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      <title> Sobre o tempo na Idade Média by MARIANE BIANCA BEZERRA DA SILVA</title>
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      <description>Pensamento filosófico: Santo Agostinho</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-10 17:01:01 UTC</pubDate>
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         <title>O Tempo</title>
         <author>mbbs1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo a análise do palestrante no vídeo "O tempo: um dos piores enrosco!", o tempo consiste, para o filósofo medieval Santo Agostinho, em uma divisão: de temporalidade - efêmero- e eternidade; o contraste da eternidade divina e da temporalidade expressa que o tempo não é um subconjunto da eternidade, então, vê-se a relação de que estando o homem preso à temporalidade, o tempo é articulado linguisticamente, no entanto na eternidade não se faz necessária esta articulação. Por isso, a indagação de Santo Agostinho é pertinente para deixar entrever o afrontamento entre tempo e eternidade.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 17:50:35 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>mbbs1</author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;tempo, segundo Agostinho, não pode medir a eternidade. Tempo e eternidade são dimensões incomensuráveis. A eternidade está acima de todo tempo.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 17:54:35 UTC</pubDate>
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         <title>Divisões do Tempo, para Agostinho</title>
         <author>mbbs1</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;[...] ao contrário, nada passa, tudo é presente, ao passo que o tempo nunca é todo presente. Esse tal, verá que o passado é impelido pelo futuro e que todo o futuro está precedido dum passado, e todo o passado e futuro são criados e dimanam d’Aquele que sempre é presente. (AGOSTINHO, 1981, p. 301)<br>O tempo se encontra ligado à memória, à intenção e à espera. Ele encontra na alma sua realidade, no distender-se (distensão) da vida interior do homem. Por sua vez, pertence à alma, sendo esta própria distensão da alma precisamente uma continuidade entre memória, intenção e espera. Considerando a abordagem de que não há três tempos, transparece que não há tempos futuros nem passados. Segundo Agostinho, é impróprio afirmar que os tempos são três: passado, presente e futuro. Entretanto, convém dizer que os tempos são três: presente das coisas passadas, presente das coisas presente e presente das coisas futuras. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 17:58:49 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão sobre o Tempo na obra Agostiniana</title>
         <author>mbbs1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por conseguinte, o tempo é o que permeia toda vida do homem. Vários modos simbólicos na cultura humana expressaram e expressam isto, através dos ciclos solares (dia e noite), as ampulhetas, as épocas do ano e até o mais utilizado atualmente para cronometrá-lo: o relógio. Porém, a discussão agostiniana pertinente ao tempo é muito mais abstrata, ela não se limita a este modelo comum e rotineiro, ou seja, o tempo como extensão. O tempo constitui uma questão que para quem o estuda, Santo Agostinho deixa bem explícito que o outro lado do tempo para o homem é a eternidade divina, uma vez que o homem é criatura, do mesmo modo que o tempo também é criatura&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 18:03:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mbbs1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-20 18:06:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mbbs1</author>
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         <pubDate>2022-02-20 18:08:32 UTC</pubDate>
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