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      <title>Clube de Leitura_2ºMECA_2023 by Cristiane Santana Silva</title>
      <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf</link>
      <description>Espaço para registros dos percursos de leitura do Clube de Leitura - atividade da disciplina de Língua Portuguesa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-11 02:11:19 UTC</pubDate>
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         <title>Diário de Leitura</title>
         <author>cristianesantana5</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante o 2º bimestre, as leituras do Clube de Leitura serão os livros "Carta de Achamento do Brasil" de Pero Vaz de Caminha e "A vida não é útil" de Ailton Krenak (leituras obrigatórias do vestibular da UNICAMP)</div><div><br>Como atividade, construiremos, coletivamente, um diário de leitura, no qual, cada estudante deverá inserir, nas datas indicadas, as suas impressões e andamento da leitura do romance. Essas impressões poderão ser textuais, em vídeos, áudios.&nbsp;<br>Vocês podem utilizar o espaço para interação também, comentando as postagens uns dos outros e agregando olhares à sua leitura.<br><br>Ao final do período, será realizada uma roda de conversa na sala de aula, em que cada estudante deverá escolher um trecho da carta de Caminha e reescrevê-lo na perspectiva dos indígenas, considerando as críticas feitas por Krenak à colonização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-11 02:20:04 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2598767461</link>
         <description><![CDATA[<div>Li até a página 12 , no começo do livro achei que seria cansativo porém ao desenrolar a história, começa a ficar mais interessante. Achei o livro bem informativo e com a utilização de algumas palavras formais , as quais não sabia o significado. Por conta disso , dificultou a minha compreensão do texto em algumas partes , mas nada que prejudicasse.</div><div>Da forma que é contada o encontro dos portugueses e dos índios , achei que os índios agiram de forma muito “inocente “, deixando os portugueses fazerem os seus gostos , como implantar de pouquinho e pouquinho o cristianismo na “Nova terra “ . Além disso , também achei engraçado que tanto os índios como os portugueses estranharam as vestimentas ou a falta de vestimenta do outro , fato que eu só achava que acontecia com os portugueses.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 11:48:38 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2598791739</link>
         <description><![CDATA[<div>Li até a página 18, achei a escrita do começo do livro fácil de ser compreendida, porém senti que o escritor escreve de forma “indireta “ nas primeiras páginas o que ele quer dizer , ou seja , as vezes é para o próprio leitor interpretar o que está sendo dito , pois não está escrito de uma forma objetiva. Além disso , o livro me fez pensar bastante e me questionar : “ Será que as coisas que estão ao nosso redor são o que são ou são apenas “lentes” que as elites querem que a gente veja através delas?”…&nbsp; Esse livro me fez refletir também sobre , as milhares de famílias que foram expulsas de suas terras para construir a cidade , onde moramos. Será que deram assistência para essas famílias ? Acho que não .&nbsp;</div><div>Em si , gostei bastante desse livro , pois ele me fez refletir e pensar sobre coisas que estão acontecendo ao nosso redor e as vezes , nós não nos damos conta.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 12:44:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Letícia Costa de Lima </title>
         <author>leticialima116</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2598939119</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu&nbsp;li até a página 41,pois eu particularmente gostei bastante da escrita do autor,gostei de suas ideias,da visão passada,e das reflexões que me trouxeram um certo "conforto" por descrever coisas que eu penso em forma de palavras. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 17:24:55 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Costa de Lima </title>
         <author>leticialima116</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2598963911</link>
         <description><![CDATA[<div>Iniciei&nbsp;essa leitura,não lendo tantas páginas como fiz com o livro "A vida não é útil ",mas pelo pouco que li,eu achei interessante, e me fez querer continuar lendo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 18:10:23 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Couto</title>
         <author>gabrielcouto6</author>
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         <description><![CDATA[<div>Carta de Pero Vaz de Caminha&nbsp;<br>Eu li poucas páginas da carta por enquanto, e minha impressão&nbsp;não foi das melhores, acho que as impressões da autora poderiam ser feitas de modo mais objetivo e ao final da carta, o que eu vi por agora é apenas a autora e não o ponto de vista de Pero Vez</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 18:36:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julioduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2599080308</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana consegui ler até a página 21, bem quanto as minhas impressões, achei um leitura bem fluida, gostei bastante da forma que o autor tenta se comunicar com o leitor, sem tentar complicar a mensagem que ele quer passar, fazendo uma escrita bem direta e de fácil compreensão.&nbsp;<br>Consegui ler o capítulo "Não se come Dinheiro" até que bem rápido, achei uma leitura bastante agradável, e gostei de algumas partes, como quando o Ailton traz uma visão bem diferente da pandemia, claro sem minimizar a tragédia, mas traz um ponto de vista bem interessante, quando ele diz que essa grande crise serviu como um alerta da natureza pra mostrar que a humanidade não está acima de tudo, que também somos vulneráveis, bem mais do que imaginamos.&nbsp;<br>Gostei bastante também da reflexão que ele traz sobre a concentração de riquezas nas mãos de pouquíssimas pessoas e também sobre como a sociedade está centrada e organizada ao redor dessa estrutura invisível chamada de "mercado".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 22:27:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>victorleal8</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2599094034</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida não é útil é um livro o qual não sabia o que esperar. Havia visto somente um video do autor, Ayrton Krenak.<br>Me surpreendi com a visão de mundo apresentada. Em muitos pontos o autor conseguiu me fazer repensar a forma como interajimos com a vida, nossos relacionamento com outras pessoas e a natureza. Em minha visão, ele conseguiu expressar bem sua inconformidade com a alienação consumista que o homo sappiens está inserido. É muito interessante a definição de humanidade que ele utiliza, englobando não somente os humanos, mas toda a biosfera. Além disso, está claro que ele é um apoiado da Hipótese de Gaia.<br>Claro, nem tudo que foi escrito está alinhado com minhas opiniões. Não tiro a razão de Ayrton Krenak menosprezar a importância dada ao dinheiro, mas vejo que há uma visão utópica também, pois mesmo que o dinheiro seja posto como "vilão", não podemos negar que é necessário termos um sistema econômico e político e regularize e organize a vida em sociedade. Em nenhum momento afirmo que esse sistema é o ideal ou perfeito, mas é o que melhor tem funcionado, pois em uma sociedade de 8 bilhões de pessoas é inocência contar com a boa vontade individual de cada.&nbsp;<br>Enfim, essa primeira leitura do capítulo "Não se come dinheiro" me fez refletir sobre muitos aspectos da disfuncionalidade de nosso mundo e suas consequências, assim como suas causas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 23:06:33 UTC</pubDate>
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         <title>Giulia de Oliveira Rodrigues </title>
         <author>giuliaoliver11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2599119184</link>
         <description><![CDATA[<div>Tive boas primeiras impressões relacionada aos três primeiros tópicos do livro, partindo da introdução até o relato. A narração e a observação da Rudinele Batista são bem detalhadas. Fiquei interessada pelo contexto e a leitura fluiu bem. De fato é importante entendermos o ponto de vista dos colonizadores, e pelo que li até agora, eles concluíram que tinham uma tarefa importantíssima para se fazer naquele lugar, supostamente, queriam que os indígenas aprendessem à se comunicar e pretendiam "difundir a cristandade" por todos os meios que fossem necessários (Já sinto o cheiro de violência). No total, li 14 páginas e pretendo continuar nesse ritmo, espero compreender mais sobre o pensamento do autor e de todos que ali estavam com ele.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 23:54:04 UTC</pubDate>
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         <title>Minha primeira impressão do livro &quot;Carta de Achamento do Brasil&quot;</title>
         <author>Beatri</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2599130363</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom eu li poucas páginas do livro mais pensei que não ia gosta muito por conta que&nbsp; o título não chamou tanto a minha atenção como o título do livro "A vida não é útil",mais gostei dele e pretendo ler mais páginas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 00:09:43 UTC</pubDate>
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         <title>Primeira impressão do livro &quot;A Vida não é útil&quot;</title>
         <author>Beatri</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2599136533</link>
         <description><![CDATA[<div>Bom a minha primeira impressão foi que eu ia gosta mais desse livro, por conta que o título chamou bastante minha atenção,li mais páginas dele doque o do outro por conta que eu achei ele mais interessante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 00:16:36 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Henrique Cardoso</title>
         <author>cardosoh</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2599465293</link>
         <description><![CDATA[<div>No início da introdução, quando li o primeiro parágrafo, vi que a leitura seria difícil por causa do vocabulário amplo, principalmente as palavras postas em posições que exigem a nossa atenção e compreensão do texto como um todo, e não apenas de uma frase entre duas vírgulas por exemplo.&nbsp;<br>O texto que procede a obra de Portinari me chamou atenção pelo fato de levar em conta aspectos como a "inexistência" da fala do indígena após a chegada dos europeus ao Brasil, e isso explica porque nós não temos um ponto de vista indígena concreto na aprendizagem desse tema nas aulas de história (pelo menos nas minhas aulas de história eu aprendi mais sobre o ponto de vista dos portugueses na chegada deles no continente americano).<br>O segundo tópico, pelo que eu percebi, foca bastante na parte histórica e nos detalhes da viagem que chegou ao Brasil, e por se tratar mais de uma parte histórica, eu adorei esse tópico, foi uma leitura que me prendeu muito do início ao fim, fazia tempo que eu não lia algo tão focado assim; mas apesar de ser uma leitura boa, que me prendeu nela, ainda haviam palavras que eu não conhecia muito bem, só que ao invés de ir procurar o significado da palavra no dicionário/google, eu simplesmente deixei ela fazendo parte de um texto que eu estava entendendo, para assim eu conseguir atribuir um significado para essa palavra, e depois disso eu iria pesquisar o significado para analisar se minha interpretação de texto estava boa (acabei não fazendo isso, mas não mudou significativamente na compreensão do texto).<br>O terceiro tópico, como diz o título, apresenta especialmente os detalhes dos relatos de Pero Vaz de Caminha, com um detalhamento bem prolongado, que por mais que seja um assunto interessante na minha perspectiva, achei mais cansativo de ler e me deixou com mais ansiedade para terminar logo a leitura (talvez isso ocorreu pelo fato de eu ter lido esse tópico no período da noite), mas eu descobri também que textos históricos são os que mais me chamam atenção de leitura, eu percebi isso depois da leitura dessa carta até o terceiro tópico pelo menos;&nbsp; e os detalhamentos me chamaram atenção pois percebi que na escrita da carta, Caminha se atentou a cada coisa que via na terra nova para registrar ao rei, até mesmo na devoção à evangelizar os povos nativos, e essa foi uma parte muito importante, pois demonstrava que além de ter um ótimo desempenho profissional (observando e escrevendo tudo que acontecia) ele também colocava em prática a missão de evangelizar os mais diferentes povos da terra, com o intuito de salvá-los, porém, atribuindo diversos costumes europeus (não somente o escrivão, mas vários membros da armada de Pedro Álvarez Cabral)...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 04:44:35 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Henrique Cardoso</title>
         <author>cardosoh</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600283084</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura não me prendeu como a carta de Caminha, pois não se trata de um relato histórico, e sim de um ponto de vista, que não é exatamente contínuo como uma história, e apresenta algo que pode mudar, diferente da história, que é algo "imutável", mas contando aspectos como o modo de escrita (as palavras, a fonte das letras,...) achei visualmente mais confortável de ler.<br>Talvez quando eu for lendo mais eu consiga introduzir mais do assunto geral e focar melhor no texto e no contexto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 15:53:27 UTC</pubDate>
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         <title>Juan Calú</title>
         <author>juancalu</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bem essa semana comecei a leitura,chegando até a pagina 19,achei bem interessante sua forma de crítica e expressão ao decorrer das páginas,  gênero que me instiga bastante,não costumo ler muito,porém achei "facil" assim por dizer,a sua leitura </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 20:31:44 UTC</pubDate>
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         <title>Juan Calu</title>
         <author>juancalu</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600586665</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa&nbsp;semana cheguei até a pagina 10,sinceramente me senti pouco interessado para continuar lendo,parando em poucas páginas,não sei ao certo o motivo mas me sinto pouco interessado em sua leitura</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 20:40:53 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Pereira Tavares</title>
         <author>miggous</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600604685</link>
         <description><![CDATA[<div>Li até a página 17 (o equivalente ao capítulo "Não se come dinheiro" completo) bem rapidamente, por se tratar de um assunto que eu já tenho contato quase diariamente. Achei a leitura fluida e direta, sem parecer apressada, o que só me deu mais vontade de continuar lendo. Minha visão sobre como os bens materiais e principalmente os imateriais estão nas mãos de poucos que na maioria absoluta das vezes não sabem ou sequer querem administrá-los. Como um admirador de todo tipo de música, não pude deixar de lado a citada, mas quero mencionar outra que eu acho que tem muito em comum com o que é retratado; a música não é cantada em português, então as partes que quero compartilhas são traduções.<br>"Maison", do Dreamcatcher, possui versos como: "A terra reverbera/é um claro sinal de morte/de que este lugar está desmoronando/e alguém já está acostumado com isso", fazendo uma referência aos desastres naturais que não são inevitáveis, porém previsíveis, e quem pode diminuir os danos não dá a mínima para quem será afetado.<br>"Quando esse momento passar/tudo vai desaparecer/mesmo que você finja não saber/tudo vai desaparecer", aqui vejo uma crítica relacionada ao materialismo desnecessário praticado pela humanidade, como se precisássemos extrair tudo o que que a Terra tem a nos oferecer até que nós ou ela venha a sucumbir.<br>Espero manter minha opinião sobre o livro positiva, continuando a conectar com outros recursos multimidiáticos em prol de um entendimento e reflexão mais claros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 21:06:53 UTC</pubDate>
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         <title>Fernanda Nobre de Souza </title>
         <author>fnobre2</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600652244</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao decorrer da semana li os dois primeiros capítulos de "A vida não é útil".&nbsp;<br>&nbsp;Para mim, não foi uma leitura desgastante, além de ser um assunto que eu gosto de estudar (a discrepância social, poucas pessoas com grandes fortunas), a autora também fez com que fosse uma leitura de fácil entendimento e que eu considerei rápida.<br>&nbsp;Algo que também quero acrescentar e que marcou minha leitura foi a seguinte frase que destaquei: "toda teoria é um esforço de explicar para cabeças-duras a realidade que eles não enxergam." Eu achei que essa frase destacou a mensagem que a autora queria passar, que é como estamos degradando diariamente nosso planeta Terra, sem querer enxergar que algo que nos dá a vida, também é vivo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 22:27:39 UTC</pubDate>
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         <title>Esdras Barbosa Tolini</title>
         <author>esdrastolini</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600724642</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante essa semana, li o livro "A vida não é útil" até a página 18 e consegui notar que, no início da obra, Ailton Krenak irá desenvolver uma problemática em torno do termo “humanidade” que é empregado atualmente. Segundo ele, a humanidade de hoje em dia se tornou um grupo de pessoas egocêntricas que usam o seu poder para intimidar sempre as classes mais inferiores, independente da situação. Essa busca por poder, vem se construindo ultimamente com base em acúmulo de riquezas e a audácia do ser humano em sempre querer descobrir algo novo, explorar aquilo e simplesmente descartar de qualquer maneira. Para ele, “o poder é uma abstração concentrada em marcas aglutinadas”, em que as pessoas que basicamente não possuem grandes riquezas são obrigados a se submeterem a opressão da elite. Ele também ressalta que independente do acúmulo de riquezas e o consequente poder desses bilionários, todos somos seres humanos vulneráveis aos acontecimentos da Terra. Além disso, ele faz uma crítica responsabilizando o agravamento da situação climática no Brasil ao que hoje é denominado de “agro”. Para ele, esse ciclo de exploração de minérios e devastação do meio ambiente só está agravando cada vez mais a situação climática do planeta, reenterrando mais uma vez que, o ego do ser humano está levando ele a sua&nbsp; própria destruição.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 00:15:26 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius </title>
         <author>viniciusrafael11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600725013</link>
         <description><![CDATA[<div>Minha primeira impressão,&nbsp; é que me parece um livro interessante a forma que&nbsp; ele critica o modo em que vivemos hoje em dia , o jeito que ele tenta se conectar com o leitor , não li muitas páginas mas acho que me darei bem com o livro conforme eu leio </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 00:15:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jonasjoao</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600726608</link>
         <description><![CDATA[<div>Li 5 páginas contando a introdução.<br>Essas páginas foram bem difíceis de ler, pois além do difícil vocabulário apresentado pelo livro, o conteúdo dele se trata de um contexto histórico muito interessante, porém ao mesmo tempo chato ou entediante para mim, pois nunca fui chegado em História e pelo visto nunca vou. O que mais me ajudou a entender foi os "tópicos" durante a leitura qual ajuda a entender todo o contexto antes mesmo de ler.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 00:17:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nicollas Gabriel </title>
         <author>nicollasg</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom consegui ler algumas páginas essa&nbsp; semana e me interessei até que muito com a leitura, não sou muito de ler ,mas esse livro me chamou tanta atenção com a crítica que ele faz ao mundo em que vivemos hoje que pretendo ler mais ainda  </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 00:18:57 UTC</pubDate>
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         <title>Lais Tibucheski</title>
         <author>laistibucheski</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao ler o livro, percebi que a linguagem é bem difícil e que o assunto é monótono e histórico. o que acredito que não vai prender totalmente a minha atenção!&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-05-23 01:54:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julioduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600915945</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana consegui ler 8 páginas, basicamente a parte mais introdutória do livro, mas até então tem me agradado, gostei de entender um pouco mais sobre a obra de Portinari e também achei bem legal conhecer um pouco da história de vida de Pero Vaz de Caminha e Pedro Álvares Cabral, são personalidades históricas que ouvimos falar desde pequenos mas sempre soubemos tão pouco sobre elas, é interessante se aprofundar um pouco na história de vida pessoal dessas grandes figuras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 02:31:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No começo, eu tive dificuldades com o vocábulo do livro e pensei que o leria aos trancos e barrancos, mas, ao decorrer da leitura a história foi me cativando, principalmente por ser um livro histórico e, apesar das partes entediantes, estou gostando bastante. Mal posso esperar para ver mais das interação entre os indígenas e os portugueses.</title>
         <author>vitoriafelix1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600953989</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 02:57:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apesar da carta ter me cativado mais, o livro também está bem interesante. O autor trouxe a tona reflexões sobre a natureza, a socieade e especialmente a vida, nos tirando um pouco do olhar acostumado, fazendo-nos refletir e ponderar sobre a sociedade em que vivemos e como estamos tão habituados com ela e com os problemas que nela há.</title>
         <author>vitoriafelix1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2600957446</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-23 02:59:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O livro ´´ A vida não é útil`` conseguiu fazer eu repensar sobre o mundo que temos em volta, dando uma aprimorada no meu senso crítico. Percebi que algumas idéias dada no livro se coincidiram com as minhas, como a ( Se uma parte de nós acha que pode colonizar outro planeta, significa que ainda não aprenderam nada com a experiência aqui na Terra. Eu me pergunto quantas Terras essa gente precisa consumir até entender que está no caminho errado.), já tive vários debates com famíliares meus sobre esse assunto- e em todas chegavámos a conclusão de que, só pensamos em morar em outro planeta porque o ser humano e tão porco e irresponsável que não cuida nem do seu, e para isso precisa ir em um lugar mais limpo sujar denovo e não limpar. Ainda não terminei o livro, mas por enquanto estou achando bem atrativo e gostando bastante das reflexões proporcionadas por ele.</title>
         <author>dvicente17</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2603828034</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-24 21:55:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luizpaiva3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2603912637</link>
         <description><![CDATA[<div>Achei interessantíssimo o choque entre culturas... apesar de ser uma leitura um pouco mais complicada e aparentemente não tão dinâmica, acaba ganhando graça justamente pelos seus momentos descritivos e literalmente únicos, conflitando diretamente com as perspectivas da época.<br>Também pude notar, apesar que de forma breve e superficial, a presença de uma busca incessante por (riquezas) em um aspecto geral e a curiosidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-25 00:12:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>luizpaiva3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2603954453</link>
         <description><![CDATA[<div>Me lembro de ter visto esse livro algumas vezes no acervo da biblioteca... mas nunca tinha lido se quer a sinopse dele apesar do título forte e intrigante. Esperava algo completamente diferente pelo título e me surpreendi bastante quanto ao tema e a forma como é (contado) o início do livro. Percebi também que se trata de uma escrita recente e com (criticas) quanto a humanidade bem firmes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-25 00:47:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>crispimvitor</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2604111293</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Fiquei impressionado com a forma como ele descreveu a beleza da terra, com suas florestas exuberantes, rios cristalinos e animais selvagens. Era como se eu pudesse visualizar tudo ao ler suas palavras.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Além disso, achei interessante o contraste entre a curiosidade e o desconhecimento que os portugueses tinham sobre os indígenas. Caminha descreveu os nativos, suas roupas e sua cultura de uma maneira que me fez refletir sobre o choque cultural que aconteceu naquela época.<br>    Também chamou minha atenção a visão religiosa dos portugueses, que viam naquela terra uma oportunidade de converter os nativos ao cristianismo. Era como se eles sentissem a responsabilidade de levar sua fé aos recém-descobertos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-25 02:38:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paula Candido </title>
         <author>paulinhalt3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2606625699</link>
         <description><![CDATA[<div>bom tive uma certa dificuldade de realizar essa leitura, não consegui me engajar nem focar por muito tempo na leitura, avançando poucas páginas do livro. Já tinha tido um certo contato com a carta em algumas aulas de história durante o ensino fundamental e acho que por isso não tive nenhuma primeira impressão tão marcante sobre o conteúdo, mas, achei interessante e um pouco mais "simples" de absorver o conteúdo no formato em que é apresentado a carta, tendo também uma contextualização e explicação. Espero conseguir me engajar melhor na leitura e avançar um pouco mais na próxima semana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-27 02:17:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paula Candido </title>
         <author>paulinhalt3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2606631639</link>
         <description><![CDATA[<div>Já tinha tido visto esse livro anteriormente e criado um certo interessante graças ao título e a capa, mas nunca cheguei a ver muito a fundo e essa foi uma ótima oportunidade de finalmente ler o livro. Mesmo sendo um livro que me despertou um certo interessante não consegui desenvolver muito bem a leitura, li algumas páginas e até o momento me parece muito interessante, gostei bastante da fala sobre humanidade do autor, que inclui uma verdadeira empatia com o próximo independente de quem ele seja e o próprio título do livro me lembrou de algumas reflexões já feitas sobre o conceito de utilidade, o que me gerou um certo animo e interesse na leitura, o livro me fez ligar essa reflexão a um tema que eu nunca tinha conectado antes e acredito que me renderá ótimas conclusões sobre o tema</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-27 02:37:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Natanael</title>
         <author>natanvf</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2607342867</link>
         <description><![CDATA[<div>Li nesta semana os primeiros 3 capítulos (14 páginas), restando apenas um capítulo de análise da carta por parte da organizadora do livro, e o documento em si para leitura.<br><br>Nunca tive nenhum contato prévio com a carta. Logo na abertura o livro me chamou a atenção; não pelo texto que viria a seguir, mas pela citação de um trecho de um dos ensaios do filósofo Michel de Montaigne: Dos canibais; texto que nunca li, mas de um autor que conhecia brevemente. Nesse momento, decidi que pretendo registrar no diário não só as impressões acerca do livro, mas também, - em suas intertextualidades - registrar as eventuais divagações no percurso de leitura, que considerar relevantes, produtivas para a compreensão geral da obra ou para acúmulo de conhecimento. Interrompi a leitura que nem começado tinha, resolvi conhecer mais a fundo a citação, fiz a leitura do texto completo e resolvi registrar o conhecimento tomado a partir disso.&nbsp;<br><br>Descobri que o texto estava inserido em uma coletânea de obras do filósofo francês, lançada pela primeira vez em 1580 e inauguradora do gênero literário do ensaio pessoal. Os "povos que não merecem o qualitativo de selvagens" a quem ele se refere, são na verdade os indígenas tupinambás; os nativos brasileiros que estabeleceram o primeiro contato com os europeus. Montaigne (1580, p. 1) escreve a partir de um relato de um conhecido seu que lhe disse ter vivido dez ou doze anos, como ele descreve, "nesse outro mundo que foi descoberto no nosso século, num lugar onde Villegaignon tocou terra, que denominou a França Antárctica (colônia francesa estabelecida na Baía do Rio de Janeiro)". Fui surpreendido no discorrer do texto pelo inesperado olhar contra-hegemônico em relação aos indígenas à época do filósofo. Indo contra o etnocentrismo predominante no pensamento europeu, Montaigne escreve:&nbsp;<br><br></div><blockquote>Creio que não há nada de bárbaro ou de selvagem nessa nação, a julgar pelo que me foi referido; sucede, porém, que <mark>classificamos de barbárie o que é alheio aos nossos costumes</mark>; dir-se-ia que não temos da verdade e da razão outro ponto de referência que o exemplo e a ideia das opiniões e usos do país a que pertencemos (MONTAIGNE, 1580, p. 2).</blockquote><div><br></div><blockquote><em>Sampa - Caetano Veloso</em><br>Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto<br>Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto<br><mark>É que Narciso acha feio o que não é espelho</mark><br>E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho (VELOSO, 1978).</blockquote><div><br>Montaigne entende os nativos brasileiros como "ingênuos e puros", regidos pelas "leis naturais muito pouco adulteradas" e não tendo sido corrompidos ainda pelo "rastro do espírito humano!". O filósofo ainda lamenta que não houvesse conhecimento desses povos antes, pois como ele acredita, "existiram homens que os saberiam julgar melhor do que nós, como Licurgo e Platão". Aqui se percebe que a visão europeia dos indígenas, quando não etnocêntrica, era edênica e praticamente utópica.&nbsp;<br><br>Em um texto cioso de sua fonte, o escritor ainda descreve as guerras, a saúde e a vitalidade indígena, e a organização político-econômica dos mesmos, muito parecida com o modo de produção das comunas primitivas; baseado na caça, pesca, colheita e a divisão dos alimentos na aldeia. Essas sociedades indígenas, certamente, desconhecem a antiga falácia liberal da tal "natureza egoísta de nossa espécie".&nbsp;<br><br></div><blockquote>Podemos, pois, achá-los bárbaros em relação às regras da razão, mas não a nós, que os sobrepassamos em toda a espécie de barbárie. Sua guerra é toda nobre e generosa e tem tanta desculpa e beleza quanta se pode admitir nessa calamidade humana; seu único fundamento é a emulação pela virtude. Não lutam para conquistar novas terras. [...] Encontram-se ainda nesse estado feliz de não desejar senão o que as suas necessidades naturais reclamam; o que for além disso é para eles supérfluo (MONTAIGNE, 1580, p. 4).</blockquote><div><br>Dando continuidade, o texto ainda descreve a cultura de guerra indígena e suas práticas canibais a inimigos de batalha. E ainda, se opondo a carta de Caminha, expõe a religiosidade desses povos, - considerada inexistente pelos portugueses catequizadores - que acredita na eternidade das almas e conta com profetas e sacerdotes que vivem isolados nas montanhas. Nas raras vezes que se apresentam falam-lhes em público em exortação e aconselhamento. Sua ciência ética pode ser resumida em dois artigos: resolução e coragem para a guerra; e amor pelas mulheres.<br><br>A obra é finalizada com um encerramento que me fez sentir que valeu a pena o estudo do texto. Montaigne narra uma experiência pessoal, onde teve a oportunidade de conhecer três indígenas tupinambás levados à França que foram apresentados à cidade de Ruão. O escritor narra um diálogo depois de questionarem os homens sobre o que mais lhes chamou a atenção nesse novo mundo:&nbsp;<br><br></div><blockquote>Em segundo lugar (têm uma forma de falar que divide os homens em duas partes), tinham reparado que havia entre nós pessoas cheias e fartas de comodidades de toda ordem, enquanto a outra metade mendigava a suas portas, descarnada de fome e de miséria; e que lhes parecia também singular como essa outra metade podia suportar tamanha injustiça sem estrangular os demais e lançar fogo a suas casas. [...] Em tudo o que aí fica dito não há nada de mau; o que há é que esta gente não usa calções (MONTAIGNE, 1580 p. 6).&nbsp;</blockquote><div><br>Voltando ao livro-tema do Clube, como não tinha tido nenhum contato prévio com a carta de Pero Vaz de Caminha, sinto sim que minha percepção desse período foi afetada no processo de leitura. Tanto pelo maior entendimento da breve biografia do escrivão português, quanto pela narração da carta e o relato da viagem. Não tenho maiores observações a fazer sobre o texto, apesar de ter descoberto coisas novas, mas que não considero relevantes para registro. Com certeza, o maior fruto da leitura até agora foi o estudo da outra obra analisada acima. Resta agora ler as considerações da organizadora do livro acerca da carta. Trago minhas conclusões na próxima semana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-28 21:52:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jonasjoao</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2607372999</link>
         <description><![CDATA[<div>Por descuido meu acabei não lendo o livro no prazo correto.<br>Porém está semana li algumas páginas e é muito interessante a forma que o autor introduz os humanos, os maus que causamos, quão frágeis somos. Ele me fez rapidamente pensar no quanto a gente da importância ao que chamamos de Economia uma coisa invisível mas muito poderosa que define vidas e gera medos, eu li pouco mas depois dessa minha interação com o livro estou muito ansioso pra ler mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-28 23:40:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karol Carrasco Araujo </title>
         <author>karolc5</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2607735526</link>
         <description><![CDATA[<div>Por falta de adaptação ao Padlet, acabei não entregando a minha primeira impressão na data correta. Mas até o momento da minha primeira impressão, havia lido até o capítulo 2 em que é falado sobre o Pero Vaz e em como se deu a viagem as índias.&nbsp;</div><div><br></div><div>Achei interessante os detalhes descritos no livro e a importância do escrivão Pero Vaz de Caminha durante os nove dias em que os portugueses ficaram nas terras Brasileiras. Tal importância que, seu texto é chamado de “certidão de nascimento do Brasil”.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-29 09:14:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Karol </title>
         <author>karolc5</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2607737057</link>
         <description><![CDATA[<div>Por falta de adaptação ao Padlet, acabei não entregando a minha primeira impressão sobre esse livro na data correta. Mas nessas primeiras páginas em que li nessa semana, pude perceber o quanto&nbsp; autor faz uma crítica à ganância por dinheiro, o quanto há uma busca incessante, capaz de pessoas exercerem ignorância e intolerância, causando assim, o que o autor chama de “subhumanidades”. Esforço este, que prejudica o meio ambiente e tem como consequência, um lugar desigual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-29 09:16:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ysuzane</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2608230010</link>
         <description><![CDATA[<div>Tive dificuldade para me engajar na leitura, e para me habituar ao vocabulário de época usado na carta. Por isso procrastinei o registro ate que eu tivesse absorvido o suficiente pra compartilhar.<br><br>Acho de certa forma repugnante o julgamento dos portuguêses sobre os indígenas encontrados no território brasileiro. Afinal, eles os submeteram as leis morais com as quais estavam acostumados e glosaram toda a sua cultura sem ao menos certa observação.&nbsp;<br>Graças a esse contato deturpado, o direito moral dos indígenas a terra a qual habitavam foi negada pelos portuguesas, que os trataram como um certo tipo de “praga” que deveria ser contida, para que eles pudessem ocupar e colonizar o território a partir de suas próprias convicções.&nbsp;<br>A leitura me levou a uma certa reflexão, a cerca de como essa visão desumanizada permitiu aos portugueses matar e desabitar indígenas de forma integra e ilibada a sua consciência, no que se refere até a diretriz religiosa predominante na europa naquela época.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-29 21:56:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2608230010</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Victor- </title>
         <author>victorleal8</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2613721211</link>
         <description><![CDATA[<div>Estou na metade do livro nesse momento. Os capítulos lidos foram "A máquina de fazer coisas"&nbsp; e "Sonhos para adiar o fim do mundo".<br>Ao seguir com a leitura, senti uma chuva de novas ideias que Ailton quis entregar com sua escrita. Fica claro como sua cultura e estudos socioculturais influenciam em sua visão de mundo. Ele tenta compartilhar parte dos valores que o constituem e como eles podem ser encontrados em nós de forma incosciente. Por exemplo, ele justifica a vontade de proteger a natureza com o despertar da perpecpção da nossa conexão com a Terra e sua "humanidade" como unidade.&nbsp;<br>Além disso, ele trata o tema "sonho" como parte essencial para mudança, já que ele próprio afirma que o sonhar é uma antecipação do que faremos: "Nunca sei o que vou fazer antecipadamente. É uma orientação que pode ser pensada como mágica, mas, na verdade, é o nosso modo de vida."<br>Ao chegar no trecho em que o autor descreve "sua ficha caindo" sobre a destruição das florestas, a invasão do agronegócio e a destruição dos rios, senti um desconforto em perceper como fecho meus olhos para isso. Seria muito fácil culpar totalmente o sistema capitalista, mas devemos refletir sobre nosso papel nisso também. Quais são os sacrifícios que estamos dispotos a fazer para podermos salvar essa "humanidade".<br>Krenak oferece uma dose de realidade ao trazer a discussão o fato de que mudanças indivíduais não salvarão o planeta. Além de que, as mudanças que muitos dizem com convicção terem feito, são superficiais. O que adianta dizer que não utiliza mais carro movido a gasolina, mas compra um inteiramente novo elétrico, que para sua confeccção, materias-primas foram extraidas da natureza?<br>Nossa atenção é chamada para o incrível ego inflado do Homo Sapiens Sapiens. Nos consideramos tão distantes dos animais, tão "evoluidos" que até parece que somos de outro lugar do universo e acabamos parando aqui. O que esquecemos é que independete do quanto sejamos "evoluidos", ainda somos seres frágeis que dependem da Terra. Parecemos crianças que nunca ficam satisfeitas com os novos "brinquedos". Sempre desenvolvemos um celular melhor, um carro mais veloz e vendemos a ideia que é necessário termos essas novas invenções.&nbsp;<br>Enfim, essa foi uma sintese dos meus entendimentos dos assuntos tratados até o ponto em que estou no livro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 00:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Costa de Lima </title>
         <author>leticialima116</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2614130510</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;  Li menos do que na última vez,já que o capítulo 4 em específico não me gerou tanto interesse,mas eu fiquei sim com vontade de ler mais,para ver se iria melhorar,e eu imagino q vá,já que no próximo capítulo aparentemente o foco estará mais na carta em si.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:17:00 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2614131766</link>
         <description><![CDATA[<div>Li até a página 45, a leitura está muito boa e de fácil entendimento. Teve um trecho do livro, super interessante e que me despertou uma ideia de que se queremos futuramente continuar aqui , desfrutar dos recursos da natureza teremos que mudar hoje. Assim, o escritor sempre traz uma reflexão para o leitor pensar sobre o mundo ao seu redor e dependendo , pensar sobre as suas atitudes cotidianas também. Um pouco mais adiante na leitura , o Ailton deixa bem claro que se não fosse o capitalismo , a ganância das pessoas por adquirirem mais… A pobreza que existe no mundo , não existiria , isto é, podemos acabar com a pobreza , mas será mesmo que todo mundo quer ? Bom , na minha opinião não querem , porque se quisessem já teriam feito e a terra poderia ser um lugar melhor para viver , com harmonia e igualdade. Cada vez mais , a leitura desse livro me desperta interesse e me traz conhecimentos .&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:20:42 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Costa de Lima </title>
         <author>leticialima116</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2614133539</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Eu realmente estou gostando desse livro,tanto que eu estou tentando ler aos poucos,para não acabar antes do prazo do último comentário que deverá ser feito.<br>&nbsp; &nbsp;O autor vem trazendo uma visão muito interessante pra mim,e conversa bastante com certas opiniões minhas,eu genuinamente gosto das opiniões dele,e da forma que ele as expressa,gosto de como ele fala da natureza,pois é algo que realmente faz sentido pra mim.<br>&nbsp; &nbsp; A leitura desse livro está sendo muito boa,com certeza melhor do que a leitura da carta,é um livro que pode ser lido rapidamente,em menos de um dia,já que é uma leitura muito fluída.<br>&nbsp; &nbsp;<br>Minhas frases favoritas da leitura dessa semana:<br>&nbsp; &nbsp; "Essa dor talvez ajude as pessoas a responder se somos de<br>fato uma humanidade. Nós nos acostumamos com essa<br>ideia, que foi naturalizada, mas ninguém mais presta<br>atenção no verdadeiro sentido do que é ser humano."<br>&nbsp; &nbsp; "estamos<br>devastando o planeta, cavando um fosso gigantesco de<br>desigualdades entre povos e sociedades.&nbsp;"<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-04 21:26:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>crispimvitor</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2614576148</link>
         <description><![CDATA[<div>À medida que avançava na leitura, percebia o fascínio de Caminha diante da diversidade cultural e natural do Brasil. Suas palavras traziam à vida as paisagens, as plantas e os animais desconhecidos pelos europeus. As descrições minuciosas me transportavam para aquela época, permitindo-me visualizar as cores, os cheiros e os sons que os navegadores portugueses encontraram em sua jornada.<br>Além disso, pude notar a curiosidade de Caminha em compreender os costumes dos nativos. Ele descreve suas moradias, seus hábitos alimentares e suas cerimônias religiosas, demonstrando um genuíno interesse em conhecer e entender essa cultura distinta. Essa abertura para o novo e o diferente despertou em mim uma reflexão sobre a importância do respeito e da valorização das diversidades, mesmo em contextos históricos marcados pela conquista e colonização.<br>Enfim, é um documento de suma importância que, mesmo com um viés por detrás, pode nos mostrar detalhes interessantes da época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 08:59:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>crispimvitor</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2614578274</link>
         <description><![CDATA[<div>Até o ponto em que cheguei na leitura, pude perceber que se trata de uma obra provocativa e filosófica, capaz de gerar questionamentos profundos sobre o sentido da existência humana. O autor, Ailton Krenak, nos apresenta uma reflexão sobre a sociedade contemporânea e seu impacto na natureza e na vida em geral.<br><br>O autor destaca também a necessidade de repensarmos nossos valores e prioridades, buscando um maior equilíbrio entre as necessidades humanas e o respeito aos limites da natureza. Suas palavras despertaram em mim uma consciência crítica em relação aos padrões de comportamento que temos adotado e à forma como encaramos nossa existência.<br><br>Uma crítica muito bem elaborada ao mundo materialista em que vivemos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 09:02:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2615024672</link>
         <description><![CDATA[<div>Li até a página 18 , como nessa parte da leitura o autor faz algumas considerações sobre ” A Carta de Caminha” , na minha visão acabou desprendendo a minha atenção , ou seja , meu foco . Porém algo bem interessante e que é falado no livro é sobre que nesse período os relatos estavam deixando um pouco de lado as narrativas teológicas e fantasiosas, mesmo havendo um pouco , a narrativa vivenciada é mais evidente. A qual achei super interessante , pois consegui notar as mudanças ideológicas já nesse período. A última informação que me chamou atenção foi sobre uma passagem do livro que fala brevemente sobre a catequização dos índios , a qual me questionei “ Qual é a necessidade e o prazer de catequizar pessoas sem ao menos saber se é o que elas realmente querem ou simplesmente, mudar a cultura das pessoas ?”, diante do meu conhecimento eu sei que os índios eram vistos como seres inferiores pelos portugueses , os mesmos diante dos portugueses necessitavam da conversão ao catolicismo para que suas almas não fossem condenadas. Com isso podemos ver , o quanto os portugueses eram hipócritas por acharem que só eles são os “certos “ e que a cultura do próximo ( índios ) é inferior por ser diferente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 17:01:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Juan Calú </title>
         <author>juancalu</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2615251077</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana cheguei até a pagina 17,em relação a semanas atrás de leitura,essa semana foi relativamente "facil" a sua leitura,me senti um pouco mais interessado pelo livro,li o capítulo "4.CONSIDERAÇÕES ACERCA DA&nbsp;<br>CARTA DE ACHAMENTO DO BRASIL"<br>Gostei bastante desse capítulo onde,como o próprio nome diz "achamento do Brasil"achei bem interessante inclusiv&nbsp; o&nbsp; seu conto da viagem falando que "achou" possivelmente uma sereia. Enfim achei interessante&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 22:43:45 UTC</pubDate>
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         <title>Juan calú </title>
         <author>juancalu</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2615254747</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana li até o capítulo 30,achei bem fluída a sua leitura,achei bem interessante&nbsp;<br>A sua reflexão sobre humanidade,e os povos antigos,falando dos desmatamento e ações egoístas a a "melhora" de nossas técnicas acaba agravando mais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-05 22:53:33 UTC</pubDate>
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         <title>Paula Candido </title>
         <author>paulinhalt3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2615389589</link>
         <description><![CDATA[<div>Até o ponto em que consegui desenvolver a leitura, ainda com bastante dificuldade de manter uma consistência no processo, tenho gostado bastante. O livro tem me relembrado assuntos importantíssimos para o desenvolvimento e a permanência da sociedade em que vivemos, como por exemplo a pauta da sustentabilidade que no sistema econômico em que vivemos é sucateada e ignorada por quem realmente teria poder de fazer mudanças efetivas e a parcela da população que se importa e tem consciência de que os nossos padrões de produção são inviáveis de serem mantidos, não tem poder de mudança, já que mesmo com o direito de voto as mudanças dependem dos grandes produtores, cujo qual não tem o mínimo interesse em diminuir seus lucros e desprezam a sua própria espécie, valorizando mais uma economia inventada do que a vida do seu semelhante, e esses que não tem empatia nem com sua própria espécie jamais colocaram a existência de outras acima de seu "sucesso". Boa parte da humanidade segue alienada sem consciência da bomba relógio que estamos alimentando, o que é absurdamente desesperador considerando que a essa altura ela já está prestes a explodir.<br>Tenho ficado bem satisfeita com as reflexões acima dessa leitura e gostado bastante do livro, mesmo sem desenvolver tão bem uma consistência na leitura do mesmo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 02:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>Paula Candido </title>
         <author>paulinhalt3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2615390755</link>
         <description><![CDATA[<div>Continuo com uma dificuldade considerável de me adaptar a essa leitura, principalmente por ser algo muito puxado para um lado mais sério que eu não tenho tanta afinidade, consegui desenvolver um pouco mais do que na última semana, mas ainda nada muito satisfatório. Até o momento tenho achado muito interessante o conteúdo do livro, é de extrema importância ter conhecimento da história de nosso país e com isso desenvolver um senso crítico mais justo, também, é muito importante para entender e perceber o funcionamento da estrutura social do país e como os acontecimentos passados e o contexto em que se surgiu o país o afeta até hoje. É realmente muito interessante e até mesmo um pouco encantador ver a maneira que se descreve o país de um ponto de vista novo, se colocando na visão de alguém que está acostumado com outra realidade e costumes completamente diferentes, tendo com sigo a intenção de tomar aquilo como posse e por isso descrevendo todo o potencial da terra</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 02:51:09 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Couto </title>
         <author>gabrielcouto6</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2615706934</link>
         <description><![CDATA[<div>Agora&nbsp;que estou no meio da carta de Pero Vaz, eu consigo enxergar com outros olhos a relação Europeu-Indígena, consigo ter uma ideia mais clara sobre como os Europeus enxergavam os nativos que aqui estavam, porém apesar de dar-nos um contexto sobre o assunto eu ainda acho que aquela introdução que a escritora relatou é muito desnecessário, poderia ser apenas um contexto sobre a época, vida de Pero Vaz e Pedro Álvares, e um pouco da coroa portuguesa...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 10:06:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julioduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2616081528</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana acabei só conseguindo ler o capítulo, "Sonhos para adiar o fim do mundo", não vou mentir, este capítulo acabou me prendendo menos que o outro e demorei mais tempo pra conseguir terminar ele, mas ele ainda sim tem coisas interessantes a se falar. Achei bem chamativo novamente a perspectiva que o autor traz de que o seres humanos se sentem maiores do que realmente são diante da natureza, como se fossem realmente necessários pra um planeta como a Terra, coisa que não somos, e também gostei bastante da forma como ele enfatiza, que para continuarmos existindo temos que mudar radicalmente o sistema capitalista que nos cerca, e como ele coloca no texto, que contaminou o mundo inteiro.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 16:29:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fernanda</title>
         <author>fnobre2</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2616315775</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana finalizei o livro "A vida não é útil", confesso que a leitura se tornou mais cansativa, o livro não me fazia vontade de ler cada vez mais páginas.<br>Mas, mesmo assim, entendi perfeitamente a mensagem que o autor quer passar para seus leitores. Nos últimos dois capítulos ele citou a influência da pandemia e me apresentou algo que eu nunca havia pensando, o vírus da covid-19 faz com que falte o ar em nossos pulmões, assim como fazemos com o planeta terra que, como ele mesmo disse, nos dá a graça do ar.<br>É interessante como ele diz que em certo dia havia plantado uma árvore e isso me fez pensar em como ele realmente está certo, não plantamos árvores, ele mostrou que vivemos em uma sociedade que apenas temos valor, em questão de existência, se produzimos algo, se somos mão de obra, ele nos mostra que nossa existência deve ser mais valiosa do que nossa capacidade de produzir.<br>Algo que também me chamou atenção é que esse livro nos tira a imagem de que o indígena é atrasado, um ser primitivo, ele mostra justamente o que está acontecendo em nossa atual sociedade, onde muitas pessoas fecham os olhos para isso.<br>Por mais que a leitura tenha se tornando cansativa, esse livro descreve a sociedade em que vivemos e é o tipo de livro que todos nós deveríamos ler, para ter plena consciência do que estamos fazendo em nosso planeta e o sistema em que vivemos.<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-06 22:10:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>julioduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2616597371</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana consegui até as consideraçõe acerca da Carta de Achamento do Brasi, então acabei lendo basicamente um resumo do conteúdo da carta, bem até o momento achei um texto bem fluido, talvez por ainda não ter chegado de fato na carta, mas o que mais me chamou atenção até agora sobre o que foi proposto, foi a forma que os povos nativos trataram os invasores portugueses ao chegarem no Brasil, não com estranheza ou até com ataques mas de forma acolhedora e pacífica e pelo menos pra mim, essa postura tomada inicialmente pelos povos originários só aumenta a indignação com todo o genocídio que os Colonizadores fizeram, pois tantos povos acolhedores foram simplesmente esquartejados pela ganância europeia, tudo por ouro, prata e bronze, coisa que não tinha valor algum para os indígenas.&nbsp;<br>Outra coisa que me chamou atenção, mas também não me surpreende, é o olhar de superioridade que os primeiros portugueses tinham diante dos indígenas, os considerando inferiores, inocentes e bestiais, pelo fato deles estarem impressionados com um mundo completamente novo e diferente do seu.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-07 03:26:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vinicius </title>
         <author>viniciusrafael11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2620036732</link>
         <description><![CDATA[<div>Comecei a leitura deste livro esta semana , consegui chegar até a página 9 , até o momento da leitura não me senti tão interessado pelo livro, mas acho que ao decorrer da leitura irei me interessar mais </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 02:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nicollas Gabriel </title>
         <author>nicollasg</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2620036760</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa&nbsp;semana li até a página 15, não  gostei muito da leitura ,não achei fluida me interessei pouco mas vou continuar lendo quem sabe mais ao longo do livro eu goste </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 02:23:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>viniciusrafael11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2620038677</link>
         <description><![CDATA[<div>Li pouco deste livro até o momento,&nbsp; gostei da  leitura , achei legal  o modo em que ele faz as reflexões, mas ainda não consegui ficar preso nesta leitura </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 02:31:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nicollas Gabriel </title>
         <author>nicollasg</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2620038774</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana li pouco desse livro pois li o outro, mas pelo pouco que li me interessei muito,&nbsp; gostei muito do assunto sobre as ações humanas no mundo , e achei bem legal ele tocar no assunto do povos antigos, desmatamento e ações egoísta do ser humano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 02:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Nicollas Gabriel </title>
         <author>nicollasg</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2620038917</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa semana li pouco desse livro pois li o outro, mas pelo pouco que li me interessei muito,&nbsp; gostei muito do assunto sobre as ações humanas no mundo , e achei bem legal ele tocar no assunto do povos antigos, desmatamento e ações egoísta do ser humano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-11 02:33:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ysuzane</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2621477819</link>
         <description><![CDATA[<div>Desenvolvi um pouco mais a leitura da carta e do livro e pude perceber uma ligação bem evidente entre o questionamento que eles trazem para nós, leitores da atualidade.&nbsp;<br>O que mais causa impressionismo na carta, é ver a crueldade atroz com que os indígenas são desapossados e mortos dentro de suas próprias terras sob uma justificativa portuguesa&nbsp; fútil e persuasiva que subjugou povos e culturas inteiras a falsa “superioridade de pensamento europeu”.&nbsp;<br>O livro indaga a validade desse pensamento que valoriza a razão, ambição e as verdades acima dos instintos, valores, e da própria essência da vida; e a falência do meio ambiente, e da própria saude mental dos indivíduos eu diria, graças ao capitalismo.<br><br>Acho interessante também como é fácil notar a agressividade de tal pensamento quando analisamos a carta, mas talvez não seja tão obvio observar na nossa cultura oque o livro denuncia, talvez justamente porque estamos inseridos nela de forma que seus valores são enraizados em nosso pensamento.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-12 21:22:27 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626260748</link>
         <description><![CDATA[<div>Li da página 19 até a última , no meu primeiro relato sobre o livro relatei sobre o uso de algumas palavras, as quais não sabia o significado porém na parte de separação do livro na “ Carta de Pero Vaz de Caminha “ senti mais dificuldade,&nbsp; tive que ler com cuidado pela pura formalidade na escrita. Ao desenrolar um pouco mais a carta , consegui me entreter melhor e ler fluentemente… Esse livro acabou me prendendo de uma forma , a qual achava que não fosse possível ! Começaria dizendo que foi pelo fato do detalhamento da própria carta , a qual consegui ter uma visão melhor do que aconteceu e me imaginar dentro da história. A última informação que gostaria de trazer aqui é sobre como os indígenas eram simpáticos com os portugueses (informação trazida pela carta) , é uma pena que os portugueses não retribuíram essa simpatia para fazerem o bem e simplesmente, estarem ali só por interesse , os quais os indígenas até então nem imaginavam …Para finalizar , esse livro superou minhas expectativas e me trouxe conhecimentos sobre o descobrimento do Brasil , os quais eu não fazia ideia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-18 10:35:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626262161</link>
         <description><![CDATA[<div>Li da página 45 até a última página ! Na leitura do livro o autor disse algo muito forte que me intrigou “ Nós somos pior do que Covid-19”… De primeiro momento , eu fiquei assustada com essa afirmação mas se você parar para pensar durante tantos anos , os humanos iniciaram guerras e devastaram grandes áreas de vegetação . E por conta disso , eu não acho muito louco que isso seja verdade, além do mais , cheguei a conclusão que com essas nossas ações estamos destruindo a nós mesmos , pois sem a Terra a gente não vive e se continuar com as devastações, não iremos sobreviver. Indo mais adiante na leitura , o autor diz que os próprios bebês já vão sendo ensinados a “destruir a terra “ , ou seja , a se apegar aos bens materiais (brinquedos) , utilizar diferentes produtos industrializados… E isso é uma pura verdade , desde cedo somos levados ao consumismo e se queremos parar com os problemas ambientes , esse não é o caminho certo. O bom caminho, seria aquele que somos desde cedo ensinados a levar mais a sério as consequências das construções vistas na cidade , indústrias, na própria produção de energia elétrica também etc. Se você parar para pensar , na maioria das vezes não reparamos que estamos ajudando a acabar com a terra , visto que sempre queremos mais , novas roupas , o moderno e &nbsp;vivendo mais no automático. Para finalizar , no livro o autor diz “ Ninguém precisa vir tirar a gente daqui, vamos atravessar o deserto , temos que atravessar “ , eu interpretei como se apesar de várias pessoas quererem com que eles saiam dessa terras que estão ocupando , eles continuam lá , batalhando e atravessando esse “deserto “ , ou seja , o desafio de todos os dias para continuar com a sua essência &nbsp;e sua cultura que é &nbsp;ser indígena.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-18 10:41:47 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Costa de Lima </title>
         <author>leticialima116</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626458511</link>
         <description><![CDATA[<div>Cheguei ao fim desse livro,e eu gostei bastante dele,é bem possível que eu volte a lê-lo futuramente (em um futuro próximo). A visão do autor é bem interessante(e faz muito sentido pra mim),e eu acredito que até mesmo alguém com opinião contrárias as dele,se questionaria,e repensaria ao ler esse livro.<br><br>&nbsp; &nbsp; Frases favoritas dessa semana:<br>&nbsp; &nbsp; "Pois nós estamos fazendo a mesma coisa com o planeta, do<br>meio-dia para o fim da tarde a gente termina de comê-lo."<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"Nós estamos, devagarzinho, desaparecendo com os<br>mundos que nossos ancestrais cultivaram sem todo esse<br>aparato que hoje consideramos indispensável."<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"Nesse mundo pronto<br>e triste eu não tenho nenhum interesse, por mim ele já<br>podia ter acabado há muito tempo, não faço questão de<br>adiar seu fim."<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;"A vida é tão maravilhosa que a nossa<br>mente tenta dar uma utilidade a ela, mas isso é uma<br>besteira."<br>&nbsp; &nbsp; "Quando aparecer um deserto, o<br>atravesse."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-18 21:41:13 UTC</pubDate>
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         <title>Gabriel Fachine Couto </title>
         <author>gabrielcouto6</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626459564</link>
         <description><![CDATA[<div>No&nbsp;final do livro vi que foi um pouco complicado a leitura, porém estive um pouco familiarizado tbm com algumas palavras, logo no término eu percebi, que minha visão sobre o achamento do Brasil mudou um pouco... Ao entender como descreve e pensa se entende as intenções e interesses</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-18 21:46:38 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Costa de Lima </title>
         <author>leticialima116</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626460318</link>
         <description><![CDATA[<div>Pelo fato dos últimos dias terem sido bem corridos pra mim,eu ainda não consegui terminar a leitura da carta,mas consegui ler um pouco nessa semana,o vocabulário continua meio complicado,mas não chega a deixar o texto incompreensível pra mim. Estou em uma parte onde onde eu sinto que o livro está "andando",mais coisas estão acontecendo,já que aparentemente a carta começou de verdade agora,então eu estou ficando mais empolgada com essa leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-18 21:49:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julioduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626645664</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse último intervalo de tempo, acabou que só consegui ler o capítulo "A máquina de Fazer coisas", porém pretendo terminar o livro até o final da semana.&nbsp;<br>Bem quanto a minha impressão sobre o capítulo, achei de fácil compreensão e alguns pontos do autor me chamaram atenção, como por exemplo quando ele retorna novamente na ideia em que coloca o ser humano como um vírus na Terra e olhando na perspectiva colocada pelo autor de fato faz algum sentido.&nbsp;<br>Gostei bastante como ele coloca em cheque os hábitos consumistas de grande parte da humanidade e que mesmo sabendo dos malefícios causados ao mundo com esses hábitos continuamos seguindo com eles o que me faz se me questionar o pq continuarmos com hábitos do tipo.&nbsp;<br>Se pensarmos na perspectiva da analogia com o vírus até faz algum sentido, pois continuamos com hábitos tão ruins inconscientemente, mas se sabemos que é ruim porque continuamos? Quem ganha com tais hábitos, a mim só vem a cabeça os próprios bilionários que o autor cita mo texto, que como dito preferem brincar de ir ao espaço ao invés de tentar salvar o mundo doente.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-19 02:42:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>crispimvitor</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626985265</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Carta de Achamento do Brasil despertou em mim um senso de identidade e pertencimento à nossa nação. Ela nos lembra das raízes históricas que formaram a sociedade brasileira, bem como da importância de valorizarmos e preservarmos nossa cultura e diversidade.<br><br></div><div><br>Em suma, a Carta de Achamento do Brasil é um tesouro histórico que despertou em mim uma fascinação pelo passado e um desejo de explorar e compreender melhor a história do nosso país. É um documento que me faz refletir sobre a importância de conhecermos nossas origens e aprendermos com elas, à medida que construímos um futuro melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-19 09:17:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>crispimvitor</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2626986524</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A autora nos convida a questionar a noção amplamente difundida de que a vida deve ser útil, produtiva e voltada para alcançar metas externas. Ela nos encoraja a repensar os valores que regem nossas vidas e a buscar uma compreensão mais profunda sobre o que realmente importa.<br><br></div><div><br>Lendo esse livro, me senti incomodado com a pressão social e as expectativas que muitas vezes nos cercam. A sociedade nos empurra para uma mentalidade de sucesso material e realização superficial, sem questionar se isso realmente nos traz felicidade e satisfação verdadeira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-19 09:19:25 UTC</pubDate>
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         <title>Natanael</title>
         <author>natanvf</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2627554822</link>
         <description><![CDATA[<div>Comecei a leitura há 1 semana mas não havia registrado. Até agora li o primeiro capítulo (29 páginas) do livro.<br>Fiquei empolgado e feliz pela possibilidade de leitura de "A vida não é útil" e pela escolha do livro pro Clube de Leitura desse bimestre. Já conhecia Krenak por sua participação no documentário "Guerras do Brasil.doc" (que inclusive recomendo), onde ele retrata junto com alguns historiadores do ponto de vista nativo a chegada europeia e os acontecimentos subsequentes: https://www.youtube.com/watch?v=A2xZ1PWzeeU; também o conhecia pelo seu histórico discurso da tinta de jenipapo na Assembleia Constituinte em 1987: https://youtu.be/TYICwl6HAKQ. Ailton era e é o único escritor indígena que conheço.<br>Já no começo do texto me surpreendeu a oposição feita pelo escritor ao conceito de humanidade; pra mim e pra maioria das pessoas esse conceito parecia consensual, quando é apenas hegemônico.&nbsp;<br>Sintetizando o capítulo, Krenak expõe como a urbanização e a monopolização do que é produzido levou a gente inevitavelmente ao afastamento da raiz do que consumimos. A abstração do 'Deus mercado', essa entidade que ouvimos falar diariamente, tem a mesma origem de estarmos cercados de objetos e não fazermos a mínima ideia de onde veio e quem ou o que fez aquilo.&nbsp;<br>"Não se come dinheiro" é então a expressão de nossa derrota coletiva para o fetichismo da mercadoria, para o esquecimento de que tudo aquilo necessário a manutenção de nossa sobrevivência é nada mais que fruto do trabalho humano e do que a natureza nos permite consumir. Apesar da importância da forma dinheiro em materializar o valor nas trocas, não podemos cair na abstração que nos tapeia e nos cega frente às injustiças e problemas que nosso mundo manifesta, explicados pela tal 'situação da economia'. É importante lutar internamente e coletivamente para que vejamos para além desse véu e percebamos que o 'mercado', as 'ações', o que vestimos, comemos ou tudo que consumimos tem rosto e/ou origem; só assim poderemos ouvir os apressados pedidos de socorro do planeta e mudar as coisas pela raiz. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-20 01:20:57 UTC</pubDate>
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         <title>Esdras Barbosa Tolini</title>
         <author>esdrastolini</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2628612153</link>
         <description><![CDATA[<div>Li até a página 41, em que&nbsp;autor faz crítica a forma de enxergar o mundo e ao consumismo no mundo capitalista, alegando que atualmente, o ser humano precisa encontrar prazer em usar por meio de técnicas todos os recursos que o planeta oferece, conseguindo assim, dominá-lo. Para ele, deveríamos estar preocupados em preservar os recursos naturais e não usá-los para bem próprio. Eu um momento, ele até cita o exemplo de Cuba, que lá as pessoas se viram com carros dos anos 50 e 60 e não ficam preocupados em a cada ano estar criando algo novo para virar tendência e atrair lucro no mercado.<br><br></div><div>No meu ponto de vista, a exploração e o consumismo realmente devem ser controlados, porém ele faz duras críticas ao avanço da ciência e tecnologia sem se preocupar que a ciência é o ramo de estudo mais inovador do século, pois a partir de estudos e investimentos em áreas como astronomia e medicina, podemos ter cada vez mais acesso a tecnologias e informações que a décadas atrás não se tinham. Com isso, barrar o estudo da ciência e avanços tecnológicos seria um descrédito com os profissionais que trabalham nessa área, além de limitar o avanço de conhecimento.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 01:31:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fernanda </title>
         <author>fnobre2</author>
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         <description><![CDATA[<div>No início do livro eu achei uma leitura fluída, mais fácil do que eu esperava, mas ao longo do livro ela se tornou mais difícil.<br>Mas isso não me fez perder interesse pelo livro, pelo contrário, foi interessante ver o ponto de vista deles sobre os povos indígenas, vendo o primeiro contato entre eles.<br>Mas é importante ressaltar que o ponto de vista deles é egocêntrico, tratando os indígenas como selvagens e inferiores, tentando justificar a colonização, através de sua religião.<br>O livro me prendeu bastante e eu achei muito interessante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 10:44:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A primeira impressão</title>
         <author>victorleal8</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2629098950</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa primeira leitura da carta me fez sentir repugnância pelos portugueses. A forma como eles desumanizam os habitantes originais do território brasileiro é algo que desacreditei. A ganância do ser-humano o leva a lugares distântes, mas o torna obcecado em conquistar aquilo que se propõe.<br>Em questão de entendimento, as palavras usadas saem totalmente do meu habitual de leitura. Muitas vezes tive que ir no dicionário online para compreender o significado dos termos.<br>No desenvolvimento da leitura, já identificamos a visão eurocêntrica do escritor e a forma bárbara que eles tratam os nativos.&nbsp;<br>Espero que me adapte a linguagem usada na carta. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 10:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Última semana </title>
         <author>victorleal8</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2629122859</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa última semana tive que terminar de ler a carta às pressas. Provas, trabalhos, projetos se juntaram em uma bola de neve.&nbsp;<br>Indo para carta, bem, gostaria de pontuar o que me desagradou, por exemplo, o início no qual há uma reverência ao monarca D. Manoel I. Senti falta de objetividade do Pero Vaz nesse sentido.&nbsp;<br>Em relação a compreensão das relações colonizador e colonizado, vejo que poderia ter sido algo mais harmonioso, visto que a recepção dos habitantes originário foi simpática e curiosa, enquanto que os portugueses apenas se aproveitaram disso.<br>Em suma, compreendi melhor a importância desse diário para a construção da história do nosso país, visto que é o "primeiro" documento literário escrito em território brasileiro. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 11:38:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giulia de Oliveira Rodrigues</title>
         <author>giuliaoliver11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2629406331</link>
         <description><![CDATA[<div>Senti um pouco de dificuldade com a escrita da época, mas nada que atrapalhasse a leitura. Já li 50% da carta e posso dizer que o início foi bem detalhado e esclarecedor, mas não senti que fosse altamente necessário. A carta em si é muito esclarecedora e específica, mas acredito que por meios de possíveis "<em>interpretações</em>", que em algum momento dariam origem à outras versões da história, a revisão tornou-se algo importante. O início com a revisão da Rudinele Batista é bem analisado e explica muito bem um tipo de interpretação. Entretanto, se deixasse apenas a carta, poderia ser mais interessante o tipo de interpretação que o leitor escolhesse para seguir com a leitura.&nbsp; Espero conseguir concluir a leitura logo para ter uma opinião estruturada sobre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 19:06:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Giulia de Oliveira Rodrigues</title>
         <author>giuliaoliver11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2629437915</link>
         <description><![CDATA[<div>Terminei a leitura da carta e confesso que me surpreendeu um pouco em alguns aspectos. Eu imaginava um confronto entre os portugueses e os indígenas como algo muito mais violento e forçado, mas pelo que é descrito, foi diferente. É importante reforçar que foi escrito na visão de um português, e que eles não conseguiam se comunicar oralmente, apenas por gestos e atitudes. E a carta em si fala muito mais sobre a diferença entre os povos e sobre os seus costumes. Isso eu achei bem interessante e peculiar de outras obras que eu já li, demonstram eles como "amigáveis" e "mansos", algo que eu não gostei foi referir-se à eles como animais, sendo que, claramente e visualmente, faziam parte da mesma espécie. E assim continuou desde a primeira impressão até o último relato da carta, tal termo me incomodou bastante. <br>Eu achei bem questionável a parte sobre a evangelização e a salvação deles. O Pero Vaz de Caminha fala que é bom que o rei envie um padre e, que futuramente, poderia ser algo glorioso a se pensar, mas interpretei como algo muito precipitado. Os indígenas estavam curiosos sobre tudo o que os portugueses comiam e faziam, por isso eles também estavam atentos na parte da evangelização, mas talvez não signifique que eles queriam ser batizados e prosseguir com a fé cristã. Aliás, eles nem sabiam o que era isso. Por fim, gostei da leitura e trouxe uma visão diferente das que eu tinha, acho que para complementar, o autor poderia ter explorado um pouco mais a cultura dos indígenas, e não só observar a aparência deles (<em>principalmente a das mulheres</em>).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-21 20:22:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Finalização</title>
         <author>victorleal8</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2629638798</link>
         <description><![CDATA[<div>O que dizer de um livro em que tive muitos ideais meus confrontados?&nbsp; A melhor palavra, em minha visão, é "desconforto".&nbsp;<br>Muitas das ideias que tinha como certas foram confrontadas por Krenak. Claramente, ele propõe um estilo de vida harmonioso com a natureza, de forma a usarmos os recursos dela sem esgota-la.&nbsp;<br>Ao terminar o último capítulo, tive a sensação de que ainda tinham palavras a serem ditas, desabafos, dores do autor que não foram expressos.&nbsp;<br>Em suma, o livro seguiu uma linha bem específica de pensamento, sempre se manteve dentro do proposto por Ailton. Claro, muitos exemplos e histórias indígenas parecem, em primeiro momento, inseridos aleatoriamente, mas ao decorrer da leitura, compreendemos seu sentido.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-22 01:52:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizpaiva3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2629682891</link>
         <description><![CDATA[<div> Lendo o livro pude ver que Ailton Krenak não se direciona somente para um aspecto critico sobre o nosso sistema em uma perspectiva única, mas também expõe&nbsp; como nos afeta enquanto seres humanos através de uma perspectiva filosófica, poética e profunda... explorando a relação sentimental e espiritual quanto a natureza, a reflexão a vida, e como o lucro é derivado a partir do abuso&nbsp; e proveito&nbsp; sobre aquilo que nos rodeia. E por meio desse entendimento, Ailton defende que precisamos mudar nossa relação com o mundo e com as outras espécies que habitam o planeta. "A vida não é útil"&nbsp; e realmente... de forma até mesmo melancólica, ele coloca a vida como algo a ser desperdiçado, onde o individuo em si não desfruta de suas potencialidades e prazeres graças a busca incessante pelo sucesso e adequação na tentativa de transformar a vida em algo "útil" e de se fazer valer a pena enquanto em uma realidade repleta de estereótipos, preconceitos e desigualdades. Enfim, o livro querendo ou não nos leva a um autoquestionamento, onde sinceramente acabo me frustrado e não tenho outra perspectiva se não a&nbsp; de uma vida voltada ao adequamento, sucesso financeiro e conquistas superficiais... onde a única coisa que nos move além da ganancia e competitividade impostos pelo sistema são nossas conquistas pessoais, não só as superficiais, mas sim as intimas, espirituais e as boas memorias feitas a partir das relações, experiencias e elos formados durante a nossa "sobrevivência" providenciada pelo ambiente.<br><br>Me lembro muito desse trecho na musica "Vida Loka ||" onde valorizam a simplicidade e a carga presentes tanto na natureza do ambiente, quanto na situação colocada.<br><br>" E eu que, e eu que sempre quis um lugar<br>Gramado e limpo, assim, verde como o mar<br>Cercas branca, uma seringueira com balança<br>Disbicando pipa, cercado de criança " .</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-22 02:29:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vitorfelix4</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2630332428</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao contrário da leitura da Carta de Achamento, este livro conseguiu me prender um pouco mais a sua leitura. Minhas primeiras impressões era de que não iria gostar muito do livro, mas acabei me surpreendendo bastante, pois até que gostei de ler este livro. Também consegui me encontrar um pouco mais no vocabulário utilizado. Foi uma boa leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-22 18:17:40 UTC</pubDate>
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         <title>Giulia de Oliveira Rodrigues </title>
         <author>giuliaoliver11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631269991</link>
         <description><![CDATA[<div>Sobre as primeiras impressões... O título já me trouxe um ar filosófico e um pouco pessimista, percebi que o autor irá falar bastante sobre a nossa relação com o ambiente, com a natureza. Pelo pouco que li, senti também que terei uma leitura fluída, não acho que terei dificuldade em continuar, o autor escreveu de uma forma bem clara.&nbsp;<br>Acredito que o objetivo do autor será a reflexão sobre a nossa existência.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-24 00:06:51 UTC</pubDate>
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         <title>Giulia de Oliveira Rodrigues </title>
         <author>giuliaoliver11</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631280997</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Profundo e necessário!</strong><br>"A vida não é útil" desmonta e reestrutura o nosso modo de pensar e a nossa visão sobre o mundo. Falando um pouco sobre como ele afirma que a cidade está no modo automático, onde os lugares são bem próximos um do outro, bem acessíveis. Enquanto os povos originários precisam passar dias e dias para conseguir caçar. A formação do mundo como uma mercadoria, onde uma criança desde pequena é ensinada a ter o pensamento automático, programado, pré-definido. Somos gananciosos demais para permanecermos apenas com a natureza, e também somos o principal agente problemático do planeta. A preocupação com coisas tão superficiais, tão "inúteis" chega a ser o nosso principal objetivo, onde somos cobrados para sempre fazer algo significativo, algo útil, algo produtivo. <br><em>"A vida é mais do que tudo isso"</em> foi uma frase impactante e que, de certa forma, me deu aquele gatilho para começar a refletir. Gostei bastante do livro e super recomendaria para outros amigos.&nbsp;<br>Uma música que eu poderia relacionar com esse livro se chama FNF, de stray kids. “FNF” significa “Flora &amp; Fauna”, se referindo a plantas e animais. A música foi feita em memória da perda de flora e fauna devido aos incêndios florestais ocorridos na Austrália de 2019 a 2020.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-24 00:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>Samuel Ferreira da Cruz</title>
         <author>fsamuel4</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631865901</link>
         <description><![CDATA[<div>Li 8 páginas.&nbsp;<br>De fato, a linguagem do livro é totalmente distinta da coloquial e é repleta de termos que hoje em dia são ineptos.&nbsp;<br>A carta marca o encontro dos portugueses colonizadores e os indígenas nativos. De certo modo, é interessante ver a visão europeia sobre os nativos que aqui se encontravam, repleto de estigmas e preconceitos sobre um povo desconhecido. A prior, é notório os interesses primoridas dos colonizadores sobre aquele povo, notando que a relação com os nativos poderiam render-lhes commodities e, principalmente, ouro. Da mesma forma, nota-se a fauna e flora da época sendo citado papagaios e casquavéis no litoral brasileiro.&nbsp;<br>No geral, achei a linguagem desnecessariamente formal, mas reconheço que é um anacronismo da minha parte achar que uma carta ao rei portaria de linguagem coloquial. Igualmente, gostei de ter lido essas páginas da carta para me aprofundar nas impressões dos colonizadores sobre os nativos.<br>Por fim, queria colocar um trecho que gostei bastante aqui:<br>"A feição deles é serem pardos, maneira de avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem-feitos. Andam nus, sem nenhuma cobertura. Nem estimam de cobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros, de comprimento duma mão travessa, da grossura dum fuso de algodão, agudos na ponta como um furador."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-25 21:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>Samuel Ferreira da Cruz</title>
         <author>fsamuel4</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631900971</link>
         <description><![CDATA[<div>Li o primeiro capítulo. A leitura não é cansativa, entretanto, não me instigou a ler mais.<br>O autor desenvolve uma narrativa de dívida humana com a Terra, utilizando crises ecológicas como débitos. De certo modo, há fundamentos no que ele diz, ainda ele se utiliza da pandemia como elemento que evidência os desastres que nós humanos causamos no meio ambiental e nossa efemeridade diante da Terra.<br>Acho que ainda não tive um contato aprofundado com o livro para embasar mais minha opnião sobre ele, por hora, são essas as minhas impressões atuais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-25 23:52:52 UTC</pubDate>
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         <title>Lais Tibucheski</title>
         <author>laistibucheski</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631918932</link>
         <description><![CDATA[<div>Lendo um pouco do livro, pude perceber que o autor faz bastante críticas ao ser humano, a ganância e aos malefícios que causamos. Indo mais a fundo, notei também que é um livro bastante crítico e reflexivo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 00:21:03 UTC</pubDate>
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         <title>Lais Tibucheski</title>
         <author>laistibucheski</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631922352</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primeira etapa, li pouco sobre o livro e achei que fosse gostar, mas depois, percebi que a linguagem era um pouco difícil e que o livro foi ficando entediante e monótono, isso fez com que eu perdesse o interesse e demorar para continuar lendo. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 00:24:44 UTC</pubDate>
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         <title>Laís Tibucheski</title>
         <author>laistibucheski</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631940890</link>
         <description><![CDATA[<div>Lendo um pouco mais ao fundo do livro eu percebi que a linguagem não é muito fácil de entender e que o livro foi desprendendo minha atenção cada vez mais, isso porque no começo ainda estava interessante, mas depois acabou que ficou monótono pelo fato de ser muito pessimista o tempo inteiro e ser sempre o mesmo único assunto, mas abordado de formas diferentes. Obviamente que não estou falando que o livro é ruim tiveram muitas partes que chamaram a minha atenção, e que considero muito importantes e reais, como a fala "Quando o último peixe estiver nas águas e a última árvore for removida da terra, só então o homem perceberá que ele não é capaz de comer seu dinheiro". Essa fala foi um impacto muito grande para mim pois senti que faz total sentido e que a ganância do ser humano é com certeza muito grande, o fato das pessoas não levarem a sério impactos ambientais me entristece, e nesse ponto o autor tem total razão, só acho que o tema poderia ser abordado de forma que chamasse mais atenção!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 00:43:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lais Tibucheski</title>
         <author>laistibucheski</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631944048</link>
         <description><![CDATA[<div>Pra falar a verdade eu Achei bem difícil de entender o livro, e compreendi pouco, mas pelo pouco que compreendi, acredito que faltou uma abordagem mais inclusiva com a visão dos povos indígenas, pois a visão que o livro destaca é a visão Europeia. A forma como os portugueses viam os indígenas era extremamente esteriotipada e preconceituosa, isso foi passado de certa forma para o livro, por exemplo em falas como "selvagens", em uma tentativa de compara-los com animais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 00:46:42 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Lais Tibucheski</title>
         <author>laistibucheski</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2631950945</link>
         <description><![CDATA[<div>Finalizando o livro eu achei um tema bacana, mas que no final acabou ficando monótono, apesar de ter tido partes que me prenderam e ser um tema extremamente relevante e importante para a sociedade atualmente. concordo com muitos pontos do livro, e achei uma leitura interessante, mas continuo com a minha opinião de que poderia ter sido abordado de uma forma que prendesse mais a atenção do público. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-26 00:53:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Juan calu</title>
         <author>juancalu</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2633525734</link>
         <description><![CDATA[<div>Cheguei na página 50,acabei me atrapalhando na minha rotina de leitura,muitos dias sem ler acabei não conseguindo terminar<br>Mas o tema em si eu gostei,em comparação ao outro livro me senti mais empolgado com sua leitura</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 14:19:08 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Juan calu </title>
         <author>juancalu</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2633526826</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse&nbsp;eu também não terminei,cheguei até a pagina 20,não sei se pela sua leitura complicada,ou seu tema pouco agradável aos meus olhos,proscrastinei muito e acabei não terminando,mas até onde eu li eu relativamente "gostei"</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 14:20:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>ysuzane</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2633844200</link>
         <description><![CDATA[<div>Acho que descrevi minhas principais percepções nos últimos relatos, nao acredito ter sido impactada pela leitura desde então.<br>Não conclui a carta, mas ao chegar ao fim do livro podemos concluir a importância da reflexão trazida. É muito importante que nos dediquemos a dissolver a colonialidade do poder que ter cercado nossa sociedade, de modo que possamos reavaliar valores e pensamentos de forma desprendida,&nbsp;e não mais condicionados a uma cultura absolutista e racional, que nega a natureza, os sentimentos, os processos e as incertezas que compõem a essência humana.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 01:00:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriafelix1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634712888</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao decorrer da leitura, que foi árduo porque não estou acostumada a esse tipo de escrita, consegui perceber que há um certo tipo de fascínio de Pero Vaz com a descoberta. E assim, ver as relações dos europeus com o povos indígenas me deixou indignada, principalmente por causa da forma que os indígenas eram sempre relegados a uma imagem de inferioridade e desprezo por parte dos europeus, chegando ao nível dos europeus imporem sobre eles sua fé, sem o mínimo de respeito, querendo que eles fizessem "catequese". Enfim, com a leitura, consegui compreeder mais como eram as relações entre europeus e indígenas, que olhavam para os europeus com olhares de admiração e, em troca, eram inferiorizado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 01:20:36 UTC</pubDate>
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         <title>Paula Candido </title>
         <author>paulinhalt3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634726344</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao finalizar a leitura da carta, continuo com algumas opiniões muito semelhantes as de quando comecei a leitura, sinto que foi uma leitura bem desgastante e pouco engajada,<br>reconheço a grande importância do livro para a formação de um conhecimento seguro sobre o achamento do Brasil, mantendo sempre em mente o contexto do livro (sendo escrito do ponto de vista português).<br>Durante a leitura tive poucos pontos de interesse específicos, porém, achei muito curioso a forma com que os portugueses viam a ideia de se evangelizar os povos índigenas como um negócio prestes a entrar em ascensão, mesmo que os povos indígenas só estivessem interessados em conhecer a nova cultura sem ceder da sua própria, a ideia de impor os seus princípios em cima de alguém para sua "salvação" me incomoda muito, juntamente com a forma que a carta se refere aos povos como pessoas vazias de cultura, esse ponto de vista dos portugueses se vendo como "corretos" e superiores me incomoda principalmente por ver as consequências de se oprimir uma cultura, mesmo o livro tratando as interações como algo pacífico ainda não consigo levar de uma maneira "leve" e entender completamente o ponto de vista português, principalmente por discordar da maneira em que acabam impondo sua cultura sobre outras que consideram "inferiores".<br>Sinto que não tive um aproveitamento tão bom da leitura e muito menos absorvi tão bem o conteúdo passado pelo livro, pretendo reler o livro com calma e paciência futuramente e quem sabe chegar em reflexões diferentes sobre o tema, sinto que no momento não consegui abrir a minha cabeça tão bem para olhar de outro ponto de vista o achamento, considerando que desde o primeiro contato com esse acontecimento sempre achei algo desnecessário e ofensivo, acho importante tentar entender todos os pontos de vista de um acontecimento, porém, não sinto que fiz isso corretamente nessa leitura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 01:35:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriafelix1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634727881</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar da leitura ser exaustiva, o livro é bastante edificante. O autor nos trás o tempo todo formas de reflexões sobre o que estamos fazendo, ou deixando de fazer com nossas vidas em sociedade e como nos tornamos egoístas e só somos úteis quando produzimos e, apesar dele falar o óbvio, ainda sim é marcante, pois estamos acostumados com o óbvio, a forma como a nossa sociedade é moldada&nbsp; é comum para nós, mesmo que seja injusta, é a que nós nos acostumamos a viver e mudá-la, mesmo que aos poucos, será trabalhoso.<br>Como o autor mostra ao decorrer do livro, estamos acabando com o mundo para saciar nossa vontade de consumir, não nossa necessidade, mas por puro luxo mesmo, a fim de ter status ou algo do tipo, estamos acabando com tudo aquilo que conhecemos por natural.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 01:37:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>vitoriafelix1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634796704</link>
         <description><![CDATA[<div>Destruímo-nos a nós memos a fim de contruírmos&nbsp; apenas para nós mesmo. Buscamos nas coisas, em lugares, comidas...algo que não sabemos o que é, mas queremos, talvez alegria, poder, satisfação, prazer, glória ou apenas sentir algo, mas a que custo?...bem, a custo de tudo e a custo de nada, pois tudo não vale nada e o nada, vale tudo.<br>Ailton descreve a  vida como algo a ser desperdiçado, afinal, a vida não é útil, pois individuo em si não desfruta de si mesmo, de suas capacidades, potenciais  e até mesmo prazeres e isso faz com que busquem uma incessante e inalcançável sensação de sucesso e adequação. Uma v tentativa tola e ineficaz de transformar a vida em algo "útil", de se fazer valer a pena enquanto se vive em uma realidade repleta de estereótipos, preconceitos e desigualdades.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Ailton defende que devemos mudar nossa relações, não apenas com nós mesmo e com os outros, mas como o mundo no geral, isso engloba não só a socieade, mas a natureza. Ele enfatiza isso, não apenas com palavras, mas coma exemplos, nos fazendo pensar não somente na lógica, mas de forma filosófica, poética ( muitas vezes brutais), e social. Achei a leitura agregadora, porém não é o gênero textual que eu gosto, não teria terminado a leitura se não fosse pelo clube, de todo modo, foi interessante.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:51:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vitoriafelix1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634818210</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem, como disse anteriormente, a carta deixa explícita a relação entre os idígenas e os europeus, mas sempre deixando claro que a carta foi escrita por um português .Antes de a ler  eu acreditava que suas relações eram diferentes. Odiei a forma como os ídigenas foram descritos, como animais, por serem doces, ingênuos etc.e, pior ainda, como se retratavam das mulheres, sendo que claramente, assim como os portugueses, eles também eram humanos, com as memas capacidades cognitívas e emocionais que os europeus, que estavam desbravando e conheceno o "novo mundo" . Mesmo com os indígenas admirando os portugueses e suas posses, os portugueses ainda os viam como algo a ser consertado, refletindo a falta de compreensão em relação a cultura nativa, contribuindo, posteriormente, com o processo de colonização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 03:13:48 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julioduarte1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634835137</link>
         <description><![CDATA[<div>Terminei a carta de Achamento, de fato é uma linguagem que pode ser considerada bem antiquada e de difícil compreensão, pois diversos termos que são utilizados, são raramente vistos na linguagem utilizada atualmente, mas até que eu achei tranquilo de compreender o que o autor quis dizer ao longo do texto.&nbsp;<br>Quanto ao conteúdo, eu já esperava uma visão bem estereotipada dos povos nativos por parte dos portugueses, mas ao ler a carta vi algo ainda maior, além de em todo o texto ter uma visão de povo primitivo quanto aos indígenas, ainda no final do texto os coloca como um povo que precisa ser salvo, e ao longo do texto vemos também como eles pretendem impor a sua cultura cristã diante dos povo Indígenas.&nbsp;<br>Também é possível ver algo que debatemos em sala, sobre aquele sentimento português de povo escolhido para desbravar o mundo, nesse caso, Caminha utiliza do mesmo pensamento, mas dessa vez pra colocar como se os portugueses tivessem sido escolhidos por Deus pra encontrar aquele local e salvar aquele povo. Quando na realidade vimos exatamente o contrário, um povo que só trouxe destruição e morte para a nação que depois se chamaria Brasil.&nbsp;<br>No geral achei uma leitura até que interessante, em alguns momentos entediantes mas acredito que agregou algo, achei interessante também como os indígenas se relacionavam com os portugueses, e outro ponto que me chamou atenção, foi os portugueses se incomodarem até de mais com a inocência dos indígenas, que é algo que eu acredito que deveria ter servido de exemplo pros portugueses e não algo que deveria ser reprovado, mas no geral foi isso gostei dessa tal leitura aí várias ideias.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 03:43:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jonasjoao</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2634844918</link>
         <description><![CDATA[<div>Bem terminei de ler, e o que mais me interessou foi a ideia de maior contato com a natureza, desde sempre vivemos em contato com a natureza, esse convívio com ela nos trazia maior noção da importância da Natureza para nós e aos seres vivos ao redor, a ideia de respeitar o tempo da natureza. Porém com a criação do conceito de sociedade junto da nossa ganância insaciável por recurso começamos a destruir o que era o mais importante para nós, e algo que está cada vez mais próximo é a perda total da natureza e dos recursos só assim percebendo nossa tirania. Esse tá longe de ser o único ponto trabalhado mas é o que mais me chamou atenção no final. Krenak durante todo livro falou da humanidade e sua tirania/ignorância/ganância utilizando dos conceitos já ditos no mundo mas que foram naturalizados ou aceitos, apenas adicionando alguns questionamentos o que já são suficientes para me fazer pensar neles.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 04:01:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>almeidabarbosa1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635100494</link>
         <description><![CDATA[<div>De início o título e a capa me chamaram muita atenção e me despertou um interesse em saber sobre o que o livro se tratava. Não tive dificuldade com a leitura pois&nbsp; o autor foi claro desde o início do livro e gostei bastante nessa narrativa, e de como me fez refletir sobre as coisas da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 11:10:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>almeidabarbosa1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635118824</link>
         <description><![CDATA[<div>No capítulo " Máquina de fazer coisas" me prendeu e me fez pensar muito em relação a natureza e a como somos ingratos e como a sociedade age diante a isso. Uma das frases que mais gostei desse capítulo foi “Vocês piraram, se<br>esqueceram quem são e agora estão perdidos achando que
conquistaram algo com os brinquedos de vocês”</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 11:50:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>almeidabarbosa1</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635154367</link>
         <description><![CDATA[<div>Não consegui finalizar a leitura como gostaria, mas gostei muito ate onde li. O autor trás alguns pontos que talvez gere um certo desconforto nos leitores, pois trata de assustuntos da ignorância e ganância da sociedade, e nós faz pensar em como levamos a vida de uma forma onde sempre queremos dar sentido a algo.<br>Ailton fala sobre como deveríamos levar a vida de uma forma mais leve e nós conectarmos com a natureza, mas que não seja por algum de<br>tipo de pressão socialista, e sim por nós mesmos.<br>Pretendo ler o livro de novo para melhor compreensão do assunto tratado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 12:54:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Nicolas Dourado Anceli - Considerações finais do livro &quot;A vida não é útil&quot;</title>
         <author>nicolasanceli</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635156489</link>
         <description><![CDATA[<div>Infelizmente um ponto a ser comentado seria a falta de não ter lido o último comentário do livro, o qual tem o mesmo nome da obra, mas suponho que isso não será um empecilho tão grande a ser enfrentado no comentário.<br>Logo no primeiro capítulo se percebe como o autor critica a sociedade e o sistema que foi imposto a ela, o capitalismo, apresentando fatos e autores que realizam o mesmo tipo de crítica.<br>Ao decorrer da leitura é apresentado muitos fatos que eu concordei plenamente, como exemplo tratar o homem e a natureza como algo distintos, como se a humanidade e a natureza não tivesse ligação, e os poucos que tem a cada dia que passa são obrigados a perder essa conexão.<br>O autor expõe o pensamento Eurocêntrico sutilmente, por mais que eu já havia percebido que esse era um dos objetivos já no começo, deixando a obra um pouco previsível ao pensar nos assuntos antes mesmo de lê-la, o interessante e importante da forma que o autor escreveu a obra é que ele apresenta como o brancos subjugaram muitas outras culturas, histórias e raças por causa de se acharem superior às outras culturas e raças.<br>Infelizmente não foi possível finalizar a leitura do livro até o seu desfecho, mas as reflexões impostas foram reflexivas e incômodas a partir do momento em que você começa a se colocar no lugar dos alvos atacados pela sociedade, e pensar também de como hábitos do cotidiano moderno afetam indiretamente a natureza.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 12:57:36 UTC</pubDate>
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         <title> A vida não é útil- Henrique Corrêa Fernandes</title>
         <author>henriquecorrea5</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635166084</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O livro contém uma leitura muito reflexiva na minha opinião. A frase, "Ninguém come dinheiro", me deixou pensativo por uns 2/3 dias, sobre como nós vivemos por dinheiro, pensamos tanto sobre dinheiro, o futuro, na realização de metas financeiras que as vezes esquecemos&nbsp; de aproveitar o presente, as pessoas que estão conosco.<br>&nbsp;Após o início da leitura ocorreu uma situação em casa onde achei que perderia minha mãe, quanto mais eu lia sobre valorizar&nbsp; o presente&nbsp; mais eu me arrependia de atitudes que eu tinha; eu nunca tinha tempo para minha família, sempre ocupado tentando garantir "meu futuro", o livro me trouxe muitas reflexões que me fizeram pensar e mudar, agradeço a prof. Cristiane por indicar e nos transmitir uma leitura boa e fora da minha zona de conforto.<br>“Quando o último peixe estiver nas águas e a última árvore for</div><div>removida da terra, só então o homem perceberá que ele não é capaz de comer</div><div>seu dinheiro”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 13:13:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Carta de Achamento- Henrique Corrêa Fernandes</title>
         <author>henriquecorrea5</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635173979</link>
         <description><![CDATA[<div>A leitura da carta foi algo horrível para mim.<br>&nbsp;A forma como os nativos foram descritos, como se fossem errados, como se precisassem de conserto, isso me irritou. &nbsp;<br>&nbsp;A leitura é complexa, por conta da linguagem da época, o que me fez demorar umas 2 semanas para conseguir ler.<br>No geral, foi uma experiência incomoda,  mas consegui finalizar<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 13:26:38 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paula Candido </title>
         <author>paulinhalt3</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635204838</link>
         <description><![CDATA[<div>Nao tenho como definir essa leitura com outra a não ser incomoda, ler esse livro foi como levar um tapa na cara que mesmo depois de um bom tempo não para de arder.&nbsp;<br>Desde as primeiras páginas o livro trás críticas severas ao sistema em que a sociedade é conduzida atualmente, expondo escancaradamente que a maneira em que vivemos é insustentável e seguimos a nos iludir pelo apego a simbolismos inventados que não tem finalidade a não ser gerar desigualdade. O livro me fez relembrar todos os incômodos e problemas que eu sempre ignoro no dia a dia, o que é realmente revoltando, ver a bomba relógio que segue sendo alimentada a cada segundo e saber que não há nada que você possa fazer é agoniante, saber que a única maneira de desviar disso é uma mudança drástica no modo de viver coletivo gera um certo desespero e uma desilusão.&nbsp;<br>O livro traz uma reflexão muito importante que todos façam em suas vidas e que fez eu abrir novamente meus olhos aos danos gerados ao nosso planeta e perceber o egoísmo humano ao se colocar acima de todos os outros seres vivos e se achar extremamente necessário para o funcionamento do planta sendo que na realidade eles do atrapalham.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 14:13:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primeiras impressões  </title>
         <author>anaclemente12</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635363130</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Ferreira Clemente&nbsp;<br><br>A princípio, antes mesmo de iniciar a leitura imaginei que se tratava de outro relato como os que já li na escola; discriminando os indígenas e com um forte discurso ideológico dos colonizadores sobre "salvá-los do paganismo e civilizar aquele povo".<br>&nbsp; Entretanto, tive uma surpresa consideravelmente boa. A narração de Caminha, embora não seja imparcial, também não trata até então da descrição dos nativos de modo a inferiorizá-los, mas sim comparar seus costumes e comportamentos a partir de uma perspectiva surpresa e intrigada. Um bom exemplo disso pode ser notado ao analisar como ele descreve o fato dos indígenas não utilizarem roupas; apesar de ser chocante, ele reconhece que não existe maldade no modo como os indígenas vivem. No mais, tem sido uma leitura interessante e pretendo ver como se encaminha.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 19:19:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Primeiras impressões </title>
         <author>anaclemente12</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635364241</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Ferreira Clemente&nbsp;<br><br>Iniciei essa leitura muito interessada, principalmente por conta do autor. Até então não o conhecia e não tinha acessado a literatura indígena.<br>&nbsp; &nbsp;O começo da leitura é bem provocativo, ele questiona o modo de vida que hoje nós levamos, e como construir nossos "avanços" de acordo com uma perspectiva capitalista, produtiva e exploratória resultou na "resposta da Terra a nossa negligência" (pandemia de 2020). Ele explica como algumas pessoas da história foram descritas como incríveis e fortes, quando na verdade elas eram suscetíveis a adoecer e morrer assim como qualquer outra pessoa. Também argumenta sobre como esse tempo todo nós tivemos a impressão de que tínhamos controle sobre a Terra, quando na verdade ela faz o que quiser, o que demonstra que ela está viva.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A vida não é Útil começa como um tapa na cara, uma exposição sobre subestimar os nativos, quando na verdade nem sabemos direito como lidar com a natureza e que pra isso precisamos da ciência e de teorias (não que isso seja ruim), para que alguns idiotas entendam coisas que certas pessoas já sabiam há pelo menos 500 anos atrás.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 19:20:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento da leitura </title>
         <author>anaclemente12</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635364648</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Ferreira Clemente&nbsp;<br><br>O desenrolar da carta não fugiu muito do que imaginei. Após fazerem os primeiros contatos com os portugueses, a atenção para conquistar a confiança e fé desses indígenas prossegue.  Até então, fazem uma cruz e uma pequena capela para as orações e adorações. Aos poucos, outros indígenas vão se juntando aos portugueses nas missas de maio. Até que então uma moça pergunta se há algo com o que ela possa se cobrir, e então percebemos esse panorama do processo de catequização dos povos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 19:21:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento de leitura</title>
         <author>anaclemente12</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635365373</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Ferreira Clemente&nbsp;<br><br>A leitura continua muito complexa, e gosto muito como ele fala minuciosamente sobre vestígios de exploração e suas consequências aqui no nosso país; nomes como Minhas Gerais, Diamantina, Ouro Preto, por que têm esses nomes? Quem enriqueceu com as escavações e mineração desses lugares e, por outro lado, quem sofreu com os desastres de Brumadinho e Mariana? Achei esses detalhes muito interessantes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 19:22:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chegando ao fim </title>
         <author>anaclemente12</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635365627</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Ferreira Clemente&nbsp;<br><br>É interessante e infeliz ler os últimos trechos e pensar que todos aqueles detalhes minuciosos, toda a manipulação com os indígenas e sua catequização foram em prol de um "avanço" que hoje não reconheço muito bem. Pois não é um avanço se tentaram então, escravizar esses povos e trouxeram outros para trabalharem forçadamente por meio século. Não é um avanço se apagaram parte da vida e história desses indígenas.&nbsp;<br>&nbsp; Entretanto foi uma leitura interessante, graças aos detalhamento consegui imaginar bem os cenários e acontecimentos, Caminha era um ótimo narrador.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 19:23:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Chegando ao fim</title>
         <author>anaclemente12</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2635365900</link>
         <description><![CDATA[<div>Ana Beatriz Ferreira Clemente&nbsp;<br><br>Gosto muito como Krenak engloba e encerra sua coletânea de opiniões. Tive a sensação de ler um desabafo que foi reprimido por diversos anos, como se ele desse poder a vozes que há muito tempo foram silenciadas e que hoje falam em nome da Terra e da prevalência do ser humano nela.&nbsp;<br>&nbsp;Ele fala sobre perda, e como a partir disso se valoriza mais a vida ao invés dos valores que a rodeiam. Infelizmente, os indígenas sempre estiveram na posição de vulnerabilidade em relação as próprias vidas, por constantemente serem ameaçados com a negligência dos outros. Mas ao invés de simplesmente jogar essa onde de críticas sobre esse modo de viver em nós, ele explica e nós desperta para a consciência do que buscamos e se realmente vale a pena. Se essas lutas individuais são tão importantes assim enquanto damos as costas para nossos semelhantes, sendo que não estamos sozinhos e inevitavelmente necessitamos do coletivo para sobreviver. Gostaria que esse livro alcançasse mais pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 19:24:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Samuel Ferreira da Cruz</title>
         <author>fsamuel4</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2640144029</link>
         <description><![CDATA[<div>Terminei de ler a carta. Essas últimas páginas foram muito interessantes para mim, pois são mais descritivas em relação às demais. Nota-se, de forma substancial, uma relação benévola dos nativos e uma clássica abordagem imperialista dos portugueses nesse último ponto da carta. Além disso, também podemos perceber um desacato e visão eurocêntrica dos colonizadores, principalmente no seguinte trecho: <em><mark>"Trazia este velho o beiço tão furado, que lhe caberia pelo furo um grande dedo polegar, e metida nele uma pedra verde, ruim, que cerrava por fora esse buraco. O Capitão lha fez tirar.[..] Estivemos sobre isso rindo um pouco; e então enfadou-se o Capitão e deixou-o."</mark></em><mark> </mark>Nesse trecho, está claro o preconceito português com os indígenas, sendo de certo modo até repugnante lê-lo. Por fim, o que mais me prendeu, como já dito, foram as descrições do modo de vida dos indígenas, principalmente suas ferramentas e moradias, sobre as quais Pero Vaz detalhou tanto ao rei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-07 02:55:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Samuel Ferreira da Cruz</title>
         <author>fsamuel4</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2654387524</link>
         <description><![CDATA[<div>terminei o livro do krenak e mantive-me com a mesma opinião. O livro traz pautas e visões interessantes sobre questões ambientais, entretanto, achei maçante e repetitivo. Ele traz suas visões nos primeiros capítulos do livro e depois invés de aprofundá-las, só as reforça não mudando nada. Daria uma nota 7 por ser um livro de um estilo literário meio subestimado, só não fecharia com 10 por ser muito repetitivo e facilmente expresso em poucos capitulos. Por fim, como produção, fiz um desenho da visão européia dos nativos aqui com as descrições presente na carta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-01 22:24:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Espaço para postagem dos vídeos referentes ao 3º bimestre</title>
         <author>cristianesantana5</author>
         <link>https://padlet.com/cristianesantana5/3s6edcdtqp4c9gqf/wish/2658780808</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tópico vocês deverão inserir os links para os vídeos (conforme orientações no AVA/Moodle)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-09 14:56:46 UTC</pubDate>
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         <title>Alunas: Fernanda, Giulia e Lais</title>
         <author>fnobre2</author>
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         <title>Alunos: Juan, Vinicius e Victor</title>
         <author>victorleal8</author>
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         <title>Aluna: Sophia Patriota Januário </title>
         <author>sophiaj16</author>
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         <title>Alunos : Nicollas Gabriel , Daniel Vicente e Samuel Vitor </title>
         <author>nicollasg</author>
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         <title>Juan Xavier e Bruno</title>
         <author>crispimvitor</author>
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         <title>Alunos: Henrique, Nicolas D. e Beatriz de Almeida</title>
         <author>nicolasanceli</author>
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         <title>Alunos: Júlio Andrade, Nathalye Vitoria e Weslayne Caldeira</title>
         <author>julioduarte1</author>
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         <title>Resenha Olhos D&#39;água </title>
         <author>anaclemente12</author>
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         <title>Clube de Leitura - 3º Bim - Matheus</title>
         <author>matheuscardoso14</author>
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