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      <title>Linha do Tempo de Literatura by João Benicá</title>
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      <description>Criado com um ar de mistério</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-01 21:13:48 UTC</pubDate>
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         <title>O Trovadorismo.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trovadorismo foi o primeiro movimento literário da língua portuguesa, pois dele surgiram as primeiras manifestações literárias. As cantigas são os principais registros da época, tradicionalmente divididas em cantigas de amor, de amigo, escárnio e maldizer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 21:18:05 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto histórico do trovadorismo.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trovadorismo surgiu na Idade Média no século XI.<br>A Idade Média foi um período histórico que durou de 476 a 1453. A sociedade medieval estava dividida entre clero, nobreza e povo. No entanto, a Igreja Católica era detentora de poder político e econômico no Ocidente. Nessa época, portanto, predominou a ideia de que deus é o centro de tudo (Teocentrismo).<br>No período medieval, a maioria da população era analfabeta, a<strong> </strong>escrita e a leitura estavam restritas ao clero e a alguns nobres. Os livros eram muito caros, pois a reprodução das obras era feita por copistas, elas eram manuscritas. Além disso, devido à influência católica, a maior parte da arte produzida nesse período era de cunho religioso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 21:26:16 UTC</pubDate>
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         <title>Características do Trovadorismo.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse contexto, em que a liberdade artística e de pensamento eram restringidas pelo clero, surgiu o Trovadorismo, movimento literário medieval caracterizado por uma “poesia cantada”, as chamadas cantigas trovadorescas. Elas são assim classificadas: de amor, de amigo, de escárnio e de maldizer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 21:50:08 UTC</pubDate>
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         <title>O Surgimento do Trovadorismo.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tais composições eram cantadas pelo trovador, daí o termo “trovadoresco”. Assim, as cantigas trovadorescas podem ser chamadas também de cantigas provençais. Isso porque foi na Provença, no Sul da França, que esse tipo de arte surgiu.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 21:54:15 UTC</pubDate>
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         <title>Autores do Trovadorismo.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>São inúmeros os autores do Trovadorismo cujas obras foram resgatadas por pesquisadores em todo o mundo. Entre eles estão:<br><br></div><ul><li>Paio Soares de Taveirós.</li><li>João Soares Paiva.</li><li>João Garcia de Guilhade.</li><li>Martim Codax.</li><li>Dom Dinis.</li><li>D. Afonso X.</li><li>Dom Duarte.</li><li>Frei João Álvares.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 21:57:46 UTC</pubDate>
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         <title>Obras do Trovadorismo.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>As principais obras do Trovadorismo são:<br><br></div><ul><li>Cantiga de Amor A Ribeirinha (Paio Soares Taveirós).</li><li>Ondas do mar de Vigo (Martim Codax).</li><li>General Historia, a Crônica de España, Libro de los Juegos, Las Siete Partidas, Fuero Real, Libros del Saber de Astronomia, entre outras (Dom Afonso X).</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 22:01:12 UTC</pubDate>
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         <title>O Trovadorismo em Portugal.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Portugal separou-se do reino de Leão e Castela em 1140. Assim, tornou-se um país independente. O galego-português era o idioma falado então. Com o novo Estado formado, surgiu também a literatura portuguesa. Possivelmente, a <em>Cantiga da Ribeirinha</em> é o texto que inaugurou a literatura portuguesa em 1198.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 22:09:47 UTC</pubDate>
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         <title>Cancioneiro da Ajuda.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Cancioneiro da Ajuda é uma coleção de poesias escritas em galego-português datada do final do século XIII, influenciadas pela lírica occitana.<br><br></div><div><br>Recebe o seu nome por se conservar na biblioteca do Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa. É um códice de pergaminho escrito por uma só pessoa em escrita gótica com miniaturas e que ficou incompleto: aparecem os textos poéticos, mas não se terminaram as miniaturas nem se copiou a música — para a qual há um espaço reservado abaixo dos versos da primeira estrofe de cada cantiga. Trata-se duma coletânea que possui 310 composições poéticas, todas cantigas de amor.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-01 22:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura Medieval Inglesa.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Devido ao fato de a herança galesa e romana ter sido quase totalmente apagada por invasões das populações da baixa Alemanha e Escandinávia, é somente no início da Idade Média que aparecem as primeiras palavras em inglês, escritas em dialeto Anglo-Saxónico, agora conhecido como inglês antigo. A tradição oral era muito forte nos primórdios da cultura inglesa, e a maioria dos trabalhos literários foi escrita para ser representada. Os poemas épicos eram bastante populares, e muitos deles, incluindo <em>Beovulfo</em>, sobreviveram até aos dias de hoje, como obras literárias escritas em língua inglesa antiga.<br><br></div><div><br>Existia um idioma que lembrava o norueguês e, mais ainda, o islandês atuais, embora muito do verso anglo-saxão nos manuscritos existentes seja provavelmente uma adaptação "suave" dos primeiros poemas de guerra escandinavos e germânicos. Quando tais poemas foram trazidos para Inglaterra, eles começaram a ser transmitidos oralmente de uma geração para outra, e a constante presença de versos aliterativos, com ritmo constante (atualmente manchetes de jornal e propagandas usam abundantemente estas técnicas, tais como em <em>Maior é Melhor</em>), ajudava o povo anglo-saxão a lembrá-los melhor. Tal ritmo é uma característica do idioma alemão e é oposto aos poemas em línguas românicas, vocálicos e sem ritmo. Os primeiros versos escritos datam da época de fundação dos primeiros monastérios cristãos, por Santo Agostinho de Cantuária e seus discípulos, e é razoável acreditar que esses poemas tenham sido, de alguma forma, adaptados com base em leituras cristãs. Mesmo sem suas linhas grosseiras, os poemas de guerra viquingues ainda têm o cheiro de sangue feudal, e suas rimas consonantes soam como encontros de espadas sob o triste céu do norte: há ainda um senso de perigo iminente em suas narrativas. Em pouco tempo, todas as coisas devem chegar a um fim, assim como Beovulfo acaba morrendo nas mãos de um gigantesco monstro que ele passara a vida combatendo. Os sentimentos de Beovulfo, de que nada continua e que a juventude e alegria irão se tornar morte e dor, penetraram no Cristianismo que irá dominar a futura paisagem da ficção inglesa. O tema dos idos tempos dourados é, por exemplo, recorrente em Hamlet (<em>"Alas, poor Yorick..."</em> traduzindo: "Ai de mim, pobre Yorick... "), para não mencionar a poesia da era jacobina (1567–1625). Com exceção da levemente amorosa e otimista literatura da Restauração e da chamada era augusta, a melancolia e a angústia permanecem como tema favorito dos escritores de língua inglesa, embora o romance gótico e o pré-romantismo já marcassem o nascimento da sensibilidade romântica moderna.<br><br></div><div><br>Quando Guilherme, o Conquistador transformou a Inglaterra em uma parte da Anglo-Normandia em 1066 e introduziu o normando nas ilhas britânicas, a velha poesia inglesa continuou a ser lida na língua original. Foi somente no início do século XIII, quando Albion tornou-se independente e cortou suas relações com a França, que a língua realmente mudou. Como os Normandos foram assimilados pela cultura principal, seu francês penetrou nas classes mais baixas da sociedade, mudando a gramática e o léxico do inglês antigo. Embora não se tenha tornado uma língua normanda, o inglês de Geoffrey Chaucer é muito mais próximo ao inglês dos dias atuais do que a linguagem falada no século anterior. O falante de inglês atual não pode ler Chaucer (inglês médio) sem dificuldade mas pode captar a essência da história; no entanto, ele só pode ler <em>Beovulfo</em> (inglês anglo-saxão) se transcrito para o inglês moderno.<br><br></div><div><br>Na Alta Idade Média (1200-1500), os ideais de amor cavalheiresco entraram na Inglaterra, e os autores começaram a escrever romances, seja em prosa ou verso. Tornaram-se especialmente populares os contos sobre Rei Artur e sua corte. O poema Sir Gawain and the Green Knight ('Sir Gawain e o Cavaleiro Verde') mostram muitas das feições-chave da literatura desse tempo: o legendário reino de Artur como cenário, a ênfase no comportamento cavalheiresco e um colorido religioso.<br><br></div><div><br>O teatro medieval inglês era evidentemente religioso. Peças de mistério eram encenadas nas cidades e vilarejos para celebrar as principais festas, e as menos formais, tais como as farsas e mascaradas, também apresentavam temas natalinos.<br><br></div><div><br>O primeiro autor inglês, Geoffrey Chaucer (1340 -1400) escrevia em inglês médio, ou seja, um inglês com influências da língua normanda e do latim. Seu mais famoso trabalho é <em>The Canterbury Tales</em> ('Os Contos da Cantuária'), uma coleção de histórias em uma variedade de gêneros, contada por um grupo de peregrinos a caminho da Cantuária. Consideravelmente, são de todos os estilos de vida, o que reflete muito da cultura inglesa da época e da linguagem que se usava. Mas, embora Chaucer seja certamente um autor inglês, ele foi inspirado por desenvolvimentos literários que tiveram lugar em outros pontos da Europa, especialmente na Itália. <em>The Canterbury Tales</em> de Chaucer é bastante influenciado pelo <em>Decamerão</em> de Giovanni Boccaccio. A Renascença tinha feito sua aparição na Inglaterra.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>Principais Autores da Literatura Inglesa.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Entre eles estão:<br><br></div><ul><li>William Shakespeare.</li><li>G. K. Chesterton.</li><li>Jane Austen.</li><li>Emily Brontë</li><li>Mary Shelley.</li><li>Edgar Allan Poe.</li><li>Oscar Wilde.</li><li>Lewis Carroll.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:09 UTC</pubDate>
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         <title>Inglaterra na Idade Média.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>A partir do final do século 5 até o início do período moderno adiantado em 1485. Quando a Inglaterra emergiu do colapso do Império Romano , a economia estava em frangalhos e muitas das cidades abandonadas. Depois de vários séculos de imigração germânica, novas identidades e culturas começaram a surgir, tornando-se reinos que competiram pelo poder. A rica cultura artística floresceu sob os anglo-saxões , produzindo poemas épicos como <em>Beowulf</em> e sofisticado metalurgia . Os anglo-saxões se converteram ao cristianismo no século 7 e uma rede de mosteiros e conventos foi construído em toda a Inglaterra. Na séculos 8 e 9 Inglaterra enfrentou ferozes Viking ataques e os combates duraram várias décadas, eventualmente, estabelecer Wessex como o reino mais poderoso e promover o crescimento de uma identidade Inglês. Apesar de repetidas crises de sucessão e uma dinamarquesa tomada do poder no início do século 11, também pode-se argumentar que pelos década de 1060 a Inglaterra era um poderoso estado, centralizado com um exército forte e economia bem sucedida.<br><br></div><div><br>A invasão normanda da Inglaterra em 1066 levou à derrota e substituição dos elite anglo-saxão com Norman e os nobres franceses e os seus apoiantes. William, o Conquistador, e seus sucessores assumiu o sistema estatal existente, reprimir revoltas locais e controlar a população através de uma rede de castelos . Os novos governantes introduziu uma abordagem feudal a governar a Inglaterra, erradicar a prática da escravidão , mas a criação de um corpo muito maior de trabalhadores não livres chamados servos . A posição das mulheres na sociedade mudou como leis sobre terras e senhoria mudou. A população da Inglaterra mais do que duplicou durante os 12 e 13 séculos, alimentando uma expansão da cidades, e comércio, ajudado por temperaturas mais quentes em todo o norte da Europa. Uma nova onda de mosteiros e friaries foram estabelecidos enquanto reformas eclesiásticas levou a tensões entre sucessivos reis e archbishops . Apesar dos desenvolvimentos em matéria de governação e da Inglaterra sistema legal , brigas internas entre a Anglo-Norman elite resultou em várias guerras civis e a perda de Normandia .<br><br></div><div><br>O século 14 na Inglaterra viu a Grande Fome ea Peste Negra , eventos catastróficos, que mataram cerca de metade da população da Inglaterra, jogando a economia no caos, e minando a ordem política idade. Agitação social seguido, resultando em Revolta dos Camponeses de 1381, enquanto as mudanças na economia resultou no surgimento de uma nova classe de pequena nobreza , e a nobreza começou a exercer o poder através de um sistema denominado feudalismo bastardo . Cerca de 1.500 aldeias estavam desertas por seus habitantes e muitos homens e mulheres procuraram novas oportunidades nas cidades. Novas tecnologias foram introduzidas, e Inglaterra produziu alguns dos grandes filósofos medievais e cientistas naturais . Reis ingleses no séculos 14 e 15 colocou a reivindicação ao trono francês , resultando na Guerra dos Cem Anos . Às vezes, a Inglaterra teve muito sucesso militar, com a economia impulsionado por lucros do comércio internacional de lã e tecido, mas por 1450 o país estava em crise, de frente para o fracasso militar na França e uma recessão em curso. Distúrbios mais social eclodiu, seguido pelos Guerra das Rosas , travadas entre facções rivais da nobreza Inglês. Henry VII vitória 's em 1485 marcas convencionalmente o final da Idade Média , na Inglaterra e o início do período moderno adiantado .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:11 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura da Idade Média na Europa.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>O período médio, 1066 a 1485, caracteriza-se pela grande influência da literatura francesa nas formas e temas. Entre os poemas escritos seguindo ainda as formas do inglês arcaico, destacam-se Piers o lavrador, de William Langland; La perla (1370); e Sir Gawain e o cavaleiro verde (1380), supostamente escritos pelo mesmo autor. A influência francesa se faz sentir na obra de Chaucer, autor dos Contos de Cantuária que, por sua vez, influenciou alguns poetas do século XV, como Thomas Malory.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:19 UTC</pubDate>
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         <title>A Arte Gótica.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>A arte gótica<strong> </strong>foi uma expressão artística da Baixa Idade Média (século XII) que perdurou até o Renascimento.<br><br></div><div>Denominada de arte das catedrais, ela era realizada nas cidades. Foi uma reação ao estilo românico e pretendeu rivalizar com os mosteiros e basílicas que eram construídas no campo.<br><br></div><div>Isso porque nesse momento, as cidades começaram a crescer por conta da economia fundamentada no comércio.<br><br></div><div>Anteriormente, as vivências coletivas estavam concentradas no campo e os mosteiros consistiam nos locais de desenvolvimento intelectual e artístico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>A Origem do Termo &quot;Gótico&quot;.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando foi criado, esse estilo artístico não era intitulado "gótico". O termo foi criado posteriormente, quando o renascentista Giorgio Vassari se referiu de maneira pejorativa à esse tipo arte, no século XVI.<br><br></div><div>Ele traça um paralelo com os godos, povo bárbaro que invadiu e destruiu Roma, em 410. Dessa forma, ele expressa sua rejeição a esse gênero de arte.<br><br></div><div>Mais tarde o termo foi incorporado, perdeu o caráter aviltante e ficou relacionado à arquitetura dos arcos curvilíneos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:36 UTC</pubDate>
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         <title>Arquitetura Gótica.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>A arquitetura gótica é o resultado dos avanços técnicos obtidos pelas corporações de construtores. <br>Eles conseguiram dominar a geometrização e suas relações matemáticas com um objetivo muito claro: a verticalidade, visto que buscavam um direcionamento para o céu.<br><br></div><div>A arquitetura foi a principal expressão da arte gótica e a ela estará atrelada à pintura e à escultura.<br><br></div><div>A desmaterialização das paredes, agora mais finas e leves, bem como a distribuição da luz no espaço, possibilitada por um número maior de vãos e janelas, permitiu um espaço mais livre e luminoso.<br><br></div><div>A luz mística e a grandiosidade constituem o veículo para comunhão com o divino.<br><br></div><div>O arco em ponta e a rosácea - também chamada de mandala - serão atributos continuamente presentes nesse estilo arquitetônico, o qual busca substituir o horizontalismo românico pela verticalidade gótica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pintura Gótica.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>A pintura gótica irá se delinear claramente em meados de 1350, quando terá lugar fora da arquitetura, à qual adornava murais, afrescos e vitrais.<br><br></div><div>De toda forma, ela buscou transmitir o mesmo naturalismo e simbolismo religioso da escultura e da arquitetura.<br>Os vitrais, pedaços coloridos de vidro unidos por chumbo, tinham como objetivo emocionar o expectador e ensiná-lo sobre a religião católica.<br><br></div><div>De forma mais autônoma, a pintura irá se desenvolver nas iluminuras dos manuscritos, onde o volume irá se aproximar das formas escultóricas que adornam a catedral.<br><br></div><div>É muito comum, nessas pinturas, a substituição da luz por fundos dourados, bem como a figuração de personagens religiosos com pouco volume.<br><br></div><div>Podemos citar como grandes expoentes da pintura gótica o italiano Giotto di Bondone (1267-1337) e o holandês Jan Van Eyck (1390-1441).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Outros festivais.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como resultado da ascensão das cidades gregas na Época Clássica, outros grandes festivais surgiram na Ásia Menor, na Magna Grécia e no continente proporcionando a oportunidade para os atletas ganharem fama e riquezas. Além dos Jogos Olímpicos, os mais respeitados foram os Jogos Ístmicos em Corinto, os Jogos Nemeanos, os Jogos Píticos em Delfos e os Jogos Panatenaicos em Atenas, onde o vencedor da corrida de bigas recebeu 140 ânforas de azeite (muito procurado e precioso nos tempos antigos). Os prêmios em outras competições incluíam cereais em Elêusis, escudos de bronze em Argos e embarcações de prata em Maratona. Outra forma de corrida de carros nos Jogos Panatenaicos era conhecida como apóbatas, na qual o competidor usava armadura e periodicamente pulava de um carruagem em movimento e corria ao lado dela antes de pular de volta. Nestas corridas, havia um segundo auriga (um "titular") enquanto os apóbatos pulavam para fora; nos catálogos com os vencedores, mencionam-se os nomes dos apóbatos e do segurador das rédeas. Imagens do concurso exibem guerreiros, armados com capacetes e escudos, empoleirados nas costas dos carros de corrida. Alguns estudiosos acreditam que o evento preservou as tradições da guerra homérica.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:41:52 UTC</pubDate>
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         <title>Jogos Olímpicos.</title>
         <author>jvbenica</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos Jogos Olímpicos, assim como nos outros jogos Pan-helênicos, havia corridas de quadrigas de quatro cavalos e bigas de dois cavalos, que eram essencialmente as mesmas, exceto o número de cavalos. O evento de corrida de bigas foi adicionado pela primeira vez às Olimpíadas em 680 a.C., com os jogos expandindo de um dia para dois dias para acomodar o novo evento (mas não era, na realidade, o evento fundador). A corrida de bigas não era tão prestigiada quanto a corrida a pé de 195 metros), mas era mais importante do que outros eventos equestres, como corridas a cavalo, que foram retiradas dos Jogos Olímpicos muito cedo.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrida_de_bigas#cite_note-FOOTNOTEAdkins1998a350,_420-5"><sup><br></sup></a><br></div><div><br>As corridas foram realizadas no hipódromo, que realizou corridas de bigas e de equitação. A corrida de um cavalo era conhecida como queles. O hipódromo ficava no canto sudeste do santuário de Olímpia, na grande área plana ao sul do estádio e corria quase paralelo a este último. Até há pouco tempo, a sua localização exata era desconhecida, já que está enterrado por vários metros de material sedimentar do rio Alfeu. Em 2008, no entanto, Annie Muller e a equipe do Instituto Arqueológico Alemão usaram o radar para localizar uma estrutura grande e retangular semelhante à descrição de Pausânias. Pausânias, que visitou Olímpia no século II, descreve o monumento como um espaço grande, alongado e plano, com aproximadamente 780 metros de comprimento e 320 metros de largura (quatro estádios de comprimento e um estádio e quatro pletros de largura). O hipódromo alongado foi dividido longitudinalmente em duas faixas por uma barreira de pedra ou madeira, o êmbolo. Todos os cavalos ou carruagens corriam numa pista para o leste, depois viraram o êmbolo e voltaram para o oeste. As distâncias variaram de acordo com o evento. O hipódromo era cercado por bancos naturais (para o norte) e artificiais (para o sul e leste) para os espectadores; um lugar especial foi reservado para os juízes no lado oeste da margem norte.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corrida_de_bigas#cite_note-FOOTNOTEVikatou2007-6"><sup><br></sup></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:42:13 UTC</pubDate>
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         <title>As Primeiras Corridas de Bigas.</title>
         <author>jvbenica</author>
         <link>https://padlet.com/jvbenica/3o6eicc35xfh09o9/wish/668495530</link>
         <description><![CDATA[<div>Não se sabe exatamente quando as corridas de bigas começaram, mas pode ter sido tão antigo quanto os próprios carros. Sabe-se da evidência artística na cerâmica que o esporte existiu no mundo micênico, mas a primeira referência literária a uma corrida de carro é descrita por Homero, nos jogos fúnebres de Pátroclo. Os participantes desta corrida foram Diomedes, Eumelo, Antíloco, Menelau e Meríones. A corrida, que foi uma volta ao redor do tronco de uma árvore, foi vencida por Diomedes, que recebeu uma escrava e um caldeirão como prêmio. Também se diz que Uma corrida de carros foi o evento que fundou os Jogos Olímpicos; segundo uma lenda, mencionada por Píndaro, o rei Enomau desafiou os pretendentes de sua filha Hipodâmia para uma corrida, mas foi derrotado por Pélope, que fundou os jogos em homenagem a sua vitória.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:42:22 UTC</pubDate>
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         <title>Corrida de Bigas.</title>
         <author>jvbenica</author>
         <link>https://padlet.com/jvbenica/3o6eicc35xfh09o9/wish/668495561</link>
         <description><![CDATA[<div>A<strong> </strong>Corrida de bigas foi um dos mais populares esportes iranianos, gregos antigos, romanos e bizantinos. As corridas eram perigosas para os aurigas e cavalos, já que muitas vezes sofriam ferimentos graves e até a morte, mas esses perigos aumentavam a excitação e o interesse dos espectadores. Podiam ser vistas por mulheres que foram proibidas de assistir a muitos outros esportes. Na forma romana, eram realizadas em circos e as equipes representavam diferentes grupos de financiadores, que às vezes competiam pelos serviços de motoristas particularmente habilidosos.<br><br></div><div><br>Como em esportes modernos, os espectadores geralmente optavam por apoiar um único time, identificando-se fortemente com suas fortunas, e a violência às vezes irrompe entre facções rivais. As rivalidades às vezes eram politizadas, quando as equipes se associavam a idéias sociais ou religiosas concorrentes. Isso ajuda a explicar por que imperadores romanos e bizantinos tomaram o controle das equipes e nomearam muitos funcionários para supervisioná-los. O esporte perdeu importância no Ocidente após a queda de Roma. Sobreviveu por um tempo no Império Bizantino, onde as facções romanas tradicionais continuaram a desempenhar papel proeminente durante vários séculos, ganhando influência em questões políticas. Sua rivalidade culminou na Revolta de Nica, que causou o declínio gradual do esporte.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-03 22:42:25 UTC</pubDate>
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