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      <title>Formaçao docente no Pibid - 2024/2026 by Eliana</title>
      <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs</link>
      <description>A formação docente no PIBID 2024/2026 começou no dia 20.03.25 com uma apresentação no auditório do Cahl, pelos Coordenadores do Programa: Professores Dr.(s) Juvenal de Carvalho, Martha Rosa, Henrique e André Rego. Houve uma palestra ministrada pela professora dra. Jamile como o tema: História e cultura indígena e o ensino de História no Brasil: repensando o currículo em diferentes níveis de educação.  Que entre outras coisas importantes, focou: Pensando os caminhos possíveis da docência e que tipo de histórias vamos ensinar enquanto professores.                              </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-14 23:37:35 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-07 02:01:04 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1ª Aula  de formação no dia 27.03.2025 ministrada Prof. Dr. Henrique, no prédio do Nudoc. </title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3409784212</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula foi excelente, voltada para Compreender o programa (PIBID) na sua totalidade. Tendo o professor esclarecido como poderemos construir o Diagnóstico da Escola. Que tipo de postura devemos ter. Como devemos centralizar no processo educativo e discutimos o texto: A ESCOLA COMO ESPAÇO SÓCIO-CULTURAL, de Juarez Dayrell.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 00:54:53 UTC</pubDate>
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         <title>2ª Aula de formação no dia 03.04.2025, Prof. Dr. Henrique. </title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3409949790</link>
         <description><![CDATA[<p>Continuação da discussão sobre Os Primeiros Olhares sobre a Escola. O que olhar e como olhar? Se já tivermos um diagnóstico devemos sensibilizar o olhar para as mudanças e as permanências que ocorreram na escola. Estar aberto para coisas novas. Compreender que as escolas tem as suas particularidades. Saber escolher os instrumentos de pesquisa. Adquirir conhecimento sobre a cidade, o bairro onde fica localizada a escola, etc. É digno de nota, que os dois dias de aulas com o Prof. Henrique foram muito importantes, com muitos esclarecimentos sobre como adentrar na escola como pesquisadores. De como fazer a pesquisa sobre o diagnóstico escolar. Entre muitas sugestões que foram discutidas, foi ressaltada a importância de conviver e criar relações com as pessoas. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 02:19:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3ª Aula de formação docente no dia 10.04.25 com os Coordenadores, Prof.(s) Dr.(s) Juvenal de Carvalho e  Martha Rosa. Com a participação dos Supervisores, Prof.(s) Mestres Borges e Jussiana Silva. </title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3410031966</link>
         <description><![CDATA[<p>           Foi uma aula muito enriquecedora, o Prof. Borges da Escola Estadual Edgar Santos, localizada em governador Mangabeira, falou de seus projetos e da rotina de ser um professor da educação básica. Citou o livros: Uma conversa sobre as Áfricas, de autoria do Prof. Juvenal e "O que há de África em nós, de Prof. Walter Fraga. E frisou a importância de se ensinar a História da África e atentar como os livros didáticos trabalham os conteúdos da África. Falou sobre o site que criou, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://Afrocepes.com.br">Afrocepes.com.br</a> para divulgar as experiências educacionais. Além de citar a rotina do Colégio Edgar Santos, ressaltou a importância de se trabalhar o protagonismo dos alunos. Nota-se o comprometimento, a competência  e o amor que o professor Borges tem pela educação. </p><p>         Professora Mestra Jussiana Silva, lotada no CERG, por sua vez, também relatou a estrutura educacional e a rotina do Colégio Rômulo Galvão, bem como, os seus projetos, inclusive de sua autoria, como o projeto: "Brincando de coisa séria", com as bonecas da Barbie. Destacou o compromisso do Colégio com a educação de qualidade, estimulando os alunos a  estudar e a aprender. Citou a parceria com a UFRB, que está  sempre presente no colégio através de seus projetos e estagiários. Quem conhece o Rômulo Galvão sabe que é uma escola pública, onde a educação é de qualidade. Oferecendo o Novo Ensino Médio, Proeja, Ensino Médio de Tempo Integral e o Ensino Técnico.         </p><p>          </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-15 03:01:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>atualização</title>
         <author>mrosa59</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3511858870</link>
         <description><![CDATA[<p>Boa noite, Eliana.</p><p>Por favor, atualize seu padlet com as suas participações no Pibid</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-07 01:47:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4ª Aula de formação no dia 24.04.25 com o Coordenador, Prof. André Rego</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3519917485</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula muito relevante sobre como estudar a história indígena no recôncavo baiano. Compreendendo as novas formas de abordagens das histórias indígenas no currículo da educação básica. Destaque para o Recôncavo e o Rio Paraguaçu. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-15 07:26:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Palestra com a Profª Josenita Mesquita (15.05.25) Tema: Ensino e Tecnologias: tecendo aprendizagens sobre a História da Bahia</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3545220791</link>
         <description><![CDATA[<p>Proposta: Falar do conceito de tecnologia além da ferramenta. </p><p>Avanço da Cultura digital, sociedade digital: No celular tem documento, tem conta, tem outras ferramentas que nos auxilia no dia-a-dia. Assim, devemos estudar os fatos que contribuíram para a escola está de encontro a esse processo, visto que dialogar com a cultural digital da forma correta, traz benefícios para a educação.  </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-17 03:18:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Apresentação do projeto Pizza Literária no CERG.  Contextualização do livro: Águas de Barrela.  De 05 a 07/08/25</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3545543826</link>
         <description><![CDATA[<p>Pela 3ª vez, o Colégio Rômulo Galvão, da cidade de São Felix-Ba, apresenta este projeto maravilhoso, que além de estimular a prática da leitura, incentiva a representação  do livro, contextualizando-o de várias formas com as disciplinas. Seja através da poesia,  pintura, música,  da cultura em geral. Destacando os ranços que a sociedade herdou da colonização e  enfatizando que continuamos resistindo à escravidão moderna e ao capitalismo. Os  estudantes participam com entusiasmo e perfeição. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-17 22:32:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Semana da África na UFRB - 2025 Palestra com o Prof. Dr. Kabengele Munanga (USP)</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3545569744</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 29.05.25, tive o prazer de assistir a palestra supracitada com o Prof. Munanga, onde ele discorreu sobre a História da África subsaariana e a sua própria trajetória, inclusive, sobre os seus 50 anos de estadia no Brasil. Entre outros fatos importantes, destacou que a África de hoje é uma história de saldos negativos e positivos.  Que a colonização e a escravidão trouxe uma sensação de fracasso para a sociedade africana. Que os povos da diáspora e os que foram submetidos à escravidão, lutaram muito para conquistar a independência. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-17 23:45:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Formação docente do dia  22.05.25.  Encontro com a participação das supervisoras: Prof.ª Gleysa Teixeira da Escola Edvaldo Brandão e Prof.ª Kátia Mª dos Santos Barbosa ,do CEAGS de governador Mangueira . </title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3545688104</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi uma aula de excelência, pois, tanto a profª Gleysa quanto a prof.ª  Kátia são ativistas da causa antirracista. Profª Gleysa narrou  a sua história enquanto mulher e historiadora, e o cotidiano das Escolas em que trabalha. Não é a primeira vez que a mesma participa do Pibid como supervisora. Ela destacou a importância de implementar nas escolas uma educação antirracista. Citou Bell Houks ao falar de educação como prática da liberdade, chamando atenção para nos posicionarmos quando tentarem nos parar; como acontece com ela na escola, quando alguém diz: isso não pode. Mencionou a escritora nigeriana, Chimamanda Ngozi, nos incentivando a atentar para o perigo de uma História única. Em relação às fontes Orais,  ela disse que "uma História Oral , só é história se for problematiza". Por fim, relatou a sua coragem de escrever sua tese de mestrado: Uma História de "Cabeluda" Mulher, Mãe e Cafetina. E de fazer a defesa no brega. Destaco que na época que eu ouvi falar da referida tese, de logo, achei muito importante, pelo fato da escritora ter dado visibilidade a uma pessoa que viveu à margem da sociedade, vítima de uma sociedade patriarcal. </p><p>    Quanto a Profª Kátia, a mesma relatou a sua trajetória enquanto mulher preta e da escola em que trabalha. Mencionou como se descobriu mulher negra fora da família. Destacou o racismo em diversos contextos; a escola como espaço de conhecimento e de conflitos gerados pela sociedade. Descreveu o perfil da escola e da comunidade nela inserida; os desafios no ensino história; a politização no ambiente escolar e  a crescente invasão de pensamentos e ideias da extrema direita. A mestra é autora do livro: Cabelo Ruim? Que Mal Ele Te Fez?. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 02:01:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formação docente no dia 12/06/25 com a participação dos supervisores: Prof.ª  Diana Souza Santos e Prof.  Alfredo Júnior. </title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3551053564</link>
         <description><![CDATA[<p>A profa. Diana Souza, leciona no Cepes de governador Mangabeira. É idealizadora do projeto: Elas dominam a cena. Relatou a sua trajetória enquanto educadora no Cepes, inclusive, que ministra 12 disciplinas. E que já trabalhou em instituição de nível superior no setor administrativo, mas, que o seu dom, ou seja, o seu chamado é para o ensinar. É ativista das causas da mulheres preta e pesquisa história das mulheres. Foi mais uma aula de prática da sala de aula que muito nos enriqueceu.  A docente tem Especialização em: O trabalho da escola com trabalhos de mulheres. </p><p>O prof. Alfredo Junior, é Historiador pela UFRB e Mestre em História Social pela UFBA. Tem experiência na área docente do ensino fundamental e médio e de técnico da Seduc. É docente da rede Estadual de Educação da Bahia, atua no Colégio Rômulo Galvão. Ao relatar a sua atuação como professor, nos incentivou a ser um educador que aposta no estudante e procurar escutar sua história de vida. Destacou que consegue fazer um bom trabalho no anexo do Rômulo localizado na zona rural. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 01:57:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula de Formação docente do dia 10.07.25, no auditório do Hansen Bahia.</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3551159984</link>
         <description><![CDATA[<p> Excelente palestra que nos preparou para combater o racismo nas escolas de educação básica e na vida cotidiana. A professora, Dra. Eliane Cavalheiro, relatou a sua história de vida enquanto mulher preta, destacando a importância de ter pessoas que nos chame para o desenvolvimento, que nos incentive, nos inspire. Que é um risco as crianças socializaram pelos meios midiáticos. Tanto o racismo estrutural quanto o institucional dentro da escola podem ser denunciados. Que devemos nos perguntar: </p><ul><li><p>Como podemos discutir o racismo na nossa disciplina? </p></li><li><p>Como podemos contribuir para acabar com o racismo e empoderar os nossos alunos através da nossa disciplina?</p></li><li><p>Como podemos pensar a educação  para as relações antirracistas? </p></li><li><p>Devemos refletir sobre a distorção histórica, a negação do sofrimento, na invisibilização da dor, na desumanização das vítimas. </p><p>"Eu sou porque somos, diálogo, valorização do outro."</p></li><li><p>Que geralmente o professor dar pouca atenção para as crianças negras</p></li><li><p>Que o nosso propósito deve ser ensinar para uma educação antirracista, pois, o racismo é crime e o silêncio adoece. </p></li><li><p>A luta contra o racismo é uma luta coletiva. </p></li><li><p>Colocar a criança ou o adolescente em situação de protagonismo, tendo em mente que a resistência é uma prática cotidiana. </p><p>Esse é um pequeno resumo da super palestra que a professora Dra. Eliane Cavalheiro nos proporcionou. Chorei durante esta palestra, ao lembrar do capacitismo que meu filho autista sofreu na escola estadual aqui em Maragojipe. Toda forma de discriminação dói, por isso, enquanto professores, não devemos lutar só contra o racismo, mas contra toda forma de exclusão e silenciamento. </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 03:06:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Presença no CERG no dia 14.08.25 para participar da aula no 2º AI</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3551222516</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu e a minha colega Itauana participamos da aula de Revisão, ministrada pela professora, Mestra, Jusiana dos Santos, na sala do 2º AI,  a qual foi reformada e contém: dois ventiladores na parede, porém, ainda não tem ar condicionado, tem 04 janelas de vidro,  um quadro branco e um armário prateleira. O corpo docente é formado de 28 alunos. Os estudantes questionaram sobre a premiação do projeto PIZZA LITERÁRIA e em seguida, a professora começou as aulas de revisão da avaliação da II Unidade, com os Conteúdos:  Brasil Colônia; Império; República; As Revoltas Regenciais. A professora como sempre dando show na contextualização, destacando que a elite brasileira não suportou os desmandos de Portugal, por isso, o Brasil se tornou independente. <strong> </strong>A História do Brasil é formada por golpes.  A abolição ocorreu graças às lutas de resistências dos movimentos sociais. E destacou que quando o aluno percebe que outro  resistiu a um padrão, ele muda a mentalidade e passa também a quebrar regras, e essa mudança de atitude se torna geral. Lembrou que no passado a história era sabotada, escondia as crianças, os idosos, outros fatos e que os livros didáticos são cheios de nuances. Que a educação tem um sistema de poder. Chamou a atenção para as diferenças entre os significados de política e politicagem, ideias trazidas por Michel Foucault. A professora sempre relacionando o conteúdo com o cotidiano, para a aprendizagem ficar mais fácil e atrativa.  Ressalto que na semana seguinte (21.08.25) não comparecemos à escola porque será dia de aplicação de Simulado (Avaliação 2ª Unidade). </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 04:02:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Participação nas aulas do dia 04/09/25 (Oficina com o tema: A Gênese do Mundo sob o olhar Africano</title>
         <author>dejesuseliana504</author>
         <link>https://padlet.com/dejesuseliana504/3qr54qw9xrfpwphs/wish/3579219895</link>
         <description><![CDATA[<p>A oficina discorreu sobre a África a partir das religiões de Matriz africana. A professora Jessica, iniciou um diálogo com os alunos, questionando primeiramente o que eles sabiam sobre as religiões, resultando em diversas visões, inclusive, uma aluna disse que tinha medo. Momento em que eu frisei a importância de buscar o conhecimento mesmo a pessoa não querendo fazer parte da religião e a questão do respeito, citando que  "o que é profano para uns é sagrado para outros." Foi discutida  a história das religião de matriz africana, que teve origem no Brasil no período escravocrata; o processo de resistência por causa do preconceito; o racismo religioso e outros. Como material didático, foi apresentado para os alunos 06 bonecos que representam os orixás e as contas. Os alunos Denilson e Kauane que pertencem à religião de matriz africana se ofereceram para contar a histórias dos orixás, exibindo os bonecos, ao tempo em que levava para os colegas tocar e tiravam as suas dúvidas. A minha colega Itauana, que reside próximo à praia e faz parte de família de pescadores e marisqueiras, passou a contar as crenças dos pescadores referente à religião quando entram no mar. Após todas as duvidas dos alunos serem esclarecidas, foi exibido um vídeo do documentário: ORUN AIYE: a Criação do Mundo. que versa sobre a religião e a criação do mundo. Tendo no final do filme, uma anciã destacado virtudes e defeitos do ser humano, tais como: ciúme, orgulho, amor e destacou a importância do respeito à ancestralidade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 02:16:43 UTC</pubDate>
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