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      <title>A Economia Solidaria e seu impacto na Agricultura Familiar do Nordeste. by </title>
      <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z</link>
      <description>A agricultura familiar é fundamental para a economia de muitos países e a segurança alimentar. Ao criar empregos e renda, valorizando conhecimentos tradicionais e fortalecendo comunidades, ela promove o desenvolvimento rural, preserva o solo, a biodiversidade e os recursos hídricos, diminuindo os impactos climáticos por meio da implementação de hábitos sustentáveis, além de ser uma prática fundamental para a segurança alimentar, o crescimento das áreas rurais e a preservação cultural e ambiental.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-25 20:54:18 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologia e Colaboração: O Surgimento das Novas Economias</title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007274877</link>
         <description><![CDATA[<p>As Novas Economias representam uma mudança significativa na forma como as transações econômicas são conduzidas e como os recursos são gerenciados.&nbsp;&nbsp;Estes modelos econômicos emergentes surgiram como uma resposta aos problemas que as economias tradicionais enfrentam, como desigualdade econômica, danos ao meio ambiente e baixa inclusão social. Uma das características mais marcantes das Novas Economias é o uso intensivo da tecnologia como um facilitador. O poder econômico é descentralizado, pessoas se conectam, processos são otimizados, transparência é garantida e muitas outras tecnologias, como plataformas digitais, blockchain e inteligência artificial. Além disso, esses modelos econômicos tendem a incentivar uma abordagem mais colaborativa e participativa, em que a tomada de decisões democráticas, a cooperação e o compartilhamento de recursos são os principais elementos. De modo geral, as Novas Economias representam uma mudança na maneira como pensamos e operamos a economia, com o objetivo de melhorar o bem-estar financeiro e do planeta em geral. Ao promover uma abordagem mais sustentável, inclusiva e colaborativa para a economia, esses modelos oferecem soluções inventivas e promissoras para os desafios contemporâneos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 21:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>Transformações na Economia: Explorando Modelos Colaborativos e Sustentáveis</title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007276796</link>
         <description><![CDATA[<p>Os métodos convencionais de produção, distribuição e consumo mudaram muito, e isso é evidente nos modelos de organização das Novas Economias. Por exemplo, a Economia Colaborativa, que é um modelo econômico em que as pessoas compartilham recursos usando plataformas online. Ao priorizar o acesso sobre a posse, as pessoas e as comunidades podem trocar, emprestar ou alugar produtos e serviços. A eficiência é aumentada, o desperdício é reduzido e a economia fica mais acessível e sustentável. Ao mesmo tempo, a economia colaborativa incentiva o compartilhamento de recursos entre os participantes, frequentemente por meio de plataformas digitais, o que aumenta a eficácia e o desenvolvimento de comunidades colaborativas. A Economia Circular, por outro lado, se concentra na redução do desperdício e na promoção da reutilização de recursos através de ciclos de vida contínuos, o que contribui para a redução do impacto ambiental. Além disso, a economia de blockchain e criptomoedas usa tecnologias descentralizadas para construir sistemas financeiros e transações entre pessoas, desafiando os modelos bancários convencionais e oferecendo mais transparência e segurança aos usuários. Por fim, a Economia Solidária prioriza a participação democrática, a cooperação e a solidariedade para atingir uma distribuição equitativa dos recursos e resultados econômicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 21:44:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Construindo Comunidades Sustentáveis: Explorando os Princípios da Economia Solidária</title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007277153</link>
         <description><![CDATA[<p>A economia solidária refere-se a um sistema econômico baseado na cooperação, solidariedade e democracia participativa. Ela resgata significados compartilhados de convivência, que defende a equidade social, que estabelece a inclusão e que fortalece o ideal democrático, essencial à dinâmica saudável das organizações. Algumas melhorias incluem o aumento do acesso ao crédito e financiamento para empreendimentos solidários, a criação de políticas públicas de apoio e incentivo, a promoção de redes de comércio justo e o desenvolvimento de infraestrutura para facilitar a produção e distribuição de bens e serviços solidários. Além disso, a educação e conscientização sobre os princípios e benefícios da economia solidária são fundamentais para seu crescimento e sustentabilidade. Em contraste com o modelo capitalista tradicional, onde a produção é organizada visando ao lucro e à competição, na economia solidária, os membros colaboram entre si para alcançar objetivos comuns e promover o bem-estar coletivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 21:47:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007278464</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse texto será evidenciado as mudanças nos métodos de produção, distribuição e consumo nas Novas Economias, exemplificadas por modelos como Economia Colaborativa, Economia Circular e Economia Solidária. Além disso, destacando também os desafios e benefícios específicos da Economia Solidária, especialmente no contexto da Agricultura Familiar do Nordeste brasileiro, ressaltando a importância do apoio contínuo e direcionado para garantir o desenvolvimento sustentável dessas iniciativas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 21:53:34 UTC</pubDate>
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         <title>Comparando e Explorando os Aspectos da Economia Solidária</title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007279932</link>
         <description><![CDATA[<p>Características da Economia Solidária:</p><ul><li><p>Cooperação e Solidariedade: Os participantes trabalham juntos em cooperativas, associações ou outras formas de organizações coletivas, compartilhando recursos e conhecimentos.</p></li><li><p>Propriedade Coletiva: Os meios de produção são frequentemente de propriedade coletiva ou controlada pelos próprios trabalhadores, promovendo uma distribuição mais equitativa dos recursos e resultados.</p></li><li><p>Produção Voltada às Necessidades: Em vez de visar apenas o lucro, a produção é voltada para atender às necessidades da comunidade e promover o desenvolvimento sustentável.</p></li></ul><p><br/></p><p>Aspectos Positivos da Economia Solidária:</p><ul><li><p>Redução das Desigualdades Sociais: A economia solidária pode ajudar a reduzir as desigualdades sociais ao promover a inclusão econômica de grupos marginalizados, como desempregados, mulheres, jovens e comunidades de baixa renda.</p></li><li><p>Empoderamento dos Trabalhadores: Os trabalhadores têm mais controle sobre seu próprio trabalho e decisões, o que pode levar a um maior senso de dignidade, satisfação e realização pessoal.</p></li><li><p>Desenvolvimento Sustentável: Ao enfatizar a produção sustentável e o uso responsável dos recursos naturais, a economia solidária contribui para a preservação do meio ambiente e para a construção de comunidades mais resilientes.</p></li></ul><ul><li><p>Fortalecimento da Comunidade: A colaboração e a solidariedade promovidas pela economia solidária fortalecem os laços comunitários, criando redes de apoio e coesão social.</p></li></ul><p><br/></p><p>Aspectos Desfavoráveis da Economia Solidária:</p><ul><li><p>Dificuldades de Financiamento: As iniciativas de economia solidária muitas vezes enfrentam dificuldades para obter financiamento adequado, uma vez que os investidores podem estar mais interessados em retornos financeiros do que em benefícios sociais.</p></li><li><p>Limitações de Escala: A falta de recursos e especialização pode limitar o crescimento e a expansão das iniciativas de economia solidária, tornando-as menos competitivas em comparação com empresas capitalistas tradicionais.</p></li><li><p>Competição Desigual: As empresas capitalistas tradicionais muitas vezes têm vantagens competitivas, como acesso a capital e economias de escala, o que pode dificultar a concorrência para as iniciativas de economia solidária.</p></li></ul><p><br/></p><p>Embora a economia solidária apresente desafios, seus aspectos positivos têm o potencial de promover uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:00:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007280084</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora a economia solidária apresente desafios, seus aspectos positivos têm o potencial de promover uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável.<br>Paul Singer caracterizou a economia solidária como um modelo econômico que visa a reprodução da vida, onde a produção, venda, compra e troca são realizadas com o objetivo principal de alcançar a liberdade, igualdade e fraternidade. (Singer, 2002). José Luis Coraggio descreve a economia solidária como um sistema específico de organização econômica, onde as atividades de produção, distribuição, consumo e crédito são realizadas sob os princípios de autogestão, democracia, cooperação e solidariedade. O objetivo principal é satisfazer as necessidades humanas e garantir a reprodução da vida. (Coraggio, 2002). Ladislau Dowbor define a economia solidária caracterizada por três elementos principais: participação democrática nas decisões, distribuição equitativa dos resultados econômicos, e cooperação e solidariedade tanto na produção quanto no consumo. (Dowbor, 2002).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:01:18 UTC</pubDate>
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         <title>Definição de APL</title>
         <author>augustomnavarro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um APL (Arranjo Produtivo Local) é uma concentração geográfica de empresas do mesmo setor que trabalham juntas para aumentar sua competitividade e promover o desenvolvimento econômico regional. Elas colaboram em questões como marketing, compras e inovação, compartilhando conhecimento e recursos para alcançar economias de escala e eficiência. O governo e entidades locais geralmente apoiam esses arranjos com políticas de incentivo e financiamento, visando ao crescimento econômico e à criação de empregos na região.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tecendo Prosperidade: A Agricultura Familiar e Economia Solidária na Bacia do Rio Salgado</title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007281702</link>
         <description><![CDATA[<p>O Arranjo Produtivo Local (APL) alvo desta pesquisa concentra-se no "Desenvolvimento Sustentável da Agricultura Familiar e Economia Solidária na Bacia do Rio Salgado e em Regiões Adjacentes". Este APL engloba uma extensa área que abrange comunidades em torno da Bacia do Rio Salgado, juntamente com áreas vizinhas. A região, conhecida por sua riqueza agrícola e potencial econômico, tem sido o epicentro de atividades relacionadas à agricultura familiar e à economia solidária.</p><p><br/></p><p>Essa produção vem da fábrica Bahia Cacau, marca da cooperativa de produtos da Agricultura Familiar e Economia Solidária na Bacia Salgada e Adjacentes, localizados em Feira de Santana; Barro Preto; Buerarema; Canatiba; Coaraci; Floresta Azul; Gandu; Ibicaraí; Itabuna; Itororó; Santa Cruz da Vitoria; Santa Luzia; Ubaitaba; Uruçuca; Irará. </p><p><br/></p><p>Para a base produtiva foi destinado 1 milhão de reais com insumos e capacitações, além de apoiar a definição de estratégias e o levantamento de consultoria de franquias. Estão sendo investidos mais de 2,5 milhões de reais para a cooperativa por meio do projeto Bahia Produtiva. Os recursos são aplicados em assistência técnica e extensão rural, melhoramento do manejo da planta, e aquisição de equipamentos. Instituições de financiamento incluem a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) e o Instituto Conexões Sustentáveis (CONEXSUS). </p><p>Outras cooperativas agregam no recheio com castanha de caju da Cooperacaju de Ribeira do Pombal, com o abacaxi da Coopaita de Itaberaba, com o licuri da Coopes de Capim Grosso, com o Umbu da Coopercuc de Uauá, trazendo sabores de diversas culturas. Processamento do cacau ao chocolate em barra de 80 e 20 gramas, nas porcentagens 70%, 60%, 50% e 35%, nibs de cacau, mel de cacau, geleias de cacau, amêndoa de cacau. A produção do Sistema Agroflorestal (SAF) é cíclica, incluindo atualmente banana, berinjela, pimenta, maracujá, jenipapo e limão. O projeto Bahia Produtiva está investindo 56,6 mil reais, com o objetivo de apoiar a produção de alimentos como hortaliças, frutas, raízes e tubérculos, e produção de plantas alimentícias não-convencionais, também chamadas de PANC. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:08:58 UTC</pubDate>
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         <title>Tecendo o Futuro: O Papel Vital da Agricultura Familiar</title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007282747</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A agricultura familiar é um sistema de produção agrícola baseado na propriedade e gestão familiar, onde a família é a principal responsável pelo trabalho na terra, produzindo alimentos e outros produtos agrícolas. É um componente essencial da economia em muitos países, desempenhando um papel crucial na segurança alimentar, no desenvolvimento rural e na preservação da cultura e do meio ambiente.</p><p>Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, 2014), a agricultura familiar é crucial para assegurar a segurança alimentar ao nível global, além de contribuir para a promoção da nutrição e para o aprimoramento dos meios de subsistência de milhões de pessoas ao redor do mundo.</p><p>Contudo, o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA, 2017) afirma que a agricultura familiar é um dos principais fatores que impulsionam o desenvolvimento rural e desempenha um papel significativo na redução da pobreza, no crescimento econômico e na criação de empregos.</p><p><br/></p><p>De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, 2014), a agricultura familiar desempenha um papel fundamental na segurança alimentar global, fornecendo cerca de 80% dos alimentos consumidos no mundo. Além disso, é uma importante fonte de emprego e renda nas áreas rurais, ajudando a reduzir a pobreza e promover o desenvolvimento sustentável, conforme destacado pelo Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA, 2017). A agricultura familiar muitas vezes mantém práticas agrícolas tradicionais e conhecimentos locais, contribuindo para a preservação da diversidade cultural e ambiental, conforme ressaltado pela Comissão Europeia. No entanto, enfrenta desafios como acesso limitado a recursos, mudanças climáticas e falta de infraestrutura.</p><p><br/></p><p>É crucial fornecer apoio adequado à agricultura familiar, incluindo acesso a crédito, tecnologia, educação e mercados, para garantir sua sustentabilidade e resiliência. (Banco Mundial, 2014). A agricultura familiar é uma base sólida para sistemas alimentares mais sustentáveis, equitativos e resilientes, e merece reconhecimento e apoio adequados para continuar desempenhando seu papel vital na sociedade. Quando se iniciou essa parceria com Bahia Cacau, destacou-se o bem-estar dos agricultores familiares que estão na base sustentando suas comunidades.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:13:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007283937</link>
         <description><![CDATA[<p>Após o desafio da indústria da cooperativa nova, que está levando ao produtor através do Governo do Estado e do Banco Mundial, esse financiamento visa conscientizar os agricultores e incentivar a produção de amêndoas de qualidade, resultando em um chocolate com mais massa de cacau, menos leite e açúcar, oferecendo um produto de excelência. Instituições de capacitação incluem o Instituto Federal da Bahia (IFBA), a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), e a Escola Família Agrícola da Região de Irará (EFAMI), além de Assistência Técnica Rural (ATER).</p><p>Graças aos programas e projetos de ensino voltados para a agricultura, muitos alunos têm acesso a informações básicas e técnicas oferecidas pelas instituições, como zootecnia, agricultura, manejo de solo, produção agroecológica, produção orgânica, visando melhorar a produção de alimentos e a renda, com princípios de sustentabilidade, solidariedade, associativismo e cooperativismo. A diversificação de culturas, promovendo a sustentabilidade do sistema produtivo e oferecendo alimentos diversificados, garante a sustentabilidade e a geração de renda através da venda desses produtos.</p><p>Porém, muitos obstáculos que o APL enfrenta podem comprometer seu progresso sustentável. O acesso limitado a recursos financeiros, crédito, tecnologia e infraestrutura é um dos principais problemas, o que restringe a capacidade dos agricultores familiares de se expandir e inovar. Além disso, a sustentabilidade do APL depende fortemente de financiamento e apoio de instituições governamentais e não governamentais; portanto, a falta ou a redução desse apoio pode ser extremamente prejudicial às atividades produtivas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:18:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007283955</link>
         <description><![CDATA[<p>O outro desafio contínuo para os agricultores familiares são as mudanças climáticas, que afetam a produção agrícola e exigem adaptações, que são muitas vezes difíceis e custam caro. A infraestrutura inadequada, como estradas, armazenamento e transporte, também dificulta o acesso ao mercado e a comercialização eficaz dos produtos. Isso prejudica a sustentabilidade financeira e a lucratividade dos produtores.</p><p>A coordenação entre diferentes entidades e produtores e a gestão de cooperativas podem ser complicadas e difíceis, e isso requer habilidades administrativas e de liderança que nem sempre estão disponíveis. Além disso, as cooperativas podem enfrentar desafios ao competir com empresas privadas maiores e consolidadas, que têm mais recursos e mais acesso ao mercado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:18:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007284074</link>
         <description><![CDATA[<p>A comercialização de produtos depende fortemente de mercados locais e regionais, o que limita sua capacidade de se expandir para mercados mais lucrativos. A sustentabilidade a longo prazo do APL é incerta, especialmente se os problemas mencionados não forem abordados de forma consistente e eficaz.</p><p>Embora existam programas de educação e capacitação, sua eficácia pode variar e nem todos os agricultores têm acesso aos mesmos recursos, o que limita os benefícios dos programas para a agricultura e sua produtividade. Além disso, é possível que a implementação de novas tecnologias e práticas agrícolas contemporâneas seja lenta devido a obstáculos culturais, falta de conhecimento ou recursos insuficientes para a implementação.</p><p>Esses obstáculos mostram quão importante é o apoio contínuo e direcionado para superar as dificuldades e garantir o sucesso e a sustentabilidade do APL.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:19:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007284169</link>
         <description><![CDATA[<p>A Economia Solidária tem se mostrado um modelo eficaz e transformador, especialmente no contexto da Agricultura Familiar do Nordeste brasileiro.  Este modelo aumenta a inclusão social e econômica, priorizando a cooperação, a solidariedade e a participação democrática. Ele também fortalece as comunidades locais e promove práticas agrícolas sustentáveis. A Bahia Cacau é um bom exemplo do Arranjo Produtivo Local, que mostra como melhorar a qualidade da produção e garantir maior bem-estar aos agricultores familiares por meio da integração de recursos financeiros, técnicos e educacionais.</p><p>No entanto, apesar dos benefícios evidentes, a economia solidária enfrenta desafios significativos.</p><p>O acesso a recursos financeiros, a infraestrutura inadequada e os efeitos das mudanças climáticas são obstáculos que impedem o desenvolvimento e a inovação. Além disso, essas iniciativas dependem fortemente do apoio contínuo de instituições governamentais e não governamentais para poderem ser mantidas. Para garantir a sobrevivência dessas iniciativas, há obstáculos como coordenação e gestão eficiente das cooperativas, competição com empresas privadas maiores e restrições ao acesso a mercados mais lucrativos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:19:40 UTC</pubDate>
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         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007284207</link>
         <description><![CDATA[<p>Como resultado, é fundamental que o apoio seja direcionado e consistente aos agricultores familiares para garantir acesso à infraestrutura, tecnologia, educação e crédito. Além disso, é necessário aumentar a conscientização pública sobre a importância da agricultura familiar e da economia solidária, encorajando uma compreensão mais ampla dos benefícios que essas iniciativas têm para a sociedade e a economia como um todo.</p><p>Ao garantir que essas comunidades continuem a ter acesso aos recursos necessários, podemos garantir que a agricultura familiar e a economia solidária continuarão desempenhando seu papel essencial na construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável, garantindo que essas comunidades continuem tendo acesso aos recursos necessários. É essencial reconhecer e apoiar essas iniciativas comunitárias e familiares devido às vantagens financeiras e aos benefícios positivos que têm para o meio ambiente e a qualidade de vida dos trabalhadores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:19:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>augustomnavarro</author>
         <link>https://padlet.com/augustomnavarro/3p1zoqc0sshts42z/wish/3007285463</link>
         <description><![CDATA[<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; BRASIL, Nações Unidas. Agricultura familiar é vital para segurança alimentar e desenvolvimento sustentável globais. FAO, 2014. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasil.un.org/pt-br/67934-agricultura-familiar-%C3%A9-vital-para-seguran%C3%A7a-alimentar-e-desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-globais#:~:text=A%20agricultura%20familiar%20deve%20exercer,16)%2C%20em%20ocasi%C3%A3o%20do%20Dia">https://brasil.un.org/pt-br/67934-agricultura-familiar-é-vital-para-segurança-alimentar-e-desenvolvimento-sustentável-globais#:~:text=A%20agricultura%20familiar%20deve%20exercer,16)%2C%20em%20ocasião%20do%20Dia</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CAMARGO, Luís Felipe Riehs; POHLMANN, Christopher Rosa. DISCUSSÃO DO TERMO NOVAS ECONOMIAS. A Engenharia de Produção e o Desenvolvimento Sustentável: Integrando Tecnologia e Gestão. Salvador, 2009. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://abepro.org.br/biblioteca/enegep2009_TN_STP_097_658_13975.pdf">https://abepro.org.br/biblioteca/enegep2009_TN_STP_097_658_13975.pdf</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CORRAGIO, José Luís. Distintos conceitos para o entendimento da Economia Solidária. Bahia Análise &amp; Dados, Salvador, Bahia, 2002. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cirandas.net/articles/0039/2520/Entrevista_%20Jose%20Luis%20Coraggio_Distintos%20conceitos%20para%20o%20entendimento%20da%20Economia%20Solidaria.pdf">https://cirandas.net/articles/0039/2520/Entrevista_%20Jose%20Luis%20Coraggio_Distintos%20conceitos%20para%20o%20entendimento%20da%20Economia%20Solidaria.pdf</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; CRUZ, Fabricio. Economia Solidária: legado, resistência e novos desafios. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://impactanordeste.com.br/economia-solidaria-legado-resistencia-e-novos-desafios/">https://impactanordeste.com.br/economia-solidaria-legado-resistencia-e-novos-desafios/</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; DOWBOR, Ladislau. ECONOMIA SOLIDÁRIA DA CULTURA E CIDADANIA CULTURAL, desafios e horizontes. UFABC, 2016. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dowbor.org/wp-content/uploads/2013/03/EcoSolCap2.pdf">https://dowbor.org/wp-content/uploads/2013/03/EcoSolCap2.pdf</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>6.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; GAIGER, Luiz Inácio Germany. A reciprocidade e a instituição plural de mercados: um prisma para entender o papel histórico da Economia Social e Solidária. Nova Economia, v.31, n.1, p.157-183, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/neco/a/t5bXn8RQ6cPhXRDHCCMnQdg/?lang=pt">https://www.scielo.br/j/neco/a/t5bXn8RQ6cPhXRDHCCMnQdg/?lang=pt</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>7.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; MILTON, Lianne. Investindo nas populações rurais do Brasil. FIDA, 2017. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ifad.org/documents/38714170/39150184/brazil_p_web.pdf/255c3107-5607-467e-b82a-0519a7645807#:~:text=O%20FIDA%20%C3%A9%20uma%20institui%C3%A7%C3%A3o,alimenta%C3%A7%C3%A3o%20e%20agricultura%20da%20ONU.&amp;text=O%20projeto%2C%20com%20um%20custo,diretamente%20cerca%20de%2018.500%20fam%C3%ADlias">https://www.ifad.org/documents/38714170/39150184/brazil_p_web.pdf/255c3107-5607-467e-b82a-0519a7645807#:~:text=O%20FIDA%20é%20uma%20instituição,alimentação%20e%20agricultura%20da%20ONU.&amp;text=O%20projeto%2C%20com%20um%20custo,diretamente%20cerca%20de%2018.500%20famílias</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>8.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; OLIVEIRA, Karina Lima. A agricultura familiar na economia solidária: uma breve análise das políticas públicas na Bahia. Anais do XV ENANPEGE... Campina Grande: Realize Editora, 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/94612">https://www.editorarealize.com.br/index.php/artigo/visualizar/94612</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>9.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; PRODUTIVA, Bahia. Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável do Estado da Bahia - Bahia Produtiva. Banco Mundial, Governo da Bahia, 2014. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://documents1.worldbank.org/curated/en/418501468021256605/pdf/E45300PORTUGUE00Box385192B00PUBLIC0.pdf">https://documents1.worldbank.org/curated/en/418501468021256605/pdf/E45300PORTUGUE00Box385192B00PUBLIC0.pdf</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>10.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Record News. Entrevista: as Novas Economias. 1 vídeo (10min51seg). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/UGi8A_OH3UA">https://youtu.be/UGi8A_OH3UA</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p><p>11.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; RODRIGUES, Newton. Adjetivação da economia: compartilhada, criativa, circular e verde. Para quê? Folha Santista, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://folhasantista.com.br/colunas/adjetivacao-da-economia-compartilhada-criativa-circular-e-verde-para-que/">https://folhasantista.com.br/colunas/adjetivacao-da-economia-compartilhada-criativa-circular-e-verde-para-que/</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p><p>12.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SILVEIRA, Lisilene Mello da; PETRINI, Maira; SANTOS, Ana Clarissa Matte Zanardo dos. Economia compartilhada e consumo colaborativo: o que estamos pesquisando. Revista de Gestão, n. 23, pp. 298-305, 2016. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.revistas.usp.br/rege/article/view/129033/125686">https://www.revistas.usp.br/rege/article/view/129033/125686</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>13.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. Editora Contexto, 2002. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fpabramo.org.br/wp-content/uploads/2018/04/Introducao-economia-solidaria-WEB-1.pdf">https://fpabramo.org.br/wp-content/uploads/2018/04/Introducao-economia-solidaria-WEB-1.pdf</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p><p>14.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; TIZZIOTTI, Catarine Palmieri Pitangui; TRUZZI, Oswaldo Mário Serra; BARBOSA, Agnaldo de Sousa. Arranjos produtivos locais: uma análise baseada na participação das organizações locais para o desenvolvimento. SciELO Brasil, Gest. Prod. 26 (2), 2019. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/gp/a/cDWKfVLKBzTXqtpBtdVJ8PH/#">https://www.scielo.br/j/gp/a/cDWKfVLKBzTXqtpBtdVJ8PH/#</a>. Acesso em: 22 maio 2024.</p><p>15.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; TVE Bahia. CHOCOLATES DA AGRICULTURA FAMILIAR NO RURAL PRODUTIVO. 1 vídeo (26min51s). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/ChNfSAsbeCY">https://youtu.be/ChNfSAsbeCY</a>. Acesso em: 3 abr. 2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-25 22:26:29 UTC</pubDate>
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