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      <title>Introdução à autoavaliação e avaliação pelos colega by EUN Partnership aisbl</title>
      <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1</link>
      <description>Alguma vez utilizou autoavaliação ou avaliação pelos colegas? Como professor ou como aluno? O que resultou / não resultou?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-11-02 14:23:06 UTC</pubDate>
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         <title>Helena Brites</title>
         <author>lenapedrobrites</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/306296354</link>
         <description><![CDATA[<div>Como aluna já utilizei a autoavaliação e a avaliação por colegas. A autoavaliação era só utilizada no final de cada período, onde referia a nota que merecia e o porquê. Não sinto que resultasse, porque era algo que só fazíamos naquela altura, por isso nunca sabíamos explicar o porquê a 100%. Na avaliação pelos colegas senti que me ajudou bastante a evoluir a nível pessoal e profissional, pois refleti sobre aspetos que durante as aulas não tinha tomado tanto atenção e como melhorar algumas das atividades.<br>Como professora recorro à autoavaliação mas não de uma forma tão aprofundada, por isso tenciono pesquisar mais sobre o assunto para conseguir realizar melhor essa autoavaliação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 12:03:19 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Pacheco</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/306379613</link>
         <description><![CDATA[<div>AUTOAVALIAÇÃO - sempre utilizada no final de cada período, com cada aluno, onde cada um, procede ao registo do seu percurso em várias dimensões, em que obtém um nível/ percentagem/ classificação e que depois lhes é dado feedback. Na esmagadora maioria das vezes, os resultados obtidos pelos alunos, não se distanciam  muito significativamente dos meus, enquanto professor. Resulta assim, uma autoavaliação, quer do aluno, quer do professor, uma vez que há feedback.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 15:03:25 UTC</pubDate>
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         <title>António Ribeiro</title>
         <author>antonio_ribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/306565395</link>
         <description><![CDATA[<div>A autoavaliação é realizada sempre que o trabalho é realizado em grupo e no final dos períodos. Quando proponho a avaliação pelos colegas ela resulta    com maior rigor nas turmas de crianças mais jovens. Com os mais velhos torna-se geralmente muito pouco rigorosa, porque começam a pesar critérios externos de pressão: o grupo, os amigos, os líderes... Recorro também à avaliação do docente por parte dos alunos e tem tido resultados muito animadores, pois recolho sempre sugestões interessantes de trabalho e opiniões válidas para as metodologias usadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-20 23:58:50 UTC</pubDate>
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         <title>Eva Figueiredo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/306665050</link>
         <description><![CDATA[<div>A auto-avaliação é feita no final de cada período obrigatoriamente e normalmente não diferem da minha avaliação. Quanto à avaliação por parte dos colegas, pode ser viável em certas turmas, noutras, em que ainda tem de ser feito algum trabalho ao nível da cidadania, pode funcionar muito bem, ou muito mal )na maioria das vezes, com a orientação correta dos professores funciona bem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 09:44:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Rita Pinheiro</title>
         <author>AnaRitaPinheiro</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/306694979</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna do 1º ciclo já utilizei a avaliação pelos colegas porque a minha professora trocava as folhas para podermos melhorar a nossa escrita e pedia que corrigíssemos as composições dos colegas. No entanto fora do 1º ciclo nunca mais fiz avaliação dessa forma, apenas autoavaliação no final de cada período.<br>Como professora, por vezes entrego uma folha com a resolução para que possam comparar com o trabalho que desenvolveram, mas nunca apliquei um rubrica feita com o grupo.<br>Considero que resultou a avaliação pelos colegas porque foi assim que aprendi a escrever muitas das palavras que dava erro. A autoavaliação enquanto aluna nunca me serviu de muito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 11:31:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eunice Lopes</title>
         <author>lopeseunice42</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/306853532</link>
         <description><![CDATA[<div>A autoavaliação tenho utilizado essencialmente no final de cada período letivo, recorrendo a materiais adaptados ao perfil de funcionalidade de cada aluno (Educação Especial). Quanto à avaliação pelos colegas forma muito escassas as experiências que realizei,pois senti que muitas das vezes a avaliação assentava primordialmente em critérios relacionais e de afinidade entre colegas.<br>Como aluno já vivi ambas as experiências, em situações de formação contínua. Considero que ambas as estratégias me ajudaram a "crescer" em termos formativos, mas tive algumas dificuldades em realizar a avaliação entre pares (ex.º receio em melindrar os outros colegas).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-21 21:21:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ana Belo</title>
         <author>anabelo_belo</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307000219</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna utilizei a autoavaliaçao, quando me era solicitada, no final dos períodos letivos.<br>Enquanto docente, utilizo com muita frequência a autoavaliação. Normalmente, após uma atividade prática ou uma atividade de grupo peço aos alunos para se autoavaliarem. Esta avaliação permite-me por um lado, conhecer atempadamente algumas dificuldades sentidas pelos alunos e por outro lado, permite -me saber se a atividade que proponho ou como a proponho é uma boa estratégia pedagógica.<br>A autoavaliação pelos colegas da turma não é uma prática que utilize com frequência (porque é difícil de aplicar em alunos do 3º ciclo) mas quando a utilizo tem-me permitido recolher informações muito pertinentes.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 11:58:38 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Sousa                       Dar sentido!</title>
         <author>carlosdsousa28</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307130601</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluno a avaliação tinha um carácter assumidamente sumativo. O trabalho do professor era transmitir o conhecimento e depois classificava os alunos. Felizmente, os ventos mudaram e aproveitei-os para convidar os meus alunos a participar numa sala de aula em que os processos de apropriação dos critérios de avaliação se podem desenvolver. Contudo, a interação entre os alunos, em particular quando agrupados em pequenos grupos, pode promover esta apropriação, pois é dizendo aos outros e a si próprio (verbalização externa e interna) que se constroem os conceitos e se remete para os critérios, para uma primeira autoavaliação (Nunziati, 1990). </div><div>Há cerca de três anos, numa palestra com os Professores José Lopes e Helena Santos Silva falaram em critérios de sucesso, trabalho que tenho realizado. Esta metodologia é muito parecida com as propostas apresentadas no vídeo. <br>O investimento na componente reguladora da avaliação, e nomeadamente na autoavaliação regulada (Santos, 2002), implicou mudanças significativas na cultura de sala de aula. Em particular, a intencionalidade e os sentidos atribuídos às práticas dos professores, a forma como são desenvolvidos e utilizados os instrumentos de avaliação, o ambiente de sala de aula e os novos papéis dos professores e dos alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-22 23:05:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paula Alves</title>
         <author>78palves</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307332148</link>
         <description><![CDATA[<div>No final de cada período, todos os alunos fazem a sua auto avaliação, que depois de assistir aos vídeos anteriores, não me parece que seja realmente uma auto avaliação. No entanto,  em todas as aulas, no final,  peço aos alunos que façam uma reflexão do seu trabalho e das suas aprendizagens.  E com a elaboração das reflexões para o portefólio, espero estar a caminhar para a real auto avaliação. <br>Relativamente à avaliação entre pares, promovo quando realizam trabalhos em grupo. Não é fácil, e nem sempre corre bem, pois ainda falta algum trabalho de cidadania, para promover um ambiente seguro e de confiança. Devagarinho chegamos lá...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 20:49:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marta Loureiro</title>
         <author>martascloureiro</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307346137</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto professora, com turmas de secundário, comecei por sentir necessidade de facultar aos meus alunos resoluções/ critérios de correção de tarefas que lhe ía facultado como forma de os orientar/ajudar a estudar e a desenvolver um trabalho autónomo. Senti melhorias na forma como desenvolveram o seu trabalho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>Liliana Eira</title>
         <author>liliana_eira</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307417824</link>
         <description><![CDATA[<div>As memórias que tenho da utilização da autoavaliação, na altura em que era estudante, são de atividades pouco estruturadas nas quais nos pediam para sugerir um nota, sem desenvolver outro tipo de considerações. Sem consequências, portanto. Enquanto professora, tenho a obrigatoriedade de fazer três momentos de autoavaliação escrita com os meus alunos. Têm de preencher uma ficha com escolhas múltiplas, de acordo com o que entendem sobre a qualidade do seu trabalho ao longo do período. Não acho que este momento obrigatório tenha relevância para ninguém por ser muito abrangente, muito generalista e por não se reportar a um momento concreto e presente da aprendizagem do aluno. Por outro lado, durante as aulas, e de forma sistemática mas informal, peço aos alunos que me digam qual a sua posição em relação ao trabalho que estamos a fazer, quais as dificuldades, se já perceberam todos os conceitos... Esta sim, é útil para todos percebermos em que ponto estamos. Quanto à avaliação dos colegas, é uma prática que usamos com frequência na sala. A turma é chamada a escolher, a votar, a dar opinião em situações variadas, desde a apresentação de um trabalho à leitura em voz alta de um texto. Nesta área, por norma, os alunos são bastante sinceros em relação ao desempenho dos colegas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 17:25:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paula Sousa</title>
         <author>ganapita</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307429642</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando fui aluna a autoavaliação era feita no final dos períodos e por norma pediam-nos para atribuirmos um nível ao trabalho que tínhamos desenvolvido. Já numa fase posterior, na universidade não recordo qualquer situação de autoavaliação. Quando fiz o mestrado, sobretudo na fase curricular tive a oportunidade de realizar auto e heteroavaliação e posso dizer que estes momentos foram de extrema importância pois permitiram-me avançar mais e melhor. Como professora tenho por hábito proceder a avaliações formativas com a frequência que me é permitida, pois este ano com um bloco de 90 ‘ não me é possível faze-la com a frequência que gostaria. Também costumo deixar os pares avaliarem os colegas numa perspetiva de melhorar, sobretudo em literacia oral e nesses momentos proponho que se fale sobre a forma como os colegas fizeram as suas apresentações orais, não só quanto aos elementos prosódicos como não prosódicos, levando-os sempre a pensar no que podiam ter feito de diferente para melhor. Paralelamente e a propósito de uma ação de formação sobre intervisão entre pares, tive na minha aula colegas (professores) que foram acompanhar a minha aula, para dela fazerem uma avaliação sobre um aspeto que eu gostava de saber uma segunda opinião e consequentemente darem o seu contributo para melhorar. Foi uma experiência muito interessante e que pretendo voltar a repetir este ano.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 19:39:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Adriana Miranda </title>
         <author>adrianammirandas</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307435065</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna. No final de cada período fazia sempre a autoavaliação do meu trabalho/ desempenho de cada disciplina. Na minha opinião, era uma autoavaliação que fazia sem consciência dos vários parâmetros que nela apareciam. No final da grelha da autoavaliação, era pedido para atribuirmos um número para a nossa avaliação. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 20:54:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sofia Romão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307442877</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna, a autoavaliação sempre foi uma prática efetuada no final de cada período e a avaliação pelos colegas era levada a cabo depois de um trabalho em grupo.<br><br></div><div>Enquanto professora, a autoavaliação é também feita no final de cada período, no entanto de uma forma mais aberta e esclarecedora, pois estabelece-se um momento de reflexão que permite fazer o ponto da situação, de modo a que o aluno possa melhorar os aspetos em que denota mais dificuldades. A autoavaliação é, igualmente, efetuada no final de cada Sequência, embora de uma forma menos aprofundada.<br><br></div><div>Relativamente à avaliação pelos colegas, não é uma prática muito comum nas minhas aulas. Utilizo-a pontualmente quando são implementados trabalhos de par, mas verifico alguns constrangimentos por parte dos alunos, nomeadamente quando têm de avaliar colegas com dificuldades. No entanto, considero que é uma prática importante e pertinente, pois permite adquirir mais informação relativamente às aprendizagens dos alunos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 22:51:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Paulo Carvalho</title>
         <author>paulojeronimo</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307443903</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluno lembro-me de ter feito autoavaliação muito simplespor indicação de alguns professores do 2º e 3º ciclo.<br>Como formador, utilizo com bastante frequência, como método, a partir de uma grelha previamente concebida e distribuída. Como docente, utilizo regularmente a metodologia de avaliação formativa. Procuro sempre ouvir os motivos das opções dos alunos para o que escolheram fazer ou partilhar e depois há espaço para os colegas comentarem o trabalho e deixarem sempre uma sugestão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 23:10:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paulo Azevedo</title>
         <author>paulojorgeazevedo</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307492400</link>
         <description><![CDATA[<div>Como professor, é mais frequente fazer no final do período, por defeito. As fichas de autoavaliação que utilizamos na escola centram-se muito nos aspetos do comportamento e do sentido de responsabilidade, o que não me parece resultar. Na realidade, a minha prática é ainda muito reduzida na introdução de métodos de autoavaliação durante a aprendizagem e, pelo que vi nos vídeos disponibilizados, essa aplicação tem de ser acompanhada por uma mudança muito significativa da forma como organizamos as aulas. <br>Em trabalhos de grupo, nas aulas de Matemática, em que proponho a resolução de um ou vários problemas de forma colaborativa, os alunos avaliam a sua participação no trabalho de colaboração e a participação dos colegas. Esta, tenho notado, é uma excelente forma de os responsabilizar pelo próprio trabalho e envolvimento no grupo. Neste caso, tenho notado alguns efeitos positivos.<br>Quanto à autoavaliação dos conhecimentos específicos matemáticos ainda tenho um caminho a percorrer até adotar inteiramente as sugestões metodológicas de avaliação formativa apresentadas. Mas, sinto que o caminho é esse...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 11:54:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Maria Isabel Costa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307563833</link>
         <description><![CDATA[<div>Utilizo a autoavaliação no final de cada módulo. No que toca a Atitudes e Valores, os alunos preenchem uma grelha, que eu traduzo para a escala numérica de 0 a 20, e que comentamos. Relativamente aos trabalhos que desenvolvem, estes são vistos e revistos durante o módulo, Há muitos anos, tive o privilégio de ter turmas onde a avaliação entre pares foi possível e muito produtiva. Hoje é uma prática que raramente utilizo e onde encontro grande resistência, provavelmente porque não foi promovido um ambiente seguro e de confiança. Como aluna, só na faculdade “passei” pela avaliação de pares, que não tinha nada em comum com a Escada de Feedback, era mais na linha do “Counter Strike”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-25 20:55:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lília Afonso</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/307934526</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto professora utilizo a autoavaliação e a avaliação pelos colegas com alguma regularidade. Assim, quando os alunos desenvolvem trabalhos a apresentar à turma, todos são chamados a dar a sua opinião. Com responsabilidade e honestidade, com críticas construtivas. Também é avaliado o trabalho em grupo através do preenchimento de uma grelha  que posiciona os diferentes elementos relativamente aos objetivos propostos inicialmente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 18:10:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Eduardo Cunha</title>
         <author>eduardoluiscunha</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/308060649</link>
         <description><![CDATA[<div>Avaliação pelos colegas não é sinónimo de heteroavaliação? Estranho que apenas um post fale em heteroavaliação, que é a designação que conheço para a avaliação pelos colegas. Vou assumir que são sinónimos.<br>Não tenho conseguido alcançar resultados assinaláveis com a heteroavaliação... julgo que os meus alunos não estão habituados  a realizar com seriedade e responsabilidade essa tarefa. Solicito, contudo, nos momentos habituais estipulados pelas escolas para a autoavaliação (final dos períodos), que os alunos, voluntariamente, realizem também a heteroavaliação. <br>Quanto à autoavaliação, recorro com muita frequência. Partilho uma estratégia que tem tido resultados muito interessantes: quando o comportamento, o empenho, ou o desempenho são fracos, ou muito bons, tenho por hábito, no final da aula, chamar o aluno e pedir-lhe que faça uma reflexão/autoavaliação relativamente ao aspeto em questão. No final, quando questiono sobre o que devemos fazer para alterar a situação (ou manter, no caso da reflexão por mérito), obtenho respostas muito positivas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-26 23:06:44 UTC</pubDate>
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         <title>Teresa Rodrigues</title>
         <author>teresaferreira</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/308073645</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação à autoavaliação, tenho um registo individual com vários parâmetros (cumpri as tarefas da aula, compreendi os assuntos da aula, esclareci as minhas dúvidas, participei na aula) que os alunos preenchem todas as aulas. Sinto que, desde que implementei este registo de autoavaliação, os alunos estão mais envolvidos no seu processo de aprendizagem. Em relação à avaliação pelos colegas não é uma prática que use com frequência, embora a considere uma mais valia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-27 00:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>Avaliação</title>
         <author>vitorjjribeiro</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/308204871</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar dos resultados não serem muitas vezes os pretendidos, tento sempre utilizar ao máximo estes dois tipos de avaliação em sala de aula. A autoavaliação é mais presente, sendo quase um processo diário, obrigando os alunos a perceber onde falharam e acertaram em cada exercício. Acredito que este processo lhes facilite a aprendizagem e tem apresentado resultados.<br><br></div><div>A heteroavaliação é mais complicada, porque depende do sentido de responsabilidade de alunos com maturidade muito reduzida, acabando sempre por deixar que os seus “gostos” influenciem a mesma. Neste campo, tenho tentado motivá-los para serem críticos de forma justa e coerente, mas com poucos resultados práticos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-27 11:22:22 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Pinto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/308389821</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluno, tanto quanto me recordo, sou do tempo sou de um tempo em que o conceito “autoavaliação” pura e simplesmente não existia...<br><br></div><div>Na minha prática, enquanto docente, ela existe, mas, em termos práticos, ela tem um muito reduzido impacto na aprendizagem dos alunos. <br><br></div><div>Isto, se por autoavaliação nos referimos apenas àqueles momentos do final de cada período em que é comum os professores estarem, hoje em dia, obrigados a promover o preenchimento pelos alunos de uma grelha de autoavaliação. <br>Na verdade, esta prática que hoje se tornou corrente pouco ou nenhum interesse tem.<br>É, geralmente, uma atividade pouco estruturada da qual, no fundo, o que os alunos entendem (refiro-me a alunos do 3º ciclo) é que  o que lhes está a ser pedido é para sugerirem uma nota.<br>E, embora quanto a isso, no geral, os alunos sejam justos e os professores se sintam reconfortados pois, "legitimam" as classificações que lhes vão atribuir,  a verdade é que, em termos de melhoria das aprendizagens, essa pseudo autoavaliação de pouco ou nada serve. No fundo, traduz-se apenas um desperdício de papel (para quem ainda o faz nesse suporte).<br><br></div><div>Contudo, se entendermos autoavaliação como um processo que ocorre com regularidade e onde os alunos, por exemplo, verificam o seu desempenho a partir de uma possível solução de correção ou de critérios de correção que lhes são fornecidos, percebendo,  através dessa correção,  onde erraram e onde acertaram em cada exercício, ou  se entendermos autoavaliação como “<em>um registo individual com vários parâmetros (cumpri as tarefas da aula, compreendi os assuntos da aula, esclareci as minhas dúvidas, participei na aula)”, conforme, </em>por exemplo, sugere a colega Teresa Rodrigues,<strong>  </strong>então aí sim, aí estamos a falar verdadeiramente de autoavaliação, algo com potencial para promover aprendizagens verdadeiramente significativo e de um processo em que os alunos se envolvem na sua aprendizagem, podendo, desse modo, com isso obter ganhos significativos.<br><br>É nesta autoavaliação que tenho que investir mais...<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-27 17:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>Eva Pires</title>
         <author>evapires</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/308705396</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna, só contactei com a "autoavaliação" no Mestrado. Durante a licenciatura e no ensino básico e secundário nunca me apercebi da sua existência.<br>Nas minhas aulas, utilizo-a há já alguns anos, por exemplo, durante uma atividade que fazemos no domínio da oralidade. Os alunos preparam as suas apresentações orais a partir das indicações dadas pela professora e de algumas sugestões dos próprios alunos. São definidos os critérios de avaliação de acordo com a atividade e a avaliação é feita pelos alunos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 11:04:40 UTC</pubDate>
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         <title>Eugénio henrique</title>
         <author>eugeniohenrique</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/308769984</link>
         <description><![CDATA[<div>Autoavaliação<br>Como referi no post sobre feedback, o meu processo de aula implica que o aluno autorregule a sua aprendizagem. Solicitando sistemáticamente a análise do trabalho desde o momento conceptual ao produto final, estou a desenvolver a autoavaliação. O registo desta autoavaliação é feito numa ficha adequada à proposta e que o aluno preencherá no final de cada trabalho.<br>Ao construir o portefólio, nomeadamente, registo fotográfico de diferentes fases e processos, estou a implicar os alunos na análise crítica do que está a desenvolver.<br>Preciso melhorar instrumentos de registo e  promover a avaliação pelos colegas. Não tenho muito o hábito neste processo mas considero, e depois de ver os vídeos, que deverá ser uma estratégia a implementar</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 13:59:10 UTC</pubDate>
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         <title>Paulo Alves</title>
         <author>pjfalves</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/309089264</link>
         <description><![CDATA[<div>A metodologia de Projeto que seguimos em Educação Tecnológica e Educação Visual (Situação/Enunciado=&gt;Investigação/Pesquisa=&gt;Projeto=&gt;Realização=&gt;Avaliação/Testagem=&gt;Situação/Problema?) permite que, em cada etapa se façam escolhas, sendo estas dinâmicas ou seja, reversíveis se se perceber que o caminho não é o mais adequado. Isto deve-se ao feedback e à autoavaliação constante. No final, pois por norma também trabalhamos em grupo (10 grupos de 3 alunos), os elementos do grupo elaboram um relatório do processo. Aula a aula, os alunos discutem o que aprenderam naquele dia e fazem o seu registo na folha de sumário, onde consta também uma coluna dedicada à autoavaliação do comportamento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-28 23:31:39 UTC</pubDate>
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         <title>Luís Veloso</title>
         <author>luisveloso</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/309101765</link>
         <description><![CDATA[<div>Como aluno fui sujeito apenas a auto-avaliação sumativa e como professor aplico igualmente a mesma auto-avaliação. Como resultados... não me parece que haja contributos significativos no processo de aprendizagem dos alunos. Resulta apenas numa “prova dos 9” da avaliação final atribuída. Geralmente há correspondência entre a avaliação do aluno e a do professor. Concordo que a auto-avaliação possa resultar em contributos significativos quando aplicada em vários momentos ao longo da aprendizagem com mecanismos que permitam a sua auto-regulação. Esta auto-avaliação formativa será um aspecto que irei ter em conta e que contarei aplicar e desenvolver.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 00:50:40 UTC</pubDate>
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         <title>Ana C. J.Oliveira</title>
         <author>anacrisjoliveira</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/309181084</link>
         <description><![CDATA[<div>Como aluna nunca fui sujeita a autoavaliação. Nas aulas, recorremos à avaliação pelos colegas em algumas atividades de expressão oral. Os critérios são definidos e a avaliação é feita  baseada nos mesmos. Os alunos conseguem identificar os pontos fortes e o que correu menos bem. Com este processo tornam-se mais conscientes  do que deve ser melhorado e apontamos estratégias para melhorar. No domínio da escrita, recorremos, por vezes, à autoavaliação do texto produzido de acordo com a planificação apresentada. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-29 09:18:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conceição Tomé</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/309744500</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto professora utilizo a autoavaliação no final de cada unidade letiva, aquando da realização de trabalhos individuais e ou de grupo. Uso menos regularmente a heteroavaliação. Creio que são ambas essenciais para a construção das aprendizagens</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-30 13:18:59 UTC</pubDate>
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         <title>Dinis Saraiva</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/310142796</link>
         <description><![CDATA[<div>Como professor já utilizei algumas vezes a autoavaliação ou a avaliação pelos colegas, mas não tem sido uma prática frequente. Essa situação verifica-se quando coloco os alunos a realizar trabalho por grupo a explorar uma determinada temática. No final da realização da tarefa cada grupo tem oportunidade de apresentar aos colegas. Por sua vez após cada apresentação os colegas da turma são orientados a emitir a sua opinião dando sugestões de melhoria. No entanto, neste processo falta dar oportunidade aos colegas para reformularem os trabalhos, se assim o entenderem, integrando algumas reflexões dos colegas.<br><br></div><div>Outra situação de autoavaliação e avaliação pelos colegas é quando coloco os alunos a resolverem uma situação problemática a matemática e, quando um aluno apresenta a sua estratégia e faz a sua apresentação à turma,  os colegas têm oportunidade de apresenta outra estratégia diferente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-02 10:36:23 UTC</pubDate>
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         <title>Irene Baptista</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/310205819</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto aluna não utilizei a autoavaliação ou avaliação pelos colegas. O mais próximo de "autoavaliação" de que me lembro era o professor de Geografia perguntar antes de entregar os testes que nota pensávamos que iríamos ter!<br>Como professora, tenho tentado aumentar a frequência da autoavaliação e "peer assessment". Tento estabelecer os critérios de sucesso, bem como os critérios de avaliação da tarefa de forma a que os alunos estejam mais implicados na sua aprendizagem e cada vez mais o possam fazer de uma forma independente. Devo confessar que é quando utilizo a metodologia da Aprendizagem Cooperativa que a autoavaliação e a avaliação pelos colegas é mais sistemática. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-02 19:18:02 UTC</pubDate>
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         <title>Célia Marques</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/310230520</link>
         <description><![CDATA[<div>Como aluna recordo ter alguns momentos de autoavaliação mas com o intuito de o professor saber a nota que achávamos que merecíamos para confirmar com a sua própria avaliação; avaliação pelos colegas não me recordo a não ser quando na formação inicial (educadora de infância) fiz estágio a pares e, nessa situação lembro que ajudou-nos sem dúvida a melhorar o nosso trabalho.<br>Enquanto professora tenho utilizado a autoavaliação no final dos períodos com critérios desde a participação, empenho, assiduidade, comportamento, relacionamento, cumprimento de regras, ajuda a colegas, persistência em tarefa... Penso que tem algum resultado positivo pois os alunos (educação especial - 2º, 3ºciclo e Sec.) fazem questão de partilhar as suas autoavaliações e em conjunto verificamos sempre os aspetos a melhorar.<br>Avaliação entre colegas professores também já experimentei (intervisão entre pares) e é sempre enriquecedor o contributo de diferentes perspetivas.<br>Considero que ainda tenho muito a melhorar na utilização da autoavaliação e avaliação entre pares com os alunos e na minha própria autoavaliação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-02 22:21:58 UTC</pubDate>
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         <title>Jéssica Henriques</title>
         <author>jessicatomas96</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/310235053</link>
         <description><![CDATA[<div>Como aluna recordo de existir autoavaliação em diversas disciplinas e avaliação pelos colegas também. Penso que seja bastante intuitivo por parte do professor compreender o que os alunos acham do seu percurso e dos colegas.<br>Como docente, só utilizei autoavaliação em atividades bastante simples, nada em contexto formal.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-02 23:06:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Cristina Chau</title>
         <author>cchau2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Enquanto professora, já utilizei muitas vezes a autoavaliação e a avaliação pelos colegas e penso que resulta. Se são eles a avaliar, fazem-no de forma bastante crítica e tentam que os colegas aprendam com os erros.  A maior dificuldade que sinto, é relativamente ao ritmo de aprendizagem de alguns, que faz com que outros fiquem parados (e nem sempre dá bom resultado).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-04 23:02:19 UTC</pubDate>
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         <title>Olga Basto</title>
         <author>olgamspb</author>
         <link>https://padlet.com/eunacademy/3p7zychyq0r1/wish/312067181</link>
         <description><![CDATA[<div>Há algum tempo que uso a autoavaliação como guias de aprendizagem, regulação de atitudes e ainda para obter feedback sobre o ensino. Também experimentei dinamizar avaliação por pares mas de forma mais esporádica. As avaliações a que me refiro têm sido sempre operacionalizadas recorrendo a instrumentos que construo e implicam o registo escrito pelos alunos. Julgo que isso é muito importante por diversas razões, sendo que a principal é a possibilidade que é dada aos alunos de refletirem sobre as aprendizagens, de desenvolverem as suas capacidades metacognitivas e ainda de ficarem com um registo em que podem consultar os guias para a realização das tarefas/ aprendizagens. Assim, depois de esses registos serem analisados por mim, usualmente devolvo-os com o respetivo feedback, que por vezes é diferenciado e escrito e noutras situações pode ser oral e geral para a turma. O último que utilizei foi para os alunos se autoavaliarem num trabalho realizado a pares, de elaboração de um estudo estatístico, em que coloquei 4 questões: a primeira sobre os aspetos que contribuíram para a realização do trabalho, do tipo: colaborei com ideias para a escolha do tema, debati com o colega o modo de resolver as tarefas, etc. – à qual responderam utilizando a escala: Nunca; raramente; às vezes; muitas vezes; sempre, e três questões abertas: O que aprendi com este trabalho? O que gostei mais na realização deste trabalho? O que foi mais difícil na realização deste trabalho? Neste caso devolvi-lhes os registos e discutimos em grupo turma os pontos fracos e fortes do trabalho, os aspetos que consideraram mais difíceis, os seus contributos para a aprendizagem do tema e para o desenvolvimento de competências transversais ao currículo como são a capacidade de trabalho colaborativo, a capacidade de iniciativa, etc.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 22:41:17 UTC</pubDate>
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