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      <title>Educação de jovens e adultos e educação profissional by Paula Lilian Vargas Ferrer de Oliveira</title>
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      <description>Atividade - Ciclo 4 - Educação e Multiculturalismo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-09-13 01:59:15 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a EJA?</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187358196</link>
         <description><![CDATA[<div>A EJA (Educação de Jovens e Adultos), de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9.394/96, é uma modalidade de ensino, que visa oportunizar a formação escolar para aqueles que não tiveram acesso ou não puderam concluir o Ensino Fundamental ou Médio nas idades apropriadas. <br>A EJA é uma educação permanente, embora enfrente desafios é uma chave imprescindível para o exercício da cidadania na sociedade contemporânea, pois proporciona ao jovem e adulto retomar seu potencial, desenvolver suas habilidades, é uma promessa de qualificação de vida para todos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-13 20:46:11 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico da EJA no Brasil</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187358984</link>
         <description><![CDATA[<div>             Definiu-se uma primeira concepção de Educação de Jovens e Adultos a partir da Constituição Federal de 1988. No artigo 208, a Educação passa a ser direito de todos, independente de idade, e nas disposições transitórias, são definidas metas e recursos orçamentários para a erradicação do analfabetismo.  Apesar desse artigo, chegamos à década de 90 com Políticas Públicas educacionais pouco favoráveis a este setor (porque os programas oferecidos em 1988 não atendiam à demanda populacional).<br>                Entretanto, após dois anos da Constituição em vigor, e já convencido pela ideologia do ajuste neoliberal, Fernando Collor de Mello, em 1990, extinguiu a Fundação Educar, intervindo de forma negativa nos financiamentos de longo prazo para a educação. A Fundação Educar, na forma de convênios, financiava programas educativos que, quando foram suprimidos, eliminaram os recursos facultados às pessoas jurídicas, da ordem de 2% de abatimento sobre o Imposto de Renda, para investimentos destinados à alfabetização dos adultos.</div><div>                Para o Movimento de Educação de Jovens e Adultos foi importante a contribuição de Paulo Freire por toda sua trajetória, pois foi herdeiro da tradição da educação popular e, particularmente do MOVA-SP (1989-1991). Porém, por que Paulo Freire? Porque ele era um dos pedagogos mais importante na segunda metade do século XX. Ele retoma o pensamento da Escola Nova e o leva a uma análise muito crítica, que representou esta nova perspectiva pedagógica. Na administração pedagógica de Paulo Freire diminuiu-se a repetência escolar, criou-se o movimento de reorientação curricular e os conselhos de escola.<br>              Assim, vale ressaltar que embora as iniciativas políticas voltadas para essa modalidade sejam antigas, somente em 1996, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação – Lei 9.394/96, ocorre a aprovação para integrar a Educação de Jovens e Adultos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-13 20:50:16 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimento de alunos da EJA</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187391351</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 00:56:30 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimento de Cícero Barbosa, professor da EJA</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Em 2008, atuei como professor da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na Escola Estadual Benedito Ferreira Calafiori em São Sebastião do Paraíso – MG, lecionando as disciplinas de Sociologia e Filosofia no 2° e 3° período do Ensino Médio. Lecionar na EJA é uma experiência simplesmente motivadora, apaixonante e empolgante. Faz-nos refletir constantemente sobre a nossa prática docente e nos leva a entender como a educação é uma transformadora da realidade que nos cerca. No mesmo período que lecionei na EJA eu também lecionava na modalidade regular do Ensino Médio na mesma escola e as diferenças entre os alunos dessas modalidades é constatada dia a dia através de seus comportamentos, interesses, motivações e desejos. Os alunos da EJA normalmente se interessam mais pelas aulas, demonstram maior compromisso e absorvem melhor o conteúdo estudado. O rendimento dos conteúdos aplicados nas duas modalidades mostrou-se muito maior na EJA do que na modalidade regular, embora a carga horária seja menor. Enquanto na modalidade regular se levava, por exemplo, praticamente 4 aulas para se estudar uma determinada unidade temática, na EJA o estudo da mesma unidade era realizado praticamente em 2 ou 3 aulas. O motivo desse rendimento maior na EJA é simples, os alunos da EJA possuem um comportamento que possibilita um melhor fluir ao trabalho docente e com isso a qualidade das aulas é ampliada e aprendizagem ocorre de forma melhor. Eu já possuía uma experiência com a Educação de Jovens e Adultos atuando como professor da Educação Profissional Técnica de Nível Médio, porém no Ensino Médio a visão que temos do aluno é bem diferente, pois ali ele está aprendendo conhecimentos que ampliarão a sua visão de mundo e de sociedade. É na EJA do Ensino Médio que podemos contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos educandos ao passo que vamos mostrando-lhes coisas que até então nem passava por suas cabeças. Cada sorriso dos alunos ao entenderem os conteúdos aplicados, cada vitória alcançada nas atividades curriculares nos mostram o quanto que a educação é importante para eles e isso nos faz refletir sobre o modo como a maioria da juventude encara a educação de forma descompromissada e sem propósito. Tive casos de alunos, na EJA de ensino médio, que acordavam s 05:00 para trabalhar e que nas suas obrigações escolares eram os primeiros a cumprirem os prazos dos trabalhos e possuíam as melhores notas nas avaliações e ao mesmo tempo era possível constatar alunos da modalidade regular que não tinha nenhuma ocupação profissional (possuíam tempo ocioso para estudar) e que nada faziam. A EJA é uma modalidade educacional onde o professor é mais um facilitador da aprendizagem do que um transmissor de conhecimentos. Existe uma constante troca de experiências com aqueles que estamos dirigindo. Aprendemos com eles, somos motivados por eles e passamos a valorizar mais ainda a nossa profissão. Minha experiência profissional com a EJA foi simplesmente enriquecedora das minhas ações e práticas como profissional e como ser humano. O estudo do curso de Aperfeiçoamento em Educação para a Diversidade e Cidadania da UNESP – Bauru, através da Universidade Aberta do Brasil possibilitou-me rever conteúdos e conceitos que são primordialmente importantes para a nossa prática profissional. De um modo especial a unidade que mais me chamou a atenção foi justamente a EJA que é uma modalidade educativa, que a meu ver, é de suma importância para o desenvolvimento da nossa nação. O curso como um todo superou as minhas expectativas e cumpriu com os seus objetivos de fazer com que nós, educandos, tivéssemos uma mudança de postura com relação à diversidade da sociedade em especial à diversidade na educação."</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 01:01:10 UTC</pubDate>
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         <title>A importância do educador para a auto-estima do aluno da EJA</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187395073</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola tem como objetivo promover o desenvolvimento humano quando garante o acesso de cidadãos de qualquer idade. O escritor e economista César Benjamim refere-se a essa situação de miséria que corrompe a educação brasileira com o seguinte discurso:<br> <br> <em>“É um crime contra o Brasil. O maior patrimônio de um país é seu próprio povo, e o maior patrimônio de um povo é a sua cultura. A cultura lhe permite expressas melhor conceitos e sentimentos, conhecer bem a língua que fala, reconhecer sua identidade, ampliar seu horizonte de direitos, aumentar sua capacidade de organização, comunicar-se melhor consigo e com outros povos, aprender novas técnicas, ter acesso ao que de melhor a humanidade produziu na ciência e na arte”(Caros Amigos; Jan. 2005, p. 15) </em><br> <br>Nesse contexto, o educador possui um papel fundamental. O educando que encontra em seu educador o mecanismo que impulsiona seu crescimento e o desenvolvimento de suas habilidades, despertando nele sua inteligência cognitiva, resulta efetivamente, e crescentemente dentro do processo de ensino-aprendizagem. O discente, quando submetido ao menosprezo de parte do seu educador, tende a manifestar apatia e adotar um comportamento displicente e muitas vezes agressivo dentro de sala de aula, comportamento esse que se manifesta diante da falta de recursos motivacionais e sócio-afetivos por parte da equipe docente, e das relações dentro do âmbito escolar. É indispensável no papel do educador a utilização de práticas que estabeleçam relações sócio-afetivas entre todos os elementos que compõem o processo educativo pedagógico.<br>O educador, ciente das principais funções ao qual se propõe esta modalidade de ensino deve estabelecer como alcança-las de forma efetiva e satisfatória, para isso ele deve ponderar seus objetivos educacionais e preparar-se para acatar este novo desafio. Educar jovens e adultos não é uma tarefa fácil. São homens e mulheres que estão cansados, e não apresentam mais aquele entusiasmo, contudo eles anseiam pelo despertar do saber. Recheados de vícios de linguagem, críticos de seus conhecimentos prévios, criadores de hipótese e formuladores de opinião são um público no qual os educadores devem estabelecer o resgate na esperança de desenvolvimento do aprendizado. É esta a grande meta a ser alcançada pelo educador de Jovens e Adultos.<br>Visto o exposto, podemos perceber a importância da motivação dentro do processo de aprendizado do discente e a relação estabelecida entre a inteligência e o desenvolvimento de capacidades e habilidades, além disto, podemos facilmente analisar o amparo legal na fomentação desta motivação. Então não trata-se apenas de ministrar aulas para pessoas fora da faixa etária regular. Trata-se de estabelecer a cidadania e garantir os direitos destes discentes que buscam a libertação da assinatura com digitais e vislumbram a leitura, produção e a compreensão de um texto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 01:20:06 UTC</pubDate>
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         <title>Construindo um perfil do aluno da EJA</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187397889</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 09 de Novembro de 2010, foi realizada uma pesquisa na Turma 127 da EJA,na disciplina de Sociologia, Matutina do CEEBJA - Londrina. Foram aplicados 16 questionários para 16 estudantes, número de pessoas presentes na aula nesse dia. A faixa etária distribui-se da seguinte forma: 18.25% de alunos entre 18 e 28 anos. A maior parte, 50%, entre 29 e 39 anos. E 31.25% estão entre 40 e 52 anos. Em relação ao gênero, 62.5% pertencem ao feminino, e 37,5% ao  masculino. Questionados se trabalhavam formal ou informalmente, 86.66% declararam que trabalhavam. Apenas 13,33% dos estudantes não trabalhavam. Em relação ao número de horas trabalhadas por dia, 42.86% o faziam por mais de 10 horas por dia. Enquanto 14.29% trabalhavam até 8 horas por dia. Questionados se pretendiam continuar os estudos após o EJA, 75% responderam que sim. 12.5% afirmaram que não, enquanto, 12,5% não sabiam. Foi perguntado se consideravam que o que estavam aprendendo estaria preparando-os de forma satisfatória ou não para o ingresso no ensino superior. 81.25% afirmaram que sim, enquanto apenas 18.75% afirmaram que não. Questionados se a EJA preparava de forma satisfatória para o mercado de trabalho, 68.75% afirmaram que sim, enquanto 31.25% responderam que  não. Percebe-se um ligeiro decréscimo nessa expectativa dos estudantes, em relação ao preparo da EJA para o ensino superior. Ainda assim, o índice é alto. Com base nesses dados, podemos definir um perfil do estudante da EJA dessa turma, como pertencendo à faixa etária dos 29 aos 39 anos, maioria de mulheres, que trabalhavam entre 8 e até mais de 10 horas por dia. A maioria pretende continuar os estudos, e também acredita estar sendo bem preparada para o ingresso no ensino superior. Um índice considerável também acredita que os estudos na EJA fornecem um bom preparo para o trabalho. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 01:40:02 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista de Timothy Ireland, responsável pela área da EJA na Unesco</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187646017</link>
         <description><![CDATA[<div>      Professor associado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), atualmente cedido para a Representação da Unesco em Brasília (DF), Timothy Ireland é responsável pela área de Educação de Jovens e Adultos nesse órgão internacional. Natural da Inglaterra, ele é formado em letras, Ph.D. pela Universidade de Manchester, mestre em Educação de Adultos pela mesma instituição, e mestre em letras (língua e literatura inglesas) pela Universidade de Edimburgo. No Brasil, entre outras atividades, coordenou o Projeto Escola Zé Peão, um projeto educacional para operários da construção civil, em João Pessoa, durante 14 anos. Também foi um dos fundadores do Fórum de Educação de Jovens e Adultos do Estado da Paraíba em 1999, que coordenou até 2004. De 2004 a 2007, foi Diretor Nacional de Educação de Jovens e Adultos na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (Secad/MEC).</div><div>       Em entrevista ao Jornal do Professor, Timothy Ireland salienta que jovens e adultos não podem ser tratados como crianças crescidas, pois possuem uma bagagem de experiências e conhecimentos acumulados. Para o professor, é necessário que se desenvolvam métodos de ensino e aprendizagem que tratem os alunos adultos como adultos e ajudem a fortalecer sua auto-estima. O professor afirmou que “ao partir do que o educando sabe, abrimos a possibilidade de uma nova construção baseada em diálogo e uma relação mais horizontal entre o educador e educando, reconhecendo que em várias áreas de conhecimento o próprio educando possui mais acúmulo que o seu educador”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 16:20:21 UTC</pubDate>
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         <title>Divulgação é essencial!</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187650514</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 16:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Educação Profissional?</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187662224</link>
         <description><![CDATA[<div>A Educação Profissional é uma Modalidade de Ensino encontrada na Educação Básica. Sua oferta se dá através de Cursos Técnicos, de Formação Inicial e Continuada - FIC (qualificação) e de formação de docentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 16:52:23 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico da Educação Profissional no Brasil</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187662729</link>
         <description><![CDATA[<div>      Assim como a EJA, a Educação Profissional no Brasil possui suas particularidades e especificidades que fazem com que esta modalidade de Educação necessite de uma maneira muito singular para sua condução e seu desenvolvimento. Tratar a Educação Profissional para além da perspectiva oficial e hegemônica é falar necessariamente dos atores sociais historicamente envolvidos em sua trajetória, os “desprovidos de riquezas”. Para isto é necessário retroceder a umas questões centrais nesta discussão: <strong>Nossa Educação Básica visa formar o cidadão ou a inserção do homem no mercado de trabalho?</strong><br>      Fazemos referências ao questionamento acima, pois entendemos que esta dualidade permeou a condução da trajetória tanto da Educação Profissional como da Educação básica. Até final do séc. XX cristalizou-se a ideia de que a Educação Profissional era destinada aos filhos das classes sociais menos favorecidas enquanto que o ensino Superior seria frequentado pelos filhos das elites dirigentes deste país.<br>      Este dualismo da Educação brasileira vai sofrer a primeira alteração no contexto do “milagre econômico” (1968 a 1973) quando a formação profissional passa a ocupar um papel fundamental no campo das mediações das práticas educativas no sentido de atender as exigências do sistema capitalista. É neste momento que se regulamenta a Profissão de técnico de Nível Médio.<br>      Na verdade, o momento acima citado foi uma resposta que o Estado deu à sociedade uma vez que os filhos das classes sociais “desprovidas de sorte” começaram a pressionar para obter seu acesso no ensino superior. Ou seja, o Estado respondeu à mobilização de personagens sociais que atuam para além das dimensões escolares.<br>      Essa ambiguidade da Educação brasileira que iniciou lá no período Colonial e sobreviveu até o final do séc. XX iniciou uma tentativa de mudança de enfoque da Educação Profissional quando surgiu a atual LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) que buscava agora não só a preparação do educando para o mercado de trabalho, mas também a formação do homem cidadão capaz de compreender a realidade social que o rodeia.<br>      Esse novo enfoque para a Educação Profissional produzido pela atual LDB torna o educando não um mero executador de tarefas rotineiras e burocráticas, mas sim um conhecedor do processo produtivo e social o qual está inserido. Ele não vai apenas aprender a fazer, mas vai saber por que está fazendo dessa forma e não de outra.<br>      Portanto, ao fazer o resgate da trajetória da Educação Profissional no Brasil não podemos deixar de mencionar a participação de atores sociais cujo campo de atuação se dá fora dos espaços formais de constituição das idéias dominantes. A participação desses personagens sejam eles sindicatos, associações comunitárias, ou movimentos sociais, acabam por influenciar direta ou indiretamente os meios oficiais e legais responsáveis pela condução e gerenciamento da Educação Profissional no Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 16:53:25 UTC</pubDate>
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         <title>Dúvidas a respeito da Educação Profissional no Brasil</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/paulavargasoliveira/3t26q5h8vqph/wish/187666455</link>
         <description><![CDATA[<div>1. <strong>É necessário ter ensino médio para ingressar na Educação Profissional?</strong></div><div> </div><div>Não. As opções de capacitação profissional são muitas, com cursos que exigem apenas ensino fundamental incompleto (até o 5<sup>o</sup> ano) ensino fundamental completo, ensino médio incompleto e ensino médio completo. Normalmente, as escolas pedem que o candidato tenha <strong>pelo menos 16 anos</strong> para cursar o ensino profissionalizante (alguns cursos exigem idade mínima de 18 anos).</div><div> </div><div>2. <strong>Quanto tempo dura um curso profissionalizante?</strong></div><div> </div><div>Os cursos profissionalizantes são de <strong>curta duração</strong>. Existem cursos de capacitação profissional que duram desde poucas horas até alguns meses.</div><div> </div><div>3. <strong>Quais os tipos de cursos profissionalizantes?</strong></div><div> </div><div>Os cursos profissionalizantes podem ser classificados em dois grupos:</div><div>* <strong>Formação Inicial:</strong> ensinam uma profissão, com atividades práticas e os conceitos básicos necessários para entrar no mercado de trabalho.</div><div>* <strong>Aperfeiçoamento:</strong> voltada para pessoas que já exercem aquela profissão; incluem atualização, especialização e capacitação para aprimorar ainda mais os conhecimentos e conseguir um salário ou cargo melhor.</div><div>Os cursos profissionalizantes respondem a uma necessidade do mercado. Ou seja, estão ligados às <strong>áreas mais procuradas pelas empresas</strong>. Existem cursos profissionalizantes para todos os setores da economia: indústria, comércio e serviços. Eles capacitam o profissional para trabalhar em hotéis, restaurantes, fábricas de todo tipo (indústria química, automobilística, moveleira, alimentícia etc.), salões de beleza, lojas de varejo e atacado, escritórios e empresas de diversos tipos.</div><div> </div><div>4. <strong>Existem cursos profissionalizantes à distância?</strong></div><div> </div><div>Sim. É possível encontrar cursos profissionalizantes no formato EAD, no qual o aluno <strong>pode estudar de casa</strong>, com horários flexíveis. Alguns cursos mais práticos podem ser oferecidos em formato misto, com a parte teórica a distância e as aulas práticas em formato tradicional.</div><div>Os cursos EAD profissionalizantes são considerados <strong>cursos livres</strong> e não precisam da autorização do Ministério da Educação (MEC) para funcionar. Antes de fazer a matrícula em um curso profissionalizante EAD, procure saber como será o conteúdo e se a instituição é reconhecida no mercado de trabalho.</div><div> </div><div>5. <strong>Quanto custa um curso profissionalizante?</strong></div><div> </div><div>Há cursos profissionalizantes para todos os bolsos, com mensalidades entre R$ 70,00 e R$ 350,00, aproximadamente. O valor da mensalidade vai depender da complexidade do curso, da infraestrutura necessária para as aulas, da região do País e do tipo de instituição.</div><div> </div><div>6. <strong>Existe curso profissionalizante gratuito?</strong></div><div> </div><div>Sim, várias instituições e programas do governo oferecem <strong>cursos grátis de capacitação profissional</strong>. O mais conhecido deles é o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, o Pronatec, uma iniciativa do Governo Federal que oferece vagas gratuitas em todo o País.</div><div>Alguns estados e municípios também têm seus próprios programas de capacitação profissional gratuita. No Estado de São Paulo, por exemplo, o programa Via Rápida Emprego tem mais de 150 cursos profissionalizantes gratuitos com duração de até três meses e ainda oferece ajuda de custo para transporte e alimentação para quem está desempregado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 17:00:25 UTC</pubDate>
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         <title>Vantagens trazidas pelos cursos profissionalizantes</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>* Os cursos profissionalizantes são de curta duração, permitindo uma <strong>entrada rápida no mercado</strong> de trabalho.</div><div>* <strong>Alta empregabilidade</strong>, pois a oferta de cursos leva em consideração as necessidades do mercado.</div><div>* Mesmo quem não tem o ensino fundamental completo pode se matricular em cursos profissionalizantes, pois há opções para quem estudou somente até a 4<sup>a</sup> série (5<sup>o</sup> ano).</div><div>* Possibilidade de <strong>continuar os estudos</strong>, fazendo cursos de aperfeiçoamento e especialização profissional, ou mesmo cursos técnicos.</div><div>* Possibilidade de conseguir um <strong>salário melhor</strong>, pois há uma falta de bons profissionais qualificados no mercado e algumas atividades oferecem salários mais altos do que profissões de nível superior. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 17:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimento de aluno de um Curso Técnico</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
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         <pubDate>2017-09-14 17:02:50 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo sobre o novo momento da Educação Profissional no Brasil</title>
         <author>paulavargasoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div> “Trata-se de ensinar a cada indivíduo, seja quem for, um ofício. Fazer de cada brasileiro um fator de efetivo valor social e econômico. É na escola profissional que se ensinará ao brasileiro a arte de ser produtivo e é na oficina que retemperarão melhor o caráter para a vida.” <br><br>Para ter acesso ao artigo, abrir o link : <a href="http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/educapro_080909.pdf">http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/educapro_080909.pdf</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-09-14 17:16:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[Perseverança.]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 22:58:27 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[Perseverança.]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 22:59:12 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[Perseverança.]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 22:59:16 UTC</pubDate>
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