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      <title>Padlet Andreya  by </title>
      <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-19 09:43:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Al 1.1 Queda livre: força gravítica e aceleração gravítica</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924820070</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo: determinar a aceleração no movimento de queda de objetos com diferentes massas <br> <strong>Proposta pré laboratorial <br>1) </strong>a ). a) A expressão «queda livre» significa que a única força que atua sobre um corpo é a força<br>gravítica.<br>b) À aceleração do corpo em «queda livre», chama-se aceleração da gravidade (ou aceleração<br>gravítica).<br>c) Rigorosamente, sobre a Terra atuam as forças resultantes da interação com todos os<br>outros astros, por exemplo, a Lua ou os outros planetas do sistema solar. No entanto, a<br>força que o Sol exerce na Terra é muito superior às restantes forças. Assim, ao analisar-se<br>o movimento da Terra em relação ao Sol, pode considerar-se apenas a força gravítica que<br>o Sol exerce na Terra. À semelhança do que ocorre com um corpo que cai para a Terra,<br>pode afirmar-se que a Terra está em queda livre para o Sol.<br>d) Um paraquedista não está em queda livre pois as forças de resistência do ar que nele atuam<br>não são desprezáveis.<br>2. a)<br>b) A maçã em queda livre tem um movimento retilíneo uniformemente acelerado. A aceleração<br>tem sempre a mesma direção e o mesmo sentido da resultante das forças. Logo, como a<br>resultante das forças, o peso da maçã, tem a direção da velocidade, a aceleração também<br>terá, o que significa que o movimento é retilíneo (a velocidade apenas varia em módulo). O<br>sentido da resultante das forças, e da aceleração, é também o da velocidade, o que implica<br>que o movimento seja acelerado. Como a altura de queda é pequena, comparada com o raio<br>da Terra, a força gravítica que atua na maçã é constante e, em consequência, também a<br>aceleração, daí tratar-se de um movimento uniformemente acelerado.<br>c) A aceleração de queda livre é a aceleração gravítica, e esta é igual para todos os corpos,<br>independentemente da sua massa.<br>3. Uma célula fotoelétrica pode acionar o cronómetro digital quando o feixe de luz entre as suas<br>hastes é interrompido ou resposto. Se um corpo atravessar o feixe de luz da célula<br>fotoelétrica, o cronómetro mede o intervalo de tempo que a espessura do corpo demora a<br>passar pelo feixe. Por isso, pode calcular-se a velocidade média do corpo pelo quociente<br>entre a espessura do corpo e esse intervalo de tempo. Esta velocidade média aproxima se <br>tanto mais da velocidade no instante em que o feixe começa a ser interrompido quanto<br>menor for o intervalo de tempo que o corpo demora a atravessar o feixe de luz (se o intervalo<br>de tempo for muito pequeno, a variação de velocidade nesse intervalo é desprezável).<br>4. Mede-se o intervalo de tempo que a esfera demora a percorrer a distância entre as duas<br>fotocélulas e determinam-se as velocidades com que a esfera atravessa as fotocélulas 1 e 2,<br>medindo os tempos de passagem e o diâmetro da esfera. Pode calcular-se a aceleração da<br>esfera, que é a aceleração gravítica, pelo quociente entre a variação de velocidade e o<br>intervalo de tempo que a esfera demora a ter essa variação de velocidade (intervalo de<br>tempo que levou a percorrer a distância entre as duas fotocélulas).<br><strong>Diagrama de procedimentos <br></strong>1. Meça o diâmetro das esferas com uma craveira. Registe o resultado das<br>medidas tendo em conta a incerteza absoluta de leitura do instrumento.<br>2. Ligue apenas a célula 2 ao cronómetro, selecionando o modo correto (A<br>ou B). Deixe cair uma esfera imediatamente acima da célula 1, de modo<br>que a sua velocidade, quando passa por esta célula, seja praticamente<br>nula. O cronómetro registará o tempo de passagem da esfera pela<br>célula 2.<br>3. Registe a incerteza de leitura do cronómetro e o valor lido nele. Repita<br>este procedimento mais duas vezes.<br>4. Tendo as duas células ligadas, e selecionando o modo correto no<br>cronómetro digital (A ou B), volte a deixar cair a esfera imediatamente<br>acima da célula 1: o cronómetro mede o tempo de queda entre as duas<br>células. Repita o procedimento mais duas vezes. Registe os dados<br>obtidos.<br>5. Repita todos os procedimentos anteriores, mas agora com a outra<br>esfera.<br>6. Construa uma tabela para registar os dados experimentais.<br><strong>Materiais <br></strong>• Células fotoelétricas;<br>• Cronómetro digital;<br>• Esferas de diferentes massas;<br>• Suporte universal;<br>• Craveira;<br><strong> <br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 09:44:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924820070</guid>
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      <item>
         <title></title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924820630</link>
         <description><![CDATA[<div>Cálculos </div><div>V: = 0 m/s</div><div>Np = 9,088 + 8, 216 + 7,686 : 8,350ms</div><div>desvia</div><div>10,008350s</div><div>+ desbio perc</div><div>Atq = 163,03+190.59+ 193,59: 182,403 ms</div><div>celviol</div><div>7 desvio pera.</div><div>70,1824035</div><div>vf- 0,018</div><div>- ~ 2,156 mls</div><div>0,00835</div><div>am = 2,156 ~ 11,8 m/53</div><div>0, 182403</div><div>Esbs = 11,8 - 9,8 = 2</div><div>E ресс. = 2 x 100 ~ 20%</div><div>9,8<br><strong>Propostas pós laboratoriais <br></strong>1.2) lA = (002050 = 0,00005) ; 6 (0,01502020).</div><div>Esfera A</div><div>Esteca B</div><div>7,171 ms</div><div>Ae passagem/s (10,001) (m/s) De pragens (1900) vinh</div><div>7, 109ms 4,222</div><div>5,801</div><div>2,839</div><div>, 385ms m]</div><div>5,868</div><div>5,792</div><div>2,641</div><div>5,782<br><br></div><div><br></div><div>2. As medidas diretas são as obtidas com a craveira (diâmetro da esfera) e com o cronómetro<br>digital (tempo de passagem da esfera em frente à fotocélula 2, e tempo que a esfera<br>demorou a percorrer a distância da fotocélula 1 à 2). As medidas indiretas são a velocidade<br>e a aceleração.<br><br>3. Erros experimentais que poderão ter sido cometidos:<br>– as esferas poderão não ter velocidade nula na posição da primeira fotocélula, pois há<br>alguma dificuldade em colocá-la tão perto sem que o cronómetro inicie a contagem do<br>tempo;<br>– as esferas poderão também não interromper o feixe exatamente com o seu diâmetro <br><br>4. Os valores obtidos para a aceleração gravítica com as duas esferas são muito próximos. Com<br>ambas as esferas, obteve-se um valor maior do que o valor tabelado da aceleração gravítica.<br>As diferenças poderão resultar dos erros experimentais identificados em 3. (prevê-se que<br>ambos os erros conduzam a uma determinação da aceleração gravítica com um erro por<br>excesso).<br><br></div><div>6. Se o diâmetro da esfera não estiver alinhado com o feixe de luz, o feixe é interrompido por<br>um tempo menor do que o que seria se tivéssemos o diâmetro alinhado. Como não se sabe<br>exatamente qual a espessura do corpo que corta o feixe, e se continua a admitir que é o<br>diâmetro, vão calcular-se velocidades maiores e, como resultado disso, a aceleração<br>determinada será maior do que se houvesse alinhamento.<br><br>8. A esfera de maior raio tinha uma massa mais de duas vezes maior do que a mais pequena.<br>Porém, os valores encontrados para as acelerações das duas esferas são muito próximos,<br>sendo que as diferenças verificadas resultarão de erros e de incertezas nas medidas<br>efetuadas. Então, pode concluir-se que a aceleração de queda livre não depende da massa.<br>Logo, os amigos teriam a mesma aceleração de queda.</div><div><br></div><div><strong>Discussão dos resultados <br></strong>Nesta atividade laboratorial não foram usadas esferas mas sim fitas com uma faixa preta perto das pontas e uma com uma faixa preta perto de apenas umas das pontas , em termos de erros experimentais <br>As fitas poderão não ter a mesma velocidade inicial nula as fitas poderão não interromper o feixe devido a algum fator externo como o vento que poderia desviar a fita das células fotoelétrica.<br><br><strong>Conclusão <br></strong>Independente dos objetos que utilizamos para realizar esta atividade a aceleração gravítica não depende da massa mas os valores irão variar de acordo com os erros e as incertezas </div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 09:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>Al 1.2 Movimento de um corpo sujeito a forçaresultante nula e não nula</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924820960</link>
         <description><![CDATA[<div>Objetivo :<br>Estudar o movimento retilíneo de um carrinho que se move sobre um plano horizontal puxado por um fio (inextensível e de massa desprezível) ligado de um corpo suspenso a partir de gráfico de velocidade tempo do seu movimento <br><br><strong>Questões pré laboratoriais <br><br></strong>1. a) Segunda a teoria aristotélica, num corpo em movimento atua sempre uma força que o impele no<br>seu movimento e quando ela cessa o corpo fica em repouso. De acordo com a teoria aristotélica, o<br>trenó pararia se deixasse de ser empurrado.<br><br>b) Galileu afirmou que um corpo em movimento retilíneo manteria uma velocidade constante até que<br>uma força alterasse a sua velocidade. De acordo com a teoria de Galileu, o trenó acabaria por parar<br>quando se desloca numa superfície horizontal gelada, mas o motivo é que existe uma força que<br>altera a sua velocidade. Contrariamente ao defendido pela teoria aristotélica, Galileu afirma que é<br>a existência de uma força contrária ao movimento que diminui a velocidade, e apenas seria<br>necessária uma força para manter o trenó em movimento num plano horizontal na superfície<br>gelada para contrariar o efeito da força de atrito.<br><br>2. a) Usando um carrinho pode conseguir-se, devido às rodas, um baixo atrito (força de atrito<br>desprezável), o que não aconteceria com um bloco que desliza sobre a superfície. Durante uma<br>parte do movimento do carrinho, as forças que nele atuam na direção horizontal podem considerar-<br>se desprezáveis. Assim, com o carrinho é possível avaliar a existência de movimento retilíneo e<br>uniforme quando a resultante das forças é nula.<br><br>c) No carrinho, as forças na vertical anulam-se, e o mesmo acontece ao corpo após ficar no chão. A<br>força que faz mover o conjunto carrinho + bloco suspenso é o peso do carrinho.<br><br>d) Sendo 𝑎 o módulo da aceleração:<br>– as tensões no carrinho e no corpo têm aproximadamente o mesmo módulo: 𝑇A = 𝑇B;<br>– para o carrinho, de massa mA: 𝑇A = 𝑚A 𝑎;<br>– para o corpo, de massa mB: 𝑃B− 𝑇B = 𝑚B <br>– somando as expressões anteriores, membro a membro:<br>𝑃B− 𝑇B + 𝑇A = 𝑚A 𝑎 + 𝑚B 𝑎 ⟺ 𝑃B = (𝑚A + 𝑚B )𝑎<br>𝑎 =<br>𝑃B<br>(𝑚A + 𝑚B )<br>=<br>𝑚B 𝑔<br>(𝑚A + 𝑚B )<br>e) O movimento é uniformemente acelerado porque a aceleração de cada um dos corpos tem o<br>sentido do seu movimento e é constante. A aceleração é constante, porque a resultante das forças<br>em cada um dos corpos também é constante.<br>f) i) Como se viu em b), no carrinho apenas passarão a atuar a força gravítica (o seu peso) e a força<br>normal exercida pela superfície. No corpo no chão atuam o seu peso e a força normal exercida<br>pela superfície.<br>ii) Em ambos os casos, a resultante das forças é nula.<br>iii) O carrinho deverá ter um movimento retilíneo e uniforme, porque a resultante das forças que<br>nele atuam é nula, não variando a sua velocidade.<br><br><strong>Diagrama de procedimentos <br><br></strong>1. Fazer uma montagem com um carrinho, que se move sobre um plano<br>horizontal, ligado por um fio a um corpo que cai na vertical.<br>O fio deve ter um comprimento que permita a análise do movimento<br>quer quando o fio está em tensão, quer quando deixa de estar em<br>tensão.<br><br>2. Coloque no chão um material para amortecimento da queda do corpo<br>suspenso.<strong><br><br></strong>3. Posicionar o sensor de movimento perpendicularmente à trajetória, a<br>cerca de 20 cm do carrinho e ligá-lo à máquina de calcular.<br><br>4. Largar o carrinho e deixando-o deslizar pela calha por ação do corpo<br>suspenso.<br><br>5. Obtenha o gráfico velocidade-tempo para o movimento do carrinho, em<br>todo o percurso sobre a calha, e esboce esse gráfico no seu caderno.<br><br>6. Selecione um intervalo de tempo que inclua o instante em que o corpo<br>suspenso colidiu com o solo.<br><br>7. Verifique que existem duas zonas distintas e aproximadamente lineares<br>no gráfico. Selecionando os dados experimentais para intervalos de<br>tempo convenientes, obtenha, para cada uma dessas zonas, a equação<br>da reta de regressão (use a opção de estatística do sistema de<br>aquisição de dados).<br> <br><strong>Material <br><br></strong>• calha horizontal;<br>• sistema de aquisição de dados;<br>• carrinho;<br>• corpo suspenso;<br>• fio;<br>• roldana;<br><br><strong>Questões pós laboratoriais <br><br></strong>1. No gráfico, observa-se uma zona em que a velocidade aumenta proporcionalmente com o</div><div>tempo, um movimento uniformemente acelerado, e outra em que, apesar de se registarem</div><div>variações, o valor da velocidade oscila em torno de um valor, movimento uniforme.<br><br></div><div>2. O gráfico obtido é semelhante ao previsto na resposta às questões pré-laboratoriais<br><br></div><div>3. A partir da regressão linear, para o intervalo de tempo em que ocorreu aumento de</div><div>velocidade, a relação obtida para a velocidade em função do tempo foi 𝑣 = 6,26𝑡 − 1,634.</div><div>A componente escalar da aceleração é 6,26 m s−2</div><div>.<br><br></div><div>Para o intervalo de tempo posterior à colisão do corpo suspenso com o solo, tem-se</div><div>𝑣 = −0,085𝑡 + 3,35. Nesta situação a componente escalar da aceleração é −0,085 m s−2</div><div>.</div><div>4. A resultante das forças é a resultante das forças de atrito (o peso e a força normal anulam-</div><div>se). Verifica-se que, após o embate do corpo suspenso no chão, a aceleração não é nula, pois</div><div>regista-se uma ligeira diminuição da velocidade, revelando que o atrito se manifestou.</div><div>Contudo, a aceleração registada é muito pequena, mas não nula, e o seu efeito para</div><div>intervalos de tempo maiores conduziria a uma diminuição apreciável na velocidade, pelo</div><div>que, apesar de pequena, não se poderiam desprezar as forças de atrito.<br><br></div><div>5. Como o carrinho teve sempre alguma aceleração, a resultante das forças que atuam no</div><div>carrinho nunca foi nula.<br><br></div><div>6. Se o corpo estiver em movimento quando a resultante das forças que nele atuam se anula,</div><div>ele manter-se-á em movimento sempre à mesma velocidade, isto é, apresentará movimento</div><div>retilíneo uniforme.</div><div>Em muitas situações do dia a dia temos de exercer uma força nos corpos para que estes</div><div>mantenham uma velocidade constante, mas isso só acontece porque, quando esses corpos</div><div>entram em movimento, surgem outras forças a atuar neles, sendo as mais comuns as forças</div><div>de atrito. Se o corpo se mover com velocidade constante, a força que exercemos no corpo</div><div>anula-se com as restantes forças nele aplicadas.<br><br><strong>Discussão <br></strong><br></div><div>A carrinho pode ter encostado as beira da calha alterando os gráficos </div><div>O sensor do movimento pode ter ficado muito próximo do carrinho e vice versa <br>O corpo suspenso pode ter sido pesado ou leve demais conforme o peso do carrinho <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 09:44:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924820960</guid>
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         <title>Registro de medição Al1.2 </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924821242</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cálculos <br></strong>a, = vI-vi = 0,8-0,3 = 0,4 m/3°</div><div>tf-ti</div><div>1, 25</div><div>v(t), = Vo + at L→ v(t) = 0,30 + 0,40 <br>a2=0:1,50=0 ms<br>V(t)2=0,80+0t</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 09:45:08 UTC</pubDate>
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         <title>Al1.3 Movimento uniformemente variado:velocidade e deslocamento</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924821585</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivo :<br></strong>Medir a intensidade das resultantes de forças de atrito que atuam sobre um bloco numa travagem num plano horizontal&nbsp;<br><br><strong>Questões pré laboratoriais <br><br></strong>1. Variando a posição inicial A do bloco no plano inclinado: se se largar o bloco de diferentes<br>distâncias à base do plano, a altura inicial do bloco irá variar e, consequentemente, também<br>a velocidade com que o bloco chega à posição B.<br><br>2. Uma célula fotoelétrica pode acionar o cronómetro digital quando o feixe de luz entre as suas<br>hastes é interrompido, parando-o quando o feixe é reposto. Se um corpo atravessar o feixe de<br>luz da célula fotoelétrica, o cronómetro mede o intervalo de tempo que a espessura do corpo<br>demora a passar sobre esse feixe. Por isso, pode calcular-se a velocidade média do corpo pelo<br>quociente entre a espessura do corpo que atravessa o feixe e esse intervalo de tempo. Esta<br>velocidade média aproxima-se tanto mais da velocidade no instante em que o corpo passa pela<br>posição B, quanto menor for o intervalo de tempo que o corpo demora a atravessar o feixe de<br>luz. Assim, deve-se utilizar um corpo estreito para que o tempo de passagem seja pequeno, por<br>exemplo, uma tira de cartolina com cerca de 1,0 cm de largura que se cola sobre o bloco.<br><br>3. As forças que atuam são a força gravítica, a força normal e a força de atrito. A resultante das<br>forças é a força de atrito. A força normal é perpendicular à superfície, e, neste caso, o peso<br>também, dado que a superfície é horizontal. Sendo o movimento retilíneo, a resultante das<br>forças tem a direção do movimento, ou seja, horizontal. Assim, as forças que atuam<br>perpendicularmente ao movimento, a força normal e a força gravítica, anulam-se. Portanto,<br>a resultante das forças é a força de atrito.<br><br>4. Movimento uniformemente retardado. A resultante das forças, a força de atrito, tem sentido<br>oposto ao do movimento e, pela segunda lei de Newton, a aceleração e a resultante das<br>forças têm sempre a mesma direção e o mesmo sentido. Sendo o sentido da aceleração<br>oposto ao da velocidade, tal significa que o módulo da velocidade diminui, isto é, o<br>movimento é retardado.<br>Prevê-se que a resultante das forças, a força de atrito, se mantenha constante ao longo da<br>superfície horizontal. Assim, a aceleração também será constante, as variações de velocidade<br>serão diretamente proporcionais aos intervalos de tempo correspondentes, ou seja, o<br>movimento será uniformemente retardado.<br><br>5. { 𝑣 = 𝑣0 + 𝑎𝑥 𝑡<br>𝑥 = 𝑥0 + 𝑣0𝑡 + 1<br>2<br>𝑎𝑥 𝑡2 ⇔ { 0 = 𝑣0− 𝑎 𝑡<br>𝑥 − 𝑥0 = 𝑣0𝑡 −<br>1<br>2<br>𝑎 𝑡2 ⟺ { 𝑡 =<br>𝑣0<br>𝑎<br>∆𝑥 = 𝑣0 ×<br>𝑣0<br>𝑎<br>−<br>1<br>2<br>𝑎 ×<br>𝑣0<br>2<br>𝑎2<br>⇔<br>⇔ ∆𝑥 =<br>𝑣0<br>2<br>𝑎<br>−<br>𝑣0<br>2<br>2𝑎<br>⇔ 2𝑎 ∆𝑥 = 2𝑣0<br>2<br>− 𝑣0<br>2 ⇔ 2𝑎 ∆𝑥 = 𝑣0<br>2<br><br>6. IV. 2𝑎 ∆𝑥 = 𝑣0<br>2 ⇔<br>𝑣0<br>2<br>∆𝑥<br>= 2𝑎 ⇔<br>𝑣0<br>2<br>∆𝑥<br>= 2𝑎 = constante<br>A distância de travagem, ∆𝑥, é diretamente proporcional ao quadrado do módulo da<br>velocidade em B, 𝑣0<br>2<br>. Assim, o gráfico é uma linha reta que passa na origem.<br>O declive da reta, quociente entre as ordenadas e as abcissas, corresponde ao dobro do<br>módulo da aceleração. Portanto, o módulo da aceleração é metade do declive da reta.<br><br>7. É também necessário medir a massa 𝑚 do bloco. A intensidade da resultante das forças de<br>atrito é a resultante das forças e, de acordo com a segunda lei de Newton, é igual ao produto<br>da massa pelo módulo da aceleração: 𝐹 a<br>= 𝐹 R = 𝑚 𝑎.<br><br><strong>Diagrama de procedimentos&nbsp;<br></strong><br>1. Meça a massa do bloco e a largura da tira opaca.<br><br>2. Largue o bloco de uma posição A da rampa. Registe o tempo de<br>passagem da tira opaca pela célula, marcado no cronómetro. Meça a<br>distância no plano horizontal, desde a posição da célula até à posição<br>em que o bloco para, ou seja, a distância de travagem (Δx, na figura).<br>Repita o procedimento mais duas vezes de modo a obter uma média do<br>tempo de passagem pela célula (que permite determinar a velocidade<br>nessa posição) e uma média da distância de travagem.<br><br>3. Elabore uma tabela para registar os dados e repita o procedimento do<br>ponto 2 mais cinco vezes, abandonando o bloco de pontos diferentes da<br>rampa (B, C, D, E e F, por exemplo afastados entre si cerca de 5 cm), de<br>modo a que o bloco chegue à superfície horizontal com velocidades<br>diferentes.<br><br><strong>Material&nbsp;</strong><br>• célula fotoelétrica;<br>• cronómetro;<br>• plano inclinado e plano horizontal;<br>• balança;<br>• fita métrica;<br>• bloco com tira opaca e estreita na parte superior<br><br><strong>Questões pós laboratoriais&nbsp;<br><br></strong>4. A tira opaca pode não ter passado pela célula fotoelétrica paralelamente ao deslocamento<br>do bloco, o que conduz à medição de um intervalo de tempo correspondente a um<br>deslocamento inferior ao da largura da fita. Este erro por defeito na medição do tempo<br>conduz a um erro por excesso na medição da velocidade do bloco no início da travagem e,<br>portanto, também no módulo da aceleração. O modo de largada pode ter sofrido pequenas<br>variações, assim como as trajetórias do bloco após cada largada podem também ser<br>ligeiramente diferentes. Estas ocorrências introduzem pequenas variações nas velocidades e<br>nas forças de atrito.<br><br>5. Para um certo bloco, a distância de travagem aumenta com a velocidade no início da<br>travagem, verificando-se que é diretamente proporcional ao quadrado da velocidade:<br>quando a velocidade no início da travagem aumenta 𝑛 vezes, a distância de travagem<br>aumenta 𝑛2 vezes.<br>Da comparação dos gráficos verifica-se que um maior declive, ou seja, uma maior aceleração,<br>significa, para a mesma velocidade no início da travagem, uma menor distância de travagem.<br>Comparando diferentes blocos e diferentes superfícies, pode verificar-se que:<br>– blocos que deslizam com superfícies do mesmo tipo mas com massas diferentes, quando<br>deslizam na mesma superfície, apresentam acelerações de travagem semelhantes, ainda<br>que sujeitos a forças de atrito diferentes.<br>– blocos que deslizam com superfícies diferentes na mesma superfície, ou o mesmo bloco<br>a deslizar em superfícies de diferentes materiais, apresentam acelerações de travagem<br>diferentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 09:45:27 UTC</pubDate>
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         <title>Registro de medições Al1.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924822051</link>
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         <pubDate>2024-03-19 09:45:52 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação de registro de medição + cálculos Al1.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-03-19 09:46:51 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação cálculos Al1.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924823336</link>
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         <pubDate>2024-03-19 09:47:03 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade laboratorial 2.1</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924900015</link>
         <description><![CDATA[<div>Características do som<strong><br><br>Questões pré-laboratorial<br></strong>a) Para ambos os sinais apresentados observam-se dois máximos e dois mínimos, e em toda a<br>escala do ecrã cabem dois períodos. Assim, pode concluir-se que os períodos, logo as<br>frequências, dos dois sinais são iguais. Eles diferem na amplitude e quando para um se tem<br>um máximo para o outro tem-se um mínimo, estão em oposição de fase.<br>b) A 5 divisões da escala horizontal, a do tempo, corresponde um período, logo:<br>𝑇 = 5,0 div × 0,5 ms<br>div<br>= 2,50 ms e 𝑓 =<br>1<br>𝑇<br>=<br>1<br>2,50×10−3s<br>= 4,0 × 102 Hz.<br>Para o sinal de maior amplitude, entre o máximo e o mínimo observam-se quatro divisões,<br>por isso, a amplitude corresponde a duas divisões:<br>𝐴 = 𝑈𝑚á𝑥 = 2,0 div × 2<br>mV<br>div<br>= 4,0 mV<br>&nbsp;<br><strong>Material<br></strong>• dois microfones e altifalante;<br>• gerador de sinais;<br>• osciloscópio;<br>• cabos de ligação;<br>• diapasão e martelo;<br>• régua.<br><br><strong>Procedimento <br></strong><br>1-Medição de períodos e frequências.<br>Um gerador de sinais é um aparelho que produz sinais elétricos com<br>formas e frequências variadas. Ligue um gerador de sinais ao canal 1<br>do osciloscópio. Selecione no gerador um sinal sinusoidal com<br>determinada frequência (por exemplo, 1 kHz) e registe-a. Regule a<br>amplitude do sinal no gerador para cerca de metade do valor máximo<br>que ele pode fornecer.<br>Regule a base de tempo de modo a obter um ou dois ciclos no ecrã, o<br>que facilitará a leitura da medida do período.<br>Registe o valor da maior divisão da escala horizontal.<br>Registe o período do sinal.<br><br>2. Audição e limites de audição<br>Ligue um altifalante (ou auscultador) à saída do gerador de sinais (com<br>um «T»), de modo a ouvir sons com as frequências selecionadas no<br>gerador.<br>Registe numa tabela o valor da menor divisão da escala horizontal e<br>todas as medidas que efetuar.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br><br>a) Para três frequências, de um som mais grave, outro agudo e um<br>intermédio, varie a amplitude do sinal no gerador. Relacione as<br>intensidades dos sons escutados com as amplitudes dos sinais<br>visualizados no osciloscópio. Meça os períodos, calcule as frequências<br>e compare-as com as selecionadas no gerador.<br>b) Para um sinal de 1 kHz, regule a intensidade no gerador de modo que o<br>som seja ouvido em toda a sala (se usar auscultadores, regule a<br>intensidade de modo a conseguir ouvir o som). Sem alterar esta<br>intensidade e a partir de 1 kHz, selecione frequências cada vez menores<br>e, em seguida, frequências cada vez maiores. Registe a frequência<br>mínima e a frequência máxima que consegue ouvir, que são os seus<br>limiares de audição. Faça o mesmo registo para outro aluno e para uma<br>pessoa mais velha.<br><br>3. Tipos de sinais<br>Desligue o gerador de sinais do osciloscópio e ligue um microfone ao<br>canal 1 do osciloscópio.<br>a) Produza um sinal sonoro com um diapasão, em frente ao microfone.<br>Visualize as características do sinal elétrico correspondente. Varie a<br>intensidade do som percutindo o diapasão com mais ou menos força e<br>veja como variam as amplitudes do sinal elétrico. Registe a frequência<br>indicada no diapasão. Determine o período do sinal elétrico e calcule a<br>sua frequência.<br>b) Emita sons direcionados para o microfone, por exemplo letras, palavras,<br>assobios, e visualize os respetivos sinais elétricos. Compare os sinais<br>produzidos por diferentes alunos que emitem sons semelhantes.<br>4. Medição direta do comprimento de onda<br>Desligue o gerador de sinais do osciloscópio e ligue um microfone ao<br>canal 1 do osciloscópio.<br>Volte a usar o gerador de sinais ligado apenas ao altifalante. Ligue um<br>segundo microfone ao osciloscópio no canal 2.<br>Produza um sinal no gerador, por exemplo de 1 kHz. Coloque os<br>microfones lado a lado, junto a uma régua, em frente ao altifalante e à<br>mesma distância dele, como na figura. Observe que os dois sinais no<br>osciloscópio ficam sobrepostos (se isso não acontecer, ajuste as<br>posições dos microfones até que haja sobreposição).<br>Fixe um dos microfones e, em seguida, afaste o outro ao longo da<br>régua, até que os sinais voltem a ficar sobrepostos. Meça a distância<br>percorrida pelo microfone ao longo da régua. Esta é a distância a que a<br>onda sonora se propagou num período; por isso, é igual ao<br>comprimento de onda da onda sonora<br><br><strong>Questões pós-laboratoriais <br><br></strong>1. A 5 divisões corresponde um período. Estando a base de tempo em 0,2 ms/div, o período do<br>sinal é 𝑇 = 5,0 div × 0,2 ms<br>div<br>= 1,0 ms.<br><br>2. Quando no gerador de sinais se aumenta a amplitude do sinal produzido, o altifalante emite<br>um som de maior intensidade. No gerador de sinais é produzido um sinal elétrico e, como o<br>altifalante converte um sinal elétrico num sinal sonoro, o aumento da amplitude do sinal<br>produzido no gerador de sinais traduz-se num aumento da amplitude da onda sonora e, em<br>consequência, da intensidade do som do altifalante. O altifalante terá maior fidelidade<br>quanto maior for a correspondência entre as características do sinal que lhe é enviado e o<br>som que ele produz sinal.<br><br>4. Os limiares de audição registados eram próximos para os dois jovens, e também próximos<br>dos que indica a bibliografia como limiares para os seres humanos saudáveis. Para a pessoa<br>mais idosa registou-se um afastamento significativo daqueles valores, mostrando que,<br>sobretudo nas frequências mais altas, aquele adulto já perdeu capacidades. Normalmente<br>com a idade a capacidade auditiva diminui, sendo que a perda de sensibilidade com a idade<br>para as frequências mais altas é uma tendência normal.<br><br>5. 2𝑇 = 9 div × 0,5 ms<br>div<br>= 4,5 ms ⇒ 𝑇 = (2,25 ± 0,03 ) ms ⇒ 𝑓 =<br>1<br>𝑇<br>=<br>1<br>2,25×10−3s<br>= 440 Hz<br>erro percentual =<br>444 − 440<br>440<br>× 100 = 0,9%<br><br>6. O sinal recebido pelo microfone quando o diapasão foi percutido foi um som puro. Os sons<br>das vogais são sons complexos<br><br>7. O comprimento de onda medido foi 34,5 cm.<br>Velocidade do som 𝑣 = 𝜆𝑓 = 0,345 m × 1000 Hz = 345 m s−1<br><br>8. Os sinais elétricos correspondentes a cada voz, quando produziram a mesma vogal,<br>apresentam pequenas diferenças. O atributo que distingue os sons das diferentes vozes é o<br>timbre.<br><br>9. A tecnologia de reconhecimento de voz está associada ao reconhecimento de breves sons<br>(palavras ou trecho de fala), ao reconhecimento de fala contínua com elaboração de textos<br>(exemplo um ditado), ou à autenticação de voz de pessoas.<br>O seu funcionamento requer computadores e baseia-se na digitalização de sons, na filtração<br>desses sons, procurando-se eliminar o ruído, e na posterior pesquisa em bases de dados de<br>registos previamente efetuados e na comparação dos padrões com esses registos.<br>A esta tecnologia apresentam-se algumas dificuldades e limitações:<br>‒ é mais fácil reconhecer cada palavra se for pronunciada separada e pausadamente do que<br>numa frase;<br>‒ é difícil separar falas simultâneas de várias pessoas;<br>‒ as pessoas não costumam utilizar o mesmo tom e nem sempre falam com a mesma<br>rapidez e alguns fonemas têm padrões muito próximos ou podem ser pronunciados de<br>forma semelhante (exemplo em algumas regiões com o b e o v);<br>‒ existem diferentes pronúncias, regionalismos, sotaques e dialetos;<br>‒ existem palavras homófonas (exemplo «conserto» e «concerto»).</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 10:56:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924900015</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade laboratorial 2.2</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924911403</link>
         <description><![CDATA[<div>Velocidade da propagação <br><br><strong>Questões pré-laboratorial<br><br></strong>1. A primeira medição do módulo da velocidade de propagação do som no<br>ar foi feita nos arredores de Paris por Pierre Gassendi, em 1635. Com<br>um canhão produzia-se uma explosão, que emitia luz (um clarão) e som;<br>um observador a grande distância, mas em linha de vista com o canhão,<br>media o tempo decorrido entre o clarão e o som. Como a distância entre<br>o observador e o canhão era conhecida, obtinha-se a velocidade do som<br>dividindo essa distância pelo tempo medido. Desta experiência resultou<br>um valor de 478 m s−1<br><br>a) Identifique uma incorreção inerente ao método usado por Gassendi<br>para medir a velocidade do som.<br>Sendo originado no mesmo instante, o clarão e o barulho, e como<br>tanto a velocidade da luz como a do som são finitas, decorrem dois<br>intervalos de tempo desde que são produzidos até serem detetados<br>pelo observador a grande distância.<br>Ao ser medido o tempo que demora o barulho a partir do instante que<br>se vê o clarão, o tempo medido será igual ao intervalo de tempo que<br>o barulho demora de facto a percorrer a distância subtraído do<br>intervalo de tempo que a luz, do clarão, demorou a percorrer essa<br>distância.<br>Assim, o intervalo de tempo que foi medido é menor do que o<br>intervalo que efetivamente o barulho demora a percorrer a distância<br>entre o canhão e o observador. No entanto, como a velocidade da luz<br>tem um valor muito grande, a diferença introduzida pelo tempo que a<br>luz demora e percorrer a distância considerada é desprezável quando<br>comparada com o tempo que o som demora a percorrer a mesma<br>distância. Podem também existir diferenças sistemáticas no tempo de<br>reação do observador consoante reage a um estímulo visual (clarão)<br>ou auditivo (som) que afetem a medição da velocidade.<br>Para a velocidade da luz e para a velocidade do som medida por<br>Gassendi tem-se, respetivamente,<br>3×108 m s-1 e 4,78×102 m s-1 = 5×102 m s-1<br>.<br>A velocidade da luz tem uma ordem de grandeza seis vezes maior.<br>5 de 17<br>QUESTÕES PRÉ-LABORATORIAIS<br>ATIVIDADE LABORATORIAL 2.2<br>b) Compare as ordens de grandeza da velocidade da luz no ar<br>(aproximadamente igual ao valor no vácuo, 3 × 108 m s−1) e a<br>velocidade do som obtida por Gassendi.<br><br>2. A velocidade de propagação do som depende não só do meio de<br>propagação mas também da sua temperatura.<br>A expressão v = 331,29 + 0,61 T, em que T é a temperatura em graus<br>Celsius, permite obter o módulo da velocidade do som no ar em m s−1<br>com uma boa aproximação para temperaturas perto da temperatura<br>ambiente. Meça a temperatura do ar e obtenha, a partir da expressão<br>anterior, o módulo da velocidade de propagação do som no ar a essa<br>temperatura.<br>Para uma temperatura de 18 °C, 𝑣 = 331,29 + 0,61 × 18 = 342,3 m s−1<br><br>3. Os aviões supersónicos atingem uma velocidade superior à do som no<br>ar. Chama-se «número de Mach» à razão entre os módulos da<br>velocidade de um veículo e da velocidade de propagação do som no ar<br>(cujo valor de referência é 343,4 m s−1). Uma das maiores velocidades,<br>atingidas por um avião da NASA, foi Mach<br>&nbsp;<br>10. O termo «Mach»<br>homenageia o físico e filósofo austríaco Ernst Mach. Exprima, com<br>quatro algarismos significativos, o módulo<br>F<br>𝑣 = 10 × 343,4 m s−1 = 3,434 × 103 m s−1 =<br>= 3,434 × 103 m s−1 ×<br>3600 s<br>1h<br>×<br>1 km<br>103 m<br>= 1,236 × 104 km h−1<br><br><br><br>a) da velocidade atingida pelo avião da NASA, em km h−1<br>.<br>3,0 × 108 m s−1 ×<br>1<br>343,4 m s−1<br>= 8,736 × 105<br>A velocidade da luz é Mach 8,736 × 105<br>.<br>b) da velocidade da luz no vácuo, em Mach.<br><strong>Material 1</strong><br>• Mangueira de 15 metros;<br>• Microfone com amplificador;<br>• Termómetro;<br>• Osciloscópio;<br>• Cabos de ligação;<br>• Tampa metálica.<br><br><strong>Material 2</strong><br>• Osciloscópio;<br>• Gerador de sinais;<br>• Altifalante;<br>• Microfone;<br>• Régua;<br>• Cabos de ligação;<br>• Termómetro. 10 de 17<br><br><br><strong>Procedimento 1<br></strong><br>1.Ligar um microfone ao canal 1 do osciloscópio.<br><br>2. Enrolar a mangueira e colocar o microfone junto às suas extremidades.<br><br>3. Com o osciloscópio na função NORM (normal) o sinal desaparecerá do<br>ecrã e só se observará um sinal se a tensão ultrapassar um<br>determinado valor, que é definido usando o botão de nível (LEVEL).<br>Use 0,5 ms na BASE DE TEMPO<br><br>Procedimento 1<br>4. Produza um sinal sonoro intenso de curta duração deixando cair a<br>tampa junto ao microfone.<br>5. Meça o tempo entre som produzido e o outro sinal sonoro após<br>propagar-se pela mangueira e repita o procedimento mais duas vezes.<br>6. Meça a temperatura do ar.<br><strong>Procedimento 2</strong><br>1. Efetue a montagem da figura e produza um<br>sinal sinusoidal no gerador de sinais.<br>2. Encoste o microfone ao altifalante.<br>3. Afaste depois o microfone do altifalante e meça a distância entre eles.<br>4. Observe um desfasamento entre os sinais.<br>5. Meça o intervalo de tempo do desfasamento e indique o seu significado.<br>6. Repita o procedimento seis vezes, registando os valores numa tabela.<br>7. Meça a temperatura do ar.<br><br><strong>Questões pós laboratoriais&nbsp;</strong><br>1. Como determinar o módulo da velocidade de propagação do som no ar?<br>No procedimento I, determine a média dos intervalos de tempo obtidos<br>e calcule o módulo da velocidade. No procedimento II, construa o<br>gráfico distância-tempo e, a partir de uma reta de regressão, determine<br>o módulo da velocidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 11:07:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924911403</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividades laboratoriais 2.3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924918115</link>
         <description><![CDATA[<div>Ondas absorção e reflexão&nbsp;<br><br><strong>Questões pré laboratorial<br>1</strong>-14°<br>. Na figura o feixe de luz que incide no espelho sobrepõe-se sobre<br>o traço que medeia os 70° e os 80°<br>, nos 75°<br>, mas o feixe do raio<br>refletido parece sobrepor-se sobre os 103°<br>. Os ângulos de incidência e<br>de reflexão têm a mesma amplitude, (103°<br>− 75°)/2=14°<br><br><strong>2-</strong>a) 60° para o ângulo de incidência e 35° para o ângulo de refração<br><br>b) Segundo a Lei de Snell-Descartes<br>𝑛1 sin 𝛼1 = 𝑛2 sin 𝛼2 ⟺<br>𝑛2<br>𝑛1<br>=<br>sin 𝛼1<br>sin 𝛼2<br>⟺<br>𝑛𝑎𝑐𝑟í𝑙𝑖𝑐𝑜<br>𝑛𝑎𝑟<br>=<br>sin 60°<br>sin 35°<br>= 1,51<br>4 de 23<br><br>c) Não há desvio quando o ângulo de incidência é de 0°, situação que<br>acontece à luz ao incidir na superfície de separação acrílico-ar.<br><br><strong>3-</strong>a) Não há desvio quando o ângulo de incidência é de 0°, situação que<br>acontece à luz ao incidir na superfície de separação ar-acrílico<br><br>b) Os ângulos de incidência e de reflexão total são ambos de 50°<br><br>c) 𝑛𝑎𝑟<br>𝑛𝑎𝑐𝑟í𝑙𝑖𝑐𝑜<br>=<br>1<br>1,51<br>=<br>sin 𝛼𝑐<br>sin 90°<br>⟹ sin 𝛼𝑐 =<br>1<br>1,51<br>⟹ 𝛼𝑐 = 41,5° que é menor do<br>que 50°, por isso para aquele ângulo há reflexão total.<br><br><strong>Material<br></strong>• Ponteiro laser;<br>• Transferidor;<br>• Placa de acrílico semicircular;<br>• Tina de vidro;<br>• Mangueira transparente;<br>• Pedaço de fibra ótica;<br>• Alvos de diversos materiais.<br><br><strong>Procedimento <br></strong>Procedimento – Reflexão da luz<br><br>1. Com uma montagem semelhante à da figura<br>faça incidir a luz de um laser num alvo metálico<br>com diferentes ângulos de incidência. Registe<br>numa tabela esses ângulos assim como os<br>respetivos ângulos de reflexão e compare-os.<br><br>2. Mude o material do alvo e avalie a capacidade refletora dos vários<br>materiais, registando para quais deles a luz do laser refletida tem maior<br>intensidade.<br><br>Procedimento – Refração da luz<br><br>1. Faça incidir a luz do laser sucessivamente na placa de acrílico, na tina<br>de vidro sem água e na tina de vidro com água. Compare a<br>capacidade dos diversos materiais de transmitirem a luz do laser,<br>registando em que material é maior a intensidade da luz refratada.<br><br>Procedimento – Refração da luz<br><br>2. Faça incidir a luz do laser na face plana da<br>placa de acrílico, no centro do<br>semicírculo, tal como mostra a figura, de<br>modo a observar a refração da luz na<br>superfície de separação ar-acrílico. Meça<br>seis ângulos de incidência e os respetivos<br>ângulos de refração, e registe-os.<br><br>Procedimento – Reflexão total da luz<br><br>1. Usando a montagem representada na<br>figura varie o ângulo de incidência de<br>modo que deixe de ocorrer refração na<br>superfície plana de separação acrílico-ar e<br>passe a haver reflexão total. Repita o<br>procedimento três vezes, registando os<br>respetivos ângulos de incidência.<br><br>Procedimento – Reflexão total da luz&nbsp;<br><br>2. Incida a luz do laser na extremidade e para o interior da mangueira cheia<br>de água de modo que a luz possa ter reflexões totais sucessivas no seu<br>interior e vá encurvando a mangueira. Repita o procedimento para uma<br>fibra ótica. Registe as diferenças.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 11:14:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924918115</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade laboratorial 2.4</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924930383</link>
         <description><![CDATA[<div>Comprimento&nbsp; de onda e difração da luz <br><br><strong>Questões pré-laboratorial<br>&nbsp;<br>1</strong>-Quando uma onda é obstruída, podendo apenas continuar a<br>propagar-se por uma fenda com dimensões próximas do seu<br>comprimento de onda, ocorre difração.<br>Na difração ocorre espalhamento da onda, e a zona iluminada,<br>inicialmente um ponto luminoso quando a fenda era muito larga,<br>alarga-se para cada um dos lados do ponto inicial na direção do<br>estreitamento da fenda. Poderão também aparecer zonas iluminadas<br>intercaladas com zonas sem qualquer luz.<br><br><strong>2- </strong>A relação 𝑛𝜆 = 𝑑 sin 𝜃 permite calcular o comprimento de onda. Para o<br>máximo de primeira ordem n= 1, e como 𝑑 = 1,0 μm = 1,0 × 10−6 m,<br>então 𝜆 = 1,0 × 10−6 m × sin 32,1° = 5,31 × 10−7m.<br><br><strong>Material <br>&nbsp;.Ponteiro laser<br>.Alvo<br>.Placas com fendas<br>.Redes de difração<br>.Suportes<br>.Régua<br>.Leds de brilho<br><br>Procedimentos<br></strong><br>Procedimento - Observação de padrões de difração</div><div><br></div><div>1. Coloque num suporte um ponteiro laser apontado perpendicularmente a</div><div>um alvo.</div><div>Dirija a luz para o alvo e, em seguida, faça-a passar por uma fenda de</div><div>abertura variável (ou fendas com diferentes larguras). Comece pela</div><div>abertura maior e feche-a progressivamente. Registe o que observa.</div><div><br></div><div>Procedimento - Observação de padrões de difração .<br><br></div><div>2. Intercale sucessivamente placas com um número cada vez maior de</div><div>fendas. Registe o que observa.<br><br></div><div>3. Coloque um cabelo sobre o laser. Registe o que observa no alvo com e</div><div>sem cabelo interposto no feixe de luz.(não fizemos )</div><div><br></div><div>Procedimento - Determinação do comprimento de onda de uma luz monocromática.</div><div><br></div><div>1. Utilize uma rede de difração e registe o número de linhas por milímetro.</div><div>Calcule a distância entre duas fendas consecutivas.<br><br></div><div>2. Coloque a rede de difração no suporte e ligue o laser. Afaste ou</div><div>aproxime a rede de difração do alvo e compare, qualitativamente, a</div><div>luminosidade dos pontos ou linhas observadas.<br><br></div><div>Procedimento - Determinação do comprimento de onda de uma luz policromática.</div><div><br></div><div>3. Fixe a distância L da rede de difração ao alvo e registe-a. Registe também</div><div>a distância, 2a, entre os máximos (linhas iluminadas) de ordem 1.</div><div>4. Repita o procedimento</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 11:25:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões pré laboratorial </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924931512</link>
         <description><![CDATA[<div>Número 3<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 11:26:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação do 3</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-03-19 11:27:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atividade 2.1 </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Objetivo&nbsp;<br></strong>Determinar , experimentalmente o rendimento na síntese de um composto avaliando os resultados obtidos&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-19 11:34:17 UTC</pubDate>
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         <title>Questões pré laboratorial </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-03-19 11:35:11 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-03-19 11:35:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Continuação 2</title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-03-19 11:36:38 UTC</pubDate>
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         <title>Diagrama de procedimentos </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
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         <pubDate>2024-03-19 11:37:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação de diagrama de procedimentos </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924944252</link>
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         <pubDate>2024-03-19 11:38:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Material e reagentes </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924945051</link>
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         <pubDate>2024-03-19 11:39:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Registo de dados e resultados </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924945796</link>
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         <pubDate>2024-03-19 11:39:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Continuação diagrama + questões pós laboratoriais </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924946468</link>
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         <pubDate>2024-03-19 11:40:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>* Questões pós laboratoriais </title>
         <author>kx9sbmyxwb</author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/2924947487</link>
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         <pubDate>2024-03-19 11:41:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Quimica2.2</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/3014459175</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 14:12:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Investigar experimentalmente alterações de equilíbrio químico em sistemas aquosos por variação de concentração de temperatura de reagentes e produtos, formulando hipóteses avaliando procedimentos e comunicando resultados </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/3014468652</link>
         <description><![CDATA[<p>Questões pré laboratorial </p><p>1-1. Quais as variáveis a controlar quando se pretende verificar, experimentalmente, o efeito da</p><p>concentração num sistema em equilíbrio químico?</p><p>Em geral, as variáveis a controlar são a temperatura e o volume (pressão) do sistema reacional,</p><p>uma vez que são fatores que podem influenciar o estado de equilíbrio. No caso concreto do</p><p>presente estudo, que ocorre em meio aquoso, o efeito da variação da pressão por variação do</p><p>volume é praticamente desprezável, pelo que o controlo deverá incidir apenas sobre a</p><p>temperatura do sistema reacional.</p><p><br/></p><p>2. Preveja, justificando com base no Princípio de Le Châtelier, as alterações que a adição de</p><p>Fe(NO3)3 ou de KSCN provocariam no sistema em equilíbrio e que efeito teria na cor final da</p><p>solução?</p><p>Como o Fe(NO3)3 e o KSCN são sais que se dissociam em solução aquosa, a sua adição</p><p>aumenta a concentração de Fe3+ e SCN–. De acordo com o princípio de Le Châtelier a adição de</p><p>reagentes desloca o equilíbrio no sentido de consumi-los parcialmente, tendendo a minimizar o</p><p>efeito da adição.</p><p>Deste modo, a reação evolui no sentido direto, havendo consumo de Fe3+ e SCN– e formação de</p><p>[FeSCN]2+, o que provocaria uma intensificação da cor vermelho escuro na mistura reacional,</p><p>característica do ião complexo.</p><p><br/></p><p>3. O hidróxido de ferro(3+) é um sal pouco solúvel em água cuja precipitação é descrita pela</p><p>equação química Fe3+(aq) + 3 OH–(aq) ⇌ Fe(OH)3(s)</p><p>Com base nesta reação, preveja qual será o efeito da adição de hidróxido de sódio no sistema em</p><p>equilíbrio? Qual irá ser a cor final da solução?</p><p><br/></p><p>A adição de hidróxido de sódio aumenta a concentração de iões hidróxido em solução, o que faz</p><p>deslocar o equilíbrio de formação do sólido no sentido direto, consumindo, simultaneamente, iões</p><p>ferro(3+). A diminuição da concentração de iões Fe3+ em solução, de acordo com o Princípio de Le</p><p>Châtelier, desloca o equilíbrio no sentido de repô-los parcialmente, tendendo a minimizar o efeito</p><p>produzido. Deste modo, a reação evolui no sentido inverso, havendo consumo de [FeSCN]2+ e</p><p>formação de Fe3+ e de SCN–. A diminuição da concentração do ião complexo será acompanhada</p><p>da atenuação da cor vermelho escuro da mistura reacional.</p><p><br/></p><p>4. Um recipiente contendo uma pequena amostra da mistura inicial em equilíbrio pode ser designado</p><p>de amostra de controlo. Porque é que é importante haver uma amostra de controlo no estudo</p><p>experimental do efeito da concentração num sistema em equilíbrio químico?</p><p>À medida que o sistema se desloca num ou noutro sentido, faz variar a concentração do ião</p><p>complexo em solução e, consequentemente, a cor da mistura reacional. O efeito da variação da</p><p>concentração neste sistema pode ser detetado pela mudança de cor. Como a mudança de cor</p><p>pode não ser muito notória, o efeito pode ser mais facilmente detetado por comparação entre a</p><p>intensidade da cor da solução da amostra de controlo e a cor da solução da mistura num novo</p><p>estado de equilíbrio, o que permite concluir sobre o efeito produzido no sistema em equilíbrio. </p><p><br/></p><p>5. Procure informação sobre os riscos associados às soluções utilizadas nesta atividade e identifique</p><p>os cuidados a ter no seu manuseamento.</p><p>O tiocianato de potássio não possui riscos associados. O nitrato de ferro(3+) deve ser manipulado</p><p>com cuidado, pois pode causar irritações na pele e nos olhos. O hidróxido de sódio é um produto</p><p>corrosivo que provoca queimaduras na pele e lesões oculares graves.</p><p>A utilização destes reagentes requer a proteção com equipamentos de proteção individual, como</p><p>luvas, bata e óculos. Devem ser manuseados na hotte.</p><p><br/></p><p>MATERIAL E REAGENTES</p><p>– Balões volumétricos de 50,00 cm3</p><p>– Balança analítica com sensibilidade à décima do miligrama ou semianalítica com sensibilidade ao</p><p>miligrama</p><p>– Conta-gotas ou pipetas de Pasteur</p><p>– Varetas de vidro</p><p>– Funil de vidro</p><p>– Espátula</p><p>– Gobelé de 50 cm3</p><p>– Esguicho (água destilada)</p><p>– Proveta de 50 cm3</p><p>– Pipetas volumétricas de 5 cm3</p><p>– Enchedor de pipetas (pompete)</p><p>– Tubos de ensaio</p><p>– Solução aquosa de Fe(NO3)3 1,0 *10–2 mol dm–3</p><p>– Solução aquosa de KSCN 1,0 * 10–2 mol dm–3</p><p>– Solução aquosa de NaOH 0,1 mol dm–3</p><p><br/></p><p>PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL</p><p>1. Construir tabelas semelhantes às sugeridas em [REGISTOS E TRATAMENTO DE RESULTADOS] para</p><p>registo dos resultados experimentais no caderno de apontamentos do aluno.</p><p>2. Para um gobelé de 50 cm3, adicionar 5 cm3 de solução de tiocianato de potássio,</p><p>KSCN 1,0 *10–2 mol dm–3</p><p>.</p><p>3. Juntar 5 cm3 de solução de nitrato de ferro(3+), Fe(NO3)3 1,0 * 10–2 mol dm–3 e homogeneizar a</p><p>solução resultante com o auxílio de uma vareta.</p><p>4. Adicionar 30 cm3 de água para diluir a solução resultante.</p><p>5. Etiquetar cinco tubos de ensaio com números de (1) a (5).</p><p>6. Para cada um dos tubos de ensaio pipetar 5,0 cm3 da solução em equilíbrio. Registar na</p><p>tabela I, a cor da solução da amostra de controlo (1).</p><p>7. Aos tubos de ensaio (2) e (3), adicionar, com auxílio de um conta-gotas, quinze gotas de solução</p><p>de Fe(NO3)3. Registar na tabela I a cor final da solução do tubo de ensaio (2).</p><p>8. Adicionar quinze gotas de solução de NaOH à nova mistura de equilíbrio do tubo de ensaio (3) e</p><p>registar a cor final da solução.</p><p>9. Adicionar quinze gotas de solução de KSCN ao tubo de ensaio (4) e registar a cor final da</p><p>solução.</p><p>10. Adicionar quinze gotas de solução de NaOH ao tubo de ensaio (5) e registar a cor final da</p><p>solução.</p><p><br/></p><p>QUESTÕES PÓS-LABORATORIAIS</p><p>1. Por que motivo não foi adicionado outro reagente ao tubo de ensaio 1?</p><p>Porque o tubo 1 funciona como amostra de controlo.</p><p><br/></p><p>2. Analise os resultados obtidos verificando se são concordantes com as previsões resultantes das</p><p>questões pré-laboratoriais.</p><p>Os resultados obtidos estão de acordo com as previsões efetuadas, ou seja, a adição de</p><p>reagentes desloca o equilíbrio no sentido direto, verificando-se uma intensificação do tom</p><p>vermelho escuro. Pelo contrário, a adição de hidróxido de sódio desloca o equilíbrio no sentido</p><p>inverso, atenuando o tom vermelho escuro.</p><p><br/></p><p>3. Interprete as alterações observadas na cor das soluções como resultado da modificação do</p><p>estado de equilíbrio por comparação do quociente da reação com a constante de equilíbrio.</p><p>A adição de SCN– ou de Fe3+, faz com que Qc se torne menor do que Kc, uma vez que aumenta o</p><p>denominador de Qc. Como no momento da perturbação Qc&lt;Kc, a reação evoluirá no sentido direto,</p><p>diminuindo a concentração de reagentes e aumentando a concentração de produtos da reação, de</p><p>forma a aumentar Qc até igualar Kc.</p><p>A adição de NaOH faz diminuir a concentração de Fe3+ na solução em equilíbrio. Diminuindo o</p><p>denominador, Qc torna-se maior do que Kc e a reação evoluirá no sentido inverso, consumindo</p><p>produtos e formando reagentes, de maneira que Qc diminua até que o sistema atinja um novo</p><p>estado de equilíbrio onde irá igualar o valor de Kc. As conclusões obtidas com base no quociente</p><p>da reação estão de acordo com a previsão segundo o Princípio de Le Châtelier e com as</p><p>observações efetuadas.</p><p><br/></p><p>4. Qual irá ser o efeito do aumento da concentração de 2</p><p>FeSCN + no sistema em equilíbrio?</p><p>De acordo com o Princípio de Le Châtelier, a adição de produtos de reação desloca o equilíbrio de</p><p>modo a consumi-los, tendendo a minimizar parcialmente o efeito da adição. Assim, no momento</p><p>da adição do ião complexo a cor da mistura reacional tornar-se-ia bastante mais intensa, mas com</p><p>o evoluir da reação no sentido inverso, havendo consumo de [FeSCN]2+ e formação de catião Fe3+</p><p>e de anião SCN–, até o sistema atingir um novo estado de equilíbrio, a cor iria tornar-se</p><p>gradualmente mais ténue. Comparando com a cor da amostra de controlo notar-se-ia que seria</p><p>ligeiramente mais avermelhada uma vez que o sistema não iria consumir todo o ião complexo</p><p>adicionado ficando, no novo estado de equilíbrio, uma concentração de ião complexo superior ao</p><p>estado de equilíbrio inicial.</p><p><br/></p><p>5. Nos pontos 8 e 10 do procedimento, embora a perturbação seja a mesma (adição de solução de</p><p>NaOH), obteve-se uma coloração diferente. Interprete este resultado.</p><p>Embora nos pontos 8 e 10 do procedimento a perturbação seja a mesma, o sistema evolui de</p><p>forma a obter-se um novo estado de equilíbrio diferente em cada tubo de ensaio, o que se pode</p><p>comprovar pela obtenção de uma coloração diferente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 14:22:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/3014468652</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Quimica 2.3 Organizar uma série eletroquímica a partir da realização laboratorial de reações entre metais e</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kx9sbmyxwb/3r3dg3kbta9f39im/wish/3014476166</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>soluções aquosas de sais contendo catiões de outros metais, avaliando os procedimentos e</strong></p><p><strong>comunicando os resultados.</strong></p><p><br></p><p>QUESTÕES PRÉ-LABORATORIAIS</p><p>1. O que são reações de oxidação-redução?</p><p>São reações químicas que envolvem transferência de eletrões. Numa reação de oxidação-</p><p>redução ocorrem simultaneamente uma oxidação e uma redução, representadas por duas</p><p>semiequações:</p><p>– a semiequação de oxidação – que evidencia a cedência de eletrões pelo redutor;</p><p>– a semiequação de redução – que evidencia a captação de eletrões pelo oxidante.</p><p>2. Numa reação de oxidação-redução, como se designam as espécies que ganham e que perdem</p><p>eletrões?</p><p>A espécie química reduzida, que capta eletrões, é o agente oxidante e a espécie química</p><p>oxidada, que perde eletrões, é o agente redutor.</p><p><br></p><p>3. Em que consiste e que informação se pode obter da série eletroquímica?</p><p>A série eletroquímica é uma tabela onde se encontram, ordenadas, diversas espécies químicas</p><p>em função do seu poder redutor/oxidante. Permite prever a ocorrência espontânea de uma</p><p>reação de oxidação-redução. Se na série eletroquímica os metais estiverem organizados por</p><p>ordem decrescente do poder redutor, um dado metal pode reduzir o catião de outro metal situado</p><p>mais abaixo na série, mas não pode reduzir os catiões dos metais situados mais acima.</p><p>4. Como se deverá proceder em laboratório para se conseguir obter uma ordenação dos metais</p><p>cobre, zinco, chumbo e magnésio de acordo com o seu poder redutor?</p><p>Deve promover-se o contacto entre cada um dos metais e as soluções aquosas de sais contendo</p><p>os catiões dos outros metais e verificar se ocorre ou não reação.</p><p>5. Que condições devem ser controladas na realização dos diversos ensaios?</p><p>Os ensaios devem ser realizados em condições controladas de volume, concentração dos sais e</p><p>temperatura das soluções, usando quantidades semelhantes dos diferentes metais (por exemplo,</p><p>deve ser usada fita de magnésio e fio de cobre com dimensões semelhantes). E é necessário</p><p>que os metais estejam bem limpos sem vestígios de qualquer depósito à superfície. Dessa</p><p>forma, a diferente extensão das reações ficará apenas a dever-se ao diferente poder redutor dos</p><p>metais e ao poder oxidante dos catiões metálicos.</p><p>6. Sem recorrer à série eletroquímica indique, justificando, se será possível armazenar uma</p><p>solução contendo o catião Zn2+ num qualquer recipiente metálico.</p><p>A solução contendo o catião Zn2+ só poderá ser armazenada nos recipientes dos metais com</p><p>menor poder redutor que o zinco para que o catião Zn2+ presente na solução não oxide o próprio</p><p>recipiente.</p><p>MATERIAL E REAGENTES</p><p>– 12 tubos de ensaio</p><p>– suporte para tubos de ensaio</p><p>– 5 conta-gotas</p><p>– 4 pequenos fragmentos de cada um dos metais: cobre, magnésio, zinco e chumbo, bem limpos</p><p>– 5 cm3 de cada uma das soluções de sais de nitrato dos catiões metálicos: Cu2+, Mg2+, Zn2+ e Pb2+</p><p>com concentração 0,1 mol dm-3</p><p><br></p><p>QUESTÕES PÓS-LABORATORIAIS</p><p><br></p><p>1. Tendo em conta os resultados obtidos, construa a série eletroquímica dos metais testados,</p><p>organizando-os por ordem crescente do seu poder redutor.</p><p>Observando a tabela I, verifica-se que o metal mais reativo é o magnésio (reage em todas as</p><p>situações), seguindo-se-lhe o zinco, o chumbo e, por fim, o cobre (não reage em nenhum dos</p><p>casos). Sendo assim, o magnésio, que é o metal mais reativo, é o de maior poder redutor e o</p><p>cobre, que é o menos reativo, possui o menor poder redutor. A série eletroquímica deve ser</p><p>organizada do seguinte modo</p><p><br></p><p>2. Para a reação que ocorre no tubo de ensaio 1, escreva as semiequações de oxidação e de</p><p>redução.</p><p>Semiequação de redução: ( ) ( )2+ Zn aq 2 n</p><p>e Z s−</p><p>+ →</p><p>Semiequação de oxidação: ( ) ( )2+ Mg s Mg aq e + 2−</p><p>→</p><p>3. Com base nos resultados obtidos, responda às seguintes questões, justificando:</p><p><br></p><p>3.1. Qual dos metais poderá ser utilizado como contentor de qualquer das soluções usadas?</p><p>Tendo em conta a série eletroquímica construída pode concluir-se que, dos metais considerados,</p><p>aquele que pode ser utilizado como contentor de qualquer uma das soluções usadas é o cobre,</p><p>uma vez que é o que apresenta o menor poder redutor.</p><p><br></p><p>3.2. Qual das soluções dos sais poderá ser guardada em recipientes de qualquer um destes metais?</p><p>Só a solução de nitrato de magnésio é que pode ser guardada em recipientes de qualquer um</p><p>dos cinco metais, pois sendo o Mg o redutor mais forte, o corresponde ião metálico será o</p><p>oxidante mais fraco, logo para além de poder ser guardada em recipientes do próprio metal, não</p><p>tem força suficiente para oxidar os quatro restantes metais, não se prevendo que ocorram</p><p>reações espontâneas em extensões consideráveis.</p><p><br></p><p>3.3. Que metais podem ser usados em canalizações?</p><p>Nas canalizações metálicas deve usar-se um material que seja um fraco agente redutor, para</p><p>não reagir com os iões dissolvidos na água, incluindo os iões H+. Por isso, o cobre é a escolha</p><p>certa atendendo apenas a este fator.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 14:30:32 UTC</pubDate>
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         <title>Quimica 2.4</title>
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         <description><![CDATA[<p>Investigar, experimentalmente, o efeito da temperatura na solubilidade de um soluto sólido em água,</p><p>formulando hipóteses, controlando variáveis e avaliando os resultados.</p><p><br/></p><p>QUESTÕES PRÉ-LABORATORIAIS</p><p>1. Será o efeito da temperatura na solubilidade de um soluto sólido em água sempre igual,</p><p>independentemente do soluto?</p><p>No geral, a solubilidade dos sólidos em água aumenta com o aumento da temperatura. No</p><p>entanto, há exceções uma vez que há sais em que a solubilidade diminui com o aumento da</p><p>temperatura, como o Ce2(SO4)3, e outros em que a temperatura praticamente não influencia a</p><p>solubilidade, como o NaCℓ.</p><p>2. Que variáveis devem ser controladas para investigar o efeito da temperatura na solubilidade de</p><p>um soluto sólido em água?</p><p>Para observar o efeito da temperatura na solubilidade de um soluto sólido em água, deve fazer-</p><p>se em todos os ensaios um controlo rigoroso da temperatura, utilizar-se o mesmo soluto</p><p>finamente dividido e com elevada pureza, o qual deve ser sempre dissolvido, sob agitação, num</p><p>volume conhecido de água e realizar a experiência a pressão constante, apesar de o efeito da</p><p>pressão poder ser desprezável em ensaios de solubilidade de solutos sólidos.</p><p><br/></p><p>3. Que cuidados se deve ter no manuseamento dos reagentes a utilizar?</p><p>O nitrato de potássio é um agente oxidante, cujo poder oxidante aumenta com a acidez do meio</p><p>e com o aumento da temperatura. Não é inflamável, porém funciona como comburente. Deve-se</p><p>manter afastado de substâncias inflamáveis, fontes de ignição e calor. Provoca irritação das vias</p><p>respiratórias, da pele e membranas mucosas, por isso durante o seu manuseamento deve</p><p>recorre-se aos EPI’s como bata, luvas e óculos de proteção. Deve ser armazenado em lugar</p><p>seco, frio (temperatura ambiente ou inferior) e protegido da ação direta da luz solar. Devem</p><p>manter-se fechadas as embalagens quando não estão a ser usadas.</p><p><br/></p><p>4. Atendendo a que o sal em estudo é usado em quantidade apreciável, que cuidado se deve ter no</p><p>final da atividade?</p><p>No final da atividade, o sal deve ser reciclado, utilizando os recipientes adequados.</p><p><br/></p><p>MATERIAL E REAGENTES</p><p><br/></p><p>– Esguicho com água destilada</p><p>– Nitrato de potássio com 99% de pureza</p><p>– Balança com precisão ao centigrama</p><p>– Espátula</p><p>– Tubos de ensaio</p><p>– Suportes para tubos de ensaio</p><p>– Varetas de vidro</p><p>– Pipeta graduada de 10,0 cm3</p><p>– Enchedor de pipeta (pompete)</p><p>– Termómetro digital, precisão 0,1 ºC até 100 ºC</p><p>– Gobelés de 250 cm3</p><p>– Placa de aquecimento</p><p><br/></p><p>PROCEDIMENTO EXPERIMENTAl</p><p><br/></p><p>1. Construir tabelas semelhantes às sugeridas em [REGISTOS E TRATAMENTO DE RESULTADOS] para</p><p>registo dos resultados experimentais no caderno de apontamentos do aluno.</p><p><br/></p><p>2. Identificar e registar as características de todos os instrumentos de medição e as respetivas</p><p>incertezas de leitura, na tabela I.</p><p>3. Transferir para quatro tubos de ensaio (20  200 mm), quatro amostras de nitrato de potássio, de</p><p>2,0 g, 4,0 g, 6,0 g e 7,5 g, e registar na tab 2</p><p>4. Com uma pipeta, adicionar 10,0 cm3 de água destilada a cada tubo de ensaio e agitar, com uma</p><p>vareta de vidro, de modo a dissolver o máximo de sólido possível.</p><p><br/></p><p>5. Colocar os tubos de ensaio dentro de um gobelé de 250 cm3 com cerca de 200 cm3 de água</p><p>quente (a cerca de 60 ºC).</p><p><br/></p><p>6. Agitar cuidadosamente a mistura dos tubos de ensaio em banho de água aquecida, até todo o</p><p>nitrato de potássio estar totalmente dissolvido.</p><p><br/></p><p>7. Introduzir um termómetro no banho de água aquecida, de modo a acompanhar o arrefecimento</p><p>de todo o sistema.</p><p><br/></p><p>8. Continuar a agitar cuidadosamente a mistura dos tubos de ensaio à medida que vão</p><p>arrefecendo.</p><p><br/></p><p>9. Observar a solução e medir a temperatura a que se inicia a cristalização, registando o valor na</p><p>tabela II.</p><p><br/></p><p>10. Quando o banho atingir a temperatura ambiente, adicionar gelo ao gobelé de 250 cm3 de modo a</p><p>diminuir a temperatura do banho.</p><p><br/></p><p>11. Repetir os procedimentos de 5 a 10 pelo menos mais duas vezes.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 14:36:03 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-31 14:36:35 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2024-05-31 14:36:59 UTC</pubDate>
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         <title>Questão pós laboratoriais </title>
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         <description><![CDATA[<p>QUESTÕES PÓS-LABORATORIAIS</p><p>1. Através da análise da curva de solubilidade, indique o efeito da temperatura na solubilidade do</p><p>nitrato de potássio em água.</p><p>Pela análise do gráfico é possível concluir que a solubilidade do nitrato de potássio aumenta com</p><p>o aumento da temperatura</p><p><br/></p><p>2. Compare a curva de solubilidade obtida para o nitrato de potássio com a que é descrita na</p><p>literatura científica. O que se pode concluir?</p><p>A curva de solubilidade obtida vai de encontro com a descrita na literatura científica, uma vez</p><p>que mostra que a solubilidade do sal aumenta com o aumento da temperatura e os valores de</p><p>solubilidade para cada temperatura são aproximadamente concordantes com os publicados.</p><p><br/></p><p>3. Quais são os principais erros sistemáticos que poderão ter afetado as medições?</p><p>Os erros sistemáticos de leitura associados aos instrumentos de medição (balança, termómetro</p><p>digital e pipeta graduada) nos aparelhos de medida podem resultar da má calibração dos</p><p>instrumentos, da leitura errada do observador, bem como dos erros de paralaxe cometidos na</p><p>medição do volume de água. Deve-se considerar também como fonte de erro sistemático a</p><p>aproximação feita de que a concentração inicial da solução de KNO3 é igual à sua solubilidade</p><p>no momento em que se observou a formação da primeira porção de precipitado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-31 14:37:52 UTC</pubDate>
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