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      <title>Ética Racionalista by Sara Souza</title>
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      <description>Feito por: Alice Sampaio, Maria Raquel Almeida e Sara Matos</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-07-29 12:13:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3066858917</link>
         <description><![CDATA[<p>Jürgen Habermas é um dos maiores intelectuais dos séculos XX e XXl. Filósofo e sociólogo, com formação ligada à <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/escola-de-frankfurt.htm"><strong><mark>Escola de Frankfurt</mark></strong></a>, ele dedicou a sua vida a estudar a democracia e apresentou um modelo de <strong><mark>ação comunicativa</mark></strong> para que sejam desenvolvidos consensos no espaço público sem coerção física, mas pela coerção do melhor argumento. A democracia pode ser, assim, aperfeiçoada pelos <strong><mark>processos coletivos de deliberação</mark></strong>, que propiciam a coexistência dos diferentes e a participação de todos na produção de normas sociais. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-03 21:06:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>saramrs54o</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tido como um dos mais difíceis pensadores racionalistas, Baruch de Espinosa é um filósofo holandês de origem judaica, nascido em 24 de novembro de 1632. Suas ideias sofreram grande influência de Descartes e Euclides e foram marcadas pelo racionalismo radical, buscando os extremos lógicos. Espinosa ficou conhecido por conciliar Deus e a Natureza, trazendo junto consigo críticas e ideologias que ainda repercutem no cenário contemporâneo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-03 21:10:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RAZÃO, ÉTICA E MORAL PARA LEIBNIZ</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3066859389</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>"Nada é sem razão"</em></strong></p><p>A razão exerce um papel direcionador sobre a <mark>vontade </mark>e a intervenção da reflexão, desse poder inerente à <mark>consciência humana</mark> de refletir sobre suas próprias impressões, de conhecer a ordem e razão do seu encadeamento, de conceber a ideia ou a representação geral das possibilidades da vida interior e das leis que a regem,</p><p>confere ao homem o caráter e os privilégios da personalidade e oferece às ações um <mark>valor moral.</mark> </p><p><br></p><p>Será essa intervenção que transformará no homem a atividade primitiva e espontânea, opondo-a à atração sensível do prazer da satisfação imediata e passageira, a concepção e o desejo de satisfações mais puras e duráveis, enfim, a ideia de felicidade, objeto soberano da vontade, quando dirigida pela <mark>razão</mark>. Enquanto o sentimento e o desejo direcionam ao prazer, <mark>a razão e a vontade</mark> conduzem à <mark>felicidade</mark>.</p><p><br></p><p>A lei moral não exige do homem nada mais do que a firmeza e a perseverança em cumprir, dentro dos limites de suas faculdades, sua obra de ser<mark> inteligente</mark> e <mark>livre</mark> segundo o ideal de perfeição sugerida pela razão e a escolha dos diversos bens oferecidos a ele. o melhor, o mais excelente e resistir às solicitações de um prazer imediato, às paixões, e triunfar sobre as fraquezas de uma vontade seguidamente incerta em seu poder. Assim, dever se constitui em uma <mark>necessidade moral</mark>.</p><p><br></p><p>A <mark>racionalidade</mark> torna-se o fundamento da <mark>ética</mark> para Leibniz, na medida em que promove uma leitura e inserção adequada da realidade da <mark>mônada</mark> e mostra que o limite dos indivíduos e as possibilidades de uma relação intersubjetiva se dão apenas na esfera da razão. Razão essa que sempre leva em conta a vontade, mas que para Leibniz, é fiadora das ações dos homens, que mesmo não tendo a liberdade e a felicidade que almejam, ainda são livres em suas escolhas e podem, mesmo de forma limitada, é na sua condição  humana, optar por este ou aquele caminho.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-03 21:10:16 UTC</pubDate>
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         <title>Ética</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A ética é o ramo da filosofia que <strong><mark>estuda o comportamento humano e as ações morais</mark></strong><mark> </mark>de um ponto de vista teórico.</p><p>A ética contribui para que as pessoas pensem sobre como concebem o bem e o mal em diferentes áreas de suas vidas. É uma disciplina fundamental na formação de diferentes códigos de conduta e também na forma como a justiça é (ou não) aplicada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:13:35 UTC</pubDate>
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         <title>Moral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><mark>A moral é o conjunto de normas e valores necessários para que diferentes comunidades vivam juntas.</mark></strong> Embora as sociedades mais moralistas não sejam necessariamente as mais prósperas, todas as comunidades são regidas por um código moral composto de diferentes comportamentos, hábitos e costumes.</p><p>A moral é vista como <strong><mark>as regras ocultas de comportamento</mark></strong><mark>. </mark>As pessoas agem de acordo com hábitos e comportamentos morais tácitos, aprendidos durante suas vidas. No entanto, ao contrário da ética, que é uma disciplina filosófica, a moral não estuda essas regras, mas é o conjunto de valores e normas que regem as pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3067077045</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>ESPÍNOLA, Juan Pablo Segundo.<strong> Ética e moral</strong>. Enciclopédia Humanidades, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://humanidades.com/br/etica-e-moral/">https://humanidades.com/br/etica-e-moral/</a>. Acesso em: 03 agosto, 2024.</p></li><li><p>ESTUDANTE, Guia do. <strong>JÜRGEN HABERMAS</strong>. 2017. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://guiadoestudante.abril.com.br/especiais/jurgen-habermas/">https://guiadoestudante.abril.com.br/especiais/jurgen-habermas/</a>. Acesso em: 03 ago. 2024.</p></li><li><p>PORFíRIO, Francisco.<strong> "Racionalismo"</strong>; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/racionalismo.htm">https://brasilescola.uol.com.br/filosofia/racionalismo.htm</a>. Acesso em 03 de agosto de 2024.</p></li><li><p><strong>JÜRGEN Habermas: biografia, formação, ideias</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/redirect?url=https%3A%2F%2Fmundoeducacao.uol.com.br%2Fsociologia%2Fjurgen-habermas.htm">https://padlet.com/redirect?url=https%3A%2F%2Fmundoeducacao.uol.com.br%2Fsociologia%2Fjurgen-habermas.htm</a>. Acesso em: 03 ago. 2024.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:27:22 UTC</pubDate>
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         <title>Ideias de Habermas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3067079888</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora próximo aos autores da Escola de Frankfurt, Habermas também tinha discordâncias e desenvolveu um <strong><mark>pensamento intelectual próprio.</mark></strong> Adorno e Horkheimer apresentaram uma crítica ao que chamaram de razão instrumental, que designava o uso antiético da razão e a instrumentalização da ciência para fins maléficos, como o nazismo usar tecnologia e experimentos baseados na razão para promover um genocídio.</p><p>Habermas, no entanto, não restringia a razão a esse conceito. Para ele, <strong><mark>a razão é ampla e se dá por outros meios</mark> <mark>– a comunicação é um deles.</mark></strong> A estrutura da linguagem, a dinâmica das interações humanas na compreensão mútua, no exame da verossimilhança entre o que é dito e a realidade, enfim, a comunicação em todos os seus processos carrega intrinsecamente a racionalidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:35:47 UTC</pubDate>
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         <title>Ação comunicativa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Habermas desenvolveu o conceito de <strong><mark>ação comunicativa</mark></strong>, modelo racional de interação, por meio de argumentação, debate, deliberação, para se alcançar acordos. Essa interação <strong><mark>se daria na esfera pública</mark></strong>, espaço de discussão que incluiria diversos grupos sociais, bem como agentes do Estado.</p><p>A ação comunicativa <strong><mark>deveria ser balizada por algumas pretensões</mark></strong>: inteligibilidade, isto é, ser de fácil compreensão; verdade, ou seja, ser embasada em informações verdadeiras; sinceridade na exposição de ideias; correção normativa, que significa ser correta dentro de um contexto de normas e valores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>Ética da discussão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3067081013</link>
         <description><![CDATA[<p>Habermas visa a fundar uma <strong><mark>“ética da discussão”</mark></strong>: em vez de um sujeito buscar fazer valer uma lei universal, é preciso buscar uma discussão na qual as <strong><mark>questões morais</mark></strong> sejam objeto de debates, dando lugar a acordos. <strong><mark>Uma norma ética, para ele, só é válida quando for objeto de uma livre discussão.</mark></strong><mark> </mark>Só o agir comunicativo, que tende ao entendimento entre os atores, pode ser a base ética de uma sociedade. Habermas foi acusado, por muitos, de <strong><mark>“reformista”</mark></strong>, pois, em vez de desesperar-se diante da democracia burguesa, levou a sério suas potencialidades.</p><p><br></p><p>Em suma, como diz Habermas, a ação comunicativa ocorre “sempre que as ações dos agentes envolvidos são coordenadas, não através de cálculos egocêntricos de sucesso, mas através de <strong><mark>atos de&nbsp;alcançar o entendimento</mark></strong>. Na ação comunicativa, os participantes não estão orientados primeiramente para o sucesso individual, eles buscam seus objetivos individuais respeitando a condição de que podem harmonizar seus planos de ação sobre as bases de uma definição comum de situação. Assim, a negociação da definição de situação é um elemento essencial do complemento interpretativo requerido pela ação </p><p>comunicativa".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:38:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Racionalismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3067083817</link>
         <description><![CDATA[<p>Como a epistemologia (vertente filosófica que investiga as teorias do conhecimento), o racionalismo afirma que todo o conhecimento humano advém da pura racionalidade e do intelecto. <strong><mark>As experiências práticas, para os racionalistas, não têm valor cognitivo</mark></strong>, podendo inclusive enganar-nos ao oferecer-nos impressões errôneas. <strong><mark>Os racionalistas defendem que as ideias surgem da pura e simples capacidade racional e impulsionam o intelecto, formando os conhecimentos com base nas leis universais da razão.</mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 13:46:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Principais ideias de Espinosa</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069094172</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Noção de Deus</strong></p></li></ul><p>Espinosa estabelecia uma única substância como princípio de todas as coisas: Deus. Esse Deus estava em tudo, tendo a natureza (universo) como a sua manifestação. </p><ul><li><p><strong>Razão e Liberdade</strong></p></li></ul><p>O filósofo afirma que o homem faz parte da manifestação de Deus, por isso tem suas ações determinadas por Ele. Portanto, para se tornar um ser racional e livre, o ser humano deve entender e comprender o determismo.</p><ul><li><p><strong>Corpo, alma e ética</strong></p></li></ul><p>Espinosa se diferencia de Descartes ao afirmar que corpo e alma são modos distintos de uma única substância. O corpo é composto por partículas e desfruta dos sentimentos originam os afetos.</p><ul><li><p><strong>As afecções e os afetos</strong></p></li></ul><p>Os afetos nascem das afecções do corpo (alterações pelos movimentos das partículas) e são caracterizados por aumentar ou diminuir a potência, capacidade de agir e pensar.</p><ul><li><p><strong>A política de Espinosa e o Direito Divino</strong></p></li></ul><p>Vivendo em um contexto de Absolutismo, Espinosa define o direito natural como uma ordem que vem de Deus e se apresenta como um desapoiador do estado eclesiático, ao afirmar que esse limita a capacidade de homem. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 21:22:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noção de Deus</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069106787</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>"Deus é um mecanismo imanente da natureza e do universo. Deus e natureza: dois nomes para a mesma coisa."</mark></em></strong></p><p><br></p><p>Muitas vezes atribuído às ideias dos pré-socráticos, que buscavam entender a origem das coisas utilizando a razão, Baruch Espinosa determina um único ser <strong><mark>(substância)</mark></strong> como o âmago de todas as coisas. Seu pensamento é comparado ao de Parmênides, que centralizava o princípio da natureza no "ser". Esse "ser", para Espinosa era <strong><mark>Deus</mark></strong>, uma substância infinita e única que originava e estava em todas as coisas. A natureza (universo), portanto, era uma manifestação desse Deus. </p><p><br></p><p>Paralelamente, Deus pode ser entendido a partir de duas definições: <strong><mark>Natura Naturans</mark></strong> e <strong><mark>Natura Naturata</mark>. </strong>Natura Naturans consiste em fenômeos que constroem a natureza, como o movimento das placas tectônicas e dos astros, e que são constantes. Natura Naturata é a totalidade dos efeitos da ativididade da Natura Naturans, ou seja, é a forma já pronta da natureza. </p><p><br></p><p>Conclui-se que Espinosa é um filósofo monista e panteísta ao afirmar a <strong><mark>existência de Deus em tudo</mark></strong>. A ideia desse Deus, no entanto, se afasta do Deus judaíco ou cristão, um vez que o pensador afirma que seu Deus é uma <strong><mark>substância infinita e única</mark></strong>, não um criador racional que, portanto, não precisa ser venerado. Essa constatação comprometeu dentro do mundo em que estava inserido, já que esse era marcado pelo Absolutismo, um regime político de concentração de poder nas mãos do Rei. A noção de Deus criada por Espinoza fez com que ele fosse afastado da comunidade judaíca, tido como ateu pelos cristãos e caçado pela Igreja.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 21:46:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Razão e Liberdade</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069120150</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>"A mente humana é parte do intelecto infinito de Deus" </mark></em></strong></p><p><br></p><p>Ao afirmar que tudo é uma manifestação da substância chamada Deus, Espinosa considera o ser humano como parte desse tudo, dessa natureza. Ele constata que as ações do homem são definidas por Deus, o que sugere um <strong><mark>determinismo</mark></strong> que nasce contra a questão do livre-arbítrio. O filósofo realiza uma crítica contundente ao <strong><mark>livre-arbítrio</mark></strong>, colocando-o como uma doutrina descabida que impede o homem de desfrutar da livre necessidade. </p><p><br></p><p><strong><mark>"Em Espinosa o livre-arbítrio não é apenas uma ilusão, mas é também um preconceito que impede a compreensão da ideia adequada quanto à natureza humana, bem como, por isso, nos afasta da efetiva liberdade." (PAES, 2023).</mark></strong></p><p><br></p><p>Como um filósofo racionalista, Espinosa afirma que a <strong><mark>razão</mark></strong> é a principal fonte de conhecimentos. Dessa forma, ao estabelecer que o homem está sob o determinismo de Deus, o pensador holandês também declara que o caminho para alcançar a razão é ter ciência desse fato. A liberdade vem logo após, quando o ser humano adquire a capacidade de entender que suas ações são predefinidas por essa substância chamada Deus. Portanto, para ser <strong><mark>livre e racional</mark></strong>, o homem deve compreender a totalidade do universo e o determinismo de seus atos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 22:21:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Corpo, alma e ética</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069122193</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Espinosa, o corpo e a alma constituem modos distintos da mesma substância (Deus), ao contrário de Descartes, que afirma o dualismo humano (corpo e alma como partes diferentes). Essa definição constitui uma nova ruptura com a separação radical cartesiana entre corpo e alma, quebrando também com a ideia de hierarquia da alma sobre o corpo e afirmando que ambos tem potência igualitária. O corpo, nesse caso, é formado por pequenas <strong><mark>partículas</mark></strong> que constituem partes moles e duras. É um sistema complexo que o próprio homem acaba não tendo total controle. Nesse viés, surgem as afecções: alterações nos corpos que ocorrem pelo movimento dessas partículas, o que pode aumentar ou diminuir a <strong><mark>potência</mark></strong>, capacidade de agir e pensar.</p><p><br></p><p>Paralelamente, Espinosa estabelece uma distinção entre <strong><mark>ética</mark></strong> e <strong><mark>moral</mark></strong> "ao desvalorizar a oposição, 'bem-mal', substituindo-a pela diferença qualitativa de maneiras de existir, 'bom-ruim'" (AZEVEDO, 2017). A ética então surgiria como uma teoria de potência, oposta à moral como teoria dos deveres (DELEUZE, 2003). O bem e mal, nesse caso, seriam o impacto dos outros e das coisas em nosso corpo e alma, o que nos direciona aos <strong><mark>afetos</mark></strong>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 22:27:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Política de Espinosa e o Direito Natural</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069123193</link>
         <description><![CDATA[<p>Baruch Espinosa nasceu, cresceu e desenvolveu suas ideias num cenário absolutista, onde o poder nas mãos do monarca era absoluto. Nessa esfera, o filósofo estabelece o <strong><mark>direito natural </mark></strong>para o homem. Direito natural é a definição de um direito universal, estabelecido pela natureza. Para John Locke, teórico nascido no mesmo ano do pensador holandês, o direito natural do homem é a propriedade privada. Já para Espinosa, o direito natural supõe a ordem natural que vem de Deus, sendo exemplificado pela <strong><mark>razão</mark></strong>. </p><p><br></p><p>Paralelamente, na visão de Baruch, o Estado tem por definição a capacidade humana de se organizar em sociedade e limitar a liberdade. Por consequente, estabelece sua defesa ao <strong><mark>estado laico</mark></strong>, alegando que o estado eclesiático, instituído durante o período de Absolutismo, não respeita o direito natural e limita a capacidade de pensamento do homem. Dessa forma, Espinosa também se opõe a <strong><mark>Teoria do Direito Divino</mark></strong>, a qual afirma a origem divina dos Reis que o davam legalidade para governar. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 22:28:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As afecções e os afetos</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069165309</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em><mark>"Por afeto compreendo as afecções do corpo pelas quais sua potência de agir é aumentada ou diminuída, estimulada ou refreada, e ao mesmo tempo, as ideias dessas afecções" </mark></em></strong></p><p><br></p><p>"<strong><mark>Bom e ruim</mark></strong> correspondem aos afetos de alegria e tristeza à medida que somos conscientes deles" (AZEVEDO, 2017). Os tipos de afetos ocorrem proporcionalmente à afecção e à potência. Quando a afecção aumenta, a potência cresce de forma paralela, o que corresponde ao afeto de alegria ou "bom". Um <strong><mark>afeto de alegria</mark></strong> acontece quando, por exemplo, abraça-se alguém amado ou experimenta uma comida desejada, ou seja, o "bom" corresponde aquilo que, quando em contato com o corpo, contribui com a natureza. <strong><mark>Um afeto de tristeza</mark></strong>, por outro lado, nasce com a diminuição da afecção e da capacidade de agir e pensar (potência), o que pode ocorrer quando contrai-se uma doença ou se encontra com uma pessoa indesejada. O "ruim", portanto, é aquilo que não contribui com a natureza quando em contato com o corpo. </p><p><br></p><p><strong><mark>"Bom e ruim são os sentidos da variação da potência de agir: o aumento dessa potência (alegria) é bom, e a diminuição (tristeza) é ruim." (AZEVEDO, 2017). </mark></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 23:50:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Referências</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3069221459</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>AZEVEDO, Lívia Godinho Nery Gomes. Ethics of joy and encounter: elucidations of spinoza and psychodramatic perspectives. <strong>Revista Brasileira de Psicodrama</strong>, [S.L.], v. 25, n. 1, p. 1-4, jun. 2017. FapUNIFESP (SciELO). <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dx.doi.org/10.15329/2318-0498.20170009">http://dx.doi.org/10.15329/2318-0498.20170009</a>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-53932017000100009#:~:text=%22Toda%20a%20%C3%A9tica%20se%20apresenta,os%20outros%20afetam%20nosso%20conatus">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0104-53932017000100009#:~:text=%22Toda%20a%20%C3%A9tica%20se%20apresenta,os%20outros%20afetam%20nosso%20conatus</a>. Acesso em: 06 ago. 2023. </p></li><li><p>Deleuze. G. (2003). <em>Spinoza. Philosophie pratique.</em> Paris: Les Éditions de Minuit</p></li><li><p>PAES, Thiago José Farias. <strong>A crítica de Espinosa à doutrina do livre-arbítrio a partir de seus antecedentes históricos em Tomás de Aquino e Descartes</strong>. 2023. 2 f. TCC (Graduação) - Curso de Filosofia, Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Foz do Iguaçu, 2023.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-07 00:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>Gottfried Wilhelm von Leibniz</title>
         <author>maria123mariaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070181477</link>
         <description><![CDATA[<p>Gottfried Leibniz era filho de Friedrich Leibniz, professor de filosofia em Leipzig. Sua mãe chamava-se Catharina Schmuck, filha de uma advogado e terceira esposa de Friedrich. Leibniz foi criado praticamente pela mãe, pois seu pai morreu quando ainda tinha 6 anos de idade.</p><p>Ele foi reconhecido como o gênio universal de seu tempo, filósofo e cientista que trabalhou nos campos da matemática, geologia, teologia, mecânica, história, jurisprudência, e linguística.</p><p>Leibniz aplicou seu conhecimento em diversos âmbitos: </p><ul><li><p>Desenvolvimento do<mark> sistema binário de aritmética</mark></p></li><li><p>Uma grande conquista de Leibniz foi seu trabalho em determinantes, resultado de sua pesquisa em <mark>sistemas de equações lineares.</mark></p></li><li><p>Leibniz continuou a aperfeiçoar seu sistema metafísico na década de 1680, tentando reduzir o raciocínio a uma <mark>álgebra do pensamento.</mark></p></li><li><p>Criou um plano político para tentar persuadir a França a invadir o Egito.</p></li><li><p>Drenagem de água das minas nas montanhas de Harz. Sua idéia era utilizar a força dos ventos e da água para operar bombas. Ele projetou diversos tipos de bombas e engrenagens mas todos terminaram em<mark> fracasso.</mark> Leibniz acreditava que isto era devido ao medo dos trabalhadores de perderem seus empregos para o progresso.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-08 00:13:43 UTC</pubDate>
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         <title>NOÇÃO DE DEUS</title>
         <author>maria123mariaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070196344</link>
         <description><![CDATA[<p>"Cogitamos que talvez seja imputada à vontade divina que três vezes três é nove? Ou pensamos talvez dizer que a diagonal do quadrado é imensurável em relação ao lado porque Deus o decretou? [...] Esses <strong>teoremas</strong> são, portanto, atribuídos à <mark>natureza das coisas</mark>, ou ainda, à ideia do</p><p>nove e do quadrado, e ao <mark>intelecto divino</mark> no qual as ideias das coisas subsistem eternamente. O que significa que, esses teoremas, Deus não os pôs porque assim quis, mas os pôs porque pensa, e <mark>Deus pensa porque existe</mark>. De fato, se não existisse Deus algum, todas as coisas seriam simplesmente impossíveis e o nove e o quadrado seguiriam o destino comum. Veja, portanto, que acontecem coisas das quais Deus é causa não com a sua vontade, mas com a sua <mark>própria existência</mark> [...]. Deve-se não à vontade de Deus, mas sim, à existência de Deus, que três vezes três é nove."</p><p> (LEIBNIZ, 1672-1673, p. 23-25; A, VI, 3, p. 121-122, grifos do autor).</p><p><br></p><p>Na obra "Essais de Théodicée", Leibniz, filósofo alemão, traz fatos matemáticos e físicos para a abordar a relação entre o bem e o mal. Ele faz crítica a outros filósofos, como Descartes, no que tange às <mark>limitações humanas</mark> e a v<mark>ontade divina como superior.</mark> </p><p>Analisando os escritos de Leibniz, é perceptível as afirmações de Deus como um ser<mark> infinito e perfeito</mark>, o qual é o bem maior, clareando aos humanos suas vontades divinas, visando o melhor.</p><p><br></p><p>A sabedoria suprema de Deus o faz escolher as melhores leis do movimento, mais bem ajustadas com as mais  convenientes às <mark>razões abstratas e metafísicas</mark>, a conservação da quantidade de força total e absoluta, a mesma reação e direção. Ação e reação são sempre na mesma proporção.</p><p><br></p><p>A <mark>teoria de mônadas</mark>, um termo derivado do grego, significando "aquilo que é um" ou "unidade" é elaborada em 'Monadology'. A teoria tenta descrever um universo  harmonioso composto de um número <mark>infinito de mônadas</mark>, ou unidades, organizadas em uma hierarquia e originadas no Mônada Supremo que é Deus. O Monismo teve suas raízes na <mark>filosofia da Grécia antiga</mark> e foi continuado por pensadores eminentes como Emmanuel Kant, Edmund Husserl, e Alfred North Whitehead. A hierarquia do monismo era, de acordo com Leibniz, o "melhor de todos os mundos possíveis".</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-08 00:33:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LIBERDADE EM LEIBNIZ</title>
         <author>maria123mariaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070197019</link>
         <description><![CDATA[<p>Para Leibniz a <mark>vontade </mark>do homem é <mark>livre e autônoma</mark>, não violando as leis naturais, seguindo, portanto, um <mark>determinismo universal.</mark> Por sua vez. a liberdade se fundamenta na submissão refletida <mark>da Vontade à razão</mark>.</p><p>Além de que, o livre arbítrio:</p><p><em>"“...consiste no fato de querermos que as razões ou impressões mais fortes que o entendimento apresenta à vontade não impeçam o ato da vontade de ser contingente e não dêem uma necessidade absoluta e, por assim dizer, metafísica. É neste sentido que costumo dizer que o entendimento pode determinar a vontade, segundo a prevalência das percepções e razões, de uma forma que, mesmo quando é certa e infalível, inclina sem obrigar.”</em></p><p><br/></p><p>Essa liberdade é dividida em três partes:</p><ol><li><p><mark>Inteligência</mark> - Uma ação é considerada livre caso o agente reconheça e almeje um objeto.</p></li><li><p><mark>Espontaneidade</mark> - Deve agir por si, i. é, ele próprio deve ser sua fonte de ação.</p></li><li><p><mark>Contingência</mark> - Deve ter a capacidade de escolher entre opções contrárias, igualmente possíveis, ou mesmo deve poder interromper o seu ato.</p></li></ol><p>Essa definição de liberdade deve valer tanto para o criador, como para os seres racionais, visto que são os que mais se aproximam de Deus.</p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-08 00:34:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões sobre Espinosa</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070332713</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/646005177/8dce70941a902978cc0dff7db28c5ffe/QUEST_ES_DE_PROVAS_EXTERNAS_SOBRE_BAURUCH_ESPINOSA.docx" />
         <pubDate>2024-08-08 03:10:46 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Materiais de estudo</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070870183</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow">Ética — Baruch Espinosa (livro em pdf)</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=LMVQKC2py-Q">A filosofia de Baruch Espinosa (vídeo-aula)</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=cxLm8ZmgKzg">O que é o Deus de Espinosa? (vídeo-aula)</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gamma.app/docs/Introducao-a-filosofia-de-Baruch-Espinosa-89ncz6pvj1ufd36">Introdução à filosofia de Baruch Espinosa (slide/resumo)</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-08 16:29:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Materiais de estudo </title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070889697</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow">Teoria da Ação Comunicativa — Jürgen Habermas (livro em pdf)</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://gamma.app/docs/Etica-Racionalista-de-Jurgen-Habermas-zk7n05czz7ieqr7">Ética Racionalista de Jurgen Habermas (slide/resumo)</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=OiAHXVNck8A">Jürgen Habermas para o Enem (vídeo-aula)</a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=B9KbQyRvxiU">Jürgen Habermas em cinco minutos (vídeo-aula)</a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-08 16:59:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3070959526</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2623155565/f0801e53200311a0fca185442ea77040/Habermas.pdf" />
         <pubDate>2024-08-08 18:36:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões sobre Leibniz</title>
         <author>maria123mariaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3071132517</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/793355439/291410ad1b515b1014b5b5637f595aef/QUEST_ES_leibniz.docx" />
         <pubDate>2024-08-09 00:32:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Material de Estudo</title>
         <author>maria123mariaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3071132699</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=xWgHwn1GLa4">Resumo sobre Leibniz (Vídeo-aula)</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fem.unicamp.br/~em313/paginas/person/leibniz.htm">Material de Leitura (Site)</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ime.unicamp.br/~sandra/CCA/history/leibniz/leibniz.html#:~:text=Leibniz%20afirmava%20que%20o%20Universo,sintetizava%20as%20id%C3%A9ias%20de%20Th%C3%A9odic%C3%A9e">História e abordagem sobre a vida-carreira de Leibniz</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 00:32:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS</title>
         <author>maria123mariaalmeida</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3071133560</link>
         <description><![CDATA[<p>BONNEAU, Cristiano. <strong>Fundamentos para uma ética em Leibniz</strong>. 2015. Tese (Doutorado em Filosofia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. doi:10.11606/T.8.2015.tde-06112015-155208. Acesso em: 06 ago. 2024.</p><p>DE SOUZA, A. C. F. <strong>RAZÃO E LIBERDADE EM LEIBNIZ</strong>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://filosofia.fflch.usp.br/sites/filosofia.fflch.usp.br/files/posgraduacao/defesas/2006_mes/andre_chagas.pdf">https://filosofia.fflch.usp.br/sites/filosofia.fflch.usp.br/files/posgraduacao/defesas/2006_mes/andre_chagas.pdf</a>&gt;. Acesso em: 7 ago. 2024.</p><p>DO VAL, F. T. R. A ÉTICA DE LEIBNIZ. <strong>Revista Brasileira Multidisciplinar</strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 1, n. 1, p. 5-22, 1997. DOI: 10.25061/2527-2675/ReBraM/1997.v1i1.356. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistarebram.com/index.php/revistauniara/article/view/356">https://revistarebram.com/index.php/revistauniara/article/view/356</a>. Acesso em: 5 ago. 2024.</p><p><strong>Filosofia</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.projetomirlene.com.br/simulados/mt/humanas/filosofia.php">https://www.projetomirlene.com.br/simulados/mt/humanas/filosofia.php</a>&gt;. Acesso em: 7 ago. 2024.</p><p><strong>Gottfried Wilhelm von Leibniz</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ime.unicamp.br/~sandra/CCA/history/leibniz/leibniz.html">https://www.ime.unicamp.br/~sandra/CCA/history/leibniz/leibniz.html</a>&gt;. Acesso em: 9 ago. 2024.</p><p><strong>Questão A preguiça de pensarCostuma-se dizer que o filósofo Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) denunciou o seguint</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://vestibulares.estrategia.com/public/questoes/preguic-pensarCostuma20169098b72/">https://vestibulares.estrategia.com/public/questoes/preguic-pensarCostuma20169098b72/</a>&gt;. Acesso em: 6 ago. 2024.</p><p><strong>Q889152 - Questões do ENEM</strong>. Disponível em: &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.qconcursos.com/questoes-do-enem/questoes/0dc9e2a0-4e?from_omniauth=true&amp;provider=google_one_tap">https://www.qconcursos.com/questoes-do-enem/questoes/0dc9e2a0-4e?from_omniauth=true&amp;provider=google_one_tap</a>&gt;. Acesso em: 7 ago. 2024.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 00:33:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3071133560</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Link da apresentação no Canva sobre Ética Racionalista</title>
         <author>saramrs54o</author>
         <link>https://padlet.com/saramrs54o/3qlwvrtacoyy42un/wish/3131953844</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-22 22:03:37 UTC</pubDate>
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