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      <title>Ferrovia e Pesquisa by CavBrasil</title>
      <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-01 10:19:06 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-01-21 03:56:03 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Por onde iniciar a pesquisa?</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/835661599</link>
         <description><![CDATA[<div>No campo dos estudos sobre a ferrovia há uma série de trabalhos acadêmicos, dissertações de mestrado e teses de doutorado, que desenvolveram suas investigações por meio de abordagens distintas, sejam elas de cunho arquitetônico, geográfico, antropológico, da história social, dentre outros.&nbsp;<br>O Projeto Campo Arqueológico Virtual - CAV- apresenta um arrolamento inicial para que você possa ingressar nesse universo dos trilhos, vagões, estações, memórias, paisagens e territórios ferroviários.&nbsp;<br>Boa Leitura!</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-16 14:14:01 UTC</pubDate>
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         <title>DISSERTAÇÃO Trilhando memórias: reflexões acerca das identidades dos trabalhadores da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1508908243</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo: Esta pesquisa tem como tema a memória associada às relações de trabalho, os modos de vida, as práticas de preservação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré empreendidas pelos antigos ferroviários membros da Cooperativa dos Trabalhadores do Ramo Ferroviário e da Manutenção da Construção Civil recuperada por meio de entrevistas com estes trabalhadores. A pesquisa objetivou refletir sobre as teias sociais ainda presentes e atuantes em torno deste patrimônio cultural, através de apontamentos de ações e práticas de um grupo social que guarda relações de uma memória comum; além de buscar compreender o processo de patrimonialização da estrada de ferro na perspectiva da afirmação de identidades por parte dos ferroviários e estabelecer um diálogo entre a apropriação dos bens culturais relacionados à ferrovia por parte Iphan e da Cootrafer. As narrativas deste grupo social se inserem dentro de um processo histórico que admite rupturas e (re)significações, através de vivências em um contexto carregado de mudanças de paradigmas e que, no presente, é marcado por discursos preservacionistas que dialogam com a distintas atribuições de valor do bem cultural e disputas pelo espaço físico do complexo ferroviário tombado. Desde modo, procurei trazer para a historiografia um olhar diferenciado a respeito da história da Madeira-Mamoré, tão rememorada pelo seu aspecto dramático mas que silenciou os seus trabalhadores, que durante anos deram vida à ferrovia.<br><br>Fonte: ALENCAR, Carolina Pena de. <em>Trilhando memórias:</em> reflexões acerca das identidades dos trabalhadores da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. 2012. 137 f. Dissertação (Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural) - Iphan, Rio de Janeiro, 2012.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:01:03 UTC</pubDate>
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         <title>DISSERTAÇÃO: Lugar e referência nos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Mato Grosso do Sul</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1508935475</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo: Esta pesquisa tem como tema o conceito de Lugar associado aos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários, no caso, aqueles classificados no âmbito da Lei 11.483/2007, através da qual se administram as atividades, critérios e metodologia referentes ao processo de seleção e inscrição (Valoração) desses bens no mapa do patrimônio nacional. Foram considerados para fins de análise aqueles bens operacionais e não operacionais, móveis e imóveis da extinta RFFSA, em nosso caso: a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil em Mato Grosso do Sul, sua história de origem, as narrativas de construção e evolução, as memórias compartilhadas com os passageiros e funcionários, o seu declínio, assim como sua conversão das antigas estruturas e objetos em patrimônio. A construção do trabalho se deu através de identificação e análise de material institucional documental textual e iconográfico da ferrovia, como também entrevista com pessoas que foram inspiradas pelos aspectos simbólicos do trem. A pesquisa objetivou refletir sobre os sistemas patrimoniais desta categoria, buscando reinterpretar os locais através de perspectivas teóricas multidisciplinares (arquitetura e geografia, principalmente); além de buscar compreender o processo de patrimonialização desses bens culturais ferroviários nas três esferas. Deste modo, escolhi o trecho pantaneiro da ferrovia, com o objetivo de entender não apenas o conceito de Lugar como categoria de análise, mas visando incorporar essa leitura dentro de outras referências e narrativas relacionadas à cultura e memória ferroviária como contributos para a patrimonialização e tentando entender as percepções e sentimentos das pessoas sobre o território ferroviário.<br><br>Fonte: OLIVEIRA, Vinicius Martins de. Lugar e referência nos processos de patrimonialização dos bens culturais ferroviários: Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, Mato Grosso do Sul, 2018. 241 fls. Dissertação (Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural) - IPHAN, Rio de Janeiro, 2018.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:06:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISSERTAÇÃO O Iphan e o patrimônio ferroviário: a memória ferroviária como instrumento de preservação</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1508950416</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo: A dissertação parte de um problema colocado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional pela Lei Federal nº 11.483/2007, a qual atribui a este órgão a preservação da memória ferroviária. Para compreender o percurso histórico do conceito de memória ferroviária, sua enunciação legal e atuação administrativa, utilizamos a metodologia da história dos conceitos. Identificamos o problema da memória ferroviária como sintoma da crise dos monumentos e do surgimento dos novos patrimônios, momento no qual a instituição responsável pela preservação do patrimônio cultural brasileiro passa a rever suas práticas institucionais e renova-se conceitualmente. Para conferir em campo as premissas da pesquisa, investigamos o complexo ferroviário de Jaboatão dos Guararapes/PE, bem como sua influência na formação social e urbana da cidade.<br><br>Fonte: PROCHNOW, Lucas Neves. <em>O Iphan e o patrimônio ferroviário</em>: a memória ferroviária como instrumento de preservação. 2014. 177 f. Dissertação (Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural) - Iphan, Rio de Janeiro, 2014.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:10:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1508950416</guid>
      </item>
      <item>
         <title>DISSERTAÇÃO: Conjunto Floriópolis: os desafios da patrimonialização dos bens remanescentes da extinta RFFSA no Piauí, 2017</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1508973724</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo: A partir da publicação da Lei nº 11.483/2007, que encerrou o processo de liquidação e extinguiu a Rede Ferroviária Federal S/A – RFFSA, as atividades de proteção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN relacionadas ao patrimônio ferroviário brasileiro ganharam novos contornos, porque, além de determinar as atribuições dos órgãos sobre os bens que foram transferidos para a União a partir da extinção da RFFSA, a Lei definiu memória ferroviária como o conjunto formado pelo patrimônio cultural do setor ferroviário e o IPHAN como a instituição responsável pela preservação deste acervo. Como parte dos principais desafios do IPHAN para o cumprimento das responsabilidades advindas desta Lei é o cumprimento de uma política interinstitucional que resulta na realização de termos de parceria para a gestão, manutenção e uso, com o principal objetivo de garantir a reintegração dos bens remanescentes da ferrovia considerados como patrimônio cultural do cervo ferroviário à dinâmica social, econômica e cultural local, a Superintendência do IPHAN no Piauí realizou estudos e intervenção sobre o Conjunto Ferroviário de Floriópolis, situado na cidade em Parnaíba, próximo ao trecho mais antigo da Estrada de Ferro Central do Piauí. Com o presente estudo, pretendemos colaborar com a produção de conhecimento acerca da Estrada de Ferro Central do Piauí, e, em especial, contribuir para a reflexão sobre os desafios na atuação do IPHAN sobre a preservação do acervo ferroviário remanescente da extinta RFFSA no Estado.<br><br>Fonte: SANTOS, Ana Camila Moura dos. Conjunto Floriópolis: os desafios da patrimonialização dos bens remanescentes da extinta RFFSA no Piauí, 2017. 173 fls. Dissertação (Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural) - IPHAN, Rio de Janeiro, 2017.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:14:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DISSERTAÇÃO: Patrimônio ferroviário: a questão do uso</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1508985088</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo: A presente pesquisa trata do processo de patrimonialização dos bens ferroviários com destaque na aplicação da Lei n.º 11.483/2007, que atribui ao Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) a função de receber e administrar os bens ferroviários integrantes do espólio da extinta Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA), reconhecidos como portadores de valor artístico, histórico e cultural. Para tal, examina-se a história das ferrovias, tanto na relação com a Revolução Industrial quanto aos aspectos socioeconômicos que guiaram a implantação das ferrovias no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro. Igualmente, averígua-se como as ferrovias foram capturadas pelo campo da preservação, bem como sua relação com a constituição do conceito de patrimônio industrial. Por fim, concentra-se na problemática central da pesquisa com a investigação do lugar do uso no campo da preservação. Por meio do estudo desenvolvido foi possível perceber que o caráter homogêneo das propostas está ligado a uma busca de enobrecimento dos bens com valores culturais reconhecidos. Diante desse contexto, constata-se que há uma grande necessidade de se ampliarem as discussões e que é necessário buscar uma atuação pautada em princípios participativos, inclusivos e interdisciplinares.<br><br>Fonte: SILVA, Raquel Beatriz. Patrimônio ferroviário: a questão do uso, 2019. 233 fls. Dissertação (Mestrado em Preservação do Patrimônio Cultural) - IPHAN, Rio de Janeiro, 2019.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 13:17:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Patrimônio ferroviário: a preservação para além das estações</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1510371438</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta tese trata da preservação do patrimônio ferroviário caracterizado por uma quantidade diversificada de bens gerados e articulados por uma lógica funcional, conformados seguindo uma estrutura em rede implantada sobre vastas áreas territoriais. Todos esses aspectos combinados conferem caráter complexo e sistêmico a esse patrimônio, ao tempo em que trazem uma série de desafios ao seu reconhecimento como bem cultural. Desafios potencializados pela inexistência de uma estratégia de preservação capaz de orientar a seleção dos bens ferroviários a serem submetidos à avaliação de interesse cultural, considerando sua natureza complexa e sistêmica. Afinal, não é intenção preservar tudo, tampouco, tutelar indistintamente todo e qualquer testemunho legado pelo passado ferroviário. Pressupõe-se que os lugares centrais remanescentes de uma rede ferroviária que, na espacialidade atual ainda resguardem materialidade histórica capaz de transmitir o conhecimento sobre seu funcionamento, conformam-se como sua expressão máxima. Portanto, são elementos suscetíveis de avaliação como de interesse cultural. Entende-se nesta tese que os lugares centrais de uma rede ferroviária são revelados a partir da apreensão da sua lógica funcional, a qual gera e articula seus sistemas de ações e de objetos. Logo, o objetivo desta tese é propor procedimentos investigativos de reconhecimento do patrimônio ferroviário estruturado em rede a partir da identificação e da hierarquização dos seus lugares centrais, na perspectiva de oferecer meios que possam contribuir para construção de uma estratégia de preservação desse legado. Para tanto, a partir de olhares interdisciplinares advindos do campo da Preservação Cultural, da História e da Geografia foi possível firmar uma base teórica e metodológica para ancorar a montagem dos aludidos procedimentos, tomando-se como objeto empírico a Rede Ferroviária Nordeste. Assim, a tese evidencia que os lugares centrais de uma rede ferroviária são passíveis de avaliação social, desde que a materialidade presente no espaço, associada aos registros documentais (mapas, fotografias e relatos orais),seja ainda reconhecida pela sociedade como testemunho da história da técnica, da arquitetura, da engenharia, do trabalho e do funcionamento das estradas de ferro.<br><br>Fonte: FREIRE, M. E. L. Patrimônio ferroviário: a preservação para além das estações. 2017. 263 f. Tese (Doutorado em Desenvolvimento Urbano) - Universidade Federal de Pernambuco. Centro de Artes e Comunicação. Recife. 2017</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-10 17:49:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>História e memória entre ruínas : o patrimônio ferroviário de Além Paraíba</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1512982711</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo:<br>&nbsp;Este trabalho analisa o patrimônio ferroviário da cidade de Além Paraíba, Minas Gerais, onde se encontram duas estações, uma oficina e a própria linha férrea que corta a cidade de um extremo a outro. Este patrimônio se destaca na paisagem urbana da cidade, constituindo um significativo legado da industrialização da segunda metade do século XIX. Inicialmente, apresentamos analiticamente o processo histórico que formou tal patrimônio demostrando sua relação com a cidade e a região, compreendendo a ferrovia como uma construtora de espaços e territórios. Na sequência, analisamos o processo de patrimonialização propriamente dito, o momento em que a ferrovia, para além de um aparato da industrialização do século XIX, se torna reconhecida pelo significativo valor histórico e cultural. Paralelamente à patrimonialização identificamos também o processo de arruinamento dos prédios. Nesse ínterim analisaremos os esforços de agentes de preservação empenhados na manutenção física e simbólica do patrimônio. Ações que não foram suficientes para a manutenção e ressignificação patrimonial, provocando o afastamento e silêncio da população da cidade. Concluímos que a deterioração a abandono do patrimônio se deve: (1) sendo um patrimônio de propriedade da União, faltou entendimento entre União, Estado e Município no que diz respeito a destinação do bem; (2) falta ao município uma política patrimonial, capaz de sobreviver às mudanças de governo e de estabelecer um plano de ações capazes de reintegrar pelas vias culturais o patrimônio à sociedade.&nbsp;<br><br>Fonte: FURTADO, José Geraldo Esquerdo. História e memória entre ruínas: o patrimônio ferroviário de Além Paraíba. 2015. 179 f. Tese (Doutorado em Memória Social)-Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:21:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>MEMÓRIA SOCIAL E PATRIMÔNIOFERROVIÁRIO EM ALÉM PARAÍBA</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513008719</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo<br>&nbsp;A história da ferrovia no Brasil aponta para sua constante transmutação simbólica, alterando as representações e os discursos ideológicos que sustentaram a política nacional de transportes e que, na atualidade, instauram uma nova política de memória. A trajetória histórica das ferrovias brasileiras - compreendida sob três marcos principais - possibilita identificar sua transmutação simbólica como representante do progresso, da modernidade e da integração nacional nos séculos XIX e primeiras décadas do XX; como meio de transporte decadente e atrasado a partir de meados do século passado; e atualmente como emblema da memória e da identidade social, propondo e engendrando sua valorização como patrimônio cultural. Na atualidade as ferrovias são lidas à luz do patrimônio cultural e como emblema da memória social, uma vez que, após a consolidação do cenário de ruínas dos remanescentes ferroviários, assiste-se a inúmeros empreendimentos de patrimonialização, seja nas esferas municipais, estaduais ou federais. Em face das contradições e ambigüidades que envolvem a questão do patrimônio cultural na contemporaneidade, esta pesquisa se propôs a conhecer as razões da patrimonialização das ferrovias, pensadas a partir da relação entre tempo histórico e patrimônio. Propôs-se, também, conhecer as relações estabelecidas entre a comunidade de trabalhadores ferroviários de Além Paraíba com os remanescentes ferroviários localizados na cidade, por acreditarmos em uma relação entre corpos físicos e urbanos geradora de qualidades de vida, e de uma possível vivência sensível e orgânica entre sujeitos e patrimônio, para além do mero fetiche e entretenimento conferidos pela indústria cultural.<br><br>Fonte: CARVALHO, Maria Cecília de Alvarenga. Memória social e patrimônio ferroviário em Além Paraíba. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Belo Horizonte, PUC-MG, 2010.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 12:29:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TRABALHO, FERROVIA E MEMÓRIA: A EXPERIÊNCIA DE TURMEIRO (A) NO TRABALHO FERROVIÁRIO.</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513201865</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Resumo:</strong> Este trabalho foi construído a partir de entrevistas com famílias de trabalhadores braçais da Estrada de Ferro Goiás, que, após 1957, é encampada pelo governo federal, passando a se chamar Rede Ferroviária Federal. Moraram por algum período em conjuntos de casas construídas de forma precária pela empresa ao longo do trecho ferroviário conhecidas como turma. Busquei aprofundar e indagar como essas pessoas recordam as transformações nas relações de trabalho ocorridas entre os anos de 1950 e 1970. Ao privilegiar o período, busquei o sentido que adquirem, para elas, as diversas mudanças ocorridas nas relações do trabalho ferroviário, identificado na decadência das empresas ferroviárias, mudanças que culminam com o fim das casas de turma, no início dos anos setenta.</div><div>Ao realizarmos as entrevistas, busquei perceber a situação de trabalhadores da empresa não como um enredo completo, mas como uma referência que forma um “campo de memórias possíveis”, um campo de forças dentro do qual eles foram pressionados a alterar hábitos, redefinir regimes de trabalho. No corpo da pesquisa, priorizei indagar quais sentidos, como aposentados, atribuem a tais mudanças, quais possibilidades exploradas ou não nas condições de vida a que estiveram expostos.</div><div>Nas entrevistas, optei por dialogar com homens e com algumas mulheres que moraram por algum tempo em casas de turmas. O procedimento não visou resgatar uma amostragem que abrangesse um contexto total, mas, sim, investigar as possibilidades lembradas, realizadas ou não, no cotidiano da casa e do trabalhado, entendendo que, situados no mesmo campo de trabalho, podem ser visualizados com dinâmicas diferenciadas.</div><div>Mesmo a maioria dos entrevistados sendo pessoas que trabalharam na empresa como feitores, optamos no desenvolver da pesquisa, por não os tratar apenas com a especificidade do cargo, mas os perceber em uma dinâmica implementada pela empresa nas relações de trabalho que não os diferenciava, nos espaços de moradia e de condições da situação de trabalhadores. As diferenciações foram identificadas nas lembranças que guardam da situação marginal que gozavam na empresa.<br><br>Fonte: INÁCIO, P. C. Trabalho, Ferrovia e Memória: a experiência de turmeiro(a) no trabalho ferroviário. 2003. 128f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2003&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 13:17:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trem-de-ferro: do cosmopolitismo ao sertão. </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513267107</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: LESSA, Simone Narciso. Trem-de-ferro: do cosmopolitismo ao sertão. 1993. [249]f. Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciencias Humanas, Campinas, SP. Disponível em: &lt;http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/282042&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 13:30:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>As Ferrovias como Patrimônio Cultural Mundial: Os Estados partes, a UNESCO e o Valor Universal Excepcional.</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513283832</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo<br>Esta tese intitulada como “As ferrovias como Patrimônio Cultural Mundial: Os Estados-parte, a UNESCO e o Valor Universal Excepcional” apresenta como principal objetivo investigar a atribuição do valor universal excepcional “outstanding universal value” (OUV) às ferrovias inscritas na Lista do Patrimônio Mundial, através da análise destinada a identificar os critérios e requisitos necessários para o seu reconhecimento. Assim sendo, apresenta-se dividida em 03 etapas: a primeira corresponde ao eixo teórico da pesquisa, onde são abordados o entendimento do patrimônio ferroviário e do valor universal excepcional. Para tanto, são apresentados, em um primeiro momento, um panorama geral sobre as ferrovias, as discussões sobre a preservação do patrimônio ferroviário no contexto mundial, e a percepção do patrimônio ferroviário no âmbito da UNESCO. A seguinte abordagem teórica centra-se na compreensão do valor à luz da Teoria dos Valores (Axiologia dos Valores) e da Teoria da Conservação. O segundo eixo da pesquisa refere-se aos aspectos metodológicos adotados para a investigação da atribuição do valor universal excepcional às ferrovias mundiais. Desta forma, são selecionados 03 (três) estudos de caso, para a consecução do objetivo central desta tese: a ferrovia Semmering, na Áustria; a Ferrovia Darjeeling, na Índia; e a Ferrovia Rhaetian, que corta os países da Suíça e Itália. O método selecionado para a análise das aludidas ferrovias é a Análise de Contéudo, de Bardin, aplicado no corpus documental, composto pelos Documentos de Avaliação do Corpo Consultivo de cada ferrovia analisada. A tese utiliza como premissa de que a partir da identificação dos atributos das ferrovias é possível interpretar os valores que, de forma inter-relacionada, conformam a categoria do valor universal excepcional das ferrovias mundiais. Desta forma, a partir da análise realizada em cada uma das ferrovias selecionadas, foi possível inferir que o seu valor universal excepcional é composto por uma pluralidade de valores dinâmicos e interdependentes, que se relacionam de forma a ressaltar uma ordem e uma hierarquia, onde os valores de maior destaque são o que mais importam preservar, por justificarem o reconhecimento das ferrovias como patrimônio cultural mundial.<br><br>Fonte: LINS, A. P. M. D. B. D. C. As Ferrovias como Patrimônio Cultural Mundial: Os Estados partes, a UNESCO e o Valor Universal Excepcional. Tese (Doutorado) - Centro de Artes e Comunicação, Universidade Federal de Pernambuco. Recife, p. 228. 2015.&nbsp; <a href="https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18406">https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18406</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/603630656/81efaecce53423d0e9796b255f923552/Tese_Ana_Paula_Lins__14_10_16_.pdf" />
         <pubDate>2021-05-11 13:34:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os trilhos nas áreas urbanas: conflitos, desafios e oportunidades em dez cidades paulistas</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513298126</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: LUZ, L. F. Os trilhos nas áreas urbanas: conflitos, desafios e oportunidades em dez cidades paulistas. Dissertação (mestrado) – Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2006. 255 p&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 13:37:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estação da memória: um estudo das entidades de preservação ferroviária do estado do Rio de Janeiro</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513317143</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo<br>Esta pesquisa trata da memória tendo como campo de observação as entidades de preservação ferroviária enquanto organizações civis juridicamente constituídas que interpelam o poder público à preservação da memória ferroviária. No levantamento inicial foram identificadas 17 entidades, das quais são recortadas duas para aprofundamento da análise: Associação Fluminense de Preservação Ferroviária e o Movimento de Preservação Ferroviária, sediadas na cidade do Rio de Janeiro. A proposta é demonstrar como esses grupos se estruturam em torno dessa memória. Aprofundo o debate sobre a consolidação desse conceito como uma categoria instituída e proponho a reconstrução à luz dos debates atuais. Abordo em maior detalhe duas maneiras pelas quais os grupos entendem preservar a memória ferroviária: a operação de trens turísticos e o patrimônio cultural. Para alcançar seus objetivos esses grupos usam de diversas estratégias que vai da inclusão da comunidade à denúncia aos órgãos responsáveis pelo patrimônio da União, inclusive do direito a preservação da memória ferroviária pelo Estado. Há nesses espaços uma dupla interferência do corpo político e acadêmico que se retroalimentam. Uma das hipóteses é que a extinção da RFFSA intensificou a criação dessas entidades sob a justificativa da perda da identidade do trabalhador ferroviário. Utilizo o método de observação participante, da história oral e da internet – ferramenta comum na divulgação e armazenamento de dados desses grupos. Os referenciais teóricos estão representados nos debates sobre memória, patrimônio cultural e industrial, movimentos sociais, museus e turismo. E, concluo que as entidades são exemplos das formas como a sociedade civil se organiza perante a instituição política. As entidades do Rio contribuem para a preservação de uma parcela daquilo que pode representar uma dada memória ferroviária.<br><br>Fonte: MATOS, Lucina Ferreira. Estação da memória: um estudo das entidades de preservação ferroviária do Estado do Rio de Janeiro. Dissertação (mestrado). CPDOC: FGV, 2010. <br>URI&nbsp; <a href="http://hdl.handle.net/10438/6659">http://hdl.handle.net/10438/6659</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/603630656/7a81165084b302b51d2325e74343e18a/CPDOC2010LucinaFerreiraMatos.pdf" />
         <pubDate>2021-05-11 13:41:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modernização e mudanças: o trem inglês nos canaviais do nordeste (1852-1902).</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513332866</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: MELO, Josemir Camilo de. Modernização e mudanças: o trem inglês nos canaviais do nordeste (1852-1902). Tese de Doutorado. UFPE. Programa de Pós-Graduação em Historia. Recife.2000.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 13:44:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ferrovia patrimônio cultural: estudo sobre a ferrovia brasileira a partir da região dos Campos Gerais (PR)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513357963</link>
         <description><![CDATA[<div>Resumo<br>O (re)conhecimento do patrimônio cultural da ferrovia e da ferrovia como um patrimônio cultural do Brasil são os objetivos principais da tese. O estudo firma-se na análise das narrativas que auxiliaram a construção da simbologia da ferrovia brasileira ao longo da sua história secular: a narrativa da memória da sociedade e, especialmente, dos trabalhadores ferroviários, a narrativa dos textos publicados sobre o transporte ferroviário, a narrativa estampada em fotografias sobre a ferrovia e a narrativa das suas edificações histórico-culturais. Com o entendimento conceitual sobre a organização do espaço urbano associado à memória social e ao patrimônio cultural, buscou-se apreender a substância dessas narrativas considerando-se a participação da ferrovia na economia (internacional, brasileira e regional), na integração regional e nacional, no processo da urbanização brasileira e na organização urbana das cidades ferroviárias, do ponto de vista estrutural, econômico, social e cultural. A delimitação espacial escolhida para a pesquisa é a região dos Campos Gerais (centro-sul do Estado do Paraná), que possui histórico e infraestrutura ferroviária com características e elementos pertinentes para o referido estudo.&nbsp;<br><br>Fonte: MONASTIRSKY, Leonel Brizolla. Ferrovia: patrimônio cultural estudo sobre a ferrovia brasileira a partir da região dos campos gerais, 2006, 190 f. Tese (Doutorado em Geografia, Centro de Filosofia e Ciências Humanas) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2006.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 13:49:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A interiorização da capital pela Estrada de Ferro Sul do Espírito Santo</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513465257</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: QUINTÃO, Leandro do Carmo. A interiorização da capital pela Estrada de Ferro Sul do Espírito Santo. Dissertação (mestrado). Vitória: Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais, 2008.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 14:11:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A formação de territórios ferroviários no Oeste Paulista, 1868-1892. </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513472078</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: SILVA, Marcelo Werner da. A formação de territórios ferroviários no Oeste Paulista, 1868-1892. Tese (Doutorado em Geografia) – Programa de Pós-Graduação em Geografia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2008.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 14:12:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sistema ferroviário e o uso do território brasileiro: uma análise do movimento de produtos agrícolas. </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1513485474</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: VENCOVSKY, Vitor Pires. Sistema ferroviário e o uso do território brasileiro: uma análise do movimento de produtos agrícolas. Dissertação (Mestrado em Geografia). Universidade de Campinas. Campinas: UNICAMP, 2006. Disponível em: . Acesso em: 24 jan. 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-11 14:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um Século de Estradas de Ferro: – Arquiteturas das ferrovias no Brasil entre 1852 e 1957.</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1652479479</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: FINGER, Anna Eliza. Um Século de Estradas de Ferro: – Arquiteturas das ferrovias no Brasil entre 1852 e 1957. 2013. 466 f. Tese (Doutorado) - Curso de Programa de Pesquisa e Pós Graduação, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de Brasília, Brasília, 2013.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 08:01:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os mecanismos de financiamento das ferrovias brasileiras</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1652495213</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: ACIOLI, Rodrigo Girdwood. Os mecanismos de financiamento das ferrovias brasileiras. Dissertação (Mestrado em Ciências em Engenharia de Transportes). Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: UFRJ, 2007.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 08:23:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Turismo, patrimônio cultural e transporte ferroviário</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1652495616</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: ALLIS, T. Turismo, patrimônio cultural e transporte ferroviário. Dissertação (Mestrado em Integração da América Latina) - Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina, Universidade de São Paulo. São Paulo, p. 232. 2006</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 08:23:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre trilhos e dormentes: a Estrada de Ferro Central do Piauí na história e na memória dos parnaibanos (1960-1980). </title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1652498595</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: CERQUEIRA, Maria Dalva Fontenele.Entre trilhos e dormentes: a Estrada de Ferro Central do Piauí na história e na memória dos parnaibanos (1960-1980). Dissertação (Mestrado em História do Brasil). Universidade Federal do Piauí. Teresina: UFPI, 2015.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 08:27:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trilhando novos caminhos: a cidade de Piripiri e as mudanças proporcionadas pela chegada da ferrovia – 1930-1950.</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1652503603</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: FERREIRA, José de Arimatéa Isaias. Trilhando novos caminhos: a cidade de Piripiri e as mudanças proporcionadas pela chegada da ferrovia – 1930-1950. Dissertação (Mestrado em História do Brasil). Universidade Federal do Piauí. Teresina: UFPI, 2010.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-16 08:35:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Experiências de trabalhadores nos caminhos de ferro da Bahia: trabalho, solidariedade e conflitos (1892-1909)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1665790881</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: SOUZA, Robério Santos. Experiências de trabalhadores nos caminhos de ferro da Bahia: trabalho, solidariedade e conflitos (1892-1909). Dissertação de Mestrado, defendida em 2007. IFCH/UNICAMP&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-01 05:37:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nos trilhos da memória: os ferroviários em Sergipe (1907-2006)</title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/1666783262</link>
         <description><![CDATA[<div>Fonte: GOIS, Mary Jane Batista; SANTOS, Edileuza Batista; TAVARES, Priscila da Costa. <em>Nos trilhos da memória: os ferroviários em Sergipe (1907-2006)</em>. Aracajú: UNIT, 2006. Monografia de final de curso de História.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-02 14:16:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-21 02:37:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>cavbrasil</author>
         <link>https://padlet.com/cavbrasil/ferroviaepesquisa/wish/2855766519</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-01-21 03:56:03 UTC</pubDate>
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