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      <title>CAMILO CASTELO BRANCO by veronica</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-03-30 13:36:27 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia</title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nasceu na freguesia dos Mártires, em Lisboa, Portugal, no dia 16 de março de 1825. Filho de Manuel Joaquim Botelho Castelo Branco e de Jacinta Rosa do Espírito Santo Ferreira, ficou órfão de mãe com um ano e de pai com 10 anos. Foi morar com uma tia e depois com sua irmã mais velha. Em 1841, com apenas 16 anos, casou-se com uma jovem de 15 anos, Joaquina Pereira, mas logo a abandonou.<br>Foi um escritor português. Considerado o criador da novela passional portuguesa,&nbsp; escreveu irreverentes crônicas para jornais. Dedicou-se à atividade literária e foi um dos primeiros escritores portugueses a viver exclusivamente do que escrevia.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 13:40:52 UTC</pubDate>
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         <title>Recebeu o título de Visconde concedido pelo rei de Portugal, D. Luís I.</title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 13:44:56 UTC</pubDate>
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         <title>Escola e Vida amorosa</title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1843 ingressou na Escola Médico-Cirúrgica na cidade do Porto, mas entregue à boemia, não conseguiu concluir o curso. Em 1845 publicou seus primeiros trabalhos literários. Em 1846 fugiu com a jovem Patrícia Emília, mas a abandona, poucos anos depois. No ano seguinte morreu sua esposa legítima, de quem estava separado, e a filha do casal morreu no ano seguinte.<br>Camilo Castelo Branco passou por uma crise espiritual em 1850, e ingressou no seminário do Porto, pretendendo seguir a vida religiosa. Nesse ano conheceu Ana Plácido, que casada com um comerciante brasileiro, abandonou o marido em 1859 e foi viver com Camilo. Em 1860 é processado e preso por crime de adultério, mas é absolvido no ano seguinte, passando a viver com Ana. O casal foi morar em Lisboa e depois em São Miguel de Seide, sempre com muitos problemas financeiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 13:49:25 UTC</pubDate>
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         <title>Amor de Perdição</title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1863 publica "Amor de Perdição", sua novela mais famosa. Sua vida atribulada lhe deu inspiração para os temas de suas novelas. Também reconstituiu em suas obras o panorama dos costumes de Portugal de seu tempo, quase sempre com uma profunda sintonia com as maneiras de ser e sentir do povo português.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 13:51:43 UTC</pubDate>
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         <title>Sua produção&amp;nbsp;e Fama</title>
         <author>veronica_nonis</author>
         <link>https://padlet.com/veronica_nonis/3oltjwpoi60v/wish/103242857</link>
         <description><![CDATA[<div>Camilo foi um dos primeiros escritores portugueses a viver da literatura. Sua produção é composta de mais de cem obras, a maior parte de novelas satíricas, de mistério ou terror, históricas e passionais, publicadas em folhetins. Com uma linguagem simples e histórias repletas de emoção, fazia grande sucesso. Em 1889, quando se torna uma celebridade nacional como escritor, recebe uma homenagem da Academia de Lisboa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 13:54:55 UTC</pubDate>
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         <title>A morte</title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma doença nos olhos que pouco a pouco lhe tirava a visão, fez Camilo mergulhar em profunda depressão. Depois de saber que ficaria definitivamente cego Camilo suicida-se em São Miguel de Seide, Vila Nova de Famalicão, no dia 01 de junho de 1890.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 13:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>A outra metade</title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><em>Quando este corpo meu esfacelado<br>Baixar á leiva húmida da cova,<br>Hão de os jornais carpir a infausta nova,<br>Taxando-me de sábio consumado.<br><br>Estalará na imprensa enorme brado,<br>Pedindo a ressurgência d’um Canova<br>Que a morta face em mármore renova<br>Para insculpir meu busto laureado.<br><br>E algum dos imbecis necrologistas,<br>Com soluçantes vozes de saudade,<br>Dirá em ricas frases nunca vistas:<br><br>“Esse génio imortal, rei dos artistas,<br>No céu pede ao Senhor que a outra metade<br>Reparta por vocês, ó jornalistas!”<br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-03-30 14:14:20 UTC</pubDate>
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         <title>Gravação </title>
         <author>veronica_nonis</author>
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         <pubDate>2016-03-30 14:16:39 UTC</pubDate>
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