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      <title>Padlet Potuguês - 10th  by Sofia Dorf</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-08 15:30:13 UTC</pubDate>
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         <title>Plano de Leitura</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu pretendo ler duas obras: Nove Noites e no mínimo 8 textos curtos incluíndo poemas.</p><p><br/></p><p>Esse semestre não quero deixar a leitura para a última hora, quero ler de pouco a pouco durante ano com mais tranquilidade. Quero também conseguir ler por mais tempo e focar no livro sem me distrair.</p><p><br/></p><p>Quero pegar poemas de estilos diferentes para expandir meu repertório cultural, inclusive de filosofia pois adoro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 15:50:02 UTC</pubDate>
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         <title>Nove Noites</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ficha Técnica:</strong><br><br>Título: Nove Noites<br>Nome do autor: Bernardo Carvalho</div><div>Número da Edição: 1ª</div><div>Editora: Companhia das Letras</div><div>Local de Publicação: Brasil</div><div>Número de Páginas: 179 páginas</div><div>Ano de publicação: 2019</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 16:28:56 UTC</pubDate>
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         <title>Bernardo Carvalho</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nascido no Rio de Janeiro em 1960, Bernardo Carvalho é um autor bem reconhecido por sua literatura contemporânea. A escrita de Bernardo Carvalho muitas vezes borra as fronteiras entre ficção e realidade, e suas obras são conhecidas por seus temas instigantes e filosóficos. Ele recebeu vários prêmios e indicações por suas realizações literárias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 16:30:14 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens principais</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Buell Quain:</strong> Antropólogo, se matou aos 27 anos. A história se revolve ao redor dele, descobrindo os motivos que ele se matou.<br><br><strong>Manoel Perna: </strong>Amigo/pessoa que conviveu com Buell Quain. Se encontrou com ele nove noites.<br><strong><br>Jornalista: </strong>Personagem&nbsp;que não é mencionado quem é, tem terorias que é o próprio autor. Facinado com a história de Buell Quain, pesquisa sobre isso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-09 22:26:05 UTC</pubDate>
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         <title>Divisão dos narradores</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A história é dividida em dois narradores que se intercalam: Manoel Perna e o jornalista sem nome.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:08:19 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo até agora</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na história, Buell Quain vem ao Brasil nos anos 1930 para estudar algumas tribos indígenas. O etnólogo/antropólogo se dirige à área onde os índios Krahô vivem, em Carolina, no interior do Tocantins. Lá, ele faz amizade com Manoel Perna, um engenheiro, com quem se encontra nove vezes. A história se desenvolve a partir das lembranças do narrador e das cartas deixadas pelo etnólogo para conhecidos. A busca por desvendar a morte dele leva o jornalista a formular algumas teorias sobre os motivos que levaram o pesquisador a cometer suicídio na frente de dois indígenas. O livro levanta perguntas, mas tem poucas respostas até agora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:15:28 UTC</pubDate>
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         <title>Critica</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esse livro é para quem gosta de mistérios policiais e literatura contemporânea, mas não espere uma resolução tão rápido. O leitor se sente dentro do mistério, e é um livro rápido mas detalhado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura contemporânea</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Nove Noites" é uma obra que apresenta várias características da literatura contemporânea. Por exemplo, a fragmentação na narrativa, ela não segue uma estrutura linear tradicional. Em vez disso, a história é contada por meio de fragmentos, memórias e flashbacks. Outra característica é múltiplos narradores, o livro apresenta dois narradores, Manoel Perna e o jornalista. Uma última caracteristica que eu identifiquei foi a&nbsp; ambiguidade e incerteza, o livro não fornece respostas definitivas para o motivo do suicídio de Quain. Isso reflete a tendência da literatura contemporânea em abraçar a ambiguidade e deixar questões em aberto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:23:02 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A linguagem no livro é concisa e direta. Uma coisa que eu gostei nesse livro e tornou mais fácil de eu ler ele é que ele não se prende muito na linguagem, é mais rápido. Porém, os diálogos, flashbacks e cenas são bem descritas, fazendo o leitor se sentir imerso nele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:26:35 UTC</pubDate>
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         <title>Estrutura</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O livro tem uma estrutura muito complexa e não-linear. Ele se divide em dois narradores, flashbacks, diálogos e o jornalista hoje em dia tentando descobrir o mistério. O livro é curto, com 179 páginas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:29:20 UTC</pubDate>
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         <title>Conexões</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:44:32 UTC</pubDate>
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         <title>Existencialismo</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nomes famosos do existencialismo são Nietzsche, Camus e Sartre, que falam que a existencia preve a essência: primeiro você é, depois você decide quem é você. Eu conectei isso com o suicídio de Buell Quain, por causa de toda a reviravolta que ele causou na cidade. Ele se matou de um jeito super violento e deixou cartas antes do suicídio. Tirou sua vida em seus termos, não cumpriu com as expectativas de quem era pra ele ser e nem como era para alguem morrer ou viver. Existencialismo é sobre não viver sua vida nas pautas da sociedade e fazer o que você bem entende de acordo com seus próprios valores. Quain não pensou no que ia causar nem nas expectativas da sociedade, talvez foi até isso que o prendeu e o fez se matar de um jeito tão violento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 11:59:53 UTC</pubDate>
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         <title>Quem Matou Sara</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conectei essa série com a estrutura do livro. Assim como Nove Noites, essa série é um mistério policial que leva o espectador junto com o policial para descobrir quem matou Sara, e isso é por meio de perspectivas de personagens diferentes e flashbacks. Eu conectei o policial da série com o jornalista, pois eles dois não são tão conectados na história, mas tem um facínio por o que houve. Eu também conectei o Manoel Perna com os personagens da série que conviveram com Sara, como o pai do namorado. A estrutura de como a série se desenrola é muito parecida com esse livro e a literatura contemporânea.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-10 12:08:39 UTC</pubDate>
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         <title>Textos Curtos</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 18:22:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ética</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na filosofia tem muitas ramificações desse tópico, as duas maiores vertentes exploradas são a deontologia e o utilitarismo. A deontologia avalia o dever do ser humano e coisas fundalmentalmente certas e erradas para julgar ações, nesse caso, o suicídio de Quain é neutro pois não é algo que contradiz morais basicas. Porém, quando olhamos pelo lado do utilitarismo - que avalia a utilidade e consequencias de algo - a ação de Quain seria considerada extremamente incorreta, pois além de não ter utilidade para sua comunidade para as consequências das ações de Quain  trouxeram muita angústia a todos: ao pesquisador, seus amigos e os indígenas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 18:34:45 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Poema de sete faces&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Poema de sete faces - Carlos Drummond de Andrade</strong></p><p><br></p><p>Quando eu nasci, um anjo torto<br>desses que vivem na sombra<br>disse: Vai, Carlos! Ser gauche na vida.</p><p><br></p><p>As casas espiam os homens<br>que correm atrás de mulheres.<br>A tarde fosse azul,<br>não houvesse tantos desejos.</p><p><br></p><p>O bonde passa cheio de pernas:<br>pernas brancas pretas amarelas.<br>Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.<br>Porém meus olhos<br>não perguntam nada.</p><p><br></p><p>O homem atrás do bigode<br>é sério, simples e forte.<br>Quase não conversa.<br>Tem poucos, raros amigos<br>o homem atrás dos óculos e do bigode.</p><p><br></p><p>Meu Deus, por que me abandonaste<br>se sabias que eu não era Deus<br>se sabias que eu era fraco.</p><p><br></p><p>Mundo mundo vasto mundo,<br>se eu me chamasse Raimundo<br>seria uma rima, não seria uma solução.<br>Mundo mundo vasto mundo,<br>mais vasto é o meu coração.</p><p><br></p><p>Eu não devia te dizer<br>mas essa lua<br>mas esse conhaque<br>botam a gente comovido como o diabo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-02 18:37:30 UTC</pubDate>
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         <title>Leandro Karnal: &quot;Por que nunca chegaremos à verdade&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Leandro Karnal: Por que nunca chegaremos à verdade</strong></p><p><br></p><p>Eu não acredito na transparência do olhar sobre mim ou sobre os outros. O olhar puro e transparente pressupõe uma essência e uma capacidade que eu acredito que não sejamos portadores. Eu não poderia olhar para mim, porque não tenho uma essência e nem sou permanentemente algo. Eu sou uma soma de muitas coisas e posso ter, sobre mim, opiniões muito variadas e distintas.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dharmalog.com/2016/01/19/realidade-parabola-cegos-elefante-mahavira-john-godfrey-saxe/">Uma fábula indiana</a> de que gosto muitíssimo narra que quatro cegos se aproximam de um elefante. O primeiro cego, que nunca tinha visto um elefante diz, ao apalpar seu abdômen, que ele se parece com uma parede. Outro cego diz que ele se parece com uma corda, ao apalpar sua cauda. O terceiro diz que ele se parece com quatro colunas, ao apalpar suas pernas, e o último cego diz que o elefante se parece com uma espada, ao apalpar o marfim. Todos os quatro têm razão e todos eles deram uma visão parcial do elefante. A verdade não é a soma dos quatro, porque o elefante não é uma parede, corda, colunas e espada: é algo ainda além disso.</p><p>Eu não acredito na transparência. Porém, não acredito também que estamos condenados ao olhar opaco. Ao defender que não existe o olhar opaco, quero dizer que não estamos condenados ao narciso permanente de nós mesmos num espelho, como uma velha que pergunta ao espelho se haverá alguém mais bela do que ela, e que só aceita uma resposta ou ameaça quebrar o espelho, caso a resposta não seja aquela.</p><p>Eu não acredito na transparência e nem na opacidade do olhar. Eu acredito que o exercício crítico, a filosofia, a psicanálise, a história, a antropologia, a sabedoria, a idade, a experiência, a dor – todas essas coisas podem tornar o meu olhar cada vez mais translúcido.</p><p>Cada vez mais eu olho para os outros, mas nunca os verei. Cada vez mais eu olho para mim, mas nunca captarei, pois sempre me falta a experiência totalizadora, a última, a absoluta - que é morrer. Logo, nunca terei domínio de tudo, por que não sei ainda como é morrer.</p><p>Como diz Woody Allen: “Não tenho nada contra a morte. Só não gostaria de estar presente.”</p><p>Há a ideia de que a morte é a dor, mas, na verdade, é o último grande aprendizado. Padre Vieira diz que a morte é o espaço entre duas portas de diamante e que eu não posso retroceder diante delas, só avançar. Logo, o medo é natural.</p><p>Todos falam de uma angústia em quem está morrendo, em uma vontade de estar acompanhado, mas, ninguém vai conosco. Mesmo que seja um avião caindo, mesmo que seja a pessoa que está do meu lado caindo, ela não vai comigo para o mesmo lugar. Eu não sei para onde ela vai e não sei para onde ninguém vai. O resultado é que este aprendizado é o mais doloroso, mas, é mais uma etapa de tornar o opaco translúcido.</p><p>Desejar a utopia como transparência, rejeitar como autismo ontológico a opacidade, e aceitar como realidade subjetiva o translúcido são, hoje, as minhas crenças aos 50 anos. É um pouco complexo traduzir assim, mas, é a ideia de que, <strong>sim, é possível ver</strong>.</p><p>Digo isso por que há pessoas que eu conheço que se veem mais do que outras. E há pessoas que têm uma ideia de si inteiramente equivocada, entendendo como equívoco uma ideia única da pessoa sobre si, não compartilhada por mais ninguém ao redor dela. Convivi a vida inteira com alunos, professores e colegas que têm de si uma ideia inteiramente diferente do que os outros pensam dessa pessoa, mas, isso não quer dizer que a pessoa esteja errada, porque ela sozinha pode estar correta e o mundo pode estar errado.</p><p>Volto à velha ideia do homem que, andando na contramão numa estrada, vê todos buzinando para ele e ouve no rádio que há um louco andando na contramão, e ele diz: um não, milhares de loucos andando na contramão. Provavelmente, este homem, além de sua falta de senso de direção, é uma pessoa autocentrada e feliz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 17:33:45 UTC</pubDate>
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         <title>Análise de estrutura e linguagem</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>O título é possivelmente ligado a ambiguidade do eu-lírico nesse poema;</p></li><li><p>O poema é de estrutura livre;</p></li><li><p>A linguagem é mais formal, usa personificação, simbolismo e metalinguagem.</p></li><li><p>Rimas brancas, porém tem uma hora que tem rimas por que o poema fala sobre rimas.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 17:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Vocabulário</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Gauche: alguém inseguro e sem determinação.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 17:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do conteúdo</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Primeira estrofe:</strong></p><p>        O poema começa com o eu-lírico contando sobre sí mesmo, e como quando ele nasceu um "anjo torto" lhe disse que ia ser gauche na vida. Eu pesquisei o significado dessa expressão e de acordo com Recanto das Letras, gauche vem do francês e significa esquerdo. Em português, gauche é alguém fraco, sem habilidades sociais e sem jeito. <strong>O que deve significar esse anjo que amaldiçoou o eu-lírico? </strong>Nesse caso, uma hipótese seria que o eu-lírico sente que nasceu errado, desequilibrado. O anjo pode ser simbolismo para sua consciência e sua opinião sobre sí mesmo. O anjo parece amaldiçoar o eu-lírico, como se ele estivesse sempre pré-destinado a ser gauche na vida. Outra interpretação dessa frase pode ser o narrador se sentir uma desconexão religiosa, um abandono de Deus em sua infância, por isso um anjo lhe diz uma coisa tão cruel.</p><p>        Além disso, nessa primeira estrofe o eu-lírico fala que seu nome é Carlos, dando a entender que o eu-lírico é o autor: Carlos Drummond.</p><p><br></p><p><strong>Segunda estrofe:</strong></p><p>        A segunda estrofe ja começa utilizando personificação para falar sobre casas que observam casais, homens que correm atrás de mulheres. Essa frase pode ter um significado pessoal para o autor sobre sentimentos de solidão, que pode ter relação com os próximos versos da estrofe que falam que se não houvesse tanto desejo o céu estaria azul, então isso pode ser referência para a solidão causada pelo desejo. O eu-lírico também pode se sentir sozinho pois menciona várias vezes no poema o sentimento de abandono de Deus. Também pode ser sobre a dinâmica da sociedade em sua época, e como geralmente eram - e hoje em dia também geralmente são - os homens que dão o primeiro passo, que correm atrás de mulheres. As casas observando podem significar o julgamento de uma posição de observador do eu-lírico, pois ele não se inclui quando fala dos homans que procuram as mulheres.</p><p><br></p><p><strong>Terceira e quarta estrofe:</strong></p><p>        Essa estrofe volta para a perspectiva do eu-lírico. Os versos refletem sobre a vida urbana no olhar do autor. Como já descobrimos que é um poema que Carlos Drummond fala dele mesmo podemos inferir que essa estrofe é sobre sua experiencia se mudando para uma área urbana. Parece ser uma vivência hiperestimulante e sobrecarregadora pois os olhos dele não acompanham as pessoas saindo do bonde, porém seu coração "se perguntar" deve ser uma metáfora para ele acelerar. Na quarta estrofe o eu-lírico fala sobre um homem sério com um bigode. Ele pode estar se referindo a alguém no bonde indo trabalhar.</p><p><br></p><p><strong>Quinta estrofe:</strong></p><p>        A quinta estrofe volta para o tema de abandono e a sensação de ser fraco do eu-lírico. Esses versos confirmam que o abandono que o autor sente é religioso, não se sente conectado com Deus.</p><p><br></p><p><strong>Sexta estrofe:</strong></p><p>        Essa estrofe é muito interessante pois é a única que tem rimas no poema. O esquema é AABAB. Eu acho que o autor escolheu por rimas nessa estrofe para dar um efeito quando ele fala de rimas no verso. <strong>Falar sobre rimas enquanto rima talvez pode ser considerado metalinguagem. </strong>De novo o eu-lírico menciona seu coração, como ele é vasto. Da para interpretar que o eu-lírico é alguém que sente as coisas muito intensamente, para estar sempre falando sobre seu coração e abandono.</p><p><br></p><p><strong>Sétima estrofe:</strong></p><p>        A última estrofe da a entender que o eu-lírico tem um segredo que contou pois estava alcoolizado. Também tem a ligação de o eu-lírico mencionar várias vezes seu sentimento de ter sido abandonado por deus mas fazer uma antitese falando no último verso sobre o diabo e como ele se relacionava a ele quando alcoolizado. Talvez o eu-lírico se sinta mal por dizer esse segredo e por isso se acha " "gauche".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 18:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Niilismo</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O niilismo é uma vertente filosófica que nega a existência de "algo a mais", por exemplo a fé religiosa e mística. No niilismo não existem coisas que a ciência não explica ou não consegue medir. Ele está claramente conectado com esses grandes pensadores pois o existencialismo é baseado em o ser humano estar livre de coisas místicas para tomar suas próprias decisões e ser quem ele é.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 20:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Referência Biblica</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Poema de Sete Faces faz várias analogias religiosas. A estrofe 5 é uma referência biblica ás palavras de Jesus Cristo quando está sendo crucificado. Cristo e o eu-lírico compartilham o semtimento de abandono, porém querem se conectar a Deus. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 22:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Álvaro de Campos</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Conectei o estilo que Drummond escreveu esse poema com o heterônimo de Fernando Pessoa: Álvaro de Campos pois os dois escrevem em um estilo "Eu contra o mundo". Os dois expressam uma melancolia e o sentimento de não se encaixar na sociedade. O estilo de escrever para os dois também compartilham a característica de ser íntimo com o leitor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 22:48:53 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 22:55:43 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do texto</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nunca veremos as coisas como elas realmente são pois:</p><ol><li><p>As coisas não são absolutas, Karnal usou de exemplo ele mesmo, ele nunca irá conseguir ver ele mesmo pois está sempre mudando, e o único momento que ele realmente será uma coisa absoluta será quando estiver morto;</p></li><li><p>Somos parciais e nossa visão das coisas não é completa, então é impossível saber a verdade absoluta de algo.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 23:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Ideologia</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>No curso de filosofia que eu fiz no primeiro semestre, aprendi muito sobre ideologia: as lentes por meio da qual enchergammos as coisas. Todos nós somos criados de uma maneira diferente e temos vivências que influenciam o jeito que vemos as coisas, por exemplo eu tenho medo das pessoas quando ando na rua pois fui criada para sempre prestar atenção nisso, então vejo as coisas com essa lente. Eu conectei ideologia com o texto pois todos nós temos nossas ideologias por qual vemos o mundo, e isso implica a nossa visão das coisas. É impossível ver como algo realmente é pois vemos as coisas com viés.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-04 23:03:06 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Subjetividade</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Outro conceito que estudei em filosofia foi como o olhar das coisas muda de uma pessoa para a outra. Nesse texto, Karnal conta um conto onde algumas pessoas cegas tocam em diferentes partes de um elefante e cada um acha que ele é uma coisa. Nunca iremos ter uma visão correta de algo pois sempre veremos um angulo que talvez outra pessoa não veja, e vice versa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 00:17:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre Karnal</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Leandro Karnal é um filósofo, historiador e professor brasileiro. Nasceu em 1963, tem 60 anos. Ele foi casado com Vitor Fadul por 4 anos, não tem filhos. Karnal é um dos filósofos brasileiros contemporâneos mais importantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 00:42:26 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Felicidade como liberdade para recusar&quot; - Cortella</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A ideia de felicidade acolhe a percepção de algo que podemos ter, vivenciar como possibilidade de propriedade, e daquilo que me possui por um sentimento, por algo que me ofereceram. Quase sempre a ideia de felicidade vem como presença, raramente nos vem como possibilidade de ausência.</p><blockquote><p><strong>O pensador genebrino Jean-Jacques Rosseau dizia: “a espécie de felicidade de que preciso não é tanto a de fazer o que quero, mas de não fazer o que não quero”.</strong></p></blockquote><p>Felicidade: não só fazer o que se quer, mas é também não fazer o que não se quer. Há um vínculo entre liberdade e felicidade. Sabemos que felicidade não é um estado contínuo, mas uma situação que pode surgir. Uma delas, que pode nos deixar uma alegria intensa, é poder dizer “não” àquilo que não se quer fazer.</p><p>Por isso, é impossível desvincular felicidade de liberdade. A liberdade de ação, a liberdade de pensamento, a liberdade de culto, a liberdade do afeto. Essas liberdades nos permitem retirar da nossa cena aquilo que não queremos, oferecendo uma condição em que a felicidade seja um momento de vibração também por algo em que se evita o desapontamento.</p><p>Felicidade não é só presença daquilo que se quer, mas também a condição de recusar, dizer não, afastar aquilo que não se quer.</p><p><strong>Por Mario Sergio Cortella, do livro “Pensar bem nos faz bem! – filosofia, religião, ciência e educação.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 00:52:45 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do texto</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
         <link>https://padlet.com/sofia_dorf261_1/3usk0xnbh75gp4df/wish/2872839897</link>
         <description><![CDATA[<p>A felicidade e a liberdade estão fortemente vinculadas, seja para poder fazer o que temos vontade ou simplesmente poder dizer não ao que não queremos fazer, como disse Rosseau. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 00:58:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: “Bartleby, o Escrivão”</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
         <link>https://padlet.com/sofia_dorf261_1/3usk0xnbh75gp4df/wish/2872845549</link>
         <description><![CDATA[<p>        Esse é um conto que estudei durante meu curso de filosofia. “Eu preferiria não”. Essas são as palavras que marcam a história “Bartleby, o Escrivão”, onde um advogado contrata um escrivão na esperança de que ele ajude no escritório. No início, Bartleby faz muito bem o seu trabalho, mas com o tempo passa a não fazê-lo, e quando questionado sobre o motivo responde “Prefiro não fazer”. Bartleby começa a dizer isso cada vez mais até morrer de fome porque “preferia não comer”. </p><p>        Hoje em dia, na nossa sociedade é muito difícil negar uma coisa proposta como responsabilidade para você, por isso muitas vezes nos afogamos em trabalho e ficamos sobrecarregados quando não nos permitimos a liberdade de dizer não. É impossível ser feliz quando não temos a liberdade de deixar de fazer o que nos deixa mizeráveis, esse é o ponto de Rosseau e Cortella.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: filósofo Žižek</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
         <link>https://padlet.com/sofia_dorf261_1/3usk0xnbh75gp4df/wish/2872847569</link>
         <description><![CDATA[<p>        Žižek é um filósofo que eu estudei no meu curso de filosofia. Ele elabora no conto de Bartleby para criar seu slogan: "I would prefer not to". Žižek propõe que esta história é o exemplo extremo de rejeição da ideologia proposta a você dentro de sua estrutura social. No caso de Bartleby, preferir não é revoltar-se contra o sistema de trabalho que lhe foi proposto e imposto na sociedade. Ele opta por não participar da corrida desenfreada do capitalismo. Ao mesmo tempo, esta revolta não é disruptiva, é uma resistência passiva, Bartleby simplesmente opta por não se envolver num sistema com o qual não concorda ou simplesmente não quer. O mesmo acontece com a ilusão de escolha: quando proposta com uma escolha binária, você pode escolher uma terceira opção, independentemente de fazer essa escolha em primeiro lugar. Você será advogado ou médico? Na verdade, eu preferiria não escolher.</p><p>        Para Žižek, essa é a melhor solução para quando estamos infelizes com o trabalho ou algo que incomoda a gente na vida cotidiana: a resistência passiva.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:07:08 UTC</pubDate>
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         <title>Mario Sergio Cortella</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cortella é um dos filósofos mais importantes da atualidade. Hoje em dia tem 69 anos e tem várias obras interessantissimas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:15:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hilda Hilst &quot;Lobos? São muitos.&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Lobos? São muitos.<br>Mas tu podes ainda<br>A palavra na língua<br>Aquietá-los.<br><br>Mortos? O mundo.<br>Mas podes acordá-lo<br>Sortilégio de vida<br>Na palavra escrita.<br><br>Lúcidos? São poucos.<br>Mas se farão milhares<br>Se à lucidez dos poucos<br>Te juntares.<br><br>Raros? Teus preclaros amigos.<br>E tu mesmo, raro.<br>Se nas coisas que digo<br>Acreditares.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:24:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Opinião</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Eu achei esse poema muito tocante, achei ele muito interessante. Achei que ele é complexo mas fácil de entender. O poema é lindo e aborda temas complicados de uma maneira leve</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:27:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Análise da estrutura e linguagem</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
         <link>https://padlet.com/sofia_dorf261_1/3usk0xnbh75gp4df/wish/2872865687</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>A estrutura é fixa, 4 estrofes cada uma de 4 versos;</p></li><li><p>Esquema de rimas: ABBC, ACBB, ADAD, ACCD.</p></li><li><p>Linguagem mais complexa.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:27:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Definições</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li><p>Sortilégio: encantador, facinante, sedutor.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:34:26 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Análise do conteúdo</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
         <link>https://padlet.com/sofia_dorf261_1/3usk0xnbh75gp4df/wish/2872872449</link>
         <description><![CDATA[<p>Todas as estrofes seguem um padrão: elas começam falando sobre a quantidade de algo.</p><p> </p><p>Primeira estrofe:</p><p>Acho que quando Hilda fala que podemos aquietar os lobos ela usa os lobos como simbolismo para pessoas más, que querem o mal para os outros. Podemos aquietar os lobos com o poder da língua, então conversando.</p><p><br/></p><p>Segunda estrofe:</p><p>Ela fala que o mundo inteiro está morto, mas podemos acordalos com a palavra escrita. Acho que isso significa que com poemas da para acordar pessoas, e mudar o mundo.</p><p><br/></p><p>Terçeira estrofe:</p><p>Essa foi mais fácil de interpretar, que os lúcidos são poucos no mundo mas se os poucos se juntarem podem ajudar a serem milhões.</p><p><br/></p><p>Quarta estrofe:</p><p>Para mim, a estrofe mais bonita. Ela fala que os amigos são raros, são aqueles que acreditam em você, e eu acho que a amizade é baseada em confiança e concordo 100% com Hilda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 01:35:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Artigo: &quot;O EXISTENCIALISMO DE SARTRE&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-existencialismo-sartre.htm">https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/filosofia/o-existencialismo-sartre.htm</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 07:53:55 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do texto</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Pontos centrais:</p><p><br></p><ol><li><p><strong>Não existem coisas que pré-determinam a ação do homem, somos livres.</strong> Porém, essa liberdade é insatisfatória e angustiante pois temos medo de arcar com o fato que sempre podemos tomar uma decisão e arcar com ela.</p></li><li><p><strong>A Existência precede a essência.</strong> Para Sartre, Deus não existe, então primeiro o homem nasce, depois suas experiencias e ensinamentos o tornaram quem ele é. Não existem coisas como "destino" ou "natureza humana".</p></li><li><p><strong>Se controlamos nossas ações somos responsaveis por elas.</strong> Já que não há nada controlando o que fazemos temos a liberdade de fazer escolhas que podem ser muito impactantes. Por isso, Sartre tem a famos frase "Grandes poderes trazem grandes responsabilidades".</p><p><br></p><p><br></p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Jean-Paul Sartre</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascido em Paris em 1905, Jean-Paul Sartre foi um conhecido filósofo, professor, escritor e ativista político do século XX. Ao contrário de muitos filósofos como Platão, que acreditavam no idealismo – a doutrina filosófica de que as coisas existem nas nossas mentes e não numa realidade física – Sartre foi um pensador existencial.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:10:35 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Camus</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A filosofia existencial de Sartre está muito relacionada com Albert Camus, um grande filósofo do século XX. Camus foi um niilista contemporâneo que apresentou o absurdo da vida. Absurdismo é a falta de sentido na vida e nas coisas que fazemos. Camus argumentou que, uma vez que percebemos que não há sentido em seguir a ideologia, podemos revoltar-nos contra ela e cometer suicídio filosófico, o que seria deixar de acreditar no significado de todas as ações e ser livres para fazer o que quisermos. Camus escreveu que “Ele se protege de qualquer julgamento que não seja o seu”, sendo alguém livre quando reconhece o absurdo da vida e quem faz isso tem um escudo contra o julgamento de coisas imateriais, pois reconhece que não são reais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:13:14 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: filme &quot;Into the Wild&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>No filme "Into The Wild", baseado em uma história real, Christopher McCandless se revolta contra sua sociedade após ser abusado por seus pais durante anos e se liberta para fazer o que deseja. Christopher decide fazer uma viagem explorando a natureza e vivendo em paz com a natureza, sendo um verdadeiro estóico ao deixar para trás todas as suas riquezas e materiais para desfrutar da natureza. Christopher é o verdadeiro exemplo de estar livre da ideologia e das regras sociais, pois comete suicídio filosófico e se revolta quando deixa de fazer as coisas porque é socialmente esperado e faz o que quer. No final do filme, quando Christopher falece, podemos ver o sorriso em seu rosto e, na minha opinião, ele acreditou que sua jornada valeu a pena. Valeu a pena deixar tudo para trás e valeu a pena fazer o que queria porque morre livre e feliz por ser assim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:17:51 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo: &quot;Hannah Arendt&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/biografia/hannah-arendt.htm">https://brasilescola.uol.com.br/biografia/hannah-arendt.htm</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:24:55 UTC</pubDate>
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         <title>Hannah Arendt</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hannah Arendt foi uma filósofa muito importante do século XX. Ela nasceu em 1906, na cidade de Linden na Alemanha. Hannah veio de uma família judia, e ela passou pelo Holocausto. Após a guerra, ela se popularizou por acompanhar o julgamento de Eichmann, um homem que ajudou a arquitetar a "Solução Final". Ela criou uma teoria sobre a banalidade do mal nesse julgamento, por qual foi muito criticada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:31:04 UTC</pubDate>
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         <title>A banalidade do mal</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>        A humanidade não consegue ver além dela e os valores das pessoas se confundem. Segundo Hannah Arendt, filósofa do século XX, isso é chamado de banalidade do mal, quando um soldado na Segunda Guerra Mundial mata centenas de pessoas porque elas estavam "apenas fazendo seu trabalho" e não vêem nada de errado nisso. A banalidade do mal consiste em estarmos tão investidos numa ideologia que nos tornamos “impensados” e cometemos atos atrozes. Foi introduzido pela primeira vez depois que ela compareceu ao julgamento de Eichmann, onde o homem que criou A Solução Final claramente não mostrou resistência em matar milhões de pessoas, já que estava tão imerso na estrutura nazista. Por causa do sistema totalitário nazista, soldados, funcionários do governo e até civis seguiram a ideologia nazista sem questionar a dor que causariam.</p><p>          Para Arendt, a vida humana pode ser dividida em duas categorias: aqueles momentos em que vivemos a “Vita Activa”, e aqueles em que vivemos a “Vita Contemplativa”. O primeiro significa trabalhar e produzir para sobreviver, e o segundo significa tentar compreender porque fazemos o que fazemos. Quando temos uma sociedade cheia de pessoas que internalizam valores e agem de acordo com eles, temos um estado facilmente manipulado, uma vez que as pessoas não param para contemplar as consequências das suas atrocidades. Os nazistas tinham como alvo a classe trabalhadora, pessoas que viviam constantemente na “Vita Activa” e não tinham tempo nem energia para reflectir sobre as ordens que lhes eram ordenadas a seguir. Quando uma sociedade não pensa, é facilmente susceptível de cometer e perpetuar atrocidades que vão contra os valores individuais das pessoas porque estão tão cegas pela ideologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:33:24 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: filme &quot;I Am Not Your Negro&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O filme "I Am Not Your Negro" reflete o quão racista é a nossa sociedade quando está sob a influência de uma ideologia. Tenho certeza de que, na década de 1960, se as pessoas soubessem que banir outro ser humano de sua escola por ser negro era horrível, não o fariam, mas não o fizeram. As pessoas acreditavam que a população negra era perigosa e “não humana”, então por que pensariam que era uma atrocidade cometer atos horríveis contra eles?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:34:35 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Camus</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Albert Camus, filósofo do século XX, argumentou que “(...) ele implicitamente põe em jogo um padrão de valores tão longe de ser falso que está disposto a preservá-los a todo custo” (Camus, 1951). Esta citação é de seu livro “O Rebelde” e retrata como os humanos internalizam tanto os valores que lutam por eles como se fossem seus. Um alemão que apoiasse a ideologia nazista denunciaria os judeus às autoridades, assediaria-os e trataria-os como “subumanos”. É uma prova da teoria de Arendt que quando estamos imersos nesta força cometemos atos horríveis como se fossem comuns porque para nós não há nada de errado com eles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo: &quot;Uma breve introdução ao pensamento de Slavoj Zizek&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2316-51972015000200010">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S2316-51972015000200010</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito de Žižek: Ideologia</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O filósofo Žižek, amplamente conhecido por seu trabalho sobre o assunto, traz uma visão psicológica da ideologia e explica que ela é subconsciente e muda a maneira como vemos as coisas. Žižek olha para a ideologia através de uma perspectiva marxista: “Para Karl Marx, a ideologia é uma série de discursos que empurram ideias falsas para as pessoas. e seu lugar nele." (Hendricks, 2019). Normalmente, valores religiosos, políticos ou económicos são usados ​​para apoiar a estrutura atual da sociedade. Žižek também argumenta que mesmo que as pessoas não criem/imponham ideologias, estas estão tão grudadas na sociedade que são como o seu próprio conceito. Para compreender melhor esta ideia, Žižek compara a ideologia a óculos que distorcem a nossa visão dos fatos, como um dispositivo de enquadramento: lentes que você coloca e vê o mundo de forma diferente, subconscientemente, desde que nasceu até morrer. O simples facto de pensar que podemos escapar à ideologia é em si uma ideia ideológica extrema. Mais tarde, porém, ele explica que a ideologia é o nosso estado natural e, para ver a verdade, temos que usar óculos. Não existe “outro mundo” sem ideologia, ela está inserida dentro de nós e no mundo que vemos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>Slavoj Žižek</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um filósofo contemporâneo muito relevante. Ele explora ideologia através de conceitos de Marx, Lacan, Hegel, e outros pensadores importantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:46:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conexão: Filme &quot;Ferris Bueller&#39;s Day Off&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Žižek amplia na ideia de Bartleby que mencionei antes. É possível ver a mesma coisa no filme Ferris Bueller's Day Off, onde um pequeno grupo de adolescentes mais uma vez falta à escola e numa resistência passiva negam as responsabilidades escolares que lhes foram impostas. Ferris é o exemplo perfeito de “Eu preferiria não” em um cenário real, pois ele não perturba, mas ao mesmo tempo opta por não perder tempo na escola, como diz “A vida passa muito rápido. Se você não parar e olhar em volta de vez em quando, poderá perde-la.”</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:48:48 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Kant</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Immanuel Kant, um filósofo do século XVIII, tem um conceito muito semelhante. A teoria de Kant é que no mundo existe como as coisas nos aparecem e como as percebemos, isto é, fenômenos. Há também noumena, como as coisas são em si. Para Kant, só podemos conhecer os fenómenos e não podemos compreender totalmente ou realmente ver os númenos - somos prejudicados pelas nossas categorias de compreensão, como quantidade e qualidade, quando vemos as coisas. Ao olharmos para uma mesa, só podemos compreender as suas características através das qualidades que lhe podemos atribuir.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:52:38 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Althusser</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Uma terceira perspectiva é a de Althusser. Para Louis Althusser, filósofo francês do século XX, ideologia é o ponto de vista/relação imaginária entre as pessoas e as coisas reais. Ele capta as visões marxistas sobre a ideologia e as leva para o próximo nível: a forma como são atualmente implementadas na sociedade. Althusser sugere que é atualmente usado para a elite. Eles mantêm o poder de forma repressiva, o que acontece com o uso de uma força de poder coesa e violenta, como as prisões e os militares. Eles também usam o aparato ideológico do Estado, que são instituições que propagam os valores burgueses às pessoas para prepará-las para serem exploradas na sociedade. A ideologia começa dentro dos institutos, segundo ele e Michel Foucault. Esses filósofos propõem que instituições como as escolas tradicionais são microcosmos de controle para preparar os indivíduos para o mundo exterior, onde o sistema exige que eles tenham qualidades ensinadas nas academias: disciplina, trabalho duro, etc. , religião, governo e muito mais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:54:33 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo: &quot;O que é ideologia? Entenda o que está por trás do principal fenômeno social do século XX e XXI&quot;</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.brasilparalelo.com.br/artigos/o-que-e-ideologia">https://www.brasilparalelo.com.br/artigos/o-que-e-ideologia</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 08:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>Conexão: Lacan</title>
         <author>sofia_dorf261_1</author>
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         <description><![CDATA[<p>No meu curso de filosofia semestre passado também aprendi sobre Lacan e a teoria do desejo. Žižek sugere que a ideologia nos ensina a desejar. A melhor forma de controlar as pessoas é fazê-las acreditar que precisam de coisas, Žižek explica que isso é possível com a ansiedade usando a teoria da ansiedade e do desejo do filósofo Lacan. Lacan pega a teoria de Freud - a ansiedade começa quando estamos separados de nossas mães, o desejo máximo de um bebê - e reformula isso: para ele, a ansiedade começa quando estamos muito próximos e confortáveis ​​com nosso desejo, então a ansiedade que temos é não querer estar perto do nosso desejo, em vez disso, a ansiedade de que você possa perder o próprio desejo. O que mais te deixa ansioso é que você pode perder o que tem ou atingir uma meta que mais tarde poderá perder. Isso porque, para Lacan, o homem não deseja o objeto do desejo, ele deseja o próprio desejo. Um exemplo para entender melhor esse conceito é um Kinder Ovo: Dentro dele está o tubo plástico com o brinquedo, então quando você estiver comendo o chocolate você quer chegar até o brinquedo, então você abre o chocolate para pegá-lo. Depois de obtê-lo, você percebe que o brinquedo é decepcionante e come o chocolate. Essa é a alegria do colecionador, o fato de que talvez haja algo mais quando você atinge seu objetivo. Esta é a base do consumismo, por isso estamos sempre perseguindo o desejo em si, e não o objeto do desejo. Para simplificar, queremos desejar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-05 09:00:50 UTC</pubDate>
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