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      <title>Como tornar a sala de aula um ambiente mais atraente para os alunos a fim de torná-los mais autônomos para resolver os desafios do cotidiano? by </title>
      <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng</link>
      <description>COMUNIDADE G
Projetos de Aprendizagem
UCS 2018/4</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-09-16 16:24:42 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-06-02 18:05:32 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>1. A sala de aula se torna um ambiente mais atrativo através da utilização de tecnologias.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292304619</link>
         <description><![CDATA[<div>Da educação infantil à graduação, existe uma grande preocupação de proporcionar ao aluno atividades atrativas que, aliadas ao conteúdo pedagógico de cada disciplina, auxiliem efetivamente no<a href="http://blackboard.grupoa.com.br/category/aprendizagem/"> aprendizado</a>. Os estudantes de hoje aprendem com muita facilidade e rapidez, mas se cansam facilmente das práticas repetitivas do ensino cotidiano.</div><div>Eles anseiam sempre por novidades! E é por isso que o uso da<a href="http://blackboard.grupoa.com.br/"> tecnologia em sala de aula</a> desperta o interesse dos alunos. Essa mudança na forma de aprender obriga o professor a elaborar diferentes aulas da mesma matéria para conseguir atingir uma ampla e diversificada gama de alunos.</div><div>Os educadores sabem que precisam dispor sempre de novos recursos que os auxiliem a explorar as atividades em grupo, a aumentar a atenção e a disciplina na sala de aula. Além disso, cada aluno tem necessidades e dificuldades diferentes e, por isso, o uso da tecnologia integrando conteúdos podem apoiar os professores no desenvolvimento e planejamento das aulas.</div><div>O próprio professor pode criar uma primeira atividade, que exigirá tempo para sua construção, mas que, posteriormente, poderá ser alterada e adaptada de acordo com os próximos conteúdos. As metodologias ativas, que colocam o aluno no centro do aprendizado, transformando-o em protagonista de sua evolução acadêmica, encontram na tecnologia suporte para que o aluno absorva o conteúdo.</div><div>Mais do que atrair e motivar, a<a href="http://blackboard.grupoa.com.br/category/tecnologia/"> tecnologia</a> também pode garantir a<a href="http://blackboard.grupoa.com.br/plataformas/acessibilidade-ally/"> acessibilidade no ensino</a>, colaborando para que barreiras sejam superadas por pessoas que têm necessidades especiais. Nesse sentido, a tecnologia bem aplicada passa a ser uma facilitadora no acesso à informação e à educação.  </div><div>No caso de o professor não ter muita habilidade com<a href="http://blackboard.grupoa.com.br/category/inovacao/"> inovações</a>, ele pode solicitar ajuda de um aluno, que, certamente, se sentirá muito importante em realizar a tarefa. É natural que o uso da<a href="http://blackboard.grupoa.com.br/plataformas/"> tecnologia em sala de aula</a> desperte o interesse dos alunos. Elas lhes permitem criar atividades em planilhas eletrônicas, multimídia, fazer edição de filmes e imagens, entre muitos outros recursos.</div><div>Essas atividades estimulam a participação dos alunos no processo de construção do próprio conhecimento. Mas, independentemente dos recursos ou materiais utilizados, só trarão os resultados esperados se forem bem direcionadas e planejadas. Até na educação infantil já se provou que os jogos e as brincadeiras – diversas delas realizadas com o apoio da tecnologia – ajudam no desenvolvimento integral da criança.</div><div>O uso de recursos tecnológicos vem ganhando cada vez mais espaço nas escolas. Por isso, o contato do aluno com a tecnologia é muito importante desde cedo, mantendo-o ao longo de sua formação. Qualquer disciplina, matéria ou conteúdo pode ter atividades preparadas, construídas e realizadas com recursos tecnológicos.</div><div>Se os educadores souberem combinar as atividades lúdicas com os recursos tecnológicos, as aulas não se tornarão rotineiras e maçantes, mas despertarão o interesse dos alunos, facilitando o aprendizado e desenvolvendo neles o gosto pelos estudos. E não é só na sala de aula que a tecnologia colabora com o ensino.</div><div>REFERÊNCIA:</div><div> <a href="http://blackboard.grupoa.com.br/tecnologia/uso-da-tecnologia-em-sala-de-aula/">http://blackboard.grupoa.com.br/tecnologia/uso-da-tecnologia-em-sala-de-aula/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:14:30 UTC</pubDate>
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         <title>2. Alunos devem ser sujeitos ativos no processo de aprendizagem. </title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292304706</link>
         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem acontece quando existe a necessidade de conseguir algo, e conseguindo-o, torna-se importante apropriar-se dos mecanismos utilizados nessa ação. Sendo assim, o ensino não deve ser posto como precursor da aprendizagem, visto que o sujeito aprende por conta de sua própria prática e não por meio do que se ensina.</div><div>Segundo Freire (1996, p. 24) “aprender precedeu ensinou, em outras palavras, ensinar se diluía na experiência realmente fundante de aprender”. É o aluno o responsável final pela sua aprendizagem ao atribuir significado aos conteúdos, no entanto é o professor que determina as atividades que os alunos devem desenvolver, possibilitando uma orientação adequada ao processo de construção do conhecimento. Sendo assim, fica evidenciado que o potencial de aprendizagem de um aluno constitui-se da soma da capacidade cerebral de processar as informações, com a capacidade de interação com o meio onde se está inserido em um processo intermediado pela ação pedagógica do professor.</div><div>Enfim, o exercício da docência deve formar um sujeito capaz de ter história própria, e não história copiada sendo uma sobra de outros, tendo o conhecimento como cooperação, criatividade e criticidade, fomentando a liberdade para interferir e transformar, tornando-se protagonista da sua aprendizagem.</div><div>No processo de aprendizagem, os alunos devem ser considerados como processo do mesmo, participando ativamente do mesmo, ao invés de só transmitir conhecimento a eles. É preciso que os docentes reinventem e reencantem a educação, tendo como foco uma visão educacional, usufruindo do conhecimento já construído e produzindo novas experiências no processo de ensino-aprendizagem dos educandos (ASSMANN, 2007).</div><div>É importante levar em consideração o conhecimento prévio dos alunos fazendo com que possam contribuir com seus conhecimentos, assim tornando a aula mais aberta e atrativa.</div><div>Freire (1987) em seu livro Pedagogia do Oprimido deixa-nos entender que a relação professor (opressor) e aluno (oprimido) ou vice-versa têm a finalidade de que a relação professor-aluno nesse processo de ensino-aprendizagem gira em torno da concepção da educação, tendo uma perspectiva de que quando todos se unirem na essência da educação como prática de liberdade, ambos abrirão novos horizontes culturais de acordo com a realidade e imaginação de todos os indivíduos, seguido das diferentes culturas de cada um.</div><div> </div><div>Referências:</div><div>FREIRE, Paulo.<em> Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. </em>São Paulo: Paz e Terra, 1996.</div><div>ASSMANN, Hugo. <em>Reencantar a educação: rumo à sociedade aprendente</em>. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007</div><div>:http://www.campogrande.ms.gov.br/semed/wpcontent/uploads/sites/5/2017/03/817alunoeprofessor.pdf </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:14:41 UTC</pubDate>
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         <title>3. As aulas deveriam ter momentos de teoria e prática para que a fixação do conteúdo seja efetiva. </title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292304820</link>
         <description><![CDATA[<div>A importância do ensino com a aplicação da teoria e prática pode ser destacado logo de início por ser uma ferramenta que implica mais esforço do professor, fazendo com que desenvolva de um modo diferente suas aulas, facilitando assim o entendimento dos alunos.</div><div>Um problema que é bastante discutido entre professores é a falta de interesse dos alunos nas aulas. Isso poderia ser parcialmente ou totalmente resolvido com práticas mas instigadoras, despertando a curiosidade dos alunos.</div><div>Porém a aplicação da teoria e a prática em sala de aula é muitas vezes deixada de lado. Muitos professores afirmam que a falta de tempo para ensinar os conteúdos programados, faz com que aulas práticas percam o sentido para eles, pois é algo que demanda muito tempo. Em contrapartida, segundo Lisboa e Lucino (2015) “ Dizer que não dá para fazer isso, ou aquilo, é desculpa. Muitas vezes é difícil fazer o que se pretende, mas cair na rotina é desgastante tanto para o aluno quanto para o professor.” . Muitas vezes a prática nas aulas é algo que o professor não está preparado a realizar, algo que foge de sua conveniência, que se afasta das condições que a escola pode oferecer para que isso aconteça.</div><div>Mas isso não tira a importância de conciliar esses métodos em aula. Como principal função do professor é desenvolver a compreensão do aluno no contexto a ser trabalhado, é muito importante que o aluno entenda a importância daquilo, que haja um sentido para que isso seja aprendido por ele. Para isso a prática se torna importante para o ensino, isso porque revela onde está sendo aplicado aquele conteúdo na realidade. Um exemplo grande para isso  é a as aulas de matemática, pois muitas vezes os alunos se perguntam para que estudar certo conteúdo da área, não sabendo assim que há matemática em quase tudo em seu redor.</div><div>Para a aplicação da teoria e prática de maneira efetiva, é necessário também que o professor tenha uma qualificação significativa, que goste do que está fazendo, e mostre para os alunos o interesse de continuar a estudar e pesquisar.</div><div> </div><div>Referências:</div><div>LISBOA, Josiane Mostasso; LUCINO, Micheli Aparecida. A IMPORTÂNCIA DA TEORIA E PRÁTICA NAS AULAS DE MATEMÁTICA. 2015. Ivaiporã. Disponível em: &lt;http://www.univale.com.br/unisite/documentos/publicacoes/A-Importancia-da-Teoria-e-Pratica-nas-Aulas-de-Matematica-Josiane-e-Micheli.pdf&gt;. Acesso em: 16 de out. de 2018. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:14:53 UTC</pubDate>
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         <title>4. Deve haver cooperação entre os sujeitos para uma efetiva aprendizagem.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292304899</link>
         <description><![CDATA[<div>Deve haver cooperação entre os sujeitos para uma efetiva aprendizagem. As metodologias utilizadas na educação para uma efetiva relação de ensino-aprendizagem têm evoluído rapidamente, principalmente nos últimos anos com o rápido avanço da tecnologia. Diversos métodos e técnicas de ensino vem sido sugeridas e estudadas, a fim de encontrar uma metodologia perfeita para ensinar os alunos de hoje em dia. Entretanto, como muito se discute, cada aluno e cada turma são únicos, portanto, é impossível uma única metodologia funcionar para todos os alunos de um mesmo universo. Justamente por este motivo é que se sugere que os professores façam uso de mais de uma técnica de ensino ao trabalhar um tópico, para que assim, cada aluno, com suas peculiaridades, tenha a chance de adquirir novo conhecimento.</div><div>    Diferente de antigamente, aulas tradicionais, nas quais o professor é o centro e os alunos apenas ouvem, anotam e decoram o conteúdo para as provas, já não funcionam mais. A geração é outra e os alunos exigem cada vez mais da escola e dos docentes. Apesar da tecnologia presente na vida dos estudantes diariamente e do rápido acesso à informação, em que as crianças aprendem coisas novas muito rapidamente, existe uma teoria do conhecimento que não muda: a aprendizagem na escola só acontece quando existe cooperação entre os sujeitos. Principalmente pelo fato de que muito do que antes os professores ensinavam, os alunos já aprenderam em algum vídeo, site, ou televisão.</div><div>    Os alunos têm muito ao que ensinar aos professores, e é por esta razão que a teoria da cooperação de Piaget faz ainda mais sentido na atualidade. A aprendizagem nunca dependeu apenas do aluno ou apenas do professor, mas sim da cooperação entre estes dois sujeitos. Ambos precisam estar dispostos a compartilhar informação para que ela seja relevante e significante. "A cooperação, no sentido geral, consiste no ajustamento do pensamento próprio ou das ações pessoais ao pensamento e às ações dos outros, o que se faz pondo as perspectivas em relação recíproca.” (MONTANGERO, 1998, p.121 apud MOURA et al.)</div><div>    Nenhum grupo funciona sem a participação e todos os membros, e não seria diferente na educação. Trabalhos em grupo, onde os alunos podem compartilhar seu conhecimento prévio (que nunca será igual) e buscar informação e construir o conhecimento juntos, são muito mais válidos e eficazes do que um professor palestrando, sem contexto, sem diálogo e sem interação entre os sujeitos. Trabalhar desta forma em sala de aula é um ato revolucionário para o professor, que sempre foi o detentor do conhecimento e passa a ser um simples mediador, orientador.</div><div>    Para Vygotsky (1998 apud MOURA et al.), a interação social exerce um papel fundamental no desenvolvimento cognitivo. Para ele, cabe ao educador associar aquilo que o aprendiz sabe a uma linguagem culta ou científica para ampliar seus conhecimentos daquele que aprende, de forma a integrá-lo histórica e socialmente no mundo, ou ao menos, integrá-lo intelectualmente no seu espaço vital. Além disso, Piaget (1998 apud MOURA et al.), destaca três pontos que devem ser considerados nos aspectos da socialização intelectual da criança para avaliar o trabalho em grupo: Primeiro: o indivíduo fechado no egocentrismo inconsciente, só se descobre quando aprende a conhecer os outros. Segundo: a cooperação é necessária para conduzir o indivíduo à objetividade, ao passo que, por si só, o eu permanece prisioneiro de sua perspectiva particular. Terceiro: a cooperação é uma fonte de regras para o pensamento.</div><div>    Conclui-se, portanto, que o trabalho colaborativo não só tem um papel fundamental na aquisição de novos conhecimentos, mas também desenvolve o aluno como um indivíduo e como membro da sociedade e de uma cultura da qual faz parte.</div><div> </div><div>Referência:</div><div><a href="http://www.uel.br/seed/nte/as_teorias_de_aprendizagem_e_a_internet.htm">http://www.uel.br/seed/nte/as_teorias_de_aprendizagem_e_a_internet.htm</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:15:03 UTC</pubDate>
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         <title>5. Sala de aula como um espaço de discussão permanente, respeitando a individualidade das pessoas.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292304960</link>
         <description><![CDATA[<div>A livre expressão ocupa o centro da obra pedagógica de Freinet. Ao destacá-las nas suas múltiplas formas e manifestação (oral, escrita, artística, musical, expressiva...) o educador francês abala os valores pedagógicos de seu tempo, definindo uma nova postura que transforma a escola num espaço aberto aos processos de vida, de trabalho e de aprendizagem da democracia por intermédio da participação cooperativa. (ELIAS, 2002, p.14)</div><div>Por meio da livre expressão o sujeito se revela, cria, exprime suas vivências, sua vida afetiva, seus sentimentos, seus conhecimentos prévios, enfim, todos esses elementos naturais da vida e que o caracterizam como um ser único. Mas, para que a expressão seja verdadeiramente livre, é preciso que o educador ajude o educando a servir-se de suas potencialidades, criando um novo clima da classe. Um clima de confiança, cooperação e afetividade, onde a pessoa possa exercitar sua liberdade com responsabilidade. (ELIAS, 2002, p.15).</div><div>A individualização do ensino apoia-se no princípio de atendimento das diferenças individuais, isto é, no respeito às possibilidades e peculiaridades de cada sujeito para aprender. (ELIAS, 2002, p.16).</div><div>Em virtude da nova concepção da atividade escolar, a sala e aula, conforme Freinet, perde a configuração de auditório e adquire as características de uma oficina de trabalho, sendo local de produção idealizada e realizada cooperativamente pelos estudantes, com a assessoria técnica do professor. (ELIAS, 2002, p.159).</div><div>Nos debates em sala de aula, o professor deve intervir para que todos os alunos possam ser ouvidos, pois é na relação com o outro que o conhecimento se constrói. O confronto de ideias no debate garante aos alunos a compreensão, o discernimento e a criticidade. (ELIAS, 2002, p.72-73).</div><div> </div><div>Referência:</div><div>ELIAS, Marisa Del Cioppo. Pedagogia Freinet: teoria e prática. 3.ed. São Paulo: Papirus, 2002.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:15:11 UTC</pubDate>
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         <title>6. É importante que a sala de aula seja um lugar de interações para que haja um concreto aprendizado.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292305032</link>
         <description><![CDATA[<div>As diferentes organizações cognitivas, ou esquemas de ação, que vão sendo elaboradas dessa forma, são sintetizadas em formas mais complexas(coordenações de ações). A síntese de todas essas coordenações forma as estruturas de conhecimento que são, remotamente, resultado das ações assimiladoras e acomodadoras.</div><div>É por isso que se diz que o construtivismo está fundado num interacionismo; interacionismo radical, como preferem alguns. Interacionismo significa que o CONHECIMENTO NÃO ACONTECE PELA FORMAÇÃO OU ATUAÇÃO DO SUJEITO APENAS; nem por pressão do meio externo-meio físico, social, cultural. Acontece por interação entre o sujeito, com sua extraordinária complexidade, e esse meio, com toda sua complexidade. INTERAÇÃO significa, sempre, fundamentalmente, acomodação(ação transformadora do sujeito sobre ele mesmo) ou resposta do sujeito aos desequilíbrios trazidos pelas assimilações de conteúdos do meio - físico ou social; desse jogo de assimilações e acomodações surge a adaptação ou patamar de equilíbrio que abre novas possibilidades de aprendizagem; que traz novas capacidades, portanto.</div><div>É por isso que o VERBO INTERAGIR não deve ser conjugado para um sujeito simples. É errado dizer: JOÃO interagiu com seu grupo. Deve-se conjugá-lo para sujeitos compostos: JOÃO e sua turma interagiram.</div><div> </div><div>Referência:</div><div>BECKER, Fernando; MARQUES, Tania Beatriz Iwaszko (Org.). Ser professor é ser pesquisador. Porto Alegre: Mediação, 2007.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:15:23 UTC</pubDate>
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         <title>7. O professor deve estar em um constante aprendizado, sempre se atualizando em relação às técnicas de ensino.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292305089</link>
         <description><![CDATA[<div>É necessário que o docente esteja em constante processo de formação, buscando sempre se qualificar, pois com uma formação contínua. Porquê seu papel dentro da sociedade é muito importante pois está ensinando as pessoas possuir olhares reflexivos e críticos. E as técnicas de estudo não pode ficar restritas só  dentro de uma sala de aula e um quadro , podemos usar muito a tecnóloga ao nosso favor em sala de aula fazendo aulas diferentes, como jogos baseados em conteúdo ensinados .O celular não deve ser o inimigo dos professores dentro da sala de aula sim pode ser uma grande ferramenta de ensino .</div><div> </div><div>Referência:</div><div><a href="https://www.infoescola.com/educacao/formacao-continuada-de%20professores/?utm_source=Whatsapp">https://www.infoescola.com/educacao/formacao-continuada-de professores/?utm_source=Whatsapp</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:15:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>8.Deve ser trabalhado em sala de aula conteúdos do nosso cotidiano.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292305141</link>
         <description><![CDATA[<div>Para desenvolver novas técnicas pedagógicas, o professor deve refletir sobre sua prática, visto que, as trocas de experiências são de suma importância. Da mesma forma como o estudante, que constrói seu conhecimento por intermédio da confrontação de suas hipóteses pessoais com a de seus colegas, o professor constrói sua teoria com base na sua própria experiência e no confronto com outros pontos de vista.(ELIAS, 2002, p.136)</div><div>A elaboração e o desenvolvimento do conhecimento estão ligados ao processo de conscientização que condiciona pensamento e ação. Portanto, ao educador cabe fornecer condições de trabalho e ação; aproximar o estudante a realidade para que possa desvelá-la e criticá-la para poder reconstituí-la e reinventá-la transcendendo, assim, a simples esfera da apreensão. ( SERRÃO, 2006, p.59)</div><div>Não dá para pensar a construção do conhecimento fora da relação com o concreto social. O pedagógico, para ser eficaz, pede essa articulação com a concretude do sujeito e do real.  (VASCONCELLOS, 2008, p.32)</div><div>No processo educacional, tanto o educando como o educador possuem um caráter ativo, sendo que essa atividade é potencializada e desenvolvida a partir da relação social. A mobilização, como toda realidade humana, tem um substrato pessoal e social, dialeticamente articulados. (VASCONCELLOS, 2008, p.66)</div><div>A aula prática é capaz de incentivar o aluno a pensar criticamente e, também, de maneira criativa. O aluno percebe pessoalmente a maneira como o conteúdo aprendido em sala de aula está relacionado com o mundo e com seu próprio cotidiano, passando a entender o assunto melhor e mais intuitivamente.</div><div>Para que a aula prática possa ser aproveitada em todo o seu potencial, é imprescindível que o educador elabore as atividades de maneira planejada. Assim, a aula prática poderá realmente ter efeitos duradouros e marcantes nos alunos.</div><div>Ao reconhecer a importância e as enormes possibilidades da aula prática, o educador abre caminho para o desenvolvimento de alunos criativos, inovadores, críticos e interessados no poder do conhecimento.</div><div> </div><div>Referências:</div><div>ELIAS, Marisa Del Cioppo. Pedagogia Freinet: teoria e prática. 3.ed. São Paulo: Papirus, p. 14-15, 2002.</div><div>SERRÃO, Maria Isabel Batista. Aprender a ensinar: a aprendizagem do ensino no curso de pedagogia sob o enfoque histórico-cultural. São Paulo: Cortez, 2006.</div><div>VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construção do conhecimento em sala de aula. 17.ed. São Paulo: Libertad, 2008.</div><div><a href="https://www.escolaweb.com.br/blog/aula-pratica-desenvolvendo-as-habilidades-dos-alunos/">https://www.escolaweb.com.br/blog/aula-pratica-desenvolvendo-as-habilidades-dos-alunos/</a> acesso em 15/10/2018 às 11h27min.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>9. O professor em sala de aula deve ser afetivo, sem perder a autoridade.</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/292305197</link>
         <description><![CDATA[<div>A construção de uma relação de qualidade com os alunos desafia educadores, para que o processo de ensino e aprendizagem ocorra de forma tranquila e prazerosa. Se puxarmos na memória lembramos de alguma relação que tivemos com nossos professores, vem à tona uma teia de sentimentos, emoções, sentidos e subjetividades que se insere na relação entre professor e aluno.</div><div>Em pleno século 21, as discussões sobre a afetividade no ambiente escolar ganha grande importância. As crianças, chegam as escolas necessitam de afeto, pois os pais e famílias estão ausentes, as crianças acabam passando mais tempo na escola do que em casa. Os problemas de violência, indisciplina, desmotivação e dificuldade de manter a atenção, decorem pelo fato dos educandos estarem clamando por atenção.</div><div>Vigotski escreveu em seu livro Psicologia da pedagógica, 2003 A educação do comportamento emocional.  Para o pensador, as dimensões do afeto e cognição estão desde cedo dialeticamente relacionadas no desenvolvimento da criança. E o repertório cultural, as várias experiências e interações com outras pessoas também representam fatores imprescindíveis para a compreensão dos processos envolvidos na construção do conhecimento.</div><div>Já Jean Piaget explica o desenvolvimento cognitivo considerando os elementos afetivos como complementares e essenciais. O pensador enfatiza o papel regulador da afetividade por meio de sentimentos de pressão e depressão – processo fundamental, por exemplo, para o desenvolvimento da inteligência sensório-motora, que para Piaget ocorre entre os 6 e os 8 meses de idade e da fala, que se inicia aos 2 anos. O pensador conclui que se toda conduta possui um aspecto afetivo (energético) e estrutural (cognitivo) é fundamental o rompimento da dicotomia entre afetividade e inteligência; ambos devem ser estudados e levados em conta no desenvolvimento infantil.</div><div>Henri Wallon defendeu que o ser humano se constrói na interação social, no confronto com o outro. Mesmo o desenvolvimento motor e sensório é fortemente influenciado pela qualidade dos afetos experimentados pelas crianças. Nesse sentido, não apenas o estado afetivo pode resultar em facilidades ou dificuldades na aprendizagem, como o sucesso ou o fracasso na aprendizagem têm o poder de afetar o estado afetivo. Wallon também salienta como as emoções e sentimentos podem contaminar um grupo de alunos e o quanto um ambiente afetivo que promova sentimentos como a alegria pode ser capaz de auxiliar verdadeiramente nos resultados em sala de aula.</div><div>Rubens Alves nos diz que, “Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo, e o mundo aparece refletido dentro da gente”, aprender é abrir os olhos para o que o mundo nos apresenta e descobrir todas as possibilidades que nos cercam. Movidos pelos contextos significativos que norteiam nossas vidas, somos as experiências que vivenciamos e que ao longo dos anos vão nos moldando e dando referências.</div><div>O papel do professor é o de fazer esses olhos abrirem-se, partilhando e promovendo novos conhecimentos, o facilitador que, inter-relacionando-se com seu aluno a partir dos processos cognitivos e das emoções, contribui para o aprendizado.</div><div>Mas, o que é aprender? Aprender é assimilar, absorver, tomar para si. Quando nos apossamos do que aprendemos, geramos mudanças de comportamento e assim, nos apropriamos do conhecimento e apreendemos.</div><div>E qual o papel da emoção? O vínculo que o professor estabelece com seu aluno por meio da afetividade contribui e interfere na apreensão e retenção de informação. A afetividade, neste processo, é a chave de ignição que, uma vez acionada, abre-se a um mundo de possibilidades.</div><div>A afetividade é um conjunto de fenômenos experimentados e vivenciados na forma de emoções, sentimentos e paixões. É essencial, portanto, que o professor estabeleça um vínculo afetivo com seu aluno, uma vez que aprendemos a partir de nossas atitudes, habilidades e competências e em como as usamos para a solução de problemas.</div><div>Aquilo que nos afeta de várias maneiras e que são demonstradas com os sentimentos, emoções e sensações são construções feitas a partir das relações que estabelecemos. A qualidade destas relações combinadas com quem a pessoa é, o eu, o outro e as suas inter-relações determinam quem vamos ser.</div><div>Para além dos processos cognitivos, as emoções têm papel fundamental no processo ensino-aprendizagem, bem como as relações professor-aluno, pois essas interações podem contribuir para o sucesso ou fracasso escolar.</div><div>Defendendo a ideia de que o indivíduo é constituído de uma integração entre afetividade, cognição e movimento, Wallon defende que o afetivo, sinaliza que tanto o intrínseco como o extrínseco nos afeta e, portanto, tudo o que ocorre a nossa volta estimula os movimentos do corpo e a atividade mental interferindo no nosso desenvolvimento.</div><div>Portanto, o papel das emoções e afetividades no processo ensino-aprendizagem e o papel do professor frente ao seu aluno com ou sem dificuldades de aprendizado reforçam a importância em estabelecer um vínculo afetivo e os estímulos motivacionais capazes de criar condições que favoreçam a aprendizagem, uma vez que as crianças se encontram em ambiente propício e favorável a este aprendizado, são fundamentais para todo e qualquer processo ensino-aprendizagem</div><div>Estimular, provocar situações interessantes e empolgantes é despertar o prazer do aprendizado e reinventando-se constantemente, o professor sempre terá as ferramentas necessárias e será o agente responsável pelo sucesso da educação. O professor capaz de estabelecer um vínculo afetivo com seu aluno, certamente contribuirá para seu sucesso escolar e desenvolvimento de suas habilidades e capacidades.</div><div>O cuidar e o ser cuidado faz parte de nós. Vamos então nos enxergar e olhar cuidadosamente para o outro, em especial nossas crianças com afeto e o cuidado que individualmente cada um necessita. Cuidar do próximo é cuidar de si próprio.</div><div>Quando uma mãe abre os braços para receber um bebê que dá seus primeiros passos, expressa com gestos a intenção de acolhê-lo e ele reage caminhando em sua direção. Com esse movimento, a criança amplia seu conhecimento e é estimulada a aprender a andar. Assim como ela, toda pessoa é afetada tanto por elementos externos - o olhar do outro, um objeto que chama a atenção, uma informação que recebe do meio - quanto por sensações internas - medo, alegria, fome - e responde a eles. Essa condição humana recebe o nome de afetividade e é crucial para o desenvolvimento.</div><div>Segundo Wallon, o processo de evolução depende tanto da capacidade biológica do sujeito quanto do ambiente, que o afeta de alguma forma. Ele nasce com um equipamento orgânico, que lhe dá determinados recursos, mas é o meio que vai permitir que essas potencialidades se desenvolvam.</div><div>Wallon em seu livro uma Concepção Dialética do Desenvolvimento Infantil, defende o desenvolvimento em etapas, que para ele são cinco: impulsivo-emocional; sensório-motor e projetivo; personalismo; categorial; e puberdade e adolescência. Ao longo desse processo, a afetividade e a inteligência se alternam. No primeiro ano de vida, a função que predomina é a afetividade. O bebê a usa para se expressar e interagir com as pessoas, que reagem a essas manifestações e intermediam a relação dele com o ambiente. Depois, na etapa sensório-motora e projetiva, a inteligência prepondera. É o momento em que a criança começa a andar, falar e manipular objetos e está voltada para o exterior, ou seja, para o conhecimento. Essas mudanças não significam, no entanto, que uma das funções desaparece.</div><div>Ele nos mostra, que a afetividade é expressa de três maneiras: por meio da emoção, do sentimento e da paixão. Essas manifestações surgem durante toda a vida do indivíduo, mas, assim como o pensamento infantil, apresentam uma evolução, que caminha do sincrético para o diferencial. A emoção, segundo o educador, é a primeira expressão da afetividade. Ela tem uma ativação orgânica, ou seja, não é controlada pela razão.</div><div>O sentimento, por sua vez, já tem um caráter mais cognitivo. Ele é a representação da sensação e surge nos momentos em que a pessoa já consegue falar sobre o que lhe afeta - ao comentar um momento de tristeza, por exemplo. Já a paixão tem como característica o autocontrole em função de um objetivo. Ela se manifesta quando o indivíduo domina o medo.</div><div>Considerando a linha de pensamento de Wallon, a afetividade é sim, de suma importância, pois quando o professor consegue ganhar a sua turma pela emoção, ele passa a ter mais domínio dos mesmos e os alunos passam a respeitar a figura do professor, isso faz com os problemas de indisciplina não estejam presentes no contexto escolar.  <br>Referências:</div><div>https://tutores.com.br/blog/o-vinculo-afetivo-entre-o-professor-e-seu-aluno-no-processo-ensino-e-aprendizagem/</div><div><a href="http://www.revistaeducacao.com.br/o-vinculo-do-afeto/">http://www.revistaeducacao.com.br/o-vinculo-do-afeto/</a></div><div>https://novaescola.org.br/conteudo/264/0-conceito-de-afetividade-de-henri-wallon</div><div> </div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 18:15:51 UTC</pubDate>
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         <title>Autores:</title>
         <author>gikinha_t10</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bernadete Rigotti, Fernanda Luzzi, Fernando Tomazzoni, Gisele Cristina T., Juliana de Avila Fontoura, Karen Liane Rech, Letícia Fernanda Boeni, Maria C. B Scarabelot e Patricia Soares da Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 17:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>INFOGRÁFICO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 23:30:30 UTC</pubDate>
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         <title>METODOLOGIA BIBLIOGRÁFICA</title>
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         <description><![CDATA[<div>A pesquisa bibliográfica é feita a partir do levantamento de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e eletrônicos, como livros, artigos científicos, páginas de web sites. Acreditamos que a pesquisa bibliográfica seja o meio mais eficaz e produtivo de realizar o projeto, pois podemos analisar e escrever sobre autores que temos interesses.<br><br></div><div>Esta pesquisa objetiva conhecer as diferentes contribuições científicas disponíveis sobre o tema escolhido. Ela deve ser considerada ferramenta na vida dos professores, pois ajuda a desenvolver um senso crítico e ajuda a despertar nos alunos, amor pela leitura e escrita.<br><br></div><div><strong>Este trabalho teve como objetivo sugerir uma metodologia de priorização de leitura definida precisamente, buscando reduzir as dificuldades de lidar com o grande volume de documentos hoje disponíveis para a pesquisa e garantir que a escolha feita seja adequada ao objeto de estudo, balizando-se pela qualidade, abrangência e contribuição científica dos documentos. Nesse contexto foram propostos métodos e ferramentas para levantamento da base bibliográfica, , realização de filtragens e priorização da leitura dos artigos.</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-05 20:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>CERTEZAS PROVISÓRIAS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/300728193</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ul><li>A sala de aula se torna um ambiente mais atrativo através da utilização de tecnologias.</li><li>Alunos devem ser sujeitos ativos no processo de aprendizagem.</li><li>As aulas deveriam ter momentos de teoria e prática para que a fixação do conteúdo seja efetiva.</li><li> Deve haver cooperação entre os sujeitos para uma efetiva aprendizagem.</li><li>Sala de aula como um espaço de discussão permanente, respeitando a individualidade das pessoas.</li><li>É importante que a sala de aula seja um lugar de interações para que haja um concreto aprendizado.</li><li>O professor deve estar em um constante aprendizado, sempre se atualizando em relação às técnicas de ensino.</li><li>Deve ser trabalhado em sala de aula conteúdos do nosso cotidiano.</li><li>O professor em sala de aula deve ser afetivo, sem perder a autoridade.</li></ul><div><br><br>           <br><strong> </strong></div><div><br></div><div> </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div> <br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-05 20:48:50 UTC</pubDate>
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         <title>CONCLUSÃO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O aluno aprende através do processo de  construção do conhecimento, visto que, uma certeza permanece até que um novo elemento apareça para ser assimilado. Somente buscar a informação não basta, pois os alunos precisam estabelecer relações entre as informações e gerar conhecimento. É essencial que o aprendiz realize operações com as informações colhidas. Para construir ou aprimorar um novo conhecimento é necessário reestruturar as significações anteriores, produzindo diferenciações e integrando ao sistema novas significações. O conhecimento novo é produto de atividade intencional, interatividade cognitiva, interação entre os parceiros pensantes, trocas afetivas, investimento de valores e interesses. O projeto de aprendizagem deve ser cooperativo objetivando desenvolver novas competências em níveis mais avançados. A comunicação e a interatividade podem ser facilitadas com as novas tecnologias e, com elas, o debate de princípios e o planejamento de consenso. Desse modo, a informática é um elemento essencial por possibilitar o registro da construção da aprendizagem em relação ao projeto, visto que, é  relevante a análise do desenvolvimento do aluno e não somente o resultado isolado.  A informática é uma maneira de enriquecer a aprendizagem, construindo novas competências e contribuindo para o desenvolvimento integral do aluno, fazendo com que o mesmo seja sujeito ativo do processo de aprendizagem.  O acolhimento e a afetividade são essenciais pelo fato de contribuírem para a segurança e bem-estar dos estudantes. Quanto mais desafiador o ambiente, mais interações serão possíveis entre os alunos, construindo, assim, um processo de aprendizagem de qualidade. Dessa forma, as aquisições sensoriais e cognitivas dos estudantes tem estreita relação com o meio físico e social, estruturando as funções motoras, sensoriais, simbólicas, lúdicas e relacionais.</div><div><br></div><div> </div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-05 21:21:21 UTC</pubDate>
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         <title>MAPA CONCEITUAL</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/300777184</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-05 23:52:28 UTC</pubDate>
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         <title>Referencial teórico</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/301198365</link>
         <description><![CDATA[<div>Metodologia bibliográfica<br><br></div><div>ASSMANN, Hugo. Reencantar<br>a educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007.</div><div><br></div><div>BECKER, Fernando; MARQUES, Tania Beatriz Iwaszko (Org.). Ser professor é ser pesquisador. Porto Alegre: Mediação, 2007.</div><div><br></div><div>BOMBASSARO, Luiz Carlos; GOERGEN, Pedro; RAJOBAC, Raimundo (Org.). Experiência formativa e reflexão: homenagem a Nadja Hermann. Caxias do Sul, RS: EDUCS, 2016.</div><div><br></div><div>BUSQUETS, Maria Dolors. Temas transversais em educação: bases para uma formação integral. 6.ed. São Paulo: Ática, 2000.</div><div><br></div><div>ELIAS, Marisa Del Cioppo. Pedagogia Freinet: teoria e prática. 3.ed. São Paulo: Papirus, 2002.</div><div><br></div><div>FREIRE, Paulo.<br>Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,<br>1996.<br><br></div><div>LISBOA, Josiane Mostasso; LUCINO, Micheli Aparecida. A IMPORTÂNCIA DA TEORIA E PRÁTICA NAS AULAS DE MATEMÁTICA. 2015. Ivaiporã. Disponível em: &lt;http://www.univale.com.br/unisite/documentos/publicacoes/A-Importancia-da-Teoria-e-Pratica-nas-Aulas-de-Matematica-Josiane-e-Micheli.pdf&gt;. Acesso em: 16 de out. de 2018.</div><div><br></div><div>SERRÃO, Maria Isabel Batista. Aprender a ensinar: a aprendizagem do ensino no curso de pedagogia sob o enfoque histórico-cultural. São Paulo: Cortez, 2006.</div><div><br></div><div>SILVA, Tomaz Tadeu da; DÍAZ, Mario; ROSE, Nikolas; LARROSA, Jorge; VIEIRA, Martha Lourenço; POPKEWITZ, Thomas S.; WALKERDINE, Valerie. Liberdades reguladas: a pedagogia construtivista e outras formas de governo do eu. 2.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.</div><div><br></div><div>SPODEK, Bernard; SARACHO, Olivia N. Ensinando crianças de três a oito anos. Porto Alegre: Artmed, 1998.</div><div><br></div><div>VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Construção do conhecimento em sala de aula. 17.ed. São Paulo: Libertad, 2008.</div><div><br></div><div> </div><div><br></div><div> </div><div><br></div><div> </div><div><br></div><div> </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 19:45:47 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo - autorização</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 20:14:00 UTC</pubDate>
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         <title>TEMA: Aprendizagem Ativa.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>PROBLEMA: Como tornar a sala de aula um ambiente atraente para os alunos a fim de torna-los mais autônomos diante dos desafios cotidianos?</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-06 22:36:39 UTC</pubDate>
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         <title>VÍDEO - LINK:</title>
         <author>mariacristinabsca</author>
         <link>https://padlet.com/mariacristinabsca/3uyjcmnwlkng/wish/303017752</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://youtu.be/P8S0Xrwq0ic">https://youtu.be/P8S0Xrwq0ic</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-11 18:04:00 UTC</pubDate>
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