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      <title>espaço urbano e rural. by </title>
      <link>https://padlet.com/dauripse/3occe3jqoaaq</link>
      <description>urbano e rural comparativos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-25 19:09:48 UTC</pubDate>
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         <title>comparativo.</title>
         <author>dauripse</author>
         <link>https://padlet.com/dauripse/3occe3jqoaaq/wish/297145803</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>Espaço Urbano</strong> pode ser definido como o espaço das cidades, o conjunto de atividades que ocorrem em uma mesma integração local, com a justaposição de casas e edifícios, atividades e práticas econômicas, sociais e culturais. O espaço da cidade é, dessa forma, uma paisagem representativa do espaço geográfico, um território das práticas políticas e um lugar das visões de mundo e mediações culturais.<br><br></div><div>No entanto, é preciso estabelecer uma distinção entre o urbano e as cidades. Existem cidades, por exemplo, que não são consideradas urbanas, por possuírem uma pequena quantidade de habitantes e uma baixa dinâmica econômica. Para o IBGE, cidades com menos de 20 mil habitantes são consideradas como espaço rural. Além disso, no meio agrário, evidenciam-se algumas práticas e características do espaço urbano, o que nos leva a crer que o urbano transcende (vai além) do espaço das cidades.<br><br></div><div>Nesse ínterim, podemos dizer que o <strong>espaço urbano</strong> é economicamente produzido, mas socialmente vivenciado, ou seja, apropriado e transformado com base em ações racionais e também afetivas.<br><br></div><div><br></div><div>O geógrafo brasileiro Roberto Lobato Corrêa afirma, em várias de suas obras, que o espaço urbano é fragmentado, articulado; é também o condicionante das ações sociais e o reflexo destas, em uma interação dialética. Além disso, segundo o mesmo autor, ele pode ser compreendido como um conjunto de símbolos e como um campo de lutas, principalmente envolvendo as classes sociais.<br><br></div><div>Com o desenvolvimento das técnicas, o homem passou a viver em sociedade e, assim, passou a construir as suas cidades, os seus espaços de moradia. As mais antigas cidades datam de cerca de 9.000 a.C., que é o caso das cidades de Jericó (Palestina) e de Damasco (na Síria). No entanto, durante a maior parte da história da humanidade, a população foi majoritariamente rural.<br><br></div><div>Dessa forma, com o desenvolvimento das relações industriais, o processo de <strong>urbanização</strong> – crescimento do espaço urbano em relação ao espaço rural – passou a ser a principal representação da modernidade. Assim, temos a evidência de como a industrialização interfere e acentua o processo de urbanização.<br><br></div><div>Antes da Primeira Revolução Industrial, cerca de 90% da população das diferentes sociedades era rural. Atualmente, com a Terceira Revolução Industrial em curso, a humanidade atingiu pela primeira vez a maioria urbana, segundo dados de 2010 da Organização das Nações Unidas.<br>Na era moderna, podemos dizer que o processo de crescimento do espaço urbano ocorre por dois argumentos de elementos principais, os fatores atrativos e os fatores repulsivos.<br><br></div><div>Por <strong>fatores atrativos</strong> entende-se o crescimento das cidades a partir dos supostos benefícios que elas oferecem, principalmente aqueles relativos ao crescimento industrial, em que boa parte da população do campo é atraída pela oferta de mão de obra, e às possibilidades de crescimento e emancipação sociais. Esses elementos foram predominantes em países hoje considerados desenvolvidos, que passaram pelo processo de industrialização clássica. Entre as cidades, podemos citar os casos de Londres, Nova York, Paris e outras.<br><br></div><div>Por <strong>fatores repulsivos</strong> entende-se o crescimento das cidades em função da saída dos trabalhadores do campo, em face da mecanização da produção agrícola ou da concentração fundiária. A urbanização causada por fatores repulsivos costuma ser mais acelerada e revela uma maior quantidade de problemas sociais, sendo característica dos países subdesenvolvidos. Entre as cidades, podemos citar os casos de São Paulo, Rio de Janeiro, Cidade do México, entre outras.<br><br></div><div>Assim, através dos fatores atrativos e repulsivos, podemos perceber que o espaço urbano cresce, principalmente, com a migração do tipo campo-cidade que, quando ocorre em massa, é chamada de <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/exodo-rural.htm">êxodo rural</a>. Quando esse processo proporciona um crescimento desordenado das cidades, ou seja, quando esse crescimento foge do controle do Estado e dos governos, observa-se a emergência de graves problemas sociais urbanos, dos quais destacam-se: a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/favelizacao-segregacao-urbana.htm">favelização</a>, ocupações irregulares, índices de miséria, violência e muitos outros.<br><br></div><div>Além de problemas sociais, a urbanização acelerada pode evidenciar a emergência de problemas ambientais urbanos, dentre eles, merecem destaque as <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/favelizacao-segregacao-urbana.htm">ilhas de calor</a>, as <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/chuvaacida.htm">chuvas ácidas</a> e a <a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/inversao-termica.htm">inversão térmica</a>.<br><br></div><div>Portanto, mesmo sendo a expressão dos avanços da modernidade, o espaço urbano também pode ser a principal evidência de suas contradições.<br><br></div><div>As cidades também podem acabar por causa que sem natureza os humanos não sobrevivem então temos que preservar as áreas rurais porque se não estaríamos aqui os humanos só querem destruir a natureza nem se importam em plantar de novo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 19:12:47 UTC</pubDate>
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         <title>comparativo.</title>
         <author>dauripse</author>
         <link>https://padlet.com/dauripse/3occe3jqoaaq/wish/297145916</link>
         <description><![CDATA[<div>Zona <strong>rural</strong> é o <strong>espaço</strong> compreendido no campo. É uma região não urbanizada, destinada a atividades da agricultura e pecuária, extrativismo, turismo <strong>rural</strong>, silvicultura ou conservação ambiental. É no <strong>espaço rural</strong> onde se produz grande parte dos alimentos consumidos no <strong>espaço</strong> urbano.<br>A importância da zona rural.<br>A zona rural é muito importante para todos nós porque é lá que são desenvolvidas as atividades agropecuárias. O que é isso? É simples, é na zona rural que existem plantações de comidas como feijão, arroz, frutas e legumes, e também a criação de animais para consumo, como bois, frangos, porcos, etc.</div><div>Se as zonas rurais forem destruídas, os supermercados não terão onde conseguir a comida e a carne, e nós não teríamos aonde comprar. Em pouco tempo a humanidade Porém, por mais importante que a zona rural seja, a humanidade não se importa em destruí-la para construir mais cidades. Eles estão destruindo a natureza rapidamente e logo não sobrará mais nada. iria morrer de fome.<br>Outros aspectos econômicos da zona rural.<br>Além de ser muito importante para o país pela produção de alimentos – para consumo interno e também para exportação –, a zona rural se mostra funcional também em outro aspecto da economia, como por exemplo, o turismo.</div><div>Ecoturismo ou turismo rural é uma atividade que têm se tornado cada vez mais popular entre as pessoas que cresceram nas cidades grandes e não tiveram contato com a natureza.</div><div>Na tentativa de sair da rotina estressante da vida urbana, as pessoas costumam passar alguns dias descansando nas fazendas, fazendo trilhas ecológicas, cavalgando, tomando banhos de cachoeiras, e recebendo instruções de guias turísticos que lhes ensinam a importância de cuidar da natureza e ser uma pessoa ecologicamente correta.<br>A zona rural e a biodiversidade.<br>Outro aspecto importante das zonas rurais é que elas contribuem para a biodiversidade, para o equilíbrio e o desenvolvimento sustentável do planeta. A destruição da zona rural para construir cidades, além de acabar com a nossa fonte de alimentos, vai também colocar em extinção inúmeras espécies de plantas e animais, poluir as águas, acabar com o oxigênio, e matar milhares de bichinhos inocentes.</div><div>Por este motivo que foram criadas as Unidades de Conservação, que têm como objetivo preservar o patrimônio ambiental e cultural do país, não permitindo o desmatamento e outras práticas que destruam nossas zonas rurais.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 19:13:01 UTC</pubDate>
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