desigualdades sociais, econômicas e políticas, e as relações e os conflitos de poder da sociedade não são mantidos ocultos e sim reconhecidos e confrontados. - Uma tarefa social e política que interpela ao conjunto da sociedade, que parte de práticas e ações sociais concretas e conscientes e tenta criar modos de responsabilidade e solidariedade. - Uma meta a alcançar. (WALSH, 2001, p. 10-11)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:13:06 UTC</pubDate>
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         <title>Interculturalidade crítica (Walsh, 2005) e Pedagogia decolonial (Walsh, 2007)</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160470023</link>
         <description><![CDATA[<div>P O conceito de interculturalidade é central à (re)construção de um pensamento crítico-outro - um pensamento crítico de/desde outro modo -, precisamente por três razões principais: primeiro porque está vivido e pensado desde a experiência vivida da colonialidade [...]; segundo, porque reflete um pensamento não baseado nos legados eurocêntricos ou da modernidade e, em terceiro, porque tem sua origem no sul, dando assim uma volta à geopolítica dominante do conhecimento que tem tido seu centro no norte global. (WALSH, 2005, p. 25) <br>&nbsp;Na contramão dessa concepção meramente inclusiva, Walsh (2007) vai propor a <mark>perspectiva da interculturalidade crítica como a forma da pedagogia decolonial</mark>: A interculturalidade crítica (...) é uma construção de e a partir das pessoas que sofreram uma experiência histórica de submissão e subalternização. Uma proposta e um projeto político que também poderia expandir-se e abarcar uma aliança com pessoas que também buscam construir alternativas à globalização neoliberal e à racionalidade ocidental, e que lutam tanto pela transformação social como pela criação de condições de poder, saber e ser muito diferentes. Pensada desta maneira, a interculturalidade crítica não é um processo ou projeto étnico, nem um projeto da diferença em si. (...), é um projeto de existência, de vida. (WALSH, 2007, p. 8)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:20:41 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências importantes para aprofundamento</title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160487719</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;CASTRO-GÓMEZ, Santiago. Ciencias sociales, violencia epistémica y el problema de la ‘invención del otro. In: LANDER, E. (Org.) La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales. Perspectivas Latinoamericanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. p. 189-186.&nbsp;<br>&nbsp;ESCOBAR, Arturo. Mundos y conocimientos de otro modo. Disponível em: . Acessado em 15 de dezembro de 2008. FANON, Frantz. Peles negras, máscaras brancas. Rio de Janeiro: Fator, 1983. FANON, Frantz. Los condenados de la tierra. México: Fondo de Cultura Económica, 2003. GROSFOGUEL, Ramon. Dilemas dos estudos étnicos norte-americanos: multiculturalismo identitário, colonização disciplinar e epistemologias decoloniais. In: Ciência e cultura. São Paulo: v. 59, n. 2, p. 32-35, 2007.&nbsp;<br>&nbsp;MALDONADO-TORRES, Nelson. Sobre la colonialidad del ser: contribuciones al desarrollo de un concepto. In: CASTRO-GÓMEZ, S.; GROSFOGUEL, R. (Orgs.) El giro decolonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Universidad Javeriana-Instituto Pensar, Universidad Central-IESCO, Siglo del Hombre Editores, 2007. p. 127-167.&nbsp;<br>MIGNOLO, Walter. Histórias Globais/projetos Locais. Colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.&nbsp;<br>MIGNOLO, Walter. A colonialidade de cabo a rabo: o hemisfério ocidental no horizonte conceitual da modernidade. In: LANDER, E. (Org.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. p. 71-103.&nbsp;<br>&nbsp;MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1999&nbsp;<br>&nbsp;QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del poder, eurocentrismo y América Latina. In: LANDER, E. (Org.). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciencias sociales. Perspectivas Latinoamericanas. Buenos Aires: Clacso, 2005. p. 227-277 QUIJANO, Aníbal. Colonialidad del poder y clasificación social. In: CASTROGÓMEZ, S.; GROSFOGUEL, R. (Orgs.). El giro decolonial. Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Universidad Javeriana-Instituto Pensar, Universidad Central-IESCO, Siglo del Hombre Editores, 2007. p. 93-126.&nbsp;<br>SAID, Edward. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.&nbsp;<br>&nbsp;WALSH, Catherine. La educación Intercultural en la Educación. Peru: Ministerio de Educación. (documento de trabalho), 2001.&nbsp;<br>WALSH, Catherine. Introducion - (Re) pensamiento crítico y (de) colonialidad. In: WALSH, C. Pensamiento crítico y matriz (de)colonial. Reflexiones latinoamericanas. Quito: Ediciones Abya-yala, 2005. p. 13-35.&nbsp;<br>WALSH, Catherine. Interculturalidad y colonialidad del poder. Un pensamiento y posi cionamiento ‘otro’ desde la diferencia colonial”. In: WALSH, C.; LINERA, A. G.; MIGNOLO, W. Interculturalidad, descolonización del estado y del conocimiento. Buenos Aires: Del Signo, 2006. p. 21-70. WALSH, Catherine. Interculturalidad Crítica/Pedagogia decolonial. In: Memórias del Seminário Internacional “Diversidad, Interculturalidad y Construcción de Ciudad”, Bogotá: Universidad Pedagógica Nacional 17-19 de abril de 2007.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:29:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
         <link>https://padlet.com/AnaPaulaAbrahamian/3w3rf3ozu5hlw8ci/wish/2160490933</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-27 14:30:56 UTC</pubDate>
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         <title>ideias-força </title>
         <author>AnaPaulaAbrahamian</author>
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         <pubDate>2024-04-18 14:25:52 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-04-18 14:32:40 UTC</pubDate>
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